Boas Festas e Próspero 2015!

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2014.12.24 Cartao Fim de Ano APERS

APERS? Presente, professor! – Saúde – História e Políticas Públicas

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2014.12.24 Saúde e Políticas Públicas_BlogHoje estamos disponibilizando a última proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! desse ano de 2014. Ela está inserida dentro do eixo temático A Transversalidade nas Fontes – diversas fontes arquivísticas para diferentes trabalhos pedagógicos e recebeu o nome de Saúde – História e Políticas Públicas que tem como objetivos (a) desnaturalizar a ideia, que talvez para muitos jovens seja óbvia, de que todos sempre tiveram acesso aos cuidados e avanços da medicina e que o Estado, o poder público, sempre ofereceu serviços a população que por eles procurou e (b) auxiliar na construção da noção de que o acesso universal garantido pelo Estado foi uma conquista da população. Acesse aqui o arquivo da proposta.

Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia das fontes utilizadas na construção da proposta, disponibilizamos aqui as Fichas completas de Registro da Delegacia Especial de Segurança Pessoal e Sanitária. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Um ótimo trabalho!

O APERS na Oficina O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula do APESP: Relato V

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Nesta semana, disponibilizamos o último relato de Nôva Brando sobre o curso realizado no Arquivo Público de São Paulo. Nas últimas quartas-feiras, foram apresentadas reflexões a respeito das Unidades I e II do curso, Arquivos Públicos e Patrimônio Documental, da Unidade III, Ensino de História e Sequências Didáticas, da Unidade IV, Documentos Iconográficos e Cartográficos como recurso pedagógico e da Unidade V, Documentos Textuais como recurso pedagógico. Nessa quarta feira, no relato da Unidade VI, vamos saber um pouco mais sobre Periódicos como Recurso Pedagógico.

Jornal- Recurso Pedagógico

Segundo Nôva:

Quem nunca utilizou uma matéria/reportagem/conteúdo de jornal como recurso pedagógico, atire a primeira pedra?! Começo esse relato com essa pergunta-afirmação como forma de explicitar a dimensão da importância que teve essa unidade do curso. De fato, todos aqueles que já trabalharam ou trabalho com educação escolar, utilizaram-se, em algum momento, de produtos construídos pela imprensa escrita para construírem dinâmicas de trabalho em sala de aula. E para discutirmos, mais profundamente, o uso desse complexo instrumento de comunicação, transformado em fonte de pesquisa para historiadores, professores e alunos, foi-nos proposto a leitura do texto Na oficina do historiador: conversas sobre história e imprensa de Heloisa de Faria Cruz e Ensino de História com o uso de jornais: construindo olhares investigativos de Raquel França dos Santos Ferreira, e a construção de uma sequência didática a partir da seleção de uma temática de reportagens de periódicos.

No artigo de Heloisa, deparamo-nos com a problematização do uso que os historiadores fazem da imprensa como fonte de pesquisa e da discussão de procedimentos teórico-metodológicos para o tratamento dessa tipologia documental. Para ela, habilidades em lidar criticamente com ela, vem ganhando terreno nos espaços de formação dos professores-pesquisadores. Nessa leitura, também encontramos a sugestão de um roteiro e de procedimentos capazes de auxiliar na articulação da análise de qualquer jornal com o campo das lutas sociais no interior das relações no qual foi constituído. Conforme ela, um roteiro para análise da Imprensa Periódica deveria conter quatro itens: (1) Identificação do Periódico (título, subtítulo, datas-limites da publicação, periodicidade); (2) Projeto Gráfico (organização e distribuição dos conteúdos); (3) Produção e Distribuição; e (4) Projeto Editorial (movimentação e posicionamento político). Adverte por fim que “também na área da História, no ensino e na investigação sobre os mais variados temas e problemáticas, a utilização de materiais da imprensa hoje está cada vez mais generalizada. E sem dúvida, tais usos nos distanciam de um tempo em que a imprensa era considerada como fonte suspeita, a ser usada com cautela, pois apresentava problemas de credibilidade. Nestas últimas décadas perdemos definitivamente a inocência e incorporamos a perspectiva de que todo documento, e não só a imprensa, é também monumento, remetendo ao campo de subjetividade e da intencionalidade com a qual devemos lidar”.

Ferreira, por outro lado, a partir da seleção de atividade pedagógicas com jornais, realiza uma reflexão sobre a forma com tem percebido certa “marginalização” da utilização desse recurso, o qual ela entende como ferramenta potencializadora de aprendizagens. Nele, a autora apresenta algumas dinâmicas realizadas no Colégio Estadual Nilo Peçanha, na cidade de São Gonçalo. Detalhadamente, entramos em contato com a organização e o desenvolvimento do trabalho, dividido por ela em contextualização, contraste/comparação e retorno. Todos os trabalhos, conforme Raquel, visavam “aliar a leitura de jornais a sua utilização em aulas de História do Ensino Médio como forma potencializadora da aprendizagem da disciplina, em especial, com referência a temas do Brasil na História do Tempo Presente”. Ainda nesse texto, avalia a experiência de forma muito positiva em vários aspectos, dentre eles: “a possibilidade da integração entre disciplinas […] e a compreensão de os acontecimentos são sucessivos e simultâneos a outros, ajudando a consolidar entre os alunos a noção de tempo histórico”.

Essa foi nossa última unidade, depois disso passamos a trabalhar na construção do trabalho de conclusão do curso – a elaboração de uma sequência didática na qual fossem utilizados diversos tipos de fontes no curso trabalhados.

A sequência pedagógica elaborada pela historiadora do APERS será compartilhada aqui no Blog assim que for publicada no site do Arquivo Público de São Paulo. O registro das bibliografias completas utilizadas na unidade VI do curso pode ser acessado aqui.

APERS terá horário de expediente diferenciado neste fim de ano: programe-se!

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2014.12.22 Horario fim de ano

APERS e AAAP celebram final de ano com música e alegria!

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Na última segunda-feira, 15 de dezembro, a Associação dos Amigos do APERS e o Arquivo Público reuniram servidores, pesquisadores e amigos para celebrar o ano de 2014 que chega ao fim.

A festividade foi abrilhantada pela apresentação do grupo vocal Mandrialis, que emocionou a todas e todos com suas canções. Agradecemos a cada membro do grupo, e em especial ao colega Carlos Raimundo, que trabalha no APERS, canta no grupo e foi nosso contato para viabilizar a belíssima apresentação.

Os presentes confraternizaram ainda com comes e bebes, fechando a noite de forma descontraída e alegre. Com certeza uma excelente forma de preparar a chegada de um novo ano. Confira nas fotos!

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O APERS na Oficina O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula do APESP: Relato IV

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Nesta semana, disponibilizamos o quarto relato de Nôva Brando sobre o curso realizado no Arquivo Público de São Paulo. Nas últimas quartas-feiras, foi apresentado aos leitores do Blog do Arquivo, reflexões a respeito das Unidades I e II do curso, que trataram sobre Arquivos Públicos e Patrimônio Documental, da Unidade III onde foi abordada a temática Ensino de História e Sequências Didáticas e da Unidade IV na qual esteve presente considerações sobre a utilização de Documentos Iconográficos e Cartográficos como recurso pedagógico. Nessa quarta-feira, no relato da Unidade V, teremos algumas considerações acerca do tema Documentos Textuais como Recursos Pedagógicos.

Seguimos com as impressões da historiadora Nôva:

     Acredito que essa tenha sido uma das unidades mais importantes do curso realizado no APESP. Ainda que as aulas de história tenham englobado em seus materiais didáticos pedagógicos diversificadas tipologias documentais nas últimas décadas, não temos como negar que o documento escrito e o texto ainda são matérias-primas essenciais e, na maior parte do tempo, ainda protagonistas no trabalho cotidiano de sala de aula. Isso quer dizer, por um lado, que a leitura e a escrita permanecem sendo condição e resultado de aprendizagens significativas no âmbito da história e quer dizer, por outro, que as abordagens em torno da leitura e da escrita também sofreram modificações no percurso histórico pelo qual passou o currículo e a disciplina de história. Para discutirmos a unidade assistimos o vídeo As palavras e a sala de aula e lemos dois textos, A escrita como condição para o ensino e a aprendizagem de história de Helenice Rocha e Estratégias de leitura e competência leitora: contribuições para a prática de ensino em História de Vânia Silva.

Documentos Textuais 2

     No texto de Helenice, entramos em contato com um dos problemas que afetam boa parte das salas de aula da Educação Básica, sobretudo as públicas – o insuficiente domínio da leitura e da escrita. Segundo a autora, isso refletiria diretamente no ensino-aprendizagem da disciplina de história, pautada na leitura e na escrita, cujo programa de aula é construído pelo professor a partir das expectativas acerca desse domínio pelos alunos. Dessa avaliação, alguns professores recorreriam as famosas cópias ao perceberem as fragilidades na formação da turma, que conforme Rocha não ensinam nem a ler nem a escrever. Por outro lado, existiriam professores que apostariam na produção do texto como objeto de reflexão daqueles que possuiriam condições de continuar aprendendo a ler e escrever. Ainda daquilo que considerei bem importante nesse texto, foi o apontamento de que a leitura e a escrita da história, assim como de qualquer área, requerem um tipo específico de letramento relacionado com elementos próprios do campo de conhecimento e que o papel do professor seria auxiliar “o aluno em sua formação histórica, a partir de uma racionalidade mais ou menos letrada, oral ou escrita”.

     Vânia defendeu que o trabalho com a linguagem, oral e escrita, não deve ficar reduzido às aulas de português. Segundo ela, ler é construir significados e cada campo do conhecimento os elabora de formas diferentes. Para Silva, é importante que o professor esteja atento a necessidade de sempre encontrar um bom objetivo para a leitura de um material e ao mesmo tempo propiciar a compreensão, por parte dos alunos, da importância daquela atividade. Nesse caso: “orientar a leitura dos alunos de modo sistemático pode representar uma valiosa contribuição para melhorar o seu desempenho”.

     Além dos textos, assistimos um vídeo produzido pela Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores de São Paulo, As palavras e a sala de aula (acessar preferencialmente pelo navegador Internet Explorer).

     A partir de um diálogo estabelecido em uma sala de professores, entre professores, a respeito de futebol, o vídeo nos aproximou de um elemento importante que compõem aquilo que chamamos de capacidade leitora, seja de um documento escrito ou seja de um discurso compartilhado oralmente: o contexto impresso nas palavras. Tomando como ponto inicial um relato sobre futebol e sobre a possibilidade do time de um dos professores sair da Primeira Divisão ou da Série A e ir para a Segunda Divisão, foi mencionado uma palavra repleta de contexto: a Segundona. Percebemos que trata-se de uma palavra conhecida para aqueles que acompanham campeonatos de futebol, o que não era o caso do outro professor envolvido na conversa. Para ele, tal palavra era vazia de significado, embora soubesse escreve-la ou lê-la, caso fosse solicitado. Desse simples diálogo, percebemos o quanto é necessário desnaturalizar a compreensão das palavras, dos textos escritos e falados e investir na compreensão de que os significados dos diferentes conteúdos precisam ser construídos. Para o conhecimento histórico, em específico, o documento escrito pode contribuir muito!

    E como forma de encerrar essa unidade, foi proposta uma atividade na qual deveríamos propor uma breve sequência didática a partir de um documento disponibilizado pelo APESP. Escolhi um texto sobre transporte ferroviário e propus a seguinte atividade (clique para acessar o PDF): Das ferrovias para as rodovias – o desenvolvimento do transporte em nosso país.

O registro das bibliografias completas utilizadas no quarto módulo do curso pode ser acessado aqui. Indicamos também a visita a Exposição Virtual do APESP – Ferrovias Paulistas (clique para acessar). Na próxima semana, vamos saber o aconteceu na Unidade VI – Periódicos como Recurso Pedagógico.

APERS e AAAP-RS convidam para celebração de final de ano!

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2014 foi um ano intenso no Arquivo Público do RS. Muitos projetos e experiências nos acompanharam. 2015 logo chegará, carregando consigo uma série de novos desafios. Para celebrar as conquistas do ano que se vai e para lançar energias positivas sobre o novo período que se abre convidamos a comunidade para confraternizar ao som do grupo vocal Mandrialis!

Será na próxima segunda-feira, 15/12, a partir das 18:30h, no Arquivo Público. A entrada é franca e não necessita inscrições prévias. Informações sobre a atividade: (51)3288-9117. Para informações sobre o Mandrialis clique aqui.

2014.12.10 Celebração de Final de Ano

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