Chamada de Artigos – III Jornada de Estudos sobre Ditaduras e Direitos Humanos

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Entre os dias 29 e 30 de setembro, e 1º e 2 de outubro desse ano o Arquivo Público, a UFRGS e a AAAP realizam a III Jornada de Estudos sobre Ditaduras e Direitos Humanos. Para participar apresentando trabalho, fique atento ao prazo! Os artigos serão recebidos até o dia 13/07/2015. Acesso o regulamento completo aqui.

2015.06.24 Jornada Chamada de Artigos

Lançamento da antologia “2ª Guerra Mundial – Reflexos no Brasil”

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2015.06.24 Convite Circúlo de Pesquisas Literárias

AAAP promove aulas de Yoga e Meditação no APERS

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Yoga Meditação

A Associação dos Amigos do APERS está promovendo, em parceria com a Professora Jaqueline Puhl, algumas aulas gratuitas de Yoga e Meditação no Arquivo Público. Os encontros serão semanais, sempre nas terças-feiras, às 17:30h, com duração de 1 hora, e são abertos a funcionários do Arquivo, associados da AAAP e comunidade interessada, com vagas limitadas.

A primeira aula será na próxima terça, dia 30/06. Se você tiver interesse, entre em contato através do email aaaprs@gmail.com.

AfricaNoArquivo: desdobramentos do trabalho (I)

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2015.06.24 AfricaNoArquivo

    Até o mês passado disponibilizamos nessa categoria todos os materiais que compõem a caixa pedagógica AfricaNoArquivo, de forma que educadores e demais interessados possam ter acesso e montá-la para trabalhar com o tema da escravidão e da luta por liberdade a partir das fontes arquivísticas salvaguardadas no APERS. Hoje começamos a compartilhar atividades relacionadas, ou desdobramentos construídos a partir desse material, mostrando suas potencialidades.

    Além da distribuição e da difusão do projeto AfricaNoArquivo, uma das ações centrais com a qual a equipe de Ação Educativa do APERS está envolvida nesse primeiro semestre de 2015 é a reformulação da oficina de educação patrimonial Os Tesouros da Família Arquivo, realizada no âmbito do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS desde 2009. Esta oficina é oferecida às turmas de 6º e 7º anos do Ensino Fundamental e também debate a resistência à escravidão a partir de inventários, processos criminais, testamentos, registro de compra e venda e cartas de liberdade.

    Uma das medidas para sua qualificação foi a construção de uma atividade preparatória a ser realizada pelas turmas antes da vinda ao Arquivo, tendo como principal objetivo contribuir para que os/as estudantes reconheçam diferentes tipologias documentais do acervo do APERS que podem ser usados na pesquisa histórica, e com os quais terão contato na oficina. Compreendemos que a participação das crianças e adolescente na oficina oportunizada nas dependências do Arquivo é potencializada com uma preparação anterior, que aproxime-os do tema e do universo do Arquivo. Tendo como eixo os conceitos de fonte histórica e diversidade, a proposta foi produzida pela professora Carla Rodeghero (História/UFRGS) a partir dos debates realizados pela equipe, é composta com um pequeno vídeo, que está disponível no YouTube, e duas questões simples que buscam, primeiro, levantar os conhecimentos prévios trazidos pelos estudantes sobre as tipologias documentais, e em seguida, a partir do manuseio e análise dos fac-similes disponíveis na caixa pedagógica AfricaNoArquivo – que já estão na escola! – produzir uma ficha de investigação que evidencia as funções daqueles documentos e que tipos de informações podem ser extraídas a partir deles.

    Nesse sentido, a atividade preparatória à oficina Tesouros pode servir como uma introdução ao trabalho com a caixa pedagógica, assim como a caixa pedagógica qualifica e potencializa o trabalho realizado presencialmente no Arquivo.

    Se você é professor, ainda que não tenhas como agendar oficinas no Arquivo para suas turmas, cremos que podes introduzir o trabalho com a caixa pedagógica AfricaNoArquivo a partir das questões propostas na atividade preparatória. E, se tiveres registros das atividades realizadas em sala de aula a partir de todos esses materiais, assim como outras produções a partir deles, compartilhe conosco! Estamos em contato pelo e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br.

APERS? Presente, professor! – Relações Étnico-raciais no Brasil

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Relações étnico-raciaisHoje disponibilizamos a terceira proposta pedagógica Projeto APERS? Presente, professor! Cuja IIª Edição problematizará os vínculos entre História e Educação para os Direitos Humanos.

Denominada de Relações Étnico-raciais no Brasil, essa proposta tem como objetivo, contribuir com reflexões acerca das marcas deixadas pela escravidão, na perspectiva de uma história dos africanos e dos afrodescentes enquanto sujeitos na construção do Brasil; desconstruir o mito da democracia racial tão presente no imaginário coletivo; refletir sobre as relações étnico-raciais presentes em nossa sociedade; fortalecer o reconhecimento e valorização das diferentes tradições culturais presentes em nosso país. Para construí-la, a equipe do projeto utilizou como fonte, processos-crime e testamentos. Acesse aqui o arquivo da proposta. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Um ótimo trabalho!

Festa Junina do APERS, participe!

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2015.06.19 Festa Junina

Participe da Oficina Genealogia: Como fazer?

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A Associação dos Amigos do Arquivo Público do RS promove, no dia 04 de julho de 2015, a Oficina Genealogia: Como fazer? Será um encontro bastante prático, que visa compartilhar e debater caminhos para quem deseja fazer genealogias, apresentando ferramentas, acervos e exercícios.

Os instrutores são Adriana Weber, Daniel Teixeira Meirelles Leite e Viviane Velloso. As vagas são limitadas e serão preenchidas com inscrição prévia. Informações: (51)3288-9117 e aaaprs@gmail.com. Participe!

Cartaz Oficina Genealogia Como fazer

Cinema no Arquivo: Curta no Almoço

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     Na próxima quarta-feira, dia 24 de junho, a partir das 12h, teremos o Curta no Almoço com projeção do filme Unglassed Windows Cast a Terrible Reflection (1953 – EUA), de Stan Brakhage, no Auditório Marcos Justo Tramontini do Arquivo Público do RS.

     A entrada é franca, venha prestigiar!

2015.06.17 Cinema no arquivo

Sinopse: Uma anatomia da violência. Seis jovens, quatro rapazes e duas moças viajando num carro em uma estrada deserta. Há uma rivalidade entre dois caras para uma das moças. Em uma estrada remota, o carro para próximo às ruínas de uma antiga mineradora. O motorista sai a pé tentando pegar carona até a localidade mais próxima para buscar ajuda no conserto do carro. Liderados pela moça que despertou a rivalidade entre os dois rapazes, os outros caminham em direção aos prédios abandonados da mineradora. Um dos três rapazes senta e lê. A moça que lidera o grupo explora o edifício e vê algo que a assusta. Ela grita; os dois rivais e a segunda moça correm para encontrá-la. Ela diz algo que provoca uma briga entre seus dois pretendentes. O rapaz com o livro se afasta desapontado com a reação dos dois amigos. O que se segue são momentos angustiantes que leva a um clímax. Neste trabalho, Brakhage explora de maneira experimental as possibilidades psíquicas que um filme em preto e branco pode expressar por meio de uma trama em que o suspense emerge a cada instante, fazendo uso competente de ângulos da câmera em contraste com as sombras, em grande estilo.

Pesquisando no Arquivo: Processos Judiciais de Desquite e de Divórcio

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capa-desquiteNeste mês, nossa indicação de pesquisa é Processo Judicial, mais especificamente Desquite e Divórcio. Você sabe a diferença entre um e outro?

O desquite é equivalente à separação judicial, nome dado à separação até 26 de dezembro de 1977. A mudança ocorreu apenas quando entrou em vigor a Lei 6.515/77, Lei do Divórcio, (clique aqui para acessar) que instituiu o divórcio de vínculo matrimonial, no Brasil.

A separação judicial pode ser consensual, quando ambos a requerem, desde que tenha havido um ano de casamento, ou litigiosa, que não exige tempo de casamento, mas um tem de provar a culpa do outro, alegando os motivos para tal separação.

O divórcio também pode ser consensual ou litigioso, podendo ser requerido por ambos ou por apenas um, desde que se prove ruptura da vida em comum, ou seja, separação de fato por mais de dois anos.

Não há limite de separações ou de divórcios, pois a pessoa pode se separar ou se divorciar quantas vezes quiser. No entanto, se o casal está apenas separado, pode se reconciliar judicialmente, já se estiver divorciado, deve casar novamente.

Em nosso acervo, há cerca de 9000 registros de Desquite (entre 1900 e 1976) e 350 de Divórcio (entre 1852 e 1937). Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

Ação Educativa em Arquivos IV: a experiência do Arquivo Público do Estado de São Paulo

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Hoje, seguindo nossa série de postagens a respeito de ações educativas desenvolvidas por arquivos, apresentamos uma ótima experiência, para não dizer exemplar experiência de instituição arquivística que construiu, ao longo de alguns anos, importantes, qualificadas e significativas atividades pedagógicas. Referimo-nos às ações educativas propostas pelo Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP).

Ações Educativas APESP

Conforme definição institucional, o Núcleo de Ação Educativa do APESP tem como atribuição elaborar programas educativos com o objetivo de aproximar o Arquivo Público do Estado de São Paulo de instituições educacionais e da sociedade em geral. Para alcançar tal objetivo, a instituição conta com uma série de atividades voltada para professores, alunos da educação básica, público especializado e público em geral. Conforme Barbosa e Silva (2012), servidoras do APESP, “todas essas ações visam atingir o usuário final da informação, seja o aluno, o professor, o pesquisador, o cidadão em geral. Sua função é a de mostrar o potencial do acervo; transformar o documento bruto em pesquisa; incitar a investigação; sugerir interpretações das fontes; produzir leituras da história, dar a conhecer o universo documental com a linguagem que o público final entende”.

Para os professores e alunos de graduação, o APESP possui três propostas: (1) Oficinas Pedagógicas, (2) O Professor no Arquivo e (3) Coleção Ensino e Memória. A primeira trata-se de oficinas nas modalidades a distância e presencial que possuem como objetivo discutir as possibilidades do uso de documentos de arquivo na sala de aula. A segunda, são oficinas temáticas a partir de documentos do arquivo que apresentem potencialidades do acervo com fonte de pesquisa e ensino. E a terceira é a elaboração e disponibilização de uma coleção cujos volumes são organizados por temáticas históricas, compostos por textos e sugestões de atividades.

Para o Ensino Fundamental e Médio são ofertadas duas atividades: (1) Ateliê Infantil, que atende às séries iniciais do Ensino Fundamental e que objetiva a sensibilização das crianças para a importância da preservação do patrimônio histórico documental; (2) Sala de aula no Arquivo, destinada às séries finais do Ensino Fundamental e ao Ensino Médio, composta por cinco aulas temáticas oferecidas a partir do acervo documental da instituição.

Uma outra frente ocupada pelo Núcleo de Ações Educativas é a construção de Exposições Virtuais, conteúdo do site que vale muito a pena ser visitado. Nelas são divulgados diferentes conjuntos documentais e sugestões de atividades para o professor utilizar em sala de aula. Até essa data, encontramos onze exposições sobre os seguintes temas: Segunda Guerra; Charges, Caricaturas e Política; Oeste Paulista; Revolução de 1932; Ferrovias Paulistas; Manuscritos na História; A revolta da Chibata; Revolução de 1924; Futebol no Brasil: das origens à popularização; Imigração em São Paulo e 30 anos da Lei de Anistia no Brasil.

Para os servidores do APESP, é por meio de tais atividades pedagógicas e culturais que o Arquivo tem conseguido “defender a importância da instituição na preservação de parte de nossa história e divulgar as potencialidades do acervo, transformando o Arquivo em uma ferramenta a serviço e à disponibilidade da sociedade” (Barbosa; Silva, 2012).

Além das ações mencionadas acima, são oferecidas ao público Visita Monitorada, divididas em visita geral e visita técnica. Da mesma forma, Oficinas Técnicas, como de Paleografia e Conservação de Acervos Bibliográficos e Iconográficos.

Cabe notar, trata-se de um trabalho de fôlego, tanto pela elaboração das diferentes atividades quanto para sua oferta permanente, talvez um dos maiores desafios para instituições arquivísticas que desenvolvam projetos educativos, como salientam Andresa, Carla e Stanley, quando a tarefa é “transformar a documentação histórica dos arquivos em produtos que dialoguem com o público escolar e a sociedade em geral, de forma a promover a sua ampla democratização” (Barbosa; Freitas; Silva, 2014).

Fontes:
Página do Arquivo Público do Estado de São Paulo, disponível em: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/
Ações Educativas a distância: relato de uma prática com professores no Arquivo Público do Estado de São Paulo de autoria de Andresa Barbosa, Carla Janaína de Freitas e Stanley Silva. Disponível em: http://rhhj.anpuh.org/ojs/index.php/RHHJ/article/view/114
Difusão em Arquivos: definição, políticas e implementação de projetos no Arquivo Público do Estado de São Paulo de autoria de Andresa Barbosa e Haike da Silva. Disponível em: http://www.revistaacervo.an.gov.br/seer/index.php/info/article/view/540/0

Acervo custodiado pelo APERS é fonte de reportagem do Jornal Zero Hora

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     Nesse sábado, dia 13 de junho, o Jornal Zero Hora publicou a reportagem RS torna Público os nomes de vítimas da ditadura que pediram indenização (clique aqui par ler), cujo conteúdo foi produzido a partir de pesquisas realizadas no Acervo da Comissão Especial de Indenização custodiado pelo Arquivo Público do RS – tal acervo foi resultado do trabalho da Comissão Especial de Indenização que recebeu e avaliou pedidos de indenização pelo Estado do RS.

     Elaborada pelo Jornalista Humberto Trezzi, além do texto mais amplo, divulgado nessa notícia, também foi publicada uma matéria especial que recebeu o nome de O Custo da Repressão – Indenizados pela Ditadura.

Reportagem Zero Hora

     Além do texto, a reportagem especial conta com um vídeo produzido a partir de imagens do acervo e de depoimento. São veiculadas informações a respeito do Catálogo Resistência em Arquivo: Memórias e Histórias da Ditadura no Brasil, disponível no site do APERS (clique aqui para acessar) como o número total de solicitações de indenização, o número de deferimentos e indeferimentos. Alguns casos particulares são apresentados aos leitores que ainda podem acessar depoimentos de Bona Garcia, Tarso Genro, Ademar Vargas de Freitas, Adair Batista Antunes e Suzana Lisboa, que se dispuseram a falar ao Jornal um pouco do contexto em que solicitaram, ou não, indenização e um pouco do funcionamento da Comissão Especial de Indenização.

     Por parte do APERS, a equipe da Zero Hora contou com o auxílio, após contato com a diretora Débora Flores, da equipe da Sala de Pesquisa e com a equipe de Pesquisa Histórica da Instituição.

Ações Educativas do APERS são divulgadas na FAPA

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Na noite do dia 12 de junho, as historiadoras do Arquivo Público do RS, Clarissa Sommer e Nôva Brando apresentaram as Ações Educativas desenvolvidas pelo APERS na Faculdade Porto-Alegrense (FAPA).

A convite da Professora Claudira Cardoso, Clarissa e Nôva conversaram com estudantes das disciplinas de Prática e Educação Patrimonial, daquela Instituição, acerca das atividades educativas desenvolvidas pelo Arquivo. Dentre elas, as ações promovidas pelo Programa de Educação Patrimonial UFRGS|APERS como as Oficinas de Educação Patrimonial, as Capacitações de Oficineiros, os Cursos para Professores, o Projeto AfricaNoArquivo e pelo Projeto APERS? Presente, Professor!.

O foco das discussões centrou-se na construção dessas atividades, uma vez que os estudantes passam pelo processo de elaboração de propostas na área de educação patrimonial que serão apresentadas nesse semestre e aplicados no próximo.

Para o APERS foi uma experiência muito gratificante, na medida em que compreendemos a importância da difusão tanto das atividades desenvolvidas pela Instituição quanto dos acervos pelo Arquivo custodiados. Acreditamos que, dessa forma, cumprimos com aquilo que consideramos uma das funções de um arquivo público: o diálogo permanente com diferentes esferas de produção de conhecimento e com a sociedade no geral.

SIARQ/RS atuando na SMARH

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     Na tarde de sexta-feira, dia 12, arquivistas da Divisão de Pesquisas e Projetos (DIPEP/APERS) e da Divisão de Protocolo, Arquivo e Informações (DIPRO/DEADM) estiveram reunidos na SMARH, enquanto órgãos integrantes do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul (SIARQ/RS).

     A visita técnica serviu para dirimir dúvidas quanto à classificação, de acordo com o Plano de Classificação de Documentos, de expedientes administrativos gerados pela Secretaria, que puderam ser manuseados, lidos e debatidos pelos servidores.

     A atividade faz parte da atuação do SIARQ/RS junto aos órgãos do Poder Executivo, visando o cumprimento da legislação estadual referente à gestão de documentos.

     Recordando que, para solicitar assessoria ao SIARQ/RS, visando implementar as normativas e os instrumentos de gestão documental, os órgãos podem entrar em contato pelo e-mail siarq-apers@smarh.rs.gov.br ou telefone (51) 3288-9114.

2015.06.17 SIARQRS atuando na SMARH

Arquivistas: Maria Cristina, Jonas, Daniele, Iara, Marta, Renata e Silvia

Nomeada nova chefia da Divisão de Pesquisa e Projetos do APERS

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2015.06.17 Jonas Ferrigolo Melo     Na última quarta-feira, dia 10 de junho, foi publicada no Diário Oficial do Estado a nomeação do arquivista Jonas Ferrigolo Melo como chefia da Divisão de Pesquisa e Projetos do Arquivo Público do RS.

   Jonas, 27 anos, integra o quadro de servidores do Governo do Estado do RS desde 2010, com lotação no Instituto Estadual do Livro (IEL) da Secretaria da Cultura. É graduado em Arquivologia desde 2009 (UFSM) e especialista em História, Patrimônio Cultural e Identidades (ULBRA).

APERS recebe a visita do Diretor do Arquivo Nacional

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     Dia 03 de junho Jaime Antunes, Diretor do Arquivo Nacional, esteve no Arquivo Público do RS. Em reunião com a Diretora do APERS, Débora Flores, e a historiadora Nôva Brando, foram pautas discussões a respeito da disponibilização de acervos no geral e, em particular, da disponibilização e digitalização dos acervos da Comissão Especial de Indenização e da Comissão Estadual da Verdade do RS via Projeto Memórias Reveladas.

     Em companhia de Débora, Nôva e das arquivistas Maria Cristina Fernandes e Aerta Moscon, o Diretor visitou as dependências do APERS, em especial o Prédio I. E, a seguir, a equipe do APERS pôde assistir uma fala de Jaime Antunes no Auditório Marcos Justo Tramontini, momento no qual foram abordadas questões relativas a políticas públicas de arquivos e a contribuição da Lei de Acesso à Informação para ampliação e consolidação dos trabalhos desenvolvidos pelos arquivos públicos, naquilo que diz respeito tanto as suas funções junto à administração, quanto à garantia de direitos aos cidadãos e à preservação da memória.

Cinema no Arquivo: Koyaanisqatsi / Curta no Almoço

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KOYAANISQATSI

    O Cinema no Arquivo projetou, no dia 28 de maio, no auditório Marcos Justo Tramontini, o filme Koyaanisqatsi, de Godfrey Reggio. Após a exibição do filme, o Professor da UFRGS, Doutor em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos, Paulo Brack, conversou com o público sobre a conservação e o uso sustentável da flora do Rio Grande do Sul e nas políticas públicas em biodiversidade. Confira algumas imagens do evento abaixo!

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CURTA NO ALMOÇO

     Na próxima quarta-feira, dia 10 de junho, a partir das 12 horas, teremos o Curta no Almoço com projeção da coletânea de curtas produzidos entre 1896 e 1906, por Alice Guy. A entrada é franca, venha prestigiar!

2015.06.03 Cartaz Alice Guy

     Esta mulher, nascida na França em 01 de julho de 1873 e falecida em 24 de março de 1968, é considerada pioneira e visionária do cinema por ser a primeira mulher a dirigir e escrever filmes experimentais, documentários e ficção narrativa.

     Nos dez primeiros anos da história do cinema ainda não havia estrutura narrativa ou estilística para a realização dos filmes, muitos gêneros surgiram e desapareceram, e os exibidores contavam com auxílio do comentador para garantir a compreensão por parte da plateia. Este período ficou conhecido como cinema de atrações. Neste contexto, Alice Guy-Blaché iniciou sua carreira cinematográfica trabalhando para Léon Gaumont, para quem produziu, roteirizou e dirigiu filmes curtos e phonoscènes, entre 1896 e 1907.

     Entre 1896 e 1920, Alice Guy dirigiu mais de quatrocentos filmes, produzindo outros mais, que incluíam efeitos sonoros sincronizados e uma infinidade de outros recursos. Também foi a primeira, até agora única, mulher a dirigir o próprio estúdio, o Estúdio Solax (Fort Lee, Nova Jersey), entre 1910 a 1914.

    Alice Guy Blache começou como secretária de Leon Gaumont, que trabalhava para um fabricante de máquinas fotográficas. Quando a empresa que trabalhavam ameaçou falir, Gaumont comprou, junto com outros, o inventário e formou em 1895 a Gaumont Film Company, uma das mais importantes empresas de cinema do mundo. Como responsável pela produção, Alice mostrou um trabalho inovador na utilização de cor, som e efeitos especiais que veio a criar o que é considerado o primeiro filme narrativo da história do cinema: “La Fée Aux Choux”, de 1896.

     Ao longo de mais de 20 anos de carreira, Alice inseriu em seus filmes situações e histórias particulares do universo feminino para questionar as obrigações sociais das mulheres, lançando mão de roteiros polêmicos que continham homossexualismo, travestismo e a liberdade da mulher em conduzir seu próprio destino.

Os Caminhos da Matriz – maio 2015

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     No último sábado, dia 30 de maio, o Arquivo Público do RS integrou mais uma edição de Os Caminhos da Matriz, participando do Roteiro 2. A atividade teve inicio na Praça da Matriz, em seguida os participantes foram encaminhados ao Palácio Piratini, onde conheceram mais sobre as peculiaridades daquela instituição.

     Após foram encaminhados Arquivo Público do RS, onde nossas guias apresentaram o conjunto arquitetônico da instituição e explanaram sobre acervos custodiados e as atividades realizadas, como as oficinas de educação patrimonial, atendimento ao usuário, entre outras. O passeio finalizou-se no Memorial do Judiciário, oportunizando os participantes conhecer a importância da preservação da memória institucional e as atividades lá desenvolvidas. Confira abaixo algumas fotografias da visita.

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     Convidamos a todos para participar da próxima edição que se realizará no dia 27 de junho, quando será oferecido o Roteiro 1: Solar dos Câmara/ Memorial do Legislativo, Museu Júlio de Castilhos e Memorial do Ministério Público.

Lançamento do livro: Genealogia de Famílias Viamonenses

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Na última sexta-feira, dia 29 de maio, o Arquivo Público do RS sediou o lançamento do livro “Genealogia de Famílias Viamonenses” de autoria de nossos pesquisadores Eliani Guimarães Vieira e Jaime de Abreu Rocha. O livro é resultado de mais de 5 anos de pesquisa, em processos custodiados pelo APERS e outras instituições, retratando a genealogia e algumas histórias curiosas e marcantes das famílias Cardoso da Silva e Vieira de Aguiar. Confira abaixo algumas fotografias do evento!

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Visitas guiadas ao APERS – Maio 2015

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No mês de maio foram realizadas 05 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS. Visitaram nossa instituição:

Dia 16: 40 alunos do Curso de Arquivologia da FURG, companhados pela professora Roberta Medeiros que ministra a disciplina de Fundamentos da Arquivologia.

Dia 19: 35 alunos do primeiro semestre do Curso de História da UFRGS, acompanhados pelo professor Benito Schmidt, que ministra a disciplina de Introdução à História. O objetivo da visita foi oportunizar aos alunos um primeiro contato com as fontes documentais primárias.

Dia 21: 7 alunos do 2° semestre do Curso Técnico em Guia de Turismo do SENAC-RS, acompanhado pelo professor Wagner de Azevedo Pedroso, que ministra a disciplina de História Aplicada ao Turismo. A visita teve por objetivo conhecer o APERS como um ponto turístico de Porto Alegre.

Dia 22: Visita com a estudante Luiza Takushi Miranda e com sua tia Márcia Eckert Miranda (que não aparece nas fotos por ser a fotógrafa!). Luiza é Lobinha e estava preparando uma especialidade sobre Genealogia.

Dia 27: 16 alunos da Escola de Ensino Social Profissionalizante (ESPRO), acompanhados pela professora Tais Bueno Dorneles, que ministra a disciplina de Documentos e Sistemas de Arquivo. O objetivo da visita foi relacionar a teoria vista em sala de aula com a prática desenvolvida no APERS, como, por exemplo as atividades de Classificação e Avaliação de Documentos.

Guias: Carlos Henrique Armani Nery, Clarissa Sommer, Iara Machado e Giglioli Rodrigues.

Sala de Pesquisa APERS

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O APERS buscando sempre prestar um bom atendimento e viabilizar o acesso a informação, abriu no último sábado, dia 30 de maio. Destacamos alguns de nossos pesquisadores:

20150530_095601Michele Coronetti, genealogista, acompanhada de sua filha, Ellen Coronetti de Paiva, 9 anos. Ellen, encantou todos os pesquisadores com sua simpatia e seu interesse nas pesquisas. Segundo, Michele, é voluntária do Family Search, desde os 7 anos de idade, e gosta muito de acompanhá-la nas pesquisas e, após, indexando os dados na árvore genealógica.

2015.06.03 Sala de pesquisa 2.1Contamos, também, com a presença da pesquisadora Márcia de Moraes Lisbôa, 56 anos, bióloga. Márcia, ao ouvir de seus familiares que seria parente do escritor gaúcho Érico Veríssimo, iniciou sua pesquisa genealógica e ficou surpresa ao comprovar a hipótese: “no sábado, dia 30 de maio de 2015, pesquisando sobre antepassados, encontrei o Inventário de um parente comum, meu e também do escritor Érico Veríssimo. Agradeço muito o auxílio prestado pela Caroline, Giglioli e demais funcionários do Arquivo Público do Rio Grande do Sul para a localização deste documento!” (Marcia).

APERS em Números – Maio 2015

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Confira alguns dados referentes aos serviços realizados no APERS durante o mês de maio:

  • Usuários Atendidos: 683
  • Atendimentos aos usuários: 1.207
  • Reprodução de documentos: 928
  • Visitas guiadas: 04
  • Visualizações blog: 10.594

Veja abaixo gráfico com os quantitativos diários de atendimento aos usuários referente ao mês de maio:

2015.06.03 APERS em números

Clique aqui e saiba mais sobre os serviços que o APERS presta a comunidade.

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