Programa de Educação Patrimonial retoma a realização de oficinas. Agende a sua!

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2013.08.28 Oficinas Ed Patrimonial

   Após passar o primeiro semestre de 2013 elaborando cursos e uma nova oficina, o Programa de Educação Patrimonial do APERS retoma na próxima semana, a partir do dia 03/09, a realização de oficinas com turmas escolares.

   A agenda está aberta até o final do ano letivo. Já temos uma série de atividades agendadas, e você, professor(a), também pode marcar para sua turma! A participação é gratuita e o contato deve ser feito pelo fone 3288-9117 ou pelo e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br.

   Além das oficinas “Os Tesouros da Família Arquivo”, e “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia”, voltadas às séries finais do Ensino Fundamental e oferecidas em anos anteriores, a novidade é a oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos”, criada para estudantes do Ensino Médio. Na próxima semana teremos uma postagem específica sobre esta atividade, compartilhando mais informações sobre a nova oficina.

   Participe! Contribua para a construção de uma nova forma de perceber e se relacionar com nossos arquivos e com o patrimônio cultural em geral.

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Veja a programação da XI Mostra de Pesquisa do APERS, inscreva-se e participe!

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2013.08.28 XI Mostra Programação

APERS Entrevista: Estagiários do projeto “Documentos da escravidão no RS”

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   Hoje publicamos o último APERS Entrevista especial em homenagem aos estudantes, estagiários e historiadores! Encerramos com nossos estagiários do projeto “Documentos da escravidão no RS: preservação das cartas de liberdade” o qual visa à digitalização das Cartas de Liberdade referentes ao período da escravidão no RS, 1763 a 1888, que se encontram arquivados no APERS.

Lucas Porto Azevedo, 23 anos, estudante do 6° na UFRGS, nosso estagiário desde julho de 2012.

Marcelo dos Santos Bahlis, 21 anos, estudante do 6° na UFRGS, nosso estagiário desde julho de 2012.

Moisés Nunes Sayão, 23 anos, estudante do 7º semestre na UFRGS, estagiário no APERS desde junho de 2012.

2013.08.23 Estagiarios Cartas Liberdade Moises_Marcelo_Lucas

Moisés Sayão, Marcelo Bahlis, Lucas Azevedo

Blog do APERS: Como e porque você decidiu cursar História?

Lucas: Na verdade, inicialmente, quando eu ainda cursava o ensino médio sempre tive interesse em cursar direito. Entretanto, com o decorrer do último ano de preparação para o vestibular da UFRGS uma professora me motivou a me aventurar no campo da história e tenho como exemplo para minha formação. Além disso, o papel do professor numa sala de aula não se restringe apenas a passar conteúdo, mas também servir de exemplo e referência para o aluno, e da mesma forma que os professores que tive no decorrer da minha formação me servem ou serviram de exemplo, espero poder contribuir de alguma forma positiva na vida dos meus futuros alunos.

Marcelo: Fruto das aulas ministradas por meus professores no tempo de colégio, me despertou o interesse por estudar as relações sociais do presente e como estas se davam em tempos passados.

Moisés: A história não é nada romântica. Inicialmente, pretendia cursar Teatro ou Artes Cênicas, mas a falta de mercado me levou a repensar e escolher algo que abrisse mais possibilidades. Cheguei a considerar a alternativa de prestar vestibular para Jornalismo, mas a minha então falta de apego aos estudos me fez optar por um curso de ingresso mais fácil na Universidade. As opções passaram a ser Letras e História, mas a obrigatoriedade de estudar língua portuguesa na primeira me fez optar pela segunda.

Blog do APERS: Quais atividades você desenvolve no APERS?

Lucas: Conjuntamente com meus colegas de trabalho eu realizo a leitura, digitalização e anexação das imagens das cartas de alforria que se encontram disponíveis no acervo do APERS. Com o intuito de proporcionar aqueles que tenham interesse em utilizar esse rico material como fonte de pesquisa, ou por curiosidade quiserem observar como eram feito os registros de alforria dos escravos nos municípios do RS, disponibilizando-os digitalmente.

Marcelo: Indexação das cartas de liberdade. Com este objetivo cumprido, todos que se interessarem pelas cartas de alforria do Rio Grande do Sul, poderão acessá-las a partir do site do APERS.

Moisés: Leitura de documentos originais (cartas de alforria), digitação de dados dos documentos e anexação de cópias digitais dos documentos no sistema de Administração de Acervos Públicos.

Blog do APERS: Como avalias a importância dessa experiência de estágio no APERS para tua futura atuação profissional?

Lucas: O estágio no Arquivo Público está sendo uma experiência profissional muito enriquecedora, pois até então, nunca tinha realizado um estágio na minha área de formação. Além de me permitir lidar com fontes primárias e me fornecer experiência em minha jornada de formação como futuro historiador.

Marcelo: Além de poder estar em contato com fontes primárias da história que são as cartas de alforria, sinto que contribuo para uma maior distribuição de fontes para os historiadores. Assim, com uma ampla divulgação destes recursos, mais pessoas terão acesso ao material que antes só se encontrava no APERS.

Moisés: A experiência é importante por diversos motivos. Primeiramente, é um meio de entrar em contato constante com documentos originais referentes a um período e tema pelos quais me interesso muito, bem como de conhecer o funcionamento da instituição e as atividades por ela desenvolvidas, o que me permitiu ampliar noções como a de arquivo enquanto lugar de educação e a das áreas de atuação profissional do historiador.

Blog do APERS: Nas horas vagas quais são tuas atividades preferidas de lazer?

Lucas: Nas minhas horas de lazer sempre procuro ficar com minha família ou me reunir com meus amigos. Também, pelo fato de ser muito caseiro, geralmente costumo ficar em casa assistindo um bom filme ou seriado na TV. Ultimamente tenho procurado ler livros de ficção ou de temática histórica.

Marcelo: Esportes, filmes e músicas.

Moisés: Ler clássicos das literaturas nacional e estrangeira, ouvir músicas, assistir filmes, bater papo e ler notícias na internet, beber uma cerveja ou chimarrão entre amigos e, claro, jogar o santo futebol de domingo.

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2013.08.21 APERS especial Projetos Historiadores - AlexandreNesta semana vamos entrevistar nosso estagiário do projeto “Afinal, onde estão as mulheres no APERS? Gênero, memória e história”. Este projeto tem por objetivo destacar acervos salvaguardados na instituição que possam ser úteis à pesquisa histórica na área de história das mulheres e de gênero, auxiliando na produção de reflexões que contribuam para o conhecimento e transformação das relações entre os gêneros, construindo relações mais igualitárias e equitativas.

Alexandre da Silva Avila, 23 anos, cursa o 8º semestre de História na Fapa e é estagiário do APERS desde julho de 2012.

Blog do APERS: Alexandre, como e porque você decidiu cursar História?

Alexandre: Quando eu estava no ensino médio, tive um professor de história que era muito bom, todos na escola gostavam muito dele. Nós tivemos uma banda, ele era o vocalista e eu o baterista, junto com outros colegas tocávamos sempre nas festas da escola. Suas aulas eram muito boas e eu aprendi a gostar de História. Hoje quando faço os estágios obrigatórios da faculdade, tento seguir a mesma ideia de aula que meu professor do ensino médio e sempre dá certo. Percebo que fiz a escolha certa e talvez hoje este professor não saiba o porque escolhi fazer história, pois logo após o término do ensino médio perdemos o contato.

Blog do APERS: Em que projeto do APERS você está atuando? Conte-nos um pouco sobre ele!

Alexandre: O projeto “Afinal, onde estão as mulheres no APERS?” visou o acervo judicial na comarca da Porto Alegre, na Vara de Família e Sucessão. Todos os processos deste determinado acervo foram lidos e a partir desta leitura foram feitos verbetes com datas, partes envolvidas, uma pequena descrição do processo e sua conclusão. O projeto foi dividido em três etapas: a primeira etapa foi a leitura e confecção destes verbetes, a segunda etapa foi a revisão destes verbetes (erros de português ou informações que estavam faltando do processo), caso alguns dos processos precisassem ser revistos eles entrariam na terceira etapa, que foi a correção de erros e informações dos verbetes. Quando eu entrei no APERS o projeto já estava na sua segunda etapa.

Blog do APERS: Como você avalia a experiência de desenvolver uma atividade de estágio em uma instituição como o APERS?

Alexandre: A experiência que estou tendo aqui no APERS é a melhor que já tive, pois para quem está cursando história ela é completa. Aqui você aprende muito, pesquisa e ainda tem a possibilidade de participar da organização de oficinas como está acontecendo atualmente no Arquivo, com a oficina “Resistência em Arquivo.” Resumindo, este lugar respira história.

Blog do APERS: Qual tua dica para os estudantes de história que têm interesse em ter experiências em atividades extracurriculares?

Alexandre: Corram atrás, pois as experiências estão espalhadas pela cidade e não cairão no colo de quem ficar sentado em sua casa assistindo televisão. Se tiver oportunidade venham para o APERS!

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Conversas Públicas

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2013.08.21 Conversas Públicas APERS SIG

71ª e 72ª plenárias ordinárias CONARQ

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   Nos dias 13 e 14 deste mês ocorreu na sede do Arquivo Nacional, na cidade do Rio de Janeiro, a 71ª e a 72ª plenárias ordinárias do Conselho Nacional de Arquivos – CONARQ. Compareceram diversos conselheiros representantes entre eles a diretora do Arquivo Público do RS, Isabel Oliveira Perna Almeida, para analisar e deliberar a cerca das minutas de Projeto de Lei que altera dispositivos da Lei nº 8.159, de 08 de janeiro de 1991 e do Decreto nº 4.073, de 3 de janeiro de 2002.

  Encontros que redundaram na discussão e aprovação da minuta de projeto de lei que altera dispositivos da Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, a qual dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados.

Programação do Seminário Difusão Virtual em Instituições Culturais: Mídias Sociais no “Mundo dos Arquivos”

1 Comentário

2013.08 2 anos email mkt (1)

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