APERS participou do evento “Arquivos e Governança”

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    Na última segunda-feira (14), o Arquivo Público do Rio Grande do Sul (APERS) participou do evento “Arquivos e Governança”, promovido pelo Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV) e Programa de Aperfeiçoamento, Pesquisa e Estudos em Arquivos (PAPEArq) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    O encontro visou aproximar a comunidade em geral da ideia de governança arquivística e proporcionou espaço para o debate de experiências em curso referentes aos estados participantes.

    Após a abertura, o evento teve a participação do Prof. José Maria Jardim (UNIRIO), que palestrou sobre a temática central e, à tarde, ocorreram as Mesas Redondas, com o compartilhamento de experiências.

    Sobre o tema Sistema de Arquivos, a arquivista do APERS Maria Cristina Kneipp Fernandes explanou sobre o Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul – SIARQ/RS, apresentando um histórico das principais funções desempenhadas e normativas elaboradas.

   Da mesma temática foram expostas práticas e resultados da Superintendente de Gestão Documental do Mato Grosso do Sul e, sobre Observatórios, houve apresentações do Observatório dos Arquivos da Região Metropolitana de Belo Horizonte, e apresentado o projeto do Observatório de Arquivos do Rio Grande do Sul, em desenvolvimento pelo PAPEArq.

 

Participe do evento Arquivos e Governança

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PAPEARQ - Arquivos e Governança_promotores data local

Acontecerá, no dia 14 de agosto, das 10h às 18h, o evento Arquivos e Governança, que tem como objetivo aproximar a comunidade em geral da ideia de governança arquivística, apontando caminhos a respeito deste conceito e traçando perspectivas efetivas através das quais atores sociais podem se engajar na construção de políticas arquivísticas. O encontro será sediado pelo Auditório Nascente do Prédio Centenário da Escola de Engenharia (Praça Argentina, 9 – Campus Centro) e é aberto ao público

O evento é organizado pelo Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV) através do Programa de Aperfeiçoamento, Pesquisa e Estudos em Arquivos (PAPEArq), com apoio do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS) e Associação dos Arquivistas do Rio Grande do Sul (AARS). A programação conta com o prof. José Maria Jardim (UNIRIO), que palestrará sobre a temática central, além de um espaço para o debate de experiências em curso referentes aos estados do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

No dia, haverá também transmissão online das atividades. Interessados devem efetuar inscrição prévia pelo link disponibilizado. Demais informações e a programação completa podem ser acessadas no site do CEGOV.

PAPEARQ - Arquivos e Governança_Programação

PAPEARQ - Arquivos e Governança_promotores

Arquivo Público e Associação dos Arquivistas promovem curso de classificação de documentos

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Esta semana, no auditório do Arquivo Público do Estado, será realizado o curso “Classificação de Documentos de Arquivo”. Como ministrante, o renomado professor da Universidade de Brasília, Renato Tarciso Barbosa de Souza.

Com objetivo de capacitar arquivistas e profissionais atuantes nos arquivos sobre a elaboração de políticas de gestão de documentos, especialmente sobre a necessidade de elaboração de instrumentos de gestão de documentos, tais como o Plano de Classificação.

O curso tem carga horária de 12 horas-aula e tratará os seguintes assuntos: conceito de organização de documentos de arquivo: classificação, ordenação e arquivamento; os princípios de classificação; os princípios arquivísticos envolvidos na classificação de documentos; a estrutura de classificação; os níveis de classificação; as unidades de classificação; a denominação das unidades de classificação; as relações possíveis entre os níveis de classificação; a transformação dos processos e subprocessos em uma estrutura classificatória; a validação do instrumento de classificação.

O curso é promovido através da parceria entre a Associação dos Arquivistas do Estado do Rio Grande do Sul (AARS) e o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS).

Mais informações sobre a Associação dos Arquivistas e seus eventos acesse a página oficial no Facebook.

 

Realizado evento de lançamento do livro “Primitivos Digitais: uma abordagem arquivística” no APERS

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     O Arquivo Público do Estado, em parceria com a Associação dos Arquivistas do Rio Grande do Sul, promoveu na última quinta-feira, dia 03, o lançamento do livro “Primitivos Digitais: uma abordagem arquivística” de Charlley Luz.

   O evento iniciou com uma palestra de Charlley, que contou com a participação do professor do Curso de Arquivologia da UFRGS Moisés Rockembach, onde abordaram conteúdos do livro, reflexões sobre teorias arquivísticas, as novas tecnologias do mundo da informação e as plataformas digitais.

     Ao final, o autor autografou exemplares do livro e o público presente pode desfrutar de um coquetel no jardim do APERS. Confira abaixo algumas imagens!

Lançamento do livro “Primitivos Digitais: uma abordagem arquivística” no APERS

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Lancamento Livro Primitivos Digitais

     No dia 03 de dezembro, quinta-feira, o Arquivo Público do Estado, em parceria com a Associação dos Arquivistas do Rio Grande do Sul, realizará o lançamento do livro “Primitivos Digitais: uma abordagem arquivística”, de Charlley Luz.

    O lançamento será composto de uma palestra sobre o tema, às 16 horas e sessão de autógrafos, às 18 horas. O APERS fica localizado na Rua Riachuelo, 1031, no Centro de Porto Alegre. Compareça!

APERS na Semana Acadêmica da Arquivologia da UFSM

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APERS na UFSMNesta semana, de 15 a 19 de setembro, acontece a Semana Acadêmica do Curso de Arquivologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com o tema “Revolução Arquivística: Arquivologia no Rio Grande do Sul, o profissional arquivista e a nossa história”. O evento tem o apoio do Diretório Acadêmico do Curso de Arquivologia (Dacar) e da Associação dos Arquivistas do Rio Grande do Sul (AARS), e a programação inclui dinâmicas, palestras, mesas redondas, oficinas e apresentações de trabalhos.

No dia 15 de setembro o Arquivo Público do RS foi representado pela Arquivista Chefe da Divisão de Pesquisas e Projetos, Maria Cristina Kneipp Fernandes na mesa “Instituições Arquivísticas, políticas e medidas tomadas no acervo”. Esta mesa contou ainda com a presença da arquivista Francieli Merlo da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, e na oportunidade as profissionais dividiram como os alunos experiências profissionais e debateram a atuação do arquivista em suas instituições.

APERS na UFSM (1).APERS na UFSM (2)

Realização da XI Mostra de Pesquisa do APERS

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   Nos dias 09 e 10 de setembro ocorreu no Arquivo Público a 11ª edição da Mostra de Pesquisa do APERS, promovida pelo Arquivo com o apoio de sua Associação dos Amigos (AAAP), da Associação dos Arquivistas do RS (AARS) e da Associação Nacional de História – Seção RS (ANPUH-RS). O espaço é organizado para a divulgação de pesquisas produzidas a partir de fontes primárias arquivísticas ou a respeito de instituições arquivísticas, suas funções e ações, oportunizando a troca de experiências e conhecimentos entre pesquisadores dos diferentes níveis de graduação, estudantes e demais interessados.

   O evento foi aberto na noite do dia 09 com as saudações da diretora do APERS, Isabel Almeida, e da presidente da ANPUH-RS, Marluza Harres. Em seguida deu-se início à palestra “O Processo Crime para além dos Crimes”, realizada pela Prof.ª Cláudia Mauch, do Departamento de História/UFRGS, que abordou possibilidades de pesquisa e questões teórico-metodológicas pertinentes ao trabalho com fontes judiciais. Na sequência, após rodada de debate, passou-se a comunicação de artigos, contando com trabalhos produzidos a partir, especialmente, de processos judiciais, tratando de temas como escravidão e liberdade e imigração.

  As atividades foram retomadas na tarde do dia 10/09, iniciando às 14h com a palestra “O Trabalho nos Arquivos: a produção da fonte histórica a partir da documentação corrente”, proferida pela Prof.ª Rita de Cássia Portela, do curso de Arquivologia/UFRGS. Rita apresentou reflexões sobre a importância da gestão documental para a viabilização da pesquisa histórica, buscando abordar os conflitos inerentes a este processo e alternativas para sua construção realização. Em seguida passou-se a apresentação de artigos e pôsteres, que abordaram desde o tratamento arquivístico e a análise diplomática de acervos até a valorização da história a partir do resgate e organização de documentos em uma escola.

  Ao final do intervalo para coffee break e confraternização, o evento seguiu no turno da noite, recomeçando com a palestra “Inventários: as relações sociais por detrás dos Bens”, realizada pelo doutorando da UFRJ, Jonas Moreira Vargas, que dialogou com o público explorando as múltiplas facetas dos inventários enquanto fontes primárias de pesquisa histórica. Depois do debate, a Mostra seguiu com a apresentação de artigos que se utilizaram de inventários, entre outras fontes, em trabalhos que buscam reconstituir dinâmicas comerciais e redes de sociabilidade a partir de tais documentos.

   Após o processo iniciado em abril deste ano com o recebimento e avaliação de trabalhos, mais uma vez encerramos a Mostra de Pesquisa com a certeza de ter cumprido um importante papel na difusão de acervos, locais e metodologias de pesquisa. Ao longo do segundo semestre trabalharemos na organização da publicação dos anais do evento, e assim que possível divulgaremos a data de seu lançamento. Agradecemos aos participantes, aos membros da Comissão de Seleção e Organização e servidores do Arquivo envolvidos para viabilizar mais esta realização.

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Mês do Arquivista: Maria Cristina Kneipp Fernandes

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Maria Cristina Kneipp Fernandes, ou a “Kithy”, 44 anos, natural de Uruguaiana/RS, é formada no Curso de Arquivologia da UFSM em 1988 e integra o quadro de arquivistas do APERS desde 1992. Agora Maria Cristina, contará um pouco de sua experiência, confira!

     Na época que estava no 2° grau tinha vontade de cursar história, mas em 1984 teve a greve dos professores estaduais, como filha e irmã de professores me diziam: “quem sabe vê outro Curso…”. Então ao analisar o ementário dos Cursos da UFSM gostei de Arquivologia e me inscrevi no vestibular! A primeira aula foi com a professora Eneida (Eneida Isabel Schirmer Richter), de início eu não gostei porque ela ficava falando as características do profissional e eu não me enquadrava… Tinha que ser organizado, metódico, cuidadoso… Bah, quase levantei e fui embora, mas já estava lá… Fiquei!

     No primeiro semestre de 1988 teve o Congresso Brasileiro de Arquivologia, então o pessoal do Curso organizou um ônibus e fomos à Brasília. Lá uma das professoras nos apresentou para uma conceituada consultora de arquivos daquela cidade. No segundo semestre, na época do estágio de final de Curso, essa consultora estava iniciando um projeto de arquivo em uma fábrica de um grupo empresarial e nos convidou, eu e uma colega para fazer o estágio neste projeto. Moramos por três meses em Brasília! No retorno, essa colega considerou que tínhamos que fazer um curso de dicção e oratória antes da defesa do relatório de estágio! Procuramos um curso e ficamos uns quinze dias em Porto Alegre. Os promotores do curso eram a dona Sônia e seu João Brunet, hoje membros da diretoria da AAAP!

     Depois da defesa do relatório, uma consultoria de São Paulo abriu seleção, pois tinha fechado um contrato com uma empresa em Guaíba. Veio um ônibus da UFSM com os candidatos! Eu e outros colegas fomos selecionados, fiquei nesse trabalho por um ano e três meses, após fui trabalhar em outra consultoria em Porto Alegre! Fiquei por um ano e meio trabalhando em uma organização social voltada à indústria, fazia levantamento da produção documental na sede e nas unidades da região metropolitana.

     Neste período prestei o concurso para o Arquivo Público. Contei que havia passado e claro, fui demitida! Lembro que cheguei em casa e choraaaava! Passei os próximos seis meses trabalhando com um colega arquivista em sua consultoria em arquivos. Em janeiro de 1992, a arquivista Lenir Fernandes, então diretora do Arquivo, convidou-me e comecei a trabalhar aqui em Cargo em Comissão! Trabalhava de manhã na consultoria e a tarde atendia na sala de pesquisa do Arquivo. No início de abril fui nomeada! Nós não sabíamos muito bem quantos iam ser chamados, iam nomeando… Nada muito planejado.

    Entrei em exercício, o SIARQ/RS tinha sido criado… Então os arquivistas que já trabalhavam aqui criaram um formulário para fazer um diagnóstico da situação dos arquivos nas Secretarias para saber o volume, áreas destinadas, documentos… Era bem descritivo, para desenvolver a atividade fomos divididos em duplas. Isso foi bom porque conhecemos a estrutura do Estado. Algumas pessoas nos recebiam bem, outras não… Em cada lugar tínhamos que explicar o que era arquivista, o que íamos fazer… Apesar de ter sido encaminhado ofício antes, informando sobre o diagnóstico, nem todos tiveram conhecimento.

     Nessa época nem mesa de trabalho tínhamos, utilizávamos uma sala de reunião para debater com os colegas o andamento do trabalho… Ao concluirmos o levantamento, voltamos para o Arquivo e aí, o que fazer? Não havia muito planejamento… Houve relotações e alguns arquivistas foram para o interior… Pensou-se em elaborar uma tabela de temporalidade única, mas o levantamento não tinha informações suficientes, depois de um tempo abortamos essa ideia. De qualquer forma ele teve resultado porque os órgãos passaram a ter conhecimento de que no Arquivo Público havia arquivistas e nós conhecemos a estrutura do Estado.

    Observamos que a organização do acervo tinha falhas e concluímos que talvez fosse necessário “trabalhar” o Arquivo, precisávamos organizar a casa antes de vender trabalho externo. Fomos divididos em equipes de acordo com o perfil, como precisávamos de local de trabalho, passamos a ter salas dentro do acervo! Fazíamos o levantamento dos acervos para qualificar os instrumentos de pesquisa e atendíamos as Secretarias de acordo com a demanda, com a elaboração de planos de classificação e tabelas de temporalidade individuais. Percebemos que não era porque tinha um Decreto instituindo o SIARQ/RS que ele iria ser implementado.

    Elaboramos um estudo administrativo da história das Secretarias que resultou em uma publicação interna nomeada “Os sete governos”, a qual originou o livro “Fontes para a história administrativa do Rio Grande do Sul” publicado em 2006. Foi um trabalho de bastante pesquisa, a ideia era que contribuísse para a elaboração de instrumentos futuros.

     O período da reforma dos prédios do Arquivo e a saída da Junta Comercial agitou um pouco o dia a dia… Tomamos posse do prédio III. Bah, isso foi uma qualidade para nosso trabalho! Porque era um problema de identidade, trabalhávamos no Arquivo Público, endereço Riachuelo “2° portão”, em referência ao portão da garagem!

    Outro fato foi delimitar o espaço entre o Arquivo e os usuários. Eles iam ao acervo, faziam buscas, pegavam o que queriam, atendiam aos usuários no lugar dos atendentes, tínhamos que pedir licença… Era tudo muito amador. Tinha-se o entendimento de que o Arquivo era um arquivo intermediário, um cartório em decorrência do fornecimento de certidões. Essa mudança de imagem é fruto do nosso trabalho enquanto arquivistas. Por isso o receio de retrocesso quando notamos algumas atitudes.

    Considero que a criação do Sistema AAP, em termos de conhecimento da teoria arquivística, foi um dos projetos que mais me exigiu. Esse projeto consistiu em uma tratativa da direção do Arquivo com a PROCERGS. Tínhamos reuniões quase semanais, precisávamos delimitar o que queríamos e eles entenderem isso. O sistema foi planejado, tem falhas, mas atende as nossas necessidades e permite melhorias. Senti muita satisfação em ver o resultado!

     Também criamos a tabela de temporalidade única. Um divisor de águas! Elaboramos um levantamento através das competências dos órgãos direcionado para as funções, constituindo-se em um trabalho bem consistente com a Comissão de Avaliação. Ao concluirmos, queríamos publicar por Decreto, mas a proposta não foi bem aceita e ficou um ano parado até ser publicado por Instrução Normativa pela SARH em 2008.

    Desde 2004 estou na chefia da DIPEP, aceitei o cargo porque julgo que tinha legitimidade e sou dedicada. Não tive preparação para ser gestora, minha formação acadêmica foi bastante tecnicista e enquanto servidora participei de algumas capacitações isoladas. Considero-me boa servidora pública, não boa gestora. Conheço o Arquivo, tenho minimamente uma noção do que é ser servidor público, do que é bom ou não para o Arquivo… Sou responsável, sei que tenho de cumprir as tarefas e trabalhar.

     Até 2004 a DIPEP era dividida por funções, tínhamos equipe de descrição, avaliação, preservação e quem trabalhava com avaliação também acompanhava o SIARQ/RS. Depois disto houve a divisão por atividades e todos atendiam as demandas do SIARQ/RS. Hoje não há tanta definição, por isso eu digo que não sou uma boa gestora… Tem momentos que todos nos concentramos nas mesmas atividades, estagnando outras… Não tem muito planejamento… Nesse sentido podemos dizer que as atividades de rotina do Arquivo muitas vezes não recebem incentivo, mas projetos eventuais sim, e de certa forma o Arquivo ganha!

     Por um tempo criou-se o mito que eu tinha de falar em público, mas isso é porque nunca me neguei, sou participativa, quando tem que ir a reuniões sempre vou… Isso fez com que ficasse mais conhecida, quando trabalhávamos nos grupos setoriais do SIARQ/RS o pessoal me via e já falava “Tu de novo!”, mas era numa boa! E quando dizem que tenho boa memória é porque participo, contextualizo as situações, retendo as informações…

     Sou satisfeita enquanto arquivista. Tenho mais satisfação de fazer, por isso digo que sou boa servidora pública… Não é a função que me leva a ser o que eu sou. Dos meus 20 anos de Casa destaco a elaboração e implantação do sistema AAP como momento marcante. Foi quando me senti mais arquivista, fui exigida teoricamente… Os mínimos avanços do SIARQ/RS também são uma satisfação.

     Paralelo ao Arquivo, desde a segunda diretoria da AARS sempre ocupei algum cargo. Nunca quis ser presidente nem vice, mas já passei por todos os outros! No meu tempo livre gosto de sair, me divertir! Vou ao cinema, teatro, shows… Beber com os amigos… Gosto de caminhar… Sou colorada, gosto de ir ao Beira Rio!

X Mostra de Pesquisa do APERS

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