XIII Mostra de Pesquisa – Modalidade Ouvinte, inscreva-se!!!

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Já começaram as inscrições na modalidade ouvinte para a XIII Mostra de Pesquisa do APERS, evento que acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de setembro no Arquivo Público. Para se inscrever basta enviar um e-mail para mostradepesquisa@smarh.rs.gov.br com o nome completo e um e-mail para contato.

2016.05.25 Inscrição Ouvintes

Participe do XIII Encontro Estadual de História da ANPUH-RS!

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XIII EEH ANPUH RS

Conforme divulgamos anteriormente, o APERS está colaborando com a comissão organizadora do XIII Encontro Estadual de História, promovido pela ANPUH-RS, evento que ocorrerá entre os dias 18 e 21 de julho de 2016, na UNISC, em Santa Cruz do Sul, e terá como tema “Ensino, democracia e direitos”.

Hoje escrevemos para lembrar a todas e todos os possíveis interessados que se encerra neste domingo, 29 de maio, o prazo para inscrição de trabalhos nos simpósios temáticos e pôsteres de iniciação científica. Clique aqui para obter mais informações. Participe!

Já as inscrições para participação em oficinas e mini-cursos, e para ouvintes, vai até o dia 10 de julho. Após esta data, as inscrições serão feitas somente no local, sujeitas à disponibilidade de vagas. Aproveitamos para divulgar oficina que está sendo oferecida pela historiadora Clarissa Sommer, servidora do APERS, intitulada “Democracia e direitos humanos no ensino de História a partir de fontes documentais”.  Para saber mais, clique aqui.

Ação Educativa em Arquivos IX: serviço educativo do Arquivo Nacional da Torre do Tombo

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Torre do TomboRetomando nossa série de postagens sobre ação educativa em arquivos, hoje abordamos as atividades desenvolvidas pelo Arquivo Nacional da Torre do Tombo, localizado na cidade portuguesa de Lisboa, instituição importantíssima para pesquisadores do mundo inteiro, que abriga acervo milenar e, em muitos aspectos, intimamente relacionado à história do Brasil e dos demais países que foram colônias portuguesas.

Sua data de criação é incerta, e remonta ao século XIV. A mais antiga certidão expedida é de 1378. Desde então até o ano de 1755 funcionou como Arquivo do rei e dos seus vassalos, da administração do reino e das possessões ultramarinas, servindo à administração régia, emitindo certidões e franqueando a consulta a poucos pesquisadores. Apenas no século XIX as atribuições do Arquivo alargaram-se à formação de funcionários e ao ensino da Diplomática, em um processo que pouco a pouco trouxe a compreensão contemporânea do Arquivo como instituição voltada à sociedade.

Hoje, como um dos arquivos de âmbito nacional da rede portuguesa de arquivos, é subordinado à Direcção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, serviço central da administração direta do Estado português, que por sua vez é integrado à Secretaria de Estado da Cultura. Tem investido em sua difusão por meio do Serviço Educativo, compreendido como uma necessidade para fazer valer os dispositivos legais que reconhecem o papel sócio cultural dos arquivos e do patrimônio por eles salvaguardados, conforme podemos acompanhar através do artigo “Conhecer e visitar: o Serviço Educativo do Arquivo Nacional da Torre do Tombo”, de Maria de Lurdes Henriques.

Em um cenário marcado pela visão de que os arquivos seriam instituições eminentemente voltadas a apoiar a administração pública e atender a demanda de pesquisadores, nos quais pouco ou nenhum espaço sobraria para a educação. Maria de Lurdes enfatiza o esforço que fora empreendido nos últimos 10 anos, até mesmo entre os profissionais da área, para convencer sobre a necessidade de ir além das visitas tradicionalmente oferecidas ao público interessado em conhecer o Arquivo, passando a assumir uma postura pró ativa no campo da educação para a cidadania, buscando atrair novos públicos e atuando de forma articulada às escolas, afinal, somente é possível valorizar e divulgar aquilo que se conhece.

No caso português, o ainda jovem Serviço Educativo passou a oferecer “visitas temáticas apoiadas em textos didáctico-pedagógicos, complementados por documentos seleccionados, que poderão ser visualizados em diferentes suportes, do original ao digital”. São abordados temas como as origens e evolução da Língua Portuguesa; literatura e censura literária; formação e evolução do Estado Português; minorias étnicas e religiosas, entre muitos outros.

Guardar-memorias_abrir-caminhosO primeiro produto editado e publicado pelo Serviço como material de apoio voltado a um público amplo, especialmente de professores e estudantes, foi o “Guia jovem: Guardar memórias… Abrir caminhos…”, distribuído gratuitamente em todas as bibliotecas escolares. Igualmente, passou-se a criar e produzir exposições e mostras documentais, como polo dinamizador para as visitas e a interação com o público, já que estas permitem abordagens diversificadas, com a construção de diálogos que dependem muito dos saberes e interesses trazidos pelos visitantes.

No mesmo sentido, o Arquivo assinou protocolo de colaboração entre a Direcção Geral de Arquivos e a Direcção Geral do Desenvolvimento e Inovação Curricular, por meio do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares, que coordena mais de 2 mil bibliotecas escolares, tendo como objetivo a sensibilização dos professores responsáveis pelas bibliotecas para as potencialidades pedagógicas e para a relevância dos recursos de informação disponíveis nos arquivos. Se as experiências cotidianas demonstravam que os professores muitas vezes não consideravam os arquivos como locais a visitar, tal como seriam bibliotecas, museus, monumentos ou sítios arqueológicos, o importante seria cativar e demonstrar o contrário. Esta proximidade com os professores tem sido valorizada em cada ação, especialmente no planejamento, construção e realização das visitas, pensadas de acordo com o perfil e os interesses dos grupos, em diálogo desde o agendamento, passando pela troca de materiais preparatórios, até a visita em si.

Maria de Lurdes também registra que a dedicação da instituição à digitalização de documentos contribuiu para a efetivação do Serviço Educativo, ao viabilizar a ampliação do acesso sem prejudicar a conservação dos originais.

Conhecer um pouco mais sobre as experiências portuguesas, em um país ibérico onde a arquivística é bastante desenvolvida, nos dá mais fôlego para seguir a diante na consolidação de nosso próprio serviço educativo, demonstrando que estamos na direção correta!

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Referência:

HENRIQUES, Maria de Lurdes. Conhecer e visitar: o Serviço Educativo do Arquivo Nacional da Torre do Tombo. ALA, n.27, 2012: 7° SIAT. Disponível em http://docplayer.com.br/4894782-Conhecer-e-visitar-o-servico-educativo-do-arquivo-nacional-da-torre-do-tombo.html, acesso em 24 mai 2016.

APERS é tema de reportagem do jornal Band Cidade

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2016.05.25 APERS é tema de reportagem do Jonal Band CidadeNo último dia 18 o Arquivo Público do RS integrou a reportagem “Mito ou verdade: confira os mistérios que envolvem os túneis da Capital” do Jornal Band Cidade do Grupo Bandeirantes. Na matéria o repórter Ticiano Kessler e o cinegrafista Rogério Aguiar exploraram instituições por onde passariam os túneis subterrâneos da capital. Clique aqui para assistir à reportagem.

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APERS é tema de reportagem do jornal Metro de Porto Alegre

APERS é tema de reportagem do jornal Metro de Porto Alegre

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2016.05.18 APERS é tema de reportagem do Jonal Metro de PoANo dia 09 de maio o jornalista André Mags, do jornal Metro de Porto Alegre, visitou nossa exposição “Porto Alegre Imaginada: conexões entre o APERS e a Cidade”. Tendo em vista seu interesse pela temática do imaginário urbano, Mags realizou uma visita guiada ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS e interessou-se pelas questões que circundam o túnel de um dos nossos prédios, que possui sua construção atribuída a necessidades logísticas e de circulação de ar, mas que inspira diversas versões e histórias.

Assim, Mags e sua equipe retornaram algumas vezes ao APERS para fotografar e coletar mais subsídios para a reportagem “Túneis secretos”, capa da edição de hoje do jornal. Clique aqui para ler a reportagem.

Com o sucesso da temática, o repórter Ticiano Kessler e o cinegrafista Rogério Aguiar, do Jornal Band Cidade, que faz parte do Grupo Bandeirantes, assim como o jornal impresso Metro, também acolheram a pauta e visitaram as instituições por onde passariam os túneis subterrâneos da capital, como o Palácio Piratini e o Arquivo Público, realizando gravações e entrevistas para matéria que vai ao ar hoje na tv, às 18:50h. Acompanhe!

Os Caminhos da Matriz: APERS fará parte do Roteiro deste sábado!

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    No próximo sábado, 21 de maio, acontecerá mais uma edição do roteiro de visitas guiadas Os Caminhos da Matriz, por meio do qual as instituições culturais que circundam a Praça se reúnem para oportunizar aos cidadãos visitas mensais e gratuitas.

    Nesta edição o Arquivo Público do RS participará do Roteiro 2 junto com a Cúria Metropolitana e o Solar dos Câmara/Memorial do Legislativo. Esperamos todos na Praça da Matriz, às 14 horas para o início o passeio!

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APERS entre “Os Caminhos da Matriz”

Revisitando as Mostras de Pesquisa APERS III

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     Chegamos à terceira publicação sobre os trabalhos apresentados nas doze edições da Mostra de Pesquisa APERS. Hoje vamos retomar algumas das apresentações que problematizaram a história dos povos indígenas.

2016.05.18 Imagens

    Na X Mostra de Pesquisa, tivemos uma presença expressiva da temática no evento. Por conta disso, decidimos explorar os trabalhos nela apresentados na postagem de hoje.

   Vamos começar pelos autores Ismael Silveira e Vinícius de Almeida que apresentaram, no formato pôster, o trabalho Indígenas no sul da América através dos relatos jesuítas. Foi elaborado a partir do estudo de cartas, diários, balanços administrativos, documentos manuscritos jesuítas do século XVIII custodiados pelo Archivo General de La Nación, na cidade de Buenos Aires, Argentina. Segundo os autores, trata-se de um recorte da pesquisa desenvolvida pela professora Maria Cristina Bohn Martins, no Programa de Pós-Graduação da Unisinos, que investiga os quatorze anos durante os quais indígenas do pampa buenaerense foram reduzidos em três missões – Nossa Senhora dos Pampas, Nossa Senhora do Pilar e Mãe dos Desamparados. Para o trabalho dos autores, foram privilegiadas as descrições dos padres missioneiros que registraram em diários as experiências vividas no século XVIII. Nelas foram identificados aspectos culturais e sociais das populações indígenas localizadas na região do Prata, tais como hábitos cotidianos, rituais festivos, aspectos organizacionais. Os autores utilizaram como metodologia a transcrição dos manuscritos, a leitura e a interpretação dos conteúdos. Como resultado, destacaram a identificação de uma “retórica jesuítica que avalia os indígenas a partir da perspectiva que ressalta a infidelidade – que por vezes resultaram em atos de hostilidade da parte nativa – e a sua necessária conversão”.

    Os autores Leandro Goya Fontella e Max Roberto Ribeiro apresentaram o trabalho O êxodo missioneiro: um estudo sobre os fluxos migratórios de Guaranis das Missões (fronteira do Rio Pardo, 1801-1845). Nele, os autores analisaram o processo de êxodo dos guaranis naturais das missões orientais e a reorganização diante da anexação à Coroa Portuguesa. Apresentaram características das migrações e algumas estratégias utilizadas nas relações com a empresa expansionista lusitana. Para isso, tomaram como foco da pesquisa, a Capela de Santa Maria, localizada na Fronteira do Rio Pardo. Segundo eles, a anexação dos povos da margem oriental do rio Uruguai pelos portugueses, em 1801, resultou em “mudanças dramáticas no modo de vida dos guaranis que lá viviam”. Ela também originou diversos fluxos migratórios que tinham como destino a Fronteira do Rio Pardo, ocasionando uma acentuada queda demográfica na região missioneira. Nas correspondências dos comandantes da fronteira, as motivações destas migrações e o rumo tomado por algumas destas famílias foram objetos de análise, da mesma forma que os registros de batismo, com base numa análise serial, dos quais pode-se perceber que a “decisão de migrar fazia parte de estratégias ordenadas” e organizadas coletivamente. De acordo com os autores, os guaranis “operavam dentro de uma lógica coletiva, visando traçar estratégias de sobrevivência em um mundo incerto onde a segurança significava algum grau de previsibilidade e, neste sentido, a busca por novos territórios possibilitava reduzir as ameaças que por ventura colocassem em risco a existência do grupo”.

    Camila de Almeida foi autora da apresentação Pedro Lozano e o trabalho missioneiro no Paraguai através da Carta Ânua de la Província Jesuítica del Paraguay (1735-1743). O artigo resultou de estudos realizados no grupo de pesquisa da Professora Maria Cristina Martins, “Jesuítas, missões e viagens nos ‘confins do império’ (século XVII)”. Como um recorte, trabalhou com a Carta Ânua enviada pelo Jesuíta Pedro Lozano ao seu Superior. Ela relatava os acontecimentos de interesse na Província do Paraguai. O objetivo do estudo, a partir de uma análise baseada no conceito de “lugares de produção” de Michel de Certeau, foi mostrar como o jesuíta descrevia seus irmãos de ordem, as dificuldades enfrentadas e os nativos que encontrava. Para eles, ao analisar o documento a luz desse conceito, existia uma retórica edificante com a qual construía sua narrativa. Dessa forma, para a autora, ficou evidente o cunho enaltecedor e a construção de uma imagem gloriosa dos membros da Ordem. Caracterizada por sua ampla descrição, a ânua de Lozano favoreceu a visualização de disputas travadas diariamente pelos missioneiros da mesma forma que se transformou em ferramenta de informação, não apenas dedicada a comunicar ao superior da companhia, mas também ao público letrado, os trabalhos realizados nas Américas.

    Juliana Aparecida da Silva apresentou Vivendo nas margens: respostas indígenas ao avanço colonial na pampa bonaerense (século XVIII), trabalho que problematizou as relações que se estabeleceram na fronteira entre o mundo hispano-crioulo e o mundo índio, bem como as respostas indígenas para o avanço das fonteiras coloniais no Novo Mundo. Avaliou como se constituíram as três missões Nuestra Señora de La Concepción de los Pampas (1740) Nuestra Señora Del Pillar (1746) e Madre de los Desamparados (1750), e quais foram às respostas dos índios “pampas e serranos” para tais feitos. Para tanto, utilizou como fontes principais os textos produzidos pelos próprios missionários e preocupou-se em desmistificar a passividade diante das ações dos colonizadores que é empregada aos indígenas por grande parte da historiografia tradicional. Alertou ainda que para os índios “pampas e serranos” existiu um preconceito ainda maior, por conta de seu nomadismo, o que, para alguns, explicaria o fracasso das missões austrais quando comparadas às missões guaranis. A autora pretendeu explorar a ativa participação indígenas no contato com o ocidente, bem como as diversas formas de resistência índia na fronteira colonial bonaerense.

     Por fim, Elisa Fauth da Motta apresentou o trabalho intitulado “Sulfría allí una pobre india de crueles dolores de parto”: um estudo sobre a saúde da mulher indígena e sua atuação como curandeira na província do Paraguai. Por meio dele foram socializados os resultados preliminares da pesquisa que a autora desenvolveu como bolsista junto ao projeto “Medicina e Missão na América meridional: epidemias, saberes e práticas de cura (séculos XVII e XVIII)”. Como recorte desse projeto e a partir da leitura e da análise das Cartas Ânuas da Província Jesuítica do Paraguai referentes à segunda metade do século XVII, a autora procurou identificar as enfermidades que atingiam os indígenas sul-americanos, por um lado, e as práticas curativas que eles adotavam, por outro. E para este artigo especificamente, tratou das informações referentes à saúde da mulher indígena e aos recursos terapêuticos empregados por mulheres xamãs. Conforme a autora, os relatos encontrados nas Cartas, acerca da saúde da mulher indígena, são frequentes, uma vez que esses documentos tinham a intenção de mostrar o “êxito do processo de conversão dos povos indígenas reduzidos pelos missionários, seja através dos processos de cura exercidos pelos padres, seja através da menção acerca do crescimento demográfico que atesta a aceitação da missão”. Por outro lado, a presença das xamãs na documentação, servia como evidência dos vícios que possuíam os índios e as dificuldades encontradas pelos jesuítas.

     Como você pode perceber, trabalhos repletos de problematizações acerca da história dos povos indígenas já foram apresentados na X Mostra, evento que tomamos como exemplo para abordagem da temática. E por se tratar de um assunto de imensa relevância, ficamos na torcida para que tantos outros possam ser compartilhados nas edições futuras.

    As inscrições na modalidade ouvinte para a XIII Mostra de Pesquisa APERS, evento que acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de setembro no Arquivo Público estão abertas. Para se inscrever basta enviar um e-mail para mostradepesquisa@smarh.rs.gov.br com o nome completo e um e-mail para contato.

Notícias relacionadas:
Revisitando as Mostras de Pesquisa APERS I
Revisitando as Mostras de Pesquisa APERS II

Servidoras do APERS participam de capacitação

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2016.05.18 Servidoras do APERS participam capacitacaoNos dias 11 e 12 as servidoras do Arquivo Público do RS Clarissa Alves, Iara Machado e Viviane Portella participaram das aulas presenciais do curso para Implantação de Centro de Documentação e/ou Memória oferecido pela Escola de Governo (EG), através da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), ministradas pela professora dra. Eliana Almeira de Souza Rezende.

O curso foi oferecido aos diversos órgãos do Poder Executivo do Estado, na modalidade semipresencial, a partir do entendimento de que centros de documentação e memória são uma das ferramentas para a preservação da memória institucional e do fortalecimento da identidade e da cultura organizacional. Além dos encontros presenciais, nesta e na próxima semana as servidoras seguirão acompanhando os encontros via web, culminando a participação com a entrega de um projeto de memória institucional, no mês de junho.

Enquanto servidoras do Arquivo Público do Estado, órgão custodiador dos documentos considerados permanentes através dos instrumentos derivados do Decreto nº 52.808/15, que reorganiza o Sistema de Arquivos do RS (SIARQ/RS), esta participação está sendo importante para qualificação, conhecimento e revisão de conceitos, e contato com a realidade da gestão documental em outros órgãos. Entendemos ser fundamental que a memória institucional do Estado do RS, retratada a partir de conjuntos documentais, seja preservada e pensada a partir da efetivação da gestão documental.

APERS entre “Os Caminhos da Matriz”

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No dia 30 de abril o roteiro de visitas guiadas Os Caminhos da Matriz retomou suas atividades com novos itinerários! A primeira edição percorreu o Memorial do Ministério Público, o Memorial do Judiciário do RS e a Biblioteca Pública do RS.

No próximo dia 21 de maio, sábado, acontece a segunda edição, que percorrerá a Cúria Metropolitana, o Solar dos Câmara/Memorial do Legislativo e o Arquivo Público do RS!

Você conhece as instituições participantes do próximo roteiro de Os Caminhos da Matriz? Ele é uma ótima oportunidade de saber um pouco mais sobre elas. Mensalmente, no último sábado, às 14h, os interessados se encontram no monumento Júlio de Castilhos, na Praça da Matriz.

Programação gratuita para conhecer melhor a história da cidade de Porto Alegre, por meio das instituições que circundam a praça mais antiga da cidade: a Praça da Matriz!

Pesquisando no APERS: Possibilidades de pesquisa para a Sociologia da Infância

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    Desafios teóricos e metodológicos de pesquisa são evidentes também para a Sociologia da Infância, pois tradicionalmente não se considerou as crianças como atores sociais plenos, sendo um assunto ainda pouco explorado nas Ciências Sociais. A tendência atual, é que os pesquisadores retomem esses estudos utilizando tanto as categorias tradicionais de análise ou, outras, não necessariamente opostas, mas distintas: mais fluidas e dinâmicas. Menos “fechadas”, sem necessariamente separar adultos de crianças, ao utilizar a metáfora de “redes” ou de fluxos.

    Um dos clássicos da sociologia, Emile Durkheim (1858-1917), usou o modelo de análise impositivo, ou seja, as relações históricas, políticas e culturais de cada sociedade acabam por construir e, por assim dizer, moldar a forma com que os adultos aprendem a tratar as crianças. É uma relação vertical, e possivelmente, não havia “espaço” para outras categorias de análise naquele tempo. O foco de Durkheim não era a infância propriamente dita, pois ele acreditava que a educação que as crianças recebiam influenciava na coesão social. Não demorou muito para que se interpretasse isso de forma negativa e se criasse, principalmente no senso comum, uma visão negativa da infância.

    No APERS, há um conjunto significativo de documentos do século XX disponíveis para pesquisa, contemporâneos a Durkheim, são os Processos Judiciais de Tutela, e se considerarmos só os da Comarca de Porto Alegre, são mais de mil documentos.

    Durante uma leitura rápida nos processos judiciais de tutela, entre os anos de 1913 a 1918, por exemplo, podemos de imediato, identificar “pistas” que sugerem uma complexa problemática de pesquisa:

  • principais formas de interações entre os participantes do processo e os papéis atribuídos aos diversos atores sociais;
  • ausência da “voz” da criança objeto da tutela;
  • a problemática social latente explícita ou não;
  • construção de um modelo de infância;
  • as noções de “família” e parentesco;
  • a trajetória de circulação de crianças.

“É como se as sociedades fossem compostas apenas por indivíduos adultos ou, ainda, é como se apenas os relatos desses indivíduos fossem sociologicamente relevantes para a compreensão das sociedades. Nesse sentido, a Sociologia foi a ciência que mais levou ao pé da letra a etimologia da palavra infante – o “não falante” (Ariès, 1988)”.

    Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para a Sala de Pesquisa do APERS (saladepesquisa@smarh.rs.gov.br) e solicite seu atendimento!

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Fonte:
CUNHA, Lucas de Lima e. Os clássicos da “literatura” sociológica infantil: as crianças e a infância de acordo com Marx, Weber, Durkheim e Mauss. Acessado em maio de 2016: http://www.revistas.usp.br/plural/article/viewFile/74416/78040

Atendimento APERS: horário de expediente diferenciado

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2016.05.04 Expediente APERS

Sábado de funcionamento da Sala de Pesquisa do APERS – Maio 2016

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2016.05.04 Sala de pesquisa

APERS em Números – Abril 2016

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Confira alguns dados referentes aos serviços realizados no APERS durante o mês de abril:

– Assessorias técnicas do SIARQ/RS: 17

– Usuários atendidos: 465

– Cidadão: 388

– Usuários internos: 03

– Pesquisadores: 74

– Novos pesquisadores: 16

– Atendimentos aos usuários: 843

– Cidadão: 470

– Usuários internos: 16

– Pesquisadores: 357

– Indexação Sistema AAP: 1.237

– Oficinas de educação patrimonial: 05

– Visitas guiadas: 04

– Visualizações blog institucional: 11.870

Veja abaixo gráfico com os quantitativos diários de atendimento aos usuários referente ao mês de abril:

2016.05.04 APERS em Números

Gráfico de atendimentos mensais realizados aos usuários do APERS em abril.

Clique aqui e saiba mais sobre os serviços que o APERS presta a comunidade.

Visitas guiadas ao APERS – Abril 2016

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No mês de abril foram realizadas quatro visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS. Visitaram nossa instituição:

Dia 15: 8 alunos do curso Técnico em Biblioteconomia da Escola Técnica Cristo Redentor, acompanhados pela professora Andréa Fontoura da Silva, que ministra a disciplina de Técnicas de Arquivo. O objetivo da visita foi conhecer o APERS e as suas atividades, como, por exemplo a Gestão Documental, ressaltando a importância desse Órgão para a sociedade.

Dia 19: visita realizada com Karin Fonseca Kestering, aluna do curso de Filosofia. O objetivo da visita deveu-se a realização de um trabalho acadêmico para a disciplina de Antropologia.

Dia 25: David Kura Minuzzo, Eduardo Bortolon da Silva e Thiago Silva de Araujo. David e Thiago são museólogos e visitaram o Arquivo no intuito de conhecer sua arquitetura para estudar a viabilidade de adaptar outros locais para a guarda de acervos.

Dia 30: a turma de Teoria da História I do curso de História da Universidade Luterana do Brasil – ULBRA, acompanhada do professor da disciplina, Rodrigo Lemos Simões. Durante a visita, os estudantes puderam conhecer um pouco sobre a história da instituição, arquitetura, forma de recolhimento e guarda de documentos. Acreditamos que a atividade possa ter instigado os alunos a frequentarem nossa instituição no intuito de desenvolverem futuras pesquisas.

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Guias: Carlos Henrique Armani Nery, Caroline Acco Baseggio, Nôva Marques Brando, Viviane Portella de Portella.

Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9112.

Atividades SIARQ/RS – Abril 2016

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SiarqRS

     Enquanto Órgão Gestor do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul – SIARQ/RS, o APERS atua para efetivar a gestão documental nos órgãos do Poder Executivo. Durante o mês de abril os arquivistas e servidores participaram de reuniões de assessoria técnica, reuniões de comitês e grupos de trabalho, que listamos abaixo:

Dias 01 e 08: os servidores do Arquivo Público participaram do encontro do Grupo de Trabalho de Salvamento da Documentação do Castelo de Pedras Altas, no Ministério Público do RS. As duas reuniões serviram para definir os últimos ajustes no projeto que foi concluído e será entregue ao MP, conforme solicitação. Pelo APERS participaram Jonas Ferrigolo, Iara Gomide e Ana Karina Uberti Moreira.

Dia 04: Na SMARH, as arquivistas do APERS Aerta Moscon e Viviane de Portella participaram de reunião com a arquivista Samantha Signor da Divisão de Protocolo, Arquivo e Informações (DIPRO) sobre a definição do quadro de arranjo e tipologias para indexação de dados no Sistema de Administração de Acervos Públicos – AAP dos acervos a serem recolhidos ao APERS.

Dias 06, 13 e 27: os arquivistas do APERS estiveram prestando assessoria na Secretaria da Educação (SEDUC), primeiramente conversaram com a Diretora Adjunta do Departamento de Logística e Suprimentos sobre a necessidade de implementar a gestão documental no Setor de Arquivo. No segundo encontro foi realizado um treinamento de classificação documental (uso do Plano de Classificação e a Tabela de Temporalidade de Documentos) com a equipe do Arquivo da SEDUC. Na reunião do dia 27 esteve presente a Empresa MGS, que presta serviço de manutenção dos equipamentos de microfilmagem da SEDUC, objetivando retomar esse serviço na Secretaria. Participaram das reuniões Daniela Baum, Giane,Lucia Rodrigues dos Santos; Gabriela Giambastiani; Marisa Fabiane dos Santos Xavier; Keoma Alexsander da Rocha; Willian da Costa, Cleonice Carnelosso Dorneles (SEDUC); Jonas Ferrigolo, Maria Cristina Fernandes, Renata Vasconcellos (APERS).

Dia 07: A arquivista Viviane de Portella participou de reunião com Bianca Pereira Zotti, estagiária da Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Regional (SEPLAN), sobre os procedimentos de higienização, ordenação e mapeamento de documentos com vistas a recolhimento ao APERS.

Dia 07: Na SMARH, o arquivista Jonas Ferrigolo participou de uma reunião para tratativas referentes a retomada da organização do arquivo da Divisão de Pessoal (DIPES/DEADM), iniciado em 2013. A organização do arquivo está no Plano Plurianual da SMARH e é um dos projetos prioritários da Secretaria. Participaram da reunião Caroline Assmann, Cleiton Oliveira do Santos, Fernanda Blehm de Bithencourt (DEADM) e Jonas Ferrigolo Melo (APERS).

Dias 07, 14, 28: O arquivista Jonas Ferrigolo participou das reuniões do Comitê Gestor do PROA, realizadas na Sala de Gestão da SMARH, onde trataram sobre o andamento das demandas e definição de prioridades do Sistema PROA.

Dia 12: Servidores do APERS estiveram reunidos no Instituto de Previdência do Estado (IPERGS) para padronizar os termos referentes às atividades dos setores de saúde e previdência no Sistema PROA. Participaram da reunião: Carlos Dinarte, Arlindo Moraes, Bárbara Plein Veleda, Carlos Dinarte, Mariana Ramos Quillfeldt, Nicole Plein (IPERGS), Jonas Ferrigolo, Maria Cristina Fernandes (APERS).

Dia 15: as arquivistas do APERS estiveram na Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Regional (SEPLAN), onde prestaram assessoria, verificando dúvidas quanto à classificação de expedientes administrativos. Participantes: Bianca Pereira Zotti, Leocadia Nunes Jung. (SEPLAN), Maria Cristina Fernandes, Silvia Soares (APERS).

Dia 18: arquivistas do Arquivo Público do RS e da Brigada Militar estiveram reunidos para conversar sobre a atuação das arquivistas nas atividades do Sistema PROA, principalmente no que se refere à atribuição de Assuntos, Tipos de Assuntos e Subtipos de Assuntos. Participantes: Carine Melo Cogo Bastos, Juliana Junges Subtil Perotoni (BM), Jonas Ferrigolo, Maria Cristina Fernandes e Silvia Soares (APERS).

Dia 19: arquivistas do APERS estiveram em reunião na Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI) para padronizar os termos referentes às atividades da secretaria no Sistema PROA. Participaram Andreia Santini, José Eduardo Cunha, Marcelo Göcks, Eduardo Nemoto Vergara, Luiz Felipe Haesbaert Balbueno, Adriana Maria Dal S. Reckziegel, Eliane Bastos Lima, Paulo Ricardo Dias da Silva, Fabiola Boscaini Lopes, Rafael Friedrich de Lima, Maria Vacca e Pedro Jose Kercher (SEAPI) Jonas Ferrigolo Melo e Maria Cristina Fernandes (APERS).

2016.04.19 Encontro Arquivistas (4)Dia 19: Foi realizado no Arquivo Público o primeiro Encontro dos Arquivistas do RS de 2016, mantendo o objetivo reunir os servidores do Poder Executivo Estadual que atuam nas atividades de gestão documental. Os arquivistas assistiram ao filme “Arquivos e Democracia: 30 anos do 2016.04.19 Encontro Arquivistas (3)Sistema de Arquivos de São Paulo (1984-2014)” e debateram sobre a atuação dos Sistemas de arquivos. Participantes: Alfredo Ribeiro Estima, Iara Gomide Machado, Jonas Ferrigolo Melo, Marco Antonio da Luz, Maria Candida da Silveira Skrebsky, Maria Cristina Kneipp Fernandes, Marta Helena de Araújo, Renata Vasconcellos, Silvia de Freitas Soares.

Dia 27: O arquivista Jonas Ferrigolo e a bibliotecária Rosane Aparecida Lopes dos Santos promoveram uma reunião com representantes da Casa Civil e da Secretaria de Modernização Administrativa (SMARH) para alinhar Assuntos e seus Tipos para cadastro no Sistema PROA, ajustando a utilização dos termos “Cedência”, “Disposição” e “Disponibilidade”. Participaram da reunião: pela Casa Civil Arthur Pellizzari Filho, Fabio Sofia Dias, Maria Isabel Araujo Nunes; pela SMARH: Flavia Rodrigues Donini Cezar (DIPRO), Maria Cristina de Carvalho, Ana Maria Florence Santanna (DIPES), Luiz Antonio de Oliveira, Jorge Luiz Santos Pereira, Jaluza Silveira Peres de Souza, (DEARH), Jonas Ferrigolo Melo e Rosane Aparecida Lopes dos Santos (APERS).

Dia 28: arquivistas do Arquivo Público estiveram em reunião na Fundação de Previdência Complementar do Rio Grande do Sul (RS-Prev) para discutir e padronizar os termos referentes às atividades do órgão para o Sistema PROA. Participaram Danielle Cristine da Silva (RS-Prev), Arthur Pellizzari filho (Casa Civil), Jonas Ferrigolo Melo e Maria Cristina Fernandes (APERS).

  Durante o mês, o Arquivo Público recebeu e verificou seis (06) processos administrativos, via Sistema PROA, para aprovação de Listagem de Eliminação de Documentos, conforme estabelecido pelo Decreto 52.808/2015, Art. 6º, Parágrafo V.

   Também em abril foram recebidos, na caixa do e-mail assuntos-proa@smarh.rs.gov.br, 162 e-mails de diversos órgãos, referentes a solicitações, esclarecimentos de dúvidas com relação à atribuição de assuntos no Sistema PROA. Além desses, a caixa de correio do SIARQ/RS recebeu 30 e-mails com questões sobre gestão documental.

Para solicitar assessoria ao SIARQ/RS, visando implementar as normativas e os instrumentos de gestão documental, pode entrar em contato pelo e-mail siarq-apers@smarh.rs.gov.br ou telefone (51) 3288-9114.

Oficinas de educação patrimonial – Abril 2016

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Confira as escolas que participaram das Oficinas de Educação Patrimonial oferecidas pelo APERS durante o mês de abril:

Dia 20: os alunos do 6º ano, turma 6B, da Escola Estadual Fernando Gomes participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Adriana Quadros. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 26: os alunos do 7º ano, turma 71, da Escola Estadual Ensino Fundamental Dr Ferreira de Abreu participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Andreia de Souza. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 27: os alunos do 6° e 7° ano, turma 617 e 717, do Colégio Estadual Paraná participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Carlos Reni Silva. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 28: os alunos do 7° ano, turma 7B, da Escola Municipal de Educação Básica João de Barro participaram, pela manhã, da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Luana Morais. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 28: os alunos do 6° ano, turma B34, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Wenceslau Fontoura participaram, pela tarde, da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Betina Stampe. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Para saber mais sobre nossas oficinas clique aqui.

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