Exposição “ENTRE LER E VER: Escravização e Resistência”

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    Será aberta no dia 18 de maio, no Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS), a exposição “ENTRE LER E VER: Escravização e Resistência”, no mês da Abolição da Escravidão no Brasil. A mostra é composta por dois momentos: “APERS: um olhar nas fontes documentais da escravidão”, e “Visões além da retina: Memórias, Esquecimentos e Representações”.

    É um convite para pensar o protagonismo do povo negro em suas lutas cotidianas escravagistas do passado, indo além da visão de passividade que o escravo tinha na sociedade escravista brasileira. Além disso, provocar um pensar na realidade e na atualidade, como a representatividade de hoje em suas lutas e conquistas.

“APERS: um olhar nas fontes documentais da escravidão”
Documentos originais de cartas de liberdade, testamentos, compra e venda de escravos, inventários e processos crimes estarão expostos. Esta temática, “Escravidão”, deu origem a dez catálogos que servem de instrumento de pesquisa, os “Catálogos Seletivos Documentos da Escravidão”.

“Visões além da retina: Memórias, Esquecimentos e Representações”
Exposição fotográfica composta por três eixos temáticos: o primeiro apresenta memórias institucionais, o segundo locais de identificação e o terceiro representações contemporâneas do negro em Porto alegre. O acervo foi cedido pela Unidade Documentação e Memória/Cia Carris Porto-alegrense.

    A exposição permanecerá aberta para visitação até 31 de maio de 2017, das 8h30min às 17h, no Espaço Joel Abílio Pinto dos Santos do APERS, Rua Riachuelo, 1031, Centro Histórico de Porto Alegre.

Relatórios APERS 2016 – DIPAD: Programa de Educação Patrimonial UFRGS|APERS

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O Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS (PEP), realizado nesta parceria institucional desde 2009, teve novidades, desafios e conquistas em 2016. A cada novo ano buscamos inovar e qualificar os serviços prestados. Nesse sentido, e no intuito de estreitar os laços entre escolas, Universidade e Arquivo, aprofundando os processos de ensino-aprendizagem a partir do patrimônio cultural vinculado ao ensino de História e à arquivística, no ano de 2016 a participação das turmas nas oficinas de Educação Patrimonial oferecidas nas dependências do APERS foram compreendidas como parte de um projeto, orientado pelo PEP em contato com professores e coordenações pedagógicas das escolas, desenvolvido ao longo do ano letivo, e norteado pelo Regulamento PEP 2016. O regulamento previu a preparação das turmas antes da vinda à oficina, vivência das oficinas no APERS (com transporte oferecido pelo PEP), e aprofundamento da discussão sobre educação a partir do patrimônio em sala de aula, que resultou em produtos exposto na Mostra PEP de Final de Ano, na primeira semana de dezembro de 2016. Os produtos expostos na Mostra foram criados a partir do contato com o patrimônio salvaguardado pelo Arquivo Público, com o conhecimento construído a partir da participação no Programa, e pela reflexão a respeito dos bens culturais de nossa sociedade, do bairro, da comunidade escolar. Todas as atividades foram oferecidas gratuitamente e orientadas pela equipe do PEP, composta por servidores, professores, estagiários e bolsistas da UFRGS e do APERS.

De acordo com o Regulamento foram selecionadas 28 escolas para participação nas oficinas, sendo elas:

  • Colégio de Aplicação da UFRGS (Porto Alegre)
  • Colégio Estadual Augusto Meyer (Guaíba)
  • Colégio Estadual Paraná (Porto Alegre)
  • Colégio Romano Santa Marta (Porto Alegre)
  • Colégio Romano São Mateus (Porto Alegre)
  • Colégio Romano Senhor Bom Jesus (Porto Alegre)
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Ferreira de Abreu (Porto Alegre)
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Oswaldo Aranha (Porto Alegre)
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Érico Veríssimo (Porto Alegre
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Planalto Canoense (Canoas)
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Vila Cruzeiro do Sul (Porto Alegre)
  • Escola Estadual de Ensino Médio Baltazar de Oliveira Garcia (Porto Alegre)
  • Escola Estadual de Ensino Médio Rafaela Remião (Porto Alegre)
  • Escola Estadual de Ensino Municipal Polisinos (São Leopoldo)
  • Escola Estadual Fernando Gomes (Porto Alegre)
  • Escola Estadual Padre Nunes (Gravataí)
  • Escola Municipal de Educação Básica Al
  • ão de Barro (Sapucaia do Sul)
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Anisio Teixeira (Porto Alegre)
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva (Porto Alegre)
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza (Alvorada)
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Jerônimo Porto (Viamão)
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboim (EJA) (Sapucaia do Sul)
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboim (Sapucaia do Sul)
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Vicente (Viamão)
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental São Pedro (Porto Alegre)
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Wenceslau Fontoura (Porto Alegre)
  • Escola Técnica Estadual Frederico G. Schmidt (São Leopoldo)
  • berto Santos Dumont (Sapucaia do Sul)
  • Escola Municipal de Educação Básica Jo

Sendo assim, ao longo do ano foram ministradas 84 oficinas, atendendo um total de 1.650 estudantes. Foram 48 oficinas Os Tesouros da Família Arquivo (para 6º e 7º ano) para 1.016 alunos, 18 oficinas Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia (para 8º e 9º ano) para 309 alunos, e 17 oficinas Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos (para o Ensino Médio) para 325 alunos. Se em 2015 reformulamos da oficina Tesouros, em 2016 foi a vez de outra atividade bastante importante e enriquecedora: a reformulação da oficina Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia, construída a partir de documentos que propiciam a reflexão sobre relações de gênero. Confira as turmas que participaram:

Abril:

  • Dia 20: os alunos do 6º ano, turma 6B, da Escola Estadual Fernando Gomes participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Adriana Quadros.
  • Dia 26: os alunos do 7º ano, turma 71, da Escola Estadual Ensino Fundamental Dr Ferreira de Abreu participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Andreia de Souza.
  • Dia 27: os alunos do 6° e 7° ano, turma 617 e 717, do Colégio Estadual Paraná participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Carlos Reni Silva.
  • Dia 28: os alunos do 7° ano, turma 7B, da Escola Municipal de Educação Básica João de Barro participaram, pela manhã, da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Luana Morais.
  • Dia 28: os alunos do 6° ano, turma B34, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Wenceslau Fontoura participaram, pela tarde, da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Betina Stampe.

Maio:

  • Dia 04: os alunos do 3° ano, turma 302, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan.
  • Dia 04: os alunos do 7° ano, turma A, da Escola Municipal de Educação Básica Alberto Santos Dumont participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga.
  • Dia 05: os alunos do 3° ano, turma 301, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan.
  • Dia 09: os alunos da turma de Introdução ao Estágio do Curso de História da UFRGS/FACED vivenciaram a oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Carmem Gil.
  • Dia 11: os alunos do 3° ano, turma 303, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan.
  • Dia 12: os alunos do 7º ano, turma 70B, da Escola Estadual Ensino Fundamental Planalto Canoense participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados da Sherol dos Santos.
  • Dia 18: os alunos do 7º ano, turma C12, da Escola Municipal Ensino Fundamental Aramy Silva participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados da professora Fabiana Meira.
  • Dia 19: os alunos do 3º ano, turma 206, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan.
  • Dia 19: os alunos do 3º ano, turma 305, do Colégio Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan.
  • Dia 24: os alunos do 7° ano, turma C11, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Fabiana Meira.
  • Dia 24: os alunos do 6° ano, turma 61, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr Ferreira de Abreu participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Andreia de Souza.
  • Dia 25: os alunos do 6° ano, turma 62, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr Ferreira de Abreu participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Andreia de Souza.

Junho:

  • Dia 1º: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 161, do Colégio Romano Santa Marta participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Adriana Quadros.
  • Dia 02: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 161, do Colégio Romano São Matheus participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Rinaldo Geremias.
  • Dia 08: pela tarde os alunos do 7° ano, turma 7C, da Escola Municipal de Educação Básica Alberto Santos Dumont participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga.
  • Dia 09: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 161, do Colégio Romano Bom Jesus participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Gustavo Barcelos.
  • Dia 09: a noite os alunos do 3° ano, turma 306, da Escola Estadual Augusto Meyer participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Alfredo Ranzan.
  • Dia 13: pela manhã os alunos do 7° ano, turma C13, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Fabiana Meira.
  • Dia 15: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 60, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Oswaldo Aranha participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Olga M. Boelter.
  • Dia 16: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 162, do Colégio Romano Senhor Bom Jesus participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Gustavo Barcelos.
  • Dia 21: pela manhã os alunos do 7° ano, turma 70, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Oswaldo Aranha participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Olga Boelter.
  • Dia 22: os alunos do 7° ano, turma 72, Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Ferreira de Abreu participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Lusimara Borba.
  • Dia 23: pela manhã os alunos do 6° ano, turma 163, do Colégio Romano Bom Jesus participaram de nossa oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Gustavo Barcelos.
  • Dia 29: os alunos do 8° ano, turma 80, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Érico Veríssimo participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Carlos Reni.
  • Dia 30: os alunos do 8° ano, turma 81, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Érico Veríssimo participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Carlos Reni.

Agosto:

  • Dia 11: os participantes da Capacitação de Oficineiros APERS | UFRGS vivenciaram a oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos”.
  • Dia 16: pela manhã, os alunos das turmas 80 e 90 / 8º e 9º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Oswaldo Aranha participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Olga Madalena Boelter.
  • Dia 17: pela manhã, os alunos da Turma C31, 9º ano, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Fabiana Borges Meira.
  • Dia 18: pela manhã, os alunos da turma C30, 9º ano, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Wenceslau Fontoura participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Alda Marici da Silva Silveira.
  • Dia 18: os participantes da Capacitação de Oficineiros APERS | UFRGS vivenciaram a oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia”.
  • Dia 23: pela manhã, os alunos da Turma C32, 9º ano, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Fabiana Borges Meira.
  • Dia 23: pela tarde, os alunos da Turma 60A, 6º ano, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Planalto Canoense participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Sherol Santos.
  • Dia 24: pela manhã, os alunos da turma C32, 9º ano, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Heitor Villa Lobos participaram a oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Fátima Veiga Mendonça.
  • Dia 24: pela tarde, os alunos do Curso de Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul vivenciaram a oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Zita Rosane Possamai.
  • Dia 25: pela manhã, os alunos das turmas 81, 82 e 92, 8º e 9º anos, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Vila Cruzeiro do Sul participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Geórgia Frota Nunes.
  • Dia 30: pela manhã os alunos da Turma 70A, 7º ano, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Planalto Canoense participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Sherol Santos.
  • Dia 30: a tarde os alunos da Turma 81, 8º ano, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Ferreira de Abreu participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Ione Monteiro.
  • Dia 31: pela manhã, os alunos da Turma A, 6º ano, da Escola Municipal de Educação Básica Alberto Santos Dumont participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Freitas Madruga.
  • Da 31: a tarde, os alunos da Turma 82, 8º ano, Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Ferreira de Abreu participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Andreia Ferreira de Souza.

Setembro:

  • Dia 1º: pela manhã, os alunos da Turma C33, 9º ano, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Heitor Villa Lobos participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Fátima Veiga Mendonça.
  • Dia 06: pela manhã, os alunos da turma 61, 6º ano, da Escola Estadual de Ensino Médio Baltazar de Oliveira Garcia participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Eduardo Schütz.
  • Dia 06: pela tarde, os alunos da turma 62, 6º ano, da Escola Estadual de Ensino Médio Rafaela Remião participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Louisi Berndt.
  • Dia 08: pela manhã, os alunos da turma 62, 6º ano, da Escola Estadual de Ensino Médio Baltazar de Oliveira Garcia participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Eduardo Schütz.
  • Dia 08: à noite, os alunos das séries finais da Educação de Jovens e Adultos (EJA) daEscola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboim participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Kátia Tháis Machado.
  • Dia 13: os alunos da turma 63, 6º ano, da Escola Estadual de Ensino Médio Baltazar de Oliveira Garcia participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Eduardo Schutz.
  • Dia 14: os alunos da turma B, 6º ano, da Escola Municipal de Educação Básica Alberto Santos Dumont participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Freitas Madruga.
  • Dia 15: os alunos da turma 64, 6º ano, da Escola Estadual de Ensino Médio Baltazar de Oliveira Garcia participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Eduardo Schutz.
  • Dia 21: pela manhã, os alunos da turma C / 6º ano da Escola Municipal de Ensino Básico Alberto Santos Dumont participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Freitas Madruga.
  • Dia 21: pela tarde, os alunos da turma 60, 6º ano, da Escola Estadual de Ensino Médio Rafaela Remião participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Laura Montemezzo.
  • Dia 22: pela manhã, os alunos da turma 66, 6º ano, da Escola Estadual de Ensino Médio Baltazar de Oliveira Garcia participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Eduardo Schutz.
  • Dia 27: pela manhã, os alunos do 2º ano, turma 201, da Escola Estadual de Ensino Médio Padre Nunes participaram a oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Rafael Policeno de Souza.
  • Dia 28: pela manhã, os alunos do 6º ano, turma E, da Escola Estadual de Ensino Básico Alberto Santos Dummont participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga.
  • Dia 29: pela manhã, os alunos do 2º ano, turma 202, da Escola Estadual de Ensino Médio Padre Nunes participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Rafael Policeno de Souza.
  • Dia 29: a tarde, os alunos do 6º ano, turma B30, da Escola Estadual de Ensino Fundamental São Pedro participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Luciano Gomes.

Outubro:

  • Dia 04: pela manhã os alunos da Turma A / 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental João de Barro participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Chaiane Silveira.
  • Dia 04: pela tarde os alunos da Turma A / 6º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboin participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga.
  • Dia 05: pela manhã os alunos da Turma 81 / 8º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Jerônimo Porto participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Daniela Simões de Souza.
  • Dia 05: pela tarde os alunos da Turma 61 / 6º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Jerônimo Porto participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Daniela Simões de Souza.
  • Dia 06: pela manhã os alunos da Turma 65 / 6º ano da Escola Estadual de Ensino Médio Baltazar de Oliveira Garcia participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Eduardo Schultz.
  • Dia 06: pela tarde os alunos da Turma B / 6º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboin participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga.
  • Dia 11: pela manhã os alunos da Turma 13 M1 / 3º ano da Escola Técnica Estadual Frederico Guilherme Schmidt participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Marcos Freire Machado.
  • Dia 11: pela tarde os alunos da Turma 92 / 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza, de Alvorada, participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pelo professor Marcelo Rios.
  • Dia 13: pela manhã os alunos da Turma 23 M1 / 3º ano da Escola Técnica Estadual Frederico Guilherme Schmidt participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Marcos Freire Machado.
  • Dia 13: a noite os alunos das Turmas T5 e T6 de Educação de Jovens e Adultos (EJA) daEscola Municipal de Ensino Fundamental São Pedro participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Rodrigo Dornelles.
  • Dia 18: pela manhã os alunos das Turmas A e B / 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboin participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Ana paula Madruga.
  • Dia 18: pela tarde os alunos das Turmas A, B e E / 1º ano da Escola Estadual de Ensino Médio Polisinos participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Fernanda Senger.
  • Dia 20: pela manhã os alunos da Turma 91 / 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Jerônimo Porto participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Daniela Simões de Souza.
  • Dia 20: pela tarde os alunos da Turma 71 / 7º ano Escola Municipal de Ensino Fundamental Jerônimo Porto participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Daniela Simões de Souza.
  • Dia 25: pela manhã os alunos da Turma 81 / 8º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Vicente participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Sheila Lima Nogueira.
  • Dia 25: pela tarde os alunos da Turma 1 C / 1º ano da Escola Estadual de Ensino Médio Polisinos participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Fernanda Senger.
  • Dia 26: pela manhã os alunos do 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pelo professor Marcelo Rios.
  • Dia 27: pela tarde os alunos dos 6º e 7º anos da Escola Estadual de Ensino Fundamental Ildefonso Gomes participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelos professores Bianca Zotti e Guilherme Pomar.

Novembro:

  • Dia 1º: pela manhã os alunos da turma 73 / 7º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza participou da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Marcelo Rios.
  • Dia 1º: pela tarde os alunos das turmas 1D e 1E/ 1º ano da Escola Estadual de Ensino Médio Polisinos participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Fernanda Senger.
  • Dia 03: pela manhã os alunos da turma 71 / 7º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza participou da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Marcelo Rios.
  • Dia 08: pela manhã os alunos da turma 91/ 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Vicente participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Sheila Lima Nogueira.
  • Dia 08: pela tarde os alunos da turma 1F / 1º ano da Escola Estadual de Ensino Médio Polisinos participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Fernanda Senger.
  • Dia 09: pela manhã os alunos do 7º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Marcelo Rios.
  • Dia 10: pela manhã os alunos da turma C31 / 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Heitor Villa Lobos participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Fátima Veiga Mendonça.

Em 2016 promovemos duas capacitações de oficineiros. No 1º semestre foi possível receber quatro estudantes da disciplina de Estágio de Docência III – Educação Patrimonial, do curso de Licenciatura em História da UFRGS, que se incluíram no processo de reformulação da oficina, participando de alguns dos encontros do curso de formação, realizando visita ao conjunto arquitetônico do APERS, construindo materiais didáticos para a oficina Desvendando em parceria com a equipe do PEP, e finalmente realizando quatro práticas dessa oficina. No 2º semestre voltamos à capacitação em seu formato habitual, com 12 encontros, sendo quatro de aproximação com as oficinas e sua base teórica, dois de observação, e seis de práticas. Neste semestre foram capacitados oito oficineiros.

Outra atividade que exigiu a dedicação da equipe do PEP foi o curso de formação para professores, intitulado Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos: desafios do tempo presente, realizado entre os meses de agosto e outubro, em sete encontros nas tardes e noites de sextas-feiras. Foram capacitados 44 cursistas, que concluíram as horas necessárias para o recebimento do certificado.

Também, em 2016, lançamos, em formato impresso e em .pdf, o livro “PEP em revista: O Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS”, pensado em formato de revista, bastante ilustrado e dinâmico, que conta a história do PEP de 2009 até meados de 2015 e o folder do PEP.

Em 2016 também participamos de eventos promovendo a difusão do PEP:

  • Estudantes de Arquivologia produzem vídeo sobre o PEP: ao longo do 1º semestre nossa equipe do PEP recebeu as e os estudantes Fabiano Nunes, Letícia Prauchner, Paula Sant’Anna, Sharon Daniela Nuñez e William Albano, da disciplina de Difusão em Arquivos oferecida pelo curso de Arquivologia da UFRGS, e ministrada pelo Prof. Dr. Moisés Rockembach. O objetivo dos encontros foi viabilizar a realização do trabalho final da disciplina, já que o grupo optou por abordar a difusão por meio da Educação Patrimonial. O resultado foi apresentado na UFRGS, e disponibilizado no YouTube.
  • I Seminário Nacional História e Patrimônio Cultural: a Técnica em Assuntos Culturais/Historiadora do APERS, Clarissa Alves, participou do I Seminário Nacional História e Patrimônio Cultural apresentando trabalho em parceria com a Prof.ª Carla Rodeghero (Dep. e PPG em História / UFRGS). A comunicação teve como foco as oficinas de educação patrimonial oferecidas pelo PEP UFRGS-APERS, sendo debatida no simpósio temático “Ensino de História, Patrimônio Cultural e Memória Social”.
  • XIII Encontro Estadual de História: os oficineiros apresentaram dois pôsteres, e a Técnica em Assuntos Culturais/Historiadora do APERS, Clarissa Alves, ofereceu a oficina “Democracia e Direitos Humanos no ensino de História a partir de fontes documentais”, e que teve como proposta utilizar o patrimônio documental do APERS enquanto ferramenta nos processos de ensino-aprendizagem no ensino de história, para construir atividades e planos de ensino que abordassem, entre outros temas, educação antirracista, equidade de gênero, combate às desigualdades e importância da democracia. Os pôsteres apresentados foram: 1) ““A ré sorri de tudo”: a mulher criminosa na Porto Alegre do século XIX a partir do caso de Joanna Eiras” de Davi dos Santos e Isadora Librenza e 2) “Joanna Eiras: representações midiáticas e imaginário social de uma mulher criminosa no final do século XIX” de Andressa Malhão, Guilherme Palermo e Marília Cardoso, ambos orientados pela professora Carla Rodeghero.

Consideramos que 2016 foi um ano bastante produtivo para o PEP e agradecemos a participação de cada uma e de cada um que colaborou de alguma forma para esta construção tão coletiva: estudantes de graduação e de cada escola, professores da Educação Básica, professores das Universidades, equipe PEP… Que 2017 seja ainda melhor!

Trabalharam nas atividades do PEP: 1) Servidores APERS: Aerta Moscon, Caroline Baseggio, Clarissa Sommer Alves, Maria de Lourdes Soares Zamo, Nôva Brando, Roberta Valença Scholz; 2) Estágiarios APERS: Davi dos Santos, Deise Freitas, Gabriella Amaro, Jéssica Gomes, Paulo Eduardo Fasolo Klein; 3) Professores UFRGS: Carla Simone Rodeghero, Igor Salomão Teixeira, Vanderlei Machado, 4) Bolsistas UFRGS: Amanda Ciarlo, Andressa Malhão, Andrei Monteiro, Bianca Zotti, Deiner Barili, Guilherme Lauterbach, Guilherme Soares, Isadora Librenza, Jurema Job, Lubianca Montagner Weber, Luciana Tubello Caldas, Marília Blanco, Thaíse Mazzei; 5) Estágios Curriculares: Andreia Borba, Débora Salvi, Deiner Barili, Flávia das Neves Chaves, Luiz Henrique Mangeon, Lívia Gallo, Marília Blanco, Paulo Eduardo Fasolo Klein, Renata Coutinho, Sara Dalpiaz, Tiago Medeiros, Thiago de Souza Freitas.

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Balanço 2016 do APERS

Relatórios APERS 2016 – DIPAD: Divulga APERS

I Mostra de Educação Patrimonial

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   O Programa de Educação Patrimonial (PEP-UFRGS/APERS) tem o prazer de convidar a todas e todos para a abertura da I Mostra de Educação Patrimonial no dia 09 de dezembro, sexta-feira, às 17h30, no Espaço Joél Abílio Pinto dos Santos no Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul – APERS.

    A Mostra estará disponível para visitação, aqui no APERS, de 09 a 30 de dezembro de 2016 e tem como objetivo expor os trabalhos realizados em sala de aula pelas escolas que participaram de nossas oficinas de educação patrimonial durante o ano, com temática envolvendo patrimônio.

    O Arquivo Público do RS fica situado rua Riachuelo, nº 1031, Centro Histórico. Aberto das 8h30min às 17hs de segunda a sexta-feira. Esperamos sua visita!

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APERS Entrevista: Caroline Acco Baseggio

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2016.08.31 APERS Entrevista CarolineCaroline Acco Baseggio é graduada em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e cursa especialização em História do Rio Grande do Sul na Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Atualmente, atua na Sala de Pesquisa do Arquivo Público do RS e no Projeto Os Caminhos da Matriz. Confira nossa entrevista com Caroline em alusão ao dia do historiador:

Blog do APERS: Caroline, você poderia comentar um pouco sobre como decidiu cursar História?

Caroline: Até o 2º ano do ensino médio, eu queria ser jornalista esportiva e trabalhar em rádio. Sempre gostei muito de futebol, e lembro que na época estava surgindo a Débora de Oliveira na Bandeirantes aqui do RS (anos mais tarde me dei conta de como a representatividade é importante). A partir do 3º ano, as questões políticas e sociais começaram a me tocar mais, e então pensei em procurar um curso em que pudesse estudar e aprender mais sobre a realidade, a economia, política… a opção pela História surgiu naturalmente De forma nada modesta, o que eu queria mesmo era mudar o mundo. Hoje, sei que poderia ter cursado Psicologia, Direito, Ciências Sociais e, todas essas áreas, de alguma forma, me ajudariam nesse objetivo de entender o ser humano e a realidade em que ele vive, que constrói para si mesmo.

Blog do APERS: No Arquivo Público do RS, tu tens colaborado especialmente com a área de acesso, atuando junto aos pesquisadores na Sala de Pesquisa. No teu entendimento, qual pode ser a contribuição de um(a) historiador(a) neste importante espaço de uma instituição arquivística?

Caroline: Desde que entrei no Apers, há quase 2 anos e meio, tenho refletido e tentando entender qual o papel de um Historiador no acesso. Na Universidade, pelo menos na minha formação na Ufrgs, não tocávamos nesse tipo de questão. Então, o que entendo sobre o papel do historiador nesse espaço vem muito da prática. Penso que cabe ao Historiador mediar, fazer uma espécie de meio-de-campo entre o Acervo, os instrumentos de pesquisa e os pesquisadores que nos procuram. Exercitar uma escuta mais atenta, tentando pensar, a partir das temáticas e problemas de pesquisa que estes usuários nos trazem quais documentos podem auxiliar. Ter um conhecimento mínimo de outros acervos, para poder indicar locais e fontes, estar atualizada sobre a produção acadêmica e debate historiográfico também são importantes.

Blog do APERS: Tens atuado no Projeto Os Caminhos da Matriz, que em parceria oportuniza visitas guiadas às instituições de memória que circundam a Praça da Matriz. Como tem sido a experiência de difundir o APERS para um público diverso, que muitas vezes não é da área de arquivos ou da história?

Caroline: Então, este é o segundo ano que estou a frente do Projeto, ano passado fazia a parceria com outra colega, a Giglioli. Inicialmente eu tinha bastante dificuldade, achava as visitas pouco proveitosas para o público e isso me frustrava. No início deste ano pude participar das reuniões iniciais com as colegas das outras instituições e isso me ajudou a amadurecer, no sentido de entender que o importante para este público que nos visita aos sábados muitas vezes é somente conhecer, saber que existe escondido no centro de Porto Alegre uma instituição centenária que guarda milhões de documentos e que a maioria nem fazia ideia! Diminui a expectativa de fazer uma visita guiada cheia de informações sobre o Acervo e passei a curtir bem mais o trabalho.

Blog do APERS: A partir de tua experiência no Arquivo Público do RS, qual perfil acreditas que o historiador que atua na área de arquivos deve ter?

Caroline: Acredito que principalmente ser alguém aberto ao diálogo e flexível. Que saiba trabalhar em equipe e disposto a aprender.

Blog do APERS: Enquanto historiadora, podes comentar alguma situação inusitada ou maior desafio vivenciado?

Caroline: A prática de atendimento ao público é sempre algo complicado. Tu lida com anseios, prazos, expectativas. Pessoas que precisam do documento para “ontem”. O maior desafio é lidar com esses aspectos. Há pouco tempo, atendi uma menina que chorou na minha frente, pois precisava de um documento para cidadania italiana e não tínhamos, e ela não aceitava, não entendia. Mas o público, apesar disso, dá muito retorno, é gratificante ver o desenvolvimento das pesquisas, acabei aprendendo a gostar desse contato e a fazer amizades, sentir falta quando algum pesquisador não vem.

Blog do APERS: Para que conheçamos um pouquinho mais sobre você, nas horas vagas quais são tuas atividades preferidas de lazer?

Caroline: Eu gosto de estar com meus amigos, fazer uma janta, beber um vinho. Conversar sobre a vida, o ser humano, “filosofar” mesmo. Dar uma escapada em Canoas no fim de semana, minha cidade do coração, visitar a mãe, o mano, o Pighino (meu cachorro de dez anos).

Blog do APERS: Em alusão ao Dia do Historiador, 19 de agosto, deixe uma mensagem à classe!

Caroline: Eu acho a profissão apaixonante, sem dúvida. Mas precisamos lutar pela profissionalização, pela reserva de mercado, assumir um caráter mais profissional nesse sentido, não termos tanto pudor ao defender nosso espaço. E tudo isso passa pela regulamentação da profissão.

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Nôva Brando - APERSNôva Marques Brando, 32 anos, é historiadora do Arquivo Público do RS, possui graduação em História e especialização em Ensino de Geografia e de História, ambas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Já atuou profissionalmente como Professora de História nas séries finais do Ensino Fundamental e coordenou o Projeto APERS? Presente, professor! – Propostas pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas. Atualmente é membro suplente do Comitê Gestor do Sistema de Arquivos do Estado (SIARQ-RS) e da Comissão Mista de Reavaliação de Informações (CMRI). Trabalha com pesquisas, descrição documental, difusão cultural e educativa e atividades de conservação e restauro documental. Confira a entrevista com Nôva em alusão ao Dia do Historiador:

Blog do APERS: Nôva, você poderia comentar um pouco sobre como decidiu cursar História?

Nôva: Tenho a impressão que os motivos são muito semelhantes para todos que decidiram por graduar-se em História. Lembro da primeira semana na Faculdade, quando em uma aula de Sociologia o professor nos questionou sobre os motivos que nos levaram até alí. Boa parte das respostas continham, em suas justificativas, um desejo de contribuir para construção de um mundo mais justo e solidário e a certeza de que o historiador, o professor de história estaria a serviço disso. Para mim não foi diferente, decidi cursar história porque queria ser uma professora que trabalhasse para mudar o mundo. E não há muito de altruísta nessa posição, percebi tempos depois. A verdade é que o interesse pelo conhecimento histórico vinha antes e ficou fácil uni-lo, no momento de decidir minha profissão, à vontade de lutar por transformações nas relações sociais. Fora isso, também tive, assim como muitos colegas de profissão, aquele professor referência, que, através do modo como enxergava a história, provocava brilhos nos olhos durante suas aulas. E acho mesmo que a decisão final passou por isso também, por acreditar que meus dias de trabalho na sala de aula seriam vividos com paixão. O que aconteceu depois foi um pouquinho diferente (risos), mas isso é resposta para outra pergunta.

Blog do APERS: No Arquivo Público do RS, entre outras atividades que já desempenhas, estás te qualificando para assumir a área de preservação e conservação de documentos. No teu entendimento, qual o papel dos historiadores que atuam em arquivos?

Nôva: Sim. Depois de atuar em projetos de descrição e difusão documental, na organização de eventos, de participar do PEP UFRGS|APERS, de desenvolver materiais pedagógicos a partir dos acervos do Arquivo, hoje estou me qualificando para trabalhar nas atividades de conservação e restauração de documentos, área bastante importante dentro de um arquivo. Desde 2015 estou realizando cursos para poder responder a essa demanda. O trabalho é bastante complexo, sobretudo quando nos deparamos com documentos bastante castigados por fatores externos e internos. Uma responsabilidade e tanto. Esse, por exemplo, pode ser um dos papéis desempenhado por historiadores em um Arquivo e descobri isso bem recentemente (risos). De um modo geral, penso que os historiadores devem estar envolvidos em todas as principais atividades desenvolvidas em uma instituição arquivística – gestão documental, preservação, acesso e difusão. Entendo que a capacidade que temos de historicizar as relações sociais, inclusive a produção dos documentos, e os vestígios que sobre elas restaram, nos permitem contribuir de forma determinante para o cumprimento daqueles que eu considero como objetivos centrais de um arquivo, a preservação e a garantia de acesso ao maior número possível de documentos para um público que seja cada vez maior e mais diverso.

Blog do APERS: Tens contribuído para a organização de acervos, como o produzido pela Comissão Estadual da Verdade, que em breve será difundido aos nossos usuários. Quais foram as etapas do trabalho, e como você percebe esta experiência?

Nôva: Quando comecei a trabalhar no APERS, em fevereiro de 2013, fui acolhida pela equipe que estava elaborando o Catálogo Resistência em Arquivo, instrumento de pesquisa que tem auxiliado na divulgação do Acervo da Comissão Especial de Indenização. Esse foi o primeiro contato que tive com um conjunto documental custodiado pelo Arquivo. Tal acervo já estava organizado, avaliado, classificado, descrito e indexado no Sistema de Administração de Acervos Públicos (AAP), e passava, naquele momento, por um processo de descrição mais minuciosa que atendesse e qualificasse o atendimento ao pesquisador e que divulgasse a documentação. No final de 2014, foi recolhido ao APERS, o Acervo da Comissão Estadual da Verdade cujos documentos, na perspectiva do conteúdo, são semelhantes aqueles que havia trabalhado em 2013. Acho que esse foi o motivo principal pelo qual fui demandada para compor a equipe de organização desse acervo. E percebi, já no início da organização, que o conhecimento sobre o contexto e sobre o processo de elaboração da documentação, bem como sobre o conteúdo registrado nela, foram de importância ímpar para a qualidade do trabalho que sobre ela realizamos. Acho que esse conhecimento foi minha maior contribuição e acredito que ele tenha auxiliado nas fases que foram desde o mapeamento, passando pela classificação e avaliação, pela decisão dos critérios para organização da documentação (dossiês e documentos individuais), até a fase de descrição. Também elaboramos um Catálogo para auxiliar na pesquisa ao acervo. Hoje estamos indexando a documentos no AAP e em breve tanto ele quanto o Catálogo estarão disponíveis para consulta pública. Diferentemente da primeira experiência com o Acervo da Comissão Especial de Indenização, o trabalho desenvolvido com o Acervo da Comissão Estadual da Verdade me permitiu entrar em contato com todas as fases da organização de um acervo, uma atividade repleta de novos aprendizados e do desenvolvimento de competências que não possuía antes desse trabalho.

Blog do APERS: A partir de tua experiência no Arquivo Público do RS, qual perfil acreditas que o historiador que atua na área de arquivos deve ter?

Nôva: Mais que um perfil definido, penso que um historiador que atua em arquivos tem de ter é disponibilidade para aprender e para “navegar em águas misteriosas”. Aponto isso, porque exceto aquela “capacidade de historicizar”, que mencionei acima, pouco estamos preparados para o trabalho em um arquivo ao sair dos cursos de graduação (quantos de nós sabemos o que é um Plano de Classificação ou uma Tabela de Temporalidade de Documentos?). Acho que os currículos apontam para mudanças, mas ainda estão centrados na formação de professores e de pesquisadores que produzem um tipo específico de conhecimento, o conhecimento acadêmico. Embora nossas atividades encontrem pontos de intersecção com o ensino e com a pesquisa acadêmica, não são elas que caracterizam nossas principais atribuições. As atividades pedagógicas e de pesquisa que realizamos nos arquivos são qualitativamente diferentes daquelas desenvolvidas por professores nas salas de aula ou por pesquisadores na academia. Os tempos de produção de conhecimento e de execução de tarefas também são outros. Temos que dialogar com uma série de conhecimentos que vão desde os arquivísticos até os da Filosofia do Direito. Dessa forma, pelas lacunas existentes na formação inicial (que nunca contemplará tudo), acredito que a característica necessária seja a disponibilidade para aprender e para dialogar, numa perspectiva interdisciplinar, com os outros profissionais e com as experiências desenvolvidas nas mais diferentes instituições de memória.

Blog do APERS: Enquanto historiadora, podes comentar alguma situação inusitada ou maior desafio vivenciado?

Nôva: O desemprego. Sem dúvida alguma esse foi o maior desafio que enfrentei. Terminar um curso de graduação sem perspectivas de trabalho, foi um momento bastante difícil, superado, ainda bem! O segundo foi (está sendo) me ressignificar profissionalmente neste outro espaço de atuação (APERS) que era improvável para a acadêmica que mirava na sala de aula seu futuro local de trabalho.

Blog do APERS: Para que conheçamos um pouquinho mais sobre você, nas horas vagas quais são tuas atividades preferidas de lazer?

Nôva: Gosto de estar na companhia da família, dos amigos, da Capitú, da Negrinha e do Baixinho (meus cachorros). Assisto filmes e séries com meus sobrinhos e novela com a minha mãe. Com os cachorros, gosto mesmo é de ficar de frescura – correr no pátio, deitar no chão, ficar de barriga pra cima. Os amigos são aquela companhia indispensável para os Happy hours tão necessários à saúde psíquica da gente. Costumo também frequentar lugares com música ao vivo – como viver sem música. E quando sozinha, literatura.

Blog do APERS: Em alusão ao Dia do Historiador, 19 de agosto, deixe uma mensagem à classe!

Nôva: Porque desnaturalizamos as relações e porque questionamos o que parecia óbvio, nas mais diferentes esferas de atuação, nós somos parte daqueles que incomodam e que desacomodam. Que incomodam e desacomodam nas ruas, nas escolas, nas universidades, nos arquivos e nos churrascos de domingo. Que assim seja e que a gente possa ser feliz com isso!!!

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Clarissa Alves - APERSClarissa de Lourdes Sommer Alves, 29 anos, possui Licenciatura e Bacharelado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e atua desde 2010 como historiadora no Arquivo Público do RS. Dedica-se a atividades de descrição e difusão do Arquivo e de seu acervo, em especial a ações educativas de educação patrimonial, organização de cursos, eventos e publicações. É membro titular do Sistema de Arquivos do Estado (SIARQ-RS) na condição de historiadora do APERS. Confira a entrevista que realizamos com Clarissa em homenagem ao Dia do Historiador!

Blog do APERS: Clarissa, você poderia comentar um pouco sobre como decidiu cursar História?

Clarissa: Chega a ser engraçado pensar nisso agora, mas a verdade é que foi um tanto “por acaso”. Conclui o Ensino Médio cedo, 17 anos recém feitos, e queria tentar o vestibular na universidade pública, até porque, na privada não teria condições. Sempre me interessei por muitas coisas, em geral gostava de aprender em todas as disciplinas escolares (com predileção pelas Humanas), mas não tinha um “grande sonho” com alguma profissão específica. Neste sentido, pensei que poderia ser feliz estudando História, tendo como horizonte a atuação como professora, pois poderia unir vários interesses: o estudo para compreender e intervir melhor na sociedade em que vivemos, o gosto pela leitura e pesquisa, o contato com pessoas e a contribuição para a formação delas… A decisão final se deu no momento mesmo de preencher o formulário de inscrição no vestibular, tanto que como segunda opção, sem ter alternativas em mente, acabei colocando o curso de Administração! Algo que hoje não me imaginaria fazendo, de forma alguma. Passei naquele primeiro vestibular, e felizmente deu certo: fui me identificando com a área desde o primeiro semestre do curso, e hoje, quase sete anos depois de formada, não me arrependo.

Blog do APERS: No Arquivo Público do RS, entre outras atividades, estás a frente do Programa de Educação Patrimonial. No teu entendimento, qual o papel dos historiadores que atuam em arquivos?

Clarissa: Atuo junto ao Programa de Educação Patrimonial desde que cheguei ao APERS, ainda como estagiária, em 2009. Tive a alegria de ve-lo nascer e acompanhar sua consolidação na parceria fundamental com a UFRGS. Mesmo com outras atribuições, envolvendo-me com diferentes ações e projetos ao longo destes anos, posso afirmar que foi especialmente a partir deste trabalho que me constitui enquanto profissional de arquivos, percebendo as limitações e oportunidades legadas por mim formação acadêmica para atuação neste espaço, enxergando o quanto são densas as conexões possíveis entre pesquisa e ensino quando estamos trabalhando aqui, entendendo afinal quais são as atribuições de um arquivo e quais são as demandas sociais que podem ser estimuladas, refletindo no dia a dia sobre o acesso e a difusão de acervos, e aprendendo a produzir conhecimentos a partir deles de uma forma diferente daquela para a qual somos “treinadas” na pesquisa histórica acadêmica. As oficinas de Educação Patrimonial têm sido um laboratório riquíssimo, e um quase “paraíso” quando deseja-se conectar ensino-aprendizagem com pesquisa em fontes históricas. Hoje ainda tenho dúvidas, e porque não dizer algumas “crises”, sempre que me pego pensando sobre o nosso papel dentro das instituições arquivísticas da atualidade – que certamente pouco têm a ver com os arquivos do passado, que eram em sua maioria organizados por historiadores e voltados para uma elite intelectual e política. Tanto que resolvi dedicar-me a esta questão no mestrado, que iniciei este ano. Mas, já posso afirmar, com certeza, que uma historiadora ou historiador que atua dentro de um arquivo tem como papel central contribuir com um olhar crítico em perspectiva histórica para todas as atividades em que for demandada(o): contribuir para reflexões que levem à preservação da maior gama possível de documentos que registrem vestígios do passado para o futuro; organizar eventos e publicações de caráter histórico que valorizem a instituição e seu acervo; produzir textos, exposições, oficinas, enfim, uma ampla gama de “produtos” que ajudem a desfazer percepções de senso comum sobre a história e a ampliar a noção de que as instituições de memória são públicas, acessíveis a cada cidadã e cidadão, estimulando a autonomia na busca por informações e direitos.

Blog do APERS: És membro titular do Comitê Gestor do Sistema de Arquivos do RS como historiadora represente do APERS. Como você percebe a importância da efetivação da gestão documental para a preservação e para o acesso ao patrimônio documental?

Clarissa: Esta é uma questão que, me parece, deve ser central para as historiadoras e historiadores de nosso tempo. Ao longo do século XX assistimos a uma grande e positiva expansão na compreensão do que pode ser fonte para a pesquisa histórica – que deixou de ser realizada apenas sobre os documentos ditos “oficiais” ou relativos a grandes acontecimentos e personagens notórios, passando a ser possível a partir de, enfim… todo e qualquer registro das sociedades humanas! Claro que isso é positivo quando pensamos a escrita da história das classes populares, das minorias não apenas numéricas mas políticas, como mulheres, negros e negras, indígenas, homossexuais, entre inúmeras outras possibilidades. Entretanto, colocou-se para nós, enquanto categoria profissional, um grande dilema: se tudo pode ser fonte, e não temos “bola de cristal” para antecipar quais serão as preocupações dos pesquisadores do futuro, como ajudar a definir que documentos devem ser preservados? Para complicar ainda mais, esta nova compreensão na historiografia efetivou-se ao passo em que o Estado e diversas organizações sociais ampliaram em muito a produção de documentos, pelo crescimento populacional, ampliação das lutas, demandas e acesso aos mais diversos direitos, etc. Neste cenário, afirmo sem pestanejar: os processos de gestão documental – que vão desde a produção da documentação, em meio físico ou digital, até sua destinação final, passando por classificação, avaliação, descrição, eliminação ou recolhimento a arquivos públicos – são de fundamental importância para que seja possível preservar a acessar qualquer informação hoje, e no futuro. Precisamos nos envolver no esforço conjunto com arquivistas, administradores e outros profissionais de pensar e registrar, de forma transparente, critérios globais para esta preservação, que resultem em instrumentos qualificados de gestão, representativos das funções do Estado ao longo da história. Se em meio a massas documentais acumuladas já há grande dificuldade de garantir o acesso qualificado a qualquer documentação, imaginem na era (que já está às portas) do documento digital? Essa possibilidade vai se perder se não houver política e ação.

Blog do APERS: A partir de tua experiência no Arquivo Público do RS, qual perfil acreditas que o historiador que atua na área de arquivos deve ter?

Clarissa: Além dos elementos que já pontuei nas questões anteriores, penso que deve saber trabalhar em equipe e dialogar com colegas de diferentes áreas, ter aptidão para a pesquisa e para a produção textual voltada a um público mais amplo do que o acadêmico, assim como sensibilidade e criatividade para atuar com este público no cotidiano, que poderá ser de estudantes da Educação Básica, de genealogistas, de pesquisadores das ciências humanas, sociais, jurídicas, etc.

Blog do APERS: Para que conheçamos um pouquinho mais sobre você, nas horas vagas quais são tuas atividades preferidas de lazer?

Clarissa: Gosto muito de viajar, ouvir música e ler, ainda que (confesso) não tenha tido muito tempo nos últimos anos para me dedicar a estas “tarefas”. Além das muitas horas no APERS, quando estou fora tenho me envolvido sempre com alguma atividade acadêmica ou de militância política, e poucas horas restam para puro lazer… Quando estou despreocupada em casa, as vezes o cansaço vence e o lazer transforma-se em sinônimo de “dormir”. Acho que 2016 é a maior prova de que não sei viver sem mil compromissos: além de “inventar” uma desejada aprovação no mestrado, fiquei sabendo que estou grávida no mês em que fiz a matrícula! Logo, estou tendo que aprender a ter como hobbies as leituras sobre maternidade e parto natural (algo que eu defendo), os preparativos na casa, o planejamento das coisas para os chás de bebê e para o quartinho, e lá se foi o tempinho que poderia reservar agora para a lista de livros de literatura que há muito me acompanha (risos).

Blog do APERS: Em alusão ao Dia do Historiador, 19 de agosto, deixe uma mensagem à classe!

Clarissa: Acreditem em nossa profissão e saboreiem cada uma das surpresas que ela nos traz, lembrando sempre que, se quisermos ser profissionais qualificados, não é possível dissociar o “historiador-pesquisador” do “historiador-professor” – seja na escola, na universidade ou no arquivo. Além disso, tenham em mente que nossa profissão está diretamente ligada às demandas e lutas do tempo presente, e que precisamos nos atualizar, para dialogar com a sociedade e produzir conhecimento que realmente cative e transforme!

Nas próximas semanas teremos mais entrevistas com nossas historiadoras, aguarde!

Hoje tem APERS no Programa Nação da TVE, assista!

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Hoje, às 22h30min, vai ao ar a segunda parte do programa Nação da TVE RS apresentado pela jornalista Fernanda Carvalho, gravado no Arquivo Público do RS, com a participação de nossas servidoras Aerta Moscon, arquivista, e Caroline Baseggio, técnica em assuntos culturais – historiadora.

De acordo com a emissora, o Programa Nação desta semana continua a busca pelas raízes africanas, mostrando registros e certidões do século XIX que permitem a localização de antepassados através do projeto Cartas de Liberdade do Arquivo Público do RS. E também como a genética, através de testes de DNA, pode ajudar a reconstituir a história dos afrodescendentes.

Além de nossas servidoras participam do programa os professores de história Walter Lippold e Adriano Viaro e a bióloga Rosa Maria Tavares Andrade.

O programa Nação vai ao ar hoje, às 22h30min, e sábado, às 19h30min, na TVE RS e também ao vivo pela internet (clique aqui e acesse o link) e quinta-feira, a meia noite, e domingo, às 6h, na TV Brasil.

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