Seminário Difusão Virtual em Instituições Culturais: Mídias Sociais no “Mundo dos Arquivos”

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2013.07.31 2 anos facebook GRD

  No próximo dia 08 de agosto o Divulga APERS completa 2 anos! Acreditamos que este núcleo do Arquivo Público do RS tem cumprido seu objetivo: publicizar as ações do APERS por meio de Blog, Twitter, Facebook e email, aproximando-o da sociedade através das mídias sociais.

  Então, para celebrar a data, estamos organizando o Seminário Difusão Virtual em Instituições Culturais: Mídias Sociais no “Mundo dos Arquivos”, com a finalidade de instigar o debate sobre a utilização destas mídias de maneira a difundir as instituições, seus serviços e acervos; facilitar e ampliar o acesso à informação; assim como modernizar a atuação e o perfil de instituições tradicionalmente vinculadas a uma imagem antiquada por serem espaços de preservação da memória e da história, mas que na verdade vêm desenvolvendo ações cada vez mais atreladas ao uso de novas tecnologias.

  Assim, pretende-se ampliar o conhecimento, as reflexões e as práticas na área da difusão virtual nas instituições culturais tendo como ponto de partida o case do serviço de difusão do APERS, e reunindo especialistas na área, além de representantes de outras instituições que apresentarão suas experiências.

  Ficou interessado? Então reserve a data: 30 de agosto!

  Nas próximas semanas divulgaremos a programação.

  As inscrições devem ser realizadas através do seguinte link: http://migre.me/fE4P0

Exposição “Releituras” no APERS

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     O Arquivo Público do RS e a Comissão de Cultura do TRT da 4ª Região inauguram nesta quarta-feira, às 17h, a exposição “Releituras”. A mostra ficará em cartaz até 30 de setembro, na sede do APERS (Rua Riachuelo, 1031, Centro, Porto Alegre), com horário de visitação das 8h30 às 17h.

     A exposição é composta por nove cartões postais antigos de Porto Alegre, cedidos por Mirian Ribeiro Antonini, acompanhados de novas fotografias que reproduzem os mesmos cenários dos postais, na sua perspectiva atual. As fotos são de autoria de magistrados e servidores do TRT da 4ª Região. A mostra foi concebida em homenagem aos 240 anos de Porto Alegre, comemorados em 2012, e exibida no saguão do TRT4 no primeiro semestre do ano passado.

     A exposição “Releituras” tem produção de Isabel Pizzato e curadoria de Isaura Saraiva, servidoras do TRT4. Os seguintes integrantes do Tribunal participam da mostra, com suas fotografias: Aldo da Silva Jardim, Cinara Rosa Figueiró; Isaura Estefano Saraiva; Maria Clara Lucena Adams; Miguel Angelo Matiello; Miriam Marroni; Onélio Luís Soares Santos; Raul Zoratto Sanvicente; e Vania Cunha Mattos.

FONTE: Compilação do release enviado pela servidora do TRT4, Isabel Lucia Pizzato.

Especial “Projetos de historiadores”!

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2013.07.31 APERS Entrevista Especial agosto

    No mês de agosto temos muitas datas significativas, entre elas: dia do estudante (11), dia do estagiário (18) e dia do historiador (19). Pensamos em uma maneira de homenagear estudantes, estagiários e historiadores, mas como?!

    Bom, aqui no APERS muitos de nossos estagiários são estudantes de história, então convidamos alguns deles, que participam de nossos projetos internos, para contar um pouco sobre o porque escolheram o Curso de História, como veem a experiência de trabalhar em uma instituição como o APERS…

    Enfim, aproveitamos a oportunidade para valorizar nossos “projetos de historiadores” e homenagear estudantes, estagiários e historiadores! Assim, publicaremos um “APERS entrevista” especial em todas as quartas-feiras deste mês, apresentando em cada semana um grupo de estagiários correspondente a um de nossos projetos. Aguarde e confira!

APERS Entrevista: Lucas Maximiliano Monteiro

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2013.07.31 APERS entrevista - Lucas Monteiro

Lucas Maximiliano Monteiro, 30 anos, é professor de História, graduado e mestre pela UFRGS. Realiza pesquisas sobre Brasil Colonial e já participou de quatro edições da Mostra de Pesquisa do APERS, confira nossa entrevista com Lucas:

Blog do APERS: Você pesquisa sobre a atuação do Tribunal do Santo Ofício no Brasil Colonial. Como se deu a aproximação com esta temática?

Lucas: Minha aproximação com o tema inquisitorial aconteceu ao longo da minha graduação. Sempre tive interesse pelas temáticas religiosas e aos poucos fui sendo encaminhado para as pesquisas inquisitoriais. Meu primeiro trabalho foi sobre as narrativas dos cristãos-novos acusados de judaísmo durante a Primeira Visitação do Santo Ofício na Bahia nos anos de 1591 e 1592. Estas narrativas estavam no chamado Livro das Confissões que reunia as tentativas destes desviantes religiosos de fugir do alcance da Inquisição. Após, no mestrado, encontrei processos inquisitoriais de bígamos e de um feiticeiro moradores aqui do Rio Grande do Sul, sendo assim meu tema de pesquisa.

Blog do APERS: Qual a importância do acervo do APERS para tua atuação enquanto pesquisador?

Lucas: O acervo do APERS contém diversos documentos que podem auxiliar na pesquisa histórica. No meu caso o acervo do Poder Judiciário, pois os arquivos em sua estrutura de inquirições se assemelham aos processos inquisitoriais nos quais baseiam a minha pesquisa.

Blog do APERS: Você participou da Mostra de Pesquisa do APERS, evento que busca valorizar o uso de fontes primárias arquivísticas em pesquisas. A partir de sua experiência, como avalia a importância da participação de pesquisadores em eventos específicos como a Mostra?

Lucas: A maior dificuldade dos pesquisadores na área de história são os espaços para divulgação da sua pesquisa. Quando conheci a Mostra de Pesquisa percebi que ali seria um ótimo espaço para debater e divulgar as pesquisas realizadas nas universidades, seja com alunos de graduação, seja com alunos de mestrado e doutorado. E essa possibilidade cria contribuições entre os pesquisadores com temas, fontes ou metodologias que se assemelham, melhorando a pesquisa acadêmica. Participei por quatro anos seguidos e sempre contribuí e recebi contribuições de vários colegas.

Blog do APERS: Enquanto professor da Educação Básica, como você leva para sala de aula a experiência enquanto pesquisador em fontes primárias custodiados por instituições como o APERS?

Lucas: Certamente. As aulas de história muitas vezes só fazem sentido quando os alunos e alunas encontram a origem daquilo que estás trabalhando. Eu já levei alguns arquivos sobre escravidão para sala de aula e, claro, meus processos inquisitoriais. Ainda não pude, mas meu desejo ainda é fazer uma oficina de paleografia, pois os alunos ficam curiosos com as caligrafias antigas quando projeto um documento antigo no quadro.

Blog do APERS: Qual a tua dica para os pesquisadores que estão começando agora a lidar com fontes primárias?

Lucas: Lembrar, primeiramente, dos ensinamentos de Marc Bloch sobre as fontes e a pergunta para esta fonte. Depois procurar uma temática que te agrade, nada mais cansativo do que pesquisar algo que não te dê paixão e interesse. E, claro, a partir do tema e das fontes necessárias para pesquisa, conhecer as instituições que preservam a documentação histórica, procurar conhecer como funcionam. Os conhecimentos sobre a organização de um arquivo auxiliam e, principalmente, reduzem o tempo de pesquisa.

Blog do APERS: Para que possamos conhecê-lo um pouco melhor, nos conta: quais as tuas atividades preferidas de lazer nas horas vagas?

Lucas: Eu tenho 30 anos. Acompanhei a evolução da tecnologia, principalmente no videogame. Então adoro jogar meu videogame nas horas vagas. Inclusive acho que os atuais jogos eletrônicos auxiliam muito no ensino de história. Está aí uma boa possibilidade de atuação dos professores inclusive. Além disso, futebol com os amigos e aquele chimarrão em alguns domingos de sol.

APERS entre “Os Caminhos da Matriz”

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  No último sábado, dia 27 de julho, realizou-se mais uma edição de “Os Caminhos da Matriz”. O Roteiro 2, que tem como instituições participantes o Arquivo Público do RS, o Solar dos Câmara e o Museu Júlio de Castilhos, começou às 14 horas. Cerca de 50 pessoas compareceram para o percurso e entre elas o Grupo de Escoteiros Alencarino Scarpetti da cidade de Viamão. Devido ao número de participantes e com o propósito de qualificar a visita, os integrantes foram divididos em dois grupos, um composto pelo Grupo de Escoteiros e outro com os demais presentes.

 O passeio do Grupo de Escoteiros começou no APERS sob a orientação da historiadora Vanessa Menezes e da arquivista Rosemeri Iensen, que destacaram a importância da preservação do patrimônio edificado e documental do Arquivo Público, bem como os projetos e programas desenvolvidos por sua equipe, com enfoque especial nas oficinas de educação patrimonial.

  Em seguida os demais participantes, que anteriormente visitaram o Solar dos Câmara, acompanhados por Rafael Pereira, Gabriel Nicolao, Thuanny Bedinote e Ivan Müller, deslocaram-se para o Arquivo Público. Feita a troca dos grupos entre as instituições, todos reuniram novamente na Praça da Matriz e encaminharam-se para o Museu Júlio de Castilhos, onde foram recebidos por sua equipe.

  Ao iniciar o roteiro observamos uma jovem participante comentando com outra que no ano de 2009 havia participado de “Os Caminhos da Matriz”, ela explicava para amiga como aconteciam as visitas. Esta é a prova de que “Os Caminhos da Matriz” está fazendo história e é um programa já consolidado entre a comunidade gaúcha.

  Convidamos a todos para participar da próxima edição que se realizará no dia 31 de agosto de 2013, quando ofereceremos o Roteiro 1: Memorial do Ministério Público, Memorial do Judiciário e Palácio Piratini.

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APERS entre “Os Caminhos da Matriz” – julho 2013

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     Neste sábado, dia 27 de julho, acontece mais uma edição do Roteiro 2 do projeto Os Caminhos da Matriz: visitas guiadas e atividades culturais.

     Fazem parte deste roteiro o Arquivo Público do RS, Solar dos Câmara e o Museu Júlio de Castilhos; sendo o ponto de encontro a Praça da Matriz, às 14h. Lembrando que a participação é gratuita e sem necessidade de agendamento. Confira a programação completa e participe!

2013.05.22 Os Caminhos da Matriz - 2013

Associação dos Amigos do APERS elege nova Diretoria para período 2013-2015

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2013.07.19 Assembleia de Posse AAAP     A Associação dos Amigos do APERS reuniu-se em Assembleia Geral no dia 19 de julho, às 14h. Com a presença de membros da gestão 2011-2013, associados e funcionárias do APERS foram aprovadas as contas da Associação no ano de 2012, e aclamada a nominata formada para a nova gestão da entidade, que estará a frente da AAAP entre julho de 2013 e julho de 2015.

     Conheça o grupo que estará à frente da Associação no próximo período, apoiando o Arquivo em seus projetos, atividades técnicas e culturais, propondo cursos, eventos e espaços de confraternização:

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Diretoria

Presidente: Clara Marli Scherer Kurtz

Vice-presidente: Sônia América Sisto Burnett

Primeira Tesoureira: Clarissa de Lourdes Sommer Alves

Segundo Tesoureiro: João Guilherme Burnett

Primeiro Secretário: Vinícius Mitto Navarro

Segundo Secretário: Bruno Stelmach Pessi

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Conselho Fiscal

Titulares

Paulo Serpa Menna Barreto

Romilda Jardim Raeder

Leonel José Morem Matias

Suplentes

Elizabeth Teresinha Martins de Lima

Maria Cristina Carrion

Iara Gomide Machado

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Faça parte desse grupo de amigos! Associe-se! Informações: aaaprs@gmail.com ou (51)3288-9117

APERS conta histórias: Delegacia Especial de Segurança Pessoal e Vigilância

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     Esta edição do APERS Conta Histórias trata dos livros que contém fichas de registro de morte súbita, de morte sem assistência médica e de natimortos produzidas pela Delegacia Especial de Segurança Pessoal e Vigilância do final da década de 1940 e início dos anos de 1950. Neste período, esta delegacia estava vinculada à Secretaria de Estado dos Negócios do Interior.

     Nestas fichas encontramos as seguintes informações: natureza (da morte), data e hora, lugar da ocorrência, se a vítima deixou espólio a arrecadar, se este foi arrecadado ou a quem foi confiado, se foi atestado o óbito, se o cadáver ficou no lugar da ocorrência ou foi recolhido para o necrotério e qual a causa mortis. Também estão descritos os dados pessoais da vítima, como nome, idade, cor, sexo, estado civil, residência, nacionalidade e qual sua condição de saúde. Em alguns casos consta o nome das testemunhas que presenciaram o fato ou que entraram em contato com a delegacia relatando o acontecido.

     Neste primeiro contato com a documentação, é possível identificar que a maioria das vítimas de morte súbita faleciam de doenças do coração ou falência do mesmo. Há um número expressivo de registros de morte súbita de moradores de rua que faleciam em vias públicas e, em alguns casos, sua identificação só era possível através de depoimentos.

     Em referência às vítimas de morte sem assistência, nota-se que em grande parte são bebês, falecidos por doenças pulmonares, como bronquite e broncopneumonia, e doenças relacionadas ao sistema digestivo, como má digestão ou desnutrição. De acordo com as fichas, os adultos faleciam com idades bem variadas e a causa mortis mais decorrente era a tuberculose

     Com relação aos natimortos, observa-se que em algumas ocorrências o óbito dava-se por asfixia, devido ao trabalho de parto prolongado, má formação congênita e, em determinadas circunstâncias, os bebês faleciam em função de uma doença chamada Lues, costumeiramente conhecida como Sífilis, transmitida pela mãe no momento do parto.

     Alguns registros são bem documentados e contém, por exemplo, declarações de parentes ou pessoas envolvidas, autos de autópsia e exames toxicológicos. Esta documentação além de auxiliar na compreensão das doenças mais decorrentes naquele período, possibilita, com o auxílio e outras fontes e bibliografia, constituir um paralelo que permita verificar se as doenças que levavam os indivíduos a morte naquele período são as mesmas que causam falecimento nos dias de hoje.

Exposição Virtual Revolução e Guerra Civil Espanhola em Cartaz

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     Há setenta e sete anos, entre os dias 17 e 18 de julho de 1936, iniciava um dos maiores conflitos do século XX: a Guerra Civil Espanhola, que se desenvolveu durante três anos sintetizando acirramentos e antecipado a Segunda Guerra Mundial. Na luta fratricida dois grandes blocos se formaram: de um lado o governo legal republicano, apoiado nos setores democrático liberais, comunistas, socialistas e anarquistas; no outro, as forças conservadoras e reacionárias sublevadas, aglutinando os interesses monarquistas, da Igreja, dos grandes proprietários rurais, da grande indústria e dos grupos fascistas espanhóis. Esta divisão se refletia no posicionamento das grandes potências da época em relação ao conflito. Enquanto eram evidentes o auxílio, a simpatia e a intervenção nazi-fascista em apoio ao general Franco, milhares de voluntários nos países ocidentais e na União Soviética organizavam-se em Brigadas Internacionais e iam lutar pela República. O medo e o imobilismo político dos governos democráticos, receosos de agravar as delicadas relações internacionais da época, e as lutas internas das forças republicanas contribuíram para o desfecho, com a vitória do setor reacionário e o início do período sombrio do Franquismo na Espanha.

     A Guerra Civil foi retratada de muitas formas, entre elas, os cartazes, que tinham uma finalidade clara: transmitir o espírito de luta através de palavras de ordem e figuras incisivas. Todos os grupos que lutavam em um bloco ou outro tinham seus departamentos de propaganda, que transmitiam as mais diversas mensagens. Os cartazes tiveram um efeito muito importante junto à população. Anônimos em sua maioria, famosos em alguns casos. De Pablo Picasso a Saénz de Tejada, passando por Gabriel Miró e Bardasano, os cartazes são registro e testemunho de pequenos detalhes e grandes fatos do que foi o processo da Revolução e Guerra Civil Espanhola. Esse material iconográfico faz parte da publicação em fascículos da obra La Guerra Civil Española, de Hugh Thomas, reeditada pela Ediciones Urbión, em 1979. Tal reedição trouxe um volume extra que reproduz as imagens nas contracapas dos fascículos.

     Em 2011 realizamos no APERS uma exposição a partir dos fascículos publicados. O material foi cedido pelo Prof Enrique Serra Padrós (Departamento e PPG em História/UFRGS) de seu acervo pessoal. A partir da digitalização de todos os 110 cartazes da coleção, hoje lançamos uma reedição dessa exposição, agora em formato virtual. Novamente agradecemos ao Prof. Enrique por viabilizar mais esta ação. Clique na imagem para visualizá-la em tamanho maior, e para conferir a legenda completa, que contextualiza cada obra. Desejamos a tod@s uma ótima visita!

Programa de Educação Patrimonial capta recursos para 2014!

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     É com muita alegria que compartilhamos com nossos leitores uma excelente notícia: por meio de nossa parceria com o Departamento de História da UFRGS, o Programa de Educação Patrimonial do APERS foi contemplado com recursos para o próximo ano, através do Edital ProExt 2014 – Programa de Extensão Universitária, promovido pelo Ministério da Educação/SESu com apoio de diversos outros Ministérios.

    O principal objetivo desse Edital é apoiar financeiramente projetos e programas de extensão universitária realizados em todo o país. Como o Arquivo Público do RS atua em conjunto com o Departamento de História da UFRGS para desenvolvimento de seu Programa de Educação Patrimonial, e temos um convênio que nos coloca como campo de ação para a Extensão dessa Universidade, foi possível escrevermos um projeto em parceria, sob coordenação dos professores Igor Teixeira e Carla Rodeghero, com o qual fomos contemplados. Acesse aqui o resultado final!

     Estamos muito felizes pela possibilidade de consolidar e expandir ainda mais nossas ações nesta área! Afinal, a chegada dos recursos viabiliza a compra de equipamentos, a contratação de um atuador e de bolsistas, a realização de cursos de formação para professores com uma estrutura mais adequada, e especialmente, a contratação de transporte para deslocamento das escolas ao APERS, garantindo a participação das turmas nas oficinas.

    Agradecemos a todas e todos que se empenharam e torceram pelo sucesso desse trabalho! Em 2013 estamos atuando: construindo uma nova oficina para estudantes do Ensino Médio, realizando cursos para educadores, etc. Mas 2014 com certeza será maior! Participe!

Aplicando a Lei 10.639: preparando a segunda edição do Curso!

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2013.07.10 Aplicando a Lei 10.639 imagem

     Ao longo de meses estamos postando notícias que abordam a questão do ensino de história da África e cultura afro-brasileira, conforme você deve vir acompanhando! É importante recordar que a ideia de realizar estas postagens surgiu a partir da realização, em novembro de 2012, do Curso Aplicando a Lei 10.639: Patrimônio, Cultura e História da África e Afro-brasileira, que teve como principal objetivo contribuir para a formação de educadores.

     A partir da demanda de diversos participantes do curso, de seguidores de nossas mídias sociais, e da compreensão de que esta é uma temática central em nossa história, decidimos manter este curso como uma ação do Programa de Educação Patrimonial do APERS, realizando sua segunda edição no começo de novembro de 2013.

     Assim, hoje, além de compartilhar essa informação prévia, gostaríamos de abrir espaço para que você ajude a construir o novo evento, respondendo a uma pequena pesquisa com suas sugestões. Para participar, clique aqui!

Programação preliminar da XI Mostra de Pesquisa do APERS

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      Estamos divulgando a programação preliminar da XI Mostra de Pesquisa do APERS, que ocorrerá dias 09 e 10 de setembro de 2013, no Arquivo Público do RS. Em breve divulgaremos os nomes dos palestrantes que ainda estão sendo definidos.

     A inscrição é gratuita com certificado de 12h. Participe como ouvinte! Inscreva-se através do email mostradepesquisa@sarh.rs.gov.br .

Programação preliminar XI Mostra de Pesquisa APERS

     Para ler outras notícias relacionadas à Mostra de Pesquisa do APERS clique aqui.

APERS e UFRGS realizam curso de formação para professores através do Programa de Educação Patrimonial

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     Como já é de conhecimento de nossos leitores, o APERS desenvolve seu Programa de Educação Patrimonial em parceria com a UFRGS, e uma das linhas de ação deste programa é a realização de cursos de formação para professores. Assim, após realizarmos em 2011 e 2012 duas edições do Curso Educação Patrimonial e Cidadania, em 2013 decidimos incluir o debate a cerca do tema Ditadura e Direitos Humanos. Dessa forma surgiu a terceira edição do curso, intitulada Educação Patrimonial e Cidadania: Ditaduras e Direitos, organizado em duas etapas gerais, sendo a primeira realizada a partir de encontros presenciais, e a segunda a partir do desenvolvimento de projetos nas escolas por parte dos professores, com posterior reencontro do grupo para relato das experiências.

     Assim, nos dias 25, 26 e 28 de junho, e 02, 03 e 05 de julho estivemos reunidos no APERS no turno da noite com um grupo de cerca de 30 educadores, que fizeram leituras, assistiram a palestras, fizeram vivências e trocaram experiências.

     O curso foi aberto com uma palestra da historiadora e diretora do Arquivo Público, Isabel Oliveira Perna Almeida, intitulada Arquivos da repressão e da Resistência e Acesso à Informação, que discutiu, em linhas gerais, os contextos nos quais tais arquivos foram produzidos e nos quais têm sido identificados e liberados para acesso público. Após um primeiro espaço de debate, no qual foi evidenciado a importância do papel dos arquivos públicos enquanto custodiadores de uma memória documental, a historiadora Clarissa Sommer apresentou o Programa de Educação Patrimonial e o cronograma do Curso. Finalizamos a primeira noite com a palestra Ditadura Civil Militar no Brasil: História e Memória, com a fala da Profª do Departamento de História da UFRGS Carla Rodeghero, que se utilizou de inúmeras charges, produzidas durante o regime militar, para recapitular elementos importantes da história da Ditadura a partir de conhecimentos prévios suscitados pela leitura dos materiais realizada pelos professores.

    No segundo dia, a Dinâmica “Caixa de Memória” iniciou uma noite de emoções compartilhadas por meio das histórias pessoais dos participantes e da equipe organizadora do evento. Tal atividade foi dirigida pela Técnica em Assuntos Educacionais da UFRGS, Marisângela Martins, e oportunizou discussões em torno da memória e daquilo que consideramos objetos importantes para expressar e preservar nossas memórias e histórias. Posteriormente, Letícia Bauer, doutoranda no curso de Pós-Graduação em História da UFRGS, apresentou a palestra Patrimônio Cultural: Histórico e legislação patrimonial no Brasil, que discutiu a historicidade da noção de patrimônio, bem como a dinamicidade da legislação que versa sobre o assunto no Brasil. Encerrando a noite, tivemos o retorno de Marisângela, agora em uma fala sobre Cidadania, Memória e Identidade que privilegiou a exploração teórica e conceitual dos três elementos.

     A Vivência da Oficina Tesouro da Família Arquivo, oferecida no APERS para alunos de 6° e 7° anos do Ensino Fundamental, abriu o terceiro dia de trabalhos. Muitas foram as curiosidades despertadas pela visita aos acervos salvaguardados no Prédio II do Arquivo, bem como pela proposta de, por meio de documentos da escravidão, reconstituir trajetória de negros escravizados em nosso estado e discutir a construção de hipóteses históricas a partir de fontes documentais produzidas pelo Estado. Nessa noite, o encerramento das atividades coube as Historiadas do APERS Nôva Brando e Vanessa Menezes, que exploraram a construção da nova oficina para o Ensino Médio, que versará sobre o tema Ditadura e Direitos Humanos e que será oferecida às escolas no segundo semestre desse ano.

     Na segunda semana, o quarto dia de curso iniciou com a presença de Beatriz Lang, representante da Comissão de Direitos Humanos da Procuradoria-geral do Estado do RS, que abordou a conceituação de Direitos Humanos e o trabalho de instituições que atuam para garantir a efetivação desses direitos. No segundo momento da noite, Lúcio Pedroso, doutorando no curso de Pós-Graduação em História da UFRGS, apresentou algumas possibilidades de aplicabilidade de discussões acerca de Cidadania e Direitos Humanos no cotidiano escolar. Nôva Brando apresentou a experiência do Archivo Provincial de Córdova, como uma proposta de espaço de repressão da Ditadura Argentina ressignificado pelo trabalho pedagógico em torno da resistência daqueles cujos direitos humanos lá foram violados. E Clarissa Sommer apresentou, por meio da experiência do Museu da Maré (RJ) e de reflexões sobre gênero e violência contra a mulher a partir de documentação arquivística, possíveis construções da relação entre direitos humanos e patrimônio.

     Experiências em Educação Patrimonial foram exploradas por meio de projetos como O Poder da Memória na Escola Santa Luzia, apresentado pela professora Carla Moura, da Escola Estadual Santa Luzia, que desenvolveu, a partir de sua participação na segunda edição do Curso em 2012, o projeto de resgate de memórias e histórias da comunidade na qual a Escola está inserida. Também foi apresentado o projeto Literatura de Cordel e Lei Maria da Penha – Direitos Humanos e Mulheres, experiência desenvolvida pelo professor Vanderlei Machado na Educação de Jovens e Adultos do Colégio de Aplicação da UFRGS, discutindo a equidade de gênero e o direito das mulheres como um direito humano, e a literatura de cordel como um bem de nosso patrimônio cultural.

     Por fim, no último encontro dessa primeira etapa do curso, a professora da Faculdade de Educação da UFRGS, Carmem Gil, apresentou o Projeto Memórias da Vila Dique, desenvolvido a partir de rodas de conversas com os moradores da Vila que foram removidos do espaço que ocupavam a mais de meio século, e levados para um novo local, de maneira a resgatar memórias e a identidade da comunidade, apropriando-se de sua história coletiva caracterizada por inúmeras lutas e trajetórias que podem ser compreendidas como patrimônios. Em seguida, os professores apresentaram e debateram ideias e propostas de projetos, que serão apresentados no final do mês de outubro em dois outros encontros. Também no último dia, foram distribuídas fichas de avaliação para que a Equipe de Educação Patrimonial acompanhe o aproveitamento do curso e aproveite sugestões dos professores em futuras ações.

     O grupo retornará ao APERS no final do mês de outubro, quando esperamos conhecer as experiências desenvolvidas nas escolas, que certamente serão aqui compartilhadas!

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Sábados de funcionamento da Sala de Pesquisa do APERS – Julho

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Para melhor atender aos seus pesquisadores, a Sala de Pesquisa do APERS abre dois sábados por mês, das 9 às 14 horas, mediante solicitação prévia da documentação.

No mês de julho a Sala de Pesquisa abrirá nos sábados 20 e 27.

Em junho foram atendidos 07 pesquisadores nos sábados abertos.

Os pesquisadores interessados em realizar suas pesquisas podem solicitar previamente os documentos no balcão de atendimento presencial ou por email (saladepesquisa@sarh.rs.gov.br), telefone (51 3288 9104) ou, ainda, através do Balcão Virtual.

Agende sua pesquisa!

APERS em Números – Junho

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Confira alguns dados referentes aos serviços realizados no APERS durante o mês de junho:

Atendimentos aos usuários: 1.129

Busca e rearquivamento: 2.532

Documentos recuperados: 78

Encaixamento: 104

Indexação Sistema AAP: 950

Reprodução de documentos: 817

Visitas guiadas: 06

Veja abaixo gráfico com os quantitativos diários de atendimento aos usuários referente ao mês de junho:

Gráfico de atendimentos realizados aos usuários em  junho de 2013

Gráfico de atendimentos realizados aos usuários em junho de 2013

Saiba mais sobre os serviços que o APERS presta a comunidade.

Visitas guiadas ao APERS – Junho

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No mês de junho foram realizadas 06 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS. Visitaram nossa instituição:

Dia 05: 18 alunos da Escola Grupo Hospitalar Conceição, acompanhados pela professora Luciane Berto Benedetti, que ministra a disciplina de Gestão de Documentos. Participaram desta visita, também, 40 alunos do 1° ano do Ensino Médio, da Escola de Educação Básica FEEVALE (Escola de Aplicação), acompanhados pela professora Cleidi Jaqueline Blos Dresch, que ministra a disciplina de História.

Dia 06: 49 alunos do 1° ano do Ensino Médio, da Escola de Educação Básica FEEVALE (Escola de Aplicação), acompanhados pelos professores Ana Maria Cândida Santos de Carvalho, Denis Gerson Simões e Lucas Schlupp, que ministram, respectivamente, as disciplinas de Língua Portuguesa, História e Sociologia.

Dia 10: Angélica Vedana, aluna do 1° semestre do Curso de História da PUC/RS. O objetivo da visita estava relacionado com os conteúdos da disciplina de Introdução ao Estudo Histórico.

Dia 11: 30 alunos da 8° série do Ensino Fundamental, da Escola Estadual Alcides Cunha, acompanhados pela professora Perla Bassani, que ministra a disciplina de Geografia.

Dia 22: 08 alunos do 1º semestre do Curso Técnico em Biblioteconomia, do IFRS, Campus Porto Alegre, acompanhados pelo Prof. William Gontijo Silva.

Dia 29: 05 alunos do 7° semestre do Curso de História da ULBRA/ Gravataí, acompanhados pela professora Viviana Benetti, que leciona a disciplina de Estágio em História III.

Guias: Carlos Henrique Armani Nery, Clarissa Sommer Alves, José Gonçalves de Araújo e Maria Lucia Ricado Souto.

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