AAAP Convida: Feijoada no APERS

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2016.06.29 Feijoada AAAP

XIII Mostra de Pesquisa – Trabalhos Aceitos

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Mostra de Pesquisa APERS     Agradecemos desde já aos autores que encaminharam trabalhos para apresentação na Mostra de Pesquisa. Após passarem pela avaliação da Comissão de Organização e Avaliação, composta por servidores do Arquivo Público e por membros da Associação Nacional de História (ANPUH-RS), da Associação dos Arquivistas do RS (AARS) e da Associação dos Amigos do Arquivo Público (AAAP), e conforme cronograma divulgado no Regulamento, divulgamos hoje a lista de trabalhos aceitos para apresentação na XIII Mostra de Pesquisa do APERS e posterior publicação nos Anais do Evento. Para conferir, clique aqui.

     Informamos que tantos os autores dos trabalhos selecionados quanto os autores dos trabalhos não aceitos receberão até o final da semana, por e-mail, as considerações realizadas pelo avaliador sobre o texto enviado para apreciação.

   O evento ocorrerá nos dias 12, 13 e 14 de setembro no Arquivo Público e a programação completa, com cronograma de apresentação de trabalhos, será divulgada no dia 20 de julho aqui no Blog. Seguem sendo realizadas, gratuitamente, as inscrições na modalidade ouvinte. Mais informações pelo e-mail mostradepesquisa@smarh.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3288 9112. Participe!

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XIII Mostra de Pesquisa – Modalidade Ouvinte, inscreva-se!!!

Mulheres no APERS, gênero e história (XIII): verdade e reflexões históricas.

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Você já parou para refletir a respeito do que são fontes de pesquisa histórica? O que pode ser utilizado como referência para a produção de conhecimento sobre o passado? Ou ainda, o passado, enquanto tal, pode ser realmente acessado no presente, como aconteceu? Estas e outras perguntas relacionadas aos estatutos e bases deste conhecimento são cotidianas para aquelas e aqueles que têm a História como profissão, enquanto pesquisadores e educadores.

Se voltarmos o olhar para a História enquanto área do conhecimento, que também pode ser analisada no tempo, em suas transformações, tendências e usos, logo perceberemos que houve uma época, não tão distante, em que a busca por um estatuto científico fez com que se estabelecessem métodos e procedimentos muitas vezes rígidos para sua escrita. Estes métodos deveriam incluir o acesso e a exploração de documentos, que deveriam passar por uma crítica arguta, no intuito de apreender sua veracidade, sua fidelidade aos fatos transcorridos. Em geral, passou-se a priorizar as fontes de arquivos, produzidas a partir de funções institucionais do Estado, ou geradas e acumuladas por homens “notáveis”, que poderiam ser inquiridas a partir de análises diplomáticas, do cruzamento com informações de outras fontes, de reflexões e ponderações que levavam em conta o caráter oficial destes documentos como um primeiro importante passo para garantia de se chegar à verdade. Entre estes documentos, certamente poderíamos relacionar os processos judiciais, como os que foram descritos para a elaboração do Catálogo História das Mulheres & Relações Familiares: Vara de Família e Sucessão de Porto Alegre.

O tempo passou… E a ciência da história certamente mudou. Mas não por completo: não se abandonou a noção de “fonte”, ainda que ela tenha sido bastante ampliada; não se deixou de buscar referências ao passado que, como rastros ou marcas, permitam acercarmo-nos dele, entretanto, as noções ingênuas de que determinadas fontes falavam por si e eram registros fiéis dos fatos, de que por vezes ao historiador quase bastaria compilar informações e dispô-las em forma de texto, ou de que o conhecimento produzido a partir destas análises e narrativas chegaria a uma versão completa e inequívoca da História, foram amplamente questionadas.

2016.06.22 Mulheres no APERS XIIIMas tais questionamentos também fazem sentido quando pensamos na produção de conhecimento histórico relacionado a mulheres e relações familiares? Indo às fontes, para não dizer “indo aos fatos”, seria possível visualizar um exemplo? Vamos lá!

Amador, funcionário público de 35 anos, move ação de desquite litigioso contra a esposa, alegando que a mesma passou a “cometer barbarismos” no matrimônio, chegando a ameaçar de morte a ele e aos filhos, motivo pelo qual teria saído de casa, levando consigo as duas filhas mais velhas, de 10 e 5 anos. Afirma ainda que, estando livre de sua presença, Maria teria passado a exercer “vida irregular, de orgia e libidinagem”.

Maria, a ré, costureira de 31 anos, defende-se em ação de desquite movida pelo marido, contestando suas alegações. Afirma que jamais o ameaçou de morte ou cometeu barbaridades, que vivia em companhia do irmão e não de forma irregular ou libidinosa, e que o motivo para que ele tenha saído de casa era bem outro: há anos vivia amasiado com uma mulher, de nome Alice. Para comprovar sua versão, apresenta extensa lista de testemunhas, e um documento registrado na Delegacia, assinado poucos meses antes do abandono do lar, em que o marido comprometia-se a não mais procurar por Alice, e voltando a ser o mesmo marido dedicado de antes!

Resultado: Amador não compareceu à última audiência, e Maria foi absolvida em juízo, recebendo como indicação que o casal entrasse em acordo para um desquite amigável.

A partir do documento anexado ao processo* pela esposa, da própria ausência de Amador na audiência, e da conclusão determinada pela Justiça, denota-se que a versão verdadeira para os fatos fora a apresentada por Maria. Se a Justiça teria como papel estabelecer a verdade, e a partir dela encaminhar resolução correta, ou justa, à História não cabe necessariamente estabelecer a verdade nesta perspectiva. Muitas vezes historiadoras e historiadores são chamados a público para dizer “o que realmente aconteceu”, mas quando se analisa este ou outros casos a partir de um olhar histórico é possível questionar múltiplos elementos, buscar outras fontes que ampliem sua compreensão, sem necessariamente ter como pretensão “resgatar o passado”.

O adultério de Amador é inegável, e injusto seria condenar Maria por ele ter abandonado o lar. Mas será que em algum momento este comportamento do marido não pode ter levado a esposa a cometer atitudes que ele poderia ter considerado “barbarismos”, quando vindos de uma mulher? Tendo conhecimentos sobre os valores e padrões morais vigentes na década de 1950, é possível inferir que a relação entre os dois impunha opressões à esposa, e que provavelmente Amador aproveitou-se dessa moral para incutir culpa a ela, buscando arrancar um desquite que Maria não parecia disposta a conceder. Mas aquilo que foi registrado pela ré e seu advogado no processo foi pensado para afastar a culpa e garantir que seu comportamento seria percebido como correto – mulher honrada, ilibada, que na ausência do esposo colocou-se sob a proteção (e o disciplinamento?) dos irmãos. Obviamente não faria sentido confessar qualquer atitude que pudesse lembrar “libidinagem” de sua parte. Em muitos casos, saber utilizar-se destes códigos para vencer uma ação na Justiça pode ser encarado como forma de resistência.

Ou seja: não necessariamente por terem sido registradas perante a Justiça as declarações de Amador e Maria foram totalmente fiéis à realidade das relações estabeleciam entre o casal, e é importante considerar isto ao analisar processos judiciais enquanto “matérias-primas” da pesquisa histórica. Ao mesmo tempo, poder levantar estas reflexões não desqualifica o potencial destes documentos para a História, ao contrário! Por estas e outras é possível reafirmar a riqueza de tais fontes, que podem ser lidas a partir de múltiplos problemas de pesquisa e perspectivas teóricas. Ao Arquivo, cabe difundi-las. Aos pesquisadores e pesquisadoras, caberá questionar, inovar, criar.

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* Processo de desquite n.º 1547, de 1951. Verbete: p. 319 do referido Catálogo.

Palestra “Gestão documental aplicada ao Sistema PROA” teve participação gratificante

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2016.06.21 Palestra Gestao documental aplicada ao Sistema PROA (1)     Na tarde de 21 de junho, o Arquivo Público do RS (APERS) promoveu a palestra “Gestão documental aplicada ao Sistema PROA”, realizada no Auditório do Auditório de Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF), com o apoio do Comitê Gestor do PROA.

    A apresentação foi conduzida pelo arquivista Jonas Ferrigolo Melo e teve o objetivo de divulgar como as atividades de gestão documental estão relacionadas ao PROA, sistema eletrônico para os expedientes administrativos, em uso desde janeiro no Poder Executivo do Estado. Inicialmente houve uma explanação sobre a atuação do APERS e as competências do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul (SIARQ/RS), assim como foram abordados conceitos arquivísticos para esclarecer os procedimentos que envolvem a gestão documental, e apresentados o Plano de Classificação de Documentos (PCD) e Tabela de Temporalidade de Documentos (TTD) vigentes.

     Em seguida foi relatado como funciona a atribuição de Assuntos e Tipos de Assuntos no Sistema PROA, atividade de responsabilidade do APERS, e sua relação com a gestão documental, tendo em vista que está interligada ao PCD e TTD e diz respeito às atividades exercidas pelo Estado. De forma ilustrativa, os participantes puderam acompanhar vários exemplos de Assuntos e Tipos de Assuntos definidos a partir dos instrumentos arquivísticos e compreender que esta atividade proporciona a classificação dos documentos no momento de sua criação.

    Na palestra foram abordadas as diversas formas de documentos que o Sistema PROA integra: documentos digitalizados, natos digitais e híbridos. Um dos tópicos mais esperados foi sobre a guarda de documentos físicos originais, que são digitalizados e anexados ao PROA. Explicou-se que o órgão deve julgar de quem é o ônus da prova, se existir alguma necessidade de comprovação obrigatória o Estado deve se resguardar e arquivar o documento físico original. Para exemplificar uma forma de procedimento adotada, houve a participação do servidor da Secretaria da Fazenda (SEFAZ), Otávio Reischak de Oliveira, que explicou que na SEFAZ foi publicada uma normativa, Ordem de Serviço, que estabelece a forma de arquivamento e guarda dos documentos originais.

    Por fim, Jonas elucidou que o Sistema PROA segue as diretrizes do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ), conforme previsto no Decreto nº 52.715, devendo adequar-se ao Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos – e-ARQ Brasil, e às Diretrizes para a Implementação de Repositórios Arquivísticos Digitais Confiáveis – RDC-Arq.

   Destinado aos servidores públicos do Poder Executivo Estadual, usuários e administradores do Sistema PROA, o evento foi um sucesso pois contou com a presença de mais de 140 participantes que puderam esclarecer dúvidas, relatar situações vivenciadas no cotidiano de trabalho; e, para o APERS, foi mais uma oportunidade de afirmar a importância da gestão documental para a administração pública.

APERS promove palestra “Gestão documental aplicada ao Sistema PROA”

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Palestra siarq_proa

    Na próxima terça-feira, dia 21 de junho de 2016, às 14 horas, o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, com o apoio do Comitê Gestor do PROA, fará uma palestra no Auditório de Centro Administrativo Fernando Ferrari – CAFF sobre “Gestão documental aplicada ao Sistema PROA”.

    Serão abordados temas como a atribuição de Assunto para o PROA, a geração de documento nato digital e a guarda de documentos físicos.

   O evento é ofertado aos servidores públicos do Poder Executivo Estadual que trabalham com processos administrativos e aos administradores do PROA em cada órgão. Para se inscrever, ou informações, enviar email com o nome completo e órgão para assuntos-proa@smarh.rs.gov.br, até o dia 20 de junho. As vagas são limitadas!

Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais

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Cartaz Geral_Divulgação

No dia 04 de agosto será realizado, pelo Arquivo Público do Rio Grande do Sul, o Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais. Com o objetivo de conhecer, explorar e problematizar as políticas públicas destinadas à gestão, preservação e difusão dos acervos documentais públicos e de interesse social.

O evento será realizado com o apoio do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS, do Programa de Pós-Graduação em História da UFSM, do Museu da História da Medicina do RS e da Associação de Amigos do APERS.

Em breve divulgaremos a programação completa. Acompanhe em nosso Blog!!!

Revisitando as Mostras de Pesquisa APERS IV

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    Na quarta publicação do Revisitando as Mostras de Pesquisa APERS, vamos recordar de alguns artigos que problematizaram a saúde e a doença numa perspectiva histórica.

2016.06.15 Mostra

     Na V Mostra, Paulo Roberto Staudt Moreira e Fabiano Fischer de Queiróz, apresentaram o trabalho E o cadáver é escravo: comentários sobre a doença e morte entre a população cativa de Porto Alegre no século XIX (1830/1834). Nela os autores expuseram dados preliminares de uma pesquisa desenvolvida a partir da análise de livros de óbitos de escravos das paróquias de Porto Alegre. Conforme os autores, houve um crescimento das pesquisas que enfocam a temática da saúde e da doença, entretanto, poucas voltadas para a população escravizada. Por conta disso, o objetivo dos autores foi estabelecer como variáveis as causas das mortes de negros escravizados, cruzando-as com as faixas etárias, origem e gênero. Eles iniciam o texto descrevendo episódios que envolveram o enterro de Laurenço Cabinda – a narrativa passou pelo assassinato, enterro clandestino, exumação e provável sepultamento africano Cabinda. Os autores também fizeram advertências sobre os subregistros dos óbitos, “não só por extravio ou esquecimento, mas simplesmente porque era muito fácil enterrar cadáveres de cativos ilegalmente”. Outro dado mencionado por eles, foi a heterogeneidade das anotações encontradas, que seguiam critérios dos párocos. Além disso, para muitas causas de morte eram descritos os sintomas dos quais os médicos não tinham condições de diagnosticar ou eram definidas genericamente. A despeito dos limites descritos, Moreira e Queiróz apontaram algumas considerações, dentre elas, as de que (1) os homens eram a maioria em todas as faixas etárias entre os africanos; (2) entre os crioulos havia um equilíbrio entre os sexos; (3) a porcentagem considerável de africanos jovens falecidos comprovaria os dados levantados, em outra pesquisa, pelo historiador Gabriel Berute; (4) tais registros poderiam trazer informações sobre o tráfico inter-provincial. Por fim, Moreira e Queiróz, desde esses breves comentários de um projeto que estava em andamento, sublinharam a contribuição que tal problemática poderia trazer para o conhecimento da história regional “em função do crescimento das demandas de pesquisa ligadas ao estudo da população negra no sul do Brasil”.

     Nos Anais da VII Mostra, foi publicado o artigo Mortalidade escrava na cidade de Rio Grande (1860-1870), de Natália Garcia Pinto. O trabalho também abordou a questão da mortalidade escrava, agora na cidade de Rio Grande no período de 1860-1870, a partir de registros de óbitos de cativos e libertos. A autora focou nas causas da mortalidade de escravos através das doenças registradas nos óbitos. Cruzou esses dados com informações a respeito da idade, da origem e do sexo, na tentativa de estabelecer um estudo das “condições de vida destes agentes históricos”. Com um total de 1121 óbitos coletados de obituários e de registros paroquiais custodiadas pela Biblioteca RioGrandense e pela Cúria Metropolitana da cidade de Rio Grande, a autora constatou altos índices de mortalidade infantil, principalmente na faixa etária de 0 a 1 ano de idade, que poderia estar ligado a uma dieta alimentar deficitária, às más condições do parto e ao desmame do recém-nascido. Os escravos, cujo enterro foi feito na Santa Casa de Misericórdia da cidade, tiveram como causa de morte doenças infecto-parasitas, como a tuberculose. Observou uma distinção entre os padrões de mortalidade dos africanos e dos crioulos, uma vez que aqueles apresentavam maior índices em relação aos cativos brasileiros. Da mesma forma, uma grande diferença entre os números de mortes entre homens, que eram maiores, e mulheres.

    Na V Mostra, Gabriele Werenicz Alvez, apresentou o trabalho Os braços da salvação: a mobilização de auxílio aos infectados pela Gripe Espanhola (Porto Alegre, 1918). O artigo abordou a trajetória da “Gripe Espanhola”, epidemia que assolou o mundo nos anos de 1918 e 1919, na cidade de Porto Alegre, os problemas sociais provocados ou agravados por ela e a mobilização para auxiliar os doentes e necessitados no período epidêmico. Segundo a autora, tanto os governos do Estado e Município quanto a própria população porto-alegrense criaram estratégias de combate à epidemia e de auxílio aos doentes. O problema, cuja resposta foi perseguida pela autora, foi saber como a sociedade porto-alegrense se mobilizou para ajudar os doentes e necessitados? Quais foram as ações surgidas desta mobilização? Quais foram os grupos que maior destaque tiverem nesse auxílio? Que papéis tinham? A pesquisa se deteve à cidade de Porto Alegre nos meses de outubro a dezembro de 1918, meses em que a doença foi considerada epidêmica na cidade. O conceito chave para este estudo é o conceito de epidemia, entendida a partir da esfera social. A principal fonte utilizada nesta pesquisa foi a fonte jornalística. Foram consultados os jornais Correio do Povo, A Federação, O Independente e Gazeta do Povo, dos meses de outubro a dezembro de 1918. Como considerações, a criação de redes de solidariedade e auxílios isolados foram apontados por Gabriele. Três grupos que se mobilizaram para combater a epidemia e auxiliar os enfermos foram destaque: a Escola Médico-Cirúrgica, a Maçonaria e a Federação Operária, de acordo com autora, que, por fim, adverte que se “essa mobilização não tivesse ocorrido, talvez a situação das camadas pobres da sociedade tivesse piorado, talvez tivesse havido um número ainda maior de mortes.

    Ainda na quinta edição do Evento, Alisson Droppa apresentou o trabalho A exclusão social a partir da rotulação de patologias: Ijuí, 1920 a 1940. O trabalho teve como objetivo a análise das práticas sociais de controle às populações, desenvolvidas no município de Ijuí. Foram utilizados como fontes, documentos relacionados à prefeitura municipal de Ijuí que se encontram no MAPD – Museu Antropológico Diretor Pestana, no Arquivo Ijuí – e documentos do Hospital Psiquiátrico São Pedro. A autora realizou uma revisão bibliográfica levantando diferentes aspectos do desenvolvimento da cidade de Ijuí até chegar ao seguinte questionamento: “Quem eram os indesejáveis de Ijuí?”. De acordo com ela, eram os considerados loucos que se confundiam com os pobres, os bêbados, os vadios, os vagabundos. Também eram aqueles que deixavam de “interferir somente no espaço privado, interferindo também no espaço público, causando distúrbios ao funcionamento ideal da sociedade”. Dos encaminhamentos ao Hospital Psiquiátrico São Pedro, notou que não eram somente os doentes mentais que respondiam pelas internações: a instituição “servia de depósito de indesejados”, como, por exemplo, homens pobres que faziam uso sistemático de bebidas alcoólicas e que, por conta disso, deixavam de trabalhar e ameaçavam a moral e os bons costumes. Verificou, portanto, que a proletarização e a urbanização da cidade, somadas às práticas segregacionista do discurso científico, acabaram por excluir os pobres que não contribuíram com o modelo burguês.

    Esses artigos que foram apresentados na quinta e na sétima edição do evento são uma amostra das problematizações sobre as quais a historiografia tem se debruçado nas últimas décadas. Esperamos que em outras edições da Mostra essa temática, extremamente relevante para o conhecimento das relações sociais nos diferentes períodos históricos, seja novamente compartilhada.

    As inscrições na modalidade ouvinte para a XIII Mostra de Pesquisa APERS, evento que acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de setembro no Arquivo Público estão abertas. Para se inscrever basta enviar um e-mail para mostradepesquisa@smarh.rs.gov.br com o nome completo e um e-mail para contato.

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Revisitando as Mostras de Pesquisa APERS I

Revisitando as Mostras de Pesquisa APERS II

Revisitando as Mostras de Pesquisa APERS III

Pesquisando no Arquivo: Sugestões para o Historiador II

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    Fenômenos como o da Imigração alemã e italiana sempre desafiaram àqueles que buscam compreender a sociedade brasileira. Pesquisadores se debruçaram sobre este tema, buscando compreender o que fez com que milhões de pessoas atravessassem o Atlântico entre meados do séc. XIX e início do séc. XX, buscando uma nova vida no continente americano. Ocorre que este processo migratório muitas vezes ainda é analisado sob a perspectiva da historiografia tradicional, que enxerga nesses imigrantes europeus a explicação para algumas regiões brasileiras, como Sul e Sudeste, serem mais “desenvolvidas” que as demais. Obviamente, esta visão é recheada de preconceitos, cabendo aos historiadores do presente desmitificar este fenômeno, e a pesquisa em fontes documentais arquivísticas é um importante forma de auxiliar nesta tarefa.

Registro de uma família de imigrantes

Registro de uma família de imigrantes

   As causas da vinda de imigrantes para o Brasil neste período são diversas e estão longe de uma explicação única. Desde a vinda de alemães para serem mercenários do exército imperial a partir de 1824, passando pela fixação de fronteiras e formação de um novo modelo econômico baseado no regime de propriedade privada em pequenos lotes (em contraposição ao latifúndio e ao regime escravista). Se ora a imigração era promovida e incentivada pelo Poder Público (com doação de lotes, pagamento de passagens, etc), em outros momentos o Estado brasileiro se retirou de forma que os imigrantes buscassem por si próprios fazer a vida na América.

     Se no passado a história buscou explicar a trajetória desses imigrantes por meio de uma narrativa heroica e linear, hoje sabemos pelo estudo das relações que travaram entre si, perante as autoridades e demais grupos étnicos que compunham o caldeirão da sociedade brasileira deste período, que estes trajetos são diversos, permeados de conflitos e instabilidades. A ideia de um imigrante pouco afeito as relações políticas, “apolítico”, por exemplo, já foi desmistificada por uma série de dissertações e teses que tecem o curso de vida destes imigrantes que participavam ativamente da vida política das colônias.

     A partir de documentos custodiados pelo Arquivo Público do RS, como processos-crime, inventários, testamentos, medições de terra, entre outros, podemos tentar reconstruir trajetórias muitas vezes singulares, lançando perguntas gerais para contextos mais específicos, tentando dessa forma responder aos questionamentos mais diversos. Localidades com populações bastante expressivas de imigrantes, como Bento Gonçalves, Garibaldi, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, entre outras tantas, fazem parte do Acervo do Poder Judiciário do APERS, disponível para consulta.

Novidade no blog: aba SIARQ/RS!

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LOGOMARCA DIVULGA APERS    Visando oferecer uma nova opção de acesso aos materiais relativos ao Sistema de Arquivos do Estado do RS – SIARQ/RS, à gestão documental e à preservação do patrimônio documental criamos uma aba em nosso blog: SIARQ/RS.

     Nesta aba estão disponíveis links para acessar o Decreto que institui o SIARQ/RS e os instrumentos que dele derivaram, orientações quanto a preservação e a gestão documental, publicadas tanto pelo APERS quanto por outras instituições arquivísticas, que acreditamos ser pertinente à leitura, além do compilado da legislação disponibilizado pelo Conselho Nacional de Arquivos – CONARQ. Confira a nova aba aqui.

APERS e FDRH planejam curso sobre gestão documental

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2016.06.07 Reuniao APERS e FDRH_foto FDRH   Na tarde de ontem, terça-feira, Aerta Moscon, arquivista e diretora do APERS, Jonas Ferrigolo, arquivista e chefe da Divisão de Gestão Documental, e Clarissa Alves, historiadora e técnica em assuntos culturais da Divisão de Preservação, Acesso e Difusão do APERS, reuniram-se com o diretor-presidente da FDRH Jorge Fonseca, o direitor da Escola de Governo, Jean Silveira, e com os técnicos da Escola de Governo, Clarissa Sehnem e Anderson de Jesus, da FDRH, para debater a construção de um curso sobre gestão documental voltado aos servidores públicos do Estado do RS.

    A iniciativa, que faz parte das ações estratégicas previstas no Plano Plurianual do Arquivo Público para execução na atual gestão, vai ao encontro dos objetivos da FDRH e da Escola de Governo. A parceria foi pensada a partir da participação de técnicas do APERS em outro curso oferecido pela Escola de Governo, sobre “Centros de Documentação e Memória”. Na frequência aos encontros ficou evidente a grande demanda por formação na área de gestão de documentos, que viabilize a implementação das normas, atualização e aplicação dos instrumentos de gestão já existentes no Estado. O Arquivo, como órgão gestor do Sistema de Arquivos do Estado (SIARQ/RS) é responsável pelo incentivo e acompanhamento deste trabalho.

    Apontou-se para o oferecimento do curso ainda no segundo semestre de 2016, com carga horária entre 20h e 30h, que inclua momentos teóricos e práticos. Em breve divulgaremos novidades em nossas mídias!

Nomeada nova diretora do APERS

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Arquivista APERS Aerta Grazzioli Moscon    Na última quinta-feira, dia 02 de junho, foi publicada, no Diário Oficial do Estado, a nomeação da arquivista Aerta Grazzioli Moscon como diretora do Arquivo Público do RS.

   Aerta, 50 anos, integra o quadro de servidores do APERS desde 1992, e em 2012 participou do “APERS Entrevista” especial “Mês do Arquivista”, clique aqui para ler o relato sobre sua experiência profissional.

Oficina: Genealogia e Cidadania Europeia

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Oficina AAAPQuando: sábado, 11 de junho de 2016.

Horário: 9h às 12h e 14h às 17h

Ministrantes: Daniel Meirelles-Leite, Adriana Weber e Viviane Velloso

Local: Auditório Marcos Justos Tramontini do APERS

Promoção: Associação dos Amigos do Arquivo Público do RS

Taxa de inscrição: R$ 10,00 sem almoço ou R$ 30,00 com almoço no local. Pagamento no local do evento.

Inscrições: pelo tel. (51) 8581-0420 ou (51) 9113-6803 ou pelo e-mail: aaaprs@gmail.com. Ao solicitar sua inscrição, informar nome completo, email, local de trabalho ou estudo, se a participação é com ou sem almoço no local.

Sábado de funcionamento da Sala de Pesquisa do APERS – Junho 2016

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2016.06.01 Sala de pesquisa

APERS em Números – Maio 2016

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Confira alguns dados referentes aos serviços realizados no APERS durante o mês de maio:

Assessorias técnicas do SIARQ/RS: 13

– Usuários atendidos: 523

– Cidadão: 433

– Usuários internos: 07

– Pesquisadores: 83

– Novos pesquisadores: 26

– Atendimentos aos usuários: 1.171

– Cidadão: 517

– Usuários internos: 35

– Pesquisadores: 619

– Indexação Sistema AAP: 1.307

Oficinas de educação patrimonial: 12

Visitas guiadas: 10

– Visualizações blog institucional: 12.326

Veja abaixo gráfico com os quantitativos diários de atendimento aos usuários referente ao mês de maio:

2016.06.01 APERS em Números

Gráfico de atendimentos mensais realizados aos usuários do APERS em maio.

Clique aqui e saiba mais sobre os serviços que o APERS presta a comunidade.

Atividades SIARQ/RS – Maio 2016

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2015.02.25 SIARQRS

    Enquanto Órgão Gestor do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul – SIARQ/RS, o APERS atua para efetivar a gestão documental nos órgãos do Poder Executivo. Durante o mês de maio os arquivistas e servidores participaram de reuniões de assessoria técnica, reuniões de comitês e grupos de trabalho, que listamos abaixo:

Dia 03: os arquivistas do APERS estiveram prestando assessoria na 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, onde também estiveram presentes as arquivistas da Delegacia de Polícia Regional de Santa Maria e do Departamento de Administração Policial. Orientaram sobre aplicação dos instrumentos arquivísticos, Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade, bem como as etapas para proceder a eliminação de documentos. Participaram pelo APERS: Jonas Ferrigolo, Maria Cristina Fernandes e Silvia de Freitas Soares (APERS); e pela Polícia Civil: Norberto Reichmann Júnior (1ª DP), Maria Jucinara Medeiros Boni (3ª RP Santa Maria) e Priscila Garcia Nunes (DAP).

Dia 05: a arquivista Viviane de Portella participou de reunião com Bianca Pereira Zotti e Leocadia Nunes Jung da Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Regional (SEPLAN), sobre os procedimentos de higienização, ordenação e mapeamento de documentos com vistas a recolhimento ao APERS.

Dias 05, 12 e 19: o arquivista Jonas Ferrigolo Melo participou das reuniões do Comitê Gestor do PROA, realizadas na Sala de Gestão da SMARH, onde tratam sobre o andamento das demandas e definição de prioridades do Sistema PROA.

Dia 09: o arquivista Jonas Ferrigolo e o Presidente da Associação de Amigos do Arquivo Público, Daniel Teixeira, participaram de uma reunião com os arquivistas do DETRAN para alinhar a doação e o descarte mecânico de documentos que serão eliminados pelo Departamento de Trânsito. O valor arrecadado será repassado à Associação de Amigos do Arquivo Público.

Dia 16: as arquivistas do APERS estiveram na Secretaria do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMA), onde prestaram assessoria referente ao processo de eliminação de expedientes administrativos. Participantes: Gladis Melo Bento, Antônio Libano Figueiró Netto, Leonardo Baleeiro SantAna, Luiz Carlos Gardino Cardoso (SEMA), Maria Cristina Fernandes, Silvia Soares (APERS).

Dia 16: servidores do APERS estiveram reunidos na Secretaria da Saúde (SES) para padronizar os termos referentes às atividades dos setores Assessoria Jurídica, Departamento de Assistência Hospitalar e Ambulatorial no Sistema PROA. Participaram da reunião: Rayssa Pedrassani, Bruno Naundorf, Clarisse da Cunha Lay, Carla Pertile e Ana Paula dos Santos (SES), Jonas Ferrigolo, Maria Cristina Fernandes (APERS).

Dia 20: estiveram reunidos na Academia de Polícia Civil (ACADEPOL), servidores do Arquivo Público e da Polícia Civil, para verificar as necessidades do órgão e definir Assuntos e Tipos de Assunto para uso no Sistema PROA. Participaram da reunião: Ana Lucia Huster, Ana Maria Baptista, Fátima Rodrigues Leal, Felipe Eduardo Febel Sergio (ACADEPOL), Cléo Belicio Lopes (DAP), Maria Cristina Fernandes e Silvia de Freitas Soares (APERS).

2016.05.23 SIARQ Assessoria SES (2)Dia 23: arquivistas do APERS estiveram reunidos com servidores da Secretaria da Saúde (SES) para padronizar os termos referentes às atividades do Centro de Vigilância em Saúde (CEVS) para uso no Sistema PROA. Participantes: Rayssa Pedrassani de demais servidoras do CEVS (SES), Jonas Ferrigolo e Maria Cristina Fernandes (APERS).

Dia 24: os arquivistas Jonas Ferrigolo Melo e Aerta Grazzioli Moscon, foram até o Arquivo da Divisão de Pessoal da SMARH para dar sequência no projeto de organização do acervo da Divisão. Participaram a diretora Administrativa da SMARH, Fernanda Blehm de Bithencourt e os servidores Cleiton Oliveira dos Santos e Caroline Assmann.

Dia 30: as arquivistas do APERS estiveram prestando assessoria no Departamento de Inteligência de Segurança Pública (DISP). Orientaram sobre aplicação dos instrumentos arquivísticos, Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade, bem como as etapas para proceder a eliminação de documentos. Visitaram as instalações do Departamento e orientaram como iniciar o trabalho de seleção dos documentos arquivísticos dos demais materiais armazenados. Participantes: Cristiano de Castro Reschke, Cecilia Koops Tabajara e Joice Kaefer (DISP) e Maria Cristina Fernandes e Marta Helena de Araújo (APERS).

  Em maio, o Arquivo Público recebeu e verificou sete (07) expedientes administrativos, via Sistema PROA, para aprovação de Listagem de Eliminação de Documentos, conforme estabelecido pelo Decreto 52.808/2015, em seu Art. 6º, parágrafo V.

  Na caixa do e-mail assuntos-proa@smarh.rs.gov.br, durante o mês, foram recebidos 140 e-mails de diversos órgãos, referentes a solicitações, esclarecimentos de dúvidas com relação à atribuição de assuntos no Sistema PROA. Além desses, na caixa de correio do SIARQ/RS foram recebidos 15 e-mails com questões sobre gestão documental.

    Para solicitar assessoria ao SIARQ/RS, visando implementar as normativas e os instrumentos de gestão documental, pode entrar em contato pelo e-mail siarq-apers@smarh.rs.gov.br ou telefone (51) 3288-9114.

Visitas guiadas ao APERS – Maio 2016

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No mês de maio foram realizadas dez visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS. Visitaram nossa instituição:

Dia 02: Aldo Francesconi, Francily Francesconi, Vanderlei Violin e Alice Violin, acompanhados por Sônia Burnett e João Guilherme Burnett, ambos da Associação dos Amigos do APERS. Os participantes da visita são integrantes da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e estavam interessados em conhecer como se dá a preservação dos registros armazenados pelo APERS.

Dia 02: Ana Paula Soares Pinheiro, aluna da disciplina de Técnicas de Arquivo da Escola Técnica Cristo Redentor participou da visita com a intenção de conhecer e interagir com o meio Arquivístico.

Dia 04: Roberto Ferreira da Silva, do serviço de protocolo da FDRH, acompanhado de Ariane de Oliveira, Maria Gabriela de Oliveira, Nathália Dutra e Renata Ramos, estagiárias.

Dia 06: 08 alunos do Curso de História da PUCRS, acompanhados pela professora Gislene Monticelle, que ministra a disciplina de História e Acervos. A visita teve por objetivo prestigiar a “Exposição Porto Alegre Imaginada” e conhecer o APERS como um todo.

Dia 07: 22 alunos do Curso de Arquivologia da FURG, acompanhados pela professora Luciana Souza de Brito, que ministra a disciplina de Fundamentos da Arquivologia. O objetivo da visita foi demonstrar as funções do Arquivista e do APERS como Órgão do Estado.

Dia 10: 34 alunos da disciplina de Fundamentos de Arquivologia do Curso de Arquivologia da UFRGS acompanhados pela professora Valéria Bertotti. A professora trouxe os alunos ao APERS para que conhecessem a atuação da instituição desde a produção documental até a guarda e difusão da documentação do Estado, enfatizando os diferentes profissionais envolvidos.

Dia 14: 42 alunos da disciplina Fundamentos do Patrimônio Cultural do Curso de História e da disciplina Museu e suas Representações do Curso de Mestrado em História da UCS, acompanhados pela professora Luiza Horn Iotti. Os principais interesses da turma foi, além de conhecer o prédio e sua história, conhecer as propostas de ações educativas que realizadas pelo Arquivo.

Dia 17: 23 alunos da turma de Introdução à História do Curso de História Noturno da UFRGS acompanhados pelo professor Benito Schmidt.

Dia 21: 25 participantes do roteiro de visitas guiadas Os Caminhos da Matriz. Neste roteiro os visitantes conhecem as instituições culturais que circundam a Praça da Matriz um sábado por mês. São oferecidos dois roteiros, o APERS participa com a Cúria Metropolitana e o Solar dos Câmara/Memorial do Legislativo. Neste mês o passeio ocorrerá dia 25 com visitação ao Memorial do Ministério Público, Memorial do Judiciário do RS e Biblioteca Pública. Participe!

Dia 27: 17 alunos da turma de História dos Registros Humanos da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (FABICO) da UFRGS acompanhados pela professora Ana Celina Figueira da Silva. A turma teve por objetivo conhecer o conjunto arquitetônico do APERS, bem como sua história e organização, as atividades oferecidas e o seu papel social.

Guias: Carlos Henrique Nery, Caroline Bassegio, Clarissa Alves, Iara Machado, Nôva Brando.

Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9112.

Oficinas de educação patrimonial – Maio 2016

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Imagem para post OficinasConfira as escolas que participaram das Oficinas de Educação Patrimonial oferecidas pelo APERS durante o mês de maio:

Dia 04: os alunos do 3° ano, turma 302, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 04: os alunos do 7° ano, turma A, da Escola Municipal de Educação Básica Alberto Santos Dumont participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 05: os alunos do 3° ano, turma 301, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 09: os alunos da turma de Introdução ao Estágio do Curso de História da UFRGS/FACED vivenciaram a oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Carmem Gil. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 11: os alunos do 3° ano, turma 303, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 12: os alunos do 7º ano, turma 70B, da Escola Estadual Ensino Fundamental Planalto Canoense participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados da Sherol dos Santos. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 18: os alunos do 7º ano, turma C12, da Escola Municipal Ensino Fundamental Aramy Silva articiparam da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados da professora Fabiana Meira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 19: os alunos do 3º ano, turma 206, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 19: os alunos do 3º ano, turma 305, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 24: os alunos do 7° ano, turma C11, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Fabiana Meira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 24: os alunos do 6° ano, turma 61, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr Ferreira de Abreu participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Andreia de Souza. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 25: os alunos do 6° ano, turma 62, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr Ferreira de Abreu participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Andreia de Souza. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Para saber mais sobre nossas oficinas clique aqui.

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