Nos dias 01 e 02 de dezembro aconteceu, no Memorial do Rio Grande do Sul, o Seminário Políticas Públicas e Gestão do Estado: preservação de bens e acervos culturais em instituições de memória.

    Foram dois dias de intensas atividades, distribuídas em três turnos. O primeiro dia iniciou com a Mesa Redonda Políticas públicas culturais: formação e atuação profissional no campo da arquivologia e da história, nas quais participaram os professores Moisés Rockembach (Arquivologia/PPG Comunicação e Informação UFRGS) e Paulo Roberto Staudt Moreira (PPG História/Unisinos). Já no período da tarde foram apresentadas sete comunicações na Sessão Políticas Políticas públicas, gestão e patrimônio histórico-cultural. No período da noite, aconteceu Conferência de Abertura com a professora Carla Simone Rodeghero (PPG História/UFRGS) e com o professor José Roberto Severino (PPG História/UFBa).

    No segundo dia, os trabalhos começaram com a Oficina Gestão de risco em acervos, ministrada por Elias Machado (Museólogo UFRGS, COREM/3), seguida pela Mesa Redonda, Políticas Públicas Culturais: formação e atuação profissional no campo da história e da museologia, nas quais participaram os professores Benito Bisso Schmidt (PPG História/UFRGS) e Marlise Giovanaz (Museologia/UFRGS). No período da tarde, mais trabalhos socializados na Sessão de Comunicações Acervos e ações patrimoniais e também a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pela Comissão Interdisciplinar de Preservação de Processos Judiciais Aptos à Descarte (COMINTER). E por último, a Conferência de Encerramento, conduzida pela professora Zita Possamai (Museologia e PPG Educação/UFRGS) e pelo professor Ricardo Santhiago (FACOM/Unicamp).

    Temos certeza que as discussões em tornos dos caminhos e descaminhos seguidos pelas políticas públicas na área da cultura e da preservação dos bens culturais foram importantíssimas, sobretudo em um contexto nos quais estão sendo problematizadas as atividades cuja competência recai sobre o Estado. As experiências trocadas e as impressões trocadas a respeito do atual cenário, serviram de combustível para que pensássemos e seguíssemos pensando em possíveis saídas, nas quais as instituições e as atividades vinculadas à cultura possam cumprir seu papel social.

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