Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos: participe da 7ª edição de nosso curso de formação para professores!

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Entre hoje e o dia 20/09 estão abertas as inscrições para a 7ª edição do curso de formação para professores do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS! A participação é gratuita, com certificado de 40h. As vagas são limitadas, e serão destinadas, preferencialmente, para professores em pleno exercício de sala de aula.

Interessados devem enviar e-mail para acaoeducativa@smarh.rs.gov.br. Confira a programação:

Cartaz Curso PEP Profs 2017

Lista de Inscritos – Curso Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos: desafios do tempo presente.

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É com satisfação que divulgamos a lista de inscritos para o curso “Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos: desafios do tempo presente”.

As atividades começam nesta sexta-feira, 26/08, às 14h, no auditório do Arquivo Público (Rua Riachuelo, 1031, Centro de Porto Alegre). Até lá!

Lista de Inscritos Curso Educ Patrimonial 2016

Acesse aqui a programação completa.

Programa de Educação Patrimonial – Planejamento 2015

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Desde 2009 o APERS vem desenvolvendo seu Programa de Educação Patrimonial em parceria com a UFRGS, em especial com o Departamento de História e o Colégio de Aplicação. Conforme já divulgamos ao final de 2014, através dessa parceria foi possível captar recursos para 2015 e 2016 que viabilizarão a manutenção das ações, sua qualificação e aprofundamento. Neste sentido, para 2015 temos um planejamento diferenciado, elaborado a partir da reflexão sobre o trabalho desenvolvido ao longo do ano passado, que nos apontou para a necessidade de formação da equipe, de produção de publicações a partir de nossa experiência, e de qualificação da oficina Os Tesouros da Família Arquivo, que foi a primeira a ser criada e oferecida às escolas, ainda em 2009, e tem como fonte primária documentos que retratam o contexto da escravidão no Rio Grande do Sul.

Assim como em 2013, ao identificarmos a urgência em criar uma oficina para o Ensino Médio que tratasse do tema ditaduras e direitos humanos, organizamos o planejamento daquele ano de forma que pudéssemos dedicar o primeiro semestre à criação da oficina, e o segundo à aplicação dela e das demais que já oferecíamos, este ano vamos dedicar o primeiro semestre à qualificação da oficina Os Tesouros da Família Arquivo e para outras produções:

  1. Produção de um fôlder de divulgação e de uma revista sobre as ações do Programa, entre fevereiro e março;
  2. Realização de curso de formação da equipe em parceria com o GT Emancipações e Pós-Abolição da ANPUH-RS, entre os meses de abril e maio, com calendário a ser definido. O curso será aberto para professores da rede pública de ensino e versará sobre escravidão, liberdade e pós-abolição a partir de documentos de arquivo;
  3. Reformulação, entre maio e a primeira quinzena de junho, da oficina Os Tesouros da Família Arquivo a partir do aprendizado construído no curso;
  4. Oferecimento às turmas escolares da referida oficina já qualificada, entre a segunda quinzena de junho e a primeira de julho, antes das férias escolares.

Em relação ao segundo semestre, aproveitaremos o período de férias escolares para fazer ajustes nas demais oficinas, “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia” e “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos”, realizaremos em agosto a capacitação de novos oficineiros, voltada a estudantes de graduação em estágio curricular ou que desejem obter certificado de horas complementares, e em setembro retomaremos a agenda normal com as três oficinas, que se estenderá até a primeira semana de dezembro. No segundo semestre também pretendemos organizar e publicar um caderno de propostas pedagógicas para o momento “pós-oficina”, que contribuam para a continuidade do trabalho com Educação Patrimonial e documentos de arquivo após a vivência das turmas no APERS.

O contato para agendamento de oficinas poderá ser feito a partir de 01 de abril. As atividades são gratuitas e ofereceremos também o transporte para escolas. Desejando qualificar o agendamento, as marcações serão confirmadas mediante preenchimento de formulário que será enviado por nossa equipe aos professores e professoras. Outra novidade será um turno fixo quinzenal em que ofereceremos qualquer das três oficinas à noite. O objetivo é ampliar o trabalho com os cursos noturnos e com a EJA. Até o final de fevereiro divulgaremos em qual dia da semana isso ocorrerá. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br ou pelo fone (51)3288-9117.

Aproveitamos para reforçar a divulgação da distribuição das caixas pedagógicas AfricaNoArquivo, mais uma ação educativa de nossa instituição. As caixas estão disponíveis como doação para todas as escolas públicas de Porto Alegre, Canoas, Gravataí e Viamão, e podem ser retiradas no Arquivo Público de segunda a sexta das 08:30h às 17h. Para conhecer melhor esse projeto clique aqui.

Que 2015 seja muito produtivo e nos possibilite ampliar o alcance do Programa de Educação Patrimonial UFRGS/APERS!

Relatórios 2014 – DIPEP: Programa de Educação Patrimonial

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logo-pep_curvas2014 foi um ano e tanto para nosso Programa de Educação Patrimonial, desenvolvido com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e compreendido no APERS como parte de nossas ações educativas. Como o nome já diz, o Programa abrange uma série de ações realizadas ao longo de todo o ano, envolvendo uma equipe de estagiários, bolsistas e servidores. Graças a importante parceria com a UFRGS pudemos receber recursos do Edital ProExt, Programa de Extensão Universitária do MEC, que viabilizou o pagamento de transporte para turmas escolares, de bolsas para seis estudantes de graduação em História que, junto aos estagiários do APERS, tiveram intensa atuação como oficineiros ao longo do ano, e também de publicações que já foram empenhadas e serão lançadas no primeiro semestre de 2015.

Ao total foram realizadas 128 oficinas, que atenderam 2.720 estudantes das séries finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Dentre essas oficinas é interessante destacar que quatro foram oferecidas como vivências para uma turma de graduação em História da FAPA, uma turma do curso técnico de Turismo do SENAC, um grupo de professores em formação do município de Santo Antônio da Patrulha e um grupo de profissionais de instituições de memória que participaram da atividade dentro da programação do Seminário da Rede de Educadores em Museus. Entre todas foram 55 oficinas “Os Tesouros da Família Arquivo”, para os 6º e 7º anos do Ensino Fundamental, 21 oficinas “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia”, para os 8º e 9º anos, e 52 oficinas “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditaduras e Direitos Humanos”, para o Ensino Médio e EJA. No ano em que o Brasil rememorou os 50 anos do golpe militar de 1964 tivemos a oportunidade de debater o tema com mais de 1.000 estudantes, que vivenciaram esta última oficina criada no segundo semestre de 2013 a partir dos processos de indenização que compõem o acervo da Comissão Especial de Indenização salvaguardado pelo APERS.

Além das oficinas realizamos duas edições do Curso de Capacitação de Oficineiros, destinadas a estudantes de graduação em História e áreas ligadas ao Patrimônio Cultural. No primeiro semestre o processo de capacitação iniciou em 12 de março com 15 novos oficineiros. No segundo semestre foram mais 16 oficineiros que estiveram conosco a partir de 15 de agosto realizando seus estágios curriculares ou obtendo certificados de horas complementares. Esta ação se configura como um importante espaço de interação entre o APERS e as universidades, colocando o Arquivo como campo de estágio para graduandos, difundindo a educação patrimonial como metodologia de ensino e aprendizagem, e contribuindo para a formação de futuros educadores.

Também nos empenhamos no esforço anual de oferecer um espaço qualificado de formação continuada para professores, realizando a quarta edição do Curso Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos, que contou com 35 inscritos e 18 professores que foram até o final da formação. Foi excelente debater diversos temas como escravidão e liberdade, gênero, ditadura e direitos humanos a partir do patrimônio e de documentos de arquivo, estimulando o acesso aos bens culturais assim como sua valorização, análise e crítica, oportunizando fruição, informação e ferramentas para a leitura do mundo e a produção de conhecimento.

Para difundir e compartilhar nossas experiências participamos de diversos eventos. Em agosto estivemos no XII Encontro Estadual de História, promovido pela ANPUH-RS, onde foram apresentados os pôsteres “História, memória e verdade: reflexão sobre desafios éticos a partir da aplicação da oficina Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos”, de autoria dos estagiários Gabriel Amorim e Guilherme Tortelli, e “Patrimônio, Escravidão e Ensino: abordagens e desafios éticos no ensino sobre escravidão no Rio Grande do Sul a partir da oficina Os Tesouros da Família Arquivo”, do estagiário Eduardo Hass e do bolsista Gustavo Malossi; e a comunicação “Construção da oficina Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos – memórias, história e ética”, de autoria da historiadora Clarissa Sommer Alves. Em setembro a historiadora Clarissa apresentou a mesma oficina no Seminário Arquivos, Ditadura e Democracia, promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz – RJ) problematizando os papéis das instituições arquivísticas e as possibilidades de difusão e usos educativos de seus acervos. Em outubro participamos do 15º Salão de Extensão UFRGS, onde a estagiária Thaise Mazzei, sob orientação da professora Carla Rodeghero, apresentou a comunicação intitulada “Oficinas de Educação Patrimonial: graduandos e alunos da escola básica compartilhando um mesmo espaço de aprendizagem”, e em novembro da XX Jornada de Ensino de História e Educação, em que as historiadoras Clarissa Sommer, Nôva Brando e Vanessa Menezes ministraram para professores e estudantes de História uma versão adaptada da oficina Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos. No início de dezembro o Programa foi apresentado também no 1º Encontro Nacional de Extensão Universitária, que reuniu em Brasília professores e coordenadores de projetos e programas contemplados pelo edital ProExt, oportunidade em que fomos representado pelo professor Igor Teixeira, da UFRGS.

Outra ação realizada com apoio do Programa de Educação Patrimonial foi o projeto “AfricaNoArquivo: fontes de pesquisa & debates para a igualdade étnico-racial no Brasil”, através do qual distribuiremos centenas de caixas pedagógicas para escolas públicas de diversos municípios da região metropolitana de Porto Alegre, e que será objeto de um relatório específico a ser publicado em breve.

Felizmente nossa atuação, que vem se desenvolvendo e consolidando desde 2009, foi novamente reconhecida através do Edital ProExt 2015, de forma que teremos recursos garantidos para os próximos dois anos. A parceria com a UFRGS, reafirmada institucionalmente através da renovação de nosso convênio no final de 2014, afirma-se como fundamental, demonstrando a partir dessa experiência conjunta muito bem-sucedida o quão frutífera pode ser a aproximação entre universidades, instituições de memória e sociedade. Conforme planejamento que também postamos hoje, temos uma série de novos objetivos e de novos planos para 2015, que passam pela qualificação das oficinas, de nossa equipe e do registro de nossas ações, assim como pela produção e publicação de reflexões. Que 2015 seja tão produtivo quanto 2014 foi!

Chega ao fim mais uma edição do Curso de Formação para Professores do Programa de Educação Patrimonial

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Entre os meses de outubro e novembro realizamos a 4ª edição do curso de formação para professores oferecido por nosso Programa de Educação Patrimonial (PEP) em parceria entre APERS e UFRGS. O Curso Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos ocorreu ao longo de nove encontros, nas segundas à noite e aos sábados, e foi um espaço para troca de conhecimentos, estímulo à produção de novas metodologias e ao uso de fontes documentais e bens culturais nos processos de ensino e aprendizado.

No dia 06/10 realizamos o primeiro encontro, em que o Arquivo foi apresentado pela diretora Isabel Almeida, o Programa de Educação Patrimonial UFRGS/APERS foi apresentado pelo professor Igor Teixeira, e a dinâmica da “Caixa da Memória” foi conduzida pela professora Carla Rodeghero com auxílio da historiadora Clarissa Sommer, momento em que cada professor apresentou-se ao grupo a partir de um objetivo sensível para a história de sua trajetória de vida. Confira fotos desse momento:

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No dia 13 de outubro o professor Sérgio Osório apresentou o Projeto “Direitos Humanos, Movimento Estudantil no Julinho e Comissão da Verdade” (confirma o blog do projeto), desenvolvido dentro do Colégio Estadual Julio de Castilhos com a participação professores e estudantes, tendo como objetivo central o resgate e a problematização da história do Julinho no contexto da ditadura civil militar a partir de leituras, pesquisas em seu acervo, entrevistas com ex-alunos… Um excelente momento para verificar como os usos dos bens culturais produzidos pela comunidade escolar pode contribuir para os processos de ensino e aprendizagem, e para a construção de identidades no ambiente das escolas.

No dia 20 de outubro a equipe do Programa de Educação Patrimonial realizou a vivência da oficina Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditaduras e Direitos Humanos com o grupo de professores, oficina criada pelo Programa para atender turmas do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos. Assim foi possível debater mais formas de utilizar o patrimônio como fonte primária para o ensino.

 

Já no dia 27 recebemos Maria Cristina Padilha Leizke, do setor sócio-educativo-cultural do Museu da UFRGS, Éverton Quevedo, do Museu de História da Medicina (MUHM), e Rivadávia Padilha Vieira Jr., mestre em História que realizou práticas de Educação Patrimonial junto ao Museu Julio de Castilhos. Os três convidados compartilharam com o grupo de professores suas experiências na área de ação educativa em instituições de memória, apresentado possibilidades de ações a serem realizadas por educadores nesses espaços, problematizando as dificuldades encontradas pelas escolas para acessá-los, assim como as tensões constantes vivenciadas pelos profissionais de museus, arquivos e centros de memória para consolidar e difundir tais ações junto aos educadores.

No primeiro encontro de novembro, dia 01/11, recebemos o historiador Jovani Scherer, pesquisador e professor da rede municipal de Porto Alegre, que abordou as possibilidades de trabalho a partir de documentos de arquivo para tratar a história da escravidão e as relações étnico-raciais nas escolas, problematizando questões teóricas e metodológicas. Na segunda parte do encontro da historiadora Vanessa Menezes, do APERS, apresentou os projetos desenvolvidos pela instituição nessa área, e desafiou os professores a propor discussões e atividades a partir de documentos do acervo do Arquivo selecionados para o encontro.

O encontro seguinte, em 08/11, foi o dia de recebermos a historiadora Alessandra Carvalho, professora do Colégio de Aplicação da UFRJ, que abordou a formação de professores para trabalhar em sala de aula do tema ditaduras e direitos humanos, comentando experiências e fundamentos, tanto pedagógicos quanto epistemológicos para essa abordagem. Já a professora Carla Rodeghero, do Departamento de História da UFRGS e parceira de nosso Programa de Educação Patrimonial, trabalhou a questão das ditaduras e o debate sobre direitos humanos a partir de propostas de dinâmicas que envolvem o uso de testemunhos de vítimas da ditadura.

No dia 15/11 as historiadoras do APERS Clarissa Sommer e Nôva Brando realizaram dinâmicas sobre relações de gênero e igualdade a partir de bens culturais, debatendo conceitos como gênero, sexualidade, orientação sexual e violência de gênero, e propondo abordagens que contribuam para o fim de preconceitos, que podem ser suscitadas a partir de patrimônios como monumentos, acervos museais e documentos de arquivo. Na oportunidade trabalharam mais a fundo com processos de desquite da primeira metade do século passado, do Poder Judiciário.

O último encontro, realizado no dia 29/11, encerou o curso com chave de ouro: recebemos a pedagoga e socióloga Flávia Schilling, professora da Faculdade de Educação da USP, que nos brindou com a conferência “Educação e Direitos Humanos”, uma fala muito sensível a respeito do papel central que pode ser desempenhado pelos professores e pela escola na busca por uma sociedade justa, demonstrando que todas e todos nós estamos dentro dos embates políticos travados cotidianamente para garantir o direito à vida e à dignidade para cada ser humano.

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Agradecemos o empenho dos professores e professoras que seguiram até o final de nosso curso, e registrando nosso grande prazer em ter convivido e aprendido com cada participante e palestrante ao longo desse período. Esperamos que as vivências proporcionadas a partir desse espaço contribuam efetivamente para qualificar e dar sentido ao fazer docente de cada uma e cada um. Em 2015 tem mais!

Conferência com Flávia Schilling encerra Curso de Formação para Professores em 2014 – Participe!

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No dia 29/11, sábado, às 09:30h, ocorre no APERS a Conferência Educação e Direitos Humanos, atividade de encerramento da 4ª edição do Curso de Formação para Professores em Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos promovido pelo Programa de Educação Patrimonial UFRGS/APERS. A conferencista será Flávia Schilling, em atividade gratuita e aberta ao público sem necessidade de inscrição prévia.

Flávia Inês Schilling tem graduação em Pedagogia, mestrado em Educação e doutorado em Sociologia. Desde 2001 é professora da Faculdade de Educação da USP, tendo defendido tese de Livre Docência em 2012. Teve atuação em escolas e em organizações como o Núcleo de Estudos da Violência da USP, o Centro de Referência e Apoio à Vítima e a Comissão da Mulher do Parlamento Latino-americano. Suas pesquisas têm se dedicado aos seguintes temas: direitos humanos, violência, vitimização, corrupção e segurança pública, identidades, relações de gênero. Sua trajetória de vida também foi marcada pelas experiências do exílio, da clandestinidade, da prisão política e da reconstrução ao final do período da ditadura.

Informações: (51)3288-9117 ou acaoeducativa@sarh.rs.gov.br

2014.11.26 Cartaz Conferência Flávia Schilling

Resultado Pesquisa Ações Educativas

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Resultado pesquisaNo dia primeiro de outubro, junto com a Lista Final de Inscritos para o Curso de Formação de Professores – Edição 2014, divulgamos uma chamada para que os professores participassem de uma pesquisa elaborada pelo APERS sobre o desenvolvimento de Ações Educativas.

A pesquisa ficou disponível até essa segunda-feira, 6 de outubro e foi liberada tanto para os professores que participariam do curso (que receberam o convite para participarem da pesquisa por e-mail) quanto para os professores que acompanham as mídias institucionais do Arquivo. Hoje, publicizamos os resultados dessa primeira pesquisa aberta sobre as Ações Educativas desenvolvidas pelo Arquivo.

Contamos com 19 participações de pessoas que se dispuseram a responder um número de dez questões. De um modo geral, a maioria dessas pessoas ainda não participaram de atividade de caráter educativo desenvolvidas pela instituição. Entretanto, um número considerável reconhece as atividades oferecidas pelo APERS. Dentre essas atividades, as mais reconhecidas por esse público são o Curso de Formação para Professores e as Oficinas de Educação Patrimonial. Daqueles que conhecem as oficinas, uma pequena parte já vivenciou a dinâmica acompanhando de seus alunos.

Os professores foram questionados a respeito do conhecimento que tinham sobre outros dois projetos desenvolvidos pelo Arquivo, ÁfricaNoArquivo – Fontes de Pesquisa & Debates par a Igualdade Étnico-racial no Brasil e APERS? Presente, professor! – Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas. Sobre eles, a maioria respondeu que não conhecia as iniciativas. Sobre o Projeto APERS? Presente, professor!, um participante declarou guardar o material que recebe por e-mail para confeccioná-lo durante as férias. Também não foram tantos os professores que conheciam o Blog Temático Resistência em Arquivo e as publicações temáticas Arquivo & Diversidade Étnica e Lei 10.639 publicadas periodicamente no Blog do APERS.

Por fim, a grande maioria das pessoas declaram que tomam conhecimento das atividades e eventos promovidos pelo Arquivo a partir dos posts da Página do APERS no Facebook e das notícias encaminhadas pelo e-mail. Especificamente sobre o Curso de Formação de Professores, um participante foi informado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, parceira na construção do Programa de Educação Patrimonial. Outra consideração sobre o curso, foi o desejo manifestado de que ocorresse com mais frequência.

Agradecemos a participação dos professores nessa pesquisa, que foi uma primeira tentativa de nos aproximarmos da repercussão do trabalho realizado em Ações Educativas de forma mais sistematizada.

Para acessar o relatório completo da pesquisa, clique aqui.

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