Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS 2016: escolas contempladas

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2016.01.20 para Regulamento PEP 2016

Hoje compartilhamos a lista das escolas contempladas para participação no Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS em 2016, conforme o regulamento anteriormente divulgado. Confira a lista das escolas a seguir:

1 – Escola Estadual Fernando Gomes (Porto Alegre)
2 – Colégio Estadual Augusto Meyer (Guaíba)
3 – Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva (Porto Alegre)
4 – Escola Estadual de Ensino Fundamental Érico Veríssimo (Porto Alegre)
5 – Escola Estadual de Ensino Fundamental Planalto Canoense (Canoas)
6 – Colégio Estadual Paraná (Porto Alegre)
7 – Colégio Romano Senhor Bom Jesus (Porto Alegre)
8 – Colégio Romano São Mateus (Porto Alegre)
9 – Colégio Romano Santa Marta (Porto Alegre
10 – Escola Municipal de Ensino Fundamental Wenceslau Fontoura (Porto Alegre)
11 – Escola Municipal de Educação Básica Alberto Santos Dumont (Sapucaia do Sul)
12 – Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboim (EJA) (Sapucaia do Sul)
13 – Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboim (Sapucaia do Sul)
14 – Escola Municipal de Educação Básica João de Barro (Sapucaia do Sul)
15 – Colégio de Aplicação da UFRGS (Porto Alegre)
16* – Escola Municipal de Ensino Fundamental Anisio Teixeira (Porto Alegre)
17* – Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Ferreira de Abreu (Porto Alegre)
18* – Escola Estadual de Ensino Médio Rafaela Remião (Porto Alegre)
19* – Escola Estadual de Ensino Médio Baltazar de Oliveira Garcia (Porto Alegre)
20* – Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Vicente (Viamão)
21* – Escola Estadual de Ensino Fundamental Vila Cruzeiro do Sul (Porto Alegre)
22* – Escola Técnica Estadual Frederico G. Schmidt (São Leopoldo)
23* – Escola Municipal de Ensino Fundamental São Pedro (Porto Alegre)
24* – Escola Municipal de Ensino Fundamental Jerônimo Porto (Viamão)
25* – Escola Estadual Padre Nunes (Gravataí)
26* – Escola Estadual de Ensino Municipal Polisinos (São Leopoldo)
27* – Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Oswaldo Aranha (Porto Alegre)
28* – Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza (Alvorada)

 * Inicialmente prevíamos inscrever até 15 escolas, mas devido à grande procura e interesse, estamos adaptando nossa agenda para acolher o maior número de escolas e turmas possíveis! Entretanto, a partir da 16ª (décima sexta) escola inscrita, de acordo com a ordem de recebimento da documentação, não está garantido o agendamento para todas as oficinas solicitadas. A quantidade e datas por escola serão definidas através de contato telefônico nos próximos dias.

Dúvidas podem ser elucidadas pelo e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br.

Agradecemos a participação de todas e todos!

AAAP Convida: Galeto de Confraternização

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2016.03.30 Evento AAAP

Expediente do APERS no feriado de Páscoa

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2016.03.23 Expediente APERS

Regulamento PEP 2016: divulgação do resultado final sairá apenas na próxima semana

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2016.01.20 para Regulamento PEP 2016

    Conforme divulgamos amplamente através do Regulamento PEP 2016, acabou nesta segunda-feira, dia 21 de março, o prazo para envio da documentação necessária à seleção das escolas que serão atendidas este ano nas oficinas realizadas pelo Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS (PEP).

    O regulamento previa que hoje, 23 de março, seria divulgada a lista das escolas contempladas, e que entre os dias 24 e 30 de março entraríamos em contato por telefone com cada uma delas para agendar as datas de oficinas. Entretanto, devido a grande procura que tivemos, informamos que o prazo para divulgação da lista final será estendido até o dia 30/03. Esperávamos ser procurados por cerca de 15 escolas, mas recebemos inscrição de 27, o que torna necessário mais tempo para organizar os documentos recebidos e tentar contemplar o maior número de escolas, professores e estudantes na agenda anual.

   Neste sentido, informamos também que não haverá prorrogação das inscrições. Contamos com a compreensão de todas e todos. Estejam atentos às notícias do blog, já que ao longo do ano divulgaremos outras ações oferecidas pelo PEP, como o curso de formação para professores.

Coletânea da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor!

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Capa Coletanea    Como encerramento da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor – Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas, o Arquivo Público lança a publicação de uma Coletânea com seis propostas pedagógicas publicadas no Blog ao longo do ano de 2015 (clique aqui para acessar). Todas elas estão organizadas a partir do eixo temático História e Educação em Direitos Humanos, no qual a ideia de que o conhecimento histórico, construído a partir de vestígios do passado, no caso específico aqui, de documentos salvaguardados pelo Arquivo, pode contribuir para uma educação em direitos humanos.

    Para construí-las, a equipe do projeto utilizou como fonte documentos dos Acervos do Poder Executivo, do Poder Judiciário e do Tabelionato. Cada uma dessas publicações foi elaborada a partir de olhares mais específicos dentro do eixo temático. São elas: (1) Ditadura e Democracia: perseguições e participações políticas; (2) Relações de Gênero: construindo a equidade; (3) Relações Étnico-raciais no Brasil; (4) Democracia e a garantia dos direitos políticos; (5) Segurança Pública e Integridade Física: um direito de todos; (6) A luta pela terra e o direito à propriedade.

   Esperamos que a temática do eixo e seus assuntos específicos promovam importantes discussões e que auxiliem no desenvolvimento de importantes competências e habilidades junto aos alunos; que a partir das fontes arquivísticas, de outras fontes incorporadas nas propostas, das atividades e leituras sugeridas, ocorram aprendizagens significativas capazes de promover o respeito, a defesa, a proteção, e a construção de uma cultura dos Direitos Humanos.

APERS lança a Exposição “Porto Alegre Imaginada: conexões entre o APERS e a Cidade”

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    Na noite desta terça-feira, 22 de março, o Arquivo Público promoveu o lançamento da exposição “Porto Alegre Imaginada: conexões entre o APERS e a Cidade”, evento que faz parte das comemorações dos 110 anos da instituição. A mostra apresenta alguns documentos do acervo do APERS que dialogam com o imaginário da cidade, são registros que podem nos remeter a locais e pessoas, à rivalidade Gre-Nal, ao cenário político e cultural, entre outros temas, contendo, assim, informações que fazem parte do jogo infinito de significações resultantes de nossa vida social.

    A exposição foi inspirada no conteúdo do livro “Porto Alegre Imaginada” (dos autores Nilda Jacks, Valdir Morigi e Lizete Dias de Oliveira), o qual faz parte do Projeto Culturas Urbanas na América Latina e na Espanha a Partir de seus Imaginários Sociais. O livro apresenta a relação dos porto-alegrenses com sua cidade e foi elaborado por meio de uma dedicada pesquisa a fim de identificar as diferentes dimensões na construção do imaginário urbano porto-alegrense.

     Logo após a abertura da exposição, houve uma mesa de debates no Auditório Marcos Justo Tramontini, com a presença dos autores do livro e coordenadores do projeto Profª. Drª. Nilda Aparecida Jacks e Prof. Dr. Valdir José Morigi, os quais apresentaram “A Porto Alegre dos porto-alegrenses” e com a participação de Luis Fernando Herbert Massoni – Mestrando no Programa de Pós-graduação em Comunicação e Informação/UFRGS, que apresentou “A Cidade e suas Memórias nas Redes Sociais”.

    Os palestrantes discorreram sobre o imaginário urbano de nossa cidade, formado a partir de como as pessoas vivenciam, percebem e interpretam Porto Alegre, constituindo as nossas representações urbanas, significações coletivas que participam na construção de nossa identidade e estão relacionadas ao modo como enxergamos nossa cidade.

    A exposição pode ser visitada no Arquivo Público do RS até o dia 22 de abril, no Espaço Prof. Joel Abílio Pinto dos Santos, de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 17h, sem fechar ao meio dia. A entrada é gratuita!

APERS 110 anos: mesa de debate e lançamento da exposição Porto Alegre Imaginada

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Cartaz Exposição POA Imaginada

Revisitando as Mostras de Pesquisa APERS I

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2016.03.16 Mostras de Pesquisa

     Neste ano de 2016, chegaremos a 13ª Edição da Mostra de Pesquisa APERS, evento que ocorrerá em setembro (acesse o regulamento aqui). Nas doze edições passadas, muito conhecimento foi construído, discutido, problematizado e publicado. Por isso, do mês de março até o mês do evento, vamos revisitar os eventos anteriores por meio da divulgação de alguns dos artigos que foram publicados nos Anais das Mostras, a partir da sua quinta edição. Selecionamos seis temas, desde os mais recorrentes até assuntos abordados recentemente pela historiografia.

     Vamos começar pelas apresentações que abordaram a temática da Escravidão e da Liberdade, assunto que marcou forte presença na V Mostra de Pesquisa, realizada no ano de 2007. As apresentações resultaram em sete artigos bastante qualificados.

     O primeiro, de Jônatas Caratti, investigou as apreensões de negros livres no Estado Oriental do Uruguai a partir da trajetória da crioula oriental Faustina, nascida livre no Uruguai em 1843. Ela foi trazida do Uruguai para a Província de São Pedro durante uma incursão militar e levada a Jaguarão onde foi vendida como escrava. Posteriormente foi para Pelotas onde foi vendida mais duas vezes. O objetivo do autor foi perceber as motivações que levaram a sequestros de negros livres uruguaios, a partir das experiências vividas por Faustina.

     Gabriel Aladrén apresentou algumas experiências de libertos no RS no início do século XIX, a partir de fragmentos da trajetória do preto forro Pedro Gonçalves, registrados em um processo criminal aberto após seu assassinato e em inventários post-mortem. As atividades econômicas, a constituição do patrimônio de Pedro, bem como as relações que travava com escravos e homens livres são ressaltadas no texto. Jovani Scherer aborda a formação da população escrava no sul do Rio Grande. Utiliza inventários produzidos entre os anos de 1825 e 1860 e um resumo da população escrava de 1842 e dedica atenção especial ao inventário do preto forro Joaquim de Antiqueira, que, na sua trajetória, conforme o autor, carrega consigo diferentes aspectos da experiência africana ao conquistar a liberdade e tornar-se senhor de escravos. Gabriel Berute, desde uma pesquisa quantitativa, analisou a concentração do tráfico rio-grandense entre os anos de 1790-1825. Utilizou guias de transportes de escravos e despachos e passaporte escravos. Apontou que, na localidade, o tráfico de cativos tinha como característica a presença de um elevado número de pequenos comerciantes não especializados, responsáveis pelo funcionamento desse mercado.

     Sherol dos Santos apresentou a pesquisa realizada para a elaboração do relatório sócio-histórico-antropológico de reconhecimento e delimitação da Comunidade Remanescente de Quilombo da Mormaça. Esse relatório, nos termos da Instrução Normativa nº 20 (IN20/2005), elaborado a partir do convênio entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e o Núcleo de Antropologia e Cidadania da UFRGS (NACi/UFRGS), garantiu o atendimento à demanda da comunidade. Arilson dos Santos Gomes levantou questões sobre a visibilidade negra, partindo de informações e imagens sobre o Primeiro Congresso Nacional do Negro (1958) presentes em três jornais de Porto Alegre. Por fim, Jonas Vargas, Paulo Moreira, Daniela de Carvalho e Sherol dos Santos problematizaram a trajetória de um homem negro, Aurélio Viríssimo de Bittencourt (1849-1919) que nas suas redes de relações sociais, políticas e intelectuais, que passava pelas Irmandades e Palácios, ascendeu socialmente em um mundo hegemonicamente branco.

     A temática da escravidão e da liberdade esteve, desde a V Mostra, presente em todas as edições do evento. Não fosse os limites dessa publicação, poderíamos mencionar todas as pesquisas (fica o convite ao leitor!). Entretanto, vamos divulgar alguns artigos de todos os Anais que sucederam.

     Na VI Mostra, realizada em 2008, Melina Perussato analisou as alforrias registradas nos livros de notas de Rio Pardo/RS, a partir da segunda metade do século XIX, em especial as condicionadas à prestação de serviços. A carta sob contrato de serviço, segundo a autora, poderia ser vista como um mascaramento de uma outra relação de trabalho que atrelava o ex-escravo ao ex-senhor por uma dívida prevista nos registros dos livros de notas. Já na VII Mostra, a mesma autora discutiu possibilidades de agência de escravos e libertos em busca de direitos nos espaços jurídicos-legais nos anos finais do cativeiro. A partir do caso da negra Rosa, ocorrido no município de Rio Pardo/RS, a autora defende que a justiça era um espaço possível para a conquista da liberdade bem como espaço privilegiado para a identificação de posicionamentos e atitudes de autoridades jurídicas e funcionários público no que tange à libertação de escravos.

     Em 2010 na VIII Mostra, Vinicius de Oliveira atentou para a presença escrava em Bagé no século XIX. Tal pesquisa foi um recorte de uma investigação maior realizada no ano de 2007 para a elaboração de relatório histórico-antropológico para identificação e delimitação do território remanescente de quilombo “Com unidade de Palmas”. Como resultado, evidenciou que a gênese desta comunidade remonta ao período final da escravidão e a um contexto de relações de trabalho e resistência frente a famílias pecuaristas, proprietárias de grandes quantidades de terra.

     Na IX Mostra de Pesquisa, no ano seguinte, Jaqueline Brizola, investigou o perfil dos escravos acometidos por moléstias diversas em Porto Alegre no contexto do fim do tráfico negreiro no Brasil a partir de pesquisa no arquivo da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. A autora percebeu haver nas enfermarias um número elevado de homens, jovens, nascidos provavelmente em algum ponto do continente africano, que portavam doenças infecto-contagiosas. Para que fossem atendidos, seus proprietários pagavam pela internação, conforme a autora, na tentativa de evitar que seus investimentos fossem perdidos.

     Na X Mostra de Pesquisa, Maximiliano Meyer, analisou um processo-crime no qual Nazário, um jovem escravo, menor de idade, assassinou sua senhora e após isso foi capturado e julgado e que mesmo tendo todos os atributos necessários à pena capital, teve seu castigo comutado em açoites. Conforme o autor, os autos processuais revelam ricas informações para análises de questões variadas relativas à escravidão, tais como valores das peças, quantidades de cativos nos planteis, por exemplo.

    Em 2013, Natália Garcia Pinto, apresentou na XI Mostra, um artigo que problematizou a dicotomia existente na visão sobre a dinâmica econômica da sociedade pelotense que separa de um lado senhores do charque e do outro, trabalhadores escravizados. Por fim, na XII Mostra, evento ocorrido no ano de 2014, Marina Haack analisou os registros de casamento dos escravos da freguesia Madre de Deus de Porto Alegre entre os anos de 1772 a 1822, sobre os quais afirmou que o casamento entre os livres eram numericamente superior aos dos cativos, que, no entanto, aumentou a cada década, indícios da importância do casamento entre a população cativa.

     E isso foi apenas uma amostra de todo o conhecimento compartilhado nesses doze anos de Mostra acerca dessa e de muitas outras temáticas. Que venham mais doze!!!

* Além de disponibilizadas no site e no Blog do Arquivo, as publicações da Mostra de Pesquisa podem ser adquiridas junto ao balcão de atendimento do APERS.

Após confraternização e pré-estreia entre servidores, vídeo institucional do APERS é lançado!

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     Na manhã de ontem, 15 de março, as servidoras e os servidores do APERS tiveram um momento de confraternização em comemoração ao aniversário do APERS: café coletivo seguido pela pré-estreia do vídeo institucional. Foi um momento de descontração e reconhecimento pelo trabalho de cada um para que a instituição se mantenha viva e atuante.

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     Logo após, no turno da tarde, foi a vez de lançar o vídeo para o público. Assista você também, embarque nessa visita pelo APERS e compartilhe!

 

Na próxima terça-feira: lançamento de nosso vídeo institucional!

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Cartaz Video Institucional

Aniversário do APERS e lançamento da publicação PEP em Revista!

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Selo APERS 110 anos finalA noite de ontem foi de celebração e alegria no Arquivo Público do RS: na data em que o APERS comemorou seus 110 anos, recebemos o carinho da comunidade e de autoridades, em uma atividade abrilhantada pela maravilhosa apresentação da Orquestra Villa-Lobos e pelo lançamento da publicação PEP em Revista: O Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS, que registra o trabalho desenvolvido entre 2009 e 2015 na parceria entre o Arquivo e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A solenidade de abertura do evento contou com a participação da tesoureira da Associação dos Amigos do APERS, Sônia Burnet, da diretora do APERS, Débora Flores, da Vice-Pró Reitora de Extensão da UFRGS, Cláudia Aristimunha, e do Secretário de Estado da Modernização Administrativa e dos Recursos Humanos, Eduardo Oliveira. Todos registraram a importância da preservação do patrimônio salvaguardado pelo APERS, a valorização de sua história e serviços prestados à sociedade, assim como a centralidade da parceria com a UFRGS para ampliar a difusão e o acesso a tudo isso. Também foram saudados o presidente da AAAP, Daniel Leite, a presidente da Associação dos Arquivistas do RS, Flávia Conrado, a tenente Berenice Zemper, representando o Comando da Brigada Militar, o diretor-geral do DETRAN, Ildo Mário Szinvelski, o presidente do IPERS José Alfredo Parode, a diretora do Instituto Cultural Kizomba, Maria Luisa Rodrigues e o diretor do Departamento de Perícia e Saúde do Trabalho da SMARH, Henrique Abraão.

Em seguida, tendo como cenário o belo pátio interno da instituição, apreciamos a apresentação da Orquestra Villa-Lobos, regida pela professora Cecília Silveira, e composta por cerca de 40 crianças, adolescentes e jovens atendidos pelo programa de educação musical desenvolvido a partir da Escola Municipal Heitor Villa-Lobos, na Lomba do Pinheiro, bairro da zona leste de Porto Alegre. O grupo executou um repertório emocionante, que percorreu referências da música popular, com clássicos de George Harrison, Cartola, Ari Barroso e a empolgante Olhos Coloridos, conhecidíssima na voz de Sandra de Sá. Para conhecer mais sobre esse lindo projeto, desenvolvido com muita dedicação e amor há 23 anos, clique aqui. Mais uma vez registramos nosso agradecimento e reconhecimento a cada membro da Orquestra!

Foto divulgação ascom smarh

Logo após, o público encaminhou-se ao auditório Marco Justos Tramontini para o momento oficial de lançamento da publicação, apresentada sob diversas perspectivas: através da experiência da professora Claudira do Socorro Cardoso, pós-doutoranda na área de Patrimônio pela UFSM, graças a quem foram iniciadas as relações entre APERS e UFRGS na área de Educação Patrimonial, ainda em 2008, quando a professora atuava como docente da disciplina de Estágio em Educação Patrimonial no curso de História da UFRGS, e procurou a direção do Arquivo para estabelecer o trabalho conjunto; pelos olhos da historiadora Clarissa Sommer Alves, que atua no APERS desde 2009, quando o Programa de Educação Patrimonial estava nascendo, e segue envolvida diretamente com a coordenação destas atividades ao longo desses anos; e pelas reflexões de Carla Simone Rodeghero, professora da graduação e do PPG em História da UFRGS, atual coordenadora do PEP UFRGS-APERS enquanto programa de extensão universitária, que vem se dedicando, junto à equipe do APERS e aos professores Igor Salomão Teixeira (História/UFRGS) e Vanderlei Machado (Colégio de Aplicação UFRGS) não apenas à captação e execução de recursos através de editais do Ministério da Educação que incentivam ações de extensão, mas também à organização de formações para graduandos e professores, à qualificação das oficinas voltadas à educação básica e seus materiais pedagógicos, etc.

2016.03.08 APERS 110 anos (62)

Para fechar a noite, após as falas a revista foi distribuída aos presentes, e todos e todas fizeram um brinde ao trabalho desenvolvido, desejosos de que ele se mantenha nos próximos anos.

2016.03.08 APERS 110 anos (65)

Esta foi uma intensa primeira terça-feira de atividades em comemoração aos 110 anos. Siga acompanhando a nossa programação! Clique aqui e veja mais fotos do evento.

Atendimento APERS: horário de expediente diferenciado

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2016.03.09 Expediente APERS

Pesquisando no APERS: Quando o campo é o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS)

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     A proposta, ao longo deste ano, é fazer breves apresentações de documentos – custodiados pelo Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS) – com a finalidade de instigar a curiosidade do pesquisador e fornecer possibilidades de pesquisa ou sugestões de temas/assuntos utilizando fontes primárias para a área das Ciências Sociais e Humanas. Sem a pretensão do rigor científico da academia, nossa ação é especulativa, uma vez que apresentaremos documentos “brutos”. O universo de pesquisa é imenso! São mais de 24 milhões de documentos distribuídos em 3 acervos: legislativo, executivo e judiciário. Neste último, por exemplo, há uma infinidade de tipologias a serem pesquisadas e muitas vezes, desvendadas.

     Pode causar um certo estranhamento, pois não é tradição na Antropologia realizar pesquisa em arquivos. Mesmo sem aquela interação com o informante, a leitura corporal, a entonação das vozes, os silêncios entre os diálogos, há outros elementos que entram em cena para uma “leitura” de determinado fato, num certo período de tempo: a investigação, a capacidade de relacionar fontes, a busca em vários acervos diferentes e a pesquisa histórica para entender o contexto em que foi criado aquele documento.

     Embora nem sempre encontraremos anexos nos documentos (mapas, fotos, recortes de jornais e outros), quando isso acontece, o resultado também é surpreendente. Parece que um assunto “puxa” outro e trabalhar numa perspectiva transdisciplinar é a mais indicada.

     Assim, “[…] o documento escrito constitui uma fonte extremamente preciosa para todo pesquisador nas ciências sociais. Ele é, evidentemente, insubstituível em qualquer reconstituição referente a um passado relativamente distante, pois não é raro que ele represente a quase totalidade dos vestígios da atividade humana em determinadas épocas. Além disso, muito frequentemente, ele permanece como o único testemunho de atividades particulares ocorridas num passado recente.” (CELLARD, 2008: 295)

     Iniciaremos com um processo judicial de exibição de autógrafos. Ano: 1923 Comarca: Porto Alegre.

     O processo foi movido porque o português, Alberto, comerciante e proprietário e um cinema no bairro Tristeza, sentiu-se ofendido com a coluna intitulada “Tristeza” (uma alusão ao bairro onde se situava o cinema). Esta foi publicada no jornal “A Sogra” no de 1923, na cidade de Porto Alegre.

     Na leitura do processo, encontramos 3 exemplares do jornal, do mesmo ano, citado acima. Colorido e monocromático, impressos a cada edição, numa cor diferente da anterior, eram publicados aos sábados, por isso, foram chamados de semanários.

2016.03.09 Pesquisando no Arquivo (2)     Chama atenção a impecável diagramação, as charges e o intenso noticiário da vida quotidiana da cidade. Logo na capa, há avisos aos leitores: “critica sem offensa” e “liberdade sem abuso”. Com muito humor e em tom novelesco há relatados minuciosos da vida privada em ambiente público na capital do Estado. Sendo a tiragem semanal 12 mil exemplares, um número significativo, pois estima-se que naquele período a cidade tinha 150 mil habitantes. Ninguém assina as matérias. A única forma de contato com os autores é o endereço de uma caixa postal: 581.

    Lendo as colunas e observando as charges é possível inferir dados sobre as regras de convivência da época, a preocupação com os valores morais alheios, a cultura, as transgressões, ou pequenos furtos, as noções bem definidas entre o público x privado, e as peculiaridades de uma capital ainda em formação.

    Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

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*Título inspirado no seminário da Fundação Getúlio Vargas e pelo Laboratório de Antropologia e História do IFCSNFR, com o apoio da Associação Brasileira de Antropologia. Atualizado em 25 e 26 de novembro de 2004 pelo CPDOC.

110 anos do APERS: Lançamento “PEP em Revista” e concerto Orquestra Villa-Lobos

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Cartaz 110 anos Lançamento PEP final

Participe do ato de comemoração dos 110 anos do APERS!

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2016.03.02 Convite oficial

Clique na imagem para ampliar.

Sábado de funcionamento da Sala de Pesquisa do APERS – Março 2016

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2016.03.02 Sala de pesquisa

APERS em Números – Fevereiro 2016

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Confira alguns dados referentes aos serviços realizados no APERS durante o mês de fevereiro:

– Usuários atendidos:

– Cidadão: 381

– Usuários internos: 05

– Pesquisadores: 71

– Novos pesquisadores: 32

– Atendimentos aos usuários:

– Cidadão: 431

– Usuários internos: 15

– Pesquisadores: 432

– Indexação Sistema AAP: 518

– Visualizações blog institucional: 9.257

Veja abaixo gráfico com os quantitativos diários de atendimento aos usuários referente ao mês de fevereiro:

2016.03.02 APERS em Números

Gráfico de atendimentos mensais realizados aos usuários do APERS em fevereiro.

Clique aqui e saiba mais sobre os serviços que o APERS presta a comunidade.

Atividades SIARQ/RS – Fevereiro 2016

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2015.02.25 SIARQRS

Enquanto Órgão Gestor do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul – SIARQ/RS, o APERS atua para efetivar a gestão documental nos órgãos do Poder Executivo. Durante o mês de fevereiro os arquivistas e servidores participaram de reuniões de assessoria técnica, reuniões de comitês e grupos de trabalho, que listamos abaixo:

Dia 16: as arquivistas estiveram reunidas com servidoras da Secretaria da Educação (SEDUC), conversaram sobre as atividades do Setor de Arquivo e a necessidade de implementar a gestão documental. Participantes: Leticia Koetz Luiz, Gabriela Giambastiani, Marisa Fabiane dos Santos Xavier (SEDUC), Renata Vasconcellos, Silvia Soares (APERS).

Dia 17: o arquivista Jonas Ferrigolo esteve reunido com a servidora Andréia Santi e prestou assessoria para a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPA) referente a definição dos Assuntos e Tipos de Assuntos para o Sistema PROA.

Dias 17, 22 e 26: o Arquivo Público esteve representado pelos arquivistas Jonas Ferrigolo e Iara Gomide, nas reuniões sobre a preservação do acervo documental relacionado ao Castelo de Pedras Altas, atendendo a solicitação do Promotor de Justiça da Promotoria de Justiça de Bagé, Dr. Everton Luís Resmini Menezes. Segundo o Inquérito Civil, que tramita na referida Promotoria de Justiça, o acervo corre sério risco de sofrer perdas irreparáveis. Vários órgãos estão participando desta ação para salvamento do acervo: Memorial do MPRS; IPHAN; IPHAE; SEDAC; APERS; MPRS; AHRS; Curso de Graduação em Arquivologia da UFRGS.

Dia 18: Os servidores do Arquivo Público, Jonas Ferrigolo e Denise Hogetop participaram da Sala de Gestão do PROA, no Centro de Treinamento da PROCERGS. A Sala de Gestão consiste em explicar aos administradores do Sistema PROA em cada órgão do Estado, como se atribui assuntos no sistema e como funcionará a gestão documental de documentos híbridos (papel e eletrônico). Além disso, os servidores explicam a classificação documental segundo os instrumentos do SIARQ/RS.

Dias 18 e 22: o arquivista Jonas Ferrigolo participou das reuniões do Comitê Gestor do PROA, realizadas na Sala de Gestão da SMARH, onde trataram sobre o andamento das demandas e definição de prioridades do Sistema PROA.

Dia 22: a arquivista do APERS prestou assessoria para a Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Regional (SEPLAN). Foram dirimidas dúvidas quanto à classificação de expedientes administrativos e, além disso, houve um treinamento sobre a realização da transação de eliminação dos expedientes administrativos no Sistema SPI. Participantes: Bianca Pereira Zotti, Leocadia Nunes Jung. (SEPLAN), Silvia Soares (APERS).

Dia 25: nesta data a arquivista Silvia Soares recebeu, no APERS, a servidora Maysa Montibeller da 6ª CRE de Santa Cruz do Sul, Secretaria da Educação (SEDUC). Na reunião conversaram sobre a legislação arquivística vigente, os procedimentos de gestão documental, como o uso dos instrumentos arquivísticos PCD e TTD e eliminação de documentos.

Dia 26: o arquivista Jonas esteve reunido com servidores da Secretaria da Segurança Pública (SSP) para conversarem sobre a definição de Assuntos e Tipos de Assuntos para o Sistema PROA. Participantes: Ana Blini, Thiago Albeche (SSP), Jonas Ferrigolo (APERS).

Durante o mês de fevereiro, foram recebidos na caixa do e-mail assuntos-proa@smarh.rs.gov.br aproximadamente 140 e-mails, de diversos órgãos, referentes a solicitações, esclarecimentos de dúvidas com relação à atribuição de assuntos no Sistema PROA.

Para solicitar assessoria ao SIARQ/RS, visando implementar as normativas e os instrumentos de gestão documental, pode entrar em contato pelo e-mail siarq-apers@smarh.rs.gov.br ou telefone (51) 3288-9114.

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