Projeto AfricaNoArquivo participa de Evento da ATEMPA

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Nos dias 16 e 17 de outubro ocorreu o IV Encontro de Educadores da Associação dos Trabalhadores em Educação do Município de Porto Alegre (ATEMPA) no Auditório do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA). Para esse encontro foi escolhido como tema de debate a Diversidade nas Escolas e o Arquivo Público, por meio do Projeto AfricaNoArquivo – Fontes de Pesquisa e Debates para a Igualdade Étnico-racial, esteve presente.

Assim como a proposta das atividades promovidas pela ATEMPA, também o Programa de Educação Patrimonial UFRGS|APERS tem promovido ações de debates em torno das relações e de políticas que promovam a igualdade étnico-racial. Umas delas foram a produção das Caixas Pedagógicas pelo Projeto AfricaNoArquivo. A participação do APERS deu-se por meio da distribuição, durante os dois dias, das Caixas Pedagógicas aos professores das escolas que ainda não tinham recebido o material e que estavam participando do evento. Com isso, tivemos como resultado a distribuição, para algumas dezenas de escolas do município de Porto Alegre, de um material pedagógico que, com certeza, contribuirá para o prosseguimento do debate em torno da diversidade nas escolas.

Projeto AfricaNoArquivo é divulgado pelo Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra (PRDCN)

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     No final do mês de setembro o Projeto AfricaNoArquivo recebeu uma divulgação especial: um vídeo feito pela professora Carla Lopes, atuante na área de História, Arquivologia e Gestão da Informação, professora de História e coordenadora pedagógica da rede pública estadual de ensino no Rio de Janeiro, criadora e coordenadora do Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra (PRDCN). O PRDCN é uma experiência metodológica de implementação da Lei 10.639/03 e um observatório de práticas pedagógicas em Educação para as Relações Étnico-raciais.

     O vídeo foi produzido a partir de uma viagem a Porto Alegre, na qual a prof.ª Carla pode conhecer o Arquivo Histórico e o Arquivo Público do Rio Grande do Sul. Assim, ela comenta sobre a publicação “RS Negro: cartografias sobre a produção do conhecimento”, organizada em parceria entre o AHRS e a PUC-RS, e sobre uma série de projetos com os quais tomou contato no APERS, desenvolvidos no âmbito da difusão de acervos e da Educação Patrimonial, relacionados à história da escravização e da luta por liberdade no Rio Grande do Sul, numa perspectiva antirracista.

     Carla fala da caixa pedagógica AfricaNoArquivo, conectando-a com as demais ações desenvolvidas pelo Arquivo Público, que destacam as contribuições de negras e negros na formação história e social do RS, como os Catálogos de Documentos da Escravidão e a oficina Os Tesouros da Família Arquivo. A professora referencia a qualidade do material e evidencia o importante papel que as instituições arquivísticas têm, como lugares de memórias, no acesso à informação, na produção e difusão de conhecimentos, e na efetivação da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas públicas do Brasil. Assista ao vídeo abaixo, ou neste link:

     Agradecemos a visita, o reconhecimento, e mais essa oportunidade de divulgar um trabalho que vem sendo feito com muita convicção e carinho pela equipe do APERS.

AfricaNoArquivo: distribuição das caixas e desdobramentos do trabalho (II)

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No intuito de ampliar o trabalho desenvolvido através do projeto AfricaNoArquivo, de torná-lo reconhecido e de maior alcance, as servidoras Clarissa Sommer e Roberta Valença Scholz inscreveram a ação no Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade em sua edição de 2015. O Prêmio é promovido pelo IPHAN há 28 anos, e nesta edição tinha como foco reconhecer iniciativas de excelência em “técnicas de preservação e salvaguarda do Patrimônio Cultural” e em “promoção e gestão compartilhada do Patrimônio Cultural”.

CartazPRMFA15_450Concorrendo com 234 propostas apresentadas nacionalmente, nossa proposta foi selecionada na etapa estadual, ficando entre os 57 projetos finalistas enviados para apreciação pela Comissão Nacional de Avaliação. Infelizmente não fomos selecionados entre as oito vencedoras, tendo um parecer favorável à indicação e outro contrário, mas certamente o reconhecimento de estar entre os escolhidos nos estados muito nos orgulha, e já é um incetivo para seguirmos em frente com a difusão do projeto. Acesse aqui notícia sobre as iniciativas premiadas, que compartilha também a ata de reunião da Comissão.

Aproveitamos essa postagem para divulgar amplamente que, após termos dedicado todo o primeiro semestre do ano à distribuição das caixas pedagógicas entre as escolas da rede pública de Porto Alegre, Canoas, Gravataí e Viamão, conforme previsto no projeto aprovado junto ao edital do Prêmio Pontos de Memória, do IBRAM, agora em agosto, segundo semestre, começamos a distribuir as caixas conforme demanda, a partir da lista de espera registrada desde o começo de 2015. Assim, distribuiremos para todas as instituições de ensino interessadas, por ordem de procura, até que sejam finalizados os exemplares disponíveis.

Reforçamos que a distribuição é voltada à instituições, e não a indivíduos, devendo ser disponibilizadas para uso comum nos espaços que as receberem. Além disso, priorizaremos as instituições que ainda não receberam nenhum exemplar. Dúvidas podem ser elucidadas pelo e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br

AfricaNoArquivo: desdobramentos do trabalho (I)

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2015.06.24 AfricaNoArquivo

    Até o mês passado disponibilizamos nessa categoria todos os materiais que compõem a caixa pedagógica AfricaNoArquivo, de forma que educadores e demais interessados possam ter acesso e montá-la para trabalhar com o tema da escravidão e da luta por liberdade a partir das fontes arquivísticas salvaguardadas no APERS. Hoje começamos a compartilhar atividades relacionadas, ou desdobramentos construídos a partir desse material, mostrando suas potencialidades.

    Além da distribuição e da difusão do projeto AfricaNoArquivo, uma das ações centrais com a qual a equipe de Ação Educativa do APERS está envolvida nesse primeiro semestre de 2015 é a reformulação da oficina de educação patrimonial Os Tesouros da Família Arquivo, realizada no âmbito do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS desde 2009. Esta oficina é oferecida às turmas de 6º e 7º anos do Ensino Fundamental e também debate a resistência à escravidão a partir de inventários, processos criminais, testamentos, registro de compra e venda e cartas de liberdade.

    Uma das medidas para sua qualificação foi a construção de uma atividade preparatória a ser realizada pelas turmas antes da vinda ao Arquivo, tendo como principal objetivo contribuir para que os/as estudantes reconheçam diferentes tipologias documentais do acervo do APERS que podem ser usados na pesquisa histórica, e com os quais terão contato na oficina. Compreendemos que a participação das crianças e adolescente na oficina oportunizada nas dependências do Arquivo é potencializada com uma preparação anterior, que aproxime-os do tema e do universo do Arquivo. Tendo como eixo os conceitos de fonte histórica e diversidade, a proposta foi produzida pela professora Carla Rodeghero (História/UFRGS) a partir dos debates realizados pela equipe, é composta com um pequeno vídeo, que está disponível no YouTube, e duas questões simples que buscam, primeiro, levantar os conhecimentos prévios trazidos pelos estudantes sobre as tipologias documentais, e em seguida, a partir do manuseio e análise dos fac-similes disponíveis na caixa pedagógica AfricaNoArquivo – que já estão na escola! – produzir uma ficha de investigação que evidencia as funções daqueles documentos e que tipos de informações podem ser extraídas a partir deles.

    Nesse sentido, a atividade preparatória à oficina Tesouros pode servir como uma introdução ao trabalho com a caixa pedagógica, assim como a caixa pedagógica qualifica e potencializa o trabalho realizado presencialmente no Arquivo.

    Se você é professor, ainda que não tenhas como agendar oficinas no Arquivo para suas turmas, cremos que podes introduzir o trabalho com a caixa pedagógica AfricaNoArquivo a partir das questões propostas na atividade preparatória. E, se tiveres registros das atividades realizadas em sala de aula a partir de todos esses materiais, assim como outras produções a partir deles, compartilhe conosco! Estamos em contato pelo e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br.

AfricaNoArquivo – Compartilhando a produção do Projeto (IV)

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Hoje publicamos nossa última postagem de compartilhamento dos materiais que compõem a Caixa Pedagógica AfricaNoArquivo. Os documentos, glossário, material de apoio, jogo de tabuleiro, regras e respostas já foram disponibilizados nos meses anteriores. Agora você poderá assistir através do YouTube o vídeo educativo produzido com muito carinho pela equipe do APERS!

O objetivo central do vídeo é instigar o estudo da história e cultura africana e afro-brasileira, mostrando as conexões entre África e Brasil e relacionando às potencialidades do acervo do APERS para tais reflexões. Ele foi produzido a partir da pesquisa de imagens, da tomada de cenas dentro do Arquivo Público, e entrevistas realizadas com o professor de História da África da UFRGS, José Rivair Macedo, com o pesquisador do APERS e doutorando da Unicamp, Tiago Araújo, e com a professora e coreógrafa do Afro-Sul Odomodê, Iara Deodoro.

Indicamos que o vídeo seja assistido pelas turmas antes de iniciar o trabalho de pesquisa documental, para introduzir o debate problematizando as marcas da escravidão no Brasil e evidenciando a contribuição fundamental de negras e negros no processo de construção de nossa sociedade. Entretanto, cada educador pode escolher a melhor forma de trabalhar: assistir com os estudantes ou com os colegas professores, assistir e debater antes, durante ou ao final da pesquisa, assistir na íntegra (21 minutos) ou partes…

Ficamos a disposição para esclarecer dúvidas, receber relatos e sugestões através do e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br. A partir do próximo mês seguiremos alimentando essa categoria do blog com ideias, propostas e reflexões de desdobramento a partir do material produzido e distribuído na Caixa Pedagógica. Bom trabalho para todas e todos nós!

AfricaNoArquivo – Compartilhando a produção do projeto (III)

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Tabuleiro Jogo

Compartilhamos hoje o jogo de tabuleiro que acompanha a Caixa Pedagógica AfricaNoArquivo. Ele foi criado pela equipe do APERS a partir dos documentos selecionados, transcritos e disponibilizados no kit. Todas as perguntas são respondidas a partir do estudo e do debate prévio desses documentos. São questões que direcionam a atenção dos “estudantes-pesquisadores” para a condição social dos escravizados, tidos como mercadorias na sociedade escravista, mas, ao mesmo tempo, buscam evidenciar sua agência enquanto sujeitos, que formavam famílias, conquistavam alforrias para si e para outros companheiros de cativeiro, organizavam levantes…

Algumas perguntas são respondidas a partir da observação dos dados registrados nos documentos, exigindo atenção aos nomes dos escravizados e demais citados, às suas profissões e idades, aos locais e anos em que foram produzidos os registros, por exemplo: “1. Eu sou Faustino. Qual era minha idade quando conquistei minha Carta de Liberdade?”, “12. Hoje sou um homem livre. Durante a vida eu adquiri coisas e ajudei amigos a conquistar sua liberdade. Tudo ficou registrado em meu Testamento. Quem sou eu?”. Em outros casos se avança a “casa” interpretando informações gerais, ou analisando conceitos a partir do debate e do glossário disponibilizado com o material: “16. O que significa ser um escravo ‘de nação’?”, “28. Observando as atribuições dos escravos arrolados no Inventário, em que tipo de produção eles trabalhavam?”.

O tabuleiro foi produzido em tamanho 80X30cm. Para as escolas que desejarem baixar e reproduzir o material, sugerimos que, se possível, imprimam-no como um banner, da forma como fizemos para o kit. Cada caixa contém dois tabuleiros iguais, e dois conjuntos de pecinhas para jogar (um dado e cinco peões), para que os professores possam dividir a turma e dinamizar a atividade, conforme sugestões de trabalho no material de apoio. Cada caixa contém também duas cartelas com as regras do jogo (frente) e as respostas para as questões do tabuleiro (verso). A sugestão é de que cada grupo em torno de um tabuleiro escolha uma juíza ou um juiz que ficará com esta cartela, lendo as regras e acompanhando as respostas dos colegas. Baixe a seguir os materiais:

– Jogo de Tabuleiro
– Cartela de regras e respostas
– Glossário

Desejamos que o material seja amplamente acessado e de grande proveito! Dúvidas poderão ser sanadas através do e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br. Reforçamos também o convite para que compartilhem conosco através desse endereço registros de suas experiências com o material, como reflexões, opiniões dos estudantes e fotos de atividades realizadas nas escolas. Tudo poderá contribuir para a difusão e a valorização desse trabalho, instigando desdobramentos.

AfricaNoArquivo – Compartilhando a produção do Projeto (II)

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2015.03.25 AfricaNoArquivo II imagem

Hoje damos sequência à disponibilização dos materiais que compõe a Caixa Pedagógica AfricaNoArquivo. O “Material de Apoio à Professora e ao Professor!”, a seleção de páginas do inventário de Felisbina da Silva Antunes, a carta de liberdade da Rita e o testamento do Antonio Gaia já estão aqui. Agora, você pode baixar também:

– Carta de Liberdade de Faustino (Jaguarão, 1866) Liberto aos 18 anos com a condição de servir em um dos corpos do Exército por 12 anos no lugar de seu senhor. Possível problematizar o contexto da Guerra do Paraguai e a realidade de uma região de fronteira.

– Processo-crime de insurreição escrava na Aldeia dos Anjos (Comarca de Porto Alegre,1863) Tratando-se de um processo com cerca de 260 páginas, fizemos um recorte optando por digitalizar e transcrever sua abertura, o depoimento, o julgamento e a sentença relacionados ao réu Bento, apresentando a história registrada no documento a partir de sua versão. Contribui para debater a agência e a resistência dos escravizados em uma região (Gravataí) muito próxima aos estudantes que estão em contato com a caixa pedagógica. Interessante notar que esta insurreição já foi objeto das pesquisas do historiador Wagner Pedroso, que utilizou esse processo e diversos outros documentos do acervo do APERS. Acesse sua dissertação de mestrado e um artigo.

– Escritura de compra e venda de Felizarda e seus três filhos (Vila de Porto Alegre/Continente de Rio Grande de São Pedro, 1798) Documento registra a venda de Felizarda e seus filhos “mulatinhos” Francisco, Antonio e Felisbino pela quantia de 305$600. Permite questionar a formação de famílias, a paternidade muitas vezes relacionada aos próprios senhores, as transações mercantis com vidas humanas…

Aos que já acompanharam a postagem do mês passado e leram o material de apoio fica claro que a proposta da Caixa Pedagógica parte da exploração dos documentos em todo o seu potencial, incentivando que cada estudante se debruce sobre eles como pesquisadores, investigando informações, contextos e conceitos. A partir daí estarão aptos à próxima etapa: utilizar o conhecimento adquirido para explorar o jogo de tabuleiro, que será disponibilizado no mês seguinte com a cartela de regras.

Ressaltamos que os documentos que compõe a Caixa são apenas exemplares selecionados dentro de um acervo riquíssimo. A utilização dos mesmos pode e deve motivar novas pesquisas e desdobramentos.

Nesse sentido, reforçamos o convite para que sigam acompanhando as postagens relacionadas ao Projeto AfricaNoArquivo, e para que compartilhem conosco através do e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br registros de suas experiências com o material, como reflexões, opiniões dos estudantes e fotos de atividades realizadas nas escolas. Tudo poderá contribuir para a difusão e a valorização desse trabalho, instigando desdobramentos!

AfricaNoArquivo – Compartilhando a produção do Projeto (I)

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Conforme nos propusemos para 2015, hoje iniciamos as postagens mensais na categoria AfricaNoArquivo, que terão como objetivo difundir o Projeto AfricaNoArquivo: fontes de pesquisa & debates para a igualdade étnico-racial no Brasil compartilhando seus produtos, problematizando as possibilidades de trabalho a partir deles e apontando desdobramentos para dar sequência ao que foi desenvolvido ao longo do ano passado.

Em 2014 já havíamos publicado no blog três reflexões produzidas a partir de três dos seis documentos que compõem o kit da caixa pedagógica. Nesses textos, que podem ser lidos na categoria “Arquivos & Diversidade Étnica” apresentamos previamente os documentos sugerindo possibilidades de abordagem. Porém, como o projeto ainda estava em construção, não postamos as reproduções no formato como estão sendo distribuídas nas caixas, com suas respectivas transcrições e diagramação.

2015.03.04 Imagem para AfricaNoArquivo

Hoje começamos a disponibilizar para download todos materiais que compõem o kit que está sendo entregue às escolas de Porto Alegre, Canoas, Gravataí e Viamão. Dessa forma ampliaremos o alcance do projeto, permitindo que pesquisadores, leitores interessados no tema e educadores de qualquer lugar tenham acesso, podendo baixar, imprimir, utilizar em atividades educativas, criar propostas a partir das que são por nós apresentadas… Neste post você pode baixar:

Material de Apoio à Professora e ao Professor! Traz uma contextualização e introdução ao projeto, além de instruções e dicas de como aplicá-lo com as turmas escolares e com outros grupos.

Seleção de páginas do Inventário de Felisbina da Silva Antunes (1871, cidade de Pelotas). No documento constam arrolados um total de 146 escravizados. Optamos por digitalizar, transcrever e reproduzir a página inicial do processo, as duas primeiras e as duas últimas páginas do arrolamento dos “Bens semoventes e moveis”, onde é possível identificar nome, idade, especialização e valor atribuído às e aos escravizados. Dados que permitem problematizar a formação do plantel, o tipo de propriedade e de trabalho produtivo com que estes sujeitos históricos estavam envolvidos, a reprodução e a formação de famílias na propriedade, o local de nascimento dessas pessoas…

Carta de Liberdade de Rita (Pelotas, 1835). Escrava de ganho de Manoel José de Barros, foi ama de leite da filha do senhor e comprou sua alforria com pecúlio acumulado a partir da venda se “quitandas”.

Testamento de Antonio Gaia (Rio Grande, 1883). Preto forro da Costa da Mina, Antonio registra neste documento seus últimos desejos por encontrar-se “doente e temendo a morte”. Acumulou bens e estabeleceu rede de sociabilidade com negros e negras que são contemplados em seu Testamento.

No próximo mês disponibilizaremos os outros três documentos do kit, e na sequência o jogo de tabuleiro e o vídeo produzido pela equipe para aprofundar e qualificar as ações nas escolas. Acompanhe e compartilhe conosco através do e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br registros de suas experiências com o material produzido pelo Projeto AfricaNoArquivo. Reflexões, fotos de atividades realizadas nas escolas… Tudo poderá contribuir para a difusão e a valorização desse trabalho, instigando desdobramentos!

Divulga APERS – Diretrizes 2015

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2015.01.07 Divulga APERS – Diretrizes 2015Hoje divulgamos as diretrizes gerais de nossas mídias virtuais e artigos periódicos que pretendemos publicar aqui no blog ao longo deste ano! Ressaltamos que o Governo do Estado do RS está em fase de organização administrativa e ainda não temos a definição sobre a diretoria do Arquivo Público do RS, então a programação está sujeita a alterações.

Para o blog institucional:

A partir de março, na primeira semana de cada mês, teremos a publicação da resenha do filme que será exibido no projeto “Cinema no Arquivo” e será de responsabilidade do técnico em assuntos culturais Claus Farina.

Na segunda semana, a partir do mês de fevereiro, nossa técnica em assuntos culturais Clarissa Alves continuará a publicar seus artigos na categoria “Mulheres no APERS”, nos instigando ao debate sobre a temática tendo como ponto de partida o catálogo seletivo resultante do projeto “Afinal, onde estão as mulheres no APERS? Gênero, memória e história”.

Também na segunda semana, bimensalmente, a partir de maio, a técnica em assuntos culturais Nôva Brando publicará artigos com base nos processos administrativos do fundo Secretaria da Justiça que está em fase de tratamento técnico.

Na terceira semana de cada mês, a partir de março, as técnicas em assuntos culturais Clarissa Alves e Nôva Brando publicarão artigos que versarão sobre as experiências de ações educativas em instituições arquivísticas.

Também na terceira semana de cada mês, a partir de março, as técnicas em assuntos culturais Angelita Silva e Roberta Scholz publicarão artigos sobre documentos “interessantes” que compõem o nosso acervo do Poder Judiciário.

Na quarta semana de cada mês, a partir de fevereiro, a técnica em assuntos culturais Clarissa Alves publicará na categoria “AfricaNoArquivo” sobre questões da história afro-brasileira.

Na última semana dos meses de abril, maio, junho, agosto, setembro e outubro a técnica em assuntos culturais Nôva Brando publicara novas propostas do projeto “APERS? Presente, professor!” tendo por temática direitos humanos.

Na página no Facebook publicaremos chamadas para artigos publicados em anos anteriores em nossos blogs, institucional e temático, nas segundas, terças, quintas e sextas-feiras, e claro, às quartas-feiras continuaremos a fazer as chamadas das publicações semanais! Assim, nas segundas-feiras faremos chamadas para artigos publicados em nosso blog temático Resistência em Arquivo, nas terças-feiras chamadas para artigos publicados em 2014 nas categorias Arquivos & Conceitos, Arquivos & Diversidade Étnica, Arquivos & Genealogia, Mulheres no APERS e SIARQ/RS, nas quintas-feiras destacaremos artigos publicados na Mostra de Pesquisa do APERS que tiveram como fontes documentos custodiados por nossa instituição, e nas sextas-feiras publicaremos chamadas para as dicas da categoria Mundos dos Arquivos publicadas na temporada de 2012.

Quanto ao Twitter continuaremos a postar, de segunda a sexta-feira, dicas que envolvam a área de atuação do APERS, além das chamadas para os conteúdos publicados em nosso blog institucional e replicações das postagens do Facebook. Uma novidade é a alteração de nosso “nome de usuário” o qual mudará de @APERS_SARH para @ArquivoRS, tendo em vista a Lei nº 14.672, de 01 de janeiro de 2015, que altera o nome de nossa Secretaria.

Para 2015 desejamos que você continue a nos acompanhar pelas mídias, mas claro, também queremos sua presença em nossa Sala de Pesquisa, eventos e demais atividades que realizamos visando sua participação e interação!

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