Hoje tem APERS no Programa Nação da TVE, assista!

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Hoje, às 22h30min, vai ao ar a segunda parte do programa Nação da TVE RS apresentado pela jornalista Fernanda Carvalho, gravado no Arquivo Público do RS, com a participação de nossas servidoras Aerta Moscon, arquivista, e Caroline Baseggio, técnica em assuntos culturais – historiadora.

De acordo com a emissora, o Programa Nação desta semana continua a busca pelas raízes africanas, mostrando registros e certidões do século XIX que permitem a localização de antepassados através do projeto Cartas de Liberdade do Arquivo Público do RS. E também como a genética, através de testes de DNA, pode ajudar a reconstituir a história dos afrodescendentes.

Além de nossas servidoras participam do programa os professores de história Walter Lippold e Adriano Viaro e a bióloga Rosa Maria Tavares Andrade.

O programa Nação vai ao ar hoje, às 22h30min, e sábado, às 19h30min, na TVE RS e também ao vivo pela internet (clique aqui e acesse o link) e quinta-feira, a meia noite, e domingo, às 6h, na TV Brasil.

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Servidoras do APERS participaram do Programa Nação da TVE

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     Dia 6 de abril, no Programa Nação da TVE, foi ao ar “Origens África Episódio 2”, sobre a busca pelas raízes africanas na formação brasileira, que teve a participação das servidoras do Arquivo Público do RS, Aerta Grazzioli Moscon e Caroline Baseggio.

     As servidoras foram entrevistadas e explicaram como se deu o trabalho de elaboração dos Catálogos Seletivos sobre Documentos da Escravidão, desenvolvido, desde 2006, a partir do acervo da instituição.

     O episódio buscou mostrar que a identidade negra pode ser resgatada de diversas formas, seja por meio de fontes documentais, seja pelo avanço da ciência e novas tecnologias. Veja o programa abaixo:

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Projeto AfricaNoArquivo é divulgado pelo Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra (PRDCN)

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     No final do mês de setembro o Projeto AfricaNoArquivo recebeu uma divulgação especial: um vídeo feito pela professora Carla Lopes, atuante na área de História, Arquivologia e Gestão da Informação, professora de História e coordenadora pedagógica da rede pública estadual de ensino no Rio de Janeiro, criadora e coordenadora do Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra (PRDCN). O PRDCN é uma experiência metodológica de implementação da Lei 10.639/03 e um observatório de práticas pedagógicas em Educação para as Relações Étnico-raciais.

     O vídeo foi produzido a partir de uma viagem a Porto Alegre, na qual a prof.ª Carla pode conhecer o Arquivo Histórico e o Arquivo Público do Rio Grande do Sul. Assim, ela comenta sobre a publicação “RS Negro: cartografias sobre a produção do conhecimento”, organizada em parceria entre o AHRS e a PUC-RS, e sobre uma série de projetos com os quais tomou contato no APERS, desenvolvidos no âmbito da difusão de acervos e da Educação Patrimonial, relacionados à história da escravização e da luta por liberdade no Rio Grande do Sul, numa perspectiva antirracista.

     Carla fala da caixa pedagógica AfricaNoArquivo, conectando-a com as demais ações desenvolvidas pelo Arquivo Público, que destacam as contribuições de negras e negros na formação história e social do RS, como os Catálogos de Documentos da Escravidão e a oficina Os Tesouros da Família Arquivo. A professora referencia a qualidade do material e evidencia o importante papel que as instituições arquivísticas têm, como lugares de memórias, no acesso à informação, na produção e difusão de conhecimentos, e na efetivação da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas públicas do Brasil. Assista ao vídeo abaixo, ou neste link:

     Agradecemos a visita, o reconhecimento, e mais essa oportunidade de divulgar um trabalho que vem sendo feito com muita convicção e carinho pela equipe do APERS.

Arquivos & Diversidade Étnica: fontes e materiais didáticos para a História Indígena

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Após uma série de postagens sobre documentos relacionados à escravidão que serão difundidos nas escolas através do projeto AfricaNoArquivo, hoje retornamos às dicas e reflexões sobre História Indígena, apresentando o site América Indígena: repositório digital de fontes históricas e materiais didáticos.

Site América Indígena

Elaborado a partir do Projeto de Pesquisa “América indígena: Cultura Histórica e Ensino de História”, desenvolvido no Laboratório de Ensino de História (LABEH) da Universidade de Brasília (UnB), o portal tem como principal objetivo difundir fontes históricas e propostas pedagógicas para o ensino de história da América indígena pré-colombiana e colonial. Apresenta fichas temáticas com propostas de abordagem em sala de aula a partir de excertos de cartas, crônicas, relatos de viagens e tratados, assim como disponibiliza uma série de mapas, imagens e vídeos.

Na ficha temática intitulada “Casamento e poligamia entre os tupinambás”, por exemplo, escolheu-se um trecho do relato de 1557 de Hans Staden, marinheiro alemão que foi aprisionado por indígenas tupinambás e com eles conviveu por nove meses. No capítulo 18 de sua obra Hans afirma: A maior parte dos homens tem apenas uma mulher; mas alguns têm mais. Certos chefes chegam a quatorze mulheres. O chefe, Abati-poçanga, a quem fui dado por fim, e de quem os franceses compraram minha Liberdade, tinha muitas mulheres. Sua primeira mulher era a de maior prestígio entre elas. Cada uma possuía seu espaço reservado na cabana, sua fogueira própria e sua plantação de mandioca. Ele permanecia no espaço reservado daquela com quem estava no momento e que lhe dava comida. Assim, o chefe ia percorrendo o circulo de suas mulheres. Os filhos que já eram capazes caçavam e traziam todas as presas capturadas para suas mães, que cozinhavam e dividiam com as outras. Elas se relacionavam bastante bem entre si. Também é comum que um homem dê sua mulher de presente para outro, quando está farto dela. Do mesmo modo, costumam dar suas filhas ou irmãs de presente.

Gravura de Theodore de Bry para o livro de Hans Stade (1557) - Viagem à terra do Brasil.

Gravura de Theodore de Bry para o livro de Hans Stade (1557) – Viagem à terra do Brasil.

Mesmo que estejamos em pleno século XXI, o relato apresentado no trecho entra em choque com nossa cultura ocidental cristã baseada na monogamia. A partir dele a proposta didática levantada pela equipe do projeto sugere que os estudantes discutam o ponto de vista dos europeus cristãos a respeito dos casamentos e da poligamia observada entre os índios na época colonial; que mudanças os europeus colonizadores introduziram nas formas de casamento e nos papéis desempenhados por homens e mulheres no Brasil; por que estas mudanças foram introduzida; e de que forma os relatos do autor puderam interferir nas relações dos portugueses com os índios na época da colonização. Sugerem ainda a utilização de imagens e multimídias nessa aula.

Percebemos que a partir de um pequeno texto, que pode ser facilmente acessado através da internet, é possível realizar uma série de questionamentos, e aproximar os estudantes de uma realidade que lhes é muito distante, afinal, o ensino de história indígena vem sendo negligenciado, ou tratado com parte da história colonial portuguesa, sem dar a visibilidade necessária aos ameríndios como agentes históricos. A utilização de fontes históricas, sejam elas arquivísticas ou não, pode ser uma excelente forma de qualificar o processo de ensino e aprendizagem nesse sentido. Em seu artigo sobre documentos e instrumentos de pesquisa para a história indígena a historiadora Juciene Apolinário aponta que “não é tarefa fácil identificar, documentar e interpretar os eventos, processos e percepções que envolveram as populações indígenas, haja vista que a documentação trata, na sua maioria, das visões dos colonizadores. ‘Até mesmo algumas posturas historiográficas desqualificam os índios enquanto atores sociais legítimos’ (MONTEIRO, 1999). No entanto, até mesmo a negação e silenciamento, como já se asseverou, explícita na documentação colonial, tornam-se vestígios e sinais para se repensar as ações políticas dos povos indígenas, reavaliando as relações sociais que os diferentes atores nativos criaram a partir do pós-contato”.

Desejamos que o acesso a informações e propostas pedagógicas desse tipo seja um estímulo ao trabalho com história indígena nas escolas!

APERS no “Viva o Centro a Pé na COPA”

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2014.06.18 Viva o centro a pe

     Tendo em vista a Copa do Mundo de 2014, o “Viva o Centro a Pé” programou roteiros especiais para que os turistas conheçam o Centro Histórico de Porto Alegre.

      No dia 26 de junho, quinta-feira, ocorre uma das edições da caminhada orientada em que o Arquivo Público do RS integrará o roteiro.

     A visitação ocorrerá no “Centro Alto” e a descrição dos roteiros será feita na língua inglesa; as saídas serão do Centro de Informações Turísticas (CIT) do Centro Histórico no Mercado Público, às 10 horas, com duração de 1h:30min. Os interessados devem chegar ao local 20 minutos antes para solicitar inscrição.

     A Caminhada é uma realização da Secretaria Municipal de Cultura, Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo e Programa Viva o Centro, com apoio da EPTC.

     Confira a programação:

  • Dia 17/06, terça-feira – arquiteto Lucas Volpatto. Roteiro: Paço Municipal (visitação interna), Mercado Público, Chalé da Praça 15, Praça Otávio Rocha, Igreja São José (visitação interna).
  • Dia 19/06, quinta-feira – arquiteto Lucas Volpatto. Roteiro: Av. Borges de Medeiros, Viaduto Otávio Rocha, Catedral Metropolitana (visitação interna) e Pinacoteca Ruben Berta (visitação interna).
  • Dia 23/06, segunda-feira – arquiteto Lucas Volpatto. Roteiro: Praça Montevidéu, Praça da Alfândega, MARGS, Santander Cultural, Memorial do RS, Av. Sepúlveda.
  • Dia 24/06, terça-feira – arquiteto Cláudio Calovi. Roteiro: Praça Montevidéu, Av. Borges de Medeiros, Viaduto Otávio Rocha, Theatro São Pedro (visitação interna) e Praça da Matriz.
  • Dia 26/06, quinta-feira – arquiteto Cláudio Calovi. Roteiro: Paço Municipal (visitação interna), Viaduto Otávio Rocha, Arquivo Público do Estado do RS (visitação interna).
  • Dia 30/06, segunda-feira – arquiteto Cláudio Calovi. Roteiro: Praça Montevidéu, Praça da Alfândega, MARGS, Santander Cultural, Memorial do RS, Av. Sepúlveda.
  • Dia 1º/07, terça-feira – arquiteto Lucas Volpatto. Roteiro: Praça Montevidéu, Mercado Público, Praça da Alfândega, Igreja das Dores.

Participação do APERS no “Viva o Centro a Pé”

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2014-03-26-apers-no-viva-o-centro-a-pe     No último sábado, dia 22, cerca de 35 pessoas participaram da Caminhada Orientada “Viva o Centro a Pé”, na qual o Arquivo Público do RS fez parte do roteiro. O evento foi realizado com audiodescrição, o que permitiu às pessoas com deficiência visual conhecerem, por intermédio de descrições detalhadas, a forma, a disposição e as características arquitetônicas dos prédios que integram o conjunto arquitetônico do APERS, bem como a sua relação com o contexto histórico refletido nessas construções.

     A recepção aos visitantes, no APERS, foi feita pelas servidoras Maria Lúcia Ricardo Souto e Iara Gomide Machado, as quais discorreram acerca das atividades desenvolvidas pelo APERS, dentre elas Preservação Documental e Sistema de Arquivos do Estado do RS (SIARQ/RS). Além disso, os visitantes tiveram a oportunidade de prestigiar a Exposição fotográfica “Olhares”, que se encontra na Sala Joel Abílio Pinto dos Santos.

     Por fim, é sempre muito gratificante ao APERS poder participar deste evento, pois é uma oportunidade de interagir com a comunidade, difundir a instituição e o respectivo acervo, promovendo o acesso à informação e à cultura.

     Confira abaixo a reprodução de algumas fotos do evento.

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Concurso Cultural “Mundo dos Arquivos”: resultado!

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2014.02.26 Resultado Concurso Cultural

   Nosso Concurso Cultural “Mundo dos Arquivos” foi um sucesso! Tivemos a participação de oito concorrentes, de Estados variados: Bahia, Rio de Janeiro, Paraíba e aqui do Rio Grande do Sul. Ficamos muito felizes, pois demonstra que um de nossos objetivos, o de extrapolar as barreiras geográficas e divulgar o APERS além Porto Alegre, está sendo alcançado!

   Mas vamos ao resultado! Com 77 votos, 44% do total dos 176 votos, o vencedor é FRANÇOIS BRAGA DE AZEVEDO FILHO, com a frase “Mundo dos Arquivos, um mundo a descobrir.”. Parabéns François!

   Agradecemos a participação de todos e em especial a Ricardo Sodré Andrade, autor de “A Ordem dos Arquivistas: Centésimo”, e Juliana Kirchhof, autora de “A Pequena Arquivista e o curioso caso do menino que nunca nasceu”, os quais doaram um exemplar de seus livros para premiação do vencedor.

2014.02.26 Resultado Concurso Cultural

Resultado Concurso Cultural “Mundo dos Arquivos” APERS

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