APERS não abrirá no dia 31/10, em função do Dia do Servidor Público

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2014.10.29 Dia do servidor publico

 

Mais informações, clique aqui.

Os Caminhos da Matriz

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O APERS esteve presente em mais uma edição de Os Caminhos da Matriz, que se realizou no último sábado, 25 de outubro de 2014. A atividade inciou com uma breve explanação sobre a história da Praça Marechal Deodoro, mais conhecida como Praça da Matriz. Em seguida os participantes foram encaminhados ao Museu Júlio de Castilhos, onde puderam visitar suas instalações e exposições, bem como conhecer a história da instituição.

Logo após todos seguiram para o Arquivo Público do RS, onde foram recebidos pelas historiadoras Vanessa Menezes e Maria Lucia Souto. As servidoras contaram a história de criação do APERS e esclareceram de que forma são arquivados e preservados os documentos salvaguardados pela instituição. Nesta conversa explicou-se como se desenvolvem as oficinas de educação patrimonial e as atividades culturais desenvolvidas pela equipe do APERS.

Convidamos a todos para participar da próxima edição que se realizará no dia 29 de novembro de 2014, quando ofereceremos o Roteiro 2: Solar dos Câmara, Palácio Piratini e Memorial do Judiciário.

APERS no VI Congresso Nacional de Arquivologia

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Nos dias 20 a 23 de outubro de 2014, aconteceu no Centro de Eventos do Park  Hotel  Morotin,  em Santa Maria / RS o VI Congresso Nacional de Arquivologia – VI CNA, tendo como tema Arquivologia, Sustentabilidade e Inovação.

O congresso teve o apoio do APERS e a participação das arquivistas Aerta Grazzioli Moscon, Iara Gomide Machado, Maria Cristina Kneipp Fernandes, Renata Pacheco de Vasconcellos e Viviane Portella de Portella.

A programação incluiu 4 plenárias, 77 comunicações orais, 15 eventos paralelos e 4 oficinas com palestrantes com qualificação técnica e de renome na arquivologia. Este evento foi uma grande oportunidade de atualização e troca de experiência entre arquivistas brasileiros, portugueses e espanhóis.

2014.10.29 APERS Participacao CNA

Arquivistas APERS: Maria Cristina, Viviane, Aerta, Renata e Iara

APERS? Presente, professor! – Sociedade, Violência e Políticas de Segurança

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2014.10.22 Sociedade e Violência_BlogHoje estamos disponibilizando a décima segunda proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! Ela está inserida dentro do eixo temático A Transversalidade nas Fontes – diversas fontes arquivísticas para diferentes trabalhos pedagógicos e recebeu o nome de Sociedade, Violência e Políticas de Segurança que tem como objetivo discutir violência e políticas de segurança sobre o prisma dos Direitos Humanos na tentativa de conciliar a ideia de punição ao agente que cometeu um crime às condições necessárias para que esse sujeito retorne à vida em sociedade. Acesse aqui o arquivo da proposta.

Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia das fontes utilizadas na construção da proposta, disponibilizamos aqui a documentação referente ao Presídio Central e aqui os documentos que dizem respeito ao Presídio de Itaqui. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Desejamos um ótimo trabalho!

APERS não abrirá no dia 31/10, em função do Dia do Servidor Público.

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Comunicamos que não haverá expediente no APERS no dia 31 de outubro, conforme Decreto 51.917 publicado no D.O.E em 20 de outubro de2014, em função do Dia do Servidor Público.

2014.10.22 Expediente APERSA data, que oficialmente é celebrada no dia 28 de outubro, tendo o feriado transferido para o dia 31/10 neste ano, foi instituída em 1943 pelo presidente da República Getúlio Vargas e é comemorativa ao Dia do Servidor Público. Entretanto, cabe observar que a nomenclatura funcionário público foi substituída por servidor público em 1990, com o surgimento do Estatuto dos Servidores Públicos.

Neste sábado, APERS nos Caminhos da Matriz!

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2014.10.22 Programação Caminhos da Matriz 2014

20 de outubro: Dia do Arquivista!

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2014.10.20 dia arquivista

Intempérie Climática Causa Danos ao APERS

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A forte precipitação de água registrada em Porto Alegre na madrugada de quarta-feira causou transtornos ao APERS. A chuva torrencial seguida de granizo entupiu o sistema de escoamento do telhado do Prédio 3 do conjunto arquitetônico do Arquivo, ocasionando muitas goteiras e infiltrações. O imprevisto danificou computadores e molhou uma parte da documentação que estava sendo processada tecnicamente.

Em uma ação conjunta, os servidores do APERS transferiram a documentação e os respectivos acondicionadores afetados do local que estava úmido e os dispuseram em local seco, mantiveram as janelas fechadas e ligaram ventiladores, a uma distância considerável, para secar os documentos. Por ventura, as informações contidas nos documentos não foram perdidas, podendo ser recuperadas.

Além disso, como a chuva atingiu equipamentos eletrônicos, a eletricidade foi desligada no terceiro andar, voltando a ser ligada somente na tarde de hoje. Isso implicou na interrupção temporária no sistema de computação centralizada, o qual fornece serviços à rede de computadores do APERS.

Contudo, o APERS não deixou de atender os seus usuários, pois o fornecimento de cópias de documentos, a sala de pesquisa, as oficinas de educação patrimonial e outros serviços, aconteceram normalmente. Todavia, a equipe pede desculpas por eventuais dificuldades que possam ter ocorrido no atendimento aos usuários e comunica que a normalidade foi restabelecida, deixando o Arquivo pronto para servir plenamente à comunidade.

Mulheres no APERS, gênero e história VII

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Mensalmente temos apresentado em nosso blog exemplos de processos de desquite, divórcio, anulação de casamento, entre outros pertencentes ao sub-fundo Vara de Família e Sucessão, do Poder Judiciário. Documentos que estão sendo descritos a partir do projeto “Afinal, onde estão as mulheres no APERS?”, e que têm possibilitado reflexões na perspectiva da história das mulheres e das relações de gênero. É claro que no espaço de uma postagem não seria possível realizar problematizações mais densas, que levassem em conta um número maior de processos e pudessem apontar para resultados a partir de problemas de pesquisa, e para alguns leitores talvez pareça um pouco abstrato imaginar que tipo de trabalhos poderiam ser escritos através de acervos como este. Assim, hoje compartilharemos alguns textos elaboradas com base em documentos similares, ou a partir de questões que podem ser pensadas através deles.

Separação-litigiosa-003-600PH

Na dissertação intitulada “Quod Deus Conjuxit homo non separet: um estudo de gênero, família e trabalho através das ações de divórcio e desquite no Tribunal de Justiça de Campinas (1890-1938)”, a pesquisadora Cristiane Fernandes Lopes busca demonstrar através de tais documentos “como as mulheres utilizaram a seu favor o mito da mulher submissa e anjo do lar buscando proteção diante de uma estrutura de poder que lhes negava a possibilidade de decisão e participação. Por meio destes testemunhos [tenta], ainda, identificar os mecanismos pelos quais estes mitos foram forjados e como diversos setores da sociedade utilizaram-se deles procurando manter os instrumentos de poder e dominação sobre as mulheres, a família e o matrimônio”. Utilizando processos de origem judicial, que expressam majoritariamente vozes masculinas, a autora consegue problematizar os papéis atribuídos às mulheres no contexto em apreciação.

No artigo “Gênero, Representações Modelares e Desquite em Sobral (1962-1977)”, Leidejane Araújo Gomes tem por objeto as relações de gênero na cidade de Sobral, além do conjunto de representações incidentes sobre os homens e mulheres no período em questão. Partindo da percepção das relações e construções de gênero e de aspectos sócio-econômicos levantados no contexto da ação de desquite, a autora analisa as táticas e recursos mobilizados para vencer a ação, ou chegar à formulação de um acordo. Suas fontes são compostas por 28 processos de desquite, 03 de nulidade de casamento e matérias de jornal. Para Leidejane “as fontes analisadas nos revelam tanto os desejos quanto a opressão da mulher na sociedade, demonstrando também que os ideais de família, amor e sexo restritos ao casamento vinham sendo na prática desconstruídos.

2Vânia Nara Pereira Vasconcelos, na dissertação intitulada “Evas e Marias em Serrolândia: práticas e representações sobre as mulheres em uma cidade do interior (1960-1990)”, utiliza processos judiciais de desquite, divórcio e ação de alimentos ao lado de relatos orais, censos e reportagens, para tratar “dos estereótipos femininos ‘moça de família’, ‘moça falada’ e ‘puta’, apontando os resquícios da misoginia da Idade Média, que fundamentou as dicotomias Eva/Maria e prostituta/santa”. Neste intuito, a autora sublinha que “a partir da análise de processos judiciais foi possível perceber um discurso misógino, no qual essas dicotomias estavam presentes. A desqualificação das mulheres envolvidas nos processos pressupõe a defesa de um modelo de mulher, associado à Santa. As mulheres que fugiam desse padrão eram desmoralizadas, associadas à prostituta.”

Já Carlo Nazário Maia explorou o conteúdo de desquites em sua monografia de conclusão de curso, “Até que a morte nos separe? Tensões entre gêneros através de processos de desquite (Rio Grande do Sul, 1920-1930)”. Analisando os conflitos entre os cônjuges ele observa que “adultério, incompatibilidade de gênios e até o término de amor foram motivações alegadas para o encerramento do matrimônio, além de acordos entre o casal”. Carlo realiza suas reflexões a partir dos casos relacionando-os ao contexto sociocultural, balizado por normatizações religiosas e morais específicas.

É claro que estes são apenas alguns exemplos de trabalhos recentes produzidos a partir de fontes similares as que temos difundido em nosso blog, que podem lançar luz sobre as potencialidades desse acervo.

Parece-nos também importante ressaltar que o uso das fontes arquivísticas é uma entre as diversas possibilidades que se abrem em termos de fontes de pesquisa para esse campo do conhecimento. Após as inúmeras transformações sentidas pela historiografia no último século, com grande impacto da produção e das inovações trazidas pela Escola dos Annales e a Nova História Social, certamente estamos longe do tempo em que se pensavam os documentos oriundos do Estado como as únicas confiáveis, oficiais ou verdadeiras fontes de informação para as historiadoras e historiadores. Em nosso horizonte de possibilidades estão jornais, revistas, relatos orais, diários, correspondências, imagens, entre tantas outras. O trabalho “Amor, casamento, desquite e sangue: caminhos da conjugalidade no Brasil através das páginas da Revista Feminina”, de Ana Carolina Coelho Soares é um bom exemplo de reflexão similar às que levantamos até aqui feita a partir da análise de uma revista enquanto fonte. Entretanto, defendemos que, assim como os pesquisadores foram capazes de ampliar seu rol de fontes, também podem e devem ser capazes de renovar seus olhares, problemas e questionamentos, tornando acervos arquivísticos muito interessantes para (re)escrever a história das mulheres e das relações de gênero.

Arquivos & Diversidade Étnica: fontes e materiais didáticos para a História Indígena

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Após uma série de postagens sobre documentos relacionados à escravidão que serão difundidos nas escolas através do projeto AfricaNoArquivo, hoje retornamos às dicas e reflexões sobre História Indígena, apresentando o site América Indígena: repositório digital de fontes históricas e materiais didáticos.

Site América Indígena

Elaborado a partir do Projeto de Pesquisa “América indígena: Cultura Histórica e Ensino de História”, desenvolvido no Laboratório de Ensino de História (LABEH) da Universidade de Brasília (UnB), o portal tem como principal objetivo difundir fontes históricas e propostas pedagógicas para o ensino de história da América indígena pré-colombiana e colonial. Apresenta fichas temáticas com propostas de abordagem em sala de aula a partir de excertos de cartas, crônicas, relatos de viagens e tratados, assim como disponibiliza uma série de mapas, imagens e vídeos.

Na ficha temática intitulada “Casamento e poligamia entre os tupinambás”, por exemplo, escolheu-se um trecho do relato de 1557 de Hans Staden, marinheiro alemão que foi aprisionado por indígenas tupinambás e com eles conviveu por nove meses. No capítulo 18 de sua obra Hans afirma: A maior parte dos homens tem apenas uma mulher; mas alguns têm mais. Certos chefes chegam a quatorze mulheres. O chefe, Abati-poçanga, a quem fui dado por fim, e de quem os franceses compraram minha Liberdade, tinha muitas mulheres. Sua primeira mulher era a de maior prestígio entre elas. Cada uma possuía seu espaço reservado na cabana, sua fogueira própria e sua plantação de mandioca. Ele permanecia no espaço reservado daquela com quem estava no momento e que lhe dava comida. Assim, o chefe ia percorrendo o circulo de suas mulheres. Os filhos que já eram capazes caçavam e traziam todas as presas capturadas para suas mães, que cozinhavam e dividiam com as outras. Elas se relacionavam bastante bem entre si. Também é comum que um homem dê sua mulher de presente para outro, quando está farto dela. Do mesmo modo, costumam dar suas filhas ou irmãs de presente.

Gravura de Theodore de Bry para o livro de Hans Stade (1557) - Viagem à terra do Brasil.

Gravura de Theodore de Bry para o livro de Hans Stade (1557) – Viagem à terra do Brasil.

Mesmo que estejamos em pleno século XXI, o relato apresentado no trecho entra em choque com nossa cultura ocidental cristã baseada na monogamia. A partir dele a proposta didática levantada pela equipe do projeto sugere que os estudantes discutam o ponto de vista dos europeus cristãos a respeito dos casamentos e da poligamia observada entre os índios na época colonial; que mudanças os europeus colonizadores introduziram nas formas de casamento e nos papéis desempenhados por homens e mulheres no Brasil; por que estas mudanças foram introduzida; e de que forma os relatos do autor puderam interferir nas relações dos portugueses com os índios na época da colonização. Sugerem ainda a utilização de imagens e multimídias nessa aula.

Percebemos que a partir de um pequeno texto, que pode ser facilmente acessado através da internet, é possível realizar uma série de questionamentos, e aproximar os estudantes de uma realidade que lhes é muito distante, afinal, o ensino de história indígena vem sendo negligenciado, ou tratado com parte da história colonial portuguesa, sem dar a visibilidade necessária aos ameríndios como agentes históricos. A utilização de fontes históricas, sejam elas arquivísticas ou não, pode ser uma excelente forma de qualificar o processo de ensino e aprendizagem nesse sentido. Em seu artigo sobre documentos e instrumentos de pesquisa para a história indígena a historiadora Juciene Apolinário aponta que “não é tarefa fácil identificar, documentar e interpretar os eventos, processos e percepções que envolveram as populações indígenas, haja vista que a documentação trata, na sua maioria, das visões dos colonizadores. ‘Até mesmo algumas posturas historiográficas desqualificam os índios enquanto atores sociais legítimos’ (MONTEIRO, 1999). No entanto, até mesmo a negação e silenciamento, como já se asseverou, explícita na documentação colonial, tornam-se vestígios e sinais para se repensar as ações políticas dos povos indígenas, reavaliando as relações sociais que os diferentes atores nativos criaram a partir do pós-contato”.

Desejamos que o acesso a informações e propostas pedagógicas desse tipo seja um estímulo ao trabalho com história indígena nas escolas!

APERS? Presente, professor! – O Processo de Redemocratização: Rupturas e Permanências

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2014.10.08 Redemocratização_BlogHoje disponibilizamos a décima primeira proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor que está inserida dentro do eixo temático A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois.

Denominada de O Processo de Redemocratização: Rupturas e Permanências, essa proposta tem como objetivo auxiliar na compreensão do processo de redemocratização vivido pelo Brasil na transição da ditadura para a democracia. Para construí- la, a equipe do projeto utilizou como fonte dois processos de indenização de ex-presos políticos do período, Inácio da Silva Mafra e de Antônio Cunha Losada. Acesse aqui o arquivo da proposta.

Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia na íntegra das fontes utilizada na construção da proposta, clique aqui para acessar o primeiro processo e aqui para acessar o segundo. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Bom trabalho!

Resultado Pesquisa Ações Educativas

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Resultado pesquisaNo dia primeiro de outubro, junto com a Lista Final de Inscritos para o Curso de Formação de Professores – Edição 2014, divulgamos uma chamada para que os professores participassem de uma pesquisa elaborada pelo APERS sobre o desenvolvimento de Ações Educativas.

A pesquisa ficou disponível até essa segunda-feira, 6 de outubro e foi liberada tanto para os professores que participariam do curso (que receberam o convite para participarem da pesquisa por e-mail) quanto para os professores que acompanham as mídias institucionais do Arquivo. Hoje, publicizamos os resultados dessa primeira pesquisa aberta sobre as Ações Educativas desenvolvidas pelo Arquivo.

Contamos com 19 participações de pessoas que se dispuseram a responder um número de dez questões. De um modo geral, a maioria dessas pessoas ainda não participaram de atividade de caráter educativo desenvolvidas pela instituição. Entretanto, um número considerável reconhece as atividades oferecidas pelo APERS. Dentre essas atividades, as mais reconhecidas por esse público são o Curso de Formação para Professores e as Oficinas de Educação Patrimonial. Daqueles que conhecem as oficinas, uma pequena parte já vivenciou a dinâmica acompanhando de seus alunos.

Os professores foram questionados a respeito do conhecimento que tinham sobre outros dois projetos desenvolvidos pelo Arquivo, ÁfricaNoArquivo – Fontes de Pesquisa & Debates par a Igualdade Étnico-racial no Brasil e APERS? Presente, professor! – Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas. Sobre eles, a maioria respondeu que não conhecia as iniciativas. Sobre o Projeto APERS? Presente, professor!, um participante declarou guardar o material que recebe por e-mail para confeccioná-lo durante as férias. Também não foram tantos os professores que conheciam o Blog Temático Resistência em Arquivo e as publicações temáticas Arquivo & Diversidade Étnica e Lei 10.639 publicadas periodicamente no Blog do APERS.

Por fim, a grande maioria das pessoas declaram que tomam conhecimento das atividades e eventos promovidos pelo Arquivo a partir dos posts da Página do APERS no Facebook e das notícias encaminhadas pelo e-mail. Especificamente sobre o Curso de Formação de Professores, um participante foi informado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, parceira na construção do Programa de Educação Patrimonial. Outra consideração sobre o curso, foi o desejo manifestado de que ocorresse com mais frequência.

Agradecemos a participação dos professores nessa pesquisa, que foi uma primeira tentativa de nos aproximarmos da repercussão do trabalho realizado em Ações Educativas de forma mais sistematizada.

Para acessar o relatório completo da pesquisa, clique aqui.

Explorando o SIARQ/RS: Instrução Normativa nº 04

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Explorando o SIARQRS

     Após as postagens sobre o Plano de Classificação de Documentos (PCD), a Tabela de Temporalidade de Documentos (TTD) e os procedimentos para realizar a eliminação de documentos, dispostos na Instrução Normativa nº 02/2014, hoje apresentamos outra normativa que instrui sobre a destinação dos documentos de valor permanente.

     Trata-se da Instrução Normativa nº 04, de 24 de setembro de 2009, que estabelece os procedimentos para o recolhimento de acervos arquivísticos ao Arquivo Público do Rio Grande do Sul (APERS).

     A Instrução Normativa nº 04 está dividida em seis capítulos apresentando: definições de termos técnicos; responsabilidades do órgão ou entidade produtor dos documentos e do APERS; preparação dos documentos; encaminhamento ao APERS e quanto a órgãos ou entidades extintos.

     Em seu capítulo I, parágrafo único, a normativa estabelece que será entendido como recolhimento a entrada de documentos públicos em arquivos permanentes, com competência formal estabelecida.

     Nesse sentido, Heloísa Bellotto, renomada estudiosa na área de arquivos, faz uma observação interessante acerca do enlace entre as características administrativas e permanentes dos documentos de arquivo: “[…] os arquivos administrativos guardam os documentos produzidos ou recebidos por cada uma das unidades governamentais durante o exercício de suas funções, e que vão sendo guardados orgânica e cumulativamente à medida que se cumprem as finalidades para as quais foram criados. Esses documentos são, na realidade, os mesmos que se valerão os historiadores, posteriormente, para colherem dados referentes ao passado, já no recinto dos arquivos permanentes”. (BELLOTTO 2004, p. 23).

    Desse modo, devem ser recolhidos ao APERS os documentos classificados, avaliados e com destinação recolhimento, conforme o PCD e a TTD para a Administração Direta do Estado do Rio Grande do Sul.

     Entre as responsabilidades do órgão ou entidade produtor, destaca-se a preparação do acervo, que engloba a higienização dos documentos, e o acondicionamento, que exige um modelo de caixa específico, criado especialmente para se adequar às estantes do APERS, além de garantir a preservação dos documentos.

     Quanto ao APERS, que ao receber os acervos torna-se seu custeador definitivo; cabe preservar os documentos (através do controle ambiental e/ou tratamento físico e/ou químico, manuseio higienização e acondicionamento); descrever os documentos (conforme as Normas Nacionais de Descrição Arquivística); disponibilizar a documentação (obedecendo à legislação vigente) e desenvolver ações educativas e culturais.

     Além disso o APERS, através do núcleo de Gerenciamento de Acervos, realiza orientações ao órgão ou entidade, faz o acompanhamento das etapas e conferência dos acervos arquivísticos recolhidos.

     Por fim é importante ressaltar que através da utilização das normativas do SIARQ/RS e seus instrumentos arquivísticos, PCD e TTD, garante-se a efetivação da gestão documental na Administração Pública e, através do recolhimento, a guarda dos documentos de valor histórico e permanente.

     Para conferir outras postagens do Explorando o SIARQ/RS, clique aqui.

Curso de Formação para Professores – Edição 2014: Lista Final de Inscritos

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Lista Final de Inscritos

Na próxima segunda-feira, dia 06 de outubro, iniciará a edição 2014 do Curso de Formação de Professores promovido pelo Programa de Educação Patrimonial UFRGS & APERS. No dia de ontem, divulgamos a Lista final de Inscritos que foram selecionados para participarem do Curso no site do Arquivo Público do RS. Hoje, divulgamos também por aqui a lista com o nome dos professores e educadores sociais que participarão do Curso de Formação – Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos.

Acesse aqui a Lista Final de Inscritos.

Enquanto aguardamos o início do Curso, solicitamos que os professores que acompanham o blog participem da pesquisa elaborada pelo APERS sobre o desenvolvimento de Ações Educativas. Em alguns poucos minutos você pode ajudar o Arquivo e o Programa de Educação Patrimonial na qualificação de suas atividades.

Clique aqui para acessar a pesquisa.

Sábados de funcionamento da Sala de Pesquisa do APERS – mês de Outubro

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2014.10.01 Sala de pesquisaPara melhor atender aos seus pesquisadores, a Sala de Pesquisa do APERS abre um sábado por mês, das 9 às 14 horas, mediante solicitação prévia da documentação.

No mês de outubro a Sala de Pesquisa abrirá no sábado 18.

Os pesquisadores interessados em realizar suas pesquisas podem solicitar previamente os documentos no balcão de atendimento presencial ou por email (saladepesquisa@sarh.rs.gov.br), telefone (51 3288 9104) ou, ainda, através do Balcão Virtual.

Agende sua pesquisa!

APERS em Números – Setembro 2014

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Confira alguns dados referentes aos serviços realizados no APERS durante o mês de setembro:

Usuários atendidos: 718

Atendimentos aos usuários: 1.364

Busca e rearquivamento: 1.360

Documentos recuperados: 83

Encaixamento: 92

Indexação Sistema AAP: 3.572

Oficinas de educação patrimonial: 19

Reprodução de documentos: 1.584

Visitas guiadas: 07

Visualizações blog institucional: 8.050

Visualizações blog temático: 3.405

Veja abaixo gráfico com os quantitativos diários de atendimento aos usuários referente ao mês de setembro:

2014.10.01 APERS em Números

Gráfico de atendimentos realizados aos usuários do APERS em setembro de 2014

Clique aqui e saiba mais sobre os serviços que o APERS presta a comunidade.

Oficinas de Educação Patrimonial – Setembro

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Imagem para post Oficinas

Confira as escolas que participaram das Oficinas de Educação Patrimonial oferecidas pelo APERS durante o mês de setembro:

Dia 02: os alunos do 6º, 7º, 8º e 9º ano da Escola Municipal Professora Aurialícia Chaxim Bes participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia” acompanhados pela professora Eliane Gueno. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 03: os alunos do 7º e 8º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Fabiane Meira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 03: os alunos o 1º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Agrônomo Pedro Pereira participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Cláudia Feijó da Silva. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 04: os alunos do 8º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Heitor Villa Lobos participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia” acompanhados pela professora Fátima Veiga Mendonça. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 09: os alunos do 9º ano do Colégio Estadual Florinda Tubino Sampaio participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Alexandra Coda. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 09: os alunos do 7º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professor Marcelo Roberto da Silva Rios. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 10: os alunos do 8º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Heitor Villa Lobos participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia” acompanhados pela professora Fátima Veiga Mendonça. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 11: os alunos do 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Heitor Villa Lobos participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia” acompanhados pela professora Fátima Veiga Mendonça. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 15: os alunos do 7º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Arami Silva participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados da professora Fabiana B. Meira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 16: os alunos do 2º ano da Escola Estadual de Ensino Municipal Dr Luis Bastos do Prado participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Rosângela Luz Burgie. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 16: os alunos do 6º e 7º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Tancredo Neves participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados da professora Maria Vitória de Macedo Brum. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 17: os alunos do 9º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Érico Veríssimo participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professor Carlos Reni P Silva. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 18: os alunos do 2º ano da Escola Estadual de Ensino Municipal Dr Luis Bastos do Prado participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Rosângela Luz Burgie. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 18: os alunos do 9º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Tancredo Neves participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Maria Vitória de Macedo Brum. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 23: os alunos do 2º ano da Escola Estadual de Ensino Médio Dr Luis Bastos do Prado participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Rosângela Luz.  Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 24: os alunos do 2º ano do Colégio Estadual Inácio Montanha participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Raquel Figueiró. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 24: os alunos do 6º e 7º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Tancredo Neves participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Maria Vitória de Macedo Brum. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 25: os alunos do 8º ano da Escola Estadual de Ensino Médio Anne Frank participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia” acompanhados pelos professores Rafael Carvalho e Carlos Raimundo Pereira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 30: os alunos do 2º ano do Colégio Estadual Inácio Montanha, participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Raquel Figueiró. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

 Para saber mais sobre nossas oficinas clique aqui.

Visitas guiadas ao APERS – Setembro 2014

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No mês de setembro foram realizadas 07 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS. Visitaram nossa instituição:

Dia 03: 18 alunos do Curso Técnico em Biblioteconomia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RS (IFRS), acompanhados pelo professor William Gontijo, que ministra a Disciplina de Organização de Materiais e Arquivos.

Dia 04: 15 alunos, entre o 1° e o 3° semestres, do Curso Técnico em Biblioteconomia da Escola Técnica Cristo Redentor, acompanhados pela professora Andréa Fontoura da Silva, que ministra a Disciplina de Técnicas em Arquivo. O objetivo da visita foi conhecer as práticas de Gestão Documental, a história e outras curiosidades do APERS.

Dia 16: 18 servidores de Universidades Federais, que estavam participando de Oficina sobre o Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD). A Oficina ocorreu na Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (FABICO) e os servidores estavam acompanhados pelo professor Jorge Eduardo Henriquez Vivar, do Curso de Arquivologia da UFRGS.

Dia 17: 28 aprendizes do Curso de Ocupações Administrativas do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), acompanhados pelos professores Nathan Medeiros e Andiara Machado.

Dia 17: 23 aprendizes do Curso de Ocupações Administrativas do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), acompanhados pela professora Franciele Silva.

Dia 24: Adriana dos Santos da Silveira e Luana Lewandoski, servidoras do Prefeitura de Gravatai, interessadas em conhecer o contexto histórico do APERS, bem como sua atuação em relação ao Sistema de Arquivos do Estado (SIARQ/RS) e os procedimentos adotados para a preservação documental.

Dia 25: 15 alunos do Curso de Arquivologia da UFRGS acompanhados pela professora Valéria Bertotti, que ministra a disciplina de Gestão Documental em Arquivos.

Dia 26: 9 aprendizes do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), acompanhados pelo professor Nathan Medeiros.

Guias: Carlos Henrique Armani Nery, Maria Cristina Kneipp Fernandes e Maria Lúcia Ricardo Souto.

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