Visitas Guiadas ao APERS – Maio 2019

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No mês de maio foram realizadas 05 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do Rio Grande do Sul, com o objetivo de informar sobre a história, organização e atividades da nossa instituição. Estiveram por aqui:

  • Dia 15: 15 alunos do Programa Jovem Aprendiz do Instituto Murialdo – Centro de Formação Profissional, acompanhados pelo professor Marcelo Silva Dysiuta.
  • Dia 19: Gabriel Gaziero, estudante do curso de História da PUC-RS.
  • Dia 20: em nosso horário de visitas fixas, disponível ao público em geral, recebemos Edson Fernando Crippa.
  • Dia 22: 11 alunos do curso Gestão de Arquivos do Instituto Gamma de Assessoria a Órgãos Públicos – IGAM/SENAC-RS, acompanhados da professora Clara Kurtz.
  • Dia 24: 27 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio, Curso Auxiliar Administrativo, acompanhados pela Orientadora de Educação Profissional, Patricia Couto Borges.

Guias: Clarissa Sommer e Iara Gomide.

Oferecemos semanalmente visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às…

Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, June 5, 2019

 

Lembramos que são oferecidas visitas guiadas semanalmente, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@planejamento.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Abril 2019

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No mês de abril foram realizadas 09 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS, para mais informações sobre a história, organização e atividades da nossa instituição. Estiveram por aqui:

  • Dia 01: 25 alunos do Programa Jovem Aprendiz da Associação de Integração Empresa Escola Integrar/RS, acompanhados pela professora Daniela Liciane Oldenburg
  • Dia 02: Pesquisador de Geneologia italiana, David Manzini da Assessoria Italiana Nostrali.
  • Dia 04: 12 alunos do Programa Jovem Aprendiz do Instituto Murialdo – Centro de Formação Profissional, acompanhados pela professora Tiesi Nunes Farias.
  • Dia 05: 04 professores vinculados ao Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal do Rio Grande (NEABI/FURG), coordenados pela professora Cassiane de Freitas Paixão.
  • Dia 08: nesta sexta-feira recebemos em nosso horário disponível ao público em geral, a publicitária Jacqueline Fonseca.
  • Dia 11: 28 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio, Curso Auxiliar Administrativo acompanhados pela Orientadora de Educação Profissional, Maura Jasper.
  • Dia 24:10 estagiários do Arquivo Público, estudantes dos cursos de História e Arquivologia, que atuam no núcleo de tratamento técnico de acervos do APERS coordenados pelo arquivista Jonas Ferrigolo.
  • Dia 25: 12 alunos do Programa Jovem Aprendiz do Instituto Murialdo – Centro de Formação Profissional, acompanhados pelo professo Érico Trindade Rosa.
  • Dia 25: Os Professores de Letras Valéria Monaretto, Paulo Borges, Tatiana Kelle e nossa colega Denise N. Hogetop.

Guias: Clarissa Sommer, Giglioli Rodrigues e Iara Gomide.

Lembramos que são oferecidas, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@planejamento.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Março 2019

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No mês de março foram realizadas 05 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS, para mais informações sobre a história, organização e atividades da nossa instituição. Estiveram por aqui:

  • Dia 15: nesta sexta-feira recebemos em nosso horário disponível ao público em geral Taís Rodrigues Moreira, Ilita Patrício, Jeferson Berté, Lourdes Maria Agnes, Vitória Saviano e Fabiano Fette Medeiros.
  • Dia 22: o jornalista Marcelo Machado.
  • Dia 25: nesta segunda-feira recebemos em nosso horário disponível ao público em geral Rosângela Corrêa Alves e Luiz Felipe Escosteguy.
  • Dia 28: o sargento Castellan do Corpo de Bombeiros do RS.
  • Dia 29: 21 alunos do Programa Jovem Aprendiz da Associação de Integração Empresa Escola Integrar/RS, acompanhados pela professora Glauce Guterres.

Guias: Iara Gomide.

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Um dos serviços de nossa instituição é a realização de visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do…

Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, April 3, 2019

 

Lembramos que são oferecidas, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@planejamento.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Fevereiro 2019

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No mês de fevereiro foram realizadas 04 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS, para mais informações sobre a história, organização e atividades da nossa instituição. Estiveram por aqui:

  • Dia 11: o novo colega do APERS, Dilmar Bosco Portela.
  • Dia 20: os pesquisadores de genealogia: Roberta R. Samento Pereira, Ari S. Tomaz, Janete S. Carvalho e Rossele de Lourdes C. Montenegro.
  • Dia 22: da Câmara Rio-Grandense do Livro, Isatir Antonio Bottin Filho (Presidente) e Gérson Silva de Souza (Gerente Administrativo), acompanhados pelos servidores do APERS, Aerta Grazzioli Moscon, Cléo Belicio Lopes, Dilmar Bosco Portela e Marta Helena de Araujo.
  • Dia 28: 43 alunos do Programa Jovem Aprendiz da Associação de Integração Empresa Escola Integrar/RS, acompanhados pela professora Daniela Liciane Oldenburg.

Guias: Aerta Grazzioli Moscon, Dilmar Bosco Portela e Iara Gomide.

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Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, March 6, 2019

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Lembramos que são oferecidas, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@planejamento.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Janeiro 2019

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No mês de janeiro foram realizadas 02 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS, para mais informações sobre a história, organização e atividades da nossa instituição. Estiveram por aqui:

  • Dia 11: o arquivista Maximiliano S. da Silveira, a graduanda Carla R. de Rodrigues e o Professor Alexsander S. L. Oliveira do Curso de Arquivologia, Universidade Federal do Rio Grande.
  • Dia 31: 11 alunos do Instituto Murialdo – Centro de Formação Profissional, acompanhados por Pedro Leivas, da Coordenação Pedagógica.

Guias: Iara Gomide, Giglioli Rodrigues

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Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, February 6, 2019

 

Lembramos que são oferecidas, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Dezembro 2018

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No mês de dezembro foram realizadas 03 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS, para mais informações sobre a história, organização e atividades da nossa instituição. Estiveram por aqui:

  • Dia 05: a tarde, 47 alunos do Programa Jovem Aprendiz do ISBET-Instituto Brasileiro Pro Educação e Trabalho, acompanhados pelos Instrutores Teóricos Andrey da Costa Moser e Genilson G. Nunes.
  • Dia 17: a tarde, 10  alunos do Programa Jovem Aprendiz da Associação de Integração Empresa Escola Integrar/RS,  acompanhados pela professora  Daniela Liciane Oldenburg.
  • Dia 20: pela manhã, 16 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio, Curso Auxiliar Administrativo acompanhados pela Orientador de Educação Profissional A, André Luís de Souza Lima.

Guias: Iara Gomide, Giglioli Rodrigues

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Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, January 2, 2019

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Atividades SIARQ/RS – Dezembro 2018

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O Arquivo Público do RS, enquanto Órgão Gestor do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul – SIARQ/RS, atua para efetivar a gestão documental nos órgãos do Poder Executivo. Durante o mês de dezembro os servidores participaram de reuniões de assessoria técnica, reuniões de comitês e grupos de trabalho, que listamos abaixo:

  • Dias 05, 12, 20 e 26: arquivistas do APERS, Jonas Ferrigolo Melo, Juliano Balbon, Maria Cristina Fernandes e Renata Vasconcellos, estiveram na Secretaria da Educação (SEDUC), Arquivo Central, para prestarem orientações quanto à classificação e avaliação de documentos, na organização do acervo e sobre procedimentos em relação ao PROA para a SEDUC.
  • Dia 11: os arquivistas do APERS Cleo Belicio Lopes e Juliano Balbon estiveram na Secretaria do Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) para orientações e esclarecimentos sobre a classificação de processos administrativos. Participantes pela SPGG: Odete Maria Rama Baptista, Zeni Borges de Almeida.
  • Dia 13: os servidores Juliano Balbon e Renata Vasconcellos estiveram na Sede Complementar do Centro Administrativo Fernando Ferrari (SECOM/CAFF), para a realização das atividades de organização do acervo da Companhia Intermunicipal de Estradas Alimentadoras – CINTEA.
  • Na Companhia Rio-Grandense de Artes Gráficas (CORAG), os arquivistas do APERS Jonas Melo, Maria Cristina Fernandes e Silvia Soares participaram de cinco (05) assessorias técnicas, para orientações e verificação das atividades de gestão documental para transferência e recolhimento de documentos com a servidora Márcia Senna e estagiários.

Em dezembro, o Arquivo Público analisou seis (06) Listagens de Eliminação de Documentos visando a aprovação, recebidos por processos administrativos, conforme estabelecido pelo Decreto 52.808/2015, em seu Art. 6º, parágrafo V.

E, neste mês, foram recebidos na caixa do e-mail assuntos-proa@planejamento.rs.gov.br, dezoito (18) e-mails de diversos órgãos, referentes a solicitações, esclarecimentos de dúvidas com relação à atribuição de assuntos no Sistema PROA. Além desses, na caixa de correio do SIARQ/RS foram recebidos sete (07) e-mails com questões sobre gestão documental.

Para solicitar assessoria ao SIARQ/RS, visando implementar as normativas e os instrumentos de gestão documental, pode entrar em contato pelo e-mail siarq-apers@planejamento.rs.gov.br ou telefone (51) 3288-9114.

Visitas guiadas ao APERS – Novembro 2018

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No mês de novembro foram realizadas 15 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS, para conhecer mais informações sobre a história, organização e funcionalidades da nossa instituição. Estiveram por aqui:

  • Dia 05: à tarde, a professora pedagoga Keli Dias Leopoldes, visitou o APERS, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico e seu funcionamento.
  • Dia 06: pela manhã, 02 alunos do Projeto Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), programa educativo da Pequena Casa da Criança, acompanhados pelos professores Juliano Ismael da Silva, Débora Mazzini e In Sarrala Patrício.
  • Dia 06: à tarde, 36 alunos do programa Jovem Aprendiz do Instituto Brasileiro Pro Educação e Trabalho-ISBET/RS, acompanhados do Instrutor Técnico Genilson G. Nunes.
  • Dia 07: pela manhã, 20 alunos, turma do 6º ano do Colégio Romano São Mateus, disciplina de História, acompanhados pelo professor Jairo Bauer Junior.
  • Dia 07: à tarde, 27 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio, disciplina Almoxarifado e Arquivo do Curso Auxiliar Administrativo, acompanhados pela Orientadora de Educação Profissional Viviane Marina Barcarolo.
  • Dia 08: à tarde, 07 alunos do Projeto Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), programa educativo da Pequena Casa da Criança, acompanhados pelos professores Juliano Ismael da Silva e Débora Mazzini.
  • Dia 09: à tarde, 28 acadêmicos da Universidade de Passo Fundo-UPF, Curso de História, acompanhados pelos professores Eduardo S. Bigaton e Ivânia R. de Oliveira.
  • Dia 13: pela manhã, 32 alunos do Programa Jovem Aprendiz do ISBET-Instituto Brasileiro Pro Educação e Trabalho, acompanhados pelos Instrutores Teóricos Andrey da Costa Moser e Genilson G. Nunes.
  • Dia 21: à noite, 11 alunos do curso de Historia da Faculdade La Salle, acompanhados pela professora Danielle.
  • Dia 26: pela manhã, o acadêmico do curso de Arquivologia da UFRGS, Ruy Ubirajara Pereira e o Arquivista Juliano Balbon.
  • Dia 26: à tarde, duas turmas com 20 alunos do Programa Jovem Aprendiz da Associação de Integração Empresa Escola Integrar/RS, acompanhados pelas professoras Luana Borges e Daniela Liciane Oldenburg.
  • Dia 27: à tarde, 27 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio, disciplina Vendas acompanhados pela Orientadora de Educação Profissional Tainá Araujo.
  • Dia 28: pela manhã, 26 alunos do Programa Jovem Aprendiz do ISBET-Instituto Brasileiro Pro Educação e Trabalho, acompanhados pelos Instrutores Teóricos Andrey da Costa Moser e Genilson G. Nunes.
  • Dia 28: à tarde, 27 alunos do Programa Jovem Aprendiz do Instituto Murialdo – Centro de Formação Profissional,  acompanhados pela professora Jôsi Pereira Martins.
  • Dia 29: à tarde, 22 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio, disciplina Vendas acompanhados pela Orientadora de Educação Profissional Elisa Menger.

Guias: Giglioli Rodrigues, Iara Gomide e Nôva Marques Brando.

Para acessar o álbum de fotos clique aqui.

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Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, December 5, 2018

Lembramos que são oferecidas, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Outubro 2018

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No mês de outubro foram realizadas 14 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS, para conhecer mais informações sobre a história, organização e funcionalidades da nossa instituição. Estiveram por aqui:

  • Dia 02: 27 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Qualificação e Habilitação Técnica), acompanhados pela professora Elisangela Valente dos Reis.
  • Dia 05: pela manhã, 21 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Qualificação e Habilitação Técnica), disciplina Almoxarifado e Arquivo do Curso Auxiliar Administrativo, acompanhados pelo professor André Luís de Souza Lima.
  • Dia 05: à tarde, 29 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Qualificação e Habilitação Técnica), acompanhados pela professora Leandra C. Freitas.
  • Dia 08: 17 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Qualificação e Habilitação Técnica), disciplina Almoxarifado e Arquivo do Curso Auxiliar Administrativo, acompanhados pelo professor André Luís de Souza Lima.
  • Dia 08: Pela tarde, 10 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Qualificação e Habilitação Técnica), acompanhados pelas professoras Marina Vershinina e Natalia.
  • Dia 11: 68 alunos do Cesi – Zona Sul, disciplina de história, acompanhados pela professora Tassiana M. P. Saccol.
  • Dia 19:  24 alunos do Colégio Tiradentes da Brigada Militar de Porto Alegre, disciplina: História (1º ano do ensino médio), acompanhados pela professora Carla Xavier dos Santos.
  • Dia 20: aproximadamente 14 visitantes participaram do roteiro de visitas guiadas “Os Caminhos da Matriz”; onde conhecem as instituições culturais que circundam a Praça da Matriz um sábado por mês. O grupo se encontrou na Praça da Matriz e seguiu para uma visita guiada no Arquivo Publico RS, em seguida, Biblioteca Pública do Estado e Museu Júlio de Castilhos.
  • Dia 22: 28 alunos do Colégio Tiradentes da Brigada Militar de Porto Alegre, disciplina: História (1º ano do ensino médio), acompanhados pela professora Carla Xavier dos Santos.
  • Dia 22: Pela tarde, a sargento Rosane Lyra do Colégio Tiradentes da Brigada Militar de Porto Alegre e sua filha visitou o APERS com o objetivo de conhecer sua arquitetura e seu funcionamento.
  • Dia 24: 15 alunos do Instituto Murialdo – Centro de Formação Profissional,  acompanhados por Pedro Leivas, Coordenação Pedagógica Programa Jovem Aprendiz.
  • Dia 24: Ricardo de Araújo Rodrigues visitou o APERS, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico e seu funcionamento.
  • Dia 29: 27 alunos do Colégio Tiradentes da Brigada Militar de Porto Alegre, disciplina: História (1º ano do ensino médio), acompanhados pela professora Carla Xavier dos Santos, e a soldada Riela.
  • Dia 30: 15 alunos do Programa INTEGRAR/RS – Programa Jovem Aprendiz, da disciplina de Almoxarifado e Arquivo, acompanhados pela professora Daniela Liciane Oldenburg.

Guias: Iara Gomide e Marta Helena de Araújo.

Confira o álbum de fotos das visitas guiadas do mês de setembro em nosso Facebook, clicando aqui.

Um dos serviços de nossa instituição é a realização de visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do…

Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, November 7, 2018

 

    Lembramos que são oferecidas, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Setembro 2018

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No mês de setembro foram realizadas 10 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS. Visitaram nossa instituição:

  • Dia 01: 29 alunos curso de História (ULBRA), disciplina Formação Docente e Identidade Profissional, acompanhados pela professora Evangelia Aravanis, com o objetivo de conhecer o histórico de fundação e construção do APERS, os espaços físicos do acervo, informações sobre os tipos de documentais, os principais meios de busca da documentação e do espaço disponível para a pesquisa (Sala de Pesquisa).
  • Dia 04:  pela manhã, a procuradora Fernanda D. Louzada, e os servidores do Arquivo Central Alexsandro Witkowski, Marcos Jardim e Franciele G. Dalla Porta, da Procuradoria-Geral do Estado do RS (PGE).
  • Dia 04: à tarde, 18 alunos do Instituto do Murialdo – Centro de Formação Profissional, Coordenação Pedagógica Programa Jovem Aprendiz, acompanhados pela professora Jôse Pereira Martins.
  • DIA 14: 23 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Qualificação e Habilitação Técnica), acompanhados pela professora Maura Jeisper Fernandes Vieira.
  • Dia 19: 20 alunos do  Instituto de Artes (UFRGS), disciplina da História da Arte, acompanhados pela professora Joana Bosak, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico, o acervo e os espaços culturais lincando com o positivismo.
  • Dia 21: Catia R. Salistre, acadêmica do 2 º semestre do curso de Arquivologia (UFRGS), veio conhecer o conjunto arquitetônico, funcionamento, tipos de documentos, técnicas de arquivamento e prática de guarda, conservação e preservação documental.
  • Dia 26: 03 alunos do Instituto Murialdo – Centro de Formação Profissional,  acompanhados por Pedro Leivas da Coordenação Pedagógica Programa Jovem Aprendiz.
  • Dia 26: Pedro Henrique P. Santos, estudante de História (PUC/RS), fez a visita a fim de conhecer as atividades técnicas do arquivo e sua história.
  • Dia 27: 11 alunos do Programa INTEGRAR/RS – Programa Jovem Aprendiz, disciplina de Almoxarifado e Arquivo, acompanhados pela professora Daniela Liciane Oldenburg.
  • Dia 27: a arquivista Daniela Pereira participou da visita para saber sobre técnicas de preservação e conservação do arquivo.

Guia: Iara Gomide.

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Um dos serviços de nossa instituição é a realização de visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do…

Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Tuesday, November 6, 2018

 

Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Agosto 2018

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    No mês de agosto foram realizadas 04 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS. Visitaram nossa instituição:

  • Dia 16: 09 alunos Programa INTEGRAR/RS – Programa Jovem Aprendiz, da disciplina Almoxarifado e Arquivo, acompanhados pela professora Daniela Liciane Oldenburg, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 24: 24 alunos do curso Pedagogia (UFRGS), disciplina História II, acompanhados pela professora Simone Valdete, com o objetivo de conhecer o local como um importante espaço de pesquisa histórica, sua rotina e funcionamento.
  • Dia 30: 16 alunos do Instituto de Artes (UFRGS), disciplina Laboratório e Pesquisa em História da Arte I, acompanhados pela professora Marina Câmara, com o objetivo de conhecer o acervo para futuras pesquisas e o conjunto arquitetônico.
  • Dia 31: Lucas Lumertz, servidor da Junta Comercial, venho conhecer o APERS, saber sobre suas atividades e o conjunto arquitetônico.

Guia: Iara Gomide.

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Um dos serviços de nossa instituição é a realização de visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do…

Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Monday, November 5, 2018

 

Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Julho 2018

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    No mês de julho foram realizadas 10 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS, onde os visitantes puderam conhecer sobre o funcionamento, a história, os prédios, acervo e tipos de documentos do APERS. Visitaram nossa instituição:

  • Dia 06: 03 servidores do INCRA, sendo Naíra C. Daubermann, Eduardo S. de Quadros e Vanessa Santos, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico e o acervo das Cartas de Liberdade.
  • Dia 10: 30 alunos do SENAC-RS Comunidade, do curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio de Qualificação e Habilitação Técnica, acompanhados pela Orientadora de Educação Profissional Melissa Danda.
  • Dia 13: 21 alunos do SENAC-RS Comunidade, do curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio de Qualificação e Habilitação Técnica, acompanhados pela Orientadora de Educação Profissional Lilian Rocha de Santana.
  • Dia 17: Pela manhã, 65 alunos da Escola Estadual Bento Gonçalves de Canoas-RS, acompanhados pelas professoras Luciane Brum, Caroline Castro e Cibele Gaspem.
  • Dia 17: Pela tarde, 21 alunos do Instituto do Murialdo – Centro de Formação Profissional, Coordenação Pedagógica Programa Jovem Aprendiz, acompanhados da Professora Jôse Pereira Martins.
  • Dia 19: 13 alunos do Programa INTEGRAR/RS – Programa Jovem Aprendiz, da disciplina de Almoxarifado e Arquivo, acompanhados pela professora Daniela Liciane Oldenburg.
  • Dia 20: 08 participantes do evento Seminário 130 Anos de, Abolição incompleta da Escravidão no Brasil visitaram o APERS.
  • Dia 24: o casal Monica M. Gutierrez (uruguaia) e Miguel A. O. Rodriguez (peruano) visitaram o Arquivo Público.
  • Dia 28: aproximadamente 10 pessoas participaram do roteiro de visitas guiadas “Os Caminhos da Matriz”; onde conhecem as instituições culturais que circundam a Praça da Matriz um sábado por mês. O grupo se encontrou na Praça da Matriz, e seguiu para uma visita guiada no Arquivo Publico RS. Logo após, na Biblioteca Pública do Estado e no Museu Júlio de Castilhos. Foi uma caminhada animada, com um público atento e curioso, com questionamentos e registros fotográficos, que demonstrou interesse em voltar ao APERS para outras atividades.

Guias: Giglioli Rodrigues e Iara Gomide.

Confira o álbum de fotos das visitas guiadas do mês de julho em nosso Facebook, clicando aqui.

Um dos serviços de nossa instituição é a realização de visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do…

Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, October 31, 2018

 

    Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Junho 2018

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No mês de junho foram realizadas 11 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS. Visitaram nossa instituição:

  • Dia 06: 04 visitantes, sendo eles o casal José A. Teixeira e Eliana Lumiatti Teixeira, Maria Helena Negri e Vanesia Vasconcellos, participantes da 2ª Semana Nacional de Arquivo, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico e seus eventos.
  • Dia 07: 29 visitantes, sendo 28 alunos do SENAC-RS Comunidade, do curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio de Qualificação e Habilitação Técnica, acompanhados pela Orientadora de Educação Profissional Viviane Marina Barcarolo, acompanhados de 01 pesquisadora de genealogia, Senhora Elinor Arlete Veit Somensi, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento, a história, o acervo e o conjunto arquitetônico do APERS.
  • Dia 07: 09 visitantes, sendo eles Josenara dos Santos Rodrigues, Vanessa Costa da Silva, Victória Cappeletti, David P. P. Nunes, Beatriz Cappeletti, Israel, Raiana Ribeiro e Cláudia Geisel e Maria Regina, participantes da 2ª Semana Nacional de Arquivo, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico e seus eventos.
  • Dia 07: 05 alunos da Escola de Música da OSPA – Conservatório Pablo Komlós, acompanhados pelo maestro Israel Oliveira, participantes da 2ª Semana Nacional de Arquivo, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico e seus eventos.
  • Dia 08: Adriana Simão de Freitas, participante da 2ª Semana Nacional de Arquivo, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico e seus eventos.
  • Dia 08: 03 visitantes, sendo eles Giulianna Carneiro de França, Fernanda Paula e Fernanda Tabajara Maluf, participantes da 2ª Semana Nacional de Arquivo, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico e seus eventos.
  • Dia 08: Antonio Feix, Carlos Dinarte e Michel Kleinusing do IPE-Prev, participantes da 2ª Semana Nacional de Arquivo, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico e seus eventos.
  • Dia 09: os visitantes Felipe Haushann, Simone Kieling e Fernando Antonio Haushahn, do Grupo Escoteiro Pindorama, participantes da 2ª Semana Nacional de Arquivo, com o objetivo de conhecer o conjunto arquitetônico e seus eventos.
  • Dia 11: 10 alunos do Programa INTEGRAR/RS – Programa Jovem Aprendiz, da disciplina de Almoxarifado e Arquivo, acompanhados pela professora Tatiele Mesquita, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 19: 27 alunos do Instituto do Murialdo – Centro de Formação Profissional, Coordenação Pedagógica Programa Jovem Aprendiz, acompanhados dos professores Pedro Leivas e Jôsi P. Martins, com o objetivo dos jovens conheçam funcionamento e finalidade do arquivo.
  • Dia 29: 30 alunos do SENAC-RS Comunidade, do curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio de Qualificação e Habilitação Técnica, acompanhados pela professora Lucélia de Souza Carlos, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.

Guias: Caroline A. Baseggio, Giglioli Rodrigues e Iara Gomide.

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Um dos serviços de nossa instituição é a realização de visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do…

Posted by Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul on Wednesday, July 4, 2018

 

Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Visitas guiadas ao APERS – Maio 2018

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No mês de maio foram realizadas 03 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS. Visitaram nossa instituição:

  • Dia 11: 05 alunos da UFRGS, curso de Museologia, acompanhados pelo professor Júlio Francis, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 16: 16 alunos do Instituto Murialdo – Centro de Formação Profissional,  acompanhados da professora Josê P. Martins, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 22: 14 alunos da  Associação Cristã de Moços do Rio Grande do Sul, acompanhados dos pelo professor Patrick Dias, com o objetivo de conhecer um pouco da rotina de trabalho de um historiador e a instituição e seu acervos.
  • Dia 31: 09 integrantes do Grupo Escoteiro Georg Black, acompanhados pelo Chefe Técnico Eduardo Voelcker, com o objetivo de conhecer a instituição, sua história e seu acervo.

Confira o álbum de fotos das visitas guiadas do mês de maio em nosso Facebook, clicando aqui.

Guias: Caroline Baseggio e Iara Gomide

Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

 

 

Visitas guiadas ao APERS – Abril 2018

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   No mês de abril foram realizadas 16 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público RS. Visitaram nossa instituição:

  • Dia 03: 20 alunos do SENAC-RS Comunidade, curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Qualificação e Habilitação Técnica), acompanhados pela professora Lucélia de Souza Carlos, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 04: 21 alunos do INTEGRAR/RS – Programa Jovem Aprendiz, disciplina de Almoxarifado e Arquivo, acompanhados pela professora Barbara C. Dias de Mello, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 09: 26 alunos do Colégio La Salle, acompanhados pela professora Cristina Horta, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público e conhecer sobre processos crimes da antiga Porto Alegre para reportagem no Jornal Histórico da Escola, nas comemorações dos 110 anos.
  • Dia 10: 10 alunos do INTEGRAR/RS – Programa Jovem Aprendiz, disciplina de Almoxarifado e Arquivo, acompanhados pelo professor Diego Capitão, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 12: 02 alunos da Escola Técnica Cristo Redentor, acompanhados pela professora Andrea Fontoura, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 17: 15 alunos da Renapsi RS – Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, acompanhados da professora Francieli Santos da Silva, com o objetivo de conhecer a Instituição, suas funções e importância na preservação e guarda de documentos.
  • Dia 18: 12 alunos da Renapsi RS – Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, acompanhados do professor Alexsando J.L., pelo turno da manhã, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, tipos de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 18: 16 alunos da Renapsi RS – Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, acompanhados da professora Francieli Santos da Silva, pelo turno da tarde, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 19: 26 alunos do SENAC-RS Comunidade do curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Qualificação e Habilitação Técnica), acompanhados pela professora Tainá Araújo, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 20: Frederico Engel, repórter estagiário do Jornal do Comércio, pelo turno da manhã, com o objetivo de conhecer o APERS e fazer um documentário para cumprir a grade curricular do curso de jornalismo da PUC/RS.
  • Dia 20: 23 alunos da Renapsi RS – Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, acompanhados do professor Alexsandro J. L, pelo turno da tarde, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 23: Paulo Ricardo Menegaz, médico de Passo Fundo/RS, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público e fazer pesquisa genealógica.
  • Dia 24: 16 alunos da Renapsi RS – Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, acompanhados do professor Alexsandro J.L., pelo turno da manhã, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 24: 12 alunos do Instituto Murialdo – Centro de Formação Profissional,  acompanhados do professor Andrey Moser, pelo turno da manhã, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.
  • Dia 28: aproximadamente 45 visitantes participaram do roteiro de visitas guiadas “Os Caminhos da Matriz”; onde conhecem as instituições culturais que circundam a Praça da Matriz um sábado por mês. O grupo se encontrou na Praça da Matriz, pontualmente às 14 horas e seguiu para uma visita guiada no Arquivo Publico RS. Logo após, na Biblioteca Pública do Estado e no Museu Júlio de Castilhos. Foi uma caminhada animada, com um público atento e curioso! Muitos questionamentos e registros fotográficos. Demonstraram interesse em voltar ao APERS, para conhecer mais detalhes sobre o funcionamento e pesquisarem suas descendências em nosso acervo.

    Os Caminhos da Matriz

  • Dia 30: Camila Frains e Priscila Pithan da Escola Técnica Cristo Redentor, com o objetivo de conhecer o funcionamento do Arquivo Público, conhecimento teórico sobre gestão de documentos, métodos e técnicas de arquivamento.

Confira o álbum de fotos das visitas guiadas do mês de abril em nosso Facebook, clicando aqui.

Guias: Carlos Henrique Armani Neri, Caroline A. Baseggio, Giglioli Rodrigues e Iara Gomide.

Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9134.

Pesquisando no Arquivo: um olhar das Ciências Sociais sobre o contexto do tratamento da loucura no Hospital Psiquiátrico São Pedro

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    Pesquisando no Arquivo deste mês, finaliza a apresentação sobre o acervo do Hospital Psiquiátrico São Pedro (HPSP), através da seleção de um prontuário, após a leitura de prontuários de três acondicionadores referentes ao período de 1909 a 1916. O objetivo é discorrer sobre um assunto ainda um tanto obscuro: o contexto da loucura e seu tratamento no Século XX.

  Durante esse início de século, no Rio Grande do Sul, do ponto de vista epistemológico, tínhamos o modelo cartesiano de ciência, no qual havia certezas absolutas e, cada certeza, somente era substituída, à medida que fosse possível uma descoberta “mais avançada”.

    Por ser um modelo de ciência, uma espécie de forma na qual eram moldados os profissionais da época, os juízos de valor sobre suas condutas devem ser usados com cautela, pois esses profissionais estavam exercendo práticas as quais foram ‘calcadas’ por saberes científicos e, dessa forma, legitimadas por grandes universidades, na maioria das vezes de origem europeia.

    Na concepção cartesiana, o organismo era entendido e tratado em analogia a uma máquina e o conceito de saúde girava em torno do perfeito funcionamento dos órgãos e da ausência de defeitos. No paradigma em que se tratava a doença mental da época o conhecimento era reducionista, linear e mensurável, ou seja: só era considerado algo científico se passasse pelo crivo da razão e da lógica. Era evolutivo no sentido de uma lógica linear de crescimento e, talvez, a etapa mais problemática foi o aspecto reducionista, no qual não havia possibilidade ou interesse de se conhecer o indivíduo doente através da investigação do círculo de relações sociais, do protagonismo dele nessas relações, quais os aspectos de sua subjetividade, sua experiência, seus anseios ou necessidades, seus sonhos ou algum direcionamento em torno de sua autonomia. Simplesmente porque isso não se enquadrava no saber científico.

    Outro ponto importante de abordagem é o ponto de vista político, pois nesse período havia uma sociedade pós-abolicionista almejando uma intensa urbanização na cidade de Porto Alegre, e até pouco tempo (1887) admitia a escravidão humana como algo natural e necessário.

    Após a abolição, não houve mudança no paradigma e sim apenas uma variação no pensamento filosófico com a introdução dos ideais positivistas os quais permearam e influenciaram as mentalidades de muitos estudantes, filósofos, faculdades de medicina e engenharia da época. Esse método, em sintonia com o cartesianismo, desconsidera todas as formas de conhecimento humano as quais não se possam comprovar cientificamente (ficam de fora, portanto os saberes culturais, tradicionais baseados na experiência) e nega qualquer possibilidade de investigação de causas sociais ou emocionais. Qualquer processo emocional é fonte de erro e deve ser descartado. A severa separação entre sujeito e objeto, outra característica do positivismo, desconsidera qualquer empatia que o profissional de saúde pudesse ter para com o paciente, que era reduzido a um sujeito passivo e reativo.

    Ao analisar um dos prontuários do período já referido, chama atenção o cuidado que teve o médico ou a pessoa que fez o registro no dia 6 de fevereiro de 1941 sobre o comportamento da interna: “Reticente… faz questão de que não se inclua em seu nome o sobrenome do marido”. A partir dessa informação, ao checar os nomes dos documentos anexos ao prontuário, verifica-se uma divergência, pois na capa está escrito F.O.G.B e infere-se que este seja possivelmente seu nome de casada, pois alguns dos sobrenomes coincidem com o do provável marido A.G.M.B. Já num pedido de internação, o nome da paciente é F.O.A.

prontuario-01    O fato é que nesse contexto, muitos dos pacientes eram trazidos por suas próprias famílias, já exaustas, com o peso de suas próprias vidas, e sem saber como recuperar seus doentes, viam no HPSP uma fonte de esperança e alívio. Nesse caso, (segundo os documentos do prontuário) a mulher F.O.A. de 31 anos, casada, deu entrada no Hospital às 22 horas do dia 4 de janeiro de 1916, trazida por sua irmã, era doméstica, natural deste Estado, e, segundo os registros, passou por sete internações algumas mais longas (90 dias), outras mais curtas. O diagnóstico é esquizofrenia. prontuario-02Há várias descrições de seu comportamento e de exames laboratoriais. A primeira internação registrada no prontuário é 4 de fevereiro de 1916 e a última, em 9 de dezembro de 1946. Como era de se esperar, dentro do modelo de ciência da época, mesmo nos momentos de lucidez da doença, não se percebe a fala da paciente, a não ser que isso contribua para validar algum diagnóstico.

prontuario-03    Seu corpo foi exposto a várias terapias de choque como a insulinoterapia de Sakel (o coma por insulina requeria cinco a nove horas de hospitalização e um seguimento mais trabalhoso, mas ela era facilmente controlada e terminada com injeções de adrenalina e glicose, quando necessário) e a eletroconvulsioterapia de Ugo Cerletti (1937).

prontuario-04    A partir de 16 de março de 1944, num de seus reingressos, iniciam-se as sessões de eletrochoque: 22 de março, 23 de março, 27 de março, 30 de março, 3 abril, 10 de abril, “queixa-se de dores na região dorsal”. Em 28 de dezembro do mesmo ano, é prescrito novamente um tratamento de choque (mais 29 sessões), só que desta vez, por insulinoterapia (coma induzido).

    Até o momento, a cura definitiva para a esquizofrenia não está descoberta, embora houve avanços nesse campo. Com uma terapia não tão invasiva e violenta como a dos choques químicos ou físicos, fases de internação nos momentos de surtos do paciente esquizofrênico, aliada a uma reeducação familiar para lidar com seu ente querido e uma busca constante de autonomia para o paciente nos momentos de calmaria ou trégua da doença tem tido consideráveis resultados, porém para isso, foi preciso um novo contexto e isso só foi possível dentro de um novo paradigma para se lidar com a doença mental.

Fontes de referência:
COMTE, Auguste. Vida e obra. São Paulo: Abril Cultural, 1978. Disponível em: http://resumodaobra.com/comte-pensadores-obra/ Acesso em: novembro de 2016.
DESCARTES, R. Discurso do método. Tradução J. Guinsburg & B. P. Júnior. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983a, p. 25-71.
SABBATINI, Renato M. E. A história da terapia por choque em Psiquiatria. Disponível em: http://www.cerebromente.org.br/n04/historia/shock.htm#sakel Acesso em: novembro de 2016.
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Pesquisando no Arquivo: Sugestões para o Historiador IV

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    Neste mês, a temática do Pesquisando no Arquivo é o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS). A repartição de Arquivo Público, Estatística e Biblioteca foi criada pelo decreto 876 de 8 de março de 1906, pelo então presidente do estado, Antônio Augusto Borges de Medeiros. Sua função era “adquirir e conservar, sob a classificação sistemática, todos os documentos concernentes a legislação, a administração, a história, a geografia, as artes e indústrias do Rio Grande do Sul”. Com o passar dos anos e o esgotamento de capacidade de recolhimento, o APERS passou a receber somente documentos oriundos do Poder Executivo.

   Fruto da filosofia preservacionista e do momento político do fim do XIX e início do século XX, a criação do Arquivo Público demonstrava preocupação com a guarda e conservação de documentos públicos oficiais, sob organização metódica, impedindo extravio ou perda de documentos. Para os positivistas, era também através destes documentos que se poderia escrever a história.

    Hoje, o APERS conta com um acervo de memória institucional disponível para pesquisadores que procurem saber um pouco mais da história da nossa instituição. O fundo documental do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul – APERS conta com documentos diversos, como decretos, regulamentos, processos administrativos, relatórios, pareceres, cartas, projetos técnicos, entre mais de oitenta tipologias.

Referências:

MERLO, Carmen Moreira. O palácio de papel: cem anos do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (1906-2006). Dissertação de Mestrado. Passo Fundo, 2010. Disponível em: https://arquivopublicors.files.wordpress.com/2013/04/2013-04-24-o-palacio-de-papel-cem-anos-do-apers-1906-2006-carmen-moreira-merlo.pdf. Acesso em: outubro/2016

Pesquisando no Arquivo: Possibilidades de pesquisa para Antropologia Médica II

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     Neste mês, daremos continuidade ao assunto postado em julho (clique aqui para acessar), sobre a possibilidade de pesquisa na perspectiva da Antropologia Médica e vamos apresentar dois prontuários, do acervo do Hospital Psiquiátrico São Pedro, interessantes para análise.

    Sob forte influência da corrente interpretativa do antropólogo Clifford Geertz o qual investigou, a partir da realidade concreta, os múltiplos significados que emergem através das interações sociais, Arthur Kleinman e Byron Good, professores de Harvard, desenvolveram ideias e métodos de análise, em meados dos anos 80.

    Assim, ao analisarem os fatores culturais que intervêm no campo da saúde/doença, sistematizaram um modelo que atribui importância teórica aos aspectos sociais e culturais. Por exemplo, ao utilizar o termo ‘desease’ no sentido de doença contagiosa, moléstia, referente a um corpo doente e ‘illness’ para se referir ao conjunto de sintomas subjetivos ou a percepção singular de cada paciente sobre sua própria doença, Kleinmann inaugura um grande campo de pesquisa para a Antropologia.

    Para fins de melhor clareza, Kleinmann discorre: “um paciente pode estar severamente doente (desease) sem estar illness (se sentir doente), como na hipertensão silenciosa, e outro pode estar severamente illness (se sentindo doente) sem a desease (doença), como na depressão grave”.

    Dessa forma, não é o objetivo aqui se preocupar com a desease e sim com a illness, ou seja, entender a experiência humana de sintomas de sofrimento a qual varia não somente de pessoa para pessoa como também de cultura para cultura numa perspectiva temporal. Mapear, explicitar, narrar, descobrir esses sintomas provocados (ou não) pela desease são objetos da antropologia.

    O primeiro prontuário selecionado é o de J.R.M (data da internação: 29 de junho de 1884). Na ficha de entrada, não há muitas informações, diferentemente dos prontuários do século XX os quais possuem descrição mais longa, sendo portanto, mais volumosos.

2016-09-21-prontuario-j-r-m

Prontuario J.R.M.

    Era comerciante e solteiro, não possui foto. Conforme a solicitação de seu irmão, J.R.M. recebeu alta em 17 de setembro de 1921 a fim de “ser-lhe dado assistência domiciliar”. O que chama atenção na ficha do J.R.M são os dados pessoais. Há um campo chamado “Condição social” e está preenchido como “Livre”. A importância aqui está não no que se pode ler, mas no que podemos inferir. No Brasil, oficialmente, a abolição da escravatura foi em 1888. Essa informação é importante porque possibilita a leitura do contexto social do período considerado, pois a existência de um campo ‘Condição social: livre’ pressupõe uma outra condição oposta: “Condição social: escravo”.

    No segundo prontuário, a data de internação de P.O.F foi em 1894 e alta se deu por falecimento em 1938. Era solteiro, tinha 21 anos e trabalhava no serviço pastoril. Logo, em 25 de abril de 1895, há um documento assinado por Antônio Augusto Borges de Medeiros ao diretor do Hospital São Pedro, informando que “a família não pode mais dar a mesada para seu sustento, em vista ao estado de pobreza em que se acha” e solicita “providências para que o mesmo seja considerado no número dos indigentes”.

    Logo após, na penúltima folha do prontuário, como vemos um trecho na imagem abaixo, podemos constatar elementos para buscar a percepção da doença pela família (illness), pois há um relato assinado pelo pai do paciente sobre o dia exato do adoecimento: 22 de junho de 1938: “estava durmindo com outro e acordando-se queixou-se de dor de cabeça e embrulhamento no estômago; deram-lhe folha de laranjeira. De manhã o pai indo vê-lo perguntou se já lhe tinham dito que este estava ficando doido (…) No quinto dia, pediu ao pai uma palavra em particular e então disse-lhe que havia cometido uma grande falta (…) reconhecia a vergonha do papel que tinha praticado e que já tinha pensado em matar-se, mas também lembrou-se que era uma covardia e, por isso, não tinha realizado (…) que se ele morresse queria que dessem para a criança umas vacas (…) começou a desnortear”.

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Prontuario P.O.F.

    Para isso, nada melhor do que entender a trajetória particular de um indivíduo doente. Suas crenças, sentimentos, aspirações, seus entraves, o mundo cultural que o rodeia. Investigar quais foram as perdas, as ameaças, as dificuldades enfrentadas no fluxo normal da vida. Para tanto, ter em mente o contexto histórico, social e cultural do período é fundamental para contextualizar cada prontuário a ser analisado. E está aí talvez a maior dificuldade porque há muitas lacunas, uma vez que o modelo de saúde da época considerada (fins do século XIX) tem forte influência positivista, a qual desconsidera as micro-narrativas.

    A importância desses prontuários está na investigação desses elementos para recriar o cenário da época e assim entender as percepções da doença, pois “a desordem é sempre interpretada pelo doente, pelo médico e pelas famílias”. (Kleinman & Good, 1985)

    Nosso objetivo é o de instigar a pesquisa lembrando, mais uma vez, que este acervo possui restrição de acesso, tema já abordado anteriormente (clique para acessar a publicação).

Pesquisando no Arquivo: Sugestões para o Historiador III

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Os Arquivos Públicos, como o nosso Arquivo Público do Estado do RS, tem um público em geral bastante significativo de pesquisadores que buscam por meio dos documentos salvaguardados reconstruir trajetórias de vidas de sua família, por motivos que variam desde a simples curiosidade de saber sobre seus antepassados, como a necessidade de levantar documentos para obtenção de cidadania em outras nações (italiana, portuguesa, alemã, polonesa, etc) ou academicamente, por meio de estudos biográficos.

Dentro do campo de estudo da História, o gênero de estudo biográfico experimentou um retorno nos últimos anos, em função principalmente da descrença de modelos totalizantes de explicação histórica. Durante muito tempo, principalmente durante a hegemonia dos Annales, o entendimento era de que apenas as explicações estruturais de longa duração seriam capazes de recuperar os grandes movimentos das sociedades, escapando a superficialidade dos fatos. O mal estar suscitado pelo retorno da biografia foi aos poucos sendo dissipado; porém, ainda dentro dessas perspectivas totalizantes, a biografia encontrou-se numa encruzilhada teórica, se limitando a dois modelos: ora como biografia representativa, ora como estudo de caso.

Neste mês, queremos propor aos nossos pesquisadores que lancem um olhar para as fontes custodiadas pelo APERS no sentido de reconstruir trajetórias de vidas. Contamos com um acervo riquíssimo, composto por diversos fundos que podem auxiliar nesta tarefa. Começando pelo Poder Judiciário, que nos aponta a possibilidade de conhecer um pouco do indivíduo quando de seu acesso à justiça, seja no feitio de um inventário, como inventariante ou inventariado. Que bens ou dívidas este indivíduo deixou? Como os adquiriu? Ainda temos a possibilidade de verificar os processos-crime, outra fonte com potencial de nos auxiliar a responder diversas perguntas: este indivíduo é réu ou vítima? De que está sendo acusado ou acusando? Que discursos constrói perante à justiça para se defender ou para acusar?

Ainda contamos com o Acervo do Registro Civil (certidões de nascimento, casamento e óbito, além dos processos de Habilitação para Casamento) que podem nos dizer um pouco sobre as configurações familiares. Onde casou, se era o primeiro casamento (no caso de haver mais de uma habilitação), qual o motivo do primeiro enlace ter sido desfeito. E os Livros Notariais de Tabelionatos, onde diversos tipos de contratos podem ter sido registrados (compra ou doação de um imóvel, de um pedaço de terra, de outros tipos de bem).

Não podemos perder de vista, contudo, que o historiador-biógrafo precisa tomar certos cuidados, como o de tentar formatar seus biografados e induzir o leitor a acreditar numa vida marcada por regularidades, repetições e permanências. Sabemos que as trajetórias de vidas são singulares e não respeitam, necessariamente, as nossas necessidades de linearidade, de causa-efeito. Neste sentido, acreditamos que nosso Acervo pode ser um ponta-pé inicial para àqueles que pretendam se aventurar por esta forma de escrita da História.

Fonte:

AVELAR, Alexandre de Sá. A biografia como escrita da História: possibilidades, limites e tensões. Acesso em julho de 2016.

Pesquisando no Arquivo: Possibilidades de pesquisa para Antropologia Médica I

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    O objetivo deste mês do Pesquisando no Arquivo é dar continuidade às sugestões de pesquisa em Ciências Sociais, através do acervo de prontuários médicos do Hospital Psiquiátrico São Pedro. Este acervo possui restrição de acesso, tema já abordado aqui na categoria em 2015 (clique para acessar a publicação). Agora vamos analisá-lo sob a perspectiva da Antropologia, a qual ampliou consideravelmente seu campo de estudo ao considerar objetos seus a “saúde” e a “doença”, os estudos multiplicaram-se a partir de 1980, mas ainda há muito que desvendar.

    A Antropologia Médica não desconsidera a perspectiva bio-neurológica, ao contrário, veio por ampliá-la ao considerar que saúde/doença são expressões da relação de uma multiplicidade de valores coexistentes tais como biológicos, sociais, políticos, culturais e ambientais. Investigar o contexto, as representações culturais dos atores envolvidos no processo de cura, o cenário médico, as formas de medicalização da sociedade, as relações entre as forças de poder, as formas de controle social e os modelos biomédicos numa perspectiva transdisciplinar são algumas possibilidades reais de pesquisa.

    Assim, nos próximos artigos, selecionaremos alguns prontuários, dentre as 4.036 caixas contendo 67.943 prontuários médicos de pacientes entre os anos de 1884 a 1973, com alguns recortes de tempo que foram marcos epistemológicos dos modelos biomédicos e verificaremos, en passant, algumas possibilidades de análise antropológica dos prontuários nesse, que foi o primeiro Hospital Psiquiátrico do Estado do Rio Grande do Sul, e um fiel depositário de esperança para a cura do sofrimento psíquico para a população gaúcha do interior e da capital.

    O convívio com a loucura nunca foi tarefa fácil, tanto para o doente, quanto para a equipe de saúde, para sociedade ou mesmo para a família que na maioria das vezes só percebe o sofrimento psíquico já num estágio muito avançado da doença. Quando enfim, a família, depara-se com a realidade através da obtenção de um diagnóstico, na maioria das vezes se sente sobrecarregada, pois não encontra suporte suficiente e eficaz nas políticas públicas.

    Nos séculos XIX ou XX a situação não era muito diferente. Todos demandavam uma solução para o doente mental: a família, a sociedade, a polícia. E a solução encontrada, na maioria das vezes era o isolamento social. Para dificultar, a própria ‘loucura’ foi e continua sendo um conceito disputado: exclusividade da Religião na Idade Média, aos poucos, foi passando pelo domínio da Medicina.

   No Brasil, atualmente, temos um modelo de revisão crítica das práticas de saúde mental. E as contribuições da Antropologia para as Ciências Médicas estão no sentido de contextualizar o doente no processo histórico-social em que está vivendo, bem como, possibilitar a leitura e análise subjetiva da construção da doença em seu universo simbólico, ou seja, em sua construção de ‘imaginários’ sobre a doença mental em diferentes culturas, ou dentro de uma mesma cultura mas entre profissionais com saberes epistemológicos distintos possibilitando uma aproximação entre os diversos olhares.

    Se você tiver interesse em pesquisar no APERS, envie um e-mail para a Sala de Pesquisa (saladepesquisa@smarh.rs.gov.br) e solicite seu atendimento!

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Pesquisando no Arquivo: Sugestões para o Historiador II

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    Fenômenos como o da Imigração alemã e italiana sempre desafiaram àqueles que buscam compreender a sociedade brasileira. Pesquisadores se debruçaram sobre este tema, buscando compreender o que fez com que milhões de pessoas atravessassem o Atlântico entre meados do séc. XIX e início do séc. XX, buscando uma nova vida no continente americano. Ocorre que este processo migratório muitas vezes ainda é analisado sob a perspectiva da historiografia tradicional, que enxerga nesses imigrantes europeus a explicação para algumas regiões brasileiras, como Sul e Sudeste, serem mais “desenvolvidas” que as demais. Obviamente, esta visão é recheada de preconceitos, cabendo aos historiadores do presente desmitificar este fenômeno, e a pesquisa em fontes documentais arquivísticas é um importante forma de auxiliar nesta tarefa.

Registro de uma família de imigrantes

Registro de uma família de imigrantes

   As causas da vinda de imigrantes para o Brasil neste período são diversas e estão longe de uma explicação única. Desde a vinda de alemães para serem mercenários do exército imperial a partir de 1824, passando pela fixação de fronteiras e formação de um novo modelo econômico baseado no regime de propriedade privada em pequenos lotes (em contraposição ao latifúndio e ao regime escravista). Se ora a imigração era promovida e incentivada pelo Poder Público (com doação de lotes, pagamento de passagens, etc), em outros momentos o Estado brasileiro se retirou de forma que os imigrantes buscassem por si próprios fazer a vida na América.

     Se no passado a história buscou explicar a trajetória desses imigrantes por meio de uma narrativa heroica e linear, hoje sabemos pelo estudo das relações que travaram entre si, perante as autoridades e demais grupos étnicos que compunham o caldeirão da sociedade brasileira deste período, que estes trajetos são diversos, permeados de conflitos e instabilidades. A ideia de um imigrante pouco afeito as relações políticas, “apolítico”, por exemplo, já foi desmistificada por uma série de dissertações e teses que tecem o curso de vida destes imigrantes que participavam ativamente da vida política das colônias.

     A partir de documentos custodiados pelo Arquivo Público do RS, como processos-crime, inventários, testamentos, medições de terra, entre outros, podemos tentar reconstruir trajetórias muitas vezes singulares, lançando perguntas gerais para contextos mais específicos, tentando dessa forma responder aos questionamentos mais diversos. Localidades com populações bastante expressivas de imigrantes, como Bento Gonçalves, Garibaldi, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, entre outras tantas, fazem parte do Acervo do Poder Judiciário do APERS, disponível para consulta.

Pesquisando no APERS: Possibilidades de pesquisa para a Sociologia da Infância

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    Desafios teóricos e metodológicos de pesquisa são evidentes também para a Sociologia da Infância, pois tradicionalmente não se considerou as crianças como atores sociais plenos, sendo um assunto ainda pouco explorado nas Ciências Sociais. A tendência atual, é que os pesquisadores retomem esses estudos utilizando tanto as categorias tradicionais de análise ou, outras, não necessariamente opostas, mas distintas: mais fluidas e dinâmicas. Menos “fechadas”, sem necessariamente separar adultos de crianças, ao utilizar a metáfora de “redes” ou de fluxos.

    Um dos clássicos da sociologia, Emile Durkheim (1858-1917), usou o modelo de análise impositivo, ou seja, as relações históricas, políticas e culturais de cada sociedade acabam por construir e, por assim dizer, moldar a forma com que os adultos aprendem a tratar as crianças. É uma relação vertical, e possivelmente, não havia “espaço” para outras categorias de análise naquele tempo. O foco de Durkheim não era a infância propriamente dita, pois ele acreditava que a educação que as crianças recebiam influenciava na coesão social. Não demorou muito para que se interpretasse isso de forma negativa e se criasse, principalmente no senso comum, uma visão negativa da infância.

    No APERS, há um conjunto significativo de documentos do século XX disponíveis para pesquisa, contemporâneos a Durkheim, são os Processos Judiciais de Tutela, e se considerarmos só os da Comarca de Porto Alegre, são mais de mil documentos.

    Durante uma leitura rápida nos processos judiciais de tutela, entre os anos de 1913 a 1918, por exemplo, podemos de imediato, identificar “pistas” que sugerem uma complexa problemática de pesquisa:

  • principais formas de interações entre os participantes do processo e os papéis atribuídos aos diversos atores sociais;
  • ausência da “voz” da criança objeto da tutela;
  • a problemática social latente explícita ou não;
  • construção de um modelo de infância;
  • as noções de “família” e parentesco;
  • a trajetória de circulação de crianças.

“É como se as sociedades fossem compostas apenas por indivíduos adultos ou, ainda, é como se apenas os relatos desses indivíduos fossem sociologicamente relevantes para a compreensão das sociedades. Nesse sentido, a Sociologia foi a ciência que mais levou ao pé da letra a etimologia da palavra infante – o “não falante” (Ariès, 1988)”.

    Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para a Sala de Pesquisa do APERS (saladepesquisa@smarh.rs.gov.br) e solicite seu atendimento!

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Fonte:
CUNHA, Lucas de Lima e. Os clássicos da “literatura” sociológica infantil: as crianças e a infância de acordo com Marx, Weber, Durkheim e Mauss. Acessado em maio de 2016: http://www.revistas.usp.br/plural/article/viewFile/74416/78040

Pesquisando no APERS: Sugestões para o Historiador I

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     Neste mês abordaremos as possibilidades de pesquisa na área de História. Estudantes de graduação, mestrado e doutorado em História já são frequentadores habituais de Arquivos. Desta forma, o que procuraremos instigar não é o Arquivo Público como espaço de pesquisa, mas sim, difundir documentos de nosso Acervo e propor abordagens de pesquisa.

     No fim de outubro do ano passado (2015), a menina Valentina de 12 anos, participante do programa Master Chef Junior, da Rede Bandeirantes de Televisão, foi vítima de assédio nas redes sociais, com comentários que faziam apologia à pedofilia. O caso, que repercutiu enormemente, dando origem inclusive a hasthtag #PrimeiroAssédio no Twitter foi mais um, dentro de um universo e de uma cultura que erotiza o corpo feminino desde cedo, dando uma espécie de “carta branca” aos homens para que além de sentir o desejo por meninas, o expressem dentro de uma aparente normalidade.

     Este tipo de acontecimento, além da revolta e mal estar que nos causa, também instiga a pensar. Sabemos, de antemão, que vivemos uma sociedade que há pouco tempo começou a discutir o problema, em que a infância e adolescência das meninas não são tão protegidas quanto dos meninos. Olhar para o passado é uma maneira de tentar compreender de que forma esse tipo de cultura é criada e ressignificada com o passar do tempo.

     No ano de 1942, na cidade de Porto Alegre, o cidadão Eugênio foi acusado de atentado violento ao pudor após manter coito “inter-femora” com a menor Isaura, de 10 anos de idade, além de atrair outras amiguinhas da menina (todas com idades entre 9 e 11 anos) com doces, pequenas quantias em dinheiro e levá-las ao seu apartamento, onde exibia às mesmas seus órgãos genitais, além de fotos pornográficas.

     O crime só veio a público após a professora, de algumas das meninas, encontrar em sala de aula um bilhete. Preocupada com os dizeres do mesmo, ela entrou em contato com o pai de uma das meninas, que prestou queixa e a partir daí o processo contra Eugênio teve andamento.

     O documento chama a atenção, primeiramente, porque logo nas primeiras páginas estão anexadas diversas fotos de teor pornográfico, apreendidas no apartamento do réu, inclusive do próprio acusado; em seguida, na leitura do processo, temos acesso a depoimentos tanto de Eugênio quanto das meninas envolvidas na trama; o bilhete recolhido pela professora também faz parte dos anexos.

2016.04.13 Pesquisando no APERS 22016.04.13 Pesquisando no APERS 1

     As possibilidades que surgem são diversas, pois um documento pode servir de fontes para diferentes temas, dependendo da pergunta que o historiador lhe faça. Neste caso em específico podemos, por exemplo, buscar compreender como a Porto Alegre dos anos 1940 tratava do tema da pedofilia. O material deste processo é riquíssimo. É claro que todo conhecimento histórico só se torna mais fidedigno no momento em que fazemos o cruzamento de fontes, e para isto, outros documentos do APERS, assim como de outras instituições de custódia de documentação, podem servir para este fim. O mais importante é perceber que temas até então pouco explorados, ou explorados sob outras óticas, abrem espaço para novas discussões e perguntas para o historiador.

Pesquisando no APERS: Quando o campo é o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS)

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     A proposta, ao longo deste ano, é fazer breves apresentações de documentos – custodiados pelo Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS) – com a finalidade de instigar a curiosidade do pesquisador e fornecer possibilidades de pesquisa ou sugestões de temas/assuntos utilizando fontes primárias para a área das Ciências Sociais e Humanas. Sem a pretensão do rigor científico da academia, nossa ação é especulativa, uma vez que apresentaremos documentos “brutos”. O universo de pesquisa é imenso! São mais de 24 milhões de documentos distribuídos em 3 acervos: legislativo, executivo e judiciário. Neste último, por exemplo, há uma infinidade de tipologias a serem pesquisadas e muitas vezes, desvendadas.

     Pode causar um certo estranhamento, pois não é tradição na Antropologia realizar pesquisa em arquivos. Mesmo sem aquela interação com o informante, a leitura corporal, a entonação das vozes, os silêncios entre os diálogos, há outros elementos que entram em cena para uma “leitura” de determinado fato, num certo período de tempo: a investigação, a capacidade de relacionar fontes, a busca em vários acervos diferentes e a pesquisa histórica para entender o contexto em que foi criado aquele documento.

     Embora nem sempre encontraremos anexos nos documentos (mapas, fotos, recortes de jornais e outros), quando isso acontece, o resultado também é surpreendente. Parece que um assunto “puxa” outro e trabalhar numa perspectiva transdisciplinar é a mais indicada.

     Assim, “[…] o documento escrito constitui uma fonte extremamente preciosa para todo pesquisador nas ciências sociais. Ele é, evidentemente, insubstituível em qualquer reconstituição referente a um passado relativamente distante, pois não é raro que ele represente a quase totalidade dos vestígios da atividade humana em determinadas épocas. Além disso, muito frequentemente, ele permanece como o único testemunho de atividades particulares ocorridas num passado recente.” (CELLARD, 2008: 295)

     Iniciaremos com um processo judicial de exibição de autógrafos. Ano: 1923 Comarca: Porto Alegre.

     O processo foi movido porque o português, Alberto, comerciante e proprietário e um cinema no bairro Tristeza, sentiu-se ofendido com a coluna intitulada “Tristeza” (uma alusão ao bairro onde se situava o cinema). Esta foi publicada no jornal “A Sogra” no de 1923, na cidade de Porto Alegre.

     Na leitura do processo, encontramos 3 exemplares do jornal, do mesmo ano, citado acima. Colorido e monocromático, impressos a cada edição, numa cor diferente da anterior, eram publicados aos sábados, por isso, foram chamados de semanários.

2016.03.09 Pesquisando no Arquivo (2)     Chama atenção a impecável diagramação, as charges e o intenso noticiário da vida quotidiana da cidade. Logo na capa, há avisos aos leitores: “critica sem offensa” e “liberdade sem abuso”. Com muito humor e em tom novelesco há relatados minuciosos da vida privada em ambiente público na capital do Estado. Sendo a tiragem semanal 12 mil exemplares, um número significativo, pois estima-se que naquele período a cidade tinha 150 mil habitantes. Ninguém assina as matérias. A única forma de contato com os autores é o endereço de uma caixa postal: 581.

    Lendo as colunas e observando as charges é possível inferir dados sobre as regras de convivência da época, a preocupação com os valores morais alheios, a cultura, as transgressões, ou pequenos furtos, as noções bem definidas entre o público x privado, e as peculiaridades de uma capital ainda em formação.

    Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

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*Título inspirado no seminário da Fundação Getúlio Vargas e pelo Laboratório de Antropologia e História do IFCSNFR, com o apoio da Associação Brasileira de Antropologia. Atualizado em 25 e 26 de novembro de 2004 pelo CPDOC.

Pesquisando no Arquivo: Prontuários médicos

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    Durante o ano de 2015, elaboramos postagens acerca de processos que estão em nosso acervo e podem ser utilizados como fonte de pesquisa. Nosso objetivo é difundir a documentação e incentivar produções intelectuais a partir de fontes primárias que sirvam de suporte a estudo e pesquisa que levem a reflexões sociais e políticas, que possibilitem debates, seja de forma pública, com eventos e publicações, seja de forma privada, com autorreflexão por meio do conhecimento de histórias particulares, ricas de detalhes.

     Sabe-se que o acesso à informação é um direito fundamental do cidadão, garantido pelo governo do Estado, mas o direito à sua privacidade também o é. Por isso, em nossa última postagem de Pesquisando no Arquivo deste ano, nossa indicação, Prontuários médicos do Hospital Psiquiátrico São Pedro, provavelmente despertará mais interesse em pesquisadores de áreas, como das Ciências: da Saúde, Sociais, Humanas, Letras e Artes.

     O prontuário médico é um documento sigiloso e de manutenção permanente pelos estabelecimentos de saúde. A resolução CFM nº 1.638/2002 o define como:

documento único constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens registradas, geradas a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência a ele prestada, de caráter legal, sigiloso e científico, que possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo”. (Art. 1º)

     Esta resolução se apoia nos principais documentos que disseminaram declarações e diretrizes sobre pesquisas que envolvem indivíduos, como: o Código de Nuremberg (1947); a Declaração dos Direitos do Homem (1948); a Declaração de Helsinque (1964 e suas versões posteriores de 1975, 1983 e 1989); o Acordo Internacional sobre Direitos Civis e políticos (ONU, 1966, aprovado pelo Congresso Brasileiro em 1992); as Propostas de Diretrizes Éticas Internacionais para Pesquisas Biomédicas Envolvendo Seres Humanos (CIOMS/OMS 1982 e 1993); e as Diretrizes Internacionais para Revisar Ética de Estudos Epidemiológicos (CIOMS, 1991).

     Ao disponibilizarmos os prontuários médicos do Hospital Psiquiátrico São Pedro, como instrumento restrito de pesquisa, buscamos incentivar o interesse científico e histórico, sem jamais deixar de salvaguardar a identidade de cada interno. Por isso, esta documentação possui restrição de acesso, e será necessário submeter seu projeto de pesquisa ao Conselho de Ética do Hospital Psiquiátrico São Pedro.

     Todo hospital que desenvolve pesquisa, ou permite que outros se utilizem de seu material para estudos e pesquisa, deve ter um Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), cujos objetivos estão em:

  • facilitar a pesquisa médica no interesse da sociedade;
  • proteger os sujeitos da pesquisa dos possíveis danos;
  • preservar seus direitos e assegurar à sociedade que a pesquisa seja feita de forma eticamente correta.

     O Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Psiquiátrico São Pedro foi criado em 08 de junho de 1998, Portaria 35/98, para atender as normas da Resolução nº 196/96 do Conselho Nacional de Saúde (CNS), do Ministério da Saúde, que trata das diretrizes e das normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Foi credenciado pelo Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) no mês de julho do mesmo ano, sendo o primeiro hospital psiquiátrico no país a ter um CEP registrado no CONEP.

     Cabe ao Comitê:

  • assessorar os envolvidos nas atividades de pesquisa;
  • analisar as denúncias de abusos ou notificação sobre fatos adversos que possam alterar o curso normal do estudo, decidindo pela continuidade, modificação ou suspensão da pesquisa, devendo, se, necessário, adequar o termo de consentimento;
  • manter a comunicação regular e permanente com a Conselho Nacional de ética em Pesquisa do Ministério da Saúde.

     Em nosso acervo, há cerca de 67943 prontuários médicos, que vão, com algumas variantes de tempo, de 1884 a 1973. Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

Fontes:
http://www.cremers.org.br/
http://www1.saude.rs.gov.br/wsa/portal/index.jsp?menu=organograma&cod=2855
http://hospitaisestaduais.blogspot.com.br/2015/04/e-nomeado-novo-comite-de-etica-em.html

Pesquisando no Arquivo: Processos Judiciais de Falência

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2015.11.18 Falencia     Neste mês, nossa indicação de pesquisa recai sobre os Processos Judiciais de Falência, que pode ser conceituada de várias formas, ora considerando-se o aspecto econômico, ora o aspecto jurídico.

     Em termos jurídicos, falência é o nome da organização legal e processual destinada à defesa daqueles impossibilitados de receber seus créditos. Trata-se de um processo de execução coletiva dos bens do devedor, decretado judicialmente, ao qual concorrem todos os credores, que buscam no patrimônio disponível saldar o passivo em rateio, observadas as preferências legais.

    Popularmente, interpreta-se falência como a condição daquele que não tenha à disposição um valor suficiente, realizável para saldar suas dívidas, tornando-se a solução judicial da situação jurídica do devedor-comerciante que não paga no vencimento a obrigação líquida.

  • As principais finalidades da falência são:
    A realização da par condicio creditorum, ou seja, fazer com que todos os credores fiquem em uma situação igual, de forma a que todos sejam satisfeitos proporcionalmente aos seus créditos;
  • O saneamento do meio empresarial, já que uma empresa falida é causa de prejuízos a todo o meio social, sendo prejudicial às relações empresariais e à circulação das riquezas;
  • E a proteção não somente do crédito individual de cada credor do devedor em específico, o crédito público, auxiliando e possibilitando o desenvolvimento e a proteção da economia nacional.

     Em nosso acervo, há cerca de 764 registros de Falência, que vão, com algumas variantes de tempo, de 1799 a 1968. Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

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Fontes:

CRUZ, Samyr. Falência: conceitos, finalidades, natureza jurídica e fases do processo falimentar comum. Disponível em: http://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/1542/Falencia-conceitos-finalidades-natureza-juridica-e-fases-do-processo-falimentar-comum . Acesso em: 16 nov. 2015.

SANTIAGO, Emerson. Falência, recuperação judicial e extrajudicial. Disponível em: http://www.infoescola.com/direito/falencia-recuperacao-judicial-e-extrajudicial/ . Acesso em: 16 nov. 2015.

 

Pesquisando no Arquivo: Processos Judiciais de Busca e Apreensão

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2015.10.21 Busca e Apreensao     Neste mês, nossa indicação de pesquisa recai sobre os Processos Judiciais de Busca e Apreensão, que é a diligência judicial ou policial e tem por finalidade procurar pessoa ou coisa que se deseja encontrar, para apresentá-la à autoridade que a determinou.

     É prevista nos arts. 839 a 843 do Código de Processo Civil Brasileiro e no artigo 240, §1º, do Código de Processo Penal:

Art. 240. A busca será domiciliar ou pessoal.
§1o. Proceder-se-á à busca domiciliar, quando fundadas razões a autorizarem, para:
a) prender criminosos; b) apreender coisas achadas ou obtidas por meios criminosos; c) apreender instrumentos de falsificação ou de contrafação e objetos falsificados ou contrafeitos; d) apreender armas e munições, instrumentos utilizados na prática de crime ou destinados a fim delituoso; e) descobrir objetos necessários à prova de infração ou à defesa do réu; f) apreender cartas, abertas ou não, destinadas ao acusado ou em seu poder, quando haja suspeita de que o conhecimento do seu conteúdo possa ser útil à elucidação do fato; g) apreender pessoas vítimas de crimes; h) colher qualquer elemento de convicção.”

     Busca é a diligência em que se procuram objetos e pessoas para produzir prova no processo ou para dar cumprimento a uma ordem judicial de prisão. Pode ser realizada na fase inquisitorial, no decorrer da ação penal e até mesmo na execução da pena.

     Apreensão é a consequência da busca e consiste no recolhimento das pessoas ou coisas procuradas, quando esta tendo resultado positiva.

     Embora sejam tratadas em conjunto no Código de Processo Penal e tenham a mesma natureza no que tange à cautelaridade e instrumentalidade, a busca e a apreensão não se confundem:

A distinção entre busca e apreensão parece ser uma evidência. A apreensão da coisa ou da pessoa vítima, prisão de acusados ou coleta de indícios, entretanto, é a própria ratio da busca. Embora subjacente à busca uma intenção de apreensão ou prisão da coisa ou pessoa investigada ou apropriação de indícios do fato investigado, a busca e a apreensão são noções que não se confundem, pois guardam uma certa autonomia e, às vezes, caracterizam-se como medidas absolutamente independentes.”

     Em nosso acervo, há cerca de 1282 registros de Busca e Apreensão, que vão, com algumas variantes de tempo, de 1848 a 1973. Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

Fonte:
OLIVEIRA, Fernanda Carolina Leonildo de. A limitação da busca e apreensão no Processo Penal. Revista Jus Navigandi, Teresina, ano 20, n. 4430, 18 ago. 2015. Disponível em: <http://jus.com.br/artigos/41837&gt;. Acesso em: 20 out. 2015.

Pesquisando no Arquivo: Processos Judiciais de Habeas Corpus

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PJ Habeas corpusNeste mês, nossa indicação de pesquisa é o Processo Judicial denominado habeas corpus (expressão originária do latim que significa que tenhas o teu corpo), que surgiu como medida que visa proteger o direito do ser humano de ir e vir, sendo concedido sempre que alguém sofre ou se acha ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder.

Tecnicamente, entende-se que este instituto é uma ação constitucional de caráter penal e de procedimento especial, isenta de custas. Não se trata de um recurso, apesar de se encontrar no mesmo capítulo destes no Código de Processo Penal.

No processo de habeas corpus, identificam-se as seguintes pessoas:

  • Impetrante – aquele que requer ou impetra a ordem de habeas corpus a favor do paciente.
  • Paciente – indivíduo que sofre a coação, a ameaça ou a violência consumada.
  • Coator – quem pratica ou ordena a prática do ato coativo ou da violência.
  • Detentor – quem mantém o paciente sobre o seu poder ou o aprisiona.

Sendo destinado aos atos administrativos praticados por quaisquer agentes, independentes se são autoridades ou não, atos judiciários e atos praticados por cidadãos, é um direito básico previsto na constituição brasileira.

Há dois tipos de habeas corpus: o preventivo, também conhecido como salvo-conduto, expedido em caso da iminente ameaça a direito, e o liberatório ou repressivo, utilizado quando o indivíduo já se encontra detido.

No Brasil, o ordenamento jurídico acolhe a regra do habeas corpus logo após a partida de D. João VI para Portugal, por meio do Decreto de 23 de maio de 1821. A Constituição de 1824 proibia as prisões arbitrárias, regra mais tarde regulamentada pelo Código de Processo Criminal de 24 de novembro de 1832, nos artigos 340 a 355.

Com a República, o Decreto de 11 de outubro de 1890 determinava que todo cidadão nacional ou estrangeiro poderia solicitar ordem de habeas corpus, sempre que ocorresse ou estivesse em vias de se consumar um constrangimento ilegal. Este dispositivo marca o surgimento entre nós do habeas corpus preventivo.

A Constituição da República de 1891 incorporou o habeas corpus em seu texto, no artigo 72, parágrafo 22, elevando o writ à categoria de garantia constitucional. Contudo, a redação da norma deixou de fazer alusão expressa ao direito de liberdade de locomoção, para garantir ao indivíduo a proteção contra “iminente perigo de sofrer violência ou coação por ilegalidade ou abuso de poder”.

O atual Código de Processo Penal, no mesmo diapasão, dispõe no artigo 647: “Dar-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar na iminência de sofrer violência ou coação ilegal na sua liberdade de ir e vir, salvo nos casos de punição disciplinar.”

No Brasil, com a redemocratização do país depois de mais de 20 anos de ditadura militar, a Constituição Cidadã, como ficou conhecida a de 1988, foi alicerce fundamental para apoiar as decisões judiciais, a fim de resgatar o respeito ao devido processo legal, consagrando o Estado Democrático de Direito.

Em nosso acervo, há cerca de 10209 registros de habeas corpus, que vão, com algumas variantes de tempo, de 1841 a 1971. Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

Pesquisando no Arquivo: Processos Judiciais de Medição

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    Em julho, nossa indicação de pesquisa são os Processos de Medição, dentro do acervo do APERS. Você sabe como é feita a medição das terras?

    No Brasil, além das unidades usuais referentes ao m² e ao km², as pessoas utilizavam algumas medidas denominadas agrárias. Entre os proprietários de terras e corretores, as medidas utilizadas cotidianamente são as seguintes: are (a), hectare (ha) e o alqueire. Entre as medidas agrárias, o are é considerado a unidade de medida fundamental, correspondendo a uma superfície de 100 m², mas atualmente ele é pouco utilizado.

   No exemplo abaixo está a planta geométrica da colônia dos herdeiros da família Hoeffel, da cidade de São Leopoldo, do ano de 1857.

Planta geometrica colonia herdeiros Hoeffel

   Em nosso acervo, há cerca de 3000 registros de Medição, que datam aproximadamente de 1792 a 1959. Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

Pesquisando no Arquivo: Contratos de Tabelionatos de Porto Alegre

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    Neste mês, nossa indicação de pesquisa está no Acervo de Tabelionatos (contratos) da cidade de Porto Alegre.

Livro 01 de Contratos do 1º Tabelionato de Porto Alegre

Livro 01 de Contratos do 1º Tabelionato de Porto Alegre

   Os livros, por volta de 370 unidades, possibilitam uma grande área de pesquisa, que abrange os anos de 1874 a 1980, como por exemplo o estudo da formação, a história e a estruturação urbana da construção de Porto Alegre.

     Por exemplo, o contrato ao lado se refere à doação de terreno situado no fim do Caminho Novo, hoje a Rua Voluntários da Pátria, feito pela Sra. Margarida Teixeira de Paiva para construção da Igreja Nossa Senhora dos Navegantes, realizada em 21 de janeiro de 1875.

     Se você ficar com interesse em pesquisar nestes documentos, envie um e-mail para a Sala de Pesquisa do APERS, saladepesquisa@smarh.rs.gov.br, e solicite seu atendimento!

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