XIV Mostra de Pesquisa – Inscreva-se!!!

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   Já começaram as inscrições na modalidade ouvinte para a XIV Mostra de Pesquisa APERS, evento que acontecerá nos dias 10, 11 e 12 de setembro no Arquivo Público e a participação será certificada. Para se inscrever basta enviar um e-mail para mostradepesquisa@smarh.rs.gov.br com o nome completo e um e-mail para contato.

2ª Semana Nacional de Arquivos no APERS: I Júri Simulado da Memória Riograndense: caso Maria Degolada

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    O Grupo de Estudos e Intervenção em Matéria Penal do Serviço de Assistência Jurídica Universitária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – GEIPS/SAJU/UFRGS, em parceria com o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul – APERS, promovem o “I Júri Simulado da Memória Riograndense: Caso Maria Degolada”, com o objetivo de oportunizar novas formas de difusão do acervo documental do Estado, e oportunizar ao APERS como um espaço de cultura e pesquisa, de modo a reconhecer os documentos arquivísticos como patrimônio sociocultural que deve ser preservado.

    Sendo o Caso Maria Degolada um fato que constitui a memória histórica do Rio Grande do Sul, a realização deste evento constitui-se como um espaço de reavivamento de um dos assassinatos que mais acionou o Judiciário Gaúcho no Século XIX e tornou-se uma das lendas mais presentes na memória do Estado.

   A atividade contará com a simulação do julgamento do Caso da Maria Degolada nos moldes da época e insere-se como uma das atrações da Semana Nacional dos Arquivos.

   ATENÇÃO: Os jurados serão sorteados na hora, dentre os participantes do evento, ou seja, poderá ser você!

   As inscrições são gratuitas mediante a entrega de um item de higiene na entrada do evento. E podem ser feitas, até o dia 04 de junho, neste link (clique para acessar) ou pelo e-mail geipsaju@gmail.com, informando nome completo, CPF, cartão UFRGS (caso tenha vínculo com a Instituição, e-mail e telefone para contato.

Serviço – I Júri Simulado da Memória Riograndense: Caso Maria Degolada
Dia: 07.06.2018
Horário: 14h -17h
Local: Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS) – Auditório Marcos Justo Tramontini
Endereço: Rua Riachuelo, 1031, Centro Histórico, Porto Alegre/RS.
Haverá a emissão de certificado aos participantes.

2ª Semana Nacional de Arquivos no APERS: Cinema no Arquivo

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   Entre os eventos que o Arquivo Público promoverá durante a 2ª Semana Nacional de Arquivos, está o “Cinema no Arquivo”, a atividade tem como proposta a difusão de arquivos e despertar a preservação da arte cinematográfica, com a reprodução do filme “Cinema Paraíso”. O evento tem apoio da Associação dos Amigos do Arquivo Público – AAAP, Prefeitura Municipal de Porto Alegre e Cinemateca Capitólio.

   O filme é um drama ítalo-francês de Giuseppe Tornatore, com 2h4min de duração, de 1988, e ganhou inúmeros prêmios entre eles o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1990. A trama passa-se em Roma, 1980, e centra-se em Salvatore Di Vitta (Jacques Perrin), um reconhecido cineasta italiano, que recebe um telefonema inesperado da sua mãe, na Sicília, onde nasceu e cresceu, quem lhe dá a conhecer a morte de Alfredo (Philippe Noiret), o projecionista que deixava Totó, o diminutivo por qual Salvatore era conhecido, ver todos os filmes que passavam pelo Cinema Paraíso. Após o telefonema, Totó é invadido por recordações, revisitando a sua infância, na sua Sicília natal, quando vivia fascinado pela cabina mágica de Alfredo, o mal-humorado projecionista do cinema da vila: o Cinema Paraíso, onde os habitantes iam para rir, chorar, dar cotoveladas e protestar cada vez que o padre local censura as cenas de beijos. De alguma forma, Alfredo ocupou o papel de pai de Totó, desaparecido durante a II Guerra, e ofereceu-lhe um mundo de magia que era o seu acolhedor refúgio naqueles dias, e que, mais tarde, viria a ser o seu próprio mundo. Mas, após um caso de amor frustrado com Elena, a filha do banqueiro, ele deixa sua pequena cidade para tomar o caminho de Roma. Ele só retornará 20 anos depois, com a morte de Alfredo, para enfrentar as lembranças de sua infância. Agora, Totó tem de voltar à sua terra natal para enterrar o homem que determinou a sua vida e receber o seu último legado. Salvatore finalmente percebe que a sua infância não foi nada mais nada menos que um filme italiano.

Elenco: Philipe Noiret, Agnese Nano, Jacques Perrin, Leopoldo Trieste, Enzo Cannavale, Isa Danieli, Leo Gullota, Roberta Lima.

Serviço – Cinema no Arquivo
Dia: 05.06.2018
Horário: 14h -16h
Local: Cinemateca Capitólio (Sala Multimídia – 3ª andar)
Endereço: Rua Demétrio Ribeiro, 1085 Centro Histórico – Porto Alegre/RS.
Inscrições Gratuitas – Vagas limitadas (35) – Inscreva-se clicando aqui
Informações: sna.apers@yahoo.com ou 3288-9134

2ª Semana Nacional de Arquivos no APERS: Participe do Painel Documentos e Jogos no Ensino de História

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Cartaz Lançamento II Sem Nac de Arquivos

Como parte da programação da II Semana Nacional de Arquivos, o APERS realizará o painel “Documentos e Jogos no Ensino de História“, atividade que marca o lançamento público do projeto “Jogoteca Educativa do APERS“.

A mesa contará com palestra do prof. dr. Nilton Mullet Pereira (FACED/UFRGS), um dos organizadores do livro Jogos no Ensino de História, publicado pela Evangraf em 2013 – pode ser baixado aqui. Em sua trajetória como historiador doutor em Educação, Nilton tem produzido e incentivado reflexões sobre o uso de jogos no ensino.

Também participam Jéssica Borba, licenciada em História pela FAPA, atualmente cursando bacharelado em História na UFRGS, e Paulo Fasolo Klein, licenciado em História e bacharelando pela UFRGS. Ambos fazem parte do Núcleo de Ação Educativa do APERS, atuaram ativamente em 2018 na pesquisa e produção de jogos, e compartilharão com o público essa experiência.

A entrada é gratuita! Participe dessa e de outras atividades oferecidas na programação da II SNA. Faça sua inscrição clicando aqui.

2ª Semana Nacional de Arquivos no APERS: Oficina Os Tesouros da Família Arquivo

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Cartaz Oficina na II Sem Nac de Arquivos

2ª Semana Nacional de Arquivos no APERS: Alterações na programação

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A programação da 2ª Semana Nacional de Arquivos no APERS sofreu algumas alterações:

  • A Exposição Carris entre Arquivos: Trilhos de Preservação de História e Memória foi cancelada;
  • Na Oficina “Os Tesouros da Família Arquivo”, não teremos palestra do Prof.ª Carla Rodeghero (UFRGS), e sim a condução das atividades pela Equipe do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS; e,
  • O lançamento do Projeto “Jogoteca Educativa do APERS” – Painel “Documentos e Jogos no Ensino de História” – terá falas do Prof. Nilton Mullet Pereira (FACED/UFRGS), e de Jéssica Gomes de Borba e Paulo Eduardo Fasolo Klein (Núcleo de Ação Educativa do Arquivo).

Por esses motivos, publicamos novamente a grade da programação, com as alterações, e a descrição dos eventos (clique para acessar).

Comunicado sobre o Seminário “130 Anos de Abolição Incompleta da Escravidão no Brasil 30 Anos de Constituição Cidadã: entre exclusão e representatividade”

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     A Comissão Organizadora do evento informa:

   Em decorrência do impacto sobre o transporte público da greve promovida pelos caminhoneiros, o seminário relativo aos 130 anos da abolição incompleta da escravatura e aos 30 anos da constituição cidadã não será realizado nos dias 28 e 29 de maio de 2018.
   Durante o decorrer da primeira semana do mês de junho, serão informadas as novas datas.

APERS na 2ª Semana Nacional de Arquivos: descrição dos eventos e inscrições

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   Como divulgamos, entre os dias 04 e 09 de junho, o Arquivo Público do RS participará da 2ª Semana Nacional de Arquivos com diferentes eventos, inclusive alguns acontecerão em parceria com outras instituições arquivísticas, centros de documentação e de memória.

   Para saber as informações da programação do APERS acesse aqui o arquivo com a descrição de cada evento (clique para acessar).

   A maioria dos eventos tem inscrição gratuita, apenas a Oficina de “Paleografia” terá custo de R$25,00 e a Visita Guiada ao “Cemitério da Santa Casa” terá custo de R$20,00. O pagamento deve ser feito, por depósito, para a Associação dos Amigos do APERS (CNPJ 01.347.417/0001-97), Banco: 041 Banrisul,  Agência: 100, Conta Poupança: 41.373.079.0-6.

   Para participar dos eventos do APERS na 2ª Semana Nacional de Arquivos, faça a sua inscrição neste link (clique para acessar). Ressaltamos que as inscrições para o I Júri Simulado da Memória Riograndense: Caso Maria Degolada, serão realizadas pelo e-mail geipsaju@gmail.com .

   Para mais informações, entre em contato por e-mail para sna.apers@yahoo.com ou por telefone 3288-9134.

Notícia relacionada:
APERS participará da 2ª Semana Nacional de Arquivos

Exposição 130 anos da Abolição: documentos de luta e liberdade

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    Maio de 2018 marca os 130 anos da Abolição da Escravidão no Brasil. Durante muito tempo o 13 de maio foi comemorado com honras à Princesa Isabel, filha do Imperador Dom Pedro II, que assinou a chamada Lei Áurea. Quem não lembra de ouvir referências à princesa benfeitora que “concedeu a liberdade” aos escravizados?

    Entretanto, cada vez mais tem sido presente a reflexão sobre o que levou Isabel, naquele momento, a determinar o fim do sistema jurídico que permitia a escravização no país, sobre os impactos de uma abolição sem qualquer tipo de compensação aos negros e negras libertos, ou sobre a luta pela liberdade empreendida ao longo de séculos, que contribuiu para tornar a escravidão insustentável. Longe de uma ação benevolente, a assinatura da Lei Áurea foi expressão de um processo histórico intenso, marcado por interesses políticos e econômicos nacionais e internacionais, por resistências cotidianas, por articulações diversas de movimentos abolicionistas…

    Certamente este processo pode ser estudado e melhor compreendido a partir de milhares de documentos salvaguardados pelo APERS, e disponíveis para consulta pública!

   Como forma de celebrar a vida, o trabalho e a resistência de mulheres e homens que lutaram por liberdade muito antes da Abolição oficial, destacamos alguns documentos que ajudam a refletir sobre tais trajetórias, com a singela mas significativa exposição 130 anos da Abolição: documentos de luta e liberdade.

   Entre 25 de maio e 01 de junho de 2018, das 08h30min às 17h, venha visitar aqui no APERS, Espaço Joel Abilio Pinto dos Santos (Rua Riachuelo, 1031, Centro Histórico. Porto Alegre/RS)!

Seminário “130 Anos de Abolição Incompleta da Escravidão no Brasil 30 Anos de Constituição Cidadã: entre exclusão e representatividade”

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O Arquivo Público sediará o Seminário “130 Anos de Abolição Incompleta da Escravidão no Brasil 30 Anos de Constituição Cidadã: entre exclusão e representatividade” – em homenagem à Luisa Mahin e Luiz Gama, que ocorrerá entre os dias 28 e 29 de maio de 2018, no Auditório do APERS.

O Seminário abordará temas sobre exclusão, representatividade, espaço político e democracia, políticas públicas, além do enfrentamento à violência institucional relacionadas às questões raciais, com o objetivo de subsidiar os trabalhos da Comissão da Verdade da Escravidão Negra da OAB-RS.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas neste link (clique para acessar)!

Confira a programação e participe!

Mais informações estão disponíveis no site: www.cvenoabrs.wixsite.com/130-anos-abolicao .

Pesquisando no Arquivo: Secretaria da Justiça VI

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Não raro somos informados, através da internet, jornal, rádio ou televisão, da morte de policiais em confrontos com criminosos ou em operações consideradas de alto risco em nome da manutenção da ordem ou do bem da sociedade. De fato, não é novidade que a atividade policial é considerada uma das profissões mais perigosas, colocando cotidianamente estes profissionais em situações de risco à sua integridade física e à sua vida. Além da excessiva exposição a riscos e violência à sua pessoa, a frequência com que a profissão coloca o policial em contato direto com casos de agressões, estupros, homicídios e suicídios, além da cobrança de eficiência por parte da sociedade e as precárias condições de trabalho, contribui para que os profissionais das áreas de segurança pública entrem em destaque entre as profissões que mais sofrem estresse, influindo diretamente na qualidade de vida e no desencadeamento de sintomas psicológicos e físicos nesses indivíduos.

Dando sequência à nossa série de textos instigando a pesquisa no acervo da Secretaria da Justiça (1975 – 1991), elencamos alguns processos pertencentes à documentação de solicitação de pensão vitalícia que podem contribuir para o estudo da vida profissional de policiais estaduais que morreram em consequência da sua atividade profissional. Seja pela proximidade iminente da morte e violência no trabalho ou pelas consequências emocionais que os perigos cotidianos acarretaram nesses profissionais, é possível relacionar o desencadeamento de enfermidades crônicas e distúrbios emocionais de consequências fatais diretamente ao exercício das atividades policias.

Através do processo de solicitação de pensão da viúva Rosane, podemos conhecer a história do seu falecido marido Neidir. Neidir era inspetor de polícia, e enquanto trabalhava em uma operação de caráter sigiloso junto à Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1974, sofreu um “atentado” (ou “assalto”, como também é tratado nos documentos) sendo atingido por três balas, o que lhe acarretou graves ferimento na região do tórax. Apesar de sobreviver ao incidente, veio a falecer anos depois, em 1982, no pós-operatório de uma cirurgia de retirada de vesícula. As complicações na operação foram decorrentes de aderências intestinais antigas que tiveram origem nos ferimentos a bala sofridos em 1974. Apesar de passar por diversas cirurgias ao longo dos anos, as consequências da lesão corporal sofrida por Neidir em razão de sua profissão lhe levou à morte.

O falecimento de Edi também ocorreu enquanto exercia sua profissão policial, e é relatada no processo de sua viúva Iracema. Diferentemente de Neidir, Edi estava de folga junto com outros companheiros de corporação em frente a um clube quando Tânia, uma civil que passava por ali, exaltada, começou a indicar a direção em que fugia o homem que havia lhe roubado uma correntinha. Edi e Valdir, também policial, iniciaram então uma perseguição ao assaltante e, quando alcançaram-lhe, tentaram executar sua prisão. O homem reagiu e esfaqueou Edi, mas foi atingido em seguida por Valdir, ficando caído na rua. O inquérito policial militar anexado ao processo de solicitação adquire então um caráter curioso e confuso no momento em que não consegue explicar determinadas circunstâncias que se deram em seguida ao fato. Outros policiais que estavam no clube partiram em direção ao local do ocorrido e, ao se depararem com o assaltante já debilitado, iniciaram um violento linchamento. Edi é levado ao hospital, mas chega já sem vida. Seus colegas são autuados por homicídio e crime militar, por não prestarem socorro ao homem linchado e queimarem seus documentos, ocultando as circunstâncias dos acontecimentos.

As mortes de policiais, entretanto, não ocorrem apenas por consequências diretas das violências a que são expostos. Os estresses pelos quais passam e que lhes são inerentes ao cotidiano profissional também acarretam diversas complicações em sua saúde mental e física. Nesse sentido, podemos citar o processo da viúva Maria, esposa do falecido inspetor Hênio. Em um dia comum de trabalho, Hênio relatou aos colegas da delegacia que não se sentia muito bem, sentindo fortes dores estomacais. Ao ser hospitalizado, veio a óbito em seguida, apresentando complicações de uma patologia considerada pelos legistas como “gravíssima” devido à evolução de problemas pré-existentes que não foram adequadamente tratados, o que não pode ser considerado totalmente independente de sua atividade profissional. Após a morte, foi comprovado o nexo causal entre a ocasião da doença que levou o inspetor à morte e sua atividade policial. Hênio deixou uma viúva grávida e dois filhos pequenos. Um dos filhos apresentava deficiência auditiva, e as dificuldades de criação e educação são apresentadas por Maria em cartas endereçadas à Comissão de Pensões Vitalícias.

O processo da viúva Neuza, cujo marido Rio Grandense, policial falecido em objeto de serviço vítima de um infarto, é curioso por apresentar pareceres do Conselho de Polícia e do Instituto Médico Legal que consideram a ocorrência de doenças físicas causadas pelo estresse da vida policial como corriqueiras no desencadeamento da morte prematura dos profissionais dessa classe. A própria fatalidade que lhe tirou a vida, o infarto, é considerada como de grande incidência entre policiais devido ao fato da classe estar constantemente submetida a processos de desgaste físico, emocional e psicológico, permeado por noites mal dormidas, má alimentação e baixa remuneração, contribuindo assim para a incidência de cansaço, doenças e neurose.

Por fim, citamos aqui a história do policial Antônio, que cometeu suicídio em 1969, dois meses após sua expulsão da Brigada Militar. O processo de sua viúva, dona Aldemira, se detém na alegação de que sua expulsão da corporação foi considerada ilegal pela Justiça, solicitando então a pensão correspondente aos vencimentos integrais de seu falecido marido. De acordo com autos de audiência no julgamento do caso, o Estado errou em relação a Antônio, pois deveria ter lhe oferecido atendimento médico em razão de sua depressão desenvolvida em decorrência de suas funções, não expulsando o policial sem o devido tratamento. De acordo com os documentos, Antônio ingressou na Brigada Militar em condições normais, e no decorrer de suas funções, passou a apresentar mau comportamento que acarretou sua expulsão. Diversas inspeções de saúde foram realizadas, identificando o progressivo declínio psíquico do policial e registrando inclusive uma tentativa de suicídio, que resultou na recomendação médica de que o Comando deveria oferecer a Antônio um tratamento adequado. O tratamento, entretanto, não ocorreu, e após denso processo, coletando inclusive depoimentos de companheiros de corporação, foi constatado que o trabalho por ele exercido exigia grande “força” emocional ao enfrentar todo tipo de serviço, como trabalho com criminosos, acidentes, crimes bárbaros, entre outros. Ao fim do processo, foi averiguado que o falecimento de Antônio, apesar de ser um suicídio, foi resultado de doença psicológica adquirida em decorrência das funções que exercia.

Os processos de solicitação de pensão, nesse sentido, podem oferecer grandes potencialidades de estudo do cotidiano da profissão policial, bem como das consequências físicas e psicológicas decorrentes do estresse sofrido pelos profissionais de segurança pública. Outras situações que tangenciam os processos citados, como a violência policial, o linchamento público de criminosos e a situação de desamparo registradas pelas famílias dos falecidos também podem ser aprofundadas. A análise das relações entre saúde, ambiente de trabalho e atividade policial, assim, se torna uma área de pesquisa a ser investigada e de grande relevância para estudos históricos e sociais que tratam da construção da segurança de trabalhadores e os resultados das situações de violência e crime cotidianamente vividas pelos policiais.

Para saber mais, continue lendo nosso blog ou solicite os documentos para sua pesquisa através do e-mail saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e agende seu atendimento!

Fonte: COUTO; BRITO; SILVA; LUCCHESES. Saúde mental do policial militar: relações interpessoais e estresse no exercício profissional. Curitiba: Psicologia argumento. v. 30, jan./mar. 2012. p. 185-194.

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Pesquisando no Arquivo: Secretaria da Justiça I

Acervo disponível para pesquisa: Secretaria da Justiça

APERS participará da 2ª Semana Nacional de Arquivos

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    No próximo mês teremos a 2ª Semana Nacional de Arquivos. A semana escolhida em comemoração ao Dia Internacional dos Arquivos: 9 de junho, que é uma data estabelecida pelo Conselho Internacional de Arquivos (ICA) em homenagem aos arquivos, fazendo parte de um calendário internacional. Além disso, o ICA lança um tema diferente a cada ano para inspirar os eventos. O deste ano é Governança, Memória e Herança.

    Este evento vem sendo organizado pelo Arquivo Nacional e a Fundação Casa de Rui Barbosa, a partir de ações previstas no Plano Setorial de Arquivos (2017-2027), elaborado pelo Colegiado Setorial de Arquivos do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) do Ministério da Cultura, como um período de eventos em arquivos e outras instituições de memórias de todo o país, com o objetivo de aproximar essas instituições da sociedade e divulgar os valiosos trabalhos nelas desenvolvidos; as quais atuam como um instrumento facilitador do acesso à informação, de modo a apoiar o cidadão na defesa de seus direitos e a incentivar a produção de conhecimento científico e cultural – uma das funções dos arquivos. Ademais, a Semana enfatiza a potencialidade dos arquivos como equipamentos culturais, aumenta sua visibilidade, divulga os valiosos trabalhos desenvolvidos nesses espaços.

    O Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS) também participará desta 2ª edição da Semana Nacional de Arquivos com eventos diversificados, oferecendo visitas guiadas, exposições, oficinas, palestras, Encontro de Arquivistas e apresentações musicais.

    Confira a nossa programação e participe (clique na imagem para ampliar):

Quando ocorre a 2ª Semana Nacional de Arquivos?

  • Em 2018, sua 2ª edição será de 4 a 9 de junho.

Endereços:

  • ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (APERS): Rua Riachuelo, 1031, Centro Histórico, Porto Alegre/RS. Telefone: (51)3288-9100.
  • ARQUIVO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE: Rua 7 de Setembro, 1123, Centro, Porto Alegre/RS. Telefone: (51)3289-1692
  • CEMITÉRIO DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PORTO ALEGRE: Av. Prof. Oscar Pereira, Azenha, Porto Alegre/RS. Telefone: (51)3223-2325
  • CIA CARRIS: Rua Albion, 385, Partenon, Porto Alegre/RS. Telefone: (51)3289-2100
  • CINEMATECA CAPITÓLIO: Rua Demétrio Ribeiro, 1085, Centro Histórico, Porto Alegre/RS. Telefone: (51)3289-7458
  • MEMORIAL MARTIM LUTERO: Rua Guilherme Schell, 467, Santo Antônio, Porto Alegre/RS. Telefone: (51)3223-9712

Quanto custa?

  • Oficina de Paleografia – dia 06/06/2018, entre 14h e 17h, no Auditório do APERS – R$ 25,00.
  • Visita ao Cemitério da Santa Casa – dia 06/06/2018, entre 18h e 20h – R$ 20,00.
  • Demais eventos: gratuitos.

    A programação nacional completa estará disponível no final de maio no site: http://semanadearquivos.arquivonacional.gov.br/.

APERS Entrevista: Sara Dalpiaz Carlos

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Sara Dalpiaz Carlos é licenciada e bacharelanda em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e foi estagiária do APERS entre maio de 2016 e maio de 2018 participando dos projetos de conservação de documentos, Organização e Disponibilização do acervo da Comissão Estadual da Verdade do RS e Arranjo, Descrição e Difusão dos Acervos das Secretarias da Justiça (1891 – 1991). Em janeiro deste ano apresentou seu trabalho de conclusão de curso intitulado Os “zeladores” da democracia: ação democrática renovadora – um alicerce da ditadura civil-militar no Rio Grande do Sul tendo como fonte de pesquisa o acervo do APERS, confira nossa entrevista com Sara:

Blog do APERS: Sara, como e por que você decidiu cursar História?

Sara: Desde criança fui incentivada pelos meus pais a ler. Este privilégio através da leitura foi importante para que eu tivesse mais afinidade na escola com a disciplina de História. Além disso, as aulas do professor de História no ensino médio foram um grande incentivo para esta escolha. Naquela época ainda não tinha certeza se gostava da docência, porém a História, assim como as relações políticas e sociais ali estabelecidas, me encantavam.

Blog do APERS: Você poderia comentar um pouco sobre como teve interesse despertado para a temática da ditadura civil-militar?

Sara: Como comentei na primeira pergunta, as aulas deste professor de história e a sensibilidade com que ele tocava em temas como, por exemplo, ditadura civil-militar, possibilitaram que eu construísse uma opinião bem assertiva sobre o tema. Além disso, gostava muito de assistir filmes, ler textos ou livros que trouxessem relatos sobre este período, principalmente sobre questões de resistência. Quando finalmente iniciei a jornada universitária, a temática sobre ditadura civil-militar estava em voga, visto que houve muitos eventos em alusão aos 50 anos do golpe no país. Por inúmeros motivos, me afastei da temática, apesar de nitidamente estar inclinada a estudar história do Brasil, principalmente a partir da década de 1950. No entanto, ao iniciar o estágio no APERS, participei da organização do acervo da Comissão Estadual da Verdade, atividade que trouxe muitos aprendizados e acrescentou muito à minha vivência como estudante de História e como indivíduo. Com o encerramento da organização do acervo, durante as atividades de restauro, por acaso encontrei um processo administrativo de utilidade pública do fundo da Secretaria da Justiça que tratava de uma entidade anticomunista chamada Ação Democrática Renovadora (ADR), fundada durante a ditadura civil-militar em Porto Alegre. Assim, minha relação com a ditadura civil-militar tornou-se mais sólida, pois a partir deste “achado” comecei a pesquisar sobre o tema.

Blog do APERS: Qual a importância do acervo do APERS para tua atuação enquanto pesquisadora?

Sara: Julgo o acervo documental do APERS muito importante para todas(os) nós que estudamos e escrevemos História. No meu caso, por meio do acervo pude analisar processos administrativos que traziam informações muito importantes acerca deste grupo pró ditadura civil-militar que atuou após o golpe de 1964. Foi através do acervo do APERS que conheci a entidade e a partir dessas informações, encontrei outras fontes que me auxiliaram na construção do meu trabalho de conclusão de curso.

Blog do APERS: Como avalias a importância da experiência de estágio no APERS para tua formação e atuação profissional?

Sara: Durante a graduação há poucas cadeiras ou atividades que exploram atividades práticas do historiador com suas fontes. Portanto, estagiar no APERS facilitou o contato com diferentes tipos de fontes, pois permitiu que eu conhecesse inúmeros fundos, bem como o processo de preservação dos documentos. Particularmente, o contato com a documentação no estágio foi essencial para a criação do meu trabalho de conclusão de curso, portanto acredito que estar em contato com diferentes acervos documentais é um estímulo para formular problemas de pesquisa essenciais para a preservação da memória e que são relevantes para trabalhos acadêmicos exigidos pela graduação em História.

Blog do APERS: Nas tuas horas vagas quais são tuas atividades preferidas de lazer?

Sara: No meu tempo livre gosto muito de ler, ir ao cinema, estudar outros temas para além da História, viajar, conhecer novos lugares, culturas e pessoas, fugir para a minha cidade natal, Barra do Ribeiro e passar bons momentos com as pessoas que gosto.

Abaixo disponibilizamos o link para o trabalho de conclusão de curso de Sara e de nossos outros estagiários que também apresentaram seus TCCs em janeiro, porém sem utilizar fontes do APERS:

Os “zeladores” da democracia : ação democrática renovadora : um alicerce da ditadura civil-militar no Rio Grande do Sul de Sara Dalpiaz Carlos

“Nem Videla, nem Figueiredo!” : a batalha da Praça Argentina e a resistência estudantil na UFRGS através dos documentos do SNI de Letícia Wickert Fernandes

“Às urnas, cidadãos! Dia 6 vote não!” : o referendo de 1963 nas páginas do Diário de Notícias de Paulo Eduardo Fasolo Klein

Para saber mais sobre os acervos com que Sara trabalhou, acesse:

Acervo disponível para pesquisa: Comissão Estadual da Verdade (CEV/RS)

Acervo disponível para pesquisa: Secretaria da Justiça 

Catálogo Secretaria da Justiça: processos administrativos de utilidade pública

Catálogo Acervo da Comissão Estadual da Verdade

Acervo disponível para pesquisa virtual: Comissão Estadual da Verdade (CEV/RS)

Pesquisando no Arquivo: Secretaria da Justiça 

XIV Mostra de Pesquisa – Prorrogação do prazo para envio de trabalhos

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Informamos que o prazo para envio de trabalhos para apresentação no Evento da XIV Mostra de Pesquisa foi prorrogado até o dia 27 de maio!

Todas as informações constam no regulamento, clique aqui para acessar, e ficamos disponíveis para quaisquer dúvidas pelo e-mail mostradepesquisa@smarh.rs.gov.br e pelo telefone (51) 3288 9115.

Este evento é gratuito, tanto para apresentação de trabalhos quanto para ouvintes. Participe!

Notícia relacionada:
XIV Mostra de Pesquisa – Regulamento

Atendimento APERS na próxima sexta, dia 11 de maio

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Acervo do Judiciário: liberação e indisponibilidade de Comarcas para consulta III

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   Informamos que está disponível no Sistema AAP, no portal do Arquivo Público do RS, a pesquisa dos dados dos documentos do Poder Judiciário referentes às Comarcas de: Vacaria (PJ 096 e 097), Passo Fundo (PJ 063) e Lagoa Vermelha (PJ 019).

   Após 1 ano e meio de trabalho, foram revisados e indexados os dados de 18.376 processos que estão distribuídos em 47 caixas da Comarca de Vacaria (PJ 096 – 1878-1892), 200 caixas da Comarca de Vacaria (PJ 097 – 1898-1954), 217 caixas da Comarca de Passo Fundo (PJ 063) e 250 caixas da Comarca de Lagoa Vermelha (PJ 019). Ressalta-se que as Comarcas de Vacaria e de Lagoa Vermelha já haviam sido trabalhadas e tiveram atualizações.

   Abaixo disponibilizamos a descrição dos fundos e os índices contendo os dados básicos dos documentos indexados no sistema AAP (para acessar, clique em cima dos links):

    Com o término do trabalho destas Comarcas, a equipe de indexação do APERS deu início a organização e revisão dos processos da Comarca de Caçapava do Sul (PJ 016, 017 e 018), acervo do Poder Judiciário, o que acarreta na indisponibilidade do acervo para consulta na Sala de Pesquisa do APERS. Somaram-se 145 caixas, em levantamento prévio, que estão sendo analisadas e posteriormente os dados dos documentos serão digitados no sistema AAP.

   Lembramos que é possível pesquisar processos já indexados do acervo do judiciário, por parte ou período aqui. Se você tiver interesse em consultar estes documentos em nossa Sala de Pesquisa, envie um e-mail para saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

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Comarcas de Bagé e Canguçu/Piratini disponíveis para consulta online

Cartilha PROA sobre o uso do sistema para processos de Pagamento

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O Comitê Gestor do PROA aprovou a publicação de mais uma Cartilha PROA: uso do Sistema de Processo Administrativo Eletrônico para processos de Pagamento (clique aqui para acessar).

A cartilha explica a necessidade de guarda das notas fiscais originais e busca padronizar o uso dos assuntos referentes a esta temática.

As cartilhas são produzidas pela equipe técnica do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul – APERS, enquanto Órgão Gestor do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul – SIARQ/RS, com base nas legislações vigentes e bibliografias disponíveis. Estas publicações buscam disseminar o melhor uso do Sistema PROA no que diz respeito a classificação em níveis de assunto, gestão de documentos físicos, digitais e híbridos, e padronização de nomenclaturas e procedimentos.

Na página do Sistema PROA também estão disponíveis as outras cartilhas já publicadas, sobre (clique nos links para acessar):

Produção de Documento Natodigital,

Assinatura Eletrônica,

Uso do PROA para: Diárias.

Cedência, Disposição e Disponibilidade

Para facilitar a compreensão de questões relacionadas entre gestão documental e Sistema PROA, novas produções poderão ser elaboradas conforme a identificação e solicitação por usuários ou Comitê. Nossos contatos, para envio de dúvidas ou sugestões, são: e-mail assuntos-proa@smarh.rs.gov.br ou telefone (51)3288-9114.

APERS em Números – Abril 2018

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Confira alguns dados referentes aos serviços realizados no APERS durante o mês de abril:

– Assessorias SIARQ/RS: 34

– Usuários atendidos: 374

– Cidadão: 255

– Usuários internos: 04

– Pesquisadores: 115

– Novos pesquisadores: 47

– Atendimentos aos usuários: 832

– Cidadão: 309

– Usuários internos: 16

– Pesquisadores: 507

– Indexação Sistema AAP: 1.878

– Visualizações blog institucional: 19.637

Veja abaixo os gráficos de usuários atendidos e atendimentos realizados por dia no mês de abril:

Gráficos de usuários atendidos e atendimentos realizados por dia no mês de abril.

Clique aqui para saber mais sobre os serviços que o APERS presta a comunidade.

Visitas guiadas ao APERS – Abril 2018

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   No mês de abril foram realizadas 16 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS. Visitaram nossa instituição:

  • Dia 03: 20 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Qualificação e Habilitação Técnica), acompanhados pela professora Lucélia de Souza Carlos, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 04: 21 alunos do INTEGRAR/RS – Programa Jovem Aprendiz, disciplina de Almoxarifado e Arquivo, acompanhados pela professora Barbara C. Dias de Mello, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 09: 26 alunos do Colégio La Salle, acompanhados pela professora Cristina Horta, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público e conhecer sobre processos crimes da antiga Porto Alegre para reportagem no Jornal Histórico da Escola, nas comemorações dos 110 anos.
  • Dia 10: 10 alunos do INTEGRAR/RS – Programa Jovem Aprendiz, disciplina de Almoxarifado e Arquivo, acompanhados pelo professor Diego Capitão, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 12: 02 alunos da Escola Técnica Cristo Redentor, acompanhados pela professora Andrea Fontoura, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 17: 15 alunos da Renapsi RS – Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, acompanhados da professora Francieli Santos da Silva, com o objetivo de conhecer a Instituição, suas funções e importância na preservação e guarda de documentos.
  • Dia 18: 12 alunos da Renapsi RS – Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, acompanhados do professor Alexsando J.L., pelo turno da manhã, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 18: 16 alunos da Renapsi RS – Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, acompanhados da professora Francieli Santos da Silva, pelo turno da tarde, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 19: 26 alunos do SENAC-RS Comunidade do curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Qualificação e Habilitação Técnica), acompanhados pela professora Tainá Araújo, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 20: Frederico Engel, repórter estagiário do Jornal do Comércio, pelo turno da manhã, com o objetivo de conhecer o APERS e fazer um documentário para cumprir a grade curricular do curso de jornalismo da PUC/RS.
  • Dia 20: 23 alunos da Renapsi RS – Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, acompanhados do professor Alexsandro J. L, pelo turno da tarde, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 23: Paulo Ricardo Menegaz, médico de Passo Fundo/RS, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público e fazer pesquisa genealógica.
  • Dia 24: 16 alunos da Renapsi RS – Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, acompanhados do professor Alexsandro J.L., pelo turno da manhã, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 24: 12 alunos do Instituto Murialdo – Centro de Formação Profissional,  acompanhados do professor Andrey Moser, pelo turno da manhã, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 28: aproximadamente 45 visitantes participaram do roteiro de visitas guiadas “Os Caminhos da Matriz”; onde conhecem as instituições culturais que circundam a Praça da Matriz um sábado por mês. O grupo se encontrou na Praça da Matriz, pontualmente às 14 horas e seguiu para uma visita guiada no Arquivo Publico RS. Logo após, na Biblioteca Pública do Estado e no Museu Júlio de Castilhos. Foi uma caminhada animada, com um público atento e curioso! Muitos questionamentos e registros fotográficos. Demonstraram interesse em voltar ao APERS, para conhecer mais detalhes sobre o funcionamento e pesquisarem suas descendências em nosso acervo.

    Os Caminhos da Matriz

  • Dia 30: Camila Frains e Priscila Pithan da Escola Técnica Cristo Redentor, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.

Confira o álbum de fotos das visitas guiadas do mês de abril em nosso Facebook, clicando aqui.

Guias: Carlos Henrique Armani Neri, Caroline A. Baseggio, Giglioli Rodrigues e Iara Gomide.

Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Atividades SIARQ/RS – Abril 2018

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O Arquivo Público do RS, enquanto Órgão Gestor do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul – SIARQ/RS, atua para efetivar a gestão documental nos órgãos do Poder Executivo. Durante o mês de abril os servidores participaram de reuniões de assessoria técnica, reuniões de comitês e grupos de trabalho, que listamos abaixo:

  • Dia 03: arquivistas do APERS estiveram em visita técnica às salas onde estão armazenados os acervos da Secretaria do Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos (SDSTJDH), para avaliarem as condições em que se encontra a documentação, para o tratamento adequado. Participaram: Deborah Eunice Pilar Steyer, Felipe Bittencourt de Mourada (SDSTJDH), Maria Cristina Fernandes e Silvia Soares (APERS).
  • Dias 04, 09 e 11: arquivistas do APERS estiveram na Secretaria da Educação (SEDUC), Arquivo Central da Secretaria, para prestarem orientações quanto à classificação e avaliação de documentos, na organização do acervo e sobre procedimentos em relação ao PROA para a SEDUC. Participantes: Letícia Luiz, João Carlos Silveira e Pâmela Rodrigues (SEDUC); Jonas Melo, Maria Cristina Kneipp Fernandes e Renata Vasconcellos (APERS).
  • Dias 05 e 19: os arquivistas Cléo Belicio Lopes e Jonas Melo participaram de reunião do Comitê Gestor do PROA, realizadas na Sala de Gestão da SMARH, onde foram analisadas as demandas recebidas dos órgãos usuários e outros temas relacionados à implantação do Sistema.
  • Dia 13: as arquivistas Maria Cristina Fernandes e Renata Vasconcellos estiveram reunidas com os estagiários, na Sede Complementar do Centro Administrativo Fernando Ferrari (SECOM/CAFF), acompanhando e prestando orientações para a realização das atividades de organização do acervo da Divisão de Pessoal (DIPES/DEADM/SMARH).
  • Dia 20: a arquivista Silvia Soares esteve na Secretaria do Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos (SDSTJDH), participando de reunião de assessoria técnica, para esclarecimento de dúvidas e orientações sobre classificação e avaliação de processos administrativos, visando realizar a eliminação de documentos, referente à massa documental acumulada no Hospital Psiquiátrico São Pedro. Participantes: Deborah Eunice Pilar Steyer (SDSTJDH).
  • Dia 27: os arquivistas do APERS estiveram na Secretaria do Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), para prestarem orientações sobre a definição de assuntos para processos que solicitam acesso e compartilhamento de dados provenientes de sistemas eletrônicos de órgãos do Governo Estadual. Participaram: Júlio Carlos Olijnyk (PROCERGS), Diônifer Alan da Silveira (SPGG), Cléo Belicio Lopes e Jonas Ferrigolo Melo (APERS).
  • Na Fundação de Desenvolvimento e Recursos Humanos (FDRH), os arquivistas Cléo Belicio Lopes e Viviane Portella de Portella participaram de 15 assessorias técnicas, orientando sobre as atividades de gestão documental para transferência e recolhimento de documentos aos estagiários.
  • Na Companhia Rio-Grandense de Artes Gráficas (CORAG), os arquivistas Jonas Melo, Maria Cristina Fernandes e Silvia Soares participaram de 12 assessorias técnicas, para orientações e verificando as atividades de gestão documental para transferência e recolhimento de documentos. Participaram pela CORAG: Márcia Senna e estagiários.

Em abril, o Arquivo Público analisou seis (06) Listagens de Eliminação de Documentos visando a aprovação, recebidos por processos administrativos, conforme estabelecido pelo Decreto 52.808/2015, em seu Art. 6º, parágrafo V.

E, neste mês, foram recebidos na caixa do e-mail assuntos-proa@smarh.rs.gov.br, vinte e nove (29) e-mails de diversos órgãos, referentes a solicitações, esclarecimentos de dúvidas com relação à atribuição de assuntos no Sistema PROA. Além desses, na caixa de correio do SIARQ/RS foram recebidos cinco (05) e-mails com questões sobre gestão documental.

Para solicitar assessoria ao SIARQ/RS, visando implementar as normativas e os instrumentos de gestão documental, pode entrar em contato pelo e-mail siarq-apers@smarh.rs.gov.br ou telefone (51) 3288-9114.

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