Programa Memória do Mundo – Oficina para Preparação de Candidatura Edital MoWBrasil

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2015.04.29 Divulgacao Memoria Mundo Oficina

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Para saber mais sobre o Programa Memória do Mundo, clique aqui.

AAAP-RS promove evento “A mulher negra e o 13 de maio: que liberdade é essa?”

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Nos dias 11 e 12 de maio de 2015 a Associação dos Amigos do APERS, com apoio do Arquivo Público, promoverá o evento “A mulher negra e o 13 de maio: que liberdade é essa?”. As atividades acontecerão no turno da noite, com início às 18h, no auditório Marcos Justo Tramontini, andar térreo do APERS. A entrada é franca e não necessita de inscrição prévia. Informações através do email aaaprs@gmail.com ou do telefone (51) 3288-9117.

Venha debater conosco a condição das mulheres negras em nossa sociedade 127 anos após a promulgação da lei que decretou a abolição da escravidão em nosso país. Afinal, que liberdade foi aquela, e como repercutiu ao longo de nossa história na vida das mulheres negras? Superação, conquistas e desafios certamente fazem parte da trajetória de cada uma delas. Participe!

Cartaz Mulheres Negras final

APERS participa da visita do Governador à SMARH

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     Na última terça-feira, 28, a direção e servidores do Arquivo Público do Rio Grande do Sul (APERS) estiveram no Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) para participar da visita do Governador do Estado, José Ivo Sartori, à Secretaria de Modernização Administrativa e dos Recursos Humanos (SMARH).

   Após serem recebidos pelo Secretário Edu Oliveira e diretores da SMARH, o Governador e sua equipe visitaram os departamentos. Assim, o APERS teve a oportunidade de mostrar imagens de seu complexo arquitetônico, acervo e de eventos, além de comentar rapidamente sobre atividades realizadas e convidá-los a visitar a instituição.

     Nesta ocasião, o APERS inaugurou a sala, localizada no 2º andar do CAFF, onde, em breve, a equipe do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul (SIARQ/RS) atuará, objetivando maior proximidade aos órgãos e Secretarias para efetivar a gestão documental.

APERS Entrevista: Débora Flores

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2015.04.29  APERS Entrevista Debora Flores    Para apresentar a nova Diretora do Arquivo Público do RS, preparamos este APERS Entrevista onde a mesma pode contar sobre sua formação, experiência profissional e sua proposta de trabalho.

     Débora Flores, 30 anos, iniciou as atividades como Diretora do Departamento de Arquivo Público no mês de março e teve sua nomeação publicada no Diário Oficial do Estado no dia 10 de abril (clique para visualizar). Confira abaixo a entrevista!

Blog do APERS: Iniciando com uma apresentação: conte sobre a tua formação, como decidiu por Arquivologia e sobre tua experiência profissional.

Débora: Sou formada em Arquivologia pela Universidade Federal de Santa Maria no ano de 2005, com Especialização em Gestão de Negócios pela FAMES e Mestrado em Patrimônio Cultural pela UFSM. Minha escolha profissional sempre foi muito tranquila, pois sempre quis trabalhar com a área de documentação, e tive uma relação muito próxima com a Arquivologia desde cedo, quando um tio meu começou a cursar Arquivologia ainda em 1997. No decorrer da minha formação, acabei me inserindo em diversas áreas de atuação, desde o trabalho com consultoria em instituições privadas, órgãos públicos enquanto servidora federal e docente como professora substituta. Também interajo muito com a Pesquisa, participando como membro de um Grupo de Pesquisa CNPQ, o qual proporciona que eu ministre capacitações e treinamentos pelo Brasil afora. Um envolvimento muito grande nos últimos três anos, foi a participação no movimento associativista da Arquivologia no Brasil. Atualmente estou encerrando o mandato como Presidente da Associação dos Arquivistas do RS, durante o qual sediamos o VI Congresso Nacional de Arquivologia com sucesso de público e crítica, culminando com a criação do Fórum Nacional de Associações de Arquivologia do Brasil, que vem a ser um importante marco para a união da área. Agora, inicio uma nova etapa profissional, com o desafio de dirigir a maior instituição arquivística do estado (APERS), e coordenar o tão importante Sistema de Arquivos do Estado (SIARQ/RS).

Blog do APERS: Com uma carreira profissional desenvolvida desde 2005, atuando no setor privado e no serviço público federal, que contribuições tu acreditas trazer para o APERS e como vês este desafio?

Débora: Acredito que conseguiremos oxigenar os projetos, a visão do que deve ser o APERS para a sociedade e principalmente para uma gestão estratégica e moderna do acervo documental do Estado. Venho com propostas de parcerias com instituições que possam nos subsidiar para uma gestão inovadora e moderna, a exemplo das universidades, que através dos seus Cursos de Graduação e Pós-Graduação podem auxiliar na implementação de diferentes ações. O desafio é grande, preservar e disponibilizar cada vez mais a memória do Estado, retratada em nossos documentos, mas principalmente implementar novas ferramentas de gestão documental, assumindo políticas e diretrizes de gestão arquivística com o uso de tecnologias. Acredito ainda, que as experiências nas diferentes áreas de atuação enquanto arquivista, bem como a experiência no âmbito da Administração Pública Federal e seus Sistemas de Gestão Documental, possibilitam a priorização de algumas ações estratégicas e estruturantes necessárias ao trabalho arquivístico no APERS.

Blog do APERS: Em 1989 foi criado o Sistema de Arquivos do Estado (SIARQ/RS) composto por comitês e órgãos, com diferentes competências. Como você pensa que o APERS, órgão gestor do Sistema, pode instigar os demais órgãos a atuarem juntos visando a implementação efetiva de gestão documental no Estado?

Débora: O primeiro passo é ter um caso de sucesso para servir de modelo e inspiração. Nossa ideia é termos na nossa Secretaria, a SMARH, a efetiva gestão documental com a utilização dos instrumentos arquivísticos, e partir dos resultados alcançados nessa Secretaria para a sensibilização dos demais órgãos integrantes do SIARQ/RS. É necessário mostrar os benefícios da aplicação da gestão documental, e realmente alguns desse benefícios são perceptíveis a médio e longo prazo, o que dificulta a manutenção e continuidade das ações. No entanto, nossa missão é trabalhar muito forte na sensibilização dos gestores para que se tenham projetos com uma visão a longo prazo. Outra questão muito importante é a capacitação dos servidores como um todo, visando a gestão arquivística de documentos já na produção dos documentos, sejam eles em suporte papel ou em meio digital através de sistemas informatizados. Para tanto, já estamos fortalecendo a qualificação e aperfeiçoamento da equipe do APERS. Trabalharemos ainda, com um planejamento estratégico, composto por metas e com cronogramas de implementação e acompanhamento, traçando um acompanhamento mais efetivo aos órgãos que estiverem aplicando os instrumentos normativos do SIARQ/RS.

Blog do APERS: Para conhecermos um pouco mais sobre você, fale-nos sobre quem é a Débora quando está fora do trabalho, em família e nas horas de lazer.

Débora: Sempre que consigo um tempo livre é para estar com minha família, com meus filhos, curtindo e brincando com eles. Sou uma mãe muito presente, e tenho tentado me dedicar nas horas de folga a fazer passeios e atividades que proporcionem experiências de vida, as quais acredito serem importantes na sua formação.

APERS? Presente, professor! – IIª Edição/2015

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Cartaz Divulgação Projeto

Professora e professor, o Arquivo Público do Rio Grande do Sul, na figura do projeto APERS? Presente, professor!, já em sua 2ª Edição, pede licença para fazer parte do seu planejamento de aula e para entrar na sua classe. Queremos compartilhar com vocês, importantes informações guardadas nas estantes dessa Instituição e um pouco da aventura que é a construção do conhecimento histórico a partir dos vestígios deixados por homens e mulheres do passado.

No ano de 2014, disponibilizamos 16 propostas pedagógicas, organizadas em três coletâneas: (1) Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois (clique aqui para acessar); (2) Cativeiro e Resistência – A escravidão negra no Rio Grande do Sul a partir de fontes arquivísticas (clique aqui para acessar); (3) A Transversalidade nas Fontes – diversificadas fontes arquivísticas para diferentes trabalhos pedagógicos (clique aqui para acessar). Para o ano de 2015, vamos elaborar e disponibilizar, virtualmente, propostas pedagógicas organizadas em tono do eixo temático História e Educação em Direitos Humanos.

Segundo as Diretrizes Nacionais de Educação em Direitos Humanos, a Educação em DH, um dos eixos fundamentais do direito à educação, refere-se ao uso de concepções e práticas educativas fundadas nos direitos humanos e em seus processos de promoção, proteção, defesa e aplicação na vida cotidiana e cidadã de sujeitos de direitos e responsabilidades individuais e coletivas. Ainda conforme tal legislação, assim como é mencionado também no Programa Mundial para Educação em Direitos Humanos quando fala em sua inserção holística nos contextos educativos, deverá ser considerada na construção dos Projetos Político-Pedagógicos (PPP); dos Regimentos Escolares; dos Planos de Desenvolvimento Institucionais (PDI); dos Programas Pedagógicos de curso (PPC) das instituições de Educação Superior; dos materiais didáticos e pedagógicos; do modelo de ensino, pesquisa e extensão; de gestão, bem como dos diferentes processos de avaliação.

Essas propostas pedagógicas, em número de seis, serão disponibilizadas virtualmente no Blog do Arquivo, sempre em formato PDF, nas últimas semanas dos meses de abril, maio, junho, agosto, setembro e outubro. Cada proposta pedagógica contará com texto de suporte temático para professor, fonte arquivística digitalizada, propostas de atividades a partir do texto e da fonte e sugestões metodológicas para a condução dos trabalhos em sala de aula.

Dessa forma, esperamos contribuir para o processo de ensino-aprendizagem dos Direitos Humanos no âmbito da educação escolar por meio da utilização de documentos custodiados pelo Arquivo.

* A publicação a proposta do mês de abril será publicada dia 06.05.2015.

Atualizado em 05.06.2015

Cinema no Arquivo: Estreia do Curta no Almoço

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2015.04.22 Cinema no ArquivoNa próxima quarta-feira, 29 de abril, às 12h30min, o APERS estreia o Curta no Almoço, espaço para exibição de filmes de curta, média e longa duração, fora do circuito comercial. A entrada é franca.

O filme de estreia, O Comitê, de Peter Sykes, 1968, começa com um texto extenso do economista europeu Joseph Schumpter que serve como introdução e explicação da história: “O que mais me toca e para mim parece ser o núcleo do problema, é que o senso de realidade tenha se perdido por completo…”. Esta frase, desde a perspectiva dos anos 1960, é a chave das transformações sociais que viveu o mundo; e, visto desde a nossa atual perspectiva, percebemos que ainda tem vigência.

Nos primeiros minutos do filme, testemunhamos um assassinato bizarro que desencadeia uma série de tensões e conflitos, tendo a burocracia de um lado e a liberdade individual do outro. Esta é uma parábola fascinante sobre o conformismo e o pensamento livre, influenciados pelos questionamentos filosóficos do psiquiatra R. D. Laing e Harold Pinter. Além das questões existencialistas, a trilha sonora é histórica, com o grupo de rock progressivo Pink Floyd e a performance emblemática de The Crazy World of Arthur Brown. Durante 35 anos, este filme foi considerado perdido, alguns historiadores duvidavam até de sua existência real.

7ª edição do Projeto Os Caminhos da Matriz começa nesse sábado!

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     Nesse sábado, 25 de abril, inicia a sétima edição do Projeto Os Caminhos da Matriz, por meio do qual as instituições culturais que circundam a Praça se reúnem para oportunizar aos cidadãos visitas guiadas mensais e gratuitas.

     As visitas ocorrem sempre no último sábado de cada mês, em dois trajetos. A única exceção será o mês de outubro, em que a visita ocorrerá no penúltimo sábado, devido ao calendário de feriados do estado. Em abril será realizado o Roteiro 1, que incluirá o Solar dos Câmara, o Museu Julio de Castilhos e o Memorial do Ministério Público.

     O Arquivo Público participará do Roteiro 2, no último sábado dos meses de maio, julho, setembro e novembro. Participe!

     Acompanhe as informações sobre Os Caminhos da Matriz também na página do Facebook, clique aqui para acessar.

Sábados de funcionamento da Sala de Pesquisa do APERS – mês de abril

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Prezados usuários da Sala de Pesquisa do APERS, informamos que no próximo sábado, dia 25 de abril, não haverá atendimento.

Contamos com a compreensão de todos.

AfricaNoArquivo – Compartilhando a produção do projeto (III)

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Tabuleiro Jogo

Compartilhamos hoje o jogo de tabuleiro que acompanha a Caixa Pedagógica AfricaNoArquivo. Ele foi criado pela equipe do APERS a partir dos documentos selecionados, transcritos e disponibilizados no kit. Todas as perguntas são respondidas a partir do estudo e do debate prévio desses documentos. São questões que direcionam a atenção dos “estudantes-pesquisadores” para a condição social dos escravizados, tidos como mercadorias na sociedade escravista, mas, ao mesmo tempo, buscam evidenciar sua agência enquanto sujeitos, que formavam famílias, conquistavam alforrias para si e para outros companheiros de cativeiro, organizavam levantes…

Algumas perguntas são respondidas a partir da observação dos dados registrados nos documentos, exigindo atenção aos nomes dos escravizados e demais citados, às suas profissões e idades, aos locais e anos em que foram produzidos os registros, por exemplo: “1. Eu sou Faustino. Qual era minha idade quando conquistei minha Carta de Liberdade?”, “12. Hoje sou um homem livre. Durante a vida eu adquiri coisas e ajudei amigos a conquistar sua liberdade. Tudo ficou registrado em meu Testamento. Quem sou eu?”. Em outros casos se avança a “casa” interpretando informações gerais, ou analisando conceitos a partir do debate e do glossário disponibilizado com o material: “16. O que significa ser um escravo ‘de nação’?”, “28. Observando as atribuições dos escravos arrolados no Inventário, em que tipo de produção eles trabalhavam?”.

O tabuleiro foi produzido em tamanho 80X30cm. Para as escolas que desejarem baixar e reproduzir o material, sugerimos que, se possível, imprimam-no como um banner, da forma como fizemos para o kit. Cada caixa contém dois tabuleiros iguais, e dois conjuntos de pecinhas para jogar (um dado e cinco peões), para que os professores possam dividir a turma e dinamizar a atividade, conforme sugestões de trabalho no material de apoio. Cada caixa contém também duas cartelas com as regras do jogo (frente) e as respostas para as questões do tabuleiro (verso). A sugestão é de que cada grupo em torno de um tabuleiro escolha uma juíza ou um juiz que ficará com esta cartela, lendo as regras e acompanhando as respostas dos colegas. Baixe a seguir os materiais:

– Jogo de Tabuleiro
– Cartela de regras e respostas
– Glossário

Desejamos que o material seja amplamente acessado e de grande proveito! Dúvidas poderão ser sanadas através do e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br. Reforçamos também o convite para que compartilhem conosco através desse endereço registros de suas experiências com o material, como reflexões, opiniões dos estudantes e fotos de atividades realizadas nas escolas. Tudo poderá contribuir para a difusão e a valorização desse trabalho, instigando desdobramentos.

Coletânea da Iª Edição do Projeto APERS? Presente, professor!

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     Com o encerramento da Iª Edição do Projeto APERS? Presente, professor – Propostas Pedagógicas a partir de Fonte Arquivísticas, o Arquivo Público do RS lança a publicação de uma Coletânea com as dezesseis propostas pedagógicas publicadas no Blog ao longo do ano de 2014. Divididas em três volumes, foram sistematizadas conforme os três eixos temáticos trabalhados.

Capa_Coletanea - Volume 1O Volume 1, chamado de A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois (49 Mb) são encontradas oito propostas de trabalho pedagógico que abordam diversos aspectos da Ditadura Civil-militar no Brasil, a partir de processos de indenização de ex-presos políticos do período da Ditadura que compõem o Acervo da Comissão Especial de Indenização. São elas: (1) Os Anos de Chumbo da Ditadura e a Luta Armada no RS; (2) A Ditadura vista do lado de lá da Fronteira – o mundo dos exílios; (3) Conexões Repressivas e Redes de Solidariedade: repressão e resistência no Cone Sul; (4) Esquemas Repressivos e Tortura; (5) Fim da Ditadura: Abertura Política e Anistia; (6) Processo de Redemocratização: rupturas e permanências; (7) Democracia e Justiça de Transição; e (8) A luta por Memória, Verdade e Justiça.

Capa_Coletanea - Volume 2O Volume 2, chamado de Cativeiro e Resistência – A escravidão negra no Rio Grande do Sul a partir de fontes arquivísticas (20 Mb) é composto por quatro propostas de trabalho pedagógico que discutem a escravidão negra no Brasil, a partir da utilização de registros de compra e venda e de alforrias, de inventários e de testamentos que compõem o Acervo do Tabelionato e do Judiciário. São elas: (1) Compra e Venda de Negros Escravizados: da relação de coisificação à relação entre sujeitos; (2) Herança de Pai para Filho: resistência e conquistas nos registros de testamento; (3) Resistência à Escravidão: uma história de luta registrada nos Processos Crimes; e (4) A Experiência do Cativeiro, a Resistência e a Liberdade.

Capa_Coletanea - Volume 3No Volume 3, chamado de A Transversalidade nas Fontes – diversificadas fontes arquivísticas para diferentes trabalhos pedagógicos (48 Mb) também são encontradas quatro propostas cujo objetivo é o trabalho com os temas transversais, recomendados pelas Diretrizes Curriculares para a Educação Básica. Para construí-las, foram utilizados processos judiciais e administrativos, termos de investigação policial, relatórios e fichas de registros dos Acervos do Judiciário e do Executivo. São elas: (1) História das Mulheres e das Relações Familiares; (2) Mobilidade Urbana e Violência no Trânsito; (3) Sociedade, Violência e Políticas Públicas de Segurança; e (4) Saúde – História e Políticas Públicas.

     Esperamos que essa coletânea contribua de alguma forma com os trabalhos desenvolvidos em sala de aula pelos professores e advertimos que em breve serão divulgadas novas informações a respeito da IIª Edição do Projeto.

Consulta online aos documentos do APERS via RS Móvel

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1Está disponível via RS Móvel a pesquisa online aos documentos do Arquivo Público do RS indexados no sistema AAP. O RS Móvel é um aplicativo, desenvolvido pela PROCERGS, para celular (IOS ou Android) que disponibiliza informações referentes a transporte público, saúde, trânsito, segurança, educação, entre outras áreas. Além do acesso rápido às informações gerais do governo estadual, é possível, por exemplo, o cidadão fazer uma denúncia na área de segurança pública, consultar matrículas nas escolas da rede estadual, acessar os serviços da CEEE, Corsan, agendar consultas junto ao Instituto de Previdência do Estado do RS (IPERGS), entre outros. O aplicativo apresenta uma interface atrativa e dinâmica, voltada para a localização rápida dos serviços na web, através de tablets e smartphones, e possui o código de software livre.

Para utilizar o aplicativo é necessário instalá-lo em seu aparelho, veja como realizar a consulta aos documentos do APERS e solicitar sua pesquisa:

1. Abra o aplicativo, na aba “Administração” selecione “APERS Móvel – Pesquisa de documentos” (Figuras 1)

Figura 1Figura 1.1

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2. Vai abrir o formulário de pesquisa, onde você pode realizar a pesquisa como em nosso site, por nome ou período (Figuras 2)

Figura 2Figura 2.2

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3. Selecione a tipologia que deseja pesquisar (Figura 3)

Figura 3.

4. Selecione o documento que deseja visualizar os dados cadastrados (Figura 4)

Figura 4.

5. Se desejar pesquisar o documento na íntegra em nossa Sala de Pesquisa, clique em “Solicitar Documento” (Figura 5)

Figura 5.

6. Forneça seus dados, clique em “Enviar” e aguarde nosso contato.

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     Para acessar o RS Móvel pela internet o endereço é: http://m.rs.gov.br/

     Clique aqui e veja o vídeo de divulgação do aplicativo.

Cinema no Arquivo: programação completa para 2015

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2015.04.14 Cinema no Arquivo blogPara você se organizar e não perder este evento, estamos postando a programação do Cinema no Arquivo para o ano de 2015.

Além de um espaço que exiba bons filmes gratuitamente, pretende-se proporcionar debates após a exibição de cada filme, assim como exposições que dialoguem com a temática referente a cada evento.

Curta no almoço – A cada duas quartas-feiras por mês, das 12h30min às 14h serão exibidas produções de curta, média e longa duração. A sala estará disponível para que o interessado entre e assista o tempo que lhe convier. Este espaço possibilita que qualquer pessoa que esteja nas proximidades do APERS tenha a oportunidade de assistir produções audiovisuais durante seu intervalo de almoço ou enquanto espera que sua solicitação documental seja entregue.

2015.04.14 Cinema no Arquivo tabela blog e faceLongas e debates – Um longa será exibido preferencialmente na última quinta-feira, a cada dois meses, tendo seu início às 18h30min. O debate acontecerá logo após cada exibição.

Exposições – Na Espaço Professor Joél Abílio Pinto dos Santos, haverá exposições relacionadas às temáticas referentes a cada longa exibido.

Certificado – O certificado será disponibilizado ao final do ano, e as horas serão computadas de acordo com a frequência.

Confira aqui nossa programação e se organize para assistir longas e curtas e ter seu certificado.

Mulheres no APERS, gênero e história XI: violência contra a mulher até quando?

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Vivemos em uma sociedade marcada pela violência de gênero. 3 em cada 5 mulheres jovens já sofreram violência em relacionamentos. Segundo o IPEA, “No Brasil, entre 2001 a 2011, estima-se que ocorreram mais de 50 mil feminicídios: ou seja, em média, 5.664 mortes de mulheres por causas violentas a cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia, ou uma morte a cada 1h30” (para mais dados sobre violência contra mulheres, clique aqui).

Segundo Nadine Gasman, porta-voz da ONU Mulheres no Brasil, “A violência contra mulheres é uma construção social, resultado da desigualdade de força nas relações de poder entre homens e mulheres. É criada nas relações sociais e reproduzida na sociedade”. Nesse sentido, se a violência não é algo natural, mas uma construção social, acreditamos que entender suas raízes sociais e históricas certamente contribui para que possamos questioná-la e transformar nossa realidade. Enxergar que a violência e as hierarquias de gênero não surgiram hoje pode ser um passo importante para identificar o caminho de sua superação. Esta é mais uma possível contribuição do Projeto Afinal, onde estão as mulheres no APERS? Gênero, memória e história, ao evidenciar documentos que contribuem para a análise de situações de violência, de padrões de comportamento violento, de formas de encarar e lutar contra ela ao longo da história.

Hoje apresentamos um documento que explicita a violência contra a mulher, e mais, nos coloca frente a frente com uma situação real que nos deixa sem respostas, daquelas que comumente despertam julgamentos preconceituosos do tipo “mulheres assim gostam de apanhar”. Maria, de afazeres domésticos, casou-se com Sizino, guarda-noturno, em maio de 1946. Na petição inicial do processo de desquite que Maria move contra o marido de dezembro de 1948, relata que logo após o casamento, “sem motivo justificado”, ele começou a maltratá-la “ora com palavras de baixo calão, ora com injurias graves, ora com ameaças de espancamento, ora pretendendo mata-la”.

Duas questões saltam aos olhos com a leitura dessas palavras. Em primeiro lugar, que motivos seriam aceitos para justificar que um homem agredisse sua mulher emocional, psicológica ou fisicamente, para que o documento afirme “sem motivo justificado”? Esta “condição” é característica de um período em que a mulher ainda era vista inclusive legalmente como inferior ao homem, e em que diversos crimes eram justificados em nome da “honra” ou do poder do marido. Hoje estamos há quase 70 anos desse desquite, há mais de 50 anos da promulgação do “Estatuto da Mulher Casada”, que garantia, entre outras coisas, que as mulheres não precisavam mais pedir autorização ao marido para poder trabalhar ou para receber herança, e há quase 40 anos da Lei do Divórcio. Certamente não localizaremos um documento judicial que coloque as agressões de um marido nesses termos. Entretanto, infelizmente podemos afirmar que muitas pessoas ainda justificam formas de violência com base em relações de poder e de posse de homens sobre mulheres. O segundo elemento, é a evidente presença do ciclo da violência, evidente a partir do relato da vítima. Esse ciclo em geral começa com violências psicológicas sutis, passa por desqualificação da vítima e ataques a sua autoestima, passando para agressões verbais incisivas que eclodem em violência física, que muitas vezes pode levar à morte.

Na sequência, Maria relata que Sizino, “não satisfeito em ameça-la, efetivamente, realizou o seu desideratum, pois que, no dia 4 de agosto do corrente ano (…) seu marido, sem motivo que justificasse sua atitude, tentou contra a vida da suplicante, detonando, por varias vezes, seu revolver, contra a mesma, porem, por felicidade, errando o alvo”. Após este episódio, o marido foi preso na Casa de Correção de Porto Alegre. Na certidão do processo judicial movido pela Justiça Pública contra Sizino está registrado que ele, “após segurar pelos cabelos sua esposa Maria (…), a alvejou com intenção de mata-la, sendo oportunamente obstado pelo guarda civil Olinto (…) que interferindo na ocasião, conseguiu desviar a trajetoria do projetil, empenhando-se a seguir, em luta com o truculento denunciado”.

ReconciliaçãoA seguir, temos acesso à informação de que, quando o oficial de justiça foi à Casa de Correção para intimar o réu a depor no processo de desquite, ele já havia sido posto em liberdade, estando em local incerto e não sabido. Ao final do processo somos surpreendidos pelo documento anexado em outubro de 1949 em que Maria desiste da ação de desquite por ter “entrado em entendimento com seu marido, restabelecendo sua união conjugal”.

Como entender esse desfecho? Como entender a sociedade de 70 anos atrás, e até que ponto somos diferentes dela? Como analisar a atitude de Maria? Acreditamos que é necessário estudar os mecanismos de agressão simbólica, econômica, psicológica e emocional que fragilizam mulheres em situação de violência, tornando-as dependentes dos agressores, sentindo-se incapazes de refazer suas vidas longe deles. Ao que tudo indica, certamente este é um problema antigo, para o qual ainda não encontramos solução. Que as pesquisas nas áreas da psicologia, do direito, da história, das ciências sociais, entre outras, nos auxiliem a caminhar para ela.

Ação Educativa em Arquivos II

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2015.04.15 Ação Educativa em Arquivo II

Seguindo com a nossa segunda publicação a respeito das ações educativas desenvolvidas em arquivos públicos, hoje vamos apresentar um trabalho muito interessante desenvolvido pelo Arquivo Histórico Municipal de Porto Alegre Moysés Vellinho (AHPAMV).

Localizado na Avenida Bento Gonçalves, uma das principais vias de Porto Alegre, a instituição ocupa o espaço de um casarão do século XIX no qual estão reunidos dezenas de milhares de documentos, datados desde 1764, que constituem importantes fontes de pesquisa sobre a cidade. Dentre essa documentação, são encontrados jornais e revistas, que veiculavam informações a respeito do cotidiano da cidade, e documentos oficiais como relatórios, projetos, mapas, plantas e correspondências que permitem a compreensão das administrações municipais.

Tanto o acervo documental como a biblioteca especializada na história de Porto Alegre estão disponíveis para pesquisa pública. Entretanto, uma das formas de acesso e difusão que privilegiaremos neste texto, diz respeito às atividades educativas desenvolvidas pela instituição que tem como objetivo “construir o conhecimento sobre a cidade e despertar a consciência para a necessidade de preservação do patrimônio cultural” (Blog do AHPAMV).

O próprio acervo do Arquivo Histórico constitui a matéria-prima das ações de Educação Patrimonial, sendo os documentos pela instituição custodiados, as fontes utilizadas para o desenvolvimento dos projetos. Segundo Biazzetto, o Arquivo inseriu-se no movimento de patrimonialização ocorrido nos anos 90 primeiro com a oferta de visitas guiadas para o público e no ano de 1997 com o primeiro projeto de educação patrimonial denominado de Papel Antigo e Papel Velho, seguido, no ano de 2000, pelo projeto Vivo Toque. Por conta disso, aponta Ivana Parrela que, no Rio Grande do Sul, o Arquivo Histórico Moysés Vellinho “desenvolve ações que são pioneiras no cenário nacional, de forma contínua”. Reforça que a partir de 2005, a “metodologia da Educação Patrimonial passou a ser, formalmente norteadora dos trabalhos”.

Os dois Projetos mencionados, pela pesquisa que realizamos no Blog do Arquivo Moysés Vellinho, não são mais desenvolvidos pela instituição. Em substituição, encontramos outros sete projetos que compõem as ações educativas hoje desenvolvidas. São eles: (1) Onde está o patrimônio?; (2) Brincando de Editar; e (3) Arquivo vai à escola: detetives investigadores e defensores do Patrimônio, destinados às Séries Iniciais do Ensino Fundamental; (4) Detetives na Casa dos Malheiros, para o sextos e sétimos anos do Ensino Fundamental; (5) Cuidar para não Esquecer, atividade oferecida para os oitavos e nonos anos do Ensino Fundamental; (6) Visitas de Sensibilização, disponíveis para turmas de alunos da Educação de Jovens e Adultos; e (7) Formação de Professores (mais informações a respeito das atividades podem ser encontradas no Blog do Arquivo, acesse aqui).

O Arquivo Histórico de Porto Alegre, assim como os demais investigados por Parrela são boas exceções de instituições arquivísticas que consolidaram práticas educativas como função própria de um arquivo. Sabe-se, entretanto, que os investimentos dos arquivos brasileiros em atividade educativas, quando comparados aos dos museus, ainda são baixos. Talvez isso também explique, em conjunto com outros elementos, os motivos pelos quais nas instituições museológicas desenvolvem mais atividades educativas que as instituições arquivísticas. Ainda assim, no artigo em que compara as experiências desenvolvidas nos arquivos públicos localizados nas capitais dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, dentre os quais o trabalho desenvolvido pelo Arquivo Moysés Vellinho, é exposta a “adoção de boas práticas consolidadas na área”. Entretanto, segundo ela “existe pela frente um longo percurso para qualificar os trabalhos desenvolvidos pelas análises críticas, difundir as metodologias empregadas e estreitar o diálogo com as várias partes envolvidas e, especialmente, com as universidades que formam, ao mesmo tempo, arquivistas, historiadores e educadores sem discutir as relações da pesquisa com a educação em um de seus locus privilegiados: os arquivos”.

Seguiremos nos próximos meses apontando outras experiências que evidenciem a importância de que os trabalhos educativos em arquivos sejam contínuos, reconhecidos como uma exigência da difusão e como forma de garantia, também, de direitos.

Para saber mais:

  • Site da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, clique aqui.
  • Blog Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho, clique aqui.
  • Giovanni Biazzetto – Patrimônio e Memória nas Práticas de Educação Patrimonial do Arquivo Histórico Moysés Vellinho de Porto Alegre/RS (1997 a 2005), clique aqui.
  • Ivana Parrela – Educação Patrimonial nos arquivos brasileiros: algumas experiências e perspectivas de uso da metodologia, clique aqui.

Pesquisando no Arquivo: Registros Torrens

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2015.04.15 Pesquisando no Arquivo Livro Torrens     Neste mês, nossa indicação recai sobre o Registro Torrens. Esse registro foi idealizado por Robert Richard Torrens. Quem é ele? Bem, ele foi um servidor público e político irlandês que reformulou a legislação sobre titulação de terras da Austrália Meridional.

     E você sabe quem introduziu esse registro no Brasil? Esse registro foi introduzido por Rui Barbosa, Manoel F. de Campos Salles e Francisco Glicerio por meio do Decreto nº 451-B, em 31 de maio de 1890. Esta modalidade de registro é diferenciada porque fornece ao proprietário um título com força absoluta, já que contra ele não é admitido prova em contrário, devido a um processo prévio de purgação. A posse do Registro Torrens garante segurança jurídica e evita fraudes nos registros públicos.

     Desde sua implementação, muito se debateu sobre a sobrevivência ou não do Sistema Torrens, alguns juristas entenderam que era inconstitucional, outros entenderam que o referido sistema estaria revogado pelo código de 1916 (Código Civil Comentado, III, 58). Em 1917, a Lei Orçamentária 3.446, de 31/12/1917, o colocou em vigor, mas o Código de Processo Civil de 1939 limitou e adotou o Registro Torrens somente para imóveis rurais.

      Para maiores informações, acesse Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973.

     Em nosso acervo, temos disponíveis alguns Registros Torrens, confira na tabela abaixo a lista de livros. Se você ficar com interesse em pesquisar nestes documentos, envie um e-mail para saladepesquisa@sarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

2015.04.15 Pesquisando no Arquivo Lista

Curso de Formação para Professores – Educação Patrimonial e Cidadania: história da escravidão e da liberdade no RS – Lista de Selecionados

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2015.04.08 Lista de Selecionados

     No próximo sábado, dia 11 de abril, iniciará a Edição 2015 do Curso de Formação de Professores promovido pelo Programa de Educação Patrimonial UFRGS|APERS e pelo GT Emancipações e Pós-abolição da ANPUH-RS. Hoje, divulgamos a lista de selecionados para participarem do Curso. Informamos que os critérios para seleção foram, no caso dos professores: (1) ser professor da rede pública de ensino e estar em exercício em sala de aula; e (2) data de entrega da documentação solicitada para inscrição.

     Lembramos que as atividades iniciam as 08h30, no auditório do Arquivo Público do Rio Grande do Sul. Contamos com a presença de todos.

     Acesse aqui a Lista de Selecionados.

Sábado de funcionamento da Sala de Pesquisa do APERS – Abril 2015

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     Para melhor atender aos seus pesquisadores, a Sala de Pesquisa do APERS abre um sábado por mês, das 9 às 14 horas, mediante solicitação prévia da documentação.

    No mês de abril a Sala de Pesquisa abrirá no sábado 25.

    Os pesquisadores interessados em realizar suas pesquisas podem solicitar, até às 12 horas do dia 24, os documentos no balcão de atendimento presencial, por email (saladepesquisa@sarh.rs.gov.br) ou por telefone (51 3288 9104).

    Agende sua pesquisa!

APERS em Números – Março 2015

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Confira alguns dados referentes aos serviços realizados no APERS durante o mês de março:

  • Usuários atendidos: 548
  • Atendimentos aos usuários: 930
  • Documentos recuperados: 23
  • Encaixamento: 104
  • Indexação Sistema AAP: 2.929
  • Reprodução de documentos: 854
  • Visitas guiadas: 03
  • Visualizações blog institucional: 10.246

Veja abaixo gráfico com os quantitativos diários de atendimento aos usuários referente ao mês de março:

2015.04.08 - APERS em Números

Clique aqui e saiba mais sobre os serviços que o APERS presta a comunidade.

Visitas guiadas ao APERS – Março 2015

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     No mês de março foram realizadas 03 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS. Visitaram nossa instituição:

Dia 02: 25 estudantes do SENAC Comunidade (Centro de Porto Alegre), turma do Programa Jovem Aprendiz, acompanhados pela professora Valéria Neutzling, orientadora de educação profissional.

Dia 17: 17 estudantes do Programa Jovem Aprendiz do SENAC Comunidade (Centro de Porto Alegre), acompanhados pela professora Martha Luciana Scholze, que ministra a disciplina de Serviços de Escritório. O objetivo da visita foi conhecer a estrutura arquivística do APERS para relacioná-la com arquivos de empresas.

Dia 26: 31 alunos de semestres variados do Curso de Arquivologia da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, acompanhados pelo professor Jorge Alberto Soares Cruz. Os alunos tiveram por objetivo conhecer o APERS em seu contexto geral.

Guias: Carlos Henrique Armani Nery e Clarissa Sommer Alves.

Expediente do APERS no feriado de Páscoa

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2015.04.01 Aviso 1

Servidores do APERS participam de oficina sobre Lei Rouanet

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2015.04.01 Lei Rouanet imagem2Na noite de segunda-feira, dia 30 de março, ocorreu oficina, ministrada por servidores do Ministério da Cultura – Representação Regional Sul, sobre a Lei 8.313/91, conhecida também como Lei Rouanet, e a Instrução Normativa 01/2013, que estabelece procedimentos para apresentação, recebimento, análise, aprovação, execução, acompanhamento e prestação de contas de propostas culturais, relativos ao mecanismo de incentivos fiscais do Programa Nacional de Apoio à Cultura – Pronac.

Foram explicados os mecanismos de incentivo2015.04.01 Lei Rouanet imagem através da Lei, os variados projetos e produtos culturais que podem ser por ela contemplados, assim como o preenchimento de formulários do Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (SalicWeb), utilizado para proposição de projetos. Após foi aberto à plateia para fazer questionamentos.

Os servidores do APERS, técnicos em assuntos culturais, Angelita Silva, Clarissa Sommer, Claus Farina e Roberta Scholz estiveram presentes para ter uma melhor compreensão do processo a fim de que o APERS possa submeter projetos e participar de futuros editais culturais pertinentes ao trabalho realizado na instituição.

Cinema no Arquivo: início da programação 2015 com a exibição do filme A Memória que me contam

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    Na última quinta-feira, 26 de março, teve início a programação 2015 do Cinema no Arquivo, com a exibição do filme A Memória que me contam, de Lucia Murat. Entre os objetivos do projeto está apresentar o cinema a estudantes, frequentadores, funcionários e público em geral como fonte de cultura e agente transmissor de conhecimento.

    Filmes que dialoguem tanto com temas ligados ao acervo do APERS e às pesquisas realizadas com esses acervos quanto com filmes pouco conhecidos do grande público, que estão fora do circuito comercial, estarão na programação, constituindo também uma atividade cineclubista.

    Após a exibição, Jair Krischke, presidente da ONG Movimento de Justiça e Direitos Humanos – MJDH, falou para o público presente da importância do filme, que tem como protagonista uma ex-guerrilheira. Inspirado livremente em Vera Silvia Magalhães, o filme aborda, no tempo presente, as relações afetivas de um grupo que se rebelou contra a ditadura militar no Brasil, em 1968.

    Jair Krischke respondeu não somente às perguntas feitas como foi mais além ao esclarecer pontos importantes, como a Comissão da Verdade, a questão dos desaparecidos, a guerrilha de Três Passos (que justamente neste dia 26 de março completava exatos 50 anos), a guerrilha do Araguaia, a questão da tortura e suas consequências, a operação Condor, o massacre indígena em nome de uma política de segurança nacional, por meio de ações ditas desenvolvimentistas, como a estrada Transamazônica, o projeto Carajás e o projeto Jari, e o contexto histórico mundial.

    Ele salientou a importância deste projeto cultural que tem como uma de suas finalidades a de conscientizar a juventude de que um povo sem memória está condenado a repetir os mesmos erros do passado.

    Confira abaixo as fotos do evento.

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Associação dos Amigos do APERS é declarada de utilidade pública!

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Logo AAAPNo dia 19 de março de 2015 a Associação dos Amigos do APERS foi considerada de utilidade pública pelo município de Porto Alegre através da Lei 11.804.

Após um longo processo de coleta de documentos, encaminhamento do projeto à Câmara de Vereadores e posterior submissão ao prefeito, tivemos o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela AAAP desde 1994 como entidade que apoia e viabiliza muitas das ações técnicas, científicas e culturais do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul.

Agradecemos a todas e todos que torceram pela AAAP nessa caminhada. Seguiremos com a busca pelo reconhecimento de utilidade pública, agora em nível estadual.

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