Distribuição de Caixas Pedagógicas e Catálogos Seletivos

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Relembramos que estamos em fase de distribuição das caixas pedagógicas do projeto AfricaNoArquivo e do catálogo seletivo Resistência em Arquivo: Memórias e Histórias da Ditadura no Brasil. Saiba mais:

CaixaPedagogicaCaixas pedagógicas AfricaNoArquivo: distribuídas às escolas públicas de Canoas, Gravataí, Porto Alegre, Viamão e para as 30 primeiras escolas de qualquer município, instituições de memória, associações e entidades da área (cultura negra) que declararem e justificarem o interesse em receber o material. Neste caso, a escola/ instituição/ entidade deverá enviar uma mensagem para nossa equipe através do e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br registrando o interesse e referenciando a atuação na área. Essas 30 caixas serão destinadas conforme a ordem de recebimento dos e-mails. Mais informações na Aba “Projetos Patrocinados”.

2015.01.21 Catalogo ResistenciaCatálogo Seletivo Resistência em Arquivo: Memórias e Histórias da Ditadura no Brasil: distribuição do catálogo para instituições voltadas para o ensino e a pesquisa sobre a história da ditadura no Brasil, como escolas de ensino médio da rede pública, universidades, arquivos, bibliotecas e organizações ligadas a essa temática. Acesse aqui a listagem de instituições contempladas. Para ler outras notícias sobre este catálogo, clique aqui.

Ambos os materiais, de distribuição gratuita, podem ser retirados na sede do Arquivo Público do RS (Rua Riachuelo, nº 1031 – Centro Histórico | Porto Alegre) por um representante da instituição devidamente identificado e mediante a assinatura de termo de compromisso, sendo doada uma caixa ou um catálogo por instituição.

Relatórios 2014 – DIPEP: Projeto AfricaNoArquivo: fontes de pesquisa & debates para a igualdade étnico-racial no Brasil

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Projeto realizado com recursos do Prêmio Pontos de Memória 2012, do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), captados através da Associação dos Amigos do APERS, e com apoio da UFRGS através do Programa de Educação Patrimonial para confecção das reproduções de documentos.

A execução do plano de trabalho e a concretização das ações do Projeto se deu de forma satisfatória. Foi possível cumprir as metas estipuladas e avançar em relação a elas, ampliando o alcance das caixas pedagógicas para mais escolas do que o previsto inicialmente, efetivando a reedição dos Catálogos de Documentos da Escravidão no RS em formato CD e adquirindo diversos equipamentos para o APERS que poderão ser utilizados a longo prazo para divulgar essas ações, para qualificar as demais atividades que a instituição já vinha realizando na área da história e cultura afro-brasileira – como a oficina Os Tesouros da Família Arquivo, oferecida no espaço do Arquivo para turmas das séries finais do Ensino Fundamental – e ainda para seguir propondo desdobramentos ao projeto.

Tudo isto oportunizou um grande avanço no campo da difusão, tanto do acervo quanto da instituição, levando os documentos relacionado ao período da escravidão e os debates sobre história e cultura negras no Rio Grande do Sul para dentro de 700 escolas das redes públicas de ensino dos quatro municípios mais populosos da região metropolitana (Porto Alegre, Canoas, Gravataí e Viamão), restando ainda algumas caixas para distribuir a escolas de outros municípios, instituições de memória e associações ligadas ao tema que manifestaram interesse no material, conforme quadro a seguir:

quadro

Sobre as metas gerais do projeto, podemos apresentar os resultados sinteticamente da seguinte forma:

  • Ação 1 – Aquisição de Equipamentos
    Previsto: 01 notebook e 01 projetor.
    Executado: 01 notebook, 01 projetor, um HD externo, um suporte para projetor, uma caixa de som portátil, uma máquina fotográfica.
  • Ação 2 – Reedição dos Catálogos de Documentos da Escravidão no RS em CD
    Previsto: 500 cópias
    Executado: 500 cópias
  • Ação 3 – Confecção e distribuição de caixas pedagógicas para escolas públicas dos municípios mais populosos da região metropolitana de Porto Alegre
    Previsto: 650 caixas
    Executado: produção de 700 caixas, distribuição de 100 caixas até o momento, dando sequência à distribuição ao longo do primeiro semestre de 2015.

Em relação aos produtos e resultados obtidos, sistematizamos assim:

  • Seleção e transcrição de documentos através de pesquisa histórica no acervo do APERS;
  • Produção de um jogo pedagógico temático, autoral e inédito;
  • Produção de 04 entrevistas registradas em vídeo com: Professor José Rivais Macedo (História/UFRGS), Thiago Leitão de Araújo (pesquisador do APERS e doutorando em História Social da Cultura pelo Cecult/Unicamp), Iara Deodoro (professora e coreógrafa do Instituto Social Afro-Sul Odomodê), e Ana Centeno (griô). O material de vídeo produzido nas entrevistas foi analisado, selecionado e editado para fazer parte do vídeo formativo.
  • Produção de um vídeo formativo com 20 minutos, também inédito, relacionando o APERS, seus acervos, os processos de ensino e aprendizagem e a história negra no RS;
  • Confecção de 700 caixas pedagógicas;
  • Organização e realização de um evento com entrada franca para o lançamento público das caixas pedagógicas, com palestra e atividade cultural;
  • Ampliação do alcance ao acervo do APERS tanto através da distribuição das caixas pedagógicas quanto dos Catálogos em CD;
  • Produção de postagens para o blog institucional do APERS divulgando o projeto e sugerindo atividades pedagógicas a partir do acervo selecionado para as caixas. Também incluímos o projeto na aba “Projetos Patrocinados” do blog, dando destaque à parceria com o IBRAM em nossa principal mídia social;
  • Alcançados todos os objetivos/resultados relacionados no plano de trabalho: consolidou-se o APERS como um Ponto de Memória identificado com a história, a memória e a cultura afro-brasileira; qualificou-se sua infraestrutura através da aquisição de equipamentos para estas ações e para projetos vindouros; ampliou-se a difusão dos acervos da instituição através dos quais se podem reconstituir a história da escravidão e da luta por liberdade no Rio Grande do Sul e no Brasil em relação direta com o continente africano, possibilitando a problematização das marcas deixadas por este processo histórico em nossa realidade social atual; difundiu-se as ações já desenvolvidas pelo APERS em parceria com a AAAP-RS na área educativa e cultural, como seu Programa de Educação Patrimonial e a oficina Os Tesouros da Família Arquivo, que já utilizava documentos referentes ao período da escravidão; contribui-se para a aplicação da Lei 10.639/2003 a partir da distribuição de caixas pedagógicas que dão suporte aos professores para que possam refletir e debater sobre a temática de maneira sólida e embasada; incentivou-se a democratização do acesso aos arquivos públicos como espaços de memória e produção do conhecimento a partir da difusão do APERS e seu acervo.

Ainda temos como pendência para 2015 a finalização da distribuição das caixas, que se demonstrou mais lenta do que o previsto, especialmente porque ainda não conseguimos efetivar parceria nesse sentido com as Secretarias de Educação (estadual e municipais) e pela distribuição ter iniciado no final de novembro, próximo ao início das férias escolares. Certamente a procura aumentará agora, com início das aulas, e nossa equipe seguirá envolvida com essa tarefa, assim como com a proposição de novas atividades para difundir e qualificar o alcance do Projeto. Novidades sempre serão amplamente divulgadas pelo blog. Acompanhe!

Novidades AfricaNoArquivo! Ampliação do alcance do Projeto

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A partir de uma readequação dos recursos captados pelo Prêmio Pontos de Memória/IBRAM e do apoio da UFRGS através do Programa de Educação Patrimonial UFRGS/APERS será possível ampliar o alcance das caixas pedagógicas AfricaNoArquivo.

Inicialmente elas seriam distribuídas às escolas públicas de Porto Alegre, Canoas e Gravataí. Agora, serão distribuídas também para as escolas de Viamão, alcançando os quatro municípios mais populosos da região metropolitana, e para as 30 primeiras escolas de qualquer município, instituições de memória, associações e entidades da área (cultura negra) que declararem e justificarem o interesse em receber o material. Neste caso, a escola/instituição/entidade deverá enviar uma mensagem para nossa equipe através do e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br registrando o interesse e referenciando a atuação na área. Essas 30 caixas serão destinadas conforme a ordem de recebimento dos e-mails.

Lembramos a todas e todos que o material pode ser retirado no Arquivo Público por um responsável pela escola devidamente identificado, que preencherá um termo de compromisso, sendo doada uma caixa por instituição. Mais informações na Aba “Projetos Patrocinados”.

Outra novidade é que a partir de fevereiro teremos em nosso blog a categoria “AfricaNoArquivo”. Através dela divulgaremos notícias sobre desdobramentos do Projeto, reflexões e dicas para qualificar e potencializar os usos do material distribuído. Acompanhe!

APERS na Oficina Educação Patrimonial em Museus e Arquivos: teoria e prática

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     Entre os dias 24 e 26 de outubro as historiadoras Clarissa Sommer Alves e Natália Souza Silva, membros do núcleo de Ação Educativa do APERS, estiveram em São Paulo para participar da Oficina Educação Patrimonial em Museu e Arquivos: teoria e prática, realizada pela Associação de Arquivista de São Paulo e ministrada pela Profª Dra. Maria de Lourdes Parreiras Horta, pioneira na introdução da Educação Patrimonial no Brasil. O curso ocorreu nos dias 25 e 26 de outubro, na USP.

    Nesta oficina puderam reforçar os conhecimentos já aplicados no Programa de Educação Patrimonial do APERS, tendo contato com outras instituições brasileiras que atuam na área, trazendo novos referenciais teóricos e ideias de metodologias e práticas.

     Aproveitando a viagem até aquele estado, na tarde de 24 de outubro Clarissa e Natália participaram de visita técnica ao Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP), realizada pelas servidoras Haike Roselane Kleber da Silva e Andresa Cristina Oliver Barbosa, a quem agradecemos muito pela receptividade e parabenizamos pela dedicação e carinho com que desempenham suas funções no APESP. Este arquivo inaugurou recentemente sua nova sede, que possui estrutura e organização exemplar para guarda, tratamento, difusão e acesso à documentação. Lá nossa equipe teve contato com diversos setores do APESP, como difusão e ação educativa, conservação, restauro, informática, iconografia, entre outros, aprendendo muito com as colegas paulistas. Conheça um pouco mais a partir das fotos na galeria abaixo.

     Também visitaram a Pinacoteca de São Paulo, na noite de 25 de outubro, com olhar atento às ações educativas lá realizadas. Destacam-se os jogos pedagógicos elaborados para apropriação das exposições por parte das crianças, e a forte preocupação daquela instituição com a acessibilidade, que se expressa na realização de exposições receptivas a cidadãos com as mais diversas deficiências.

     Acreditamos que a ida a São Paulo foi de suma importância para a qualificação de nossas ações na área de difusão, especialmente no campo das ações educativas. Pretendemos em breve estar divulgando no blog novas atividades e oficinas que sejam frutos desta rica experiência!

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