Participe junto com o APERS da II Semana Acadêmica de História da PUC

Deixe um comentário

Imagem

Já estão abertas as inscrições para participação no minicurso Historiadores em Arquivos: por quê?. Nessa atividade, serão apresentados trabalhos que foram realizados por historiadores no Arquivo Público do Rio Grande do Sul, a partir do acervo da instituição, na perspectiva das problematizações da história pública e no contexto de atuação das Comissões Nacional e Estadual da Verdade. Além disso, tendo como ponto de partida reproduções de documentos do APERS, serão propostas atividades e provocadas reflexões acerca da importância da presença de historiadores em instituições de guarda de acervo, sobretudo públicas; da importância dos arquivos para a preservação, organização e garantia de acesso aos documentos; e das funções sociais que guardam consigo os arquivos, naquilo que diz respeito a ampliação do espaço de produção, do público que elabora e acessa informações e dos usos do conhecimento histórico.

A programação completa do evento pode ser acessada em II Semana Acadêmica do Curso de História, local no qual também são realizadas gratuitamente as inscrições. Faça já a sua e participe!

Oficina de leitura de documentos judiciários: inscrições abertas!

Deixe um comentário

2019.07.17 Oficina Leitura Docs Judiciais Cartaz 2

  • INSCRIÇÕES: O formulário de inscrição deverá ser baixado (clique aqui) e enviado preenchido para o e-mail rodrigo-weimer@planejamento.rs.gov.br até a data-limite (26/7/2019). Serão escolhidas três inscrições – considerando a data de recepção da ficha preenchida – que atenderem os pré-requisitos (ser estudante de mestrado, pesquisar fontes do Arquivo Público e ter disponibilidade para frequentar o APERS com regularidade). Serão priorizados/as pesquisadores/as mais inexperientes no estudo de fontes judiciais.
  • DIVULGAÇÃO DOS ACEITES: As inscrições poderão ser deferidas ou não, conforme o preenchimento das vagas. Resultados: primeira semana de agosto.
  • Será realizada uma primeira reunião com o/a mestrando logo após o aceite da inscrição.

Oficina de leitura de documentos judiciários: nova edição!

Deixe um comentário

2019.07.10 cartaz 1 - oficina

  • INSCRIÇÕES: O formulário de inscrição deverá ser baixado do blog do Arquivo (clique aqui) e enviado preenchido para o e-mail rodrigo-weimer@planejamento.rs.gov.br até a data-limite (26/7/2019). Serão escolhidas três inscrições – considerando a data de recepção da ficha preenchida – que atenderem os pré-requisitos (ser estudante de mestrado, pesquisar fontes do Arquivo Público e ter disponibilidade para frequentar o APERS com regularidade). Serão priorizados(as) pesquisadores(as) mais inexperientes no estudo de fontes judiciais.

  • DIVULGAÇÃO DOS ACEITES: As inscrições poderão ser deferidas ou não, conforme o preenchimento das vagas. Resultados: primeira semana de agosto.

  • Será realizada uma primeira reunião com o(a) mestrando(a) logo após o aceite da inscrição.

Estágio Curricular em História, edição 2019: pesquisa histórica e difusão de acervos III

Deixe um comentário

Nessa semana, damos sequência a nossa série de publicações que divulgam os textos dos alunos que participaram do Estágio Curricular em Hisória do APERS. E para hoje, temos o texto História Pública e Arquivo – o caso da tutela de Maria Jose da Silva, de autoria de Rodrigo Garcia Garay, aluno do curso de Bacharelado em História da UFRGS.

Rodrigo não conseguiu circunscrever sua escrita ao limite de tamanho que costumamos atribuir aos textos publicados no Blog do APERS. O graduando uniu os conhecimentos compartilhados no estágio e as discussões realizadas na disciplina de História Pública cursada durante esse semestre para problematizar informações contidas no processo de tutela por ele selecionado aqui no APERS. Adiantamos que, dessa vez, desculpamos o autor pela extensão do texto, só porque a reflexão valeu as seis páginas do arquivo que disponibilizamos na íntegra logo após a introdução do texto que segue:

Imagem

Fragmento da Capa do Processo nº. 600 da 3ª Vara de Orphaos de Porto Alegre.

A História Pública surgiu oficialmente nos anos 70, nos Estados Unidos, com o trabalho pioneiro do historiador Robert Kelley. Naquela época e contexto social, a História Pública diferia-se da História acadêmica em que os historiadores públicos buscavam empregos em instituições (públicas ou privadas) fora das universidades (MALERBA, 2018:124). Desde então, o conceito e a prática da História Pública têm se consolidado ao redor do mundo e, igualmente, nas universidades brasileiras. Inicialmente, a História Pública, no Brasil, pareceu estar mais relacionada à história das instituições, à investigação realizada nos arquivos públicos (SANTHIAGO, 2016:23). Hoje em dia, não obstante, a definição de História Pública (e consequentemente, o seu campo de prática) ganhou maior amplitude: trata-se de uma forma de apresentar o passado para diferentes audiências, as quais incluem museus, filmes, ficções históricas, jornalismo histórico, blogues, sites da WWW (LIDDINGTON, 2002:84), além dos já mencionados arquivos, custodes do patrimônio e da memória social institucionalizada. As questões precípuas da memória e gestão do patrimônio, do treinamento especializado e da ética na prática histórica, bem como o problema do espaço de emprego do historiador (a dicotomia academia-espaços/instituições públicas), parecem, contudo, permear esta “nova maneira” de fazermos história. Neste texto, discutiremos brevemente a importância do historiador público no espaço de memória institucional por excelência: o arquivo público.

Consideramos, a partir dos elementos fundamentais mencionados acima, que o historiador cuja atividade profissional se dá no espaço do arquivo é um historiador público tanto por trabalhar em uma instituição governamental (donde o adjetivo público), quanto por prover um serviço de acesso à informação aberto ao grande público, isto é, o povo (seja este composto de especialistas ou amadores). Consideramos, finalmente, que a “grande” História é uma forma narrativa escrita, apoiada na memória e em evidências; é por intermédio desta narrativa que nos apropriamos, organizamos e fazemos sentido dos fatos do passado. Para responder a questão da História Pública e arquivo, norteadora do presente texto, começaremos então, por contar uma pequena história da antiga Porto Alegre. Para acessá-la, bem como o texto na íntegra, clique aqui.

Notícias relacionadas:

12/06/2019: Estágio Curricular em História, edição 2019: pesquisa histórica e difusão de acervos

26/06/2019: Estágio Curricular em História, edição 2019: pesquisa histórica e difusão de acervos II

Estágio Curricular em História, edição 2019: pesquisa histórica e difusão de acervos II

Deixe um comentário

Hoje continuamos com a divulgação dos textos de difusão de acervos produzidos pelos estudantes do curso de História que realizaram, no mês de maio, o estágio curricular no APERS. Nesse post, vamos compartilhar o texto da Maria Clara Maduro Hagen. Segue abaixo:

Maria Clara_foto

Processos Judiciais de Tutela

Sendo uma das últimas nações no mundo a abolir a escravidão, o Brasil contou com um longo processo de luta e negociação pela liberdade dos escravizados. Nas décadas anteriores à Lei Áurea, outras duas foram redigidas com fins de uma libertação limitada, conhecidas como a Lei do Ventre Livre e a Lei dos Sexagenários.

A primeira, decretada em 1872, estipulou a emancipação condicional dos filhos de mães escravizadas, os ingênuos. O projeto de lei contou inicialmente com diversos opositores, que acreditavam que isto violava o “direito de propriedade” dos senhores. [1] Assim, a lei foi modificada para que se desse uma indenização a estes, que poderiam escolher entregar as crianças libertas ao Estado com oito anos de idade, recebendo pagamento em dinheiro, ou mantê-las sob sua tutela como trabalhadoras até a maioridade da época (vinte e um anos). A segunda lei mencionada igualmente suscitou o descontentamento das classes proprietárias, que desejavam ser recompensadas por libertar escravizados com mais de sessenta anos.

Esta lei, e a instituição da tutela para estes filhos de mulheres escravizadas, gerou uma grande quantidade de processos legais, com uma parte do acervo disponível no APERS sendo organizados no catálogo seletivo “Escravidão, Liberdade e Tutela”. A partir desta coletânea, é possível ter acesso a múltiplos documentos da comarca de Porto Alegre de 1871 a 1898 relativos ao assunto. Estes processos permitem uma visão rica e individual sobre o que ocorria com estas crianças tanto antes quanto depois da abolição.

Atualmente, a historiografia busca dar mais atenção à utilização dos meios legais pelos escravizados na busca de seus direitos, demonstrando as múltiplas formas de resistência e autonomia exercida por estes indivíduos. [2] O acervo do APERS nos dá exemplos de como escravizados e libertos buscavam manter a integridade de suas famílias, em vista às leis que frequentemente separavam mães e pais de seus filhos.

Um exemplo é o processo de nº 2703, da I Vara da Família e Sucessão da Comarca de Porto Alegre, aberto em 1882. Nele, um homem chamado Manoel Ferreira Porto de Carvalho pede a tutela de Fernando, filho de mãe liberta, que teria sido criado por ele desde os seis anos de idade, e aos doze, fugido para a companhia de sua mãe Bárbara. No ano seguinte, Manoel pediria a anulação desta tutoria, trazendo reclamações da suposta malcriação de Fernando, pedido que é negado. Apesar de não se saber a conclusão deste processo, pode-se ver que há tentativas concretas de Fernando de se reunir com sua mãe, assim como uma imediata reprovação e tentativa de impedi-lo.

Já no processo nº 2723, da mesma vara, aberto em agosto de 1884, é a mãe que busca os dispositivos legais para tentar obter uma melhor vida para seu filho. Nele, o relojoeiro José Pedro Goeres solicita a tutoria de um menino chamado Joaquim, filho de Narcisa, a quem ele alega prover com uma boa educação na sua profissão. Sua mãe, porém, no mês seguinte pede a nomeação de um novo tutor para seu filho, alegando, essencialmente, que José Pedro não tinha intenções de realmente criá-lo de forma adequada, mas sim de obter um funcionário “de graça”. Este se defendeu, afirmando que a mãe queria levá-lo ao desprezo público. No final, ela acabou por conseguir a nova nomeação, e ela e seu filho aparecem novamente nas documentações no processo 2745, de 1886, junto com os outros filhos de Narcisa: João, Luciana e Manoela. Neste processo, Pedro Luiz Barth é nomeado tutor dos quatro irmãos, afirmando que já cuidava de João há bastante tempo.

Como exemplo final pode ser dado o processo de nº 3000, da mesma vara, aberto em 1897, onde Antonio Ferreira Tinoco pede a exoneração do cargo de tutor de Eugenia, uma menina de dez anos, que teria sido levada por sua mãe, Maria Thereza, uma mulher de “má conduta”. Este aspecto é enfatizado na documentação – os dois processos relativos aos filhos de Narcisa mencionam sua passagem pela cadeia civil.

Estas são apenas algumas poucas demonstrações de que, apesar de agradável à parte da sociedade, a instituição da tutoria representou uma violência para as famílias sujeitas a esta, e que, mesmo sem contar com as suas vozes, podemos evidenciar pelos processos salvaguardados pelo APERS que as mães das crianças em situação de tutela tentavam, por todos os meios disponíveis, legais ou ilegais, garantir os direitos de seus filhos e filhas.

Referências:

[1] MENDONÇA, Joseli. Cenas da abolição. Escravos e senhores no Parlamento e na Justiça. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2001.

[2] XAVIER, Regina Celia Lima. A Conquista da liberdade. Libertos em Campinas na segunda metade do século XIX. Campinas: Ed. CMU/UNICAMP, 1996.

Estágio Curricular em História, edição 2019: pesquisa histórica e difusão de acervos

Deixe um comentário

Conforme divulgamos no post sobre o Estágio Curricular da semana passada, a partir dessa quarta-feira, durante três semanas seguidas, vamos divulgar os textos escritos pelos alunos que participaram do Estágio Curricular em História do APERS. As escritas, que foram construídas a partir de processos judiciais de tutela da Comarca de Porto Alegre, datados do final do século XIX, carregam consigo não somente um exercício do fazer dos historiados e da divulgação de um acervo específico, mas também um dos resultados pretendidos com a gestão documental: o acesso aos documentos produzidos pelo poder público.

Para hoje, temos o texto, Liberdade &Tutela, escrito por Érico Teixeira de Loyola, alunos dos semestres finais do curso de Bacharelado em História da UFRGS.

Imagem

O processo de tutela de Maria, cuja liberdade fora adquirida por Ernestina.

Liberdade & Tutela

No APERS – Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, no contexto do Fundo do Poder Judiciário, Comarca de Porto Alegre, podemos encontrar nada mais, nada menos, do que 1.476,95 metros lineares de documentos textuais, manuscritos e datilografados. Isto é, quase 1,5km de vidas que, enfileiradas, de alguma forma passaram, pelos mais diversos motivos, pelo escrutínio de juízes, serventuários, advogados etc.

Essa considerável extensão de documentos, mensurável em quilômetros, entretanto, é pequena se comparada com sua profundidade. Afinal de contas, estamos falando de vidas, e tudo o que, consequentemente, envolve o existir. O escrivão expõe os fatos, o juiz julga, o advogado defende, mas só quem figura em processo judicial, seja como autor ou réu, é que efetivamente pode ter a real noção do que isso significa. Às vezes, o que está em jogo é uma questão de amor; em outras, defende-se a honra, ou a memória de alguém; e, por vezes, de maneira muito especial, debate-se a própria liberdade.

É nesse contexto que o APERS, disponibiliza, desde o ano de 2017, o Catálogo Seletivo Escravidão, Liberdade e Tutela. Esse trabalho enumera e detalha os Processos de Tutela que passaram pelas 1ª, 2ª e 3ª Varas de Família e Sucessão de Porto Alegre, entre os anos de 1871 e 1898.

Os processos de tutela, nesse período, eram demandas destinadas a assegurar a crianças desvalidas, pelas mais diversas razões, um lar substituto, sob a tutela de alguém. Ainda, no contexto da escravidão, e principalmente após a edição da Lei do Ventre Livre (1871), “a tutela dos filhos das escravas foi uma das estratégias empregadas por muitos adultos para continuarem a usufruir dos serviços dos menores de idade” (CARDOZO, 2012, p. 93). Aliás, essa situação teria se verificado, inclusive, depois de 1888, quando promulgada a Lei Áurea, tendo muitos senhores de escravos buscado “manter sob sua guarda e tutela os filhos ingênuos de suas escravas recém-libertas” (PAPALI, 2002, p. 11).

É nesse ambiente delicado que encontramos, por exemplo, o Processo nº 2717, da 1ª Vara, indicado no Catálogo Seletivo. Ajuizado no ano de 1883 pela preta Ernestina, que, depois de muito trabalhar, amealhou a considerável quantia de 500$000 para obter a liberdade de sua afilhada Maria, de quem cuidava desde os seis anos de idade (de acordo com Marcondes e Motta, 2001, para se ter uma ideia, o preço médio de uma escrava parteira, em 1874, na Cidade de Lorena/SP, era de 700$000). No entanto, não podendo prover educação adequada, decidiu ingressar com este processo a fim de que fosse indicado um tutor para Maria, o que de fato ocorreu em 15/11/1893, quando da designação de Francisco Antônio Vieira Caldas para o cargo. No entanto, ainda em 19/11/1893 – isto é, apenas quatro dias depois de juramentado – o próprio tutor peticionou nos autos, informado que Maria teria sido levada pelo Tenente Carlos Augusto Pinto Pacca e por sua família, sem prévia autorização, para a cidade fronteiriça de Jaguarão, não se tendo mais, a partir desse ponto, notícias de seu paradeiro.

Que fim teria levado Maria? Teria ela decidido acompanhar a família do Tenente Pacca, ou será que, enredada em outras questões, teria sido levada contra sua vontade para Jaguarão, longe de seu tutor? E será que ela teria conseguido uma boa educação, como desejava sua madrinha, e melhores condições de vida? E Ernestina, que teria pensado de tudo isso, depois de ter lutado tanto para que, de algum modo, sua afilhada tivesse uma vida, aparentemente, em liberdade?

Estas são só algumas das diversas questões que um pesquisador poderia se perguntar ao examinar o processo de Maria, que diz muito sobre a luta da população negra por sua liberdade e sobre as vicissitudes que encontrava nesse caminho. A partir de um só documento, todo um quebra-cabeça se descortina, no qual as peças, se juntadas, poderão eventualmente auxiliar na melhor compreensão de um período decisivo na História do Brasil e do Estado do Rio Grande do Sul.

Referências Bibliográficas:

CARDOZO, José Carlos da Silva. A tutela dos filhos de escrava em Porto Alegre. Revista Latino-Americana de História. vol 1, n.3, março de 2012 (Edição Especial – Lugares da História do Trabalho). Disponível em: http://projeto.unisinos.br/rla/index.php/rla/article/viewFile/71/49. Último acesso: 02 jun 2019.

PAPALI, Maria Aparecida C. R. A legislação de 1871, o Judiciário e a tutela de ingênuos na cidade de Taubaté. Revista Justiça e História. vol 2, n.3, 2002. Disponível em: https://www.tjrs.jus.br/export/poder_judiciario/historia/memorial_do_poder_judiciario/memorial_judiciario_gaucho/revista_justica_e_historia/issn_1676-5834/v2n 3/doc/09-Papali.pdf. Último acesso: 02 jun 2019.

MARCONDES, Renato Leite e MOTTA, José Flávio. Duas fontes documentais para o estudo dos preços dos escravos no Vale do Paraíba Paulista. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 21, nº 42, p. 495-514.

 

Post atualizado em: 18/06/2019

Estágio Curricular em História – Edição 2019

Deixe um comentário

Entre os dias 06 e 24 de maio, com atividade à distância até o dia 31 do mesmo mês, aconteceu no Arquivo Público a edição de 2019 do Estágio Curricular em História APERS. Três alunos do Curso de Bacharelado em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul foram atendidos de acordo com um programa no qual foram planejadas 40 horas de atividades, em que os estudantes puderam vivenciar o trabalho de historiadores dentro de uma instituição arquivística.

Foto

No primeiro dia ocorreu a apresentação da Instituição por meio de uma conversa e de uma visita orientada. Nos próximos encontros de Gestão Documental e Documentação de Guarda Permanente, ocorreram discussões de textos e atividades referentes a contribuição de historiadores no processo de elaboração e atualização de instrumentos de classificação e avaliação. Além de abordagens conceituais, apresentação do Plano de Classificação de Documentos e da Tabela de Temporalidade de Documentos dos Sistema de Arquivos do Estado do RS, os estagiários forjaram algumas etapas da elaboração de PCD e TTD a partir de documentos particulares e construíram um quadro de arranjo adequado às características dos registros por eles trazidos.

Dois encontros foram reservados para discutirem Ações Educativas em Arquivos. Depois de conhecer as principais ações desenvolvidas pelo APERS, os estudantes interagiram com jogos pedagógicos desenvolvidos pelo Núcleo de Ação Educativa do APERS e construíram propostas pedagógicas a partir da leitura de alguns processos de indenização de ex-presos políticos e dos documentos que compõe a caixa AfricaNoArquivo.

E um encontro foi reservado para que conhecessem o funcionamento da Sala de Pesquisa e as necessidades, a partir de leituras e demandas fictícias, que devem responder aqueles que trabalham com o Atendimento ao Pesquisador.

Por fim, trabalharam com questões relacionadas à Difusão de Acervos e Pesquisa Histórica. Realizaram leituras e discussões sobre as diferentes formas de divulgação de conjuntos documentais (artigos acadêmicos, instrumentos de pesquisa, conteúdo para sites e blogs, apresentações em eventos). A partir do Catálogo Seletivo Escravidão Liberdade e Tutela, instrumento de descrição arquívistica que auxilia na difusão de acervos, produziram conteúdo com o objetivo de divulgar os Processos de Tutela da Vara de Família e Sucessão da Comarca de Porto Alegre, nos quais estavam presentes as figuras do negro, do pardo, do escravo, do ex-escravo, do liberto. Esses textos foram a proposta de produto final do estágio, já foram entregues e serão divulgados aqui no blog a partir da próxima quarta-feira, em três semanas seguidas.

No dia 12 de junho, no texto escrito pelo estagiário Érico de Loyola, conheceremos um pouco sobre o processo ajuizado pela preta Ernestina que envolvia a sua afilhada Maria. No dia 19 de junho, a estagiária Maria Clara nos apresentará a algumas das relações possíveis registradas em juízo pela liberta Bárbara, mãe do menor Fernando; pelos fatos que envolveram a tutela de Joaquim e Eugênia, filhos, respectivamente, de Narcisa e Maria Thereza. E, por fim, no dia 26 de junho, o texto de do estagiário Rodrigo Garay, que se utilizou dos processos de tutela para tratar da importância do historiador público no espaço de memória institucional. Os textos estão ótimos, já adiantamos!

Esperamos que a oferta do Estágio Curricular em História tenha cumprido seu papel quanto ao auxílio na formação de futuros profissionais da área de patrimônio, desde o compartilhamento com os estudantes do Curso de Bacharelado em História das responsabilidades pertinentes ao APERS e aos historiadores que na instituição atuam.

Até a próxima edição, em 2020.

Oficina de leitura de documentos judiciários – Divulgação de Aceite

Deixe um comentário

Oficina de leitura de documentos judiciários – Inscrições

Deixe um comentário

Acesse o formulário de inscrição aqui, para mais informações clique aqui.

Oficina de leitura de documentos judiciários – Inscrições

Deixe um comentário

Acesse o formulário de inscrição aqui, para mais informações clique aqui.

Oficina de leitura de documentos judiciários – Inscrições

Deixe um comentário

      Estudante de graduação: você tem dificuldade na leitura de documentação judiciária? Vamos aprender na Oficina de leitura de documentos judiciários!

      Para se inscrever você deve baixar o formulário de inscrição (clique no link para acessar), ler com atenção, preenchê-lo e enviá-lo para o endereço eletrônico rodrigo-weimer@planejamento.rs.gov.br até a data-limite de 29/3/2019.

    Serão escolhidas três inscrições – considerando a data de recepção da ficha preenchida – que atenderem os pré-requisitos (ser estudante de graduação de História e estar envolvido/a em algum projeto de pesquisa, ter um/a orientador/a). Serão priorizados/as alunos/as mais inexperientes no estudo de fontes judiciais.

       A Oficina é gratuita e aos participantes será fornecido certificado de 20 horas.

Estágio Curricular em História APERS

Deixe um comentário

    O Estágio Curricular em História é um dos serviços educativos oferecidos pelo Arquivo Público do Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por uma série de atividades destinadas ao cumprimento de estágio curricular obrigatório ou para horas complementares exigidas para integralização dos Cursos de Bacharelado e de Licenciatura em História. Tem como objetivo oportunizar, aos graduandos, vivências relacionadas aos fazeres dos historiadores na área de patrimônio documental em instituições arquivísticas.

    Para esta edição, serão oferecidas quatro vagas, destinadas aos alunos do Curso de Bacharelado em História, preferencialmente. Para saber mais detalhes, acesse aqui o Regulamento do Estágio Curricular em História APERS.

    As inscrições serão realizadas pelo e-mail projetos-apers@planejamento.rs.gov.br, a partir de 11 de março até 17 de março. Os interessados devem encaminhar nome completo, telefone para contato e anexar à mensagem o comprovante de matrícula no qual conste a disciplina de bacharelado ou carta de apresentação da instituição, para os alunos de licenciatura, conforme instruções contidas no regulamento. Outras informações podem ser solicitadas pelo e-mail indicado ou pelo telefone 51 3288 9115.

Nova edição de Estágio Curricular em História APERS

Deixe um comentário

            O Estágio Curricular em História é um dos serviços educativos oferecidos pelo Arquivo Público do Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por uma série de atividades destinadas ao cumprimento de estágio curricular obrigatório ou para horas complementares exigidas para integralização dos Cursos de Licenciatura e de Bacharelado em História. Tem como objetivo oportunizar, aos graduandos, vivências relacionadas aos fazeres dos historiadores na área de patrimônio documental em instituições arquivísticas.

            

            Para esta edição, serão oferecidas quatro vagas, destinadas aos alunos do Curso de Bacharelado em História. Para saber mais detalhes, acesse aqui o Programa do Estágio Curricular em História APERS.

            As inscrições serão realizadas pelo e-mail projetos-apers@smarh.rs.gov.br, entre os dias 12 e 16 de março. Os interessados devem encaminhar nome completo, telefone para contato e anexar à mensagem o comprovante de matrícula no qual conste a disciplina de estágio no bacharelado ou carta de apresentação da instituição com a informação acima citada.

            Outras informações podem ser solicitadas pelo e-mail indicado ou pelo telefone 51 3288 9115.

Estagiários do APERS defendem TCC

2 Comentários

    Entre hoje e segunda-feira (21/01) alguns de nossos estagiários apresentarão seus Trabalhos de Conclusão de Curso – TCC na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, todos alunos do Curso de Licenciatura em História. Esta é uma importante etapa da vida acadêmica, onde os futuros historiadores têm a oportunidade de vivenciar a pesquisa científica em acervos contextualizando e refletindo a partir da literatura especializada.

   Entre os pesquisadores, Sara Dalpiaz Carlos pesquisou em fontes primárias do Arquivo Público do RS e Guilherme da Silva Cardoso, Letícia Wickert Fernandes e Paulo Eduardo Fasolo Klein em fontes de outras instituições de memória ou literárias.

    No desejo de uma boa apresentação a todos, informamos a programação:

2017.01.17 Programação defesas TCCs Estagiários APERS alterado

 

Estágio Curricular em História

Deixe um comentário

O Estágio Curricular em História é um dos serviços educativos oferecidos pelo Arquivo Público do Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por uma série de atividades destinadas ao cumprimento de estágio curricular obrigatório ou para horas complementares exigidas para integralização dos Cursos de Licenciatura e de Bacharelado em História. Tem como objetivo, oportunizar, aos graduandos, vivências relacionadas aos fazeres dos historiadores na área de patrimônio documental em instituições arquivísticas.

Para esta edição, serão oferecidas seis vagas, destinadas aos alunos de Graduação em História, independente da ênfase do curso. Para saber mais detalhes, acesse aqui o Programa do Estágio Curricular em História APERS.

As inscrições serão realizadas pelo e-mail projetos-apers@smarh.rs.gov.br. Os interessados devem encaminhar nome completo, telefone para contato e anexar à mensagem o comprovante de matrícula do semestre em andamento.

Outras informações podem ser solicitadas pelo e-mail indicado acima ou pelo telefone 51 3288 9115.

Estágio Curricular em História APERS – Iª Edição|2017

1 Comentário

    Entre os dias 8 e 31 de maio, aconteceu no Arquivo Público a primeira edição do ano de 2017 do Estágio Curricular em História APERS. Foram atendidos três alunos dos cursos de bacharelado e licenciatura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Com carga horária de 40 horas, distribuídas em 9 encontros, os estudantes puderam vivenciar diferentes atividades pelas quais historiadores são responsáveis ou contribuem em uma instituição arquivística.

    No primeiro dia, foram recebidos pelas três historiadoras responsáveis pelo Estágio Curricular (Caroline Baseggio, Luciane Mondin e Nôva Brando), que apresentaram a Instituição e os trabalhos desenvolvidos no APERS, sobretudo as atividades nas quais participam historiadores. No segundo e no terceiro encontro, Gestão Documental e Documentação de Guarda Permanente, ocorreram discussões de textos e atividades referentes a contribuição de historiadores no processo de elaboração e atualização de instrumentos de classificação e avaliação. Além de abordagens conceituais, apresentação do Plano de Classificação de Documentos e da Tabela de Temporalidade de Documentos do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul, os estagiários puderam forjar algumas etapas da elaboração de PCD e TTD, avaliar e classificar, a partir de documentos particulares, e ainda construir um Quadro de Arranjo próprio que respondesse às características específicas dos registros trazidos por eles.

    No quarto e no quinto encontro, foram trabalhadas questões relacionadas à Difusão de acervos e pesquisa histórica. Leituras e discussões sobre o tema foram realizadas e os estagiários, como produto final dos dois encontros, tiveram de escrever um texto de divulgação do Acervo da Vara de Família e Sucessão do Poder Judiciário, a partir de alguns processos pré-selecionados. No sexto dia, a assunto foi Atendimento ao Pesquisador. Eles puderam conhecer a dinâmica de trabalho na Sala de Pesquisa e as tarefas executadas para atendimento satisfatório ao pesquisador. Tiveram de responder a e-mails e a pesquisadores fictícios, a partir de questionamentos comuns que chegam aos balcões do APERS.

    Nos três dias finais, trabalharam com assuntos e atividades relacionadas às Ações Educativas. Foram apresentadas as principais ações desenvolvidas pelo APERS (Programa de Educação Patrimonial, AfricaNoArquivo, APERS? Presente, professor!) e atividades desenvolvidas por outras instituições nacionais e internacionais. Vivenciaram uma das atividades do Projeto APERS? Presente, professor! sobre a Ditadura Civil-militar e elaboram uma proposta de atividade a partir dos Processos da Comissão Especial de Indenização.

   Como última atividade, fizeram um relatório que exigiu a problematização de cada uma das etapas propostas, momento importante para os estagiários, pois a escrita lhes permitiu a articulação das abordagens de cada encontro; e oportunidade ímpar para a equipe responsável pelo Estágio, para avaliar os erros e os acertos observados nessa edição do Estágio.

   Com a oferta de mais essa atividade, temos a clareza de que o APERS, além de responsabilizar-se pela guarda de documentos permanentes, pela elaboração de políticas arquivísticas estaduais, pela difusão de seus acervos, pelo acesso à documentação, pela vivência, junto ao público escolar, de ações educativas, também auxilia na formação de futuros profissionais da área do patrimônio, nesse caso, historiadores.

    Até a próxima edição, no segundo semestre!

Estágio Curricular em História APERS

Deixe um comentário

O Estágio Curricular em História é um dos serviços educativos oferecido pelo Arquivo Público do Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por uma série de atividades destinadas ao cumprimento de estágio curricular obrigatório ou para horas complementares exigidas para integralização dos Cursos de Licenciatura e Bacharelado em História. Tem como objetivo oportunizar, aos graduandos, vivências relacionadas aos fazeres dos historiadores na área de patrimônio documental em instituições arquivísticas.

Para essa edição, são oferecidas quatro vagas, destinadas, prioritariamente, aos alunos dos Cursos de Graduação em História que comprovarem a necessidade de horas de atividades em instituições de memória para conclusão de disciplina de estágio curricular obrigatório. Para saber mais detalhes, acesse aqui o Programa do Estágio Curricular em História APERS.

As inscrições serão realizadas pelo e-mail projetos-apers@smarh.rs.gov.br. Os interessados devem encaminhar nome completo, telefone para contato e anexar à mensagem, a Carta de Apresentação da instituição na qual estuda (neste documento deve constar a informação de obrigatoriedade de cumprimento de carga horária em instituição de memória para conclusão de disciplina de estágio curricular).

Outras informações podem ser solicitadas pelo e-mail indicado acima ou pelo telefone 51 3288 9115.

Relatórios APERS 2016 – DIPAD: Ações educativas e culturais

Deixe um comentário

O Arquivo Público do Rio Grande do Sul possui uma série de atividades na área de Ação Educativa, sobretudo as vinculadas ao Programa de Educação Patrimonial, consolidadas e reconhecidas pelas mais diversas instituições ligadas à educação. De modo geral, as atividades são desenvolvidas dentro da própria instituição.

APERS? Presente, professor!Na intenção de darmos continuidade e estendermos essa aproximação, elaboramos em 2014 o projeto APERS? Presente, Professor? Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas que pretendeu levar um pouco do Arquivo Público até a escola, a partir da construção de propostas pedagógicas que tiveram como ponto de partida os documentos custodiados pela instituição. O objetivo caracterizou-se pela disponibilização virtual de atividades que pudessem ser desenvolvidas pelos professores nas salas de aula da educação básica. Em 2016 se deu a publicação e disponibilização da Coletânea da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor!. As propostas que compõe esta coletânea foram disponibilizadas, no formato PDF, no Blog Institucional do APERS ao longo de 2015 e foram construídas com fontes arquivísticas, a partir do eixo temático História e Direitos Humanos.

Outra atividade que demandou tempo das equipes da Divisão de Preservação, Acesso e Difusão foi a elaboração do projeto Estágio Curricular para o Curso de História. O estágio foi desenvolvido entre os dias 29 de setembro e 26 de outubro, e foi oferecido para alunos dos cursos de graduação em História, tanto bacharelado quanto licenciatura.

2016-11-09-foto

Com uma carga horária de 50 horas, distribuídas em 12 encontros, os estagiários puderam discutir e vivenciar, saberes e fazeres de um historiador dentro de uma instituição arquivística. No primeiro encontro, foram apresentados ao APERS por meio de uma Visita Guiada e de conversa sobre as atividades, em geral, desenvolvidas pelo arquivo. Nos segundo e terceiro encontros, foram abordados assuntos relacionados à Classificação, Avaliação e Descrição Documental. Além de leituras, foram propostas duas atividades com documentos do Poder Executivo, para as quais o contato com o Plano de Classificação e a Tabela de Temporalidade (IN02/2014 SIARQ/RS) e as normas de descrição da NOBRADE se faziam necessárias para realização dos exercícios. No quarto encontro, foram trabalhados aspectos da indexação de documentos, umas das etapas da descrição documental, na qual foram utilizados documentos do Poder Judiciário. Nesse encontro, de forma prática, os alunos puderam conhecer o banco de dados do Arquivo AAP (Administração de Acervos Públicos) e realizar atividades práticas de alimentação do site.

Nos quinto e sexto encontros, os estagiários entraram em contato com as áreas de Preservação e de Conservação. Realizaram leitura e debates sobre o tema e observaram as condições do arquivo e dos acervos a partir desse prisma. Também puderam realizar algumas atividades práticas de conservação como higienização, desmetalização, feitura de capas e costuras. Os próximos dois encontros, o sétimo e oitavo, foram destinados ao Atendimento ao Pesquisador. Além de leituras sobre o papel do historiador que atua em arquivos no suporte à pesquisa, conheceram os diferentes instrumentos de pesquisa disponíveis para acesso aos documentos dos poderes legislativo, judiciário e executivo. Depois disso, realizaram atividades de pedidos e de busca de documentação.

Para os últimos quatro encontros, ficaram reservadas as temáticas da Difusão e das Ações Educativas. Para a primeira, além da proposta de leitura e discussão de texto sobre o assunto e apresentação das atividades de difusão desenvolvidas pelo APERS, os alunos, tiveram que escrever um texto, divulgando um conjunto documental, Acervo da Vara de Família e Sucessão, custodiado pelo Arquivo. Por fim, foram apresentados às ações educativas desenvolvidas pelo APERS e conheceram um pouco mais sobre os serviços pedagógicos de outros arquivos, nacionais e internacionais. E como exercício, construíram uma atividade pedagógica a partir de documentos da Comissão Especial de Indenização.

Dessa forma, os estagiários puderam conhecer, problematizar e realizar algumas tarefas que compõem cada uma dessas atividades desenvolvidas pelos servidores dos APERS. Acreditamos que a proposta inicial, de oportunizar o contato de estudantes dos Cursos de História com os trabalhos desenvolvidos em instituições arquivísticas foi cumprido e que, para eles, além das instituições de educação básica e de ensino superior, os arquivos se transformaram em campo de atuação profissional. Segue a descrição das atividades:

  • Planejamento;
  • Elaboração e submissão do Programa do Estágio à direção do APERS;
  • Elaboração de material de divulgação;
  • Reunião com a Equipe do Estágio Curricular;
  • Alteração do Programa original (alteração de datas);
  • Recebimentos de indicação, organização e inclusão de Bibliografia no Programa do Estágio Curricular;
  • Contatos Universidades (UFRGS, PUC, Unisinos e FAPA) – prospecção de demanda pelo estágio Curricular;
  • Finalização do material de divulgação após alterações de datas;
  • Divulgação do Estágio Curricular (Blog);
  • Divulgação Estágio Curricular Universidades;
  • Início das Inscrições pelo e-mail apers@;
  • Contato Maria Lúcia Ricardo Souto para autorização de utilização de texto sobre conservação e reparos;
  • Reserva do Auditório e da Sala de Reuniões para atividades do Estágio;
  • Agenda Expresso – convite|registro atividades dos integrantes da equipe;
  • Lista de Informações sobre o Estágio para disponibilizar na Recepção do APERS;
  • Elaboração de Apresentação/slides para o primeiro encontro;
  • Elaboração de Ficha de Avaliação;
  • Acompanhamento do e-mail APERS;
  • Planejamento e execução das atividades realizadas no encontro de Apresentação da Instituição (Nôva e Caroline);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros de Classificação, Avaliação e Descrição (Viviane);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros de Indexação (Roberta);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Conservação e Preservação (Nôva);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Atendimento ao Pesquisador (Caroline)
  • Planejamento, elaboração de materiais e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Pesquisa Histórica e Difusão de Acervos (Nôva);
  • Planejamento, elaboração de materiais e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Ação Educativa (Nôva e Caroline);
  • Elaboração e entrega, por e-mail, de certificado de conclusão do Estágio;
  • Organização Pasta Servidor e materiais físicos;
  • Elaboração de Notícia para o Blog sobre a Iª Edição do Estágio.

Trabalharam na organização do Estágio: Caroline Acco Baseggio, Nôva Marques Brando, Roberta Capelão Valença Scholz, e Viviane Portella de Portella. Nôva Marques Brando foi responsável também pelo projeto APERS? Presente, professor!

Notícias relacionadas:

Balanço 2016 do APERS

Relatórios APERS 2016 – DIPAD: Divulga APERS

Relatórios APERS 2016 – DIPAD: Programa de Educação Patrimonial UFRGS|APERS

Estágio Curricular em História APERS – Iª Edição| 2016

Deixe um comentário

            Entre os dias 29 de setembro e 26 de outubro, aconteceu no Arquivo Público a primeira edição do Estágio Curricular em História APERS, oferecido para alunos dos cursos de graduação em História, tanto bacharelado quanto licenciatura.

2016-11-09-foto

            Com uma carga horária de 50 horas, distribuídas em 12 encontros, os estagiários puderam discutir e vivenciar, saberes e fazeres de um historiador dentro de uma instituição arquivística. No primeiro encontro, foram apresentados ao APERS por meio de uma Visita Guiada e de conversa sobre as atividades, em geral, desenvolvidas pelo arquivo. Nos segundo e terceiro encontros, foram abordados assuntos relacionados à Classificação, Avaliação e Descrição Documental. Além de leituras, foram propostas duas atividades, com documentos do Poder Executivo, para as quais o contato com o Plano de Classificação e a Tabela de Temporalidade (IN02/2014 SIARQ/RS) e as normas de descrição da NOBRADE se faziam necessárias para realização dos exercícios. No quarto encontro, foram trabalhados aspectos da indexação de documentos, umas das etapas da descrição documental, na qual foram utilizados documentos do Poder Judiciário. Nesse encontro, de forma prática, os alunos puderam conhecer o banco de dados do Arquivo AAP (Administração de Acervos Públicos) e realizar atividades práticas de alimentação do site.

            Nos quinto e sexto encontros, os estagiários entraram em contato com as áreas de Preservação e de Conservação. Realizaram leitura e debates sobre o tema e observaram as condições do arquivo e dos acervos a partir desse prisma. Também puderam realizar algumas atividades práticas de conservação como higienização, desmetalização, feitura de capas e costuras. Os próximos dois encontros, o sétimo e oitavo, foram destinados ao Atendimento ao Pesquisador. Além de leituras sobre o papel do historiador que atua em arquivos no suporte à pesquisa, conheceram os diferentes instrumentos de pesquisa disponíveis para acesso aos documentos dos poderes legislativo, judiciário e executivo. Depois disso, realizaram atividades de pedidos e de busca de documentação.

            Para os últimos quatro encontros, ficaram reservadas as temáticas da Difusão e das Ações Educativas. Para a primeira, além da proposta de leitura e discussão de texto sobre o assunto e apresentação das atividades de difusão desenvolvidas pelo APERS, os alunos, tiveram que escrever um texto, divulgando um conjunto documental, Acervo da Vara de Família e Sucessão, custodiado pelo Arquivo. Por fim, foram apresentados a ações educativas desenvolvidas pelo APERS e conheceram um pouco mais sobre os serviços pedagógicos de outros arquivos, nacionais e internacionais. E como exercício, construíram uma atividade pedagógica a partir de documentos da Comissão Especial de Indenização.

            Dessa forma, os estagiários puderam conhecer, problematizar e realizar algumas tarefas que compõem cada uma dessas atividades desenvolvidas pelos servidores dos APERS. Acreditamos que a proposta inicial, de oportunizar o contato de estudantes dos Cursos de História com os trabalhos desenvolvidos em instituições arquivísticas foi cumprido e que, para eles, além das instituições de educação básica e de ensino superior, os arquivos se transformaram em campo de atuação profissional.

Estágio Curricular em História

Deixe um comentário

            A Capacitação de Oficineiros, ação do Programa de Educação Patrimonial UFRGS|APERS, desde 2009, é um reconhecido campo de estágio na área de educação patrimonial para os acadêmicos dos cursos de Licenciatura em História. Com o objetivo de habilitar futuros profissionais para práticas de ações educativas a partir de patrimônios documentais, tal iniciativa já contribuiu para a formação de dezenas de estudantes.

            O APERS, no entanto, não quis parar por aí. E para contemplar uma série de outras atividades sobre as quais se debruçam historiadores em arquivos e também para responder uma demanda já antiga, a instituição oferecerá, a partir do segundo semestre desse ano, Estágio Curricular em História, caracterizado por uma série de atividades destinadas ao cumprimento de estágio curricular obrigatório ou para horas complementares exigidas para integralização dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em História.

Estágio Curricular em História

            Nele, os alunos serão convidados a vivenciar diferentes atividades nas quais historiadores estão envolvidos em um arquivo, problematizar as possibilidades de atuação dos historiadores em espaços e instituições de memória e qualificar-se para o desenvolvimento de atividades vinculadas ao patrimônio documental.

            Clique aqui para ver, em detalhes, o Programa do Estágio Curricular em História do APERS e corra para realizar sua inscrição, pois as vagas são limitadíssimas e serão priorizados para aqueles que necessitem de carga horária para cumprimento de estágio curricular obrigatório.

            Para realizar sua inscrição, escreva para o e-mail apers@smarh.rs.gov.br, encaminhando nome completo do interessado, da Universidade na qual estuda e da disciplina que exige horas de estágio em instituições de memória. Informe também um telefone para contato.

            Ficamos à disposição para quaisquer esclarecimentos também por esse e-mail e pelo telefone 3288 9112.

Atualizado em 22.08.2016

Aconteceu no APERS o Seminário de Políticas Públicas e Acervos Documentais

Deixe um comentário

            Na sexta-feira, dia 05 de agosto, aconteceu no APERS o Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais, que contou com a participação de um público que lotou o auditório da instituição. O evento foi aberto com as boas vindas da Diretora Aerta Moscon, que falou da importância do debate em torno de políticas públicas que visem a promoção da gestão, da preservação e da difusão de acervos documentais.

            Com a mediação da professora Claudira Cardoso, Sônia Constante e Débora Flores foram as primeiras palestrantes da tarde. Noções Teóricas em questão de Políticas Públicas Arquivísticas foi o nome dado pela Professora Sônia (UFSM) para sua apresentação. Começou tratando das competências nas diferentes esferas de governo e dos impostos e receitas federais, estaduais e municipais, a partir de informações contidas em portais institucionais, como forma de introduzir as discussões a respeito de políticas públicas, de modo geral, e depois de políticas públicas relacionadas a arquivos. Na sequência, partindo de exemplo de dados noticiados por alguns meios de comunicação, comentou a relação entre imprensa, comunicação e poder e a relação delas com as Políticas de Estado. Depois disso, Sônia trabalhou com o conceito de Jose Maria Jardim para Políticas Públicas Arquivísticas, “o conjunto de premissas, decisões e ações – produzidas pelo Estado e inseridas nas agendas governamentais em nome do interesse social – que contemplam os diversos aspectos (administrativo, legal, científico, cultural, tecnológico, etc.) relativos à produção, ao uso e à preservação da informação arquivística da natureza pública e privada”. Lembrou que de acordo com a legislação, caberia ao Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ) a elaboração e ao Arquivo Nacional, a implementação e o acompanhamento de uma política nacional de arquivos, no âmbito de um Sistema Nacional de Arquivos (SINAR) –  o caminho entre a legislação e a efetiva implementação, foi palco de discussões ao longo do Seminário. Ainda em sua fala inicial, tocou em outros dois assunto. O primeiro deles, sobre o Modelo de Gestão de Llansó Sanjuan que dentre outras exigências, prevê a necessidade de recursos humanos e econômicos para implementação de uma política de sucesso. Por fim, falou para os participantes da necessidade da presença de abordagens sobre políticas públicas arquivíticas nos currículos dos cursos de arquivologia. E encerrou sua fala problematizando o projeto de Emenda Constitucional nº 241/2016 (PEC 241), que tramita no Congresso Federal e que institui um novo regime fiscal, o qual desvincula os gastos e investimentos do setor público à receita de impostos e ao Produto Interno Bruto. Com a possibilidade de sua aprovação, deixou a seguinte pergunta: Seria possível, diante deste cenário e de maiores restrições de recursos, a efetivação de uma política pública para arquivos?

            Rosani Feron, diretora do Arquivo Histórico de Porto Alegre Moisés Vellinho, retomou o conceito de Jardim para problematizar a existência de políticas públicas de arquivo no Brasil em sua apresentação intitulada Políticas Públicas de Arquivo. Além desse autor, a palestrante recorreu aos elementos, apontados por Renato Tarcísio, necessários para efetivá-las, como a necessidade de definição das ações e metas a serem realizada, a implementação de processos e meios para colocá-las em prática e as normas para dar a garantia legal a ações. Conforme Rosani, teríamos uma quantidade expressiva de leis e normativas sobre arquivos, entretanto, estariam faltando os meios para colocá-las em prática. O Arquivo Nacional, responsável por implementar e acompanhar a Política Nacional de Arquivos, definida pelo Conselho Nacional de Arquivos, não cumpriria os objetivos, justamente pela ausência de dotação orçamentária prevista para a execução de políticas públicas de arquivo em esfera nacional. De acordo com a gestora, portanto, a inexistência de recursos destinados à execução de uma política nacional de arquivos seria o elemento central para a não efetivação daquilo que é previsto em legislação.

            No segundo momento da tarde, conduzido por Jonas Melo, Débora Flores levantou, com a apresentação de Os Documentos Digitais e o uso do Processo Eletrônico, inquietações sobre a produção de documentos digitais. Segundo a palestrante, seriam poucas as experiências de preservação digital comprovadas e experimentadas por instituições se comparadas às experiências com manuscritos ou com impressos. Ressaltou, entretanto, que os documentos digitais estão sendo produzidos em escala crescente e que o respeito a normas e a procedimentos legais para a gestão e a preservação desse material seria mais que urgente – lembrou que a responsabilidade para a definição de norma, procedimentos e instrumentos legais é de responsabilidade da Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos (CTDE) do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ). A arquivista apresentou aos participantes um conceito de documento arquivístico digital e falou sobre o Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD), um conjunto de procedimentos e operações técnicas, característica do sistema de gestão arquivística de documentos, processado por um computador. Lembrou da necessária observância do e-Arq Brasil, um modelo de requisitos para sistemas informatizados de gestão arquivítica de documentos que devem integrar qualquer SIGAD e da necessidade de um repositório digital confiável (RDC-Arq). Por fim, explorou um pouco o projeto de Processo Eletrônico Nacional e da implantação do Processo eletrônico no RS (PROA – Processos Administrativos e-GOV), sistema de tramitação integral em forma digital de processo administrativo, através de atividade de cadastramento e movimentações efetuadas pelos usuários. Ressaltou a participação do SIARQ/RS (Sistema de Arquivos do RS) no Comitê Gestor do PROA; das normativas arquivísticas previstas pelo sistema, desde a elaboração do Decreto que o instituiu no âmbito do Poder Executivo Estadual; da implantação de política de classificação, avaliação e preservação de acesso aos processos eletrônicos de modo que o atual sistema possa ser transformado, futuramente, em um SIGAD; e do cadastramento de assuntos dos processos estar centralizada no APERS.

            E na última palestra, Da avaliação à Difusão da Informação: estratégias para arquivistas e profissionais da informação, de Moisés Rockembach foram discutidos os paradigmas que separam diferentes concepções sobre o objeto da arquivologia, o modelo custodial e o modelo pós-custodial. Apresentou os métodos de avaliação de forma historicizada, desde as origens da avaliação de Jenkinson (1922), passando pela Teoria dos valores de Schellenberg (1958),  Plano documental de Booms (1970), Estratégia documentária de Samuels (1986), Macroavaliação de Cook (1992), Microavaliação de Eastwood (1992), Avaliação integrada de Couture (1998) até o Fluxo Informacional de Silva e Ribeiro (2005). Seguiu no caminho da difusão, ponto que considerou como interdisciplinar nos estudos da informação. Falou sobre a diferença entre a difusão passiva e a difusão ativa (cultural, educativa, editorial); sobre acessibilidade e transparência, sobre o atendimento e o entendimento do público que procura por documentos custodiados por arquivos; sobre as mudanças na mediação, compreendida, para ele, como uma forma de selecionar, filtrar, acrescentar qualidade na recuperação de conteúdos; e sobre o reconhecimento de que toda ação sobre qualquer informação não é neutra e nem imparcial e que, portanto, o trabalho arquivístico é posicionado.

            Lembrando da grande participação do público, que esteve presente até o final do evento, agradecemos a todos os apoiadores (Museu da História da Medicina do RS, PPG em História da UFSM, Programa de Educação Patrimonial UFRGS|APERS e Associação de Amigos do APERS) que auxiliaram na construção do evento e, principalmente, ao público, que compreendeu a necessidade de que discutamos cada vez mais o assunto até que consigamos, de fato, implementar uma Política Nacional de Arquivos que responda a urgente necessidade de gestão, preservação, acesso e difusão dos acervos públicos e de interesse social em nosso país.

Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais: transferido para dia 05, sexta-feira!

Deixe um comentário

Informamos que, por diferentes motivos, tivemos alterações na data e na programação do Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais.

Cartaz_Novas data e Programau§u£o

Inscrições Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais

Deixe um comentário

    Devido a problemas técnicos, não estamos conseguindo realizar as inscrições para o Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais pelo e-mail institucional apers@smarh.rs.gov.br (divulgado anteriormente). Como forma de solucionar o problema rapidamente, criamos uma conta de e-mail para efetivação do procedimento.

   Portanto, para os interessados, divulgamos o novo e-mail para realização das inscrições: seminarioapers@gmail.com. Basta enviar o nome completo do interessado e um e-mail para contato. Avisamos também, que toda a inscrição será confirmada por e-mail. Desde já nos desculpamos pelos transtornos e ficamos à disposição, para quaisquer dúvidas, pelo telefone 51 3288 9112.

Cartaz Programacao - Email

Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais – Programação e Inscrição

1 Comentário

    Hoje divulgamos a Programação do Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais, que será realizado no dia 04 de agosto no Arquivo Público do Rio Grande do Sul, Auditório Marcos Justos Tramontini (Rua Riachuelo 1031, Centro).

Cartaz Programacao - Email

   A participação é gratuita e as inscrições podem ser realizadas pelo e-mail seminarioapers@gmail.com. Serão fornecidos certificados com carga horária de 6 horas para ouvintes que acompanharem o evento na sua totalidade. Outras informações por e-mail ou pelo telefone 51 3288 9112.

Post alterado em 20/07/2016: alteração do email para inscrição.

Oficinas de educação patrimonial – Junho 2016

Deixe um comentário

Imagem para post Oficinas

Confira as escolas que participaram das Oficinas de Educação Patrimonial oferecidas pelo APERS durante o mês de junho:

Dia 1º: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 161, do Colégio Romano Santa Marta participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Adriana Quadros. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 02: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 161, do Colégio Romano São Matheus participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Rinaldo Geremias. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 08: pela tarde os alunos do 7° ano, turma 7C, da Escola Municipal de Educação Básica Alberto Santos Dumont participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 09: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 161, do Colégio Romano Bom Jesus participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Gustavo Barcelos. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 09: a noite os alunos do 3° ano, turma 306, da Escola Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 13: pela manhã os alunos do 7° ano, turma C13, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Fabiana Meira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 15: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 60, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Oswaldo Aranha participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Olga M. Boelter. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 16: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 162, do Colégio Romano Senhor Bom Jesus participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Gustavo Barcelos. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 21: pela manhã os alunos do 7° ano, turma 70, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Oswaldo Aranha participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Olga Boelter. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 22: os alunos do 7° ano, turma 72, Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Ferreira de Abreu participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Lusimara Borba. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 23: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 163, do Colégio Romano Bom Jesus participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Gustavo Barcelos. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 29: os alunos do 8° ano, turma 80, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Érico Veríssimo participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Carlos Reni. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 30: os alunos do 8° ano, turma 81, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Érico Veríssimo participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Carlos Reni. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Para saber mais sobre nossas oficinas clique aqui.

Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais

Deixe um comentário

Cartaz Geral_Divulgação

No dia 04 de agosto será realizado, pelo Arquivo Público do Rio Grande do Sul, o Seminário Políticas Públicas e Acervos Documentais. Com o objetivo de conhecer, explorar e problematizar as políticas públicas destinadas à gestão, preservação e difusão dos acervos documentais públicos e de interesse social.

O evento será realizado com o apoio do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS, do Programa de Pós-Graduação em História da UFSM, do Museu da História da Medicina do RS e da Associação de Amigos do APERS.

Em breve divulgaremos a programação completa. Acompanhe em nosso Blog!!!

Oficinas de educação patrimonial – Maio 2016

Deixe um comentário

Imagem para post OficinasConfira as escolas que participaram das Oficinas de Educação Patrimonial oferecidas pelo APERS durante o mês de maio:

Dia 04: os alunos do 3° ano, turma 302, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 04: os alunos do 7° ano, turma A, da Escola Municipal de Educação Básica Alberto Santos Dumont participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 05: os alunos do 3° ano, turma 301, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 09: os alunos da turma de Introdução ao Estágio do Curso de História da UFRGS/FACED vivenciaram a oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Carmem Gil. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 11: os alunos do 3° ano, turma 303, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 12: os alunos do 7º ano, turma 70B, da Escola Estadual Ensino Fundamental Planalto Canoense participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados da Sherol dos Santos. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 18: os alunos do 7º ano, turma C12, da Escola Municipal Ensino Fundamental Aramy Silva articiparam da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados da professora Fabiana Meira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 19: os alunos do 3º ano, turma 206, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 19: os alunos do 3º ano, turma 305, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 24: os alunos do 7° ano, turma C11, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Fabiana Meira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 24: os alunos do 6° ano, turma 61, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr Ferreira de Abreu participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Andreia de Souza. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 25: os alunos do 6° ano, turma 62, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr Ferreira de Abreu participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Andreia de Souza. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Para saber mais sobre nossas oficinas clique aqui.

Visitas guiadas ao APERS – Novembro 2015

Deixe um comentário

No mês de novembro foram realizadas 7 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS. Visitaram nossa instituição:

Dia 07: 38 alunos do Curso de História da Universidade de Caxias do Sul acompanhados pela professora Katani Montein.

Dia 09: Mogar Tapir Machado de Souza, Técnico Tributário da Receita Estadual responsável pelo Arquivo Central da Secretaria da Fazenda Estadual.

Dia 11: 35 alunos do Curso de Museologia da UFRGS, acompanhados da professora Giane Vargas Escobar.

Dia 12: 30 alunos do Curso de Biblioteconomia da UFRGS, acompanhados da professora Giane Vargas Escobar.

Dia 13: José Almeida da ASCAR/EMATER-RS; que teve interesse em conhecer o APERS para ter uma noção do processo de administração do acervo, pois estão planejando a reorganização da documentação do setor em que trabalha.

Dia 20: 15 Alunos do SENAC do Curso de Assistente em Administração (PRONATEC) e a professora Cíntia Rebello.

Dia 30: Adriana Weber, pesquisadora APERS e estudante de História da UNIASSELVI.

Guias: Aerta Grazzioli Moscon, Caroline Acco Bassegio, Giglioli Rodrigues, Nôva Brando, Roberta Capelão Valença Scholz, Viviane Portella.

Oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Também é possível agendar sua Visita Guiada pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3288 9112. Estamos esperando sua visita!

Visitas guiadas ao APERS – Outubro 2015

Deixe um comentário

No mês de setembro foram realizadas 08 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS. Visitaram nossa instituição:

Dia 05: Lúcia Andreia de N. de O. Nunes e Claudia Daniela da Silva Vieira, estudantes do curso de Arquivologia/UFRGS e Rachel Pomatti, do curso de Biblioteconomia/UFRGS.

Dia 07: 36 alunos do Curso de Arquivologia/UFSM acompanhados dos professores Jorge Cruz e Raone Somavilla.

Dia 14: No turno da manhã, 18 alunos do Centro de Promoção da Infância e da Juventude (CPIJ), acompanhados pelos professores Cristiana, Gislaina, Angela, Gabriel e Luiz. Os alunos estão cursando a disciplina de Relações Humanas e o objetivo da visita foi introduzir a temática da violência, traçando um paralelo com outras épocas da história do Rio Grande do Sul.

Dia 14: No turno da tarde, 18 alunos do Centro de Promoção da Infância e da Juventude (CPIJ), acompanhados pelos professores Cristiana, Gislaina, Angela, Gabriel e Luiz. Os alunos estão cursando a disciplina de Relações Humanas e o objetivo da visita foi introduzir a temática da violência, traçando um paralelo com outras épocas da história do Rio Grande do Sul.

Dia 15: 6 alunos dos Cursos de Gestão Pública e Administração em Saúde, da UERGS, acompanhados pelo professor Mauro Mastella. O objetivo da visita foi relacionar o conteúdo abordado em sala de aula, como, por exemplo, a Gestão do Conhecimento, com o trabalho desenvolvido pelo Arquivo Público.

Dia 16: Os professores Alessandro Batisttella, Marcos Gerhardt e Rosane M. Neumann e 28 alunos dos níveis IV e VII do curso de História da Universidade de Passo Fundo/RS.

Dia 21: 17 alunos da disciplina Cultura, Esporte e Lazer do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), campus Restinga, e a professora Carina Abreu.

Dia 29: Os servidores Sandro Escobar da SDECT, Juliana Silva e Paola Silva da SMARH, e Marilez Prestes do DAER participaram da visita guiada oferecida durante a Semana do Servidor Público.

Guias: Carlos Henrique Armani Nery, Giglioli Rodrigues, Nôva Brando, Viviane Portella de Portella.

Oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Também é possível agendar sua Visita Guiada pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9112. Estamos esperando sua visita!

Estágio Curricular para o Curso de História – Projeto Piloto com alunos da FAPA

Deixe um comentário

No início do mês de setembro, a equipe responsável pela Difusão Cultural e Serviços Educativos do APERS foi procurada pela Professora do Curso de História da Faculdade Porto-Alegrense (FAPA), Claudira Cardoso, que trouxe a seguinte demanda à instituição: a possibilidade de ofertamos vagas para estágio curricular que contemplasse vivências na área do Patrimônio Histórico-Cultural e que discutisse o fazer dos historiadores em instituições arquivísticas.

Como se sabe, desde 2009, o Arquivo oferece para os alunos de graduação dos curso de história, e outros cursos ligados ao Patrimônio Histórico-Cultural, uma outra modalidade de estágio, a Capacitação de Oficineiros, que possui como objetivo central, habilitar futuros profissionais para práticas de ações educativas a partir de patrimônios documentais. Como parte do Programa de Educação Patrimonial PEP UFRGS|APERS, a Capacitação de Oficineiros é procurada principalmente por alunos do Curso de Licenciatura em História da UFRGS, que necessitam de horas de prática em instituições culturais que respondam as exigências da disciplina Estágio em Educação Patrimonial. Dessa forma, a estrutura da Capacitação de Oficineiro, mais vinculada a processos educativos, não contempla uma série de outras atividades realizadas por historiadores dentro de instituições arquivísticas.

Por esse motivo, a equipe do APERS já vinha discutindo a possibilidade de construção de uma proposta de estágio para o curso de história, que abrangesse outras áreas para além da educação patrimonial. E foi a partir da demanda mais imediata vinda do Curso de História da FAPA que a Equipe da Difusão e Ações Educativa elaborou um programa de Estágio Curricular para o Curso de História, no formato de um projeto-piloto.

Com o objetivo de oportunizar aos graduandos vivências relacionadas aos fazeres dos historiadores em instituições arquivísticas, foi estruturado um estágio com uma carga horária de 30 horas, divididas em 10 horas de observação e 20 horas de práticas. Organizado em seis encontros, o projeto-piloto atendeu a seis alunos entre o dia quinze de setembro e cinco de outubro, nos turnos da manhã e tarde.

Visita GuiadaNo primeiro encontro de Observação, os estudantes participaram de uma Visita Guiada, com a Técnica em Assuntos Culturais Giglioli Rodrigues, e de uma apresentação das atividades nas quais temos historiadores envolvidos, organizada pelas historiadoras Caroline Baseggio e Nôva Brando. No segundo turno de Observação, os alunos acompanharam os processos de trabalho sobre os quais adiante realizariam práticas monitoradas: Sala de Pesquisa, Difusão de Acervos e Pesquisa Histórica, Avaliação e Descrição Documental e Ações Educativas.

Atividade Sala de PesquisaA primeira prática foi na Sala de Pesquisa. Durante os períodos em que estiveram observando o trabalho, acompanhado da Caroline Baseggio, os estudantes puderam conversar e conhecer um pouco das diversas atividades de atendimento ao usuário. Foram apresentados os Instrumentos de Pesquisa utilizados na sala e o sistema de consulta online de documentos. Para que os alunos pudessem entender melhor como funciona a pesquisa no Arquivo, o grupo também fez a busca de processos e certidões no Acervo. Ao final, a discussão ficou por conta da seguinte questão: em que o Historiador pode contribuir de maneira diferenciada ao atendimento aos usuários/pesquisadores de instituições de guarda de documentos?

Atividade de Difusão de Acervos e Pesquisa HistóricaDurante a observação, os graduandos puderam acompanhar as atividades que envolvem a Difusão de Acervos e Pesquisa Histórica, tais como seleção de conjunto documental, pesquisa sobre a temática abordado nos documentos e elaboração de texto para divulgar o acervo do qual tais fontes fazem parte. Essa mesma dinâmica observada, foi vivenciada na segunda prática. Nela, acompanhados por Nôva Brando, puderam conhecer uma seleção de processos administrativos do Acervo da Secretaria da Justiça, que está em tratamento técnico, e produzir um texto de difusão a respeito daquele conjunto documentos que pelo recorte, permitem acessarmos informações a respeito de políticas de segurança pública.

Acompanhadas no período da observação, as atividades de Avaliação e Descrição Documental foram exploradas na terceira prática. Nela, sob a supervisão da arquivista Viviane Portella e da Técnica em Assuntos Culturais Roberta Scholz, eles puderam entrar em contato com instrumentos de classificação e avaliação documental e com o Sistema de Administração de Acervos Públicos (AAP), onde são indexados os documentos. Fizeram alguns exercícios de avaliação a partir também de uma seleção de documentos e também cadastraram alguns documentos no AAP.

Por fim, puderam colocar em prática aquilo que observaram nos trabalhos realizados pela Equipe das Atividade Ações EducativasAções Educativas. Dentre uma série de possibilidades de planejamento e execução de atividades que vinculem a educação aos documentos de arquivo, na quarta e última prática, acompanhados por Nôva Brando e pela historiadora Clarissa Alves, elaboraram uma proposta de atividade pedagógica a partir de processos de indenização a ex-presos políticos do período da Ditadura Civil-militar, que foram previamente selecionados.

Finalizada a experiência, temos a certeza de que a oferta de um tipo de estágio no qual os alunos vivenciem as diferentes atividades nas quais historiadores estão envolvidos é uma tarefa importante da instituição. Ao mesmo tempo que possibilita a problematização a respeito das possibilidades de atuação dos historiadores em espaços e instituições de memória, que oportuniza a qualificação aos futuros profissionais da área de história, também divulga o Arquivo e os acervos por ele custodiados para um público cada vez maior.

Older Entries

%d blogueiros gostam disto: