Núcleo de Ação Educativa do APERS: balanço de 2018 e perspectivas para 2019

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    O Núcleo de Ação Educativa do Arquivo Público tem se organizado a partir da consolidação na instituição de ações no âmbito da difusão em arquivos e dos usos educativos de seu patrimônio documental e arquitetônico. Vinculado à Divisão de Preservação, Acesso e Difusão (DIPAD), no último período tem contato com uma servidora formada em História e três estagiários também da História.

     Em 2018 as principais atividades desenvolvidas pelo Núcleo organizaram-se em torno do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS, que realiza oficinas para turmas escolares e formações para professores em parceria entre o Arquivo e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e da Jogoteca Educativa do APERS, projeto que visa a criação de jogos a partir do acervo e do patrimônio cultural em geral.

1. Construção da Jogoteca Educativa do APERS

Apostando no potencial dos jogos como ferramentas didáticas lúdicas, decidimos produzir jogos autorais que mobilizem documentos do APERS, o universo dos arquivos e do patrimônio cultural. O projeto envolve leituras, pesquisa, escrita, criatividade e produção “caseira” de tabuleiros, cartinhas e demais materiais de cada jogo.

As pesquisas para início da atividade iniciaram ainda em dezembro de 2017, envolvendo apropriação em relação ao uso de jogos em processos de ensino-aprendizagem, visita à Ludoteca da Faculdade de Educação da UFRGS, buscas pela internet a respeito de ações similares, etc. Em maio de 2018, o projeto foi lançado com o painel “Documentos e Jogos no Ensino de História”, realizado como parte da programação da 2ª Semana Nacional de Arquivos. A partir daí foram criados dois jogos: Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre – inspirado no jogo “Detetive” da Estrela; ambienta-se no período da ditadura civil-militar e convida os jogadores a desvendar um crime ocorrido em um dos lugares de memória marcados pelo regime na cidade; trabalha a partir do acervo da Comissão Especial de Indenização, salvaguardado pelo Arquivo, e Enigmas do Patrimônio – mescla resolução de charadas com a dinâmica de jogo da memória; trabalha conceitos do campo do patrimônio cultural e das instituições de memória.

Ainda no âmbito desse novo projeto outras ações foram importantes: como pode ser acompanhado em notícias anteriores aqui no blog, nossa equipe participou de diferentes eventos divulgando a jogoteca e sua primeira criação. Também servimos como campo de estágio para dois estudantes da disciplina Estágio de Docência em História III – Educação Patrimonial, oferecida na Faculdade de Educação da UFRGS. Gustavo Ziehl e Carlos Casara, a quem agradecemos muito pela colaboração – estiveram 40 horas conosco participando de visita ao APERS e apresentação de suas atividades educativas, leitura e discussão de textos sobre educação patrimonial e jogos no ensino, realização de rodadas de teste do Caso X, contribuição na produção de seus materiais, contato com escolas para agendamento da atividades-piloto e, enfim, visita ao Instituto de Educação Flores da Cunha, à Escola Imperatriz Leopoldina e à Escola Oscar Pereira para aplicação do jogo, que teve excelente repercussão entre professores e estudantes.

A partir de maio de 2019 tanto o Caso X quanto o Enigmas do Patrimônio estarão disponíveis para locação por professores e professoras, que deverão cadastrar-se junto à Jogoteca, retirar e fazer a devolução dos materiais com a equipe de Ação Educativa. Informações pelo e-mail: acaoeducativa@planejamento.rs.gov.br.

2. Sequência às ações do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS (PEP)

Nossa parceria com o Departamento de História da UFRGS, especialmente na pessoa da prof.ª Carla Simone Rodeghero, segue firme apesar de não termos tido acesso a editais externos para captação de recursos no último período – a exemplo do PROEXT, com o qual fomos contemplados em anos anteriores, mas que desde 2016 deixou de ser aberto. Contando com nossa equipe interna e com bolsistas contratados com recursos da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS, cuja atuação concentramos no segundo semestre para dar conta da realização das oficinas sem alterações que desqualificariam a proposta.

Na 2ª metade do ano que passou reabrimos a agenda de oficinas para as escolas, ofertarmos nova capacitação de oficineiros, voltada aos estudantes da já referida disciplina de Estágio em Educação Patrimonial, e realizamos um evento especial de encerramento das atividades do ano.

Quanto à capacitação, organizada em 40 horas, envolveu encontros para apresentação das oficinas “Tesouros da Família Arquivo” e “Resistência em Arquivo”, encontros preparatórios para leitura, estudo e debate de seus materiais, observações das duas oficinas sendo realizadas por nossa equipe, e seis práticas de oficinas para cada um dos estudantes mencionados, de acordo com o agendamento das escolas. Agradecemos a Guilherme Pires Nunes, Ignacio Angues, Julien Mello, Mariana Silva, Paula Ribeiro e Pedro Henrique Bastistella por terem se somado ao grupo do PEP, contribuindo com o oferecimento e qualificação de nossas oficinas.

Sobre as oficinas, em junho iniciamos o agendamento para as turmas escolares, processo que seguiu ao longo de quase todo segundo semestre, já que a agenda é bastante dinâmica. As visitas ocorreram entre 21 de agosto e 06 de dezembro, em um total de 39:

  • 01 oficina com aplicação dos jogos África No Arquivo e Caso X (para turma do curso de Museologia da UFRGS, disciplina Educação em Museus);
  • 10 Tesouros da Família Arquivo, para 6º e 7º anos do Ens. Fundamental;
  • 05 Desvendando o Arquivo: relações de gênero na história, para 8º e 9º anos do Ens. Fundamental;
  • 23 Resistência em Arquivo: patrimônio, ditadura e direitos humanos, para 9º anos e Ensino Médio.

Entre as oficinas “Resistência em Arquivo” realizadas vale destacar a oferecida no dia 17 de julho, dentro da programação do X Encontro Nacional Perspectivas do Ensino de História, a convite da organização do evento.

Já a respeito do evento de final de ano, foi uma alegria fechar as atividades de 2018 recebendo no Arquivo, no Dia Internacional dos Direitos Humanos, pessoas a quem respeitamos muito: Cláudio Weyne Gutierrez, Ignez Maria Serpa e Nilce Azevedo Cardoso compuseram a mesa “Vozes que não se calam! Direitos Humanos, Democracia, Liberdade”, realizada na tarde de 10 de dezembro, momento em que compartilharam suas histórias de luta contra a ditadura com servidores do APERS, equipe do PEP, professores e estudantes que lotavam nosso auditório. Seus processos de indenização fazem parte do acervo e são utilizados durante a oficina Resistência em Arquivo.

3. Perspectivas para 2019

Nossa atuação em 2019 terá uma organização similar à dos anos anteriores, mesclando ações vinculadas ao PEP (com a UFRGS) e iniciativas educativas do APERS.

Nessa primeira metade do ano já estamos envolvidos com atividades internas, como a retomada da divulgação e distribuição da caixa pedagógica AfricaNoArquivo, e a realização de pesquisas para atualização da oficina Resistência em Arquivo, que foi criada em 2013 e desde então, além da renovação física de seus materiais, não teve inserção de novos documentos ou conceitos. Ainda no 1º semestre, pretendemos criar mais um jogo educativo, dessa vez trabalhando conceitos arquivísticos; organizar nova edição do curso de formação para professores, que será realizado ainda esse ano; e produzir o 2º volume da publicação “PEP em Revista” (clique aqui para acessar o Vol. 1).

A partir de junho retomaremos o agendamento de oficinas, em julho voltamos a rearticular a equipe recebendo bolsistas da UFRGS, em agosto iniciamos o processo de capacitação de oficineiros, e no final de agosto abrimos as portas para as turmas!

Agradecemos a todas e todos que participaram das ações educativas do APERS em 2018! Cada momento partilhado com professores e estudantes dão sentido à nossa existência enquanto instituição pública. Também agradecemos a toda a equipe que se dedicou nesse último período para manter o PEP UFRGS/APERS em funcionamento:

  • Carla Simone Rodeghero (Professora Dep. e PPG em História, coordenadora do Programa de Extensão junto à UFRGS),
  • Clarissa Sommer Alves (Téc. Assuntos Culturais/Historiadora APERS),
  • Elincoln Lucas (Bolsista UFRGS),
  • Gustavo Ziel (Estagiário APERS),
  • Jéssica Gomes de Borba (Estagiária APERS),
  • Laryssa Fontoura (Estagiária APERS),
  • Marina Alburgeri (Bolsista UFRGS),
  • Paulo Fasolo Klein (Estagiário APERS),
  • Thiago Frazzon Arend (Bolsista UFRGS).

    Que 2019 seja um ano de muita produção criativa e realizações que contribuam para valorizar a área de arquivos e a educação em nosso país. Venham conosco!

Aconteceu no APERS: evento Vozes que não se calam!

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Na última segunda-feira tivemos o privilégio de promover o evento “Vozes que não se calam! Direitos Humanos, Democracia, Liberdade”, mesa que contou com os depoimentos de Cláudio Antônio Weyne Gutierrez, Ignez Maria Serpa e Nilce Azevedo Cardoso, ex-presos e perseguidos políticos que tiveram suas vidas profundamente impactadas após o golpe de 1964 e a ditadura civil-militar que se instaurou no país perdurando por 21 anos.

A atividade foi realizada para marcar o encerramento das ações do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS em 2018, e foi organizada com inspiração na oficina “Resistência em Arquivo: patrimônio, ditadura e direitos humanos”, afinal, os processos de indenização dos três protagonistas do evento, salvaguardados pelo Arquivo, são utilizados nessa oficina para debater com as e os estudantes a respeito do papel das instituições arquivísticas, do acesso à informação, da riqueza de acervos que tratam do período ditatorial em questão, e sobre os horrores perpetrados pelo Estado durante aquele período.

A principal motivação foi reunir professores, estudantes, servidores do APERS, pessoas que fazem ou já fizeram parte da equipe do PEP para ouvir pessoalmente os testemunhos daqueles com quem dialogamos tantas vezes no cotidiano por meio de seus registros, acolhendo suas falas, sensibilizando-nos com suas lutas, e refletindo sobre a importância dos valores democráticos e do respeito à dignidade humana, bases da Declaração Internacional dos Direitos Humanos, cuja assinatura completou 70 anos em 2018.

Em muitos sentidos o evento foi um sucesso: conseguimos reunir mais de 80 pessoas e construir um ambiente receptivo, em um auditório lotado e atencioso. Também pudemos dar visibilidade à instituição e às ações realizadas por meio do Programa de Educação Patrimonial em parceria com a UFRGS, que vem desde 2009 enraizando-se e gerando muitos frutos. Interessante registrar que pela primeira vez a equipe do PEP transmitiu um de seus eventos ao vivo pelo Facebook, o que oportunizou maior alcance para as falas e mais interações com nossas mídias sociais – não sem percalços, como é comum quando se está realizando algo pela primeira vez – mas certamente foi uma tarde gratificante, repleta de emoção e força.

Pensando na importância de partilharmos essas experiências, que consideramos como parte integrante de nosso patrimônio cultural imaterial, peças fundamentais para tecer memórias e entender nossa sociedade, nas próximas semanas disponibilizaremos a gravação da mesa através do Youtube do APERS. Acompanhe!

Atualizado em 19.12.2018.

PEP UFRGS-APERS convida: Mesa Vozes que não se calam! Direitos Humanos, Democracia, Liberdade.

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No Dia Internacional dos Direitos Humanos, no ano em que se celebram os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, dia 10 de dezembro, segunda-feira, às 14:30h, realizaremos a atividade de encerramento das ações do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS em 2018. A mesa “Vozes que não se calam! Direitos Humanos, Democracia, Liberdade” será realizada com testemunhos de Claudio Gutierrez, Ignez Serpa e Nilce Azevedo Cardoso, ex-presos políticos que têm seus processos de indenização salvaguardados pelo APERS. Tais documentos são utilizados com as turmas escolares que participam da oficina “Resistência em Arquivo: patrimônio, ditadura e direitos humanos”.

Nosso objetivo é oportunizar um espaço de encontro e escuta sensível, em que estudantes e professores que leram e debateram sobre sus histórias – marcadas pela repressão, tortura e resistência à ditadura civil-militar – possam conhecê-los pessoalmente, prestar-lhes a homenagem merecida e aprofundar conhecimentos.

Cremos que será uma tarde muito significativa não apenas para pensarmos as relações entre passado e presente, mas também para reafirmarmos nosso compromisso com o livre acesso à informação e aos arquivos, com o direito à memória e com a democracia.

Informações podem ser obtidas pelo e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br ou pelo fone (51)3288-9117. O evento é aberto à comunidade, entretanto o público prioritário são os estudantes e professores que participaram das oficinas do PEP em 2018. Nesse sentido, as inscrições devem ser feitas por e-mail informando nome completo, telefone para contato e escola/instituição de vinculação, de forma que possamos confirmar as vagas oportunamente antes do evento.

Cartaz Vozes que não se calam PEP 2018 final

Ação Educativa do APERS e o “Caso X” no III Encontro Discente de História da UFRGS

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Pensando na ampliação dos usos de seu acervo para além das pesquisas acadêmicas e técnicas já habituais ao Arquivo, o APERS tem investido na elaboração de ações educativas que visam utilizar o patrimônio documental nele salvaguardado de uma maneira mais lúdica e didática, mas sem deixar de lado todo o aspecto crítico e investigador inerente ao campo da História e da Arquivologia.

Já compartilhado no XIV Encontro Estadual de História da ANPUH-RS e no XIII Salão de Iniciação Científica e Extensão do IPA sobre o processo de elaboração da Jogoteca Educativa do APERS e a criação de seu primeiro jogo, “Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre”. No dia 19 de novembro foi a vez de compartilhá-los no III Encontro Discente de História da UFRGS.

O trabalho intitulado “Fontes documentais e ensino de História: o uso do Caso X em sala de aula” foi apresentado no eixo temático “saberes, práticas e ensino de história” pelos estagiários e estudantes de História da UFRGS, Gustavo Ziel e Jéssica Gomes de Borba. Deu-se atenção à criação do jogo, mas o enfoque recaiu sobre a fase de testes através de quatro partidas realizadas em três escolas de Porto Alegre, debatendo-se a eficiência do projeto, relatando as discussões obtidas a partir dele e os conceitos que foram trabalhados. Nestes momentos os alunos trouxeram para as partidas e discussões um pouco de suas vivências, visões de mundo e temas trabalhados pelos seus professores em sala de aula.

As escolas visitas foram: Institudo de Educação Flores da Cunha, EEEF Imperatriz Leopoldina e EEEM Oscar Pereira. Agradecemos às professoras Laura Montemezzo, Isadora Librenza e Adriana Santos pela receptividade e parceria com toda equipe do PEP e parabenizamos pelo excelente trabalho com as suas turmas.

A experiência conectou a equipe de Ação Educativa do APERS e a disciplina Estágio de Docência em História III – Educação Patrimonial, ministrada pelas professoras Carmem Gil e Caroline Pacievitch. A medida em que dois de seus estudantes-estagiários puderam realizar suas 40h de observação e prática inseridos no projeto da Jogoteca, participando da finalização do jogo Caso X e realizando as práticas nas escolas. Que estes espaços de troca sigam florescendo!

Jogoteca Educativa do APERS é difundida no XIII Salão de Iniciação Científica e Extensão do IPA.

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Quais os usos possíveis para os documentos de arquivo? Como difundi-los e ampliar seu alcance social? Em geral costuma-se pensar as instituições arquivísticas como espaços de pesquisa acadêmica ou técnica, lugares “habitados” por historiadores, genealogistas, graduandos, mestrandos, doutorandos… Certamente estes são usuários potenciais e importantes, mas os arquivos pertencem a todos e todas nós, podem ser acessados por diversos grupos sociais, para diversas finalidades e em múltiplos contextos.

Nesse sentido o APERS tem investido na formulação de ações educativas em vários formatos, oportunizando a ampliação dos usos de seu acervo em ambientes escolares ou espaços não formais de educação. Entre essas propostas está a Jogoteca Educativa do APERS, projeto criado em 2018 e que vem se desenvolvendo para a partir de 2019 viabilizar o empréstimo de jogos para educadores. A ação já tinha sido divulgada em evento de lançamento realizado no Arquivo, em junho, e no XIV Encontro Estadual de História da ANPUH-RS, em julho. Em outubro foi a vez de ser compartilhada no XIII Salão de Iniciação Científica e Extensão do Centro Universitário Metodista – IPA pela estagiária Jéssica Gomes de Borba, que atualmente cursa o Bacharelado em História na UFRGS e já é licenciada em História pela FAPA. Jéssica deu visibilidade à Jogoteca dando enfoque ao processo de construção de seu primeiro jogo, “Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre”.

A apresentação da comunicação “Os usos educativos do patrimônio documental do APERS: a criação do jogo ‘Caso X’” ocorreu na tarde de 26 de outubro. O resumo expandido será publicado em breve. Informações a respeito do projeto podem ser obtidas através do e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br.

Arquivo Público esteve presente no XIV Encontro Estadual de História!

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Entre os dias 24 e 27 de julho a PUC-RS sediou o XIV Encontro Estadual de História da ANPUH-RS, com o tema Democracia, Liberdades e Utopias. Com o intuito de difundir as ações do APERS a equipe de seu Núcleo de Ação Educativa inscreveu trabalhos no evento, que foram apresentados no dia 26/06.

Os estagiários e Paulo Eduardo Fasolo Klein, com orientação da servidora Clarissa Sommer, inscreveram o pôster “Que os jogos comecem!”: Caso X e a formação da Jogoteca Educativa do APERS. A partir desse trabalho compartilharam a criação do novo projeto educativo da instituição e divulgaram o primeiro jogo autoral produzido em seu âmbito pela equipe. “Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre” foi inspirado no jogo Detetive e ambienta-se na cidade de Porto Alegre no contexto da ditadura civil-militar. O desafio é desvendar um crime cometido pelos agentes da repressão percorrendo lugares de memória da cidade. As biografias dos personagens foram inspiradas nas histórias de vida registradas pelos processos de indenização a ex-presos políticos salvaguardados no Arquivo, com os quais as escolas terão contato ao locar o jogo.

Já a servidora Clarissa inscreveu a comunicação “Pelo olhar de uma historiadora do Arquivo, reflexões sobre escrita da história e História Pública”, que foi aceita junto ao Simpósio Temático Teoria da História e Historiografia: Democracia, Liberdades, Utopia. Neste espaço apresentou reflexões preliminares a partir de seu trabalho de mestrado desenvolvido junto ao Programa de Pós-Graduação em História da UFRGS, que versa sobre a atuação de historiadores em instituições arquivísticas estaduais. Buscou dialogar com os pares a respeito do cenário de atuação profissional encontrado a partir dos levantamentos realizados e da aplicação de questionários, sobre os desafios enfrentados por ela enquanto historiadora que é servidora de um Arquivo Público, e sobre as múltiplas potencialidades para a escrita da história e a história pública percebidas neste percurso.

Os resumos de ambos trabalhos podem ser acessados aqui.

 

Comunicado sobre o Seminário “130 Anos de Abolição Incompleta da Escravidão no Brasil 30 Anos de Constituição Cidadã: entre exclusão e representatividade”

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     A Comissão Organizadora do evento informa:

   Em decorrência do impacto sobre o transporte público da greve promovida pelos caminhoneiros, o seminário relativo aos 130 anos da abolição incompleta da escravatura e aos 30 anos da constituição cidadã não será realizado nos dias 28 e 29 de maio de 2018.
   Durante o decorrer da primeira semana do mês de junho, serão informadas as novas datas.

Seminário “130 Anos de Abolição Incompleta da Escravidão no Brasil 30 Anos de Constituição Cidadã: entre exclusão e representatividade”

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O Arquivo Público sediará o Seminário “130 Anos de Abolição Incompleta da Escravidão no Brasil 30 Anos de Constituição Cidadã: entre exclusão e representatividade” – em homenagem à Luisa Mahin e Luiz Gama, que ocorrerá entre os dias 28 e 29 de maio de 2018, no Auditório do APERS.

O Seminário abordará temas sobre exclusão, representatividade, espaço político e democracia, políticas públicas, além do enfrentamento à violência institucional relacionadas às questões raciais, com o objetivo de subsidiar os trabalhos da Comissão da Verdade da Escravidão Negra da OAB-RS.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas neste link (clique para acessar)!

Confira a programação e participe!

Mais informações estão disponíveis no site: www.cvenoabrs.wixsite.com/130-anos-abolicao .

Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos: participe da 7ª edição de nosso curso de formação para professores!

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Entre hoje e o dia 20/09 estão abertas as inscrições para a 7ª edição do curso de formação para professores do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS! A participação é gratuita, com certificado de 40h. As vagas são limitadas, e serão destinadas, preferencialmente, para professores em pleno exercício de sala de aula.

Interessados devem enviar e-mail para acaoeducativa@smarh.rs.gov.br. Confira a programação:

Cartaz Curso PEP Profs 2017

Relatórios APERS 2016 – DIPAD: Ações educativas e culturais

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O Arquivo Público do Rio Grande do Sul possui uma série de atividades na área de Ação Educativa, sobretudo as vinculadas ao Programa de Educação Patrimonial, consolidadas e reconhecidas pelas mais diversas instituições ligadas à educação. De modo geral, as atividades são desenvolvidas dentro da própria instituição.

APERS? Presente, professor!Na intenção de darmos continuidade e estendermos essa aproximação, elaboramos em 2014 o projeto APERS? Presente, Professor? Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas que pretendeu levar um pouco do Arquivo Público até a escola, a partir da construção de propostas pedagógicas que tiveram como ponto de partida os documentos custodiados pela instituição. O objetivo caracterizou-se pela disponibilização virtual de atividades que pudessem ser desenvolvidas pelos professores nas salas de aula da educação básica. Em 2016 se deu a publicação e disponibilização da Coletânea da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor!. As propostas que compõe esta coletânea foram disponibilizadas, no formato PDF, no Blog Institucional do APERS ao longo de 2015 e foram construídas com fontes arquivísticas, a partir do eixo temático História e Direitos Humanos.

Outra atividade que demandou tempo das equipes da Divisão de Preservação, Acesso e Difusão foi a elaboração do projeto Estágio Curricular para o Curso de História. O estágio foi desenvolvido entre os dias 29 de setembro e 26 de outubro, e foi oferecido para alunos dos cursos de graduação em História, tanto bacharelado quanto licenciatura.

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Com uma carga horária de 50 horas, distribuídas em 12 encontros, os estagiários puderam discutir e vivenciar, saberes e fazeres de um historiador dentro de uma instituição arquivística. No primeiro encontro, foram apresentados ao APERS por meio de uma Visita Guiada e de conversa sobre as atividades, em geral, desenvolvidas pelo arquivo. Nos segundo e terceiro encontros, foram abordados assuntos relacionados à Classificação, Avaliação e Descrição Documental. Além de leituras, foram propostas duas atividades com documentos do Poder Executivo, para as quais o contato com o Plano de Classificação e a Tabela de Temporalidade (IN02/2014 SIARQ/RS) e as normas de descrição da NOBRADE se faziam necessárias para realização dos exercícios. No quarto encontro, foram trabalhados aspectos da indexação de documentos, umas das etapas da descrição documental, na qual foram utilizados documentos do Poder Judiciário. Nesse encontro, de forma prática, os alunos puderam conhecer o banco de dados do Arquivo AAP (Administração de Acervos Públicos) e realizar atividades práticas de alimentação do site.

Nos quinto e sexto encontros, os estagiários entraram em contato com as áreas de Preservação e de Conservação. Realizaram leitura e debates sobre o tema e observaram as condições do arquivo e dos acervos a partir desse prisma. Também puderam realizar algumas atividades práticas de conservação como higienização, desmetalização, feitura de capas e costuras. Os próximos dois encontros, o sétimo e oitavo, foram destinados ao Atendimento ao Pesquisador. Além de leituras sobre o papel do historiador que atua em arquivos no suporte à pesquisa, conheceram os diferentes instrumentos de pesquisa disponíveis para acesso aos documentos dos poderes legislativo, judiciário e executivo. Depois disso, realizaram atividades de pedidos e de busca de documentação.

Para os últimos quatro encontros, ficaram reservadas as temáticas da Difusão e das Ações Educativas. Para a primeira, além da proposta de leitura e discussão de texto sobre o assunto e apresentação das atividades de difusão desenvolvidas pelo APERS, os alunos, tiveram que escrever um texto, divulgando um conjunto documental, Acervo da Vara de Família e Sucessão, custodiado pelo Arquivo. Por fim, foram apresentados às ações educativas desenvolvidas pelo APERS e conheceram um pouco mais sobre os serviços pedagógicos de outros arquivos, nacionais e internacionais. E como exercício, construíram uma atividade pedagógica a partir de documentos da Comissão Especial de Indenização.

Dessa forma, os estagiários puderam conhecer, problematizar e realizar algumas tarefas que compõem cada uma dessas atividades desenvolvidas pelos servidores dos APERS. Acreditamos que a proposta inicial, de oportunizar o contato de estudantes dos Cursos de História com os trabalhos desenvolvidos em instituições arquivísticas foi cumprido e que, para eles, além das instituições de educação básica e de ensino superior, os arquivos se transformaram em campo de atuação profissional. Segue a descrição das atividades:

  • Planejamento;
  • Elaboração e submissão do Programa do Estágio à direção do APERS;
  • Elaboração de material de divulgação;
  • Reunião com a Equipe do Estágio Curricular;
  • Alteração do Programa original (alteração de datas);
  • Recebimentos de indicação, organização e inclusão de Bibliografia no Programa do Estágio Curricular;
  • Contatos Universidades (UFRGS, PUC, Unisinos e FAPA) – prospecção de demanda pelo estágio Curricular;
  • Finalização do material de divulgação após alterações de datas;
  • Divulgação do Estágio Curricular (Blog);
  • Divulgação Estágio Curricular Universidades;
  • Início das Inscrições pelo e-mail apers@;
  • Contato Maria Lúcia Ricardo Souto para autorização de utilização de texto sobre conservação e reparos;
  • Reserva do Auditório e da Sala de Reuniões para atividades do Estágio;
  • Agenda Expresso – convite|registro atividades dos integrantes da equipe;
  • Lista de Informações sobre o Estágio para disponibilizar na Recepção do APERS;
  • Elaboração de Apresentação/slides para o primeiro encontro;
  • Elaboração de Ficha de Avaliação;
  • Acompanhamento do e-mail APERS;
  • Planejamento e execução das atividades realizadas no encontro de Apresentação da Instituição (Nôva e Caroline);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros de Classificação, Avaliação e Descrição (Viviane);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros de Indexação (Roberta);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Conservação e Preservação (Nôva);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Atendimento ao Pesquisador (Caroline)
  • Planejamento, elaboração de materiais e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Pesquisa Histórica e Difusão de Acervos (Nôva);
  • Planejamento, elaboração de materiais e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Ação Educativa (Nôva e Caroline);
  • Elaboração e entrega, por e-mail, de certificado de conclusão do Estágio;
  • Organização Pasta Servidor e materiais físicos;
  • Elaboração de Notícia para o Blog sobre a Iª Edição do Estágio.

Trabalharam na organização do Estágio: Caroline Acco Baseggio, Nôva Marques Brando, Roberta Capelão Valença Scholz, e Viviane Portella de Portella. Nôva Marques Brando foi responsável também pelo projeto APERS? Presente, professor!

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Coletânea da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor!

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Capa Coletanea    Como encerramento da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor – Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas, o Arquivo Público lança a publicação de uma Coletânea com seis propostas pedagógicas publicadas no Blog ao longo do ano de 2015 (clique aqui para acessar). Todas elas estão organizadas a partir do eixo temático História e Educação em Direitos Humanos, no qual a ideia de que o conhecimento histórico, construído a partir de vestígios do passado, no caso específico aqui, de documentos salvaguardados pelo Arquivo, pode contribuir para uma educação em direitos humanos.

    Para construí-las, a equipe do projeto utilizou como fonte documentos dos Acervos do Poder Executivo, do Poder Judiciário e do Tabelionato. Cada uma dessas publicações foi elaborada a partir de olhares mais específicos dentro do eixo temático. São elas: (1) Ditadura e Democracia: perseguições e participações políticas; (2) Relações de Gênero: construindo a equidade; (3) Relações Étnico-raciais no Brasil; (4) Democracia e a garantia dos direitos políticos; (5) Segurança Pública e Integridade Física: um direito de todos; (6) A luta pela terra e o direito à propriedade.

   Esperamos que a temática do eixo e seus assuntos específicos promovam importantes discussões e que auxiliem no desenvolvimento de importantes competências e habilidades junto aos alunos; que a partir das fontes arquivísticas, de outras fontes incorporadas nas propostas, das atividades e leituras sugeridas, ocorram aprendizagens significativas capazes de promover o respeito, a defesa, a proteção, e a construção de uma cultura dos Direitos Humanos.

APERS na Comissão Organizadora do XIII Encontro Estadual de História

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No ano de 2016 ocorrerá o XIII Encontro Estadual de História, promovido pela Associação Nacional de História – Seção Rio Grande do Sul. O evento ocorrerá de 18 a 21 de Julho nas dependências da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), na cidade de Santa Cruz do Sul/RS, e versará sobre o tema Ensino, democracia e direitos, buscando dialogar com o atual contexto político da sociedade brasileira, relacionado às responsabilidades acadêmicas e sociais do ofício das historiadoras e historiadores.

No intuito de contemplar instituições diversas caracterizadas como possíveis espaços de atuação para estes profissionais, voltados tanto ao ensino quanto à pesquisa e ao patrimônio histórico-cultural, a Comissão Organizadora e Científica do Encontro será composta não apenas pela Diretoria e Conselho Fiscal da ANPUH-RS, e Comissão Organizadora Local, mas também por uma Comissão Interinstitucional, para a qual o Arquivo Público do RS foi convidado, sendo nela representado pela servidora Clarissa Sommer.

Os debates sobre o papel dos(as) historiadores(as) na sociedade atual serão amplamente aprofundados nos diversos fóruns do evento, desde as mesas redondas e conferências, passando por simpósios temáticos, minicursos e oficinas. Mais informações a respeito podem ser acessadas através da página do evento: clique aqui. Destacamos que as inscrições para proposição de simpósios, minicursos e oficinas já estão abertas, e se estendem até o dia 20 de março. Para a área de memória e patrimônio, interessante notar que serão priorizadas as oficinas propostas por professores e profissionais de arquivos, bibliotecas, museus e instituições afins.

Esteja atento(a) e participe! Seguiremos compartilhando novidades sobre o XIII EEH.

APERS? Presente, professor! – Democracia e a garantia dos Direitos Políticos

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Democracia e Direitos Politicos_Capa   Hoje disponibilizamos a quarta proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! Cuja IIª Edição problematizará os vínculos entre História e Educação para os Direitos Humanos.

    Denominada de Democracia e a garantia dos Direitos Políticos, essa proposta tem como objetivo a promoção de uma reflexão acerca da garantia dos direitos políticos, dentro da perspectiva dos direitos humanos, na democracia brasileira recente a partir de documentos produzidos no período da ditadura civil-militar, momento no qual tais direitos foram, em muitos casos, cerceados. Para construí-la, a equipe do projeto utilizou como fonte, processos administrativos da Secretaria da Justiça. Acesse aqui o arquivo da proposta. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

    Um ótimo trabalho!

APERS? Presente, professor! – Relações de Gênero: construindo a equidade

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Relações de Gênero_BlogHoje disponibilizamos a segunda proposta pedagógico Projeto APERS? Presente, professor! Cuja IIª Edição problematizará os vínculos entre História e Educação para os Direitos Humanos.

Denominada de Relações de Gênero: construindo a equidade, essa proposta tem como objetivo, a partir de algumas informações retiradas da documentação, contribuir com reflexões em torno da forma como expectativas diferenciadas da sociedade em relação a homens e a mulheres e estereótipos de gênero tendem a acentuar desigualdades e histórias de vida diferentes para ambos. Para construí-la, a equipe do projeto utilizou como fonte, processos de desquite, de divórcio e de apreensão de menores da Vara de Família da cidade de Porto Alegre. Acesse aqui o arquivo da proposta. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Um ótimo trabalho!

APERS? Presente, professor! – Ditadura e Democracia: perseguições e participações políticas

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Ditadura e Democracia_BlogHoje disponibilizamos a primeira proposta pedagógica Projeto APERS? Presente, professor! cuja IIª Edição problematizará os vínculos entre História e Educação para os Direitos Humanos.

Denominada de Ditadura e Democracia: perseguições e participações política, essa proposta tem como objetivo, a partir da história de sete personagens, realizar discussões a respeito do direito à manifestação política, à filiação partidária e à organização de entidades representativas como um dos direitos humanos que devem ser garantidos nos regimes democráticos. Para construí- la, a equipe do projeto utilizou como fonte os processos de indenização dos ex-presos políticos Ariosto Damin, Lino Cortese, Avelino Reginatto, Dileto Pavan, Germano Basso, Ernesto Zanon e de Setembrino Damin. Acesse aqui o arquivo da proposta. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Um ótimo trabalho!

Se houver interesse, os processos na íntegra podem ser acessados aqui: (1) Ariosto Damin, (2) Lino Cortese, (3) Avelino Reginatto, (4) Dileto Pavan, (5) Germano Basso, (6) Ernesto Zanon, (7) Setembrino Damin.

APERS? Presente, professor! – A Luta por Memória, Verdade e Justiça

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2014.12.10 Memoria Verdade e Justica_Blog   Hoje disponibilizamos a décima quinta proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor que está inserida dentro do eixo temático A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois.

   Denominada de A Luta por Memória, Verdade e Justiça, essa proposta tem como objetivo auxiliar na compreensão de que a memória, a verdade e a justiça são direitos que devem ser reconhecidos e garantidos a qualquer cidadão que vive em uma democracia. Para construí- la, a equipe do projeto utilizou como fonte o processo de indenização do ex-preso político, Jorge Fischer Nunes. Acesse aqui o arquivo da proposta.

    O professor pode acessar aqui uma cópia dos documentos selecionados e de outros documentos que não compuseram a proposta, mas que compõem o processo de Jorge Fischer Nunes (que não pode ser disponibilizado na íntegra, devido ao seu tamanho). Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

    Um ótimo trabalho!

APERS? Presente, professor! – Democracia e Justiça de Transição

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2014.11.12 Democracia e Justica de Transicao_Blog   Hoje disponibilizamos a décima terceira proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! que está inserida dentro do eixo temático A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois.

     Denominada de Democracia e Justiça de Transição, essa proposta tem como objetivo auxiliar no reconhecimento da importância de uma efetiva justiça de transição nos processos de (re)construção da democracia. Para construí- la, a equipe do projeto utilizou como fonte o processo de indenização do ex-preso político do período, Luiz Eurico Tejera Lisboa. Acesse aqui o arquivo da proposta.

     O professor pode acessar aqui uma cópia dos documentos selecionados e de outros documentos que não compuseram a proposta, mas que compõem o processo de Luiz Eurico (o processo completo de Luiz Eurico possui mais de 500 páginas, dessa forma, não foi possível disponibilizá-lo na integra). Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

     Bom trabalho!

Blog temático Resistência em Arquivo: acompanhe nossas postagens no ano de 2014

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2014.01.15 Blog Resistência em Arquivo      Neste ano de 2014, chegamos aos 50 anos do início da Ditadura Civil-militar no Brasil. Muitas serão as iniciativas em torno do tema, muitas serão as disputas em torno dessa história, muitas serão as histórias contadas sobre a ditadura. Por aqui, no Arquivo Público, também queremos contá-la, “para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça”!

     Além de futuras ações que o APERS desenvolverá nesse ano, ainda em 2013 construímos um Blog Temático, para compartilharmos com vocês postagens específicas sobre o tema Ditadura Militar e Direitos Humanos. Para esse ano, fizemos um planejamento com o propósito de passar por temáticas e por acontecimentos significativos desses longos 21 anos de ditadura.

    Começamos, na semana passada, com um debate inicial necessário sobre Capitalismo e Direitos Humanos e sobre Democracia, Ditadura e Direitos Humanos – além de postagens Relato de Oficineiro, Publicação de Artigos e Texto do Eduardo Galeano. Depois desse primeiro momento, pretendemos viajar em uma linha do tempo para compor nossas postagens semanais.

    Confira lá nosso trabalho e participe encaminhando sugestões para o e-mail resistenciaemarquivo@sarh.rs.gov.br!!!

         Para acessar o blog: http://resistenciaemarquivo.wordpress.com/

Participação do APERS na X Semana Acadêmica do Curso de Arquivologia/UFSM

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     Na semana de 15 a 19 de outubro de 2012 foi realizada a X Semana Acadêmica do Curso de Arquivologia/UFSM, no auditório do CCSH, com a temática “Acesso à informação e democracia: para quem?”.

    O Arquivo Público do RS foi convidado para participar e, no dia 16 de outubro, a arquivista Renata Pacheco de Vasconcellos apresentou o trabalho “Aplicação da Norma ISDIAH no APERS”.

      Em maio de 2012 foi publicada a ISDIAH APERS, baseada na análise da norma, uma vez que ao realizarmos o mapeamento não encontramos a aplicação da mesma por outras instituições. A apresentação deste estudo aos acadêmicos buscou estimulá-los à pesquisa a partir de um caso prático de aplicação da norma, o qual servirá de exemplo para instrumentos descritivos futuros.

     Acesse a apresentação clicando aqui.

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