Exibição do filme “Legalidade” no APERS

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2019.11.13 Exibição Legalidade

“Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país”.

Com o lançamento do filme Legalidade, dirigido por Zeca Brito e que tem Porto Alegre, especificamente o entorno da Praça da Matriz, como locação, o APERS convida seus servidores e comunidade em geral para uma sessão de cinema.

Após a exibição teremos uma visita guiada ao Arquivo, que foi palco para algumas cenas do filme. A mediação será por conta das colegas historiadoras Caroline Baseggio e Nôva Brando, falando um pouco sobre a Legalidade e difundindo alguns documentos do período que estão custodiados pela instituição.

Como toda sessão de cinema, não poderá faltar a pipoca que será por conta do APERS! Traga seu chimarrão e participe deste evento conosco. Será dia 22 de novembro de 2019, às 14h, no Auditório Marcos Justo Tramontini, Arquivo Público do RS, Rua Riachuelo, 1031.

Para marcar “sua poltrona” na nossa “Sala de Cinema” é necessário mandar um e-mail para divulga-apers@planejamento.rs.gov.br com nome completo e telefone. As vagas são limitadas.

Aguardamos vocês!

Cinema no Arquivo: Curta no Almoço

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2015.08.05 CINEMA NO ARQUIVO blog e face i

Na próxima quarta-feira, 12 de agosto, a partir das 12h, o Arquivo Público do RS apresentará duas produções audiovisuais de média e curta-metragem criadas a partir de imagens selecionadas do youtube com música autoral do grupo Dimensão Experimental.

Confira as sinopses abaixo.

1914 (2015 – Brasil), de Klaus Farina

“Filas de rostos pálidos murmurando, máscaras de medo, Eles deixam as trincheiras, subindo pela borda, Enquanto o tempo bate vazio e apressado nos pulsos, E a esperança, de olhos furtivos e punhos cerrados, Naufraga na lama. Ó Jesus , fazei com que isso acabe”.

A poesia de Siegfried Sassoon abre o documentário musical “1914” sobre a Primeira Guerra Mundial. Este é o mais recente trabalho do projeto cultural Música, Cinema e Memória de autoria do grupo Dimensão Experimental. Este projeto tem como objetivo o resgate e uma releitura da linguagem do cinema silencioso. “1914” é inspirado em imagens coletadas no youtube de filmes antigos feitos por cinegrafistas, jornalistas e outros que cobriram a Primeira Guerra Mundial. Este conflito mudou os rumos da história da humanidade, inaugurando uma era de violência extrema que, conforme o historiador Eric Hobsbawm, marcou a característica do século XX.

“1914” foi roteirizado e editado sob a forma de um documentário mudo musicado ao vivo. A trilha sonora é de autoria do grupo Dimensão Experimental (Álvaro Sabóia, Mozart Dutra e Klaus Farina) que também assinam os arranjos.

Brasil um retorno a razão!? (2014 – Brasil), de Klaus Farina

“Brasil um retorno a razão!?” é um minidocumentário experimental feito com imagens coletadas no youtube sobre os movimentos de junho de 2013 em contraste com os acontecimentos dos últimos 50 anos ocorridos no Brasil, como o golpe de 1964, a revolta da juventude de 1968, as diretas já de 1984 e o “Fora Collor” de 1992, mescladas às imagens de filmes experimentais dos anos 1920 como metáforas das engrenagens sociais.

A entrada é franca e não precisa de agendamento prévio.

Participe!

Cinema no Arquivo: O Ilusionista

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    O Cinema no Arquivo projetou, no dia 16 de julho, no auditório Marcos Justo Tramontini, o filme O Ilusionista, de Jos Stelling. Após a exibição do filme, a Professora de Filosofia da Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Doutora em Filosofia pela UFRGS, Ana Carolina da Costa e Fonseca, conversou com o público sobre o desconforto e o dilema que o filme provoca, por se tratar o que vulgarmente se considera “loucura” e “normalidade”. Ela destacou que o diretor pode ter se utilizado dos trabalhos de Friedrich Nietzsche, Michel Foucault, Sigmund Freud e Wilhelm Reich para desconstruir estes conceitos, questionando a suposta normalidade da sociedade, revelando a doença social que está presente em cada um de nós.

    Algumas faces da “loucura”, como a do artista que é incompreendido na sociedade, pois não se enquadra nos supostos padrões de normalidade, e a do doente mental, cujo preconceito e intolerância segregam, são facilmente identificadas no filme, porém loucura e normalidade se misturam a ponto de não se saber quem é o “louco” e quem é o “normal”, mostrando que a dita normalidade não passa de um equívoco. Cada um pode parecer “louco” aos olhos do outro; ou seja, O Ilusionista provoca a discussão do que é normalidade, fato que causou certo alvoroço na plateia. Concordando ou não com os conceitos abordados, ele provoca certa estranheza que certamente nos levará a questionamentos internos da relação de nosso papel tanto na sociedade quanto em nosso universo interior.

   As imagens, aliadas à música, falam por meio de símbolos, como frases incompletas em letreiros, pintura lobotomizada de Freud, moscas mortas a martelada, uma mãe controladora, um suicida, uma situação quase incestuosa da mãe com um dos filhos, um caixão virado de cabeça para baixo e padres rindo desta situação (demonstrando um comportamento inadequado como sacerdotes e guardiões da moralidade), a dependência dos óculos que os dois principais personagens têm (pois enxergam a realidade de forma diferente sem eles).

   De qualquer forma, há muitas cargas dramáticas que norteiam as cenas desta obra, fazendo de “O Ilusionista” um filme para ser visto várias vezes.

    Confira as imagens do evento abaixo!

Exposição Mundos de Dentro, Mundos de Fora

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Na última quinta-feira, 16 de julho, o APERS promoveu o encontro de três frequentadores da Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro. Carlos Giovane de Oliveira, Teresa Noeci Brito da Silva e Jacqueline Krueger estiveram presentes com familiares e amigos para celebrar a Exposição Mundos de Dentro, Mundos de Fora.

Partindo de experiências sensoriais e das observações do cotidiano, os três artistas fazem trabalhos diferenciados, tanto na forma de expressão quanto no material utilizado.

01 Carlos GiovaneCarlos Giovane, 49 anos, mora em Novo Hamburgo e frequenta a Oficina desde fevereiro de 2014. Sua técnica utilizada é a colagem. Contumaz observador, ele procura em revistas, imagens e cores que farão parte do mosaico de sua criação. Sua preferência recai sobre páginas coloridas e brilhantes. Giovane considera-se metódico em seu trabalho, buscando sempre um resultado que satisfaça suas exigências. Por conta disso, ele está participando do VI Concurso Nacional de pintura, poesia e desenhos, da Arte de Viver, Valorizar Vidas por meio da Arte, em São Paulo. É mais um estímulo para que ele siga criando imagens a partir de seu mundo interior.

02 TeresaTeresa Noeci, 48 anos, moradora da Lomba do Pinheiro, frequenta a Oficina desde 2004. Alegre e extrovertida, adora os trabalhos que faz. Começou fazendo trabalhos manuais com linha, passou pelas têmperas e, neste momento, cria suas “baianas tropicanas” de tecido e renda que ela borda em quadrados que podem ser utilizados em almofadas, travesseiros, roupas ou onde a imaginação desejar. Considera-se uma autodidata e adora criar coisas. Para Teresa, suas belas “baianas tropicanas” representam todas as pluralidades dos povos, as diferentes culturas que estão inseridas numa festa só, o carnaval. Teresa frequenta a Oficina nas terças e quintas-feiras, sempre disposta a buscar novidades.

03 JacquelineJacqueline, 49 anos, está na Oficina desde 2005. Sua técnica está na pintura monocromática feita em papel Canson, bege ou branco, com caneta Nanquim de várias pontas (preferencialmente na cor preta). Sua criatividade permite que ela trabalhe vários detalhes em linhas milimétricas que formam paisagens ora abstratas ora alusivas à natureza. Dotada de grande habilidade no manuseio da caneta, Jacqueline deixa-se “acontecer”. Para ela, são sentimentos que saem espontaneamente, prazeirosamente, resultando num trabalho que ela não pretende explicar ou interpretar. Ela se permite utilizar sua liberdade ao desenhar o que surge de seu mundo interior, desejando que a mesma liberdade seja também utilizada no momento em que seus trabalhos são apreciados. Além da Oficina de Criatividade, Jacqueline também participa do Atelier de Escrita, transformando em versos sentimentos e emoções que preenchem seu rico universo.

Bárbara Neubarth, coordenadora da Oficina de Criatividade, estimula seus frequentadores e se diz admiradora de criações que surgem a partir dos encontros semanais.

Venha ver os trabalhos de Giovane, Teresa e Jacqueline que estão em exposição na Sala Joél Abilio Pinto dos Santos do Arquivo Público do Estado, a visitação pode ser feita das 8h30 às 17h até o dia 14 de agosto de 2015.

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Exposição Mundos de Dentro, Mundos de Fora

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O Arquivo Público do RS, em parceria com a Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro, promove a exposição Mundos de dentro, mundos de fora.

2015.07.15 Exposição HSP cartaz

Nesta segunda-feira, 13 de julho, estreou, na sala Professor Joél Abílio Pinto dos Santos, no APERS, a exposição Mundos de dentro, mundos de fora, que dialoga com o filme O Ilusionista, de Jos Stelling, visto que ambos permeiam as relações entre o mundo exterior e o mundo interior que habita em cada um.

Até o dia 14 de agosto estarão disponíveis, para apreciação, “os trabalhos artísticos de Carlos Giovane de Oliveira, Jacqueline Krueger e Teresa Noeci Brito da Silva, frequentadores da Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro, que, utilizando-se de diferentes linguagens artísticas, tramaram um fazer que é comum a nós humanos – o transitar entre o dentro e o fora. Como efeito desta faina, surgem obras que revelam com extrema sutileza marcas particulares.

2015.07.15 Colagens Carlos GiovaneAs colagens de Carlos Giovane são rigorosamente planejadas, mas o rigor com que ele as executa nem por isto torna o trabalho pesado. Partindo da escolha da cor do suporte, segue com um rascunho de medidas adequadas a diferentes formas geométricas. Utilizando-se de papel vegetal e carbono, copia o estudo no suporte e inicia a triagem dos papéis multicoloridos. Recortados e cuidadosamente colados, os pequenos fragmentos que compõem cada um dos quadros estrutura-se simetricamente, como se fosse um caleidoscópio – esta imagem bonita de se olhar.

2015.07.15 Desenhos JacquelinePara dar forma a seus desenhos, Jacqueline utiliza canetas em espessuras diversas. Em muitas vezes ela é evidente na figuração e quase se enxergam as árvores, as florestas, uns e outros animais. Em outros momentos, ela deixa ao expectador a possibilidade de presumir, através do sentido e força do tracejar, quer na fragmentação e no adensamento das linhas ou nos espaços vazios ou saturados. O olhar alheio pode, então, fazer infinitos caminhos, diferentes leituras, criar outras tantas histórias.

2015.07.15 Bordado Teresa NoeciTeresa Noeci se alegra em contar detalhadamente seu processo artístico, que inicia ao imaginar o vestido das meninas e segue no risco do lápis sobre o tecido. Em seguida, agulha e linha fazem aparecer o contorno do bordado. Não menos importante é, para ela, a escolha cuidadosa das cores de tecidos e linhas e do par de sapatos, tudo em combinação com a cor da pele, negra ou branca. É quando comenta Teresa, nem bem termino uma das meninas e a próxima já aparece na minha imaginação”.

Fonte: Barbara E. Neubarth (coordenadora da Oficina).
Equipe da Oficina de Criatividade (2015): Aline Dallagnese, Clara Grassi, Daniela Gaviraghi, Giselle Sanches, Itapa Rodrigues, Maria Aparecida Osório, Neusa Helena Carvalho Viapiana, Samanta Andreolli e Vanessa Manzke.

Amanhã, 16 de julho, às 17h30min, os integrantes desta Oficina estarão no APERS para apresentarem seus trabalhos.

Venha prestigiar!

Cinema no Arquivo: Curta no Almoço

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Na próxima quarta-feira, dia 22 de julho, a partir das 12h, teremos o Curta no Almoço com projeção dos filmes A Concha e o Clérigo (Le Coquille et Clergyman), de Germaine Dulac, e Madame Tuti-Putli, de Chris Lavis e Maciek Szczerbowski no Auditório Marcos Justo Tramontini do Arquivo Público do RS.

A entrada é franca, venha prestigiar!

Sinopses:

Le Coquille et Clergyman (1928, França) é um filme surrealista de Germaine Dulac, inspirado num texto homônimo de Antonin Artaud. A trama gira em torno de um padre obcecado pela esposa de um general. O clérigo passa a ter visões estranhas sobre a morte e acaba lutando contra o próprio erotismo. (Fonte aqui)

A madame Tutli-Putli (2007, França) embarca num trem noturno carregando todos os seus pertences, incluindo os fantasmas de seu passado. Ela viaja sozinha e encara, ao mesmo tempo, a bondade de alguns e o perigo iminente representado em outros. Quando o dia vai clareando, madame Tutli-Putli descobre-se numa aventura desesperada e metafísica. Vagando entre o real e o imaginário, ela confronta seus demônios numa corrente de mistério e suspense. (Fonte aqui)

É amanhã! Cinema no Arquivo com a projeção do filme holandês O Ilusionista

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2015.07.15 Cinema O IlusionistaVenha prestigiar mais um evento cultural no Auditório Marcos Justo Tramontini, do Arquivo Público do RS. Amanhã, 16 de julho de 2015, às 18h30min, teremos a projeção do filme O Ilusionista.

Ao final da exibição, haverá debate com a Doutora Ana Carolina da Costa e Fonseca, Professora de Filosofia na Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).

A entrada é franca!
Certificado de 4h.

Participe!

Confira a sinopse e o trailer do filme abaixo:

Drama, com toques de humor, que narra a vida de dois irmãos que vivem em uma região pacata da Holanda. Um deles sonha com as luzes da ribalta e com a possibilidade de ser um ‘show-man’. O outro, deficiente mental, se satisfaz com sua rotina tranquila, cômoda, onde possa ser apenas o que é. Numa analogia à história de Caim e Abel, o roteiro mostra a inevitabilidade dos conflitos entre os dois para que possam realizar seus respectivos desejos. Sem diálogos, o roteiro exprime com brilhantismo o mundo desses dois irmãos, marcado pelos sussurros, grunhidos e lamentações.

Cinema no Arquivo: O Ilusionista

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2015.07.08 Cinema no Arquivo

Na próxima semana, dia 16 de julho, às 18h30min, no Auditório Marcos Justo Tramontini – APERS, o Cinema no Arquivo exibirá o filme O Ilusionista, do diretor holandês Jos Stelling. Produzido em 1984, foi o grande vencedor do Prêmio do Público da 9ª Mostra de Cinema de São Paulo, em 1985. É um desses filmes que deve ser revisto de tempos em tempos, pois a cada observação mais se absorve das imagens, fazendo surgir novas impressões e interpretações devido à sua subjetividade.

Não perca a possibilidade de viver esta experiência e venha assistir este inusitado filme. Logo após, teremos debate com a filósofa Doutora Ana Carolina da Costa e Fonseca, professora de Filosofia na Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e de Filosofia do Direito na Faculdade do Ministério Público (FMP).

Confira a sinopse:

Vencedor do Prêmio do Público da 9ª Mostra, esse drama, com toques de humor, narra a vida de dois irmãos, que vivem em uma região pacata da Holanda. Um deles sonha com as luzes da ribalta e com a possibilidade de ser um ‘show-man’. O outro, deficiente mental, se satisfaz com sua rotina tranquila, cômoda, onde possa ser apenas o que é. Numa analogia à história de Caim e Abel, o roteiro mostra a inevitabilidade dos conflitos entre os dois para que possam realizar seus respectivos desejos. Sem diálogos, o roteiro exprime com brilhantismo o mundo desses dois irmãos, marcado pelos sussurros, grunhidos e lamentações.

A entrada é franca e não exige inscrição prévia. Venha prestigiar mais um evento cultural do APERS!

Participe!

Cinema no Arquivo: Curta no Almoço

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     Na próxima quarta-feira, dia 24 de junho, a partir das 12h, teremos o Curta no Almoço com projeção do filme Unglassed Windows Cast a Terrible Reflection (1953 – EUA), de Stan Brakhage, no Auditório Marcos Justo Tramontini do Arquivo Público do RS.

     A entrada é franca, venha prestigiar!

2015.06.17 Cinema no arquivo

Sinopse: Uma anatomia da violência. Seis jovens, quatro rapazes e duas moças viajando num carro em uma estrada deserta. Há uma rivalidade entre dois caras para uma das moças. Em uma estrada remota, o carro para próximo às ruínas de uma antiga mineradora. O motorista sai a pé tentando pegar carona até a localidade mais próxima para buscar ajuda no conserto do carro. Liderados pela moça que despertou a rivalidade entre os dois rapazes, os outros caminham em direção aos prédios abandonados da mineradora. Um dos três rapazes senta e lê. A moça que lidera o grupo explora o edifício e vê algo que a assusta. Ela grita; os dois rivais e a segunda moça correm para encontrá-la. Ela diz algo que provoca uma briga entre seus dois pretendentes. O rapaz com o livro se afasta desapontado com a reação dos dois amigos. O que se segue são momentos angustiantes que leva a um clímax. Neste trabalho, Brakhage explora de maneira experimental as possibilidades psíquicas que um filme em preto e branco pode expressar por meio de uma trama em que o suspense emerge a cada instante, fazendo uso competente de ângulos da câmera em contraste com as sombras, em grande estilo.

Cinema no Arquivo: Koyaanisqatsi / Curta no Almoço

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KOYAANISQATSI

    O Cinema no Arquivo projetou, no dia 28 de maio, no auditório Marcos Justo Tramontini, o filme Koyaanisqatsi, de Godfrey Reggio. Após a exibição do filme, o Professor da UFRGS, Doutor em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos, Paulo Brack, conversou com o público sobre a conservação e o uso sustentável da flora do Rio Grande do Sul e nas políticas públicas em biodiversidade. Confira algumas imagens do evento abaixo!

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CURTA NO ALMOÇO

     Na próxima quarta-feira, dia 10 de junho, a partir das 12 horas, teremos o Curta no Almoço com projeção da coletânea de curtas produzidos entre 1896 e 1906, por Alice Guy. A entrada é franca, venha prestigiar!

2015.06.03 Cartaz Alice Guy

     Esta mulher, nascida na França em 01 de julho de 1873 e falecida em 24 de março de 1968, é considerada pioneira e visionária do cinema por ser a primeira mulher a dirigir e escrever filmes experimentais, documentários e ficção narrativa.

     Nos dez primeiros anos da história do cinema ainda não havia estrutura narrativa ou estilística para a realização dos filmes, muitos gêneros surgiram e desapareceram, e os exibidores contavam com auxílio do comentador para garantir a compreensão por parte da plateia. Este período ficou conhecido como cinema de atrações. Neste contexto, Alice Guy-Blaché iniciou sua carreira cinematográfica trabalhando para Léon Gaumont, para quem produziu, roteirizou e dirigiu filmes curtos e phonoscènes, entre 1896 e 1907.

     Entre 1896 e 1920, Alice Guy dirigiu mais de quatrocentos filmes, produzindo outros mais, que incluíam efeitos sonoros sincronizados e uma infinidade de outros recursos. Também foi a primeira, até agora única, mulher a dirigir o próprio estúdio, o Estúdio Solax (Fort Lee, Nova Jersey), entre 1910 a 1914.

    Alice Guy Blache começou como secretária de Leon Gaumont, que trabalhava para um fabricante de máquinas fotográficas. Quando a empresa que trabalhavam ameaçou falir, Gaumont comprou, junto com outros, o inventário e formou em 1895 a Gaumont Film Company, uma das mais importantes empresas de cinema do mundo. Como responsável pela produção, Alice mostrou um trabalho inovador na utilização de cor, som e efeitos especiais que veio a criar o que é considerado o primeiro filme narrativo da história do cinema: “La Fée Aux Choux”, de 1896.

     Ao longo de mais de 20 anos de carreira, Alice inseriu em seus filmes situações e histórias particulares do universo feminino para questionar as obrigações sociais das mulheres, lançando mão de roteiros polêmicos que continham homossexualismo, travestismo e a liberdade da mulher em conduzir seu próprio destino.

É amanhã! Cinema no Arquivo com exibição do filme Koyaanisqatsi

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2015.05.27 Cinema no Arquivo Koyaanisqatsi     Venha prestigiar mais um evento cultural no Auditório Marcos Justo Tramontini, do Arquivo Público do RS. Amanhã, 28 de maio de 2015, às 18h30min, teremos a exibição do filme Koyaanisqatsi.

    Ao final da exibição, haverá debate com o Professor da UFRGS, Doutor em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos, Paulo Brack.

    A entrada é franca! Participe!

Confira a sinopse e o trailer do filme abaixo:

Sinopse: As relações entre os seres humanos, a natureza, o tempo e a tecnologia. Cidade, campo, paisagem, rotina, pessoas, construções, destruição. Um documentário sem atores e sem diálogos, composto por uma impressionante coleção de imagens e uma marcante trilha sonora.

Cinema no Arquivo: Koyaanisqatsi

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2015.05.20 Cinema no Arquivo Koyaanisqatsi

     Com a proximidade do Dia Mundial do Meio Ambiente, que é comemorado em 5 de junho, o Cinema no Arquivo promove, no dia 28 de maio de 2015, a exibição do filme Koyaanisqatsi, de Godfrey Reggio, de 1982.

     Com uma visão minimalista, a comunicação deste filme se dá por imagens e pela instigante música de Phillip Glass, já que não há atores, enredo convencional ou diálogos. Por meio de paisagens naturais e imagens de cidade e pessoas, o diretor mostra os efeitos da modernização provocados pelo pretenso progresso apregoado e produzido pelo ser humano.

     Na língua Hopi, Koyaanisqatsi significa Vida em Desequilíbrio, e isto é mostrado em impressionantes imagens cinematográficas, gravadas entre 1977 e 1982, numa narrativa fílmica que constrói um longo movimento de aceleração, tornando-se, assim, um filme sensorial.

   Koyaanisqatsi é o primeiro filme de uma trilogia que o diretor Godfrey Reggio denominou Qatsi, que em Hopi significa vida. Os outros dois filmes desta trilogia são Powaqqatsi (Vida em transformação), de 1988, e Naqoyqatsi (Vida em guerra), de 2002. A trilha sonora destes outros dois filmes também são de autoria de Phillp Glass.

     Não perca, então, a possibilidade de viver esta experiência e venha assistir a sessão no dia 28 de maio, às 18h30min, no Auditório Marcos Justo Tramontini – APERS. Logo após, teremos debate com o Professor da UFRGS, Doutor em Ecologia e Recursos Naturais, Paulo Brack.

    A entrada é franca e não exige inscrição prévia. Venha prestigiar mais um evento cultural do APERS! Aproveite e confira a exposição fotográfica “A (des)urbanização do meio ambiente” na sala Professor Joél Abílio Pinto dos Santos, também com a temática sobre meio ambiente. Participe!

Sinopse: As relações entre os seres humanos, a natureza, o tempo e a tecnologia. Cidade, campo, paisagem, rotina, pessoas, construções, destruição. Um documentário sem atores e sem diálogos, composto por uma impressionante coleção de imagens e uma marcante trilha sonora.  Fonte: Adoro Cinema

Cinema no Arquivo: Exposição de Fotografias de Porto Alegre

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2015.05.13 Cartaz da exposiçãoO Arquivo Público do RS, em parceria com o Museu da Comunicação Hipólito José da Costa promove a primeira exposição do projeto Cinema no Arquivo, tendo como temática o meio ambiente.

Nesta segunda-feira, 11 de maio, estreou na sala Professor Joél Abílio Pinto dos Santos, no APERS, a exposição fotográfica “A (des)urbanização do meio ambiente”.

A exposição dialoga com o filme Koyaanisqatsi, de Godfrey Reggio (1983), que será exibido no dia 28 de maio, às 18h30min, pois ambos tratam das relações entre os seres humanos e a natureza, o tempo e a tecnologia.

2015.05.13 Cinema no Arquivo Exposicao 01Koyaanisqatsi é uma palavra da língua hopi que significa “vida em desequilíbrio”. Este desequilíbrio é retratado em um filme sem diálogos, sem enredo e sem atores. Uma obra minimalista sobre os efeitos da modernização desenfreada da humanidade, embalada pela música arrebatadora de Philip Glass.

Até o dia 26 de junho estarão disponíveis, para apreciação, 10 reproduções fotográficas da cidade de Porto Alegre, de 1900 a 1969, que apontam os (des)caminhos de uma urbanização sem planejamento, cujos interesses econômicos se sobrepõem à preservação ambiental. Venha prestigiar!

Confira abaixo os títulos das imagens que estarão na exposição:

  • Enchente em Porto Alegre, de Antonio Nunes, 1941.
  • Lavadeiras, de Luiz do Nascimento Ramos, 1900.
  • Antigo cais da Praça da Alfândega e sua escadaria para o lago Guaíba, c. 1900.
  • Aterro do Guaíba – Vista do Morro de Santa Teresa, 1961.
  • Moradias próximas ao dique do Aeroporto Salgado Filho, 1961.
  • Aterro do Lago Guaíba, onde posteriormente seriam construídos a Av. Edvaldo Pereira Paiva (conhecida como Avenida Beira-Rio) e o Parque Marinha do Brasil, 1959.
  • Casa de correção, 1930.
  • Vista da casa de correção, local conhecido como “Ponta da Cadeia” a partir da Ilha da Pintada, anos 1930.
  • Construção da nova sede da Companhia Rio-Grandense de Telecomunicações, 13/07/1965.
  • Visita do Governador Walter Peracchi Barcellos às obras da Estação Rodoviária Central, 11/11/1969.

Cinema no Arquivo: Curta no Almoço

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2015.05.06 Curta no almoco capa

     Na próxima quarta-feira, 13 de maio, a partir das 12h, o APERS apresentará 04 curtas-metragens com temática voltada ao meio ambiente: Inhabitants, do armênio Artavazd Peleshian; H2O, do norte-americano Ralph Steiner; Regen, do holandês Joris Ivens; e Ilha das Flores, do gaúcho Jorge Furtado.

     A entrada é franca e não precisa de agendamento prévio. Participe!

     Confira abaixo a sinopse de cada curta.

Inhabitants – Artavazd Peleshian (1970 – Armênia) 8min.

2015.05.06 InhabitantsProduzido em 1970, Inhabitants retrata a vida selvagem em momentos de pânico. Peleshian manipula o tempo e o som através da montagem como forma de demonstrar as manifestações da natureza, e como o homem (no papel de predador) interage com ela. Mesmo sem aparecer, a presença humana se faz sentir por sons de tiros, em uma sequência de animais correndo em fuga, demonstrando, por meio da natureza, o confronto da própria humanidade consigo mesma.

H2O – Ralph Steiner (1929 – EUA) 12min.

2015.05.06 H2OH2O é um filme rápido e experimental que tem como tema a água em todas as suas formas. É um estudo clássico das amostras de luz e de texturas sobre a superfície da água, um tipo de poema cinematográfico que enfatiza o ritmo e as alterações por meio das qualidades visuais das imagens e da estrutura da edição. Esta concentração de padrões de movimento, sombreamento e textura fazem de H2O uma obra-prima, que, junto a Regen, de Joris Ivens, são considerados os dois primeiros filmes com temática ambiental da história do cinema.

Regen – Joris Ivens (1929 – Holanda) 14min.

2015.05.06 RegenRegen é um poema em movimento sobre a chuva em Amsterdã. Este filme é uma composição impressionista e segue seu rumo musical. O realizador, que filmou em diversos locais da cidade, demorou mais de dois anos para cinematografar cenas de chuva suficientes para conseguir compor o filme.

Ilha das Flores – Jorge Furtado (1989 – Brasil) 15min.

2015.05.06 Ilha das FloresUm ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.

Cinema no Arquivo: Estreia do Curta no Almoço

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2015.04.22 Cinema no ArquivoNa próxima quarta-feira, 29 de abril, às 12h30min, o APERS estreia o Curta no Almoço, espaço para exibição de filmes de curta, média e longa duração, fora do circuito comercial. A entrada é franca.

O filme de estreia, O Comitê, de Peter Sykes, 1968, começa com um texto extenso do economista europeu Joseph Schumpter que serve como introdução e explicação da história: “O que mais me toca e para mim parece ser o núcleo do problema, é que o senso de realidade tenha se perdido por completo…”. Esta frase, desde a perspectiva dos anos 1960, é a chave das transformações sociais que viveu o mundo; e, visto desde a nossa atual perspectiva, percebemos que ainda tem vigência.

Nos primeiros minutos do filme, testemunhamos um assassinato bizarro que desencadeia uma série de tensões e conflitos, tendo a burocracia de um lado e a liberdade individual do outro. Esta é uma parábola fascinante sobre o conformismo e o pensamento livre, influenciados pelos questionamentos filosóficos do psiquiatra R. D. Laing e Harold Pinter. Além das questões existencialistas, a trilha sonora é histórica, com o grupo de rock progressivo Pink Floyd e a performance emblemática de The Crazy World of Arthur Brown. Durante 35 anos, este filme foi considerado perdido, alguns historiadores duvidavam até de sua existência real.

Cinema no Arquivo: programação completa para 2015

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2015.04.14 Cinema no Arquivo blogPara você se organizar e não perder este evento, estamos postando a programação do Cinema no Arquivo para o ano de 2015.

Além de um espaço que exiba bons filmes gratuitamente, pretende-se proporcionar debates após a exibição de cada filme, assim como exposições que dialoguem com a temática referente a cada evento.

Curta no almoço – A cada duas quartas-feiras por mês, das 12h30min às 14h serão exibidas produções de curta, média e longa duração. A sala estará disponível para que o interessado entre e assista o tempo que lhe convier. Este espaço possibilita que qualquer pessoa que esteja nas proximidades do APERS tenha a oportunidade de assistir produções audiovisuais durante seu intervalo de almoço ou enquanto espera que sua solicitação documental seja entregue.

2015.04.14 Cinema no Arquivo tabela blog e faceLongas e debates – Um longa será exibido preferencialmente na última quinta-feira, a cada dois meses, tendo seu início às 18h30min. O debate acontecerá logo após cada exibição.

Exposições – Na Espaço Professor Joél Abílio Pinto dos Santos, haverá exposições relacionadas às temáticas referentes a cada longa exibido.

Certificado – O certificado será disponibilizado ao final do ano, e as horas serão computadas de acordo com a frequência.

Confira aqui nossa programação e se organize para assistir longas e curtas e ter seu certificado.

Cinema no Arquivo: início da programação 2015 com a exibição do filme A Memória que me contam

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    Na última quinta-feira, 26 de março, teve início a programação 2015 do Cinema no Arquivo, com a exibição do filme A Memória que me contam, de Lucia Murat. Entre os objetivos do projeto está apresentar o cinema a estudantes, frequentadores, funcionários e público em geral como fonte de cultura e agente transmissor de conhecimento.

    Filmes que dialoguem tanto com temas ligados ao acervo do APERS e às pesquisas realizadas com esses acervos quanto com filmes pouco conhecidos do grande público, que estão fora do circuito comercial, estarão na programação, constituindo também uma atividade cineclubista.

    Após a exibição, Jair Krischke, presidente da ONG Movimento de Justiça e Direitos Humanos – MJDH, falou para o público presente da importância do filme, que tem como protagonista uma ex-guerrilheira. Inspirado livremente em Vera Silvia Magalhães, o filme aborda, no tempo presente, as relações afetivas de um grupo que se rebelou contra a ditadura militar no Brasil, em 1968.

    Jair Krischke respondeu não somente às perguntas feitas como foi mais além ao esclarecer pontos importantes, como a Comissão da Verdade, a questão dos desaparecidos, a guerrilha de Três Passos (que justamente neste dia 26 de março completava exatos 50 anos), a guerrilha do Araguaia, a questão da tortura e suas consequências, a operação Condor, o massacre indígena em nome de uma política de segurança nacional, por meio de ações ditas desenvolvimentistas, como a estrada Transamazônica, o projeto Carajás e o projeto Jari, e o contexto histórico mundial.

    Ele salientou a importância deste projeto cultural que tem como uma de suas finalidades a de conscientizar a juventude de que um povo sem memória está condenado a repetir os mesmos erros do passado.

    Confira abaixo as fotos do evento.

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É amanhã! Estreia do projeto Cinema no Arquivo com o filme de Lucia Murat: “A memória que me contam”!

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2015.03.25 A Memoria que me Contam     Venha prestigiar mais um evento cultural no auditório Marcos Justo Tramontini, do Arquivo Público do RS. Amanhã, 26 de março de 2015, às 18h30min, teremos a exibição do filme A memória que me contam. Ao final da exibição, haverá debate com o presidente da ONG Movimento de Justiça e Direitos Humanos, Jair Krischke.

     A entrada é franca! Participe!

    Confira a sinopse e trailer do filme abaixo:

Sinopse: Um drama irônico sobre utopias derrotadas, terrorismo, comportamento sexual e a construção de um mito. Um grupo de amigos, que resistiram à ditadura militar, e seus filhos vão enfrentar o conflito entre o cotidiano de hoje e o passado quando um deles está morrendo. Ana está morrendo. Ex-guerrilheira, ícone da esquerda, ela é o último elo de um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Na sala de espera de uma casa de saúde, eles se reencontram. Utopias falidas, terrorismo e liberação sexual sob o ponto de vista de duas gerações, um grupo de ex-guerrilheiros e seus filhos, são os temas deste filme. A morte de Ana reúne os amigos. No cemitério, antessala da cremação, estão todos presentes para uma última homenagem. Na tela grande, essa homenagem é mais do que perfeita. É uma bela e perfeita cena cinematográfica onde Ana tem a despedida que seus amigos gostariam que tivesse. De Lucia Murat. Com: Simone Spoladore, Irene Ravache, Franco Nero, Clarisse Abunjamra, Hamilton Vaz Pereira, Otávio Augusto, José Carlos Machado, Miguel Thiré, Patrick Sampaio, Naruna Kaplan de Macedo.

Fonte: Taiga Filmes

Cinema no Arquivo: A Memória que me Contam

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No dia 26 de março de 2015, o APERS promove o projeto Cinema no Arquivo. Celebrando o Dia Internacional da Mulher e o aniversário de 109 anos do APERS, exibiremos o filme A Memória que me Contam, de Lucia Murat.

Este filme retrata a história da utopia perante o poder e as fragilidades, dúvidas e feridas íntimas daqueles que seus filhos ainda consideram como “heróis”. Ana, a personagem livremente inspirada em Vera Silvia Magalhães, é apresentada no filme como uma fantasia dos principais personagens. Para eles, ela aparece jovem, como quando eles a conheceram. No filme, Ana nos é apresentada pela construção das diferentes visões que cada um dos amigos tem sobre esta amiga “incomum”.

A ligação do Arquivo Público do RS, lugar de guarda e preservação de documentos, com este filme se faz presente a partir do momento em que une memória e história.

A exibição do filme será realizada às 18h30min, no Auditório Marcos Justo Tramontini – APERS. Logo após, teremos um debate com Jair Krischke, presidente da ONG Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH).

A entrada é franca e não exige inscrição prévia. Venha prestigiar mais um evento cultural do APERS! Participe! Para acompanhar o evento via Facebook, clique aqui.

2015.03.18 Cinema no Arquivo cartaz blog

Divulga APERS – Diretrizes 2015

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2015.01.07 Divulga APERS – Diretrizes 2015Hoje divulgamos as diretrizes gerais de nossas mídias virtuais e artigos periódicos que pretendemos publicar aqui no blog ao longo deste ano! Ressaltamos que o Governo do Estado do RS está em fase de organização administrativa e ainda não temos a definição sobre a diretoria do Arquivo Público do RS, então a programação está sujeita a alterações.

Para o blog institucional:

A partir de março, na primeira semana de cada mês, teremos a publicação da resenha do filme que será exibido no projeto “Cinema no Arquivo” e será de responsabilidade do técnico em assuntos culturais Claus Farina.

Na segunda semana, a partir do mês de fevereiro, nossa técnica em assuntos culturais Clarissa Alves continuará a publicar seus artigos na categoria “Mulheres no APERS”, nos instigando ao debate sobre a temática tendo como ponto de partida o catálogo seletivo resultante do projeto “Afinal, onde estão as mulheres no APERS? Gênero, memória e história”.

Também na segunda semana, bimensalmente, a partir de maio, a técnica em assuntos culturais Nôva Brando publicará artigos com base nos processos administrativos do fundo Secretaria da Justiça que está em fase de tratamento técnico.

Na terceira semana de cada mês, a partir de março, as técnicas em assuntos culturais Clarissa Alves e Nôva Brando publicarão artigos que versarão sobre as experiências de ações educativas em instituições arquivísticas.

Também na terceira semana de cada mês, a partir de março, as técnicas em assuntos culturais Angelita Silva e Roberta Scholz publicarão artigos sobre documentos “interessantes” que compõem o nosso acervo do Poder Judiciário.

Na quarta semana de cada mês, a partir de fevereiro, a técnica em assuntos culturais Clarissa Alves publicará na categoria “AfricaNoArquivo” sobre questões da história afro-brasileira.

Na última semana dos meses de abril, maio, junho, agosto, setembro e outubro a técnica em assuntos culturais Nôva Brando publicara novas propostas do projeto “APERS? Presente, professor!” tendo por temática direitos humanos.

Na página no Facebook publicaremos chamadas para artigos publicados em anos anteriores em nossos blogs, institucional e temático, nas segundas, terças, quintas e sextas-feiras, e claro, às quartas-feiras continuaremos a fazer as chamadas das publicações semanais! Assim, nas segundas-feiras faremos chamadas para artigos publicados em nosso blog temático Resistência em Arquivo, nas terças-feiras chamadas para artigos publicados em 2014 nas categorias Arquivos & Conceitos, Arquivos & Diversidade Étnica, Arquivos & Genealogia, Mulheres no APERS e SIARQ/RS, nas quintas-feiras destacaremos artigos publicados na Mostra de Pesquisa do APERS que tiveram como fontes documentos custodiados por nossa instituição, e nas sextas-feiras publicaremos chamadas para as dicas da categoria Mundos dos Arquivos publicadas na temporada de 2012.

Quanto ao Twitter continuaremos a postar, de segunda a sexta-feira, dicas que envolvam a área de atuação do APERS, além das chamadas para os conteúdos publicados em nosso blog institucional e replicações das postagens do Facebook. Uma novidade é a alteração de nosso “nome de usuário” o qual mudará de @APERS_SARH para @ArquivoRS, tendo em vista a Lei nº 14.672, de 01 de janeiro de 2015, que altera o nome de nossa Secretaria.

Para 2015 desejamos que você continue a nos acompanhar pelas mídias, mas claro, também queremos sua presença em nossa Sala de Pesquisa, eventos e demais atividades que realizamos visando sua participação e interação!

Projeto-piloto Cinema no Arquivo: público se encanta com o mais recente filme de Tabajara Ruas

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Na última quinta-feira, 04 de dezembro, aconteceu a pré-estreia especial do projeto Cinema no Arquivo, com a exibição do filme Os Senhores da Guerra, de Tabajara Ruas.

Após a exibição do filme, Tabajara Ruas falou para o público que não foi tarefa fácil adaptar um livro de 500 páginas em um roteiro de 120 minutos, visto que o romance histórico de José Antonio Severo, que junto a Tabajara Ruas escreveu o roteiro, narra uma aventura de cavalaria, que provoca uma meditação original, profunda e documentada sobre o Rio Grande do Sul. Julio Rafael Bozano é um jovem advogado, chimango legalista, prefeito de Santa Maria, que ambiciona suceder Borges de Medeiros no Palácio Piratini; Carlos, seu irmão, maragato e simpatizante de Assis Brasil, pretende lutar contra o governo vigente. Eles são os últimos senhores da guerra, personagens da nossa fronteira meridional e do pampa, e estão recriados de forma admirável em uma história monumental.

De forma receptiva, o público interagiu com o cineasta gaúcho com construtivas colocações sobre uma história que narra um painel revelador de uma das tantas guerras civis desconhecidas da maioria dos brasileiros. Onde passa-se, então, a conhecer um personagem único, sublime e trágico pela forma brutal com que lutou pelo poder. Para Tabajara Ruas, Julio Bozano não será mais um obscuro herói de nossas guerras civis, mas será um personagem de primeira linha da História brasileira.

No final, solicitou-se que algumas pessoas que prestigiaram o evento dessem sua opinião sobre este novo projeto cultural do Arquivo Público:

“Através do Cinema no Arquivo, o APERS proporciona uma ótima oportunidade de aprendizagem, diálogo e debate sobre vários temas para a comunidade. Sua estreia foi um sucesso!” Ananda Paradeda

“A iniciativa deste projeto é de integrar à cultura porto-alegrense os mais variados e conceituados filmes de todas as vertentes mundiais, trazendo maior qualidade as expectativas àqueles que sempre contam com uma boa seleção, já que nos cinemas comerciais não temos esta disponibilidade. Cabe, então, a nós, prestigiarmos mais esta oportunidade e não deixarmos cair no ostracismo cultural. Parabéns à equipe do Arquivo Público do RS. Contem com a minha presença.” Angelica Britto

“Gostei muito do filme Os Senhores da Guerra exibido no APERS. Como assisti mais como um telespectador comum, o que mais me chamou a atenção foi a caracterização dos anos de 1923/1924, móveis, roupas, armamentos e, principalmente, o vocabulário empregado no filme. A história do filme também me chamou a atenção, pois fala de uma pessoa que é pouco conhecida da história do Rio Grande do Sul e, na minha opinião, foi muito bem-apresentada e produzida no filme.” Felipe Pereira

“Gostei muito da iniciativa deste projeto e fiquei impressionada com o fato histórico, que eu desconhecia, apresentado no filme. Eu não conhecia o Arquivo Público e fiquei encantada com o lugar e com a possibilidade de pesquisar sobre meus antepassados.” Meg Chaussard

“Um filme com uma história forte, mostrando um passado que algumas pessoas esqueceram ou sequer conheceram. Vale muito a pena assistir filmes assim.” Mateus Caldas

“O projeto Cinema no Arquivo é mais uma iniciativa cultural relevante para Porto Alegre. O projeto tem como objetivo mostrar filmes com os quais não temos acesso nos cinemas convencionais, como também coloca um bate-papo, debate com o público e o cineasta, o que torna o projeto mais interessante ainda. Parabéns aos idealizadores!” Mozart Dutra

Aguarde novas sessões para o próximo ano, onde pretende-se exibir outros filmes de temáticas variadas, que vão desde a filmes de arte a filmes cujos temas estejam relacionados a documentos do acervo do APERS, como documentos sobre escravidão, processos-crimes, ditadura etc, assim como sobre a Revolução de 23 e seus protagonistas.

Confira abaixo algumas fotos do evento:

É amanhã! Pré-estreia do projeto Cinema no Arquivo com o filme “Os Senhores da Guerra”, de Tabajara Ruas!

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2014.12.03 Cartaz Cinema no Arquivo

     Venha prestigiar mais um evento cultural no auditório do Arquivo Público do RS. Amanhã, 04 de dezembro de 2014, às 18h30min, teremos a exibição do filme Os Senhores da Guerra. Ao final da exibição, haverá debate com o cineasta gaúcho Tabajara Ruas. A entrada é franca! Participe!

     Confira abaixo uma sinopse e o clipe de divulgação do filme:

De Tabajara Ruas. Com: André Arteche, Rafael Cardoso, Leonardo Machado. Sinopse: Julio e Carlos são irmãos. Amigos, cultos, ricos, são separados pela Revolução de 1923, que divide o Rio Grande do Sul entre chimangos e maragatos. Julio é prefeito, está com os primeiros, enquanto Carlos é revolucionário, maragato. As ideias são opostas, mas o sangue é o mesmo e a prova se dá em uma grande batalha.

Fontes: Adoro CinemaOs Senhores da Guerra

Cinema no Arquivo: pré-estreia!

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No dia 04 de dezembro de 2014, o APERS promove o projeto-piloto Cinema no Arquivo. Com a intenção de possibilitar o debate inter e transdisciplinar em torno de temáticas de cunho histórico, selecionou-se o filme Os Senhores da Guerra, de Tabajara Ruas.

Adaptado do romance homônimo de José Antônio Severo, a história se passa no Rio Grande do Sul, onde dois irmãos lutam em lados opostos na Revolução de 1923.

Cinema no APERS

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