Catálogo Secretaria da Justiça: processos administrativos de utilidade pública

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É com satisfação que publicamos o Catálogo Secretaria da Justiça: processos administrativos de utilidade pública, para acessá-lo clique aqui. Este catálogo faz um recorte no acervo da Secretaria da Justiça (1975 – 1991), liberado para pesquisa em fevereiro deste ano, a partir da descrição dos 697 processos de solicitação e de manutenção do título de utilidade pública de entidades que tinham como fim servir desinteressadamente a coletividade.

Estes documentos possibilitam diversas análises acerca da história do nosso Estado, e a elaboração do instrumento pretende aproximar este acervo dos usuários e instigar futuras pesquisas. O catálogo está organizado em ordem alfabética do nome das entidades que solicitam o título e/ou a sua manutenção, estando os verbetes distribuídos em ordem crescente da data de abertura dos processos. Boa leitura e boa pesquisa.

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Pesquisando no Arquivo: Secretaria da Justiça II

Pesquisando no Arquivo: Secretaria da Justiça III

Pesquisando no Arquivo: Secretaria da Justiça IV

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Exposição “ENTRE LER E VER: Escravização e Resistência”

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    Será aberta no dia 18 de maio, no Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS), a exposição “ENTRE LER E VER: Escravização e Resistência”, no mês da Abolição da Escravidão no Brasil. A mostra é composta por dois momentos: “APERS: um olhar nas fontes documentais da escravidão”, e “Visões além da retina: Memórias, Esquecimentos e Representações”.

    É um convite para pensar o protagonismo do povo negro em suas lutas cotidianas escravagistas do passado, indo além da visão de passividade que o escravo tinha na sociedade escravista brasileira. Além disso, provocar um pensar na realidade e na atualidade, como a representatividade de hoje em suas lutas e conquistas.

“APERS: um olhar nas fontes documentais da escravidão”
Documentos originais de cartas de liberdade, testamentos, compra e venda de escravos, inventários e processos crimes estarão expostos. Esta temática, “Escravidão”, deu origem a dez catálogos que servem de instrumento de pesquisa, os “Catálogos Seletivos Documentos da Escravidão”.

“Visões além da retina: Memórias, Esquecimentos e Representações”
Exposição fotográfica composta por três eixos temáticos: o primeiro apresenta memórias institucionais, o segundo locais de identificação e o terceiro representações contemporâneas do negro em Porto alegre. O acervo foi cedido pela Unidade Documentação e Memória/Cia Carris Porto-alegrense.

    A exposição permanecerá aberta para visitação até 31 de maio de 2017, das 8h30min às 17h, no Espaço Joel Abílio Pinto dos Santos do APERS, Rua Riachuelo, 1031, Centro Histórico de Porto Alegre.

Relatórios APERS 2016 – DIPAD: Exposições e eventos

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Cumprindo seu papel social enquanto instituição pública de caráter cultural, em 2016 o APERS promoveu, sediou e participou de cursos, eventos e exposições, além dos já referidos no âmbito das ações educativas.

Selo APERS 110 anos final2016 foi o ano em que o Arquivo Público do Estado do RS celebrou seus 110 anos, com uma trajetória de desafios, conquistas e afirmação no meio arquivístico e perante a sociedade. Para comemorar a data foi realizada uma programação especial, com atividades em todas as terças-feiras do mês de março.

No dia 08 de março tivemos o lançamento da publicação PEP em Revista: O Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS, com a Orquestra Villa-Lobos e mesa de debates com a professora Claudira do Socorro Cardoso, pós-doutoranda na área de Patrimônio pela UFSM, pelos olhos da historiadora Clarissa Alves, que atua no APERS desde 2009, e pelas reflexões de Carla Simone Rodeghero, professora da graduação e do PPG em História da UFRGS, atual coordenadora do PEP UFRGS-APERS enquanto programa de extensão universitária, que vem se dedicando, junto à equipe do APERS e aos professores Igor Salomão Teixeira (História/UFRGS) e Vanderlei Machado (Colégio de Aplicação UFRGS) não apenas à captação e execução de recursos através de editais do Ministério da Educação que incentivam ações de extensão, mas também à organização de formações para graduandos e professores, à qualificação das oficinas voltadas à educação básica e seus materiais pedagógicos, etc.

Na manhã do dia 15 de março, as servidoras e os servidores do APERS tiveram um momento de confraternização em comemoração ao aniversário do APERS: café coletivo seguido pela pré-estreia do vídeo institucional. Foi um momento de descontração e reconhecimento pelo trabalho de cada um para que a instituição se mantenha viva e atuante. Logo após, no turno da tarde, foi a vez de lançar o vídeo para o público, via canal do APERS no YouTube.

Na noite do dia 22 de março, o Arquivo Público promoveu o lançamento da exposição Porto Alegre Imaginada: conexões entre o APERS e a Cidade. A mostra apresentou alguns documentos do acervo do APERS que dialogam com o imaginário da cidade, registros que podem nos remeter a locais e pessoas, contendo, assim, informações que fazem parte do jogo infinito de significações resultantes de nossa vida social. A exposição foi inspirada no conteúdo do livro “Porto Alegre Imaginada” (dos autores Nilda Jacks, Valdir Morigi e Lizete Dias de Oliveira), o qual faz parte do Projeto Culturas Urbanas na América Latina e na Espanha a Partir de seus Imaginários Sociais. Logo após a abertura da exposição, ocorreu uma mesa de debates com a presença dos autores do livro e coordenadores do projeto Profª. Drª. Nilda Aparecida Jacks e Prof. Dr. Valdir José Morigi, que apresentaram “A Porto Alegre dos porto-alegrenses” e com a participação de Luis Fernando Herbert Massoni – Mestrando no Programa de Pós-graduação em Comunicação e Informação/UFRGS, que apresentou “A Cidade e suas Memórias nas Redes Sociais”.

No ida 29 de março foi a vez do Lançamento virtual do Catálogo História das Mulheres & Relações Familiares em nosso web site, blog, página do Facebook e perfil Twitter, para acessar clique aqui.

capa-anais-mostraEntre os meses de janeiro e dezembro trabalhamos para que a XIII Mostra de Pesquisa do APERS acontecesse. O evento ocorreu entre os dias 12 e 14 de setembro, nos turnos da tarde e da noite, foi realizada a XIII Mostra de Pesquisa do APERS. A Mostra contou com a apresentação de 24 trabalhos entre apresentação de artigos e de pôsteres. Os assuntos abordados passaram pelas temáticas da Escravidão e das relações Étnico-raciais; pelo Patrimônio Documental e Cultural; pelos Golpes de Estado e Ditaduras; pelas discussões ligadas à história das cidades e do estado do Rio Grande do Sul; pela história das profissões e da profissionalização, a partir de aspectos sociais; pelas representações do século XVII e XVIII; e pela análise de biografias. O evento contou com a apresentação de seis pôsteres e dezoito artigos, que foram socializados e problematizados nas mesas do encontro e disponibilizados em formato .pdf, por meio da publicação dos Anais da XIII Mostra de Pesquisa APERS, no web site e blog institucionais, em dezembro (clique aqui para acessar).

No dia 05 de agosto foi realizado, pelo Arquivo Público RS, o Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais. Com o objetivo de conhecer, explorar e problematizar as políticas públicas destinadas à gestão, preservação e difusão dos acervos documentais públicos e de interesse social. O evento teve o apoio do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS, do Programa de Pós-Graduação em História da UFSM, do Museu da História da Medicina do RS e da Associação de Amigos do APERS.

Nos dias 1º e 2 de dezembro, no Memorial do Rio Grande do Sul, aconteceu o Seminário Políticas Públicas e Gestão do Estado: preservação de bens e acervos culturais em instituições de memória, evento interinstitucional realizado pelo APERS, Programa de Educação Patrimonial PEP UFRGS|APERS, GT Acervos da Anpuh, Museu da História da Medicina do RS, Programa de Pós-Graduação em História da UFSM, pelo Fórum Permanente em Defesa das Instituições Públicas de Memória do RS e pelo Conselho Regional de Museologia da 3ª Região. O evento abordou (a) a produção e a gestão de políticas públicas culturais realizadas pelos agentes do Estado e voltadas às instituições de memória ou responsáveis pela guarda de acervos no Brasil e especialmente no Rio Grande do Sul; (b) as relações entre os agentes que atuam no campo do patrimônio (arquivistas, historiadores, museólogos), levando em consideração as mudanças ocorridas na formação desses profissionais nas últimas décadas; (c) e políticas de financiamento e gestão dos bens culturais resguardados nas instituições culturais.

No ano que passou o Arquivo Público do RS também participou e apoiou diversos eventos, cedendo seus espaços culturais e contribuindo na divulgação dos mesmos:

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Hoje tem APERS no Programa Nação da TVE, assista!

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web_EstaçãoCultura

Hoje, às 22h30min, vai ao ar a segunda parte do programa Nação da TVE RS apresentado pela jornalista Fernanda Carvalho, gravado no Arquivo Público do RS, com a participação de nossas servidoras Aerta Moscon, arquivista, e Caroline Baseggio, técnica em assuntos culturais – historiadora.

De acordo com a emissora, o Programa Nação desta semana continua a busca pelas raízes africanas, mostrando registros e certidões do século XIX que permitem a localização de antepassados através do projeto Cartas de Liberdade do Arquivo Público do RS. E também como a genética, através de testes de DNA, pode ajudar a reconstituir a história dos afrodescendentes.

Além de nossas servidoras participam do programa os professores de história Walter Lippold e Adriano Viaro e a bióloga Rosa Maria Tavares Andrade.

O programa Nação vai ao ar hoje, às 22h30min, e sábado, às 19h30min, na TVE RS e também ao vivo pela internet (clique aqui e acesse o link) e quinta-feira, a meia noite, e domingo, às 6h, na TV Brasil.

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Resultados do Projeto Documentos da Escravidão – Preservação das Cartas de Liberdade

Servidoras do APERS participaram do Programa Nação da TVE

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web_EstaçãoCultura

     Dia 6 de abril, no Programa Nação da TVE, foi ao ar “Origens África Episódio 2”, sobre a busca pelas raízes africanas na formação brasileira, que teve a participação das servidoras do Arquivo Público do RS, Aerta Grazzioli Moscon e Caroline Baseggio.

     As servidoras foram entrevistadas e explicaram como se deu o trabalho de elaboração dos Catálogos Seletivos sobre Documentos da Escravidão, desenvolvido, desde 2006, a partir do acervo da instituição.

     O episódio buscou mostrar que a identidade negra pode ser resgatada de diversas formas, seja por meio de fontes documentais, seja pelo avanço da ciência e novas tecnologias. Veja o programa abaixo:

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Resultados do Projeto Documentos da Escravidão – Preservação das Cartas de Liberdade

Distribuição de Caixas Pedagógicas e Catálogos Seletivos

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Relembramos que estamos em fase de distribuição das caixas pedagógicas do projeto AfricaNoArquivo e do catálogo seletivo Resistência em Arquivo: Memórias e Histórias da Ditadura no Brasil. Saiba mais:

CaixaPedagogicaCaixas pedagógicas AfricaNoArquivo: distribuídas às escolas públicas de Canoas, Gravataí, Porto Alegre, Viamão e para as 30 primeiras escolas de qualquer município, instituições de memória, associações e entidades da área (cultura negra) que declararem e justificarem o interesse em receber o material. Neste caso, a escola/ instituição/ entidade deverá enviar uma mensagem para nossa equipe através do e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br registrando o interesse e referenciando a atuação na área. Essas 30 caixas serão destinadas conforme a ordem de recebimento dos e-mails. Mais informações na Aba “Projetos Patrocinados”.

2015.01.21 Catalogo ResistenciaCatálogo Seletivo Resistência em Arquivo: Memórias e Histórias da Ditadura no Brasil: distribuição do catálogo para instituições voltadas para o ensino e a pesquisa sobre a história da ditadura no Brasil, como escolas de ensino médio da rede pública, universidades, arquivos, bibliotecas e organizações ligadas a essa temática. Acesse aqui a listagem de instituições contempladas. Para ler outras notícias sobre este catálogo, clique aqui.

Ambos os materiais, de distribuição gratuita, podem ser retirados na sede do Arquivo Público do RS (Rua Riachuelo, nº 1031 – Centro Histórico | Porto Alegre) por um representante da instituição devidamente identificado e mediante a assinatura de termo de compromisso, sendo doada uma caixa ou um catálogo por instituição.

Mulheres no APERS, gênero e história IX: onde estão as Alaydes?

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Almiro e Alaide Capa

Após um longo percurso de trabalho com os processos judiciais da Vara de Família e Sucessão da Comarca de Porto Alegre, em 2015 finalmente conseguiremos finalizar o Catálogo História das Mulheres & Relações Familiares. Diante de um acervo vultoso, como é o acervo do Poder Judiciário salvaguardado pelo APERS, esse Catálogo certamente lançará luz sobre uma pequena parcela da referida documentação ao descrever os processos de apenas uma Vara, em uma Comarca. Porém, quando pensamos que cada história destacada através dos verbetes desse instrumento de pesquisa nos faz conectar com tão múltiplas possibilidades de análise e reflexão, temos certeza de que este foi um trabalho grande e importante.

A cada dia nos deparamos com histórias que, quando olhadas com atenção, nos soam tão singulares, tão impactantes. Ao mesmo tempo, sabemos que são representativas de uma época, de um contexto sociocultural, de uma mentalidade marcada no tempo e que lentamente se transformou – ou ainda está se transformando – desde a primeira metade do século XX. Nos últimos dias, ao buscarmos elementos para construir esta postagem, nos deparamos com a história de Alayde e Almiro, casados em 1924, tendo gerado uma filha dessa união. Em 1948, mais de 20 anos depois do enlace, Almiro procura a Justiça para oficializar através de um desquite litigioso a separação que já havia se dado de fato há muitos anos.

Exceto por ser uma separação realizada num período em que comumente imaginamos os casamentos como “eternos”, até aqui, nada de especial, correto? Afinal, tantos casais se separam! Mas o documento não acabara por ai: Almiro moveu a ação litigiosa contra sua esposa pois ela encontrava-se em “local incerto e não sabido”, logo, o processo correu à sua revelia e não temos acesso à sua versão para os fatos. Ele declara que se casou por intervenção policial, pois Alayde acusou-o de tê-la deflorado e, segundo o autor, optou pela “lei do menor esforço: casar”, já que naqueles anos “imperava o borgismo, regime policial de verdadeiro terror”. De fato a certidão de casamento apresentada no processo registra que o juiz dispensou os editais e prazos da lei devido a urgência do casório, comprovada com o auto de corpo de delito a que fora submetida a noiva, em função do defloramento. Almiro afirma ainda que conheceu a esposa trabalhando em uma pensão na Rua do Rosário onde sua irmã era meretriz (local que era “ambiente destinado a abrigar o baixo meretrício”), que viveram juntos por apenas dois meses após o casamento, indo em seguida a ré para a “orgia”, vivendo desde então da “profissão de meretriz” em locais como a “rua Nova e da Ponte”. O autor e suas testemunhas citam “bordéis” em que ela teria trabalhado.

Todas as expressões apresentadas no parágrafo acima podem ser identificadas em quatro páginas do processo. Duas vidas quase devassadas em poucas páginas, uma série de valores registrados, uma infinidade de questionamentos possíveis: para os que se dedicam ao estudo da Primeira República, interessantíssimo notar a forma como o autor do processo adjetiva o governo de Borges de Medeiros no Rio Grande do Sul: “regime policial de verdadeiro horror”; para quem estuda representações de gênero, um prato cheio para analisar a representação das mulheres nas páginas da Justiça; para quem dedica-se à história de Porto Alegre certamente ver as descrições das ruas da cidade em que funcionava o “meretrício” e ler o nome de antigas “casas de tolerância” ajuda a pintar um cenário e voltar no tempo; para quem reflete sobre sexualidade e direitos das mulheres as poucas linhas aqui apresentadas fazem pensar no exercício da prostituição enquanto profissão – um debate até hoje muito polêmico – e no quanto os homens buscavam atrelar as mulheres a ela como um elemento explícito de corrupção e de vida indigna. São tantos elementos, e exploramos neste post apenas uma parte do documento. Mais informações e reflexões poderiam ser promovidas a partir do depoimento das testemunhas arroladas pelo autor, por exemplo.

Ao longo do trabalho para elaboração dos verbetes que vão compor o Catálogo nos deparamos com muitos processos em que as esposas estavam ausentes e eram acusadas de terem se tornado meretrizes. Muitas mulheres simplesmente abandonaram o lar, estando em tal “local incerto e não sabido”. Em alguns casos as rés foram localizadas e contestaram a versão dos autores. Em diversos deles podemos identificar que eram chamadas de meretrizes apenas por terem construído relações com outro homem. Em muitos outros, não houve contestação, não houve forma de registrar suas vozes…

Nos indagamos a respeito de que motivos poderiam ter levado Alayde à prostituição, se é que isso era verdade. Também nos indagamos sobre que tipo de relação ela estabelecia com Almiro quando se conheceram; sobre o paradeiro e a vida da filha do casal; sobre os motivos que levaram a ré a não se pronunciar no processo – estaria mesmo distante, ou optou por não responder? Qual a trajetória de vida e qual o paradeiro de Alayde? Seria possível, através de mais pesquisas e de outros documentos, aproximar-nos mais de sua história real, assim como da história de tantas outras mulheres anônimas que fizeram história por ai? Onde estão essas mulheres no acervo do APERS?

A leitura de apenas um processo já nos instiga a pesquisar e desvendar mais a partir desse acervo. Este é um documento ora destacado, mas certamente a análise de mais processos do mesmo período, talvez cruzados com outras fontes diversas, ajudaria a traçar retratos daquele contexto sócio-histórico, nos fazendo questionar o ontem e o hoje. E certamente instigar a pesquisa nos documentos do APERS é nosso principal objetivo, com esta postagem e com a publicação, em breve, do Catálogo História das Mulheres & Relações Familiares!

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