Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos: participe da 7ª edição de nosso curso de formação para professores!

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Entre hoje e o dia 20/09 estão abertas as inscrições para a 7ª edição do curso de formação para professores do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS! A participação é gratuita, com certificado de 40h. As vagas são limitadas, e serão destinadas, preferencialmente, para professores em pleno exercício de sala de aula.

Interessados devem enviar e-mail para acaoeducativa@smarh.rs.gov.br. Confira a programação:

Cartaz Curso PEP Profs 2017

Lista de Inscritos – Curso Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos: desafios do tempo presente.

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É com satisfação que divulgamos a lista de inscritos para o curso “Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos: desafios do tempo presente”.

As atividades começam nesta sexta-feira, 26/08, às 14h, no auditório do Arquivo Público (Rua Riachuelo, 1031, Centro de Porto Alegre). Até lá!

Lista de Inscritos Curso Educ Patrimonial 2016

Acesse aqui a programação completa.

Programa de Educação Patrimonial – Planejamento 2015

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Desde 2009 o APERS vem desenvolvendo seu Programa de Educação Patrimonial em parceria com a UFRGS, em especial com o Departamento de História e o Colégio de Aplicação. Conforme já divulgamos ao final de 2014, através dessa parceria foi possível captar recursos para 2015 e 2016 que viabilizarão a manutenção das ações, sua qualificação e aprofundamento. Neste sentido, para 2015 temos um planejamento diferenciado, elaborado a partir da reflexão sobre o trabalho desenvolvido ao longo do ano passado, que nos apontou para a necessidade de formação da equipe, de produção de publicações a partir de nossa experiência, e de qualificação da oficina Os Tesouros da Família Arquivo, que foi a primeira a ser criada e oferecida às escolas, ainda em 2009, e tem como fonte primária documentos que retratam o contexto da escravidão no Rio Grande do Sul.

Assim como em 2013, ao identificarmos a urgência em criar uma oficina para o Ensino Médio que tratasse do tema ditaduras e direitos humanos, organizamos o planejamento daquele ano de forma que pudéssemos dedicar o primeiro semestre à criação da oficina, e o segundo à aplicação dela e das demais que já oferecíamos, este ano vamos dedicar o primeiro semestre à qualificação da oficina Os Tesouros da Família Arquivo e para outras produções:

  1. Produção de um fôlder de divulgação e de uma revista sobre as ações do Programa, entre fevereiro e março;
  2. Realização de curso de formação da equipe em parceria com o GT Emancipações e Pós-Abolição da ANPUH-RS, entre os meses de abril e maio, com calendário a ser definido. O curso será aberto para professores da rede pública de ensino e versará sobre escravidão, liberdade e pós-abolição a partir de documentos de arquivo;
  3. Reformulação, entre maio e a primeira quinzena de junho, da oficina Os Tesouros da Família Arquivo a partir do aprendizado construído no curso;
  4. Oferecimento às turmas escolares da referida oficina já qualificada, entre a segunda quinzena de junho e a primeira de julho, antes das férias escolares.

Em relação ao segundo semestre, aproveitaremos o período de férias escolares para fazer ajustes nas demais oficinas, “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia” e “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos”, realizaremos em agosto a capacitação de novos oficineiros, voltada a estudantes de graduação em estágio curricular ou que desejem obter certificado de horas complementares, e em setembro retomaremos a agenda normal com as três oficinas, que se estenderá até a primeira semana de dezembro. No segundo semestre também pretendemos organizar e publicar um caderno de propostas pedagógicas para o momento “pós-oficina”, que contribuam para a continuidade do trabalho com Educação Patrimonial e documentos de arquivo após a vivência das turmas no APERS.

O contato para agendamento de oficinas poderá ser feito a partir de 01 de abril. As atividades são gratuitas e ofereceremos também o transporte para escolas. Desejando qualificar o agendamento, as marcações serão confirmadas mediante preenchimento de formulário que será enviado por nossa equipe aos professores e professoras. Outra novidade será um turno fixo quinzenal em que ofereceremos qualquer das três oficinas à noite. O objetivo é ampliar o trabalho com os cursos noturnos e com a EJA. Até o final de fevereiro divulgaremos em qual dia da semana isso ocorrerá. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br ou pelo fone (51)3288-9117.

Aproveitamos para reforçar a divulgação da distribuição das caixas pedagógicas AfricaNoArquivo, mais uma ação educativa de nossa instituição. As caixas estão disponíveis como doação para todas as escolas públicas de Porto Alegre, Canoas, Gravataí e Viamão, e podem ser retiradas no Arquivo Público de segunda a sexta das 08:30h às 17h. Para conhecer melhor esse projeto clique aqui.

Que 2015 seja muito produtivo e nos possibilite ampliar o alcance do Programa de Educação Patrimonial UFRGS/APERS!

Relatórios 2014 – DIPEP: Programa de Educação Patrimonial

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logo-pep_curvas2014 foi um ano e tanto para nosso Programa de Educação Patrimonial, desenvolvido com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e compreendido no APERS como parte de nossas ações educativas. Como o nome já diz, o Programa abrange uma série de ações realizadas ao longo de todo o ano, envolvendo uma equipe de estagiários, bolsistas e servidores. Graças a importante parceria com a UFRGS pudemos receber recursos do Edital ProExt, Programa de Extensão Universitária do MEC, que viabilizou o pagamento de transporte para turmas escolares, de bolsas para seis estudantes de graduação em História que, junto aos estagiários do APERS, tiveram intensa atuação como oficineiros ao longo do ano, e também de publicações que já foram empenhadas e serão lançadas no primeiro semestre de 2015.

Ao total foram realizadas 128 oficinas, que atenderam 2.720 estudantes das séries finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Dentre essas oficinas é interessante destacar que quatro foram oferecidas como vivências para uma turma de graduação em História da FAPA, uma turma do curso técnico de Turismo do SENAC, um grupo de professores em formação do município de Santo Antônio da Patrulha e um grupo de profissionais de instituições de memória que participaram da atividade dentro da programação do Seminário da Rede de Educadores em Museus. Entre todas foram 55 oficinas “Os Tesouros da Família Arquivo”, para os 6º e 7º anos do Ensino Fundamental, 21 oficinas “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia”, para os 8º e 9º anos, e 52 oficinas “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditaduras e Direitos Humanos”, para o Ensino Médio e EJA. No ano em que o Brasil rememorou os 50 anos do golpe militar de 1964 tivemos a oportunidade de debater o tema com mais de 1.000 estudantes, que vivenciaram esta última oficina criada no segundo semestre de 2013 a partir dos processos de indenização que compõem o acervo da Comissão Especial de Indenização salvaguardado pelo APERS.

Além das oficinas realizamos duas edições do Curso de Capacitação de Oficineiros, destinadas a estudantes de graduação em História e áreas ligadas ao Patrimônio Cultural. No primeiro semestre o processo de capacitação iniciou em 12 de março com 15 novos oficineiros. No segundo semestre foram mais 16 oficineiros que estiveram conosco a partir de 15 de agosto realizando seus estágios curriculares ou obtendo certificados de horas complementares. Esta ação se configura como um importante espaço de interação entre o APERS e as universidades, colocando o Arquivo como campo de estágio para graduandos, difundindo a educação patrimonial como metodologia de ensino e aprendizagem, e contribuindo para a formação de futuros educadores.

Também nos empenhamos no esforço anual de oferecer um espaço qualificado de formação continuada para professores, realizando a quarta edição do Curso Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos, que contou com 35 inscritos e 18 professores que foram até o final da formação. Foi excelente debater diversos temas como escravidão e liberdade, gênero, ditadura e direitos humanos a partir do patrimônio e de documentos de arquivo, estimulando o acesso aos bens culturais assim como sua valorização, análise e crítica, oportunizando fruição, informação e ferramentas para a leitura do mundo e a produção de conhecimento.

Para difundir e compartilhar nossas experiências participamos de diversos eventos. Em agosto estivemos no XII Encontro Estadual de História, promovido pela ANPUH-RS, onde foram apresentados os pôsteres “História, memória e verdade: reflexão sobre desafios éticos a partir da aplicação da oficina Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos”, de autoria dos estagiários Gabriel Amorim e Guilherme Tortelli, e “Patrimônio, Escravidão e Ensino: abordagens e desafios éticos no ensino sobre escravidão no Rio Grande do Sul a partir da oficina Os Tesouros da Família Arquivo”, do estagiário Eduardo Hass e do bolsista Gustavo Malossi; e a comunicação “Construção da oficina Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos – memórias, história e ética”, de autoria da historiadora Clarissa Sommer Alves. Em setembro a historiadora Clarissa apresentou a mesma oficina no Seminário Arquivos, Ditadura e Democracia, promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz – RJ) problematizando os papéis das instituições arquivísticas e as possibilidades de difusão e usos educativos de seus acervos. Em outubro participamos do 15º Salão de Extensão UFRGS, onde a estagiária Thaise Mazzei, sob orientação da professora Carla Rodeghero, apresentou a comunicação intitulada “Oficinas de Educação Patrimonial: graduandos e alunos da escola básica compartilhando um mesmo espaço de aprendizagem”, e em novembro da XX Jornada de Ensino de História e Educação, em que as historiadoras Clarissa Sommer, Nôva Brando e Vanessa Menezes ministraram para professores e estudantes de História uma versão adaptada da oficina Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos. No início de dezembro o Programa foi apresentado também no 1º Encontro Nacional de Extensão Universitária, que reuniu em Brasília professores e coordenadores de projetos e programas contemplados pelo edital ProExt, oportunidade em que fomos representado pelo professor Igor Teixeira, da UFRGS.

Outra ação realizada com apoio do Programa de Educação Patrimonial foi o projeto “AfricaNoArquivo: fontes de pesquisa & debates para a igualdade étnico-racial no Brasil”, através do qual distribuiremos centenas de caixas pedagógicas para escolas públicas de diversos municípios da região metropolitana de Porto Alegre, e que será objeto de um relatório específico a ser publicado em breve.

Felizmente nossa atuação, que vem se desenvolvendo e consolidando desde 2009, foi novamente reconhecida através do Edital ProExt 2015, de forma que teremos recursos garantidos para os próximos dois anos. A parceria com a UFRGS, reafirmada institucionalmente através da renovação de nosso convênio no final de 2014, afirma-se como fundamental, demonstrando a partir dessa experiência conjunta muito bem-sucedida o quão frutífera pode ser a aproximação entre universidades, instituições de memória e sociedade. Conforme planejamento que também postamos hoje, temos uma série de novos objetivos e de novos planos para 2015, que passam pela qualificação das oficinas, de nossa equipe e do registro de nossas ações, assim como pela produção e publicação de reflexões. Que 2015 seja tão produtivo quanto 2014 foi!

Chega ao fim mais uma edição do Curso de Formação para Professores do Programa de Educação Patrimonial

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Entre os meses de outubro e novembro realizamos a 4ª edição do curso de formação para professores oferecido por nosso Programa de Educação Patrimonial (PEP) em parceria entre APERS e UFRGS. O Curso Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos ocorreu ao longo de nove encontros, nas segundas à noite e aos sábados, e foi um espaço para troca de conhecimentos, estímulo à produção de novas metodologias e ao uso de fontes documentais e bens culturais nos processos de ensino e aprendizado.

No dia 06/10 realizamos o primeiro encontro, em que o Arquivo foi apresentado pela diretora Isabel Almeida, o Programa de Educação Patrimonial UFRGS/APERS foi apresentado pelo professor Igor Teixeira, e a dinâmica da “Caixa da Memória” foi conduzida pela professora Carla Rodeghero com auxílio da historiadora Clarissa Sommer, momento em que cada professor apresentou-se ao grupo a partir de um objetivo sensível para a história de sua trajetória de vida. Confira fotos desse momento:

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No dia 13 de outubro o professor Sérgio Osório apresentou o Projeto “Direitos Humanos, Movimento Estudantil no Julinho e Comissão da Verdade” (confirma o blog do projeto), desenvolvido dentro do Colégio Estadual Julio de Castilhos com a participação professores e estudantes, tendo como objetivo central o resgate e a problematização da história do Julinho no contexto da ditadura civil militar a partir de leituras, pesquisas em seu acervo, entrevistas com ex-alunos… Um excelente momento para verificar como os usos dos bens culturais produzidos pela comunidade escolar pode contribuir para os processos de ensino e aprendizagem, e para a construção de identidades no ambiente das escolas.

No dia 20 de outubro a equipe do Programa de Educação Patrimonial realizou a vivência da oficina Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditaduras e Direitos Humanos com o grupo de professores, oficina criada pelo Programa para atender turmas do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos. Assim foi possível debater mais formas de utilizar o patrimônio como fonte primária para o ensino.

 

Já no dia 27 recebemos Maria Cristina Padilha Leizke, do setor sócio-educativo-cultural do Museu da UFRGS, Éverton Quevedo, do Museu de História da Medicina (MUHM), e Rivadávia Padilha Vieira Jr., mestre em História que realizou práticas de Educação Patrimonial junto ao Museu Julio de Castilhos. Os três convidados compartilharam com o grupo de professores suas experiências na área de ação educativa em instituições de memória, apresentado possibilidades de ações a serem realizadas por educadores nesses espaços, problematizando as dificuldades encontradas pelas escolas para acessá-los, assim como as tensões constantes vivenciadas pelos profissionais de museus, arquivos e centros de memória para consolidar e difundir tais ações junto aos educadores.

No primeiro encontro de novembro, dia 01/11, recebemos o historiador Jovani Scherer, pesquisador e professor da rede municipal de Porto Alegre, que abordou as possibilidades de trabalho a partir de documentos de arquivo para tratar a história da escravidão e as relações étnico-raciais nas escolas, problematizando questões teóricas e metodológicas. Na segunda parte do encontro da historiadora Vanessa Menezes, do APERS, apresentou os projetos desenvolvidos pela instituição nessa área, e desafiou os professores a propor discussões e atividades a partir de documentos do acervo do Arquivo selecionados para o encontro.

O encontro seguinte, em 08/11, foi o dia de recebermos a historiadora Alessandra Carvalho, professora do Colégio de Aplicação da UFRJ, que abordou a formação de professores para trabalhar em sala de aula do tema ditaduras e direitos humanos, comentando experiências e fundamentos, tanto pedagógicos quanto epistemológicos para essa abordagem. Já a professora Carla Rodeghero, do Departamento de História da UFRGS e parceira de nosso Programa de Educação Patrimonial, trabalhou a questão das ditaduras e o debate sobre direitos humanos a partir de propostas de dinâmicas que envolvem o uso de testemunhos de vítimas da ditadura.

No dia 15/11 as historiadoras do APERS Clarissa Sommer e Nôva Brando realizaram dinâmicas sobre relações de gênero e igualdade a partir de bens culturais, debatendo conceitos como gênero, sexualidade, orientação sexual e violência de gênero, e propondo abordagens que contribuam para o fim de preconceitos, que podem ser suscitadas a partir de patrimônios como monumentos, acervos museais e documentos de arquivo. Na oportunidade trabalharam mais a fundo com processos de desquite da primeira metade do século passado, do Poder Judiciário.

O último encontro, realizado no dia 29/11, encerou o curso com chave de ouro: recebemos a pedagoga e socióloga Flávia Schilling, professora da Faculdade de Educação da USP, que nos brindou com a conferência “Educação e Direitos Humanos”, uma fala muito sensível a respeito do papel central que pode ser desempenhado pelos professores e pela escola na busca por uma sociedade justa, demonstrando que todas e todos nós estamos dentro dos embates políticos travados cotidianamente para garantir o direito à vida e à dignidade para cada ser humano.

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Agradecemos o empenho dos professores e professoras que seguiram até o final de nosso curso, e registrando nosso grande prazer em ter convivido e aprendido com cada participante e palestrante ao longo desse período. Esperamos que as vivências proporcionadas a partir desse espaço contribuam efetivamente para qualificar e dar sentido ao fazer docente de cada uma e cada um. Em 2015 tem mais!

Conferência com Flávia Schilling encerra Curso de Formação para Professores em 2014 – Participe!

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No dia 29/11, sábado, às 09:30h, ocorre no APERS a Conferência Educação e Direitos Humanos, atividade de encerramento da 4ª edição do Curso de Formação para Professores em Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos promovido pelo Programa de Educação Patrimonial UFRGS/APERS. A conferencista será Flávia Schilling, em atividade gratuita e aberta ao público sem necessidade de inscrição prévia.

Flávia Inês Schilling tem graduação em Pedagogia, mestrado em Educação e doutorado em Sociologia. Desde 2001 é professora da Faculdade de Educação da USP, tendo defendido tese de Livre Docência em 2012. Teve atuação em escolas e em organizações como o Núcleo de Estudos da Violência da USP, o Centro de Referência e Apoio à Vítima e a Comissão da Mulher do Parlamento Latino-americano. Suas pesquisas têm se dedicado aos seguintes temas: direitos humanos, violência, vitimização, corrupção e segurança pública, identidades, relações de gênero. Sua trajetória de vida também foi marcada pelas experiências do exílio, da clandestinidade, da prisão política e da reconstrução ao final do período da ditadura.

Informações: (51)3288-9117 ou acaoeducativa@sarh.rs.gov.br

2014.11.26 Cartaz Conferência Flávia Schilling

Resultado Pesquisa Ações Educativas

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Resultado pesquisaNo dia primeiro de outubro, junto com a Lista Final de Inscritos para o Curso de Formação de Professores – Edição 2014, divulgamos uma chamada para que os professores participassem de uma pesquisa elaborada pelo APERS sobre o desenvolvimento de Ações Educativas.

A pesquisa ficou disponível até essa segunda-feira, 6 de outubro e foi liberada tanto para os professores que participariam do curso (que receberam o convite para participarem da pesquisa por e-mail) quanto para os professores que acompanham as mídias institucionais do Arquivo. Hoje, publicizamos os resultados dessa primeira pesquisa aberta sobre as Ações Educativas desenvolvidas pelo Arquivo.

Contamos com 19 participações de pessoas que se dispuseram a responder um número de dez questões. De um modo geral, a maioria dessas pessoas ainda não participaram de atividade de caráter educativo desenvolvidas pela instituição. Entretanto, um número considerável reconhece as atividades oferecidas pelo APERS. Dentre essas atividades, as mais reconhecidas por esse público são o Curso de Formação para Professores e as Oficinas de Educação Patrimonial. Daqueles que conhecem as oficinas, uma pequena parte já vivenciou a dinâmica acompanhando de seus alunos.

Os professores foram questionados a respeito do conhecimento que tinham sobre outros dois projetos desenvolvidos pelo Arquivo, ÁfricaNoArquivo – Fontes de Pesquisa & Debates par a Igualdade Étnico-racial no Brasil e APERS? Presente, professor! – Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas. Sobre eles, a maioria respondeu que não conhecia as iniciativas. Sobre o Projeto APERS? Presente, professor!, um participante declarou guardar o material que recebe por e-mail para confeccioná-lo durante as férias. Também não foram tantos os professores que conheciam o Blog Temático Resistência em Arquivo e as publicações temáticas Arquivo & Diversidade Étnica e Lei 10.639 publicadas periodicamente no Blog do APERS.

Por fim, a grande maioria das pessoas declaram que tomam conhecimento das atividades e eventos promovidos pelo Arquivo a partir dos posts da Página do APERS no Facebook e das notícias encaminhadas pelo e-mail. Especificamente sobre o Curso de Formação de Professores, um participante foi informado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, parceira na construção do Programa de Educação Patrimonial. Outra consideração sobre o curso, foi o desejo manifestado de que ocorresse com mais frequência.

Agradecemos a participação dos professores nessa pesquisa, que foi uma primeira tentativa de nos aproximarmos da repercussão do trabalho realizado em Ações Educativas de forma mais sistematizada.

Para acessar o relatório completo da pesquisa, clique aqui.

Curso de Formação para Professores – Edição 2014: Lista Final de Inscritos

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Lista Final de Inscritos

Na próxima segunda-feira, dia 06 de outubro, iniciará a edição 2014 do Curso de Formação de Professores promovido pelo Programa de Educação Patrimonial UFRGS & APERS. No dia de ontem, divulgamos a Lista final de Inscritos que foram selecionados para participarem do Curso no site do Arquivo Público do RS. Hoje, divulgamos também por aqui a lista com o nome dos professores e educadores sociais que participarão do Curso de Formação – Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos.

Acesse aqui a Lista Final de Inscritos.

Enquanto aguardamos o início do Curso, solicitamos que os professores que acompanham o blog participem da pesquisa elaborada pelo APERS sobre o desenvolvimento de Ações Educativas. Em alguns poucos minutos você pode ajudar o Arquivo e o Programa de Educação Patrimonial na qualificação de suas atividades.

Clique aqui para acessar a pesquisa.

Curso de Formação para Professores – Edição 2014: Programação Completa

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Hoje estamos disponibilizando o Programa Completo do Cursos de Formação para Professores. Conforme divulgado algumas semanas atrás, nesse ano, o Programa de Educação Patrimonial, uma parceria entre a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e o Arquivo Público do RS (APERS), realizará a quarta edição do Curso de Formação para Professores.

Lembramos que o curso é gratuito e que possui carga horária e certificação de 45 horas. Os encontros acontecerão nos dias 6, 13, 20 e 27 de outubro (segundas-feiras, das 18h30 as 22h) e nos dias 1, 8, 22 e 29 de novembro (sábados, das 09h as 13h) no Arquivo Público do RS. O curso é destinado aos professores da rede pública de ensino com efetivo exercício em sala de aula, prioritariamente, aos educadores sociais com atuação em espaços não formais de educação e aos estudantes de cursos de licenciatura a partir do 5° semestre.

Os interessados devem entrar em contato, para mais informações e para proceder com a inscrição (vagas limitadas), pelo telefone (51) 3288-9117 ou pelo e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br.

Clique aqui para ver o Programa Completo do Curso.

Clique na imagem para melhor visualização da programação.

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Curso de Formação para Professores – Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos

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Cartaz Curso Profs 2014

Nesse segundo semestre de 2014, o Programa de Educação Patrimonial, uma parceria entre a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e o Arquivo Público do RS (APERS) realizará sua quarta edição do Curso de Formação para Professores. Com recursos do Edital Proext/MEC 2014, o Programa organizou um curso que contará com palestras, conferências, leituras, debates, vivência de Oficinas de Educação Patrimonial, relatos de experiências de professores e profissionais de instituições de memória, além de atividades que apontem metodologias no trabalho com documentos de arquivo em sala de aula.

O curso é gratuito e contará com uma carga horária, e certificação, de 45 horas. Os encontros acontecerão nos dias 6, 13, 20 e 27 de outubro (segundas-feiras, das 18h30 as 22h) e nos dias 1, 8, 22 e 29 de novembro (sábados, das 09h as 13h) no Arquivo Público do RS. O público-alvo do curso são: 1º) professores da rede pública de ensino com efetivo exercício em sala de aula; 2º) educadores sociais com atuação em espaços não formais de educação; e 3º) estudantes de cursos de licenciatura a partir do 5° semestre.

Os interessados podem entrar em contato, para mais informações e para proceder com a inscrição (vagas limitadas), pelo telefone (51) 3288-9117 ou pelo e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br.

Clique aqui para ver o Programa Resumido do Curso.

Continuem acompanhando as notícias, pois nas próximas semanas, divulgaremos a programação com o nome dos convidados que comporão as mesas e as demais dinâmicas.

Programa de Educação Patrimonial – Relatório 2013

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     O ano de 2013 foi bastante especial para o Programa de Educação Patrimonial do APERS, que é desenvolvido em parceria com o Departamento de História da UFRGS. Neste ano, ainda que não tenhamos captado recursos externos através de editais, adaptamos nosso planejamento para seguir ampliando as ações do Programa, direcionando esforços para a captação de recursos para o ano de 2014 – no que fomos muito bem sucedidos, assunto sobre o qual teremos outra postagem – para a criação de uma nova oficina voltada aos estudantes do Ensino Médio, como vínhamos discutindo e almejando desde o final de 2010, e dando sequência à formação de oficineiros e de educadores.

     Ao longo do primeiro semestre, como estratégia de trabalho adotada também em função da ausência de recursos para o transporte das escolas ao APERS, suspendemos a realização das oficinas já existentes, investindo-se na criação da nova oficina e na realização de reuniões de planejamento participativo, abertas a todos os membros do Programa, vinculados ao APERS e à UFRGS, e também à comunidade, contando com a participação de professores da rede pública, assim como com a presença em ao menos uma reunião de representante do Comitê Estadual contra a Tortura; da Comissão dos Direitos Humanos da PGE; e de Maria Celeste, secretária-adjunta da Justiça e dos Direitos Humanos. O objetivo central da adoção dessa metodologia de trabalho é ampliar os espaços de participação da comunidade na construção das ações do Programa, aprofundando os laços entre o Arquivo Público, a universidade, professores, estudantes, e demais segmentos da comunidade interessada na temática.

     As reuniões realizadas entre fevereiro e agosto de 2013 focaram-se na construção da oficina Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos, elaborada a partir de processos administrativos de indenização a ex presos políticos, pertencentes ao acervo da Comissão Especial de Indenização, criada em 1997 e atuante até 2004 no Rio Grande do Sul. Também debateu-se a reedição do curso de formação para educadores, já realizado nos anos de 2011 e 2012, adaptando seu formato para debater o patrimônio cultural com enfoque no tema Ditadura e Direitos Humanos, respondendo ao contexto vivenciado no Brasil a partir da promulgação da Lei de Acesso às Informações Públicas e da criação das Comissões Nacional e Estadual da Verdade, instigando o debate a cerca de nossa história recente, das marcas da ditadura, e da importância do patrimônio documental nesse contexto.

     Assim, entre junho e outubro realizamos o curso Educação Patrimonial e Cidadania: Ditadura e Direitos Humanos, voltado a professores e educadores sociais. Os encontros de formação e debate foram realizados nos dias 24, 26, e 28 de junho, 01, 03 e 05 de julho. Em seguida, realizou-se um intervalo, para que os professores pudessem desenvolver projetos em suas turmas, que foram apresentados em dois encontros de retorno, nos dias 29 e 31 de outubro. Contamos com 40 inscritos, sendo que 28 frequentaram os seis encontros formativos, e 18 educadores chegaram ao final, apresentando suas experiências com os projetos.

     Em agosto iniciamos a realizamos de mais uma turma de Capacitação de Oficineiros, voltada a estudantes de graduação em História e áreas afins. Os encontros teóricos e de formação ocorreram nos dias 20, 22, 27 e 29 de agosto. A partir de então os graduandos passaram a marcar suas observações e práticas de oficinas conforme agendamentos das escolas. Essa atuação se prolongou até o início de dezembro, quando os últimos completaram a carga horária. Contamos com 20 inscritos, sendo que 17 deles concluíram o processo de capacitação.

      Em setembro retomamos a realização das oficinas, agora disponibilizando também a oficina para o Ensino Médio. O primeiro agendamento do semestre ocorreu no dia 03/09 e o último do ano foi em 10 de dezembro, totalizando 35 oficinas ao longo do segundo semestre de 2013. Atendemos estudantes do Ensino Fundamental em 15 oficinas Os Tesouros da Família Arquivo e 03 oficinas Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia, e estudantes do Ensino Médio em 17 oficinas Resistência em Arquivo.

     Colocamo-nos a disposição dos professores interessados em agendar oficinas para suas turmas. Nossos contatos são: e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br ou telefone (51)3288-9117.

APERS e UFRGS realizam curso de formação para professores através do Programa de Educação Patrimonial

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     Como já é de conhecimento de nossos leitores, o APERS desenvolve seu Programa de Educação Patrimonial em parceria com a UFRGS, e uma das linhas de ação deste programa é a realização de cursos de formação para professores. Assim, após realizarmos em 2011 e 2012 duas edições do Curso Educação Patrimonial e Cidadania, em 2013 decidimos incluir o debate a cerca do tema Ditadura e Direitos Humanos. Dessa forma surgiu a terceira edição do curso, intitulada Educação Patrimonial e Cidadania: Ditaduras e Direitos, organizado em duas etapas gerais, sendo a primeira realizada a partir de encontros presenciais, e a segunda a partir do desenvolvimento de projetos nas escolas por parte dos professores, com posterior reencontro do grupo para relato das experiências.

     Assim, nos dias 25, 26 e 28 de junho, e 02, 03 e 05 de julho estivemos reunidos no APERS no turno da noite com um grupo de cerca de 30 educadores, que fizeram leituras, assistiram a palestras, fizeram vivências e trocaram experiências.

     O curso foi aberto com uma palestra da historiadora e diretora do Arquivo Público, Isabel Oliveira Perna Almeida, intitulada Arquivos da repressão e da Resistência e Acesso à Informação, que discutiu, em linhas gerais, os contextos nos quais tais arquivos foram produzidos e nos quais têm sido identificados e liberados para acesso público. Após um primeiro espaço de debate, no qual foi evidenciado a importância do papel dos arquivos públicos enquanto custodiadores de uma memória documental, a historiadora Clarissa Sommer apresentou o Programa de Educação Patrimonial e o cronograma do Curso. Finalizamos a primeira noite com a palestra Ditadura Civil Militar no Brasil: História e Memória, com a fala da Profª do Departamento de História da UFRGS Carla Rodeghero, que se utilizou de inúmeras charges, produzidas durante o regime militar, para recapitular elementos importantes da história da Ditadura a partir de conhecimentos prévios suscitados pela leitura dos materiais realizada pelos professores.

    No segundo dia, a Dinâmica “Caixa de Memória” iniciou uma noite de emoções compartilhadas por meio das histórias pessoais dos participantes e da equipe organizadora do evento. Tal atividade foi dirigida pela Técnica em Assuntos Educacionais da UFRGS, Marisângela Martins, e oportunizou discussões em torno da memória e daquilo que consideramos objetos importantes para expressar e preservar nossas memórias e histórias. Posteriormente, Letícia Bauer, doutoranda no curso de Pós-Graduação em História da UFRGS, apresentou a palestra Patrimônio Cultural: Histórico e legislação patrimonial no Brasil, que discutiu a historicidade da noção de patrimônio, bem como a dinamicidade da legislação que versa sobre o assunto no Brasil. Encerrando a noite, tivemos o retorno de Marisângela, agora em uma fala sobre Cidadania, Memória e Identidade que privilegiou a exploração teórica e conceitual dos três elementos.

     A Vivência da Oficina Tesouro da Família Arquivo, oferecida no APERS para alunos de 6° e 7° anos do Ensino Fundamental, abriu o terceiro dia de trabalhos. Muitas foram as curiosidades despertadas pela visita aos acervos salvaguardados no Prédio II do Arquivo, bem como pela proposta de, por meio de documentos da escravidão, reconstituir trajetória de negros escravizados em nosso estado e discutir a construção de hipóteses históricas a partir de fontes documentais produzidas pelo Estado. Nessa noite, o encerramento das atividades coube as Historiadas do APERS Nôva Brando e Vanessa Menezes, que exploraram a construção da nova oficina para o Ensino Médio, que versará sobre o tema Ditadura e Direitos Humanos e que será oferecida às escolas no segundo semestre desse ano.

     Na segunda semana, o quarto dia de curso iniciou com a presença de Beatriz Lang, representante da Comissão de Direitos Humanos da Procuradoria-geral do Estado do RS, que abordou a conceituação de Direitos Humanos e o trabalho de instituições que atuam para garantir a efetivação desses direitos. No segundo momento da noite, Lúcio Pedroso, doutorando no curso de Pós-Graduação em História da UFRGS, apresentou algumas possibilidades de aplicabilidade de discussões acerca de Cidadania e Direitos Humanos no cotidiano escolar. Nôva Brando apresentou a experiência do Archivo Provincial de Córdova, como uma proposta de espaço de repressão da Ditadura Argentina ressignificado pelo trabalho pedagógico em torno da resistência daqueles cujos direitos humanos lá foram violados. E Clarissa Sommer apresentou, por meio da experiência do Museu da Maré (RJ) e de reflexões sobre gênero e violência contra a mulher a partir de documentação arquivística, possíveis construções da relação entre direitos humanos e patrimônio.

     Experiências em Educação Patrimonial foram exploradas por meio de projetos como O Poder da Memória na Escola Santa Luzia, apresentado pela professora Carla Moura, da Escola Estadual Santa Luzia, que desenvolveu, a partir de sua participação na segunda edição do Curso em 2012, o projeto de resgate de memórias e histórias da comunidade na qual a Escola está inserida. Também foi apresentado o projeto Literatura de Cordel e Lei Maria da Penha – Direitos Humanos e Mulheres, experiência desenvolvida pelo professor Vanderlei Machado na Educação de Jovens e Adultos do Colégio de Aplicação da UFRGS, discutindo a equidade de gênero e o direito das mulheres como um direito humano, e a literatura de cordel como um bem de nosso patrimônio cultural.

     Por fim, no último encontro dessa primeira etapa do curso, a professora da Faculdade de Educação da UFRGS, Carmem Gil, apresentou o Projeto Memórias da Vila Dique, desenvolvido a partir de rodas de conversas com os moradores da Vila que foram removidos do espaço que ocupavam a mais de meio século, e levados para um novo local, de maneira a resgatar memórias e a identidade da comunidade, apropriando-se de sua história coletiva caracterizada por inúmeras lutas e trajetórias que podem ser compreendidas como patrimônios. Em seguida, os professores apresentaram e debateram ideias e propostas de projetos, que serão apresentados no final do mês de outubro em dois outros encontros. Também no último dia, foram distribuídas fichas de avaliação para que a Equipe de Educação Patrimonial acompanhe o aproveitamento do curso e aproveite sugestões dos professores em futuras ações.

     O grupo retornará ao APERS no final do mês de outubro, quando esperamos conhecer as experiências desenvolvidas nas escolas, que certamente serão aqui compartilhadas!

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Participe do Curso Educação Patrimonial e Cidadania: Ditaduras e Direitos Humanos!

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   O Curso é mais uma ação desenvolvida através do Programa de Educação Patrimonial, realizado em parceria pelo Arquivo Público do RS e o Departamento de História da Universidade Federal do RS (UFRGS). Em sua 3ª edição, já foi oferecido em 2011 e 2012 com o título Educação Patrimonial e Cidadania. Agora, em 2013, agregamos os conceitos de Ditadura e Direitos Humanos, que também farão parte da nova oficina de educação patrimonial que está sendo elaborada pela equipe para estudantes do Ensino Médio.

  Compreendemos que apenas em parceria com educadores, escolas, estudantes e outros membros da comunidade será possível difundir a importância dos arquivos como espaços de memória e cidadania, assim como contribuir para a valorização de nossos bens culturais e construção de uma visão crítica a respeito dos mesmos. Assim, o curso torna-se um espaço para troca de experiências e difusão da Educação Patrimonial como uma possibilidade metodológica para contribuir nos processos de ensino-aprendizagem, instigando e instrumentalizando os educadores para que desenvolvam projetos na área em suas escolas.

   A atividade é gratuita, com certificado de 40h. As vagas são limitadas. Inscreva-se já! Baixe aqui o Programa do Curso e a Ficha de Inscrição, que deve ser preenchida e encaminhada para o e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br.2013.06.12 Cartaz Curso de Formação Profs

Educadores debatem e constroem propostas de Educação Patrimonial e Cidadania

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   Terminou neste sábado, dia 26 de maio, a primeira fase da 2ª edição do Curso Educação Patrimonial e Cidadania, promovido pelo APERS em parceria com a UFRGS através do Edital CAPES Novos Talentos.

   Nos dias 05, 12, 19 e 26 de maio educadores vinculados à educação básica, membros da equipe que desenvolve o Programa de Educação Patrimonial no APERS, professores e funcionários da UFRGS reuniram-se para discutir e vivenciar experiências que tratam de patrimônio, cultura, memória, identidade e cidadania. A partir dos aprendizados e trocas de experiências nestes quatro encontros nas manhãs de sábado, realizados sempre das 08:30h às 14h, cada educador em formação desenvolveu um projeto de valorização e reflexão a respeito do patrimônio, que será aplicado nas escolas em que trabalham.

   Agora, todos voltarão suas atenções para as escolas, e seguirão em contato através da internet sendo orientados pela equipe de organização para que possam concretizar os projetos em seus espaços de atuação. No mês de outubro de 2012 o grupo se reunirá novamente para apresentar, em um seminário aberto à comunidade, os resultados do trabalho desenvolvido como produto deste Curso de formação continuada.

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APERS oferece Curso de Educação Patrimonial e Cidadania

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   Desde 2009 o APERS vem desenvolvendo na instituição um Programa de Educação Patrimonial, que conta com a parceria da UFRGS através da extensão universitária. Dentre as ações desenvolvidas a partir deste Programa está a capacitação de professores para o trabalho com a metodologia da Educação Patrimonial e qualificação profissional continuada.

   Nesta perspectiva, a partir de 05 de maio será oferecida a 2ª Edição do Curso de Educação Patrimonial e Cidadania, voltado a professores da rede pública de ensino. O curso é gratuito, com certificação de 30h. Mais informações e inscrições podem ser realizadas através do email acaoeducativa.apers@gmail.com ou pelo fone (51)3288-9117.

ATIVIDADES APERS: Ação Educativa e Cultural

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     As atividades de Ação Educativa e Cultural são desenvolvidas no APERS com os objetivos centrais de difundir o acervo e a própria instituição, além de promover o exercício da cidadania através de acesso à informação e à cultura.

     Como instituição centenária que se localiza no coração da cidade em um conjunto arquitetônico tombado pelo IPHAE, tanto os prédios que a abrigam quanto os mais de 8.000 metros lineares de documentos por ela salvaguardados são patrimônios que devem ser conhecidos, preservados, apropriados e resignificados por cada cidadão. Neste sentido, são desenvolvidas as seguintes ações:

  • Programa de Educação Patrimonial, que inclui:

a) realização das oficinas “Os Tesouros da Família Arquivo” e “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia”, para turmas das séries finais do Ensino Fundamental;

b) visitas guiadas para turmas do Ensino Médio;

c)curso anual de formação continuada em Educação Patrimonial para professores;

d) capacitação semestral de novos oficineiros, estudantes de graduação que pretendem adquirir experiência com Educação Patrimonial;

e) divulgação do Programa em eventos e publicação.

  • Realização da Mostra de Pesquisa do APERS, evento anual para o qual são recebidos, avaliados e selecionados artigos e resumos de pôsteres produzidos a partir de pesquisas em fontes primárias de arquivo ou a partir de atividades arquivísticas. Além de apresentados, os trabalhos são publicados nos anais do evento.
  • Realização da Jornada de Estudos sobre Ditaduras e Direitos Humanos, evento bianual idealizado a partir da parceria entre o APERS, a Escola do Legislativo/ALRS, o Departamento e o Programa de Pós-graduação em História da UFRGS.
  • Cursos, eventos e exposições em geral: além das ações que já possuem calendário fixo, são promovidas atividades diversas, sempre conectadas com temas históricos relevantes e com a promoção da cidadania, como exposições temáticas, debates e ciclos de cinema.

     Muitas vezes as atividades envolvem outros servidores do APERS, sendo uma equipe variável, mas são participantes regulares: Aécio Severo, Clarissa Alves, Daniel da Silva, Daniela Cardoso, Fabiane Xavier, Helen Rotta, Natália Silva, Renata de Mattos, Vanessa Menezes. Veja algumas fotos de nossa equipe em ação:

I CNARQ – Etapa Regional Sul

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    Antecedendo a I Conferência Nacional de Arquivos – I CNARQ, que será nos dias 15 a 17 de dezembro, em Brasília, ocorrerão cinco conferências regionais. O Estado do Rio Grande do Sul sediará a da Região Sul, na cidade de Porto Alegre, nos dias 21 e 22 de outubro.

    Para tanto, estamos fazendo um chamamento a todos para que se mobilizem juntos aos seus pares que façam discussões internas, tendo como base os seis eixos temáticos constantes no projeto e reproduzidos abaixo, para que a discussão na Conferência Regional de Arquivos possa ser mais rica e produtiva.

  É importante que cada Instituição, além de promover as discussões, participe da Conferência com o maior número possível de representantes e apresente suas propostas.

    Eixos temáticos:

  1. Regime jurídico dos arquivos no Brasil e a Lei nº 8.159, 8 de janeiro de 1991: Avaliação do impacto da Lei após 20 anos de implementação. O regime jurídico arquivístico nos estados e municípios após a Lei. O projeto de lei de acesso. O anteprojeto de lei de proteção de dados pessoais. O direito autoral e o direito de uso e reprodução dos documentos de arquivo.
  2. A administração pública e a gestão dos arquivos: A estrutura do Estado no Brasil. A gestão das instituições públicas e a questão dos arquivos no contexto atual. O papel dos arquivos para o Estado e a sociedade. O modelo de instituições e serviços arquivísticos públicos (subordinação, estrutura, orçamento, recursos humanos, materiais, científicos e tecnológicos). Os arquivos públicos e sua relação com políticas e programas de modernização institucional e gestão da informação governamental. Os arquivos como patrimônio científico e cultural e no contexto das políticas de preservação do patrimônio cultural. Fontes de financiamento para a ação arquivística.
  3. Políticas públicas arquivísticas: A estrutura vigente para a definição e implementação de uma política nacional de arquivos (Arquivo Nacional, Conselho Nacional de Arquivos, SINAR), além de políticas federal, estaduais, do Distrito Federal e municipais: balanços e possíveis redesenhos. A anatomia do SINAR. O Conselho Nacional de Arquivos – função, composição e funcionamento. As políticas arquivísticas e suas interseções com outras políticas públicas: cultura, patrimônio, ciência, bibliotecas, governo eletrônico, museus, acesso livre, banda larga, etc. Fontes de financiamento para a implementação de políticas públicas arquivísticas.
  4. Acesso aos Arquivos, Informação e Cidadania: Usos e usuários dos arquivos no Brasil. Instrumentos para a gestão de usos e usuários dos arquivos. Obstáculos e recursos favoráveis ao acesso aos arquivos no Brasil. Mecanismos de ampliação do uso social, cultural e educacional dos arquivos.
  5. Arquivos privados: O cenário dos arquivos privados no Brasil. Serviços privados e públicos de preservação e acesso a arquivos privados. Modelos de gestão e acesso a arquivos privados em diferentes contextos organizacionais. Políticas de aquisição de acervos arquivísticos privados. Critérios e impactos da classificação de arquivos privados de interesse público e outras formas de ação do Estado em relação a arquivos privados. Fontes de Financiamentos para a preservação e acesso a arquivos privados.
  6. Educação, Pesquisa e Recursos Humanos para os Arquivos: Formação e capacitação profissional: balanços e perspectivas. Produção e difusão de conhecimento arquivístico: a situação das linhas de pesquisa, dos periódicos especializados e outros canais de difusão do conhecimento arquivístico. Relações entre Universidades, Instituições e Serviços Arquivísticos. As associações profissionais e a atualização profissional. A profissão de arquivista no Brasil: regulamentação, perfis profissionais, formação, mercado de trabalho etc.

    Os representantes da Comissão Organizadora Regional colocam-se à disposição para ajudar no encaminhamento das discussões.

Contato: conferenciaarquivosul@sarh.rs.gov.br.

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