Exibição do filme “Legalidade” no APERS

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2019.11.13 Exibição Legalidade

“Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país”.

Com o lançamento do filme Legalidade, dirigido por Zeca Brito e que tem Porto Alegre, especificamente o entorno da Praça da Matriz, como locação, o APERS convida seus servidores e comunidade em geral para uma sessão de cinema.

Após a exibição teremos uma visita guiada ao Arquivo, que foi palco para algumas cenas do filme. A mediação será por conta das colegas historiadoras Caroline Baseggio e Nôva Brando, falando um pouco sobre a Legalidade e difundindo alguns documentos do período que estão custodiados pela instituição.

Como toda sessão de cinema, não poderá faltar a pipoca que será por conta do APERS! Traga seu chimarrão e participe deste evento conosco. Será dia 22 de novembro de 2019, às 14h, no Auditório Marcos Justo Tramontini, Arquivo Público do RS, Rua Riachuelo, 1031.

Para marcar “sua poltrona” na nossa “Sala de Cinema” é necessário mandar um e-mail para divulga-apers@planejamento.rs.gov.br com nome completo e telefone. As vagas são limitadas.

Aguardamos vocês!

Relatórios 2015 – DIDOC: Exposições e eventos

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2016.01.27 Relatórios 2015 DIDOC - Exposições e eventos

Cumprindo seu papel social enquanto instituição pública de caráter cultural, em 2015 o APERS promoveu, sediou e participou de cursos, eventos e exposições, além dos já referidos no âmbito das ações educativas.

Entre os dias 31 de setembro e 02 de outubro foi da vez da III Jornada de Estudos sobre Ditaduras e Direitos Humanos, evento realizado bianualmente em parceria com o Departamento e o PPG em História da UFRGS e a Associação dos Amigos do APERS. Esta é uma atividade que envolve planejamento e trabalho ao longo de todo o ano, desde a construção do regulamento do evento, que estabelece as normas para participação de comunicadores e ouvintes, até a leitura e avaliação de trabalhos, montagem de mesas de debate e da estrutura do evento.

Em 2015 a Jornada contou com três mesas de debates, uma conferência, uma oficina, 44 trabalhos apresentados em sessões de comunicações, e com um público ouvinte que chegou a cerca de 100 pessoas. Tivemos a presença de pesquisadores de diversas regiões do estado e do país, com destaque para o interior do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Amapá. No primeiro semestre de 2016 vamos trabalhar na organização dos anais do evento, que divulgarão os artigos que foram a base para as comunicações apresentadas, e de um livro, construído a partir de textos produzidos pelos palestrantes, que participaram das mesas, oficina e conferência. Novidades em breve!

2015 também viu nascer os anais da XII Mostra de Pesquisa do APERS, evento realizado em 2014, cuja publicação em formato de e-book já está disponível. Clique aqui para acessar.

Em 2016 teremos a XIII Mostra, espaço que visa contribuir para a divulgação e discussão da recente produção intelectual das ciências sociais, humanas e da informação, promovendo a interação entre a comunidade pesquisadora e desta com os órgãos de guarda de acervos; incentivar a utilização de fontes primárias documentais em trabalhos de pesquisa e a realização de estudos a respeito de instituições de memória, suas funções e ações, e divulgar locais de pesquisas e seus respectivos acervos documentais. Fique atento ao blog para acompanhar o lançamento do regulamento, e participe!

De maio a agosto o Arquivo Público do RS também promoveu o Cinema no Arquivo, projeto que teve por objetivo disponibilizar espaços culturais para servidores da Casa, para o público que utiliza nossos serviços e para o público em geral através da projeção de filmes de longa e curta-metragem.

Nesse período foram exibidos dois longas-metragens: Koyaanisqatsi, de Godfrey Reggio; e O Ilusionista, de Jos Stelling; e dez curta metragem: O Comitê, de Peter Sykes; Inhabitants, de Artavazd Peleshian; H2O, de Ralph Steiner; Regen, de Joris Ivens; Ilha das Flores, de Jorge Furtado; Unglassed Windows Cast a Terrible Reflection, de Stan Brakhage; A Concha e o Clérigo, de Germaine Dula; Madame Tuti-Putli, de Chris Lavis e Maciek Szczerbowski; e a coletânea de curtas produzidos entre 1896 e 1906, por Alice Guy; além de duas produções audiovisuais de média e curta-metragem criadas a partir de imagens selecionadas do youtube com música autoral do grupo Dimensão Experimental: 1914 e Brasil um retorno a razão!?, ambos de Klaus Farina. Para saber mais, clique aqui.

Em 2015 nosso Espaço Joel Abílio Pinto dos Santos recebeu três exposições:

  • A (des)urbanização do meio ambiente: exposição fotográfica, que compôs o projeto Cinema no Arquivo, em parceria com o Museu da Comunicação Hipólito José da Costa, tendo como temática o meio ambiente, de 11 de maio a 26 de junho.
  • Mundos de dentro, mundos de fora: trabalhos artísticos de Carlos Giovane de Oliveira, Jacqueline Krueger e Teresa Noeci Brito da Silva, frequentadores da Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro, de 13 de julho a 14 de agosto, esta exposição também compôs o projeto Cinema no Arquivo.
  • Exposição de Banners do Memorial Jesuíta da Unisinos: reprodução de parte da Coleção de Obras Raras e Especiais do Memorial Jesuíta da Unisinos, de 13 a 28 de novembro.

No ano que passou o Arquivo Público do RS também participou e apoiou diversos eventos, cedendo seus espaços culturais e contribuindo na divulgação dos mesmos:

  • Programa Memória do Mundo – Oficina para Preparação de Candidatura Edital MoWBrasil
  • Lançamento do livro: Genealogia de Famílias Viamonenses
  • Lançamento da antologia 2ª Guerra Mundial – Reflexos no Brasil
  • Mês da Cultura de Santa Maria
  • Lançamento o Guia de Fundos das Câmaras Municipais do Rio Grande do Sul: período Colonial e Imperial – 1747 a 1889
  • I Jornada do GT História da Infância, Juventude e Família da ANPUH-RS
  • VIII Jornadas do GT Mundos do Trabalhos
  • Ciclo de Cinema e Debates “Mulher, Mulheres: história(s), gênero(s) e feminismo(s)”
  • Lançamento do livro Primitivos Digitais: uma abordagem arquivística

Contamos com a ampla participação de todos em nossos próximos eventos!

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Divulga APERS – Diretrizes 2016

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2016.01.06 Divulga APERS – Diretrizes 2015Hoje divulgamos as diretrizes gerais de nossas mídias virtuais e artigos periódicos que pretendemos publicar aqui no blog ao longo deste ano!

Para o blog institucional:

A partir de março as Técnicas em Assuntos Culturais Gigliori Rodrigues e Caroline Baseggio publicarão na categoria Pesquisando no Arquivo, na segunda semana de cada mês, artigos abordando as possibilidades de pesquisa nos acervos do APERS.

Na terceira semana a partir de março a Técnica em Assuntos Culturais Nôva Brando escreverá resenhas mensais de artigos publicados em edições de nossa Mostra de Pesquisa, instigando os pesquisadores a inscreverem seus trabalhos na edição de 2016.

Na quarta semana, a partir do mês de abril e de forma bimensal, nossa Técnica em Assuntos Culturais Clarissa Alves continuará a publicar seus artigos na categoria Mulheres no APERS, nos instigando ao debate sobre a temática tendo como ponto de partida o catálogo seletivo resultante do projeto “Afinal, onde estão as mulheres no APERS? Gênero, memória e história”. E a partir de maio Clarissa continuará a publicar na categoria Ação Educativa em Arquivos sobre experiências de ações educativas em instituições arquivísticas.

Na página no Facebook publicaremos chamadas para artigos publicados em anos anteriores em nosso blog institucional, nas terças e quintas-feiras, e claro, às quartas-feiras continuaremos a fazer as chamadas das publicações semanais! Assim, nas terças-feiras faremos chamadas para artigos publicados em 2015 nas categorias Ação Educativa em Arquivos, Acervo da Justiça e Pesquisa Histórica, AfricaNoArquivo, Mulheres no APERS, gênero e história, e Pesquisando no Arquivo, e nas quintas-feiras publicaremos chamadas para as dicas da categoria Mundos dos Arquivos publicadas na temporada de 2013.

Quanto ao Twitter continuaremos a postar, de segunda a sexta-feira, dicas que envolvam a área de atuação do APERS, além das chamadas para os conteúdos publicados em nosso blog institucional e replicações das postagens do Facebook.

Para 2016 desejamos que você continue a nos acompanhar pelas mídias, mas claro, também queremos sua presença em nossa Sala de Pesquisa, eventos e demais atividades que realizamos visando sua participação e interação!

Relatórios 2015 – DIDOC: Divulga APERS

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O Divulga APERS, núcleo de difusão virtual do Arquivo Público do RS através deste blog, Twitter e Facebook obteve grande êxito em 2015! Internamente a equipe do Divulga APERS, um núcleo da Divisão de Documentação (DIDOC), procurou incentivar os colegas a escreverem notícias relacionadas diretamente com as atividades-fim do Arquivo, sempre prestando o serviço de editoração final dos artigos. Foram mantidas as postagens periódicas em nosso Blog, sendo que algumas já existentes continuaram e também foram criadas novas, confira:

Durante o ano publicamos as seguintes sessões periódicas:

– Cinema no Arquivo: de março a agosto o Técnico em Assuntos Culturais Claus Farina publicou resenha dos filmes exibidos no projeto Cinema no Arquivo. Para acessar clique aqui.

– Mulheres no APERS: nossa Técnica em Assuntos Culturais Clarissa Alves publicou seus artigos nos instigando ao debate sobre a temática tendo como ponto de partida documentos que compõem o catálogo seletivo resultante do projeto “Afinal, onde estão as mulheres no APERS? Gênero, memória e história”. Acesse aqui.

– Acervo da Justiça & Pesquisa Histórica: na segunda semana, bimensalmente, desde maio, a Técnica em Assuntos Culturais Nôva Brando publicou artigos com base nos processos administrativos do fundo Secretaria da Justiça, que está em fase de tratamento técnico. Clique aqui e acesse.

– Ação Educativa em Arquivos: na terceira semana de cada mês, desde março, as Técnicas em Assuntos Culturais Clarissa Alves e Nôva Brando publicaram artigos sobre as experiências de ações educativas em instituições arquivísticas. Para acessar, clique aqui.

– Pesquisando no Arquivo: também na terceira semana de cada mês, desde março, as Técnicas em Assuntos Culturais Angelita Silva e Roberta Scholz publicaram artigos sobre documentos “interessantes” que compõem o nosso acervo do Poder Judiciário. Acesse aqui.

– AfricaNoArquivo: na quarta semana de cada mês, desde fevereiro, a Técnica em Assuntos Culturais Clarissa Alves compartilhou na categoria AfricaNoArquivo  os materiais produzidos para a caixa pedagógica do Projeto AfricaNoArquivo: fontes de pesquisa & debates para a igualdade étnico-racial no Brasil. Clique aqui e acesse.

– APERS? Presente, professor!: na última semana dos meses de abril, maio, junho, agosto, setembro e outubro a Técnica em Assuntos Culturais Nôva Brando publicou propostas pedagógicas a partir de fontes arquivísticas tendo por temática direitos humanos. Para acessar, clique aqui.

Em nossa página no Facebook publicamos as fotos das oficinas de educação patrimonial, visando uma maior interação com a sociedade, que tem sido de grande sucesso, tendo em vista o número de ‘curtidas’ e compartilhamento das imagens e álbuns.

No ano que passou somamos 116.863 visualizações a nosso blog, 44,30% a mais que em 2014, chegamos a 3.965 curtidas em nossa página no Facebook e a 1.410 seguidores no Twitter, demonstrando que estes canais de comunicação estão sendo bem aceitos por você, nosso usuário, o que nos motiva a cada vez mais trabalhar para a transparência de nossas atividades e difusão de nossa instituição e seus serviços. Confira abaixo alguns dados estatísticos referentes ao Divulga APERS:

Cinema no Arquivo: Curta no Almoço

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2015.08.05 CINEMA NO ARQUIVO blog e face i

Na próxima quarta-feira, 12 de agosto, a partir das 12h, o Arquivo Público do RS apresentará duas produções audiovisuais de média e curta-metragem criadas a partir de imagens selecionadas do youtube com música autoral do grupo Dimensão Experimental.

Confira as sinopses abaixo.

1914 (2015 – Brasil), de Klaus Farina

“Filas de rostos pálidos murmurando, máscaras de medo, Eles deixam as trincheiras, subindo pela borda, Enquanto o tempo bate vazio e apressado nos pulsos, E a esperança, de olhos furtivos e punhos cerrados, Naufraga na lama. Ó Jesus , fazei com que isso acabe”.

A poesia de Siegfried Sassoon abre o documentário musical “1914” sobre a Primeira Guerra Mundial. Este é o mais recente trabalho do projeto cultural Música, Cinema e Memória de autoria do grupo Dimensão Experimental. Este projeto tem como objetivo o resgate e uma releitura da linguagem do cinema silencioso. “1914” é inspirado em imagens coletadas no youtube de filmes antigos feitos por cinegrafistas, jornalistas e outros que cobriram a Primeira Guerra Mundial. Este conflito mudou os rumos da história da humanidade, inaugurando uma era de violência extrema que, conforme o historiador Eric Hobsbawm, marcou a característica do século XX.

“1914” foi roteirizado e editado sob a forma de um documentário mudo musicado ao vivo. A trilha sonora é de autoria do grupo Dimensão Experimental (Álvaro Sabóia, Mozart Dutra e Klaus Farina) que também assinam os arranjos.

Brasil um retorno a razão!? (2014 – Brasil), de Klaus Farina

“Brasil um retorno a razão!?” é um minidocumentário experimental feito com imagens coletadas no youtube sobre os movimentos de junho de 2013 em contraste com os acontecimentos dos últimos 50 anos ocorridos no Brasil, como o golpe de 1964, a revolta da juventude de 1968, as diretas já de 1984 e o “Fora Collor” de 1992, mescladas às imagens de filmes experimentais dos anos 1920 como metáforas das engrenagens sociais.

A entrada é franca e não precisa de agendamento prévio.

Participe!

Cinema no Arquivo: O Ilusionista

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    O Cinema no Arquivo projetou, no dia 16 de julho, no auditório Marcos Justo Tramontini, o filme O Ilusionista, de Jos Stelling. Após a exibição do filme, a Professora de Filosofia da Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Doutora em Filosofia pela UFRGS, Ana Carolina da Costa e Fonseca, conversou com o público sobre o desconforto e o dilema que o filme provoca, por se tratar o que vulgarmente se considera “loucura” e “normalidade”. Ela destacou que o diretor pode ter se utilizado dos trabalhos de Friedrich Nietzsche, Michel Foucault, Sigmund Freud e Wilhelm Reich para desconstruir estes conceitos, questionando a suposta normalidade da sociedade, revelando a doença social que está presente em cada um de nós.

    Algumas faces da “loucura”, como a do artista que é incompreendido na sociedade, pois não se enquadra nos supostos padrões de normalidade, e a do doente mental, cujo preconceito e intolerância segregam, são facilmente identificadas no filme, porém loucura e normalidade se misturam a ponto de não se saber quem é o “louco” e quem é o “normal”, mostrando que a dita normalidade não passa de um equívoco. Cada um pode parecer “louco” aos olhos do outro; ou seja, O Ilusionista provoca a discussão do que é normalidade, fato que causou certo alvoroço na plateia. Concordando ou não com os conceitos abordados, ele provoca certa estranheza que certamente nos levará a questionamentos internos da relação de nosso papel tanto na sociedade quanto em nosso universo interior.

   As imagens, aliadas à música, falam por meio de símbolos, como frases incompletas em letreiros, pintura lobotomizada de Freud, moscas mortas a martelada, uma mãe controladora, um suicida, uma situação quase incestuosa da mãe com um dos filhos, um caixão virado de cabeça para baixo e padres rindo desta situação (demonstrando um comportamento inadequado como sacerdotes e guardiões da moralidade), a dependência dos óculos que os dois principais personagens têm (pois enxergam a realidade de forma diferente sem eles).

   De qualquer forma, há muitas cargas dramáticas que norteiam as cenas desta obra, fazendo de “O Ilusionista” um filme para ser visto várias vezes.

    Confira as imagens do evento abaixo!

Exposição Mundos de Dentro, Mundos de Fora

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Na última quinta-feira, 16 de julho, o APERS promoveu o encontro de três frequentadores da Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro. Carlos Giovane de Oliveira, Teresa Noeci Brito da Silva e Jacqueline Krueger estiveram presentes com familiares e amigos para celebrar a Exposição Mundos de Dentro, Mundos de Fora.

Partindo de experiências sensoriais e das observações do cotidiano, os três artistas fazem trabalhos diferenciados, tanto na forma de expressão quanto no material utilizado.

01 Carlos GiovaneCarlos Giovane, 49 anos, mora em Novo Hamburgo e frequenta a Oficina desde fevereiro de 2014. Sua técnica utilizada é a colagem. Contumaz observador, ele procura em revistas, imagens e cores que farão parte do mosaico de sua criação. Sua preferência recai sobre páginas coloridas e brilhantes. Giovane considera-se metódico em seu trabalho, buscando sempre um resultado que satisfaça suas exigências. Por conta disso, ele está participando do VI Concurso Nacional de pintura, poesia e desenhos, da Arte de Viver, Valorizar Vidas por meio da Arte, em São Paulo. É mais um estímulo para que ele siga criando imagens a partir de seu mundo interior.

02 TeresaTeresa Noeci, 48 anos, moradora da Lomba do Pinheiro, frequenta a Oficina desde 2004. Alegre e extrovertida, adora os trabalhos que faz. Começou fazendo trabalhos manuais com linha, passou pelas têmperas e, neste momento, cria suas “baianas tropicanas” de tecido e renda que ela borda em quadrados que podem ser utilizados em almofadas, travesseiros, roupas ou onde a imaginação desejar. Considera-se uma autodidata e adora criar coisas. Para Teresa, suas belas “baianas tropicanas” representam todas as pluralidades dos povos, as diferentes culturas que estão inseridas numa festa só, o carnaval. Teresa frequenta a Oficina nas terças e quintas-feiras, sempre disposta a buscar novidades.

03 JacquelineJacqueline, 49 anos, está na Oficina desde 2005. Sua técnica está na pintura monocromática feita em papel Canson, bege ou branco, com caneta Nanquim de várias pontas (preferencialmente na cor preta). Sua criatividade permite que ela trabalhe vários detalhes em linhas milimétricas que formam paisagens ora abstratas ora alusivas à natureza. Dotada de grande habilidade no manuseio da caneta, Jacqueline deixa-se “acontecer”. Para ela, são sentimentos que saem espontaneamente, prazeirosamente, resultando num trabalho que ela não pretende explicar ou interpretar. Ela se permite utilizar sua liberdade ao desenhar o que surge de seu mundo interior, desejando que a mesma liberdade seja também utilizada no momento em que seus trabalhos são apreciados. Além da Oficina de Criatividade, Jacqueline também participa do Atelier de Escrita, transformando em versos sentimentos e emoções que preenchem seu rico universo.

Bárbara Neubarth, coordenadora da Oficina de Criatividade, estimula seus frequentadores e se diz admiradora de criações que surgem a partir dos encontros semanais.

Venha ver os trabalhos de Giovane, Teresa e Jacqueline que estão em exposição na Sala Joél Abilio Pinto dos Santos do Arquivo Público do Estado, a visitação pode ser feita das 8h30 às 17h até o dia 14 de agosto de 2015.

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