Núcleo de Ação Educativa do APERS: balanço de 2018 e perspectivas para 2019

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    O Núcleo de Ação Educativa do Arquivo Público tem se organizado a partir da consolidação na instituição de ações no âmbito da difusão em arquivos e dos usos educativos de seu patrimônio documental e arquitetônico. Vinculado à Divisão de Preservação, Acesso e Difusão (DIPAD), no último período tem contato com uma servidora formada em História e três estagiários também da História.

     Em 2018 as principais atividades desenvolvidas pelo Núcleo organizaram-se em torno do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS, que realiza oficinas para turmas escolares e formações para professores em parceria entre o Arquivo e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e da Jogoteca Educativa do APERS, projeto que visa a criação de jogos a partir do acervo e do patrimônio cultural em geral.

1. Construção da Jogoteca Educativa do APERS

Apostando no potencial dos jogos como ferramentas didáticas lúdicas, decidimos produzir jogos autorais que mobilizem documentos do APERS, o universo dos arquivos e do patrimônio cultural. O projeto envolve leituras, pesquisa, escrita, criatividade e produção “caseira” de tabuleiros, cartinhas e demais materiais de cada jogo.

As pesquisas para início da atividade iniciaram ainda em dezembro de 2017, envolvendo apropriação em relação ao uso de jogos em processos de ensino-aprendizagem, visita à Ludoteca da Faculdade de Educação da UFRGS, buscas pela internet a respeito de ações similares, etc. Em maio de 2018, o projeto foi lançado com o painel “Documentos e Jogos no Ensino de História”, realizado como parte da programação da 2ª Semana Nacional de Arquivos. A partir daí foram criados dois jogos: Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre – inspirado no jogo “Detetive” da Estrela; ambienta-se no período da ditadura civil-militar e convida os jogadores a desvendar um crime ocorrido em um dos lugares de memória marcados pelo regime na cidade; trabalha a partir do acervo da Comissão Especial de Indenização, salvaguardado pelo Arquivo, e Enigmas do Patrimônio – mescla resolução de charadas com a dinâmica de jogo da memória; trabalha conceitos do campo do patrimônio cultural e das instituições de memória.

Ainda no âmbito desse novo projeto outras ações foram importantes: como pode ser acompanhado em notícias anteriores aqui no blog, nossa equipe participou de diferentes eventos divulgando a jogoteca e sua primeira criação. Também servimos como campo de estágio para dois estudantes da disciplina Estágio de Docência em História III – Educação Patrimonial, oferecida na Faculdade de Educação da UFRGS. Gustavo Ziehl e Carlos Casara, a quem agradecemos muito pela colaboração – estiveram 40 horas conosco participando de visita ao APERS e apresentação de suas atividades educativas, leitura e discussão de textos sobre educação patrimonial e jogos no ensino, realização de rodadas de teste do Caso X, contribuição na produção de seus materiais, contato com escolas para agendamento da atividades-piloto e, enfim, visita ao Instituto de Educação Flores da Cunha, à Escola Imperatriz Leopoldina e à Escola Oscar Pereira para aplicação do jogo, que teve excelente repercussão entre professores e estudantes.

A partir de maio de 2019 tanto o Caso X quanto o Enigmas do Patrimônio estarão disponíveis para locação por professores e professoras, que deverão cadastrar-se junto à Jogoteca, retirar e fazer a devolução dos materiais com a equipe de Ação Educativa. Informações pelo e-mail: acaoeducativa@planejamento.rs.gov.br.

2. Sequência às ações do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS (PEP)

Nossa parceria com o Departamento de História da UFRGS, especialmente na pessoa da prof.ª Carla Simone Rodeghero, segue firme apesar de não termos tido acesso a editais externos para captação de recursos no último período – a exemplo do PROEXT, com o qual fomos contemplados em anos anteriores, mas que desde 2016 deixou de ser aberto. Contando com nossa equipe interna e com bolsistas contratados com recursos da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS, cuja atuação concentramos no segundo semestre para dar conta da realização das oficinas sem alterações que desqualificariam a proposta.

Na 2ª metade do ano que passou reabrimos a agenda de oficinas para as escolas, ofertarmos nova capacitação de oficineiros, voltada aos estudantes da já referida disciplina de Estágio em Educação Patrimonial, e realizamos um evento especial de encerramento das atividades do ano.

Quanto à capacitação, organizada em 40 horas, envolveu encontros para apresentação das oficinas “Tesouros da Família Arquivo” e “Resistência em Arquivo”, encontros preparatórios para leitura, estudo e debate de seus materiais, observações das duas oficinas sendo realizadas por nossa equipe, e seis práticas de oficinas para cada um dos estudantes mencionados, de acordo com o agendamento das escolas. Agradecemos a Guilherme Pires Nunes, Ignacio Angues, Julien Mello, Mariana Silva, Paula Ribeiro e Pedro Henrique Bastistella por terem se somado ao grupo do PEP, contribuindo com o oferecimento e qualificação de nossas oficinas.

Sobre as oficinas, em junho iniciamos o agendamento para as turmas escolares, processo que seguiu ao longo de quase todo segundo semestre, já que a agenda é bastante dinâmica. As visitas ocorreram entre 21 de agosto e 06 de dezembro, em um total de 39:

  • 01 oficina com aplicação dos jogos África No Arquivo e Caso X (para turma do curso de Museologia da UFRGS, disciplina Educação em Museus);
  • 10 Tesouros da Família Arquivo, para 6º e 7º anos do Ens. Fundamental;
  • 05 Desvendando o Arquivo: relações de gênero na história, para 8º e 9º anos do Ens. Fundamental;
  • 23 Resistência em Arquivo: patrimônio, ditadura e direitos humanos, para 9º anos e Ensino Médio.

Entre as oficinas “Resistência em Arquivo” realizadas vale destacar a oferecida no dia 17 de julho, dentro da programação do X Encontro Nacional Perspectivas do Ensino de História, a convite da organização do evento.

Já a respeito do evento de final de ano, foi uma alegria fechar as atividades de 2018 recebendo no Arquivo, no Dia Internacional dos Direitos Humanos, pessoas a quem respeitamos muito: Cláudio Weyne Gutierrez, Ignez Maria Serpa e Nilce Azevedo Cardoso compuseram a mesa “Vozes que não se calam! Direitos Humanos, Democracia, Liberdade”, realizada na tarde de 10 de dezembro, momento em que compartilharam suas histórias de luta contra a ditadura com servidores do APERS, equipe do PEP, professores e estudantes que lotavam nosso auditório. Seus processos de indenização fazem parte do acervo e são utilizados durante a oficina Resistência em Arquivo.

3. Perspectivas para 2019

Nossa atuação em 2019 terá uma organização similar à dos anos anteriores, mesclando ações vinculadas ao PEP (com a UFRGS) e iniciativas educativas do APERS.

Nessa primeira metade do ano já estamos envolvidos com atividades internas, como a retomada da divulgação e distribuição da caixa pedagógica AfricaNoArquivo, e a realização de pesquisas para atualização da oficina Resistência em Arquivo, que foi criada em 2013 e desde então, além da renovação física de seus materiais, não teve inserção de novos documentos ou conceitos. Ainda no 1º semestre, pretendemos criar mais um jogo educativo, dessa vez trabalhando conceitos arquivísticos; organizar nova edição do curso de formação para professores, que será realizado ainda esse ano; e produzir o 2º volume da publicação “PEP em Revista” (clique aqui para acessar o Vol. 1).

A partir de junho retomaremos o agendamento de oficinas, em julho voltamos a rearticular a equipe recebendo bolsistas da UFRGS, em agosto iniciamos o processo de capacitação de oficineiros, e no final de agosto abrimos as portas para as turmas!

Agradecemos a todas e todos que participaram das ações educativas do APERS em 2018! Cada momento partilhado com professores e estudantes dão sentido à nossa existência enquanto instituição pública. Também agradecemos a toda a equipe que se dedicou nesse último período para manter o PEP UFRGS/APERS em funcionamento:

  • Carla Simone Rodeghero (Professora Dep. e PPG em História, coordenadora do Programa de Extensão junto à UFRGS),
  • Clarissa Sommer Alves (Téc. Assuntos Culturais/Historiadora APERS),
  • Elincoln Lucas (Bolsista UFRGS),
  • Gustavo Ziel (Estagiário APERS),
  • Jéssica Gomes de Borba (Estagiária APERS),
  • Laryssa Fontoura (Estagiária APERS),
  • Marina Alburgeri (Bolsista UFRGS),
  • Paulo Fasolo Klein (Estagiário APERS),
  • Thiago Frazzon Arend (Bolsista UFRGS).

    Que 2019 seja um ano de muita produção criativa e realizações que contribuam para valorizar a área de arquivos e a educação em nosso país. Venham conosco!

Ação Educativa do APERS e o “Caso X” no III Encontro Discente de História da UFRGS

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Pensando na ampliação dos usos de seu acervo para além das pesquisas acadêmicas e técnicas já habituais ao Arquivo, o APERS tem investido na elaboração de ações educativas que visam utilizar o patrimônio documental nele salvaguardado de uma maneira mais lúdica e didática, mas sem deixar de lado todo o aspecto crítico e investigador inerente ao campo da História e da Arquivologia.

Já compartilhado no XIV Encontro Estadual de História da ANPUH-RS e no XIII Salão de Iniciação Científica e Extensão do IPA sobre o processo de elaboração da Jogoteca Educativa do APERS e a criação de seu primeiro jogo, “Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre”. No dia 19 de novembro foi a vez de compartilhá-los no III Encontro Discente de História da UFRGS.

O trabalho intitulado “Fontes documentais e ensino de História: o uso do Caso X em sala de aula” foi apresentado no eixo temático “saberes, práticas e ensino de história” pelos estagiários e estudantes de História da UFRGS, Gustavo Ziel e Jéssica Gomes de Borba. Deu-se atenção à criação do jogo, mas o enfoque recaiu sobre a fase de testes através de quatro partidas realizadas em três escolas de Porto Alegre, debatendo-se a eficiência do projeto, relatando as discussões obtidas a partir dele e os conceitos que foram trabalhados. Nestes momentos os alunos trouxeram para as partidas e discussões um pouco de suas vivências, visões de mundo e temas trabalhados pelos seus professores em sala de aula.

As escolas visitas foram: Institudo de Educação Flores da Cunha, EEEF Imperatriz Leopoldina e EEEM Oscar Pereira. Agradecemos às professoras Laura Montemezzo, Isadora Librenza e Adriana Santos pela receptividade e parceria com toda equipe do PEP e parabenizamos pelo excelente trabalho com as suas turmas.

A experiência conectou a equipe de Ação Educativa do APERS e a disciplina Estágio de Docência em História III – Educação Patrimonial, ministrada pelas professoras Carmem Gil e Caroline Pacievitch. A medida em que dois de seus estudantes-estagiários puderam realizar suas 40h de observação e prática inseridos no projeto da Jogoteca, participando da finalização do jogo Caso X e realizando as práticas nas escolas. Que estes espaços de troca sigam florescendo!

Jogoteca Educativa do APERS é difundida no XIII Salão de Iniciação Científica e Extensão do IPA.

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Quais os usos possíveis para os documentos de arquivo? Como difundi-los e ampliar seu alcance social? Em geral costuma-se pensar as instituições arquivísticas como espaços de pesquisa acadêmica ou técnica, lugares “habitados” por historiadores, genealogistas, graduandos, mestrandos, doutorandos… Certamente estes são usuários potenciais e importantes, mas os arquivos pertencem a todos e todas nós, podem ser acessados por diversos grupos sociais, para diversas finalidades e em múltiplos contextos.

Nesse sentido o APERS tem investido na formulação de ações educativas em vários formatos, oportunizando a ampliação dos usos de seu acervo em ambientes escolares ou espaços não formais de educação. Entre essas propostas está a Jogoteca Educativa do APERS, projeto criado em 2018 e que vem se desenvolvendo para a partir de 2019 viabilizar o empréstimo de jogos para educadores. A ação já tinha sido divulgada em evento de lançamento realizado no Arquivo, em junho, e no XIV Encontro Estadual de História da ANPUH-RS, em julho. Em outubro foi a vez de ser compartilhada no XIII Salão de Iniciação Científica e Extensão do Centro Universitário Metodista – IPA pela estagiária Jéssica Gomes de Borba, que atualmente cursa o Bacharelado em História na UFRGS e já é licenciada em História pela FAPA. Jéssica deu visibilidade à Jogoteca dando enfoque ao processo de construção de seu primeiro jogo, “Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre”.

A apresentação da comunicação “Os usos educativos do patrimônio documental do APERS: a criação do jogo ‘Caso X’” ocorreu na tarde de 26 de outubro. O resumo expandido será publicado em breve. Informações a respeito do projeto podem ser obtidas através do e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br.

Arquivo Público esteve presente no XIV Encontro Estadual de História!

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Entre os dias 24 e 27 de julho a PUC-RS sediou o XIV Encontro Estadual de História da ANPUH-RS, com o tema Democracia, Liberdades e Utopias. Com o intuito de difundir as ações do APERS a equipe de seu Núcleo de Ação Educativa inscreveu trabalhos no evento, que foram apresentados no dia 26/06.

Os estagiários e Paulo Eduardo Fasolo Klein, com orientação da servidora Clarissa Sommer, inscreveram o pôster “Que os jogos comecem!”: Caso X e a formação da Jogoteca Educativa do APERS. A partir desse trabalho compartilharam a criação do novo projeto educativo da instituição e divulgaram o primeiro jogo autoral produzido em seu âmbito pela equipe. “Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre” foi inspirado no jogo Detetive e ambienta-se na cidade de Porto Alegre no contexto da ditadura civil-militar. O desafio é desvendar um crime cometido pelos agentes da repressão percorrendo lugares de memória da cidade. As biografias dos personagens foram inspiradas nas histórias de vida registradas pelos processos de indenização a ex-presos políticos salvaguardados no Arquivo, com os quais as escolas terão contato ao locar o jogo.

Já a servidora Clarissa inscreveu a comunicação “Pelo olhar de uma historiadora do Arquivo, reflexões sobre escrita da história e História Pública”, que foi aceita junto ao Simpósio Temático Teoria da História e Historiografia: Democracia, Liberdades, Utopia. Neste espaço apresentou reflexões preliminares a partir de seu trabalho de mestrado desenvolvido junto ao Programa de Pós-Graduação em História da UFRGS, que versa sobre a atuação de historiadores em instituições arquivísticas estaduais. Buscou dialogar com os pares a respeito do cenário de atuação profissional encontrado a partir dos levantamentos realizados e da aplicação de questionários, sobre os desafios enfrentados por ela enquanto historiadora que é servidora de um Arquivo Público, e sobre as múltiplas potencialidades para a escrita da história e a história pública percebidas neste percurso.

Os resumos de ambos trabalhos podem ser acessados aqui.

 

O que aconteceu na 2ª Semana Nacional de Arquivos no APERS

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Entre os dias 4 e 09 de junho, aconteceu a 2ª Semana Nacional de Arquivos, promovido pelo Arquivo Nacional e a Fundação Casa de Rui Barbosa, com a finalidade de abrir os arquivos para a Academia, à cultura e à sociedade, divulgando o trabalho desenvolvido nas Instituições arquivísticas e centros de memória e documentação de todo país. O evento ocorre na Semana em que se celebra o Dia Internacional dos Arquivos, 9 de junho. Neste ano, foram mais de cento e oitenta entidades participantes, em todos os Estados.

No Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul – APERS, a programação, coordenada pelas arquivistas Iara Gomide e Marta Araújo, conteve três exposições (Caminhos dos Arquivos, Os Escoteiros no Arquivo e Os Bichos Invadem o Arquivo), visitas guiadas (ao APERS, Arquivo Municipal de Porto Alegre, Cemitério da Santa Casa e Memorial Martim Lutero), oficinas (“Os Tesouros da Família Arquivo”, de Preservação de Documentos, Preservação de Documentos Audiovisuais, painel “Documentos e Jogos no Ensino de História” (lançamento da Jogoteca Educativa do APERS) Paleografia e duas de Genealogia), Cinema no Arquivo (reprodução do filme “Cinema Paradiso”, na Cinemateca Capitólio), palestra “Difusão e diversidade de acervos na Web”, Encontro dos Arquivistas (apresentações de Carlos Dinarte – IPEPrev, Prof.ª. Valéria Bertotti – FABICO/UFRGS, Paulo Guimarães e Matheus Berino – BAGERGS), apresentações musicais (Banda da Brigada Militar, Quarteto de Trompas de alunos do Conservatório Pablo Komlós – Escola de Música da OSPA e os arquivistas Carlos Dinarte e Mauro Amaral) e Júri Simulado (reconstituição do caso da Maria Degolada, realizado pela SAJU/UFRGS).

Entre as exposições, foi realizada a “Exposição Caminho dos Arquivos”, composta por duas modalidades: presencial e virtual, na qual, em seu formato físico, contou com a participação de nove Instituições, e no formato a distância (acessível no site http://caminhosdosarquivos.adb.inf.br, foram vinte e oito entidades, de diversos municípios, privadas e públicas, de todas as esferas e poderes.

Na Semana, foram oportunizadas diversas visitas guiadas ao APERS, a fim de que os visitantes conheçam sobre a salvaguarda de documentos e história do conjunto arquitetônico do APERS tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE) em 1991. As visitas guiadas são realizadas semanalmente e podem ser agendadas através do e-mail visitas@smarh.rs.gov.br.

A programação dos eventos consolidaram as ações do APERS como uma das Instituições mais importantes do Estado no acesso à memória, influenciando gerações na preservação documental e cultural, empreendendo em difusão, com muitas parcerias, em todo o território gaúcho. Clique aqui para ver as fotos dos eventos.

2ª Semana Nacional de Arquivos no APERS

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Vários eventos estão sendo realizados no APERS durante esta semana. Ainda há tempo para inscrições. Os eventos ocorrerão até sábado, dia 08. Confira a programação:

Veja também as descrições dos eventos: https://goo.gl/UQP2qy

As inscrições são realizadas pelo link: http://goo.gl/SR7Dcx

2ª Semana Nacional de Arquivos no APERS: Participe do Painel Documentos e Jogos no Ensino de História

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Cartaz Lançamento II Sem Nac de Arquivos

Como parte da programação da II Semana Nacional de Arquivos, o APERS realizará o painel “Documentos e Jogos no Ensino de História“, atividade que marca o lançamento público do projeto “Jogoteca Educativa do APERS“.

A mesa contará com palestra do prof. dr. Nilton Mullet Pereira (FACED/UFRGS), um dos organizadores do livro Jogos no Ensino de História, publicado pela Evangraf em 2013 – pode ser baixado aqui. Em sua trajetória como historiador doutor em Educação, Nilton tem produzido e incentivado reflexões sobre o uso de jogos no ensino.

Também participam Jéssica Borba, licenciada em História pela FAPA, atualmente cursando bacharelado em História na UFRGS, e Paulo Fasolo Klein, licenciado em História e bacharelando pela UFRGS. Ambos fazem parte do Núcleo de Ação Educativa do APERS, atuaram ativamente em 2018 na pesquisa e produção de jogos, e compartilharão com o público essa experiência.

A entrada é gratuita! Participe dessa e de outras atividades oferecidas na programação da II SNA. Faça sua inscrição clicando aqui.

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