Participe das atividade de celebração dos 114 anos do APERS

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No dia 08 de março de 2020 o Arquivo Público do RS comemora 114 anos de história. Para marcar a data e celebrar entre servidores, usuários e a comunidade em geral teremos uma série de atividades. Participe! Elas são gratuitas e não exigem inscrição prévia. Acompanhe a programação abaixo.

Mais informações: (51) 3288-9109 | divulga-apers@planejamento.rs.gov.br.

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Dia 25/11 é dia de debater “Moradia popular: a cidade em disputa no pós-Abolição”

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Nesse Novembro Negro, o Arquivo Público promove, em parceria com o GT Emancipações e pós-Abolição da ANPUH-RS e com o Coletivo Quilombonja, o seminário “Moradia popular: a cidade em disputa no pós-Abolição“, que ocorrerá em nosso auditório no dia 25 de novembro, entre 09h e 18h.

2019.11.20 evento quilombonja2

Você já reparou na impactante arte do material? Ela foi produzida pelos estudantes José da Silva Martins e Taylor Felipe dos Santos, respectivamente do 7º e do 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora de Fátima, localizada no bairro Bom Jesus, em Porto Alegre/RS. Nessa Escola nasceu o Coletivo Quilombonja, coordenado pelo professor Bruno Xavier Silveira, da Geografia.

Provocados a pensar sobre o tema do evento, Taylor e José colocam no papel os processos de segregação e luta por moradia vividos em nossa cidade. Perguntamos o que eles quiseram representar com o desenho. Nas palavras de Taylor,

[A imagem] significa uma… como é que eu posso te dizer, uma disputa de poder. Uma territorialidade. Uma disputa entre nós, que somos pobres, e os ricos – os brancos que são os ricos. Como nós moramos mais em comunidade, nós somos mais da favela, nós somos pobres. E os ricos são os que moram em apartamentos, chiques, essas coisas, têm piscina, têm casa boa. Tudo isso. Muitos deles não trabalham, nós temos que trabalhar para ter nossas coisas, e temos que lutar para conquistar nossas coisas. Então isso quer dizer que todo mundo tem que ter os direitos iguais, porque que nem muitos de nós aqui, negros que trabalhamos quase um mês inteiro pra ganhar metade de um salário no final do mês. Isso não é justo. E isso não faz a gente diferente dos brancos, porque nós temos que ganhar a mesma quantidade que eles ganham, porque nós trabalhamos da mesma forma que eles trabalham. Às vezes a gente até trabalha mais que eles, e eles ganham mais do que nós. E muitos deles ganham sentados. Eu quero dizer que é uma territorialidade, e é uma disputa de poder. Então, o personagem ali do meio, ele está cortando porque isto é injusto, todo mundo tem que ter direitos iguais.

José explica que “o desenho é uma representação da desigualdade social e esses negócios, tipo, a favela de um lado, e a cidade de gente rica do outro lado, dai o homem branco divide ali, com uma tesoura”. Argumenta que a segregação das populações se dá muitas vezes pelo argumento de que na favela tem muita violência, como os tiroteios, e que meninos pretos, moradores de favela como ele, não poderiam pisar nas “zonas de rico”. Mas finaliza apostando nos “bons estudos” como um caminho para ter oportunidades e romper com esse ciclo.

Vamos debater sobre o tema? O evento é gratuito e não necessita inscrição prévia. Participe!

Participe do evento “Moradia popular: a cidade em disputa no pós-Abolição” #NovembroNegro

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No novembro negro, o Arquivo Público promove, em parceria com o GT Emancipações e pós-Abolição da ANPUH-RS e com o Quilombonja, o seminário “Moradia popular: a cidade em disputa no pós-Abolição” no dia 25 de novembro.

A atividade é gratuita e não necessita inscrição prévia. Vamos participar!

Programação:

25 de novembro | 09h-12h

Lutas por moradia em Porto Alegre: perspectivas históricas e geográficas

– Daniele Vieira (POSGEA / UFRGS)

– Álvaro Klafke (APERS)

– Rodrigo Weimer (APERS)

– Vinícius Furini (DEE)

25 de novembro | 14h-18h

Da Bonja pro Mundo: territórios e lugares na cidade plural

Coletivo Quilombonja

Clique aqui para acessar o evento no Facebook. Informações pelo e-mail gteprs@gmail.com.

Projeto “Os Caminhos da Matriz” retoma suas atividades com novos itinerários!

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O projeto cultural Os Caminhos da Matriz surgiu em 2009 por uma iniciativa conjunta cujo principal articulador foi o Memorial do Ministério Público, tendo como objetivo a aproximação da população com o patrimônio histórico-cultural de Porto Alegre. Em 2011 o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul passou a integrá-lo, ampliando o número de instituições participantes. Isso exigiu que seu comitê organizador readequasse o projeto, que passou a ter dois roteiros, em agrupamentos de três instituições cada, com visitações que se alternam mensalmente, sempre no último sábado de cada mês.

A nova dinâmica tornou o projeto ainda mais atrativo, e o “Caminhos da Matriz” certamente tornou-se uma opção de atividade cultural reconhecida em Porto Alegre, promovida por órgãos públicos estaduais que envolve instituições representativas dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, do Ministério Público e da Igreja Católica.

A edição 2019 iniciou-se no dia 28 de abril, com novidades em seus roteiros, assim distribuídos entre as instituições culturais que circundam a Praça da Matriz:

Roteiro 1 – Instituições: Museu Júlio de Castilhos, Catedral Metropolitana e Cúria Metropolitana (19 de outubro)

Roteiro 2 – Arquivo Público do Estado do RS, Memorial do Legislativo e Solar dos Câmara (30 de novembro) 

Roteiro 3 – Memorial do Ministério Público, Memorial do Judiciário e Biblioteca Pública do Estado (28 de setembro)

Neste sábado, 31 de agosto, coube ao APERS o início da visita e ao Memorial do Legislativo a fala sobre as instituições do entorno da praça e a significação do monumento em homenagem ao Júlio de Castilhos. Confira as fotos:

Para participar das próximas visitas, basta estar na Praça da Matriz às 14 horas no último sábado de cada mês. O evento é gratuito e não necessita inscrição prévia. Em caso de chuva, o grupo reúne-se na marquise do Memorial do Judiciário. Informações pelo e-mail caminhosdamatriz@gmail.com ou pela página do projeto no Facebook (para acessar, clique aqui). 

Servidores do APERS participam de eventos do Dia Estadual do Patrimônio Cultural

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2019.08.22 Dia do patrimonio cultural

No dia 17 de agosto foi comemorado o Dia do Patrimônio Cultural. A celebração estadual foi promulgada em 2019 pelo atual governador, Eduardo Leite. A data foi criada por meio do decreto nº 54.608, de 25 de abril deste ano, institui o Dia Estadual do Patrimônio Cultural e sua comemoração no terceiro final de semana de agosto. Em âmbito nacional, a data já é comemorada em 17 de agosto – nascimento de Rodrigo Melo Franco de Andrade, fundador do IPHAN e diretor da instituição por 30 anos.

Sexta-feira, dia 16 de agosto, o Ministério Público do Rio Grande de sul, em alusão à data, comemorou no evento “Patrimônio Cultural: Encontro de Reflexão” através de palestras com vários representantes de diferentes órgãos que protegem e difundem o patrimônio estadual. Cleo Lopes, Maria Cristina Fernandes, Ana Karina Uberti e Juliano Balbon estiveram presentes e prestigiaram o evento e a instituição. Para mais informações sobre o encontro acesse aqui.

No sábado, dia 17 de agosto, Maria Cristina Fernandes e Juliano Balbon participaram do “Percurso do Patrimônio Cultural da Saúde”, promovido pela Unimed Federação em Porto Alegre. Neste evento foram visitados o Museu da História da Medicina do Rio Grande do Sul – MUHM, o Centro Histórico Santa Casa, o Centro de Documentação da AMRIGS e para finalizar a recepção no Memória e Cultura Unimed Federação do RS. No espaço havia, além da visitação ao local de memória da empresa, a exposição do artista Paulo Favalli.

Servidor do Arquivo Público participa de exame de qualificação na UFRGS

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2019.08.22 Cartaz Banca Taiane LopesNo dia 14 de agosto de 2019, o servidor Rodrigo de Azevedo Weimer, junto com a historiadora Fernanda Oliveira da Silva e a professora orientadora Regina Weber, participou da banca de qualificação da mestranda Taiane Naressi Lopes, cujo trabalho intitula-se A “Vila África” na perspectiva de mulheres negras: território, racialização e memória em Taquara (RS).

Foi uma tarde muito produtiva, com ricas discussões e possibilidades de encaminhamento de sua dissertação!

APERS sedia evento “haCkAFFthon”

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Entre os dias 19 a 21 de julho o APERS sediou o haCkAFFthon, concurso criado pela SEPLAG que promove uma iniciativa pioneira na gestão estadual. Teve como principal objetivo, desenvolver um aplicativo com todos os serviços para quem trabalha ou frequenta o Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff). Após palestras de inspiração e sobre a concepção do prédio do Caff, que reúne boa parte das secretarias de Estado, houve a contextualização de todo o processo de criação e a organização dos times.2019.07.24 hackaffthon

Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer o conjunto arquitetônico do APERS e o acervo documental preservado pela instituição. O local de trabalho dos mesmos foram as dependências do prédio III, como a sala de pesquisa, Auditório Marcos Justo Tramontini e o Espaço Cultural Joel Abílio Pinto dos Santos.

Após dois dias de atividades, duas equipes superaram a pontuação mínima fixada em edital e irão para a próxima etapa de concepção do aplicativo que reunirá todos os serviços do Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff). Os times selecionados terão mais uma semana para concepção final do projeto e testes de funcionalidade da ferramenta. Estes precisarão ter suas soluções aprovadas em quesitos como abrangência funcional, design, grau de inovação e acessibilidade e automação.

Nossos servidores estiverem presentes todos os dias para o recepção e acolhimento dos participantes e equipe organizadora.

Assista o vídeo feito pela Assessoria de Comunicação do Estado: haCkAFFthon busca soluções digitais para o CAFF

Referências:

https://planejamento.rs.gov.br/final-de-semana-sera-de-maratona-digital-pioneira-na-gestao-estadual

https://planejamento.rs.gov.br/comeca-maratona-digital-no-arquivo-publico-para-desenvolver-aplicativo-do-caff

https://planejamento.rs.gov.br/maratona-digital-para-aplicativo-do-caff-tera-dois-times-na-etapa-final

Servidor do APERS participa do 30º Simpósio Nacional de História

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Na semana entre os dias 15 e 19 de julho, o servidor Rodrigo de Azevedo Weimer, historiador do APERS, esteve presente no 30º Encontro Nacional de História, ocorrido na UFPE, Recife, Pernambuco.

2019.07.24 logo simposio nacional de historia

Além de assistir várias conferências e mesas redondas com intelectuais de destaque da historiografia nacional e internacional, houve a participação no simpósio temático “Clio sai do armário: homossexualidades e escrita da história”, coordenado por Rita Colaço e Elias Veras, no qual foi apresentada uma pesquisa sobre homossexualidade na década de 1930 no Rio Grande do Sul (pode ser lida clicando aqui), com base em processos criminais custodiados no Arquivo Público do RS. Destaca-se a discussão realizada no ST sobre a preservação de acervos relacionados à história LGBT e o papel das instituições arquivísticas.

2019.07.24 ST Simpósio Nacional de História

Aviso do Divulga APERS

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Prezados usuários, informamos:

  • Dia 12 de julho de 2019, sexta feira, o atendimento na Sala de Pesquisa ocorrerá até as 16h. Após este horário, nossas equipes estarão em atividades internas.
  • No período de 15 a 30 de julho de 2019 não teremos visitas guiadas no Arquivo Público.

Contamos com a compreensão de todos e todas.

Servidores do APERS participam de Encontro de História e Genealogia Açoriana

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Os servidores do Arquivo Público Caroline Acco Baseggio, analista em assuntos culturais/historiadora, e Cléo Belicio Lopes, analista arquivista, ministraram no dia 17 de junho o painel intitulado “O Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS), órgão gestor do Sistema Estadual de Arquivos do RS: um panorama dos arquivos públicos e privados estaduais e municipais existentes no RS e sua organização”. O foco da exposição foi apresentar o histórico da instituição, seu acervo, estrutura e serviços prestados, as possibilidades de pesquisa sobre açorianos nos documentos custodiados pelo APERS, bem como as ações do Sistema de Arquivos do Estado – SIARQ/RS.

Encontro Genealogia Açoriana

Este painel fez parte do Encontro de História e Genealogia: fontes documentais e produção do conhecimento – dos Açores e do Rio Grande do Sul, promovido pelo Centro Histórico-Cultural Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre e apoiado pela Direção Regional das Comunidades Açorianas e Governo da Região Autônoma dos Açores/Portugal, com o objetivo de oportunizar a escuta de historiadores e genealogistas na socialização de estudos e pesquisas relacionadas aos Açores e o extremo sul do Brasil, além de potenciais fontes que os arquivos dos Açores oferecem à pesquisa sobre história e genealogia de açorianos que se estabeleceram, especialmente no estado do Rio Grande do Sul. O encontro ocorreu entre os dias 15 e 17 de junho, no auditório do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa.

Agradecemos a oportunidade de dialogar com o público do evento e difundir nossa instituição!

3ª Semana Nacional de Arquivos do APERS: aconteceu por aqui!

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O Arquivo Nacional (AN) e a Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) promovem, desde 2007, a “Semana Nacional de Arquivos – SNA”, que se insere no calendário internacional de celebração do dia Internacional dos Arquivos (09 de junho). Essa é uma das ações previstas no Plano Setorial de Arquivos (2017-2027), elaborado pelo Colegiado Setorial de Arquivos do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC): uma Semana como um período dedicado a eventos de cunho acadêmico ou artístico-cultural relacionados aos arquivos de todo o país. Seu objetivo é aproximar as instituições de acervo arquivístico, ampliar a visibilidade, divulgar e inserir na sociedade os valiosos trabalhos por elas desenvolvidos.

O Arquivo Público do RS, pensando na proposta da SNA, como gestor do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul – SIARQ/RS, colocou-se a missão de multiplicador desta proposta, na esfera estadual, reafirmando seu compromisso como agente arquivístico junto à comunidade gaúcha e no cenário nacional. Para concretização deste compromisso idealizado, projetou parcerias com diversas instituições detentoras de arquivos, acervos de natureza pública ou privada, para efetivação de ações e atividades que incentivassem e potencializassem a visibilidade e difusão de seus acervos documentais, na promoção de cultura, pesquisa e conhecimento à comunidade em geral.

Em 2019 o APERS inseriu-se na Semana Nacional de Arquivos com ações próprias e como articulador de inúmeras outras que ocorreram na capital e no interior, como oficinas, visitas técnicas e guiadas, sessões de cinema, palestras, mesas redondas, rota turística, júri simulado, apresentações musicais, encontros e exposições, com o propósito de agregar a participação de diversas instituições arquivísticas.

Dentro das propostas de atividades do APERS, nesse ano foram realizadas:

1- Exposições “Caminhos dos Arquivos: Nossas Histórias, Nossas Heranças”, lançada no dia 3 de junho em formatos presencial e virtual, com o objetivo de despertar no público a curiosidade de conhecer acervos arquivísticos importantes, custodiados por instituições públicas e/ou privadas, difundindo memórias, serviços, espaços de cultura e pesquisas na valorização do patrimônio documental, institucional e sociocultural. O módulo virtual conta com o site www.caminhosdosarquivos.com, composto por 43 instituições, como referencial de acervos no RS.

2- Oficina “Genealogia” – ministrada no dia 8 de junho por Caroline Acco Baseggio, historiadora do APERS, e Adriana Weber, genealogista, com o objetivo de fornecer ferramentas e metodologias necessárias ao trabalho de pesquisa, assim como o interesse no conhecimento das raízes familiares, construção de árvores genealógicas e processos para fins de obtenção de segunda cidadania;

3- “Júri Simulado: Processo Joanna Eiras realizado no dia 3 de junho em parceria entre o APERS e o Grupo de Estudos e Intervenção em matéria Penal do Serviço de Assistência Jurídica Universitária – GEIP-SAJU, do Curso de Direito da UFRGS. A iniciativa consiste na simulação de julgamento da ré Joanna Eiras, com base nos processos criminais que fazem parte de nosso acervo e do imaginário porto-alegrense e gaúcho;

4- “Rota Turística Caminhos dos Arquivos” – uma caminhada realizada em parceria com o Sindicato Estadual dos Guias de Turismo Rio Grande do Sul -SINDEGTUR/RS. A rota partiu do APERS com visita guiada, seguindo em direção à Praça Marechal Deodoro (Praça da Matriz), com explanação sobre sua história e das demais instituições arquivísticas do entorno. A caminhada seguiu em visita aos memoriais do Legislativo e do Judiciário, parceiros do APERS. Saindo da Praça, à rua Riachuelo, o próximo ponto foi o Instituto Histórico e Geográfico do RS. Descendo a rua Caldas Júnior, em direção à Praça da Alfândega, foram apresentados o Arquivo Histórico do RS e o Arquivo Municipal de Porto Alegre, finalizando em frente à Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Agradecemos ao Sport Club Internacional pela doação de brindes, que foram sorteados sempre ao final das atividades.

Chegamos ao final da III SNA contabilizando a participação de 43 instituições na Exposição Virtual Caminhos dos Arquivos: Nossas Histórias, Nossas Heranças, e satisfeitos pela adesão de mais de 100 pessoas que prestigiaram os eventos Júri Simulado, Rota Turística e Oficina de Genealogia. Mantêm-se para o próximo ano nosso compromisso com a preservação da memória, despertando no público o interesse pelos acervos e pela história do RS.

Acesse fotos das atividades presenciais realizadas pelo APERS dentro da III Semana Nacional de Arquivos!

Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, June 12, 2019

Servidora do APERS debate “História Pública em Arquivos” na Unisinos

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No dia 24 de maio ocorreu o I Colóquio do Centro de Estudos Internacionais de História das Mobilidades, Diásporas e Migração – CEMIDI, vinculado ao PPG em História da Unisinos. Nessa oportunidade a servidora do APERS, Clarissa Sommer Alves, foi convidada a palestrar sobre o tema “História Pública em Arquivos”, partilhando o momento com a historiadora Sandra Cristina Donner, que abordou o tema “História Local como História Pública?”. Marluza Marques Harres, professora da Unisinos, foi a debatedora da mesa.

2019.06.12 História Pública em Arquivos na Unisinos

As reflexões da servidora são o resultado de um processo de observação, questionamento e atuação como historiadora e profissional de arquivo, que perpassa o trabalho no APERS há uma década, assim como a escrita de seu trabalho de conclusão do curso de bacharelado em História, em 2015, e agora, a dedicação ao mestrado junto ao PPG em História da UFRGS, sob orientação do professor Benito Schmidt. Na dissertação, volta sua análise à trajetória e aos produtos do ofício dos historiadores lotados nos arquivos públicos estaduais do país, que não tem como resultado necessariamente a produção de uma narrativa histórica a partir de um problema de pesquisa sobre o passado, mas que são por ela inquiridos como frutos de uma operação historiográfica voltada a múltiplos públicos.

Sua fala no evento teve como principal objetivo compartilhar, reflexões sobre o trabalho de historiadoras e historiadores que atuam “no lado de dentro do balcão” das instituições arquivísticas, e não como consulentes das salas de pesquisa, à luz das discussões sobre história pública que vêm se desenvolvendo em diversas partes do mundo desde a década de 1970, mas estão causando maior impacto no Brasil a partir dos anos de 2010. A intervenção foi dividida em quatro momentos: o primeiro, mais teórico, foi dedicado a explicar o uso do conceito de operação historiográfica como ferramenta analítica, e como a história pública tem ajudado a tencioná-lo, chegando a proposição da necessidade de superá-lo para dar conta de pensar os diferentes fazeres das historiadoras profissionais. Em seguida, Clarissa apresentou um panorama a respeito dos arquivos públicos estaduais brasileiros, do perfil e da inserção das historiadoras nesses espaços a partir dos dados, contatos e conexões que pode tecer ao longo da pesquisa. O terceiro movimento foi no sentido de compartilhar informações e impressões a respeito dos tipos de atividades que efetivamente vem sendo desenvolvidas por essas historiadoras, evidenciando as potencialidades e limites do conceito de operação historiográfica para analisá-las. Por fim, buscou demonstrar que há carência de discussões a respeito do trabalho de profissionais da história dentro dos arquivos, acarretando em nebulosidade sobre sua contribuição em meio às relações interdisciplinares inerentemente travadas nessas instituições, tornando oportuno estimular o aprofundamento de formulações teóricas, metodológicas e epistemológicas sobre esse fazer, para o que a história pública parece ter muito a contribuir.

Agradecemos pela deferência ao sempre parceiro do Arquivo Público, prof. Paulo Roberto Staudt Moreira, também docente do curso de História da Unisinos. Foi uma excelente oportunidade de difundir nossa instituição e promover debates que aprofundam reflexões sobre as relações entre arquivo, academia e sociedade. Acompanhe: em breve a dissertação em questão será defendida e compartilhada por aqui.

Participe da 3ª Semana Nacional de Arquivo: programação do APERS vai até dia 8 de junho!

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Nesse segunda-feira tivemos a abertura da 3ª Semana Nacional de Arquivo no APERS com a realização do “Júri Simulado”, em parceria com o Serviço de Assessoria Jurídica Universitária SAJU, da Faculdade de Direito da UFRGS. A atividade foi um sucesso, mas a III SNA não para por ai! Confira a programação, que vai até 08 de junho, e participe:

Programação completa SNA

Aproveite e clique aqui para acessar o site da exposição virtual Caminhos dos Arquivos: nossas histórias, nossas heranças, também lançado essa semana!

Programação do APERS na 3ª Semana Nacional de Arquivos

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Cartaz ASCOM III SNA 3

3ª Semana Nacional de Arquivos: Exposições Presenciais

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Conheça as exposições presenciais que compõem o percurso “Caminhos dos Arquivos” em cada instituição parceira:

Exposições Presenciais SEM APERS

Acesse também a versão virtual e participe!

Participe da III Semana Nacional de Arquivos!

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Cartaz ASCOM III SNA 1

APERS participará da 3ª Semana Nacional de Arquivos

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Os arquivos representam espaços de memória importantes para a história de um lugar. Em seu interior residem vozes, muitas das vezes destoantes, que trazem à tona um passado complexo e multifacetado, revelando as experiências e percepções de indivíduos e/ou grupos sociais em seus vários loci de sociabilidade. Pela natureza histórica que adquirem com o passar do tempo, somado ao caráter comprobatório da documentação, os arquivos e coleções documentais constituem patrimônio cultural, sendo sua preservação e salvaguarda responsabilidade tanto do poder público quanto da população em geral. Somado a isto, os arquivos ainda podem ser articulados como instrumentos auxiliares para a promoção dos direitos sociais e fundamentais de cada cidadão e/ou de grupos específicos, servindo como munição contestatória em processos e ações que venham de alguma maneira ferir os direitos inalienáveis definidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, que completa 70 anos em 2019. (ANPUH, 2019)[1]

Vem aí a 3ª Semana Nacional de Arquivos, que acontecerá entre os dias 3 e 8 de junho de 2019. Este evento é promovido nacionalmente pelo Arquivo Nacional e pela Fundação Casa de Rui Barbosa, em comemoração ao Dia Internacional dos Arquivos: 9 de junho. O tema desta edição, proposto pelo Conselho Internacional de Arquivos, é: Desenhando Arquivos.

Esta iniciativa visa a dedicação de um período para realização de eventos de cunho acadêmico ou artístico-cultural relacionados aos arquivos, a fim de aproximar as instituições da sociedade, aumentar sua visibilidade e divulgar os acervos, serviços e instituições arquivísticas, centros de memória e de documentação, e demais entidades que abrigam acervos documentais. A Semana Nacional de Arquivo compreende, portanto, como um instrumento de acesso à informação, “de modo a apoiar o cidadão na defesa de seus direitos e a incentivar a produção de conhecimento científico e cultural – uma das funções dos arquivos”[2].

Neste ano, o Arquivo Público realizará nova edição da exposição Caminho dos Arquivos, em seus formatos presencial e virtual, as quais serão lançadas no dia 3 de junho. Trata-se de uma parceria entre o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul – APERS e o maior número possível de instituições gaúchas custodiadoras ou detentoras de acervos arquivísticos, de natureza pública ou privada, em uma ação conjunta de exposições temáticas, coletivas, participativas e temporárias, de formatos presencial e virtual, denominada “Caminhos dos Arquivos: Nossas Histórias, Nossas Heranças”, traçando suas localizações como caminhos a serem percorridos para completar a observação de todos os documentos expositivos, como forma de guiar o público para conhecer os acervos e serviços de cada Instituição participante, assim como uma forma de estímulo à visitação das mesmas. São mais de 40 instituições participantes, situadas na Capital e em muitas cidades do interior do Estado. A edição virtual poderá ser conferida, a partir do dia 3 de junho, pelo site www.caminhosdosarquivos.com.

Também será realizado o júri-simulado, no dia 3 de junho, às 14h, no Auditório do Arquivo Público do Estado (na rua Riachuelo 1031, Centro Histórico, Porto Alegre/RS) do processo de Joanna Eiras, em parceria com o Serviço de Assistência Jurídica da Faculdade de Direito da UFRGS. Assim como a oficina de Genealogia, ministrada por Israel Boff e Adriana Weber, realizada no dia 8 de junho, às 9h, no auditório do Arquivo Público do Estado (rua Riachuelo 1031, Porto Alegre/RS); e a 1ª edição “Rota Turística Caminhos dos Arquivos”, a qual contará com guia de turismo, iniciando com a visita ao Arquivo Público do RS, após à Praça da Matriz, com visita ao Memorial da Assembleia Legislativa RS e Memorial do Tribunal de Justiça RS, seguindo para o Instituto Histórico Geográfico do RS, descendo em direção da Praça da Alfandega, com Arquivo Histórico RS, e ao Arquivo Municipal de Porto Alegre, finalizando em frente à Prefeitura Municipal. Para inscrever-se clique aqui.

Confira a programação completa aqui.

Atualizado 31.05.2019

Palestra sobre a Trajetória de Maria Tereza Joaquina – Rainha Negra no Litoral Norte do RS

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Historiador do APERS palestra na UNIPAMPA

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No dia 12 de abril de 2019, o historiador Rodrigo de Azevedo Weimer, do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, apresentou, em palestra organizada pelo curso de História da Universidade Federal do Pampa (campus Jaguarão), sua pesquisa de pós-doutorado, na qual foi compulsada documentação primária custodiada no APERS, como habilitações de casamento e inventários. A palestra, intitulada “Maria Tereza Joaquina: Trajetória e memória de uma rainha negra no litoral norte do Rio Grande do Sul no século XX”, tratou da biografia de uma liderança feminina negra e rendeu profícuo debate.

APERS na mostra Exercícios de Convivência

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O Arquivo Público do RS foi cenário para uma obra da intervenção urbana “Cidade Compartilhada” do artista Marcelo Monteiro que integra a mostra “Exercícios de Convivência”, de curadoria de Bruna Fetter, que faz parte das comemorações dos 247 anos da Cidade de Porto Alegre.

A proposta do artista foi fotografar espaços públicos que considera especiais ou que foram decisivos na sua formação enquanto cidadão e artista. Em cada foto convidou um profissional do local ou que tivesse um vínculo com aquele ambiente em sua atividade.

No caso do APERS, o convidado foi o historiador Marcelo da Cruz Cortes, nosso estagiário entre 2009 e 2010, no projeto “Documentos da Escravidão no Rio Grande do Sul” o qual resultou na publicação dos catálogos seletivos: Cartas de Liberdade, Compra e Venda, Processos Crime, Inventário e Testamentos.

Também participam das obras do artista: a bibliotecária Renata Borges na Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães; a técnica em cultura Márcia Beatriz dos Santos Bamberg no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo; o projecionista Adair José Severo de Souza na Cinemateca Paulo Amorim; e o jornalista Domício Grillo no Museu da Comunicação Hipólito José da Costa.

Fique atento e contemple as obras pelas ruas da cidade!

“História, Arquitetura & Arquivo”: comemoração dos 113 anos do APERS

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     Sob a temática do conjunto arquitetônico, construído no início do século passado para ser um arquivo, a tarde do último dia 12 de março foi de comemoração no Arquivo Público do Estado. Os 113 anos da Instituição foram comemorados em evento, no qual a Diretora Aerta Grazzioli fez a abertura e o lançamento do segundo módulo da Galeria de Diretores do APERS, que contempla os gestores dos anos de 1959 até 1987 (clique no link para acessar).

    Na sequência teve a Mesa Redonda “APERS: Conjunto Arquitetônico no tempo e a Utilização de seus Espaços”, onde a arquivista Carmen M. Merlo e a arquiteta Samantha Sonza Diefenbach palestraram sobre suas dissertações “O Palácio de Papel: cem anos do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (1906-2006)” e “Affonso Hebert: ecletismo republicano no Rio Grande do Sul”, respectivamente; e o professor Günter Weimer proferiu sobre “A Arquitetura do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul”, para uma plateia que praticamente lotou o auditório.

    Logo após, houve a apresentação do “Coro Jovem da OSPA”, que interpretou clássicos e finalizou sua apresentação com o “Parabéns a você”, seguida de confraternização, com direito a bolo e espumante.

    Por fim, foi lançada a exposição “APERS: Conjunto Arquitetônico no tempo e a Utilização de seus Espaços” que reúne fotos e documentos que ilustram nossa história. Lembrando que a exposição pode ser conferida até o dia 29 de março aqui no APERS (Rua Riachuelo, 1031, Centro Histórico de Porto Alegre), no espaço Joél Abilio Pinto dos Santos, de segunda a sexta, das 8:30 às 17 horas.

    Estiveram presentes no evento: servidores e ex-servidores do APERS, os subsecretários Marcelo Alves (Gestão) e Barão Mello da Silva (Planejamento e Orçamento), e diretores de departamentos da Secretaria do Planejamento, Orçamento e Gestão (SEPLAG); o presidente da Associação dos Amigos do Arquivo Público (AAAP), Anderson Portella, e integrantes da diretoria, e o público geral que justifica a perpetuidade de nossa instituição.

Confira fotos do evento neste álbum em nossa página do Facebook (clique para acessar)!

Mesa-redonda “Apers 113 anos: Arquitetura e Patrimônio”

Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, March 20, 2019

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12 de março: Salve Esta Data!

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Aconteceu no APERS: evento Vozes que não se calam!

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Na última segunda-feira tivemos o privilégio de promover o evento “Vozes que não se calam! Direitos Humanos, Democracia, Liberdade”, mesa que contou com os depoimentos de Cláudio Antônio Weyne Gutierrez, Ignez Maria Serpa e Nilce Azevedo Cardoso, ex-presos e perseguidos políticos que tiveram suas vidas profundamente impactadas após o golpe de 1964 e a ditadura civil-militar que se instaurou no país perdurando por 21 anos.

A atividade foi realizada para marcar o encerramento das ações do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS em 2018, e foi organizada com inspiração na oficina “Resistência em Arquivo: patrimônio, ditadura e direitos humanos”, afinal, os processos de indenização dos três protagonistas do evento, salvaguardados pelo Arquivo, são utilizados nessa oficina para debater com as e os estudantes a respeito do papel das instituições arquivísticas, do acesso à informação, da riqueza de acervos que tratam do período ditatorial em questão, e sobre os horrores perpetrados pelo Estado durante aquele período.

A principal motivação foi reunir professores, estudantes, servidores do APERS, pessoas que fazem ou já fizeram parte da equipe do PEP para ouvir pessoalmente os testemunhos daqueles com quem dialogamos tantas vezes no cotidiano por meio de seus registros, acolhendo suas falas, sensibilizando-nos com suas lutas, e refletindo sobre a importância dos valores democráticos e do respeito à dignidade humana, bases da Declaração Internacional dos Direitos Humanos, cuja assinatura completou 70 anos em 2018.

Em muitos sentidos o evento foi um sucesso: conseguimos reunir mais de 80 pessoas e construir um ambiente receptivo, em um auditório lotado e atencioso. Também pudemos dar visibilidade à instituição e às ações realizadas por meio do Programa de Educação Patrimonial em parceria com a UFRGS, que vem desde 2009 enraizando-se e gerando muitos frutos. Interessante registrar que pela primeira vez a equipe do PEP transmitiu um de seus eventos ao vivo pelo Facebook, o que oportunizou maior alcance para as falas e mais interações com nossas mídias sociais – não sem percalços, como é comum quando se está realizando algo pela primeira vez – mas certamente foi uma tarde gratificante, repleta de emoção e força.

Pensando na importância de partilharmos essas experiências, que consideramos como parte integrante de nosso patrimônio cultural imaterial, peças fundamentais para tecer memórias e entender nossa sociedade, nas próximas semanas disponibilizaremos a gravação da mesa através do Youtube do APERS. Acompanhe!

Atualizado em 19.12.2018.

PEP UFRGS-APERS convida: Mesa Vozes que não se calam! Direitos Humanos, Democracia, Liberdade.

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No Dia Internacional dos Direitos Humanos, no ano em que se celebram os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, dia 10 de dezembro, segunda-feira, às 14:30h, realizaremos a atividade de encerramento das ações do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS em 2018. A mesa “Vozes que não se calam! Direitos Humanos, Democracia, Liberdade” será realizada com testemunhos de Claudio Gutierrez, Ignez Serpa e Nilce Azevedo Cardoso, ex-presos políticos que têm seus processos de indenização salvaguardados pelo APERS. Tais documentos são utilizados com as turmas escolares que participam da oficina “Resistência em Arquivo: patrimônio, ditadura e direitos humanos”.

Nosso objetivo é oportunizar um espaço de encontro e escuta sensível, em que estudantes e professores que leram e debateram sobre sus histórias – marcadas pela repressão, tortura e resistência à ditadura civil-militar – possam conhecê-los pessoalmente, prestar-lhes a homenagem merecida e aprofundar conhecimentos.

Cremos que será uma tarde muito significativa não apenas para pensarmos as relações entre passado e presente, mas também para reafirmarmos nosso compromisso com o livre acesso à informação e aos arquivos, com o direito à memória e com a democracia.

Informações podem ser obtidas pelo e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br ou pelo fone (51)3288-9117. O evento é aberto à comunidade, entretanto o público prioritário são os estudantes e professores que participaram das oficinas do PEP em 2018. Nesse sentido, as inscrições devem ser feitas por e-mail informando nome completo, telefone para contato e escola/instituição de vinculação, de forma que possamos confirmar as vagas oportunamente antes do evento.

Cartaz Vozes que não se calam PEP 2018 final

Encontro dos Arquivistas e Apresentação Musical

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Na última sexta-feira, dia 23 de novembro, tivemos o Encontro dos Arquivistas, com relatos sobre o VIII Congresso Nacional de Arquivologia de 2018, pelo arquivista Jonas Ferrigolo, e sobre as ações para criação do Conselho Profissional de Arquivologia, pela arquivista Clara Kurtz. Como encerramento das atividades da 1ª Semana do Arquivista e do Servidor Público – 1ª SAS, desfrutamos de uma apresentação musical do quarteto Camila Paes, Daniela Amaral, Carlos Dinarte e Mauro Amaral, evento aberto à participação dos profissionais da área.

 

Ação Educativa do APERS e o “Caso X” no III Encontro Discente de História da UFRGS

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Pensando na ampliação dos usos de seu acervo para além das pesquisas acadêmicas e técnicas já habituais ao Arquivo, o APERS tem investido na elaboração de ações educativas que visam utilizar o patrimônio documental nele salvaguardado de uma maneira mais lúdica e didática, mas sem deixar de lado todo o aspecto crítico e investigador inerente ao campo da História e da Arquivologia.

Já compartilhado no XIV Encontro Estadual de História da ANPUH-RS e no XIII Salão de Iniciação Científica e Extensão do IPA sobre o processo de elaboração da Jogoteca Educativa do APERS e a criação de seu primeiro jogo, “Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre”. No dia 19 de novembro foi a vez de compartilhá-los no III Encontro Discente de História da UFRGS.

O trabalho intitulado “Fontes documentais e ensino de História: o uso do Caso X em sala de aula” foi apresentado no eixo temático “saberes, práticas e ensino de história” pelos estagiários e estudantes de História da UFRGS, Gustavo Ziel e Jéssica Gomes de Borba. Deu-se atenção à criação do jogo, mas o enfoque recaiu sobre a fase de testes através de quatro partidas realizadas em três escolas de Porto Alegre, debatendo-se a eficiência do projeto, relatando as discussões obtidas a partir dele e os conceitos que foram trabalhados. Nestes momentos os alunos trouxeram para as partidas e discussões um pouco de suas vivências, visões de mundo e temas trabalhados pelos seus professores em sala de aula.

As escolas visitas foram: Institudo de Educação Flores da Cunha, EEEF Imperatriz Leopoldina e EEEM Oscar Pereira. Agradecemos às professoras Laura Montemezzo, Isadora Librenza e Adriana Santos pela receptividade e parceria com toda equipe do PEP e parabenizamos pelo excelente trabalho com as suas turmas.

A experiência conectou a equipe de Ação Educativa do APERS e a disciplina Estágio de Docência em História III – Educação Patrimonial, ministrada pelas professoras Carmem Gil e Caroline Pacievitch. A medida em que dois de seus estudantes-estagiários puderam realizar suas 40h de observação e prática inseridos no projeto da Jogoteca, participando da finalização do jogo Caso X e realizando as práticas nas escolas. Que estes espaços de troca sigam florescendo!

Jogoteca Educativa do APERS é difundida no XIII Salão de Iniciação Científica e Extensão do IPA.

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Quais os usos possíveis para os documentos de arquivo? Como difundi-los e ampliar seu alcance social? Em geral costuma-se pensar as instituições arquivísticas como espaços de pesquisa acadêmica ou técnica, lugares “habitados” por historiadores, genealogistas, graduandos, mestrandos, doutorandos… Certamente estes são usuários potenciais e importantes, mas os arquivos pertencem a todos e todas nós, podem ser acessados por diversos grupos sociais, para diversas finalidades e em múltiplos contextos.

Nesse sentido o APERS tem investido na formulação de ações educativas em vários formatos, oportunizando a ampliação dos usos de seu acervo em ambientes escolares ou espaços não formais de educação. Entre essas propostas está a Jogoteca Educativa do APERS, projeto criado em 2018 e que vem se desenvolvendo para a partir de 2019 viabilizar o empréstimo de jogos para educadores. A ação já tinha sido divulgada em evento de lançamento realizado no Arquivo, em junho, e no XIV Encontro Estadual de História da ANPUH-RS, em julho. Em outubro foi a vez de ser compartilhada no XIII Salão de Iniciação Científica e Extensão do Centro Universitário Metodista – IPA pela estagiária Jéssica Gomes de Borba, que atualmente cursa o Bacharelado em História na UFRGS e já é licenciada em História pela FAPA. Jéssica deu visibilidade à Jogoteca dando enfoque ao processo de construção de seu primeiro jogo, “Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre”.

A apresentação da comunicação “Os usos educativos do patrimônio documental do APERS: a criação do jogo ‘Caso X’” ocorreu na tarde de 26 de outubro. O resumo expandido será publicado em breve. Informações a respeito do projeto podem ser obtidas através do e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br.

Arquivo Público esteve presente no XIV Encontro Estadual de História!

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Entre os dias 24 e 27 de julho a PUC-RS sediou o XIV Encontro Estadual de História da ANPUH-RS, com o tema Democracia, Liberdades e Utopias. Com o intuito de difundir as ações do APERS a equipe de seu Núcleo de Ação Educativa inscreveu trabalhos no evento, que foram apresentados no dia 26/06.

Os estagiários e Paulo Eduardo Fasolo Klein, com orientação da servidora Clarissa Sommer, inscreveram o pôster “Que os jogos comecem!”: Caso X e a formação da Jogoteca Educativa do APERS. A partir desse trabalho compartilharam a criação do novo projeto educativo da instituição e divulgaram o primeiro jogo autoral produzido em seu âmbito pela equipe. “Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre” foi inspirado no jogo Detetive e ambienta-se na cidade de Porto Alegre no contexto da ditadura civil-militar. O desafio é desvendar um crime cometido pelos agentes da repressão percorrendo lugares de memória da cidade. As biografias dos personagens foram inspiradas nas histórias de vida registradas pelos processos de indenização a ex-presos políticos salvaguardados no Arquivo, com os quais as escolas terão contato ao locar o jogo.

Já a servidora Clarissa inscreveu a comunicação “Pelo olhar de uma historiadora do Arquivo, reflexões sobre escrita da história e História Pública”, que foi aceita junto ao Simpósio Temático Teoria da História e Historiografia: Democracia, Liberdades, Utopia. Neste espaço apresentou reflexões preliminares a partir de seu trabalho de mestrado desenvolvido junto ao Programa de Pós-Graduação em História da UFRGS, que versa sobre a atuação de historiadores em instituições arquivísticas estaduais. Buscou dialogar com os pares a respeito do cenário de atuação profissional encontrado a partir dos levantamentos realizados e da aplicação de questionários, sobre os desafios enfrentados por ela enquanto historiadora que é servidora de um Arquivo Público, e sobre as múltiplas potencialidades para a escrita da história e a história pública percebidas neste percurso.

Os resumos de ambos trabalhos podem ser acessados aqui.

 

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