Participe do Seminário Ditaduras, Direitos Humanos e Ensino: transformando esta História!

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   Dia 10 de dezembro é o Dia Internacional dos Direitos Humanos, data que o APERS vem celebrando nos últimos anos através de eventos organizados em parceria com o Departamento e Programa de Pós Graduação em História da UFRGS.

   Neste ano não será diferente: com o objetivo de refletir sobre as marcas deixadas pelas Ditaduras em nosso país e no Cone Sul, sempre conectando este debate à importância da luta pela garantia dos Direitos Humanos, estamos promovendo o Seminário Ditaduras, Direitos Humanos e Ensino: transformando esta História!, que ocorrerá no dia 08/12.

   A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas através do email projetocultural@sarh.rs.gov.br. Confira mais informações abaixo, divulgue e participe!

Sábados de funcionamento da Sala de Pesquisa do APERS – mês de dezembro

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   Para melhor atender aos seus pesquisadores, a Sala de Pesquisa do APERS abre dois sábados por mês, das 9 às 14 horas, mediante solicitação prévia da documentação.

   No mês de dezembro a Sala de Pesquisa abrirá nos sábados 08 e 15.

  Os pesquisadores interessados em realizar suas pesquisas podem solicitar previamente os documentos no balcão de atendimento presencial ou por email (saladepesquisa@sarh.rs.gov.br), telefone (51 3288 9104) ou, ainda, através do Balcão Virtual.

   Agende sua pesquisa!

APERS Entrevista: José Carlos da Silva Cardozo

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José Carlos da Silva Cardozo, 26 anos, é graduado em Historia (UNISINOS – 2005/2009), graduando em Ciências Sociais (UFRGS – 2008/2012), mestre em História Latino-Americana (UNISINOS – 2009/2011) e doutorando em História Latino-Americana (PPGH/UNISINOS – 2011). Coordenador do Grupo de Trabalho da ANPUH/RS História da Infância, Juventude e Família. Editor da Revista Brasileira de História & Ciências Sociais e da Revista Latino-Americana de História, Secretário da ANPUH/RS e bolsista CAPES/MEC. José Carlos pesquisa no APERS desde 2008 e entre seus temas de pesquisa estão: criança, família, Poder Judiciário, registros eclesiásticos e demografia histórica. Confira nossa entrevista com ele:

Blog do APERS: José Carlos, como se deu tua aproximação com a pesquisa sobre menores envolvidos nos processos de tutela?

José Carlos: Eu fazia iniciação científica na UNISINOS em demografia histórica, pesquisando em registros paroquiais de batismo, casamento e óbito de Porto Alegre, de 1772 a 1835, para cadastrá-los num sistema. Comecei a interessar-me pelas crianças, tanto por aquelas que acabaram morrendo quanto as que nasciam… Nuances da relação familiar que aparecem nesses registros e nos documentos que os precedem. Contudo, queria fazer um trabalho voltado para as crianças do início do século 20. Isto porque meu avô, que trabalhava na viação, foi para a Alemanha fazer uma cirurgia e quando voltou não desembarcou em Porto Alegre, desapareceu. Meu pai e minha avó ficaram desamparados. Ela não sabia muito bem o que fazer com os bens, deixou para uma pessoa administrar e em pouco tempo o patrimônio estava dilapidado. Meu pai desde pequeno começou a trabalhar para se manter e ajudar sua mãe… As dificuldades aumentaram e minha avó o enviou para ser criado por alguns parentes em uma fazenda no município de Esteio. O início do século 20 me chama a atenção por isso. Mas como trabalhar com essas crianças com minha experiência em demografia histórica? Conversando com a professora Ana Silvia Volpi Scott, minha orientadora, ela me indicou algumas leituras, entre elas “Os caminhos da adoção” da professora Claudia Fonseca, que é antropóloga na UFGRS e pesquisou os registros de busca e apreensão de menores aqui no APERS na década de 1980. Ela produziu artigos e capítulos de livros a partir dessa documentação por mais de dez anos, o fundo do Juizado dos Órfãos é muito rico para pesquisas sobre crianças, famílias, seus conflitos e sobre a própria Justiça. Ela trabalhou com o início do século 20, então conversamos e ela apontou que essa documentação não era muito explorada. A partir dessas leituras e conversas com as professoras foi-me aberto o caminho para a pesquisa.

Blog do APERS: Você poderia comentar um pouco sobre o trabalho que vens desenvolvendo atualmente?

José Carlos: Na pesquisa de mestrado investiguei crianças, adolescentes e jovens, suas famílias e os juízes do Juizado de Órfãos de Porto Alegre no início do século 20. Fiz meu recorte de 1900 a 1927, do início do século até a entrada em vigor do Código de Menores. Nesse período as Ordenações Filipinas estavam em vigor e meu recorte foi baseado nisso, trabalhei com 823 processos de tutela. Para o doutorado investigo um pouquinho antes do final do século 19, da Lei do Ventre Livre até a abolição em 1888, mas pesquisando dez anos antes e dez anos depois desses marcos para ter uma margem de contexto. Trabalho, então, com a problemática da Lei do Ventre Livre, a lei em que todas as crianças, filhas de escravas, nascidas a partir de 28 de setembro de 1871, seriam consideradas como ingênuas. Assim, quando chegassem aos oito anos de idade seu senhor poderia optar por continuar com elas até os 21 anos, como forma de indenização, ou entregá-la para o Estado, mas a maioria deles ficou com os menores. E o que me inquieta, que é uma das questões da pesquisa, é o porquê que com essa prerrogativa da Lei, muitos senhores acabavam tutelando a criança. Uma das minhas hipóteses é que a Lei proíbe que mãe e filho sejam separados, contudo se esse senhor tutelar a criança poderia vender a mãe ou mandá-la trabalhar em um lugar mais distante e ficar usufruindo dos serviços da criança. Mas minha pesquisa não centra só na criança ingênua, circunscreve as crianças porto-alegrenses de forma geral.

Blog do APERS: Tu pesquisas sobre menores envolvidos nos processos de tutela na Porto Alegre do início do século XX, é possível fazer um comparativo com os processos de tutela do final deste século, início do século XXI?

José Carlos: Não, porque os processos de tutela seriam, nesse período em que estudo, o mesma que a guarda de menores. Hoje se o pai ou responsável não pode ficar com a criança a Justiça viabiliza outro responsável. O tutor é mais para administrar os bens, se a criança não tem quem cuide dela, é internada em orfanato… E o tutor administra os bens, muitas vezes, não tem contato com a criança. A tutela também é empregada quando as crianças e adolescentes estão num abrigo sob responsabilidade da Justiça, recebem um tutor temporário até a definição de um responsável legal… No inicio do século 20 a guarda e tutela eram praticamente a mesma coisa, em concepções jurídicas.

Blog do APERS: Qual a importância do acervo do APERS para tua atuação enquanto pesquisador?

José Carlos: Fundamental. Sem ele e a organização que há na instituição não haveria estudo sobre o Juízo dos Órfãos. Não há pesquisa sobre o tema. O que a professora Claudia Fonseca desenvolveu foi como uma pedra que foi jogada na água e não reverberou, simplesmente afundou. Não houve mais pesquisa nem na parte histórica nem na antropológica envolvendo esse fundo documental. E tem vários processos que estão sob o “guarda-chuva” do Juizado de Órfãos… A maioria dos investigadores pesquisa em inventários, contudo há exame de sanidade e de pobreza, tutela, busca e apreensão, várias ações envolvendo crianças e famílias… Então o Arquivo Público ter preservado isso é fantástico! Fazia mais de 20 anos que a professora Claudia Fonseca pesquisou aqui… Então como chegar ao Arquivo Público? Lembro-me do pessoal do atendimento… Tiveram paciência comigo, porque a gente chega com uma ansiedade tão grande… Eu não vim replicar o estudo da professora Claudia Fonseca, então tentei descobrir o que o acervo do Juizado de Órfãos tinha, além dos processos que já haviam sido trabalhados… Os atendentes abriram as possibilidades e acabei pesquisando os processos de tutela. No início de minha formação fazia pesquisas quantitativas, mas ao longo do tempo comecei a trabalhar com áreas diferentes e colocá-las para dialogar (pesquisa quanti/qualitativa). A demografia trabalha muito com história quantitativa, com seriação. Eu transcrevia alguns trechos, mas com o tempo fui percebendo que as informações processuais se repetiam e pude construir um banco de dados fantástico. Essas metodologias e as fontes dão um respaldo maior para a pesquisa, para sua legitimação. E aqui o pessoal foi sempre solicito, tornando a pesquisa prazerosa.

Blog do APERS: Qual a tua dica para os pesquisadores que estão começando agora a lidar com fontes primárias?

José Carlos: O fundamental é ler. Fazer levantamento bibliográfico, muitas vezes seguimos a orientação ou o projeto do orientador, sendo que isso acaba sendo bom por um lado, por aprofundar o tema, mas por outro inviabiliza outras pesquisas. Por exemplo, o Juizado de Órfãos… Se a orientadora não me tivesse oportunizado fazer algo diferente da pesquisa dela, eu nem passaria perto do Arquivo Público, porque ela trabalha com a documentação da Cúria Metropolitana. Ela abriu essa possibilidade e indicou as leituras… Fazer o levantamento bibliográfico, o mapeamento… Bom, eu queria estudar crianças, mas dentro do tema “crianças”, o que pesquisar? Tem alguma coisa que ainda não foi pensada? No meu caso, acabei dando sorte de pegar uma documentação bem organizada, que respalda meu estudo até hoje.

Blog do APERS: Você participou de quatro edições da Mostra de Pesquisa do APERS, a qual valoriza o uso das fontes primárias. Enquanto pesquisador como avalia a importância de publicação de resultados das pesquisas, em eventos como a Mostra?

José Carlos: Talvez a publicação seja apenas uma consequência. O mais interessante quando se participa de um evento é a discussão, o debate que isso vai gerar. Porque quando você apresenta seu trabalho, compartilha com pessoas que estão te ouvindo e vão dar suas impressões sobre o que você está desenvolvendo, vão ajudar a amarrar algumas pontas, a fundamentar melhor a pesquisa e quanto mais redondo, coerente e conciso for o estudo, melhor. Reuniões como a da Mostra são muito boas, gosto muito de participar. A experiência seja nos próprios comentários, debates ou nos cafés… Os intervalos são fundamentais, muitas vezes pelo tempo, a pessoa não quer se expor muito, mas no intervalo acabamos discutindo, trocando informações de fontes, livros… Acaba sendo muito bom!

Blog do APERS: Nas tuas horas vagas, quando não estás pesquisando, quais são tuas atividades preferidas de lazer?

José Carlos: Já faz tempo! Nas horas de folga fico com a família. Uma coisa que não dá para esquecer é o valor dela, por mais que a gente fique recluso – pesquisador tem que fazer isso, seja para o levantamento das informações ou para ler e escrever – são essas pessoas que nos dão o suporte, entendem nossas ausências… Mesmo estando no quarto ao lado, nós estamos praticamente encarcerados, eu sempre tento aproveitar a companhia, sair com eles…

Artigos de José Carlos apresentados e publicados na Mostra de Pesquisa:

O Juizado de órfãos de Porto Alegre: um reflexo da Sociedade (pág.: 39 – 55).

A criança porto-alegrense na Belle Époque brasileira através do juízo de órfãos (pág.: 99 – 113).

Tutelar ou adotar: o melhor para quem? (pág.: 180 – 196).

Performance “Nós que aqui estamos” no APERS

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    Seguindo o objetivo de consolidar o APERS como espaço de acesso à memória e cultura, e de abri-lo à comunidade para que ocupem nossos Espaços Culturais, neste sábado, 01/12, receberemos o espetáculo Nós que aqui estamos, produzido pelo Grupo MEME de Pesquisa e Movimento.

  Livremente inspirado no filme-documentário “Nós que aqui estamos, por vós esperamos”, de Marcelo Massagão, é uma performance que através da linguagem da dança contemporânea e do teatro, utiliza a rua para criar imagens e fragmentos de cenas, interagindo com o ambiente e com o público, provocando a reflexão e reconfigurando o espaço urbano escolhido para ser o palco desta intervenção.

   A entrada é franca e não necessita inscrições prévias. Confirma a programação abaixo e participe!

APERS no Seminário de Bacharelado do curso de História/UFRGS

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   A convite da Profª Dra. Carla Brandalise, docente do curso de História da UFRGS, a historiadora Clarissa Sommer esteve presente na aula de hoje, 28 de novembro, da disciplina Seminário de Bacharelado, conversando com os estudantes do curso a respeito da atuação profissional dos historiadores em arquivos.

  Compreendendo os arquivos como instituições de memória e gestão documental fundamentais à produção do conhecimento histórico e acesso à informação, o debate centrou-se nas aptidões e possibilidades de contribuição destes profissionais às atividades ali realizadas, como o desenvolvimento de instrumentos de pesquisa a partir de descrição documental e a promoção de ações educativas e culturais. Em um contexto de grande produção de massas documentais que precisam ser geridas para viabilizar o acesso à pesquisa e comprovação de direitos, debateu-se também a importância da Gestão Documental, compreendida como tarefa dos arquivistas para a qual os historiadores podem contribuir. Neste sentido, sugeriu-se maior diálogo entre o curso de História e cursos como Arquivologia, Museologia e outros ligados às Ciências da Informação.

  Agradecemos o espaço aberto pela Profª Carla e colocamo-nos a disposição para seguir contribuindo com o processo de formação de futuros profissionais que atuarão em arquivos, seja como funcionários ou como pesquisadores.

Aplicando a Lei 10.639 II: visitando o Museu Julio de Castilhos e debatendo o racismo na obra de Monteiro Lobato

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   Dando sequência as reflexões a partir do Curso Aplicando a Lei 10.639: Patrimônio, Cultura e História da África e Afro-Brasileira, hoje abordamos as atividades realizadas no dia 06/11, segundo dia de evento.

   No turno da tarde contamos com a parceria do Museu Julio de Castilhos (MJC), instituição museal mais antiga do Estado que salvaguarda acervos relativos à história do RS. A proposta era discutir com os participantes possibilidades de trabalhar a história afro-brasileira a partir dos museus e seus acervos, tendo o MJC como referência para reflexão. O grupo foi recebido no auditório pelo historiador Gabriel Castello Costa, técnico da instituição, que falou a respeito da importância da valorização do patrimônio, e do papel dos museus para que isto seja possível. Em seguida, foram por ele conduzidos em visita panorâmica pelos espaços expositivos, com enfoque nas Salas Escravista e Farroupilha, que trazem acervos diretamente relacionados à temática em questão. A Sala Escravista, que abriga objetos de tortura utilizados durante o período da Escravidão com painéis que buscam contextualizá-los falando da resistência escrava, é um espaço que está em debate para reformulação. Já a Sala Farroupilha faz breve menção aos Lanceiros Negros, corpos de negros libertos que lutaram na chamada Revolução Farroupilha, através da exposição de exemplares de suas lanças. Nesta sala é debatida a importante atuação dos negros na guerra farrapa em contraposição ao pequeno espaço que lhes tem sido dedicado na história construída até então sobre o episódio. Após a visita os participantes foram novamente acomodados no auditório, onde a historiadora Jane Mattos apresentou-lhes as propostas do MJC para reformulação dos espaços expositivos dedicados à memória afro-brasileira, salientando a importância de evidenciar as lutas e contribuições deste grupo étnico para o RS, e não apenas a história da escravidão. Um dos debates suscitados neste momento foi a respeito da manutenção da exposição de objetos de tortura no Museu. Para muitos esta é uma abordagem histórica que já foi bastante trabalhada e vitimiza o povo negro, podendo ser agora substituída por outros enfoques. Já outros advogam que esta é parte importante de nossa história, que precisa ser explicitada. Esta e outras questões estão sendo discutida pelo corpo técnico do MJC, que está aberto à contribuições da comunidade.

   Já no turno da noite o debate centrou-se na obra de Monteiro Lobado, reconhecido literato brasileiro, autor de Sítio do Pica-Pau Amarelo e muitas outras obras infantis e infanto-juvenis que têm presença marcada nas salas de aula, inclusive através de programas mantidos pelo governo federal, como o Programa Nacional Biblioteca na Escola. Porém, a permanência destes textos nas instituições de ensino tem sido questionada pelo Superior Tribunal Federal (STF) que investiga a existência de elementos racistas e eugênicos em suas obras. O debate foi apresentado pela conferencista Paula Arantes Botelho Briglia Habib, historiadora e pesquisadora da FIOCRUZ. Para expor de maneira mais clara as influências teóricas as quais Lobato estava vinculado, Paula abordou sua relação com personalidades e associações eugênicas, comentando ainda com maior pormenor a obra O Presidente Negro (romance) que apresenta conteúdo explicitamente eugênico, chegando a utilizar como desfecho para seu enredo a esterelização da “raça negra”. Se muitos dos presentes já estavam preparados para ouvir menções às pirraças de Emília contra Anastácia, muitas vezes tratada como “inferior” pela boneca do Sítio por ser negra ou “serviçal”, poucos conheciam o caráter declaradamente racista de outras obra de Monteiro Lobato, conhecimento este que tornou ainda mais explícita a necessidade de rediscutir sua inclusão entre as obras literárias financiadas com recursos públicos para estarem presentes nas escolas. O debate apontou que seria incorreto simplesmente censurar os livros, reafirmando a importância de que os educadores tenham formação qualificada para debater os conteúdos ali abordados em relação ao contexto histórico em que foram produzidos. Assim como no STF, segue em aberto a discussão sobre a manutenção de tais títulos em programas como o acima mencionado, lembrando-se sempre que qualquer obra que faça apologia ao racismo deve ser considerada criminosa.

   Mais uma vez agradecemos a importante parceria do Museu Julio de Castilhos, assim como à brilhante conferência de Paula Habib, desejosos de que os debates levantados neste dia sigam sendo pautados em cada espaço educacional.

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Aplicando a Lei 10.639 I: políticas de ação afirmativa e História da África em sala de aula

APERS recebe seminário sobre o papel das Câmaras Municipais no Brasil Colonial e Imperial

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   No dia 23 de novembro o APERS sediou o Seminário “Um debate sobre o papel das Câmaras Municipais no Brasil Colonial e Imperial no RS: sua produção documental arquivística”, promovido pelo Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho – AHPAMV, quando foi lançado o Projeto “Estudos para organização dos documentos históricos coloniais e imperiais existentes nos municípios do Rio Grande do Sul a partir do acervo do AHPAMV”.

   Este Projeto se propõe a estudar e definir critérios para a organização dos acervos arquivísticos existentes no RS no período anterior à constituição do sistema republicano brasileiro (1889) e oportunizar, aos pesquisadores e funcionários dos Arquivos municipais do Estado, conhecimento sobre o funcionamento da estrutura da Câmara Municipal colonial e imperial e, principalmente, produzir um Guia dos Fundos Documentais dos períodos Colonial e Imperial existentes nos municípios do RS.

   Saiba mais informações acessando o blog do Arquivo Histórico Moysés Vellinho.

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