Exposição virtual “Caminhos dos Arquivos – Nossas Histórias, Nossas Heranças” | 7ª edição

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O que passou, passou, mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre.” GOETHE

Aqui estamos, em nossa 7ª edição do “Caminhos dos Arquivos” para o blog e demais mídias sociais do APERS. Hoje, postaremos os conteúdos dos parceiros Museu da Brigada Militar, Núcleo de Pesquisa em História do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciência Humanas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo.

Museu Brigada 1Museu da Brigada Militar – Seu prédio é tombado pelo IPHAE e teve como data de fundação o ano de 1910, quando sua função era servir como local de treinamento para a Brigada manusear armas de fogo e realizar técnicas de combate. Em outubro de 1985 o então Governador Jair Soares assinou o Decreto Estadual 32.030, institucionalizando assim o edifício como museu, sendo oficialmente inaugurado em março de 1987. O projeto foi idealizado pelo Tenente Hélio Moro Mariante, objetivando preservar a memória da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. O acervo é composto de importantes coleções de revistas e livros que retratam a história da instituição, além de uma variedade de objetos, mobiliários, peças de fardamento, medalhas e armas que dão suporte à memória da corporação e, por extensão, do próprio Estado do Rio Grande do Sul nos últimos 182 anos. Sua biblioteca possui, entre outras raridades, a coleção completa da Revista do Globo (1.100 edições do período entre 1929 e 1967), documentos dos séculos XIX e XX e Boletins Gerais. Serviços Prestados: Fototeca; acervo para pesquisa; mostra itinerante.

Endereço: Rua dos Andradas, nº 498, Centro Histórico, Porto Alegre/RS

Horário de funcionamento: segundas a sextas-feiras, das 9hs às 18hs; sábados das 13hs às 18hs

Contatos: (51) 3288-2940 – mbm@brigadamilitar.rs.gov.br ou mbm@bm.rs.gov.br

Foto - Vista Aére Vila IAPI - 24-07-1951 -NúcleoFoto - Edmundo Gardolinski agauchado -NúcleoNúcleo de Pesquisa em História (NPH/UFRGS) – Vinculado ao Departamento de História e ao Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Criado em 1982 através da reunião de acervos do Gabinete de Pesquisa em História do Rio Grande do Sul (fundado em 1973), recebeu posteriormente os acervos resultantes de projetos desenvolvidos pelo Departamento de História, bem como doações de acervos pessoais. O NPH desenvolve pesquisas e coloca à disposição do público os seus acervos documentais, formados por documentos provenientes de pessoas, famílias, organizações e instituições representativas da história sul-rio-grandense, brasileira, latino-americana e europeia, registrados em papel, fita magnética, microfilme, entre outros suportes. São pesquisadores permanentes do NPH os docentes do Departamento de História da UFRGS e os membros de sua equipe técnica. O NPH também mantém vínculo com pesquisadores associados, que desenvolvem projetos com potencial de produção de novas fontes para disponibilização ao público.

Endereço: Av. Bento Gonçalves, 9500, Campus do Vale, IFCH, Prédio 4331, sala 106, Porto Alegre/RS

Contatos: (51) 3308-6625 – deptosifch@ufrgs.brInstagram

joel vargas MJJF - 2Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo – Criado em 1979, tem como missão promover a interação da sociedade com o patrimônio cultural da cidade, com ênfase na sua história e memória, por meio da preservação, pesquisa e comunicação dos bens culturais sob sua guarda. O prédio é a antiga chácara do comerciante Lopo Gonçalves Bastos, construída entre 1845 e 1853, na antiga Rua da Margem, atual João Alfredo. O terreno, na época localizado fora dos limites da cidade, com o passar do tempo foi integrado ao bairro Cidade Baixa. O Solar Lopo Gonçalves, construído em estilo luso-brasileiro, foi habitado por diferentes moradores e passou a sediar o Museu em 1982. Acervo tridimensional: constituído de mais de 1.300 objetos dos séculos XIX e XX, como acessórios de uso pessoal, objetos de decoração, instrumentos musicais, mobiliário e indumentária, entre outros, formado a partir de doações de alguns setores ligados à Prefeitura Municipal e, principalmente, por meio de doações particulares. Acervo arqueológico: com 200.000 itens relacionados a diferentes grupos que ocuparam o território desde o período pré-colonial. Possui coleções de material cerâmico, lítico, ósseo, entre outras, provenientes de áreas de ocupação indígena anteriores à chegada dos colonizadores, e coleções oriundas de sítios ocupados entre os séculos XVIII e XX, como peças produzidas em louça, vidro, metal, couro, pedra, ossos, cerâmica, restos ósseos humanos e alimentares. Acervo fotográfico: formado por cerca de 9.000 imagens de Porto Alegre dos séculos XIX e XX. Possui registros dos mais diferentes aspectos da cidade ao longo do tempo e conta com fotografias de profissionais renomados com Virgílio Calegari, Lunara, Barbeiros & Irmãos, Sioma Breitman e Irmãos Ferrari. Também guarda uma coleção formada por mais de 400 cartões-postais das primeiras décadas do século XX. Serviços prestados: pesquisa no acervo fotográfico | agendamento pelo telefone 3289-8276 e pelo e-mail karina.santos@gp.prefpoa.com.br; pesquisa no acervo tridimensional | contato no telefone 3289-8275; pesquisa no acervo arqueológico | contato pelo telefone 3289-8269 e e-mail tocchetto@smc.prefpoa.com.br. Acessibilidade: visitas especializada para público com deficiência visual e audioguia com leitura de texto e descrição de imagens, catálogo em braile e maquetes táteis. Agendamento: 3289-8274 e pelo e-mail marciabamberg@portoalegre.rs.gov.br. Ação Educativa: 3289-8270 e e-mail educativomuseu@portoalegre.rs.gov.br. O setor educativo oferece mediações a visitantes individuais e em grupos.

Endereço: Rua João Alfredo, 582, Cidade Baixa, Porto Alegre/RS

Horário de visitação: segunda-feira, das 13h30 às 17h30; de terça a sexta: das 9h às 12h e da 13h30 às 17h30.

Contatos: (51) 3289-8275 – museu@smc.prefppoa.com.brSiteFacebook – Twitter

Exposição virtual “Caminhos dos Arquivos – Nossas Histórias, Nossas Heranças”: Novo Hamburgo, Rio Grande e Santa Maria

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A memória guardará o que valer a pena. A memória sabe de mim mais que eu: e ela não perde o que merecer ser salvo.” Eduardo Galeano.

Chegamos à sexta edição da série de postagens mensais sobre o Programa Caminhos dos Arquivos, do qual faz parte o projeto de exposição, em módulo virtual, denominada “Caminhos dos Arquivos: Nossas Histórias, Nossas Heranças”. Hoje destacamos as instituições Arquivo Público Municipal de Novo Hamburgo, Arquivo Público e Histórico Municipal do Rio Grande e Arquivo Histórico Municipal de Santa Maria compartilhando seus serviços e trajetórias:

AMPNH _ FOTO INSTITUICAOArquivo Público Municipal de Novo Hamburgo – Criado por Lei Municipal em agosto de 2000, com a finalidade de proteger o acervo municipal, garantir e possibilitar acesso às informações contidas nos documentos sob sua guarda, além de custodiar documentos de valor acumulados pelos órgãos públicos, como também promover exposições, cursos, seminários e palestras e ser um espaço de pesquisa sobre a história da cidade. Divulgar o patrimônio documental e conscientizar a comunidade sobre a importância da preservação dos documentos e da memória cultural de Novo Hamburgo é um dos principais objetivos do Arquivo Municipal. Em maio de 2017 a instituição recebeu o reconhecimento do Conselho Nacional de Arquivos. Desde então, o Arquivo de Novo Hamburgo faz parte do Cadastro Nacional de Entidades Custodiadas de Acervos Arquivísticos (CODEARQ). O reconhecimento nacional coloca Novo Hamburgo no mapa das cidades que preservam as suas histórias. O acervo do Arquivo Público Municipal constitui-se de coleções de jornais: 5 de Abril (1927-1962); Jornal NH (1960-1994), recortes de Jornais – Folha da Tarde (1955-1981); Última Hora (1961-1962), Gazeta de NH (1949-1952), Jornal Hamburguês (1964-1967), fotos de Novo Hamburgo de várias épocas e Livros públicos dos primórdios do município (enterros, registro de funcionários, livro de queixas, exposições). Faz parte do uma Biblioteca que possui livros históricos (didáticos, enciclopédias, bíblias e outros).

Endereço: Rua Eng. Ignácio Plangg, 66, 3° andar, Novo Hamburgo/RS.

Horário de atendimento: de terça à sexta-feira, das 8h30 às 17h30.

Contato: (51) 3594-2013 Ramal 208 – arquivo@novohamburgo.rs.gov.br

Pref. Munc. R. GrandeArquivo Público e Histórico Municipal do Rio Grande – É o órgão central do Sistema Municipal de Arquivos – SISMARG. Reúne documentos da Administração Municipal do século XIX, de 1850 a 2011 aproximadamente. São manuscritos, datilografados, impressos, fotografias, plantas arquitetônicas, microfilmes, fitas VHS e Cassete, CDs, clichês e coletâneas de leis do período do império, dentre outros, que compõe o acervo. A primeira legislação a citar o Arquivo no âmbito do Poder Executivo Municipal, foi o Decreto-Lei nº 40 de 1941, que destinou créditos especiais para ampliação da Unidade. Embora não disponha de um ato de criação, supõe-se que o Arquivo tenha sido criado junto aos primórdios e o estabelecimento da Administração Pública Municipal. Em 1948, através da Lei n° 24 de 1948, passa a compor o setor de Pessoal e Arquivo da Diretoria de Administração. Com a necessidade de preservar a história da cidade, em 1985, o Decreto nº 4729, que instituiu o Regimento Interno do Centro Municipal de Cultura Inah Martensen, insere o Arquivo Histórico como parte do Patrimônio Histórico-Cultural da cidade do Rio Grande. No ano de 1998, com a Reforma Administrativa estabelecida através da Lei nº 525, o Arquivo volta a fazer parte da Divisão de Protocolo e Arquivo da Secretaria de Administração do Município. É citado também na nova estrutura de 2012 (Lei nº 7265). Finalidades do arquivo: salvaguardar o patrimônio documental do Poder Público Municipal primando pela preservação e acesso aos fundos documentais e formular a política municipal de arquivos e exercer orientação normativa, visando à gestão documental e à proteção especial aos documentos de arquivo, qualquer que seja o suporte da informação ou a sua natureza. Oferece aos seus usuários serviços como pesquisas, visitas guiadas, capacitação e exposição temática.

Endereço: Largo Engenheiro João Fernandes Moreira, s/n (Prédio do Gabinete do Prefeito), Centro, Rio Grande/RS

Horário de Funcionamento: 09:00 às 15:00

Contatos: (53) 3233-8471 – arquivo.riogrande@gmail.com

 

Higienização_AcervoArquivo Histórico Municipal de Santa Maria – AHMSM: Foi criado pelo Prefeito Vidal Castilho Dania, através da Lei Municipal nº 784 de 22 de dezembro de 1958, dentro do contexto das comemorações do centenário da cidade, funcionando junto à Biblioteca Pública Municipal Henrique Bastide, destinado a conservar todos os objetos e documentos relativos à história do município de Santa Maria. A partir do ano de 1992, através de um ato do Prefeito Evandro Behr (Lei Municipal nº 3.568 de 16 de dezembro), o Arquivo Histórico passou a fazer parte da estrutura organizacional da Secretaria de Município da Cultura, funcionando de forma desvinculada da Biblioteca, assumindo a guarda dos documentos, jornais, revistas, folhetos, fotografias e fitas que faziam parte do acervo da biblioteca. Assumiu as competências de proteção do patrimônio documental histórico; levantamento e coleta dos documentos históricos arquivísticos; guarda e conservação permanente dos documentos sendo vedada a sua distribuição parcial ou total; organização dos documentos de acordo com as diretrizes oficiais que disciplinam a matéria; disciplinação do acesso aos documentos; descrição e divulgação de seu acervo, através de instrumentos próprios. O Arquivo Histórico Municipal de Santa Maria constitui-se num importante local de memória do município, construída a partir dos documentos que compõem seu acervo. A partir do 2º semestre de 1997 a instituição “fixa residência” na Casa de Cultura de Santa Maria, permanecendo neste local até maio de 2008, momento em que passa a ocupar a antiga sede da Secretária de Município da Cultura no Centro Integrado de Cultura Evandro Behr. Foi também durante o ano de 2008 que a unidade de informação passou a contar com profissionais Arquivistas do quadro de carreira da Prefeitura Municipal e muitas outras benfeitorias foram realizadas, como a fundação da Associação dos Amigos do Arquivo Histórico Municipal de Santa Maria, no dia 10 de agosto de 2010. Outro marco fundamental da trajetória do AHMSM foi a criação do Sistema Municipal de Arquivos de Santa Maria (SIARQ-SM). O Decreto Executivo nº 120 de 18 de outubro de 2011, devidamente assinado pelo Prefeito Cezar Augusto Schirmer, institui o SIARQ-SM, responsável pela organização sistêmica das atividades de administração e proteção do patrimônio arquivístico de Santa Maria, na esfera da documentação pública. Os serviços oferecidos são: pesquisas no acervo, visitas guiadas, capacitação, exposições permanente e itinerante, bem como realiza encontro anual de seus pesquisadores, oficinas e palestras de educação para o patrimônio.

Endereço: Rua Appel, 900, bairro Nossa Senhora de Fátima, Santa Maria/RS

Horário de Funcionamento: 07:30 às 12:00 e das 13:00 às 16:30

Contatos: (55) 3222-8300 – arquivohistoricosm@gmail.comFacebook  – Site

Exposição virtual “Caminhos dos Arquivos – Nossas Histórias, Nossas Heranças”: arquivos de Erechim, Esteio e Passo Fundo

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“[…] a construção da memória está estreitamente vinculada ao acesso à informação, que por sua vez está vinculada à organização dos seus suportes materiais.” (PEREIRA, 2011, p. 20)1.

Chegamos à quarta edição da série de postagens mensais sobre o Programa Caminhos dos Arquivos, no qual consta o projeto de exposição, em módulo virtual, denominada “Caminhos dos Arquivos: Nossas Histórias, Nossas Heranças”. Hoje destacaremos instituições de Erechim, Esteio e Passo Fundo, compartilhando seus serviços e trajetórias:

Erechim

Arquivo Histórico Municipal Juarez Miguel Illa Font (Erechim) – agrega informações desde o início da colonização do Alto Uruguai Gaúcho. É o órgão responsável pela custódia, conservação, processamento técnico e divulgação de valioso conjunto documental constituído de textos, fotografias, mapas e plantas produzidos pela administração pública municipal desde o início do século XX até a atualidade. Entre outros registros significativos para a história da cidade e demais municípios da região do Alto Uruguai, também encontra-se disponível acervo de depoimentos orais e fundos documentais particulares. Esses fundos e coleções são fruto de incorporações resultantes de doações de arquivos pessoais e de família e de extinção de órgãos ligados ao comércio, indústria, hospitais, e vários segmentos econômico-sociais. Tendo como meta ampliar o acesso público ao acervo, o Arquivo está em constante processo de catalogação, com a criação de base de dados específica para seus conjuntos documentais. O acervo do arquivo é de reconhecido valor probatório e histórico-cultural, além de constituir-se em registro da memória local e testemunho do cotidiano da cidade. Destaca-se a grandiosa contribuição acadêmica que este espaço fornece aos pesquisadores, resultando em diversas dissertações e teses apresentadas nas mais renomadas instituições de ensino superior do Brasil. Assinalamos, também outros projetos desenvolvidos pelos profissionais do Arquivo, tais como a Colonização de Erechim, História Oral, Práticas em Arquivos, Divulgando Monografias e Seminário de História Regional.

Endereço: Avenida Pedro Pinto de Souza, nº 100, Erechim/RS.

Horário de Funcionamento: das 8h às 11h30min e das 13h30min às 18h.

Contatos: (54) 3522 9284 – arquivoerechim@gmail.comFacebook – Instagram

Esteio

Arquivo Público Municipal Terezinha Laci dos Santos (Esteio) – de responsabilidade da Secretaria Municipal de Administração, possui denominação em homenagem a Terezinha Laci dos Santos. Nascida em 1949 em Viamão, Terezinha foi admitida como servidora do Município de Esteio em 3 de abril de 1984, no cargo de auxiliar de escritório. Trabalhou em diferentes setores, até ingressar no Arquivo Municipal, onde ficou lotada entre 1995 e 2009, ano de seu falecimento, exercendo, por último, a função de chefe de seção de comunicação e arquivo. A servidora dedicou-se ao trabalho de organização, guarda e conservação da documentação do Município, mesmo com a precariedade das instalações, contribuindo para que muitos documentos pudessem ser preservados até hoje. Considerado um dos setores fundamentais para o andamento da gestão pública, possui documentos com as principais informações a respeito dos recursos humanos, financeiros e de patrimônio, desde a criação do município. O Arquivo atende, principalmente, solicitações internas de documentos por servidores da Prefeitura. Os pedidos externos, que ingressam via Ouvidoria da Administração Municipal, também são respondidos, dentro do previsto pela Lei Federal nº 12.527, mais conhecida como Lei de Acesso à Informação. A partir de 2016, com a promulgação da Lei Municipal 6.403/2016 cria-se o SISMARQ – Sistema Municipal de Arquivos, onde define-se responsabilidades e procedimentos técnicos para o Arquivo. As solicitações também atendem órgãos externos como Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público. Atualmente o espaço contempla as necessidades básicas de um arquivo, como a localização em andar térreo (devido ao peso do conjunto de documentos), acondicionamento em estantes de aço e caixas padronizadas, condições adequadas de climatização e de circulação do ar e área disponível para expansão.

Endereço: Avenida Presidente Vargas 2662, Centro, Esteio/RS.

Horário de Funcionamento: 08:00 – 11:30 / 12:30 – 17:00

Contatos: (51) 3458-1878 – arquivo.esteio@gmail.com

Histórico PF

Arquivo Histórico Regional (AHR) – iniciou suas atividades com a denominação de Museu e Arquivo Histórico Regional, no Campus I da Universidade de Passo Fundo (UPF), em 1984. Após uma reorganização física e nominativa, recebeu a designação atual e foi alocado no Campus III da UPF, no centro de Passo Fundo. O AHR está vinculado ao Programa de Pós-Graduação em História da UPF e ao curso de graduação em História, servindo de local de guarda, conservação e restauro e, sobretudo, de laboratório para pesquisadores da cidade e região, vetor para a produção do conhecimento.

Endereço: Campus III / UPF – Avenida Brasil, 743, Centro, Passo Fundo/RS

Horário de Funcionamento: de segunda à sexta-feira das 08h às 11h30min e das 13h30min às 17h30min

Contatos: (54) 3316.8516 – ahr@upf.brSite – Facebook


1 BORGES, Cila Vs; FERREIRA, Ivani Gama; VIEGAS, Solange Ribeiro. A Oficina de Conservação da Biblioteca José de Alencar em consonância com a Agenda 2030. In: Seminário de Informação em Arte, 6., 2018, Rio de Janeiro. Anais… . Rio de Janeiro: Redeart/rj, 2018. p. 1-10. Disponível em: <https://docplayer.com.br/137100034-A-oficina-de-conservacao-da-biblioteca-jose-de-alencar-em-consonancia-com-a-agenda-2030.html&gt;. Acesso em: 15 out. 2019.

Exposição virtual “Caminhos dos Arquivos – Nossas História, Nossas Heranças”: arquivos de Porto Alegre, parte II

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Hoje trazemos a terceira edição da série de postagens mensais sobre o Programa Caminhos dos Arquivos, no qual consta o projeto de exposição, em módulo virtual, denominada “Caminhos dos Arquivos: Nossas Histórias, Nossas Heranças”. Destacaremos mais três instituições de Porto Alegre, compartilhando informações e um pouco sobre suas trajetórias.

Barros e Amélia afirmam que a memória registrada “delegou ao arquivo a função de mantê-la viva, de forma a desacelerar o desaparecimento de sinais do que se deseja manter, em face da necessidade do lembrar”.1 Nesse sentido, temos satisfação em seguir difundindo instituições arquivísticas que assumem cotidianamente o papel de preservar registros que se relacionam a tantas memórias:

AHRSArquivo Histórico do Rio Grande do Sul – o embrião de sua história inicia ainda em 1906, com a criação do Arquivo Público do Estado (APERS), à época organizado em três seções. Em 1925 a 2ª seção, denominada Arquivo Histórico e Geográfico, foi desmembrada e anexada ao Museu Júlio de Castilhos, mais tarde dando origem ao AHRS. Assim, seu surgimento como instituição independente ocorreu em 29 de janeiro de 1954, quando foi criada a Divisão de Cultura da Secretaria de Educação e Cultura. A instituição tem como função primordial a guarda e a conservação da documentação histórica de origem pública e privada. Seu acervo remonta aos primeiros anos de ocupação efetiva do solo rio-grandense pela Coroa Portuguesa. Além da documentação proveniente das várias funções exercidas pelo Poder Público, o AHRS destaca-se pelos arquivos particulares recebidos através de doação ou compra, como por exemplo: Borges de Medeiros/Sinval Saldanha, João Neves da Fontoura, Francisco Brochado da Rocha, Alfredo Varela, entre outros. Além disso, existe farta documentação sobre a colonização do estado por imigrantes.

Endereço: Rua Sete de Setembro 1.020, Sala 17, Centro Histórico, Porto Alegre /RS

Horário de Funcionamento: 13h às 17h30, de terça a sexta-feira. Horário limite para acessar a sala de pesquisa: 17h.

Contatos: (51) 3227.0882 e (51) 3225.7880 – ahrs@sedactel.rs.gov.brSiteFacebook

MLRSMemorial do Legislativo do Rio Grande do Sul – foi inaugurado em 2010 e abriga a documentação histórica do Poder Legislativo, nos mais diferentes suportes de informação. Trabalha com pesquisa em prol da memória legislativa do Estado. Tem a custódia dos documentos históricos do Parlamento, dentre eles, o dossiê mais antigo que são as Atas do Conselho Geral da Província de 1828. Possui a coleção do Jornal A Federação, Anais do Parlamento desde 1862, Fundo Solar dos Câmara e a documentação de Comissões Permanentes, processos legislativos e documentos administrativos. Do acervo de multimeios tem a guarda do acervo da TVAL em BetaCam e DVCam, filmes rolo, slides e negativos de fotografias com mais de 1.500.000 imagens. Participa ativamente das atividades de gestão e preservação documental da Assembleia Legislativa, independente do suporte informacional. O prédio que sedia o Memorial do Legislativo do RS é a construção pública mais antiga da cidade de Porto Alegre, concluído em 1790, passando por diversas reformas, em 1860 ganhou o segundo pavimento com estilo neoclássico. Desde sua construção até 1828, o prédio abrigou órgãos como a Provedoria da Real Fazenda, a Casa da Junta, Câmara e Cadeia. De 1828 a 1935 sediou as atividades do Conselho Geral da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul. E a partir de 1835, passou a ser cenário principal de atuação do Poder Legislativo gaúcho em suas diferentes fases políticas. Foi tombado pelo IPHAE em 17 de setembro de 1981.

Endereço: Rua Duque de Caxias, 1029, Centro Histórico, Porto Alegre/RS

Horário de Funcionamento: Segundas às Sextas: das 8h30min às 11h30min e das 13h30min às 18h30min.

Contatos: (51) 3210-1670; 3210-1675 – memorial@al.rs.gov.br – Site – AcervoFacebook

TRF4Arquivo do Tribunal Regional Federal – responsável pela guarda e gestão da documentação produzida e recebida no cumprimento de sua função jurisdicional, durante seus 30 anos de existência. O acervo é composto de documentos e processos administrativos e judiciais, em suporte físico e eletrônico. Em seu conteúdo, existem importantes processos que representaram marcos na história político-econômica do país. Recentemente, o acervo que já utilizou diversos e simultâneos endereços, foi todo reunido em seu prédio sede. O Arquivo tem a finalidade de preservar e manter sob guarda a documentação administrativa e judicial do TRF4, em suporte físico, promovendo seu acesso, interno e externo, através de consultas e fornecimento de íntegras de acórdãos. O acesso ao seu conteúdo pode ser realizado através de consultas locais aos processos judiciais, que se apresentam em suporte físico e meio eletrônico, e pelo Portal do TRF4 solicitado as íntegras de acórdãos.

Endereço: Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, nº 300, Praia de Belas, Porto Alegre/RS

Horário de Funcionamento: das 13:00 às 18:00

Contatos: (51) 3213.3430 – arquivo@trf4.jus.brSite


1BARROS, Dirlene Santos; AMÉLIA, Dulce. Arquivo e memória: uma relação indissociável. Transinformação, Campinas, v. 21, p.55-61, jan-abr. 2009. Quadrimestral, p. 57. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tinf/v21n1/04.pdf&gt;. Acesso em: 06/092019.

Exposição virtual “Caminhos dos Arquivos – Nossas História, Nossas Heranças”: arquivos da região da Serra

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Hoje, iniciamos uma série de postagens mensais que tem por objetivo compartilhar experiências e conhecimentos sobre o Programa Caminhos dos Arquivos, no qual encontra-se incluído o projeto de exposição, em módulos virtual e presencial, denominada “Caminhos dos Arquivos: Nossas Histórias, Nossas Heranças”. Este Programa faz parte das ações do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul – APERS na Semana Nacional de Arquivos – SNA, juntamente com outras instituições gaúchas parceiras.

“Preservar a memória não é somente resgatar o passado, mas também é compreender diferenças e reconhecer limites de cada período, para construir o presente e planejar o futuro” (FUNDACENTRO). Assim, destacamos o Projeto da Exposição em seu módulo virtual, acessível pelo site www.caminhosdosarquivos.com, na qual o tema é “os lugares que preservam a memória de todos os gaúchos”.

Com o objetivo expor acervos e informações sobre as Instituições e seus serviços arquivísticos, além de reunir o maior número de entidades que custodiam documentos arquivísticos no RS, estimular parcerias com o APERS e promover a consciência da importância dos arquivos, como um referencial, um guia de arquivos, na preservação do passado e valorização do patrimônio histórico; assim como também a fim de valorizar seus parceiros nas vivências em grupo, despertar o sentimento de pertencimento, destacar as instituições como locais privilegiados, e seus colaboradores como agentes responsáveis pela difusão junto à sua comunidade.

Assim, falaremos sobre esta experiência de parceria do APERS com as 42 instituições que compuseram esta exposição coletiva, no ano de 2019. Ao fim da 3ª SNA, foi feita a reunião de feedback e o questionário de pesquisa de satisfação, com comentários, sugestões e criticas, dentro das quais destacamos: o bom acolhimento das instituições com intenção de permanência no projeto e no site; o reconhecimento da importância da divulgação e de um lugar de referência dos acervos; a permanência do site no ar, assim como os arquivos das edições anteriores; a divulgação para a próxima edição deverá ser feita a partir de inicio de maio com a indexação dos novos documentos; inserção do mapa de localização das instituições no site; continuação do uso das ferramentas e-mail e WhatsApp para comunicação; os novos e antigos parceiros devem mandar seus arquivos para Exposição virtual até o final do mês de abril; para maior facilidade de navegação aos leigos, evitar atraso na trocas de fotos no site das edições anteriores.

Para continuação de nosso compromisso de divulgação passaremos a publicar, com periodicidade mensal, textos sobre as instituições parceiras, o acesso aos seus acervos documentais, história e serviços prestados. Iniciaremos pela região da serra:

– Museu e Arquivo Histórico Pedro Rossi: fundado no ano de 1976, no Município de Flores da Cunha (RS), com a intenção de valorizar e preservar a memória, a história e a cultura dos imigrantes italianos no município, denominando-se, na época, Museu da Imigração. Pela Lei Municipal 2.322 de 16 de junho de 2003, passou a denominado Museu e Arquivo Histórico Pedro Rossi, em homenagem ao primeiro Prefeito municipal eleito após a abertura democrática de 1946. Seu acervo é composto por centenas de objetos que resguardam a história da imigração italiana, bem como, das vivências e dos saberes que permeiam o período de 1876-1960, no Município. Além dos objetos expostos no museu, o prédio abriga o Arquivo Histórico Municipal, que acondiciona inúmeros documentos e fotografias, tanto produzidos pela Administração Pública quanto pelos munícipes. Situado na Av. 25 de Julho, 1608, bairro Centro; pode ser contatado pelo e-mail neusa.museu@floresdacunha.rs.gov.br; site www.floresdacunha.rs.gov.br. O horário de atendimento é de segunda à sexta-feira, das 8:00 às 17:30.

– Arquivo Histórico Municipal de Nova Petrópolis: idealizado pelo Professor Renato Urbano Seibt e junto com seus colaboradores, seu início ocorreu graças à doação de itens pela comunidade e também pelas histórias orais do Município, que foram gravadas. O arquivo já teve sua sede no Parque Aldeia do Imigrante, no prédio da atual Prefeitura e hoje se encontra no terceiro andar do prédio da Biblioteca Pública. No dia 04 de abril de 1989, sob a Lei Municipal Nº 1.080, de criação do Arquivo Histórico Municipal. Tem como objetivos restaurar, conservar, guardar e preservar a história do município. Seu acervo é composto de, além dos registros orais, documentos, fotografias, livros, mapas, jornais e revistas especializadas. Situado na Rua Tiradentes nº 256, bairro Centro; pode ser contatado pelo e-mail arquivohistorico@novapetropolis.rs.gov.br. Conta com visita agendada. O horário de funcionamento é de segunda-feira à sexta-feira, das 7: 30 às 12h:00 e das 13:15 às 17:30.

– Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami: foi criado em 5 de agosto de 1976, pelo Decreto nº 4047. Em 1997, foi acrescentada à denominação oficial em homenagem ao historiador caxiense João Spadari Adami, por sua importante contribuição para o resgate e preservação da história local. Tem como finalidade receber, guardar, preservar e dar acesso ao patrimônio documental do Município de Caxias do Sul. Composto por três unidades: Arquivo Público, Arquivos Privados e Banco de Memória Oral, a instituição também desenvolve pesquisas e publicações, divulgando seu acervo e contribuindo para o conhecimento da história do Município. Instalado em um prédio do início do século XX, tombado em níveis estadual e municipal, o Arquivo é vinculado à Secretaria Municipal da Cultura. Situado na Av. Júlio de Castilhos, 318, bairro Lourdes; pode ser contatado pelo e-mail: arquivohistorico@caxias.rs.gov.br; site: www.arquivomunicipal.caxias.rs.gov.br. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 10:00 às 16:00.

– Instituto Federal Farroupilha – Campus São Vicente do Sul – Unidade de Gestão de Documentos: o Campus do Instituto Federal Farroupilha – IFFar, com sede no município de São Vicente do Sul, RS, foi criado em 17 de novembro de 1954, através de Termo de Acordo firmado entre a União e o então município de General Vargas, sob a denominação de Escola de Iniciação Agrícola, em conformidade com os Artigos 2º e 4º do Decreto Federal nº 22.470, de 20 e janeiro de 1947, que instalou o Ensino Agrícola no Brasil, e os dispositivos do Decreto Lei 9.613, de 20 de agosto de 1946; onde são oferecidos cursos técnicos e tecnológicos em três níveis: Médio, Superior e Pós-Graduação. A Unidade de Gestão Documental tem como finalidade dar acesso livre e gratuito dos documentos a todos os cidadãos mediante cadastro. Situado na rua 20 de Setembro, nº 2616, pode ser contatado pelo e-mail ugd.svs@iffarroupilha.edu.br, no horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8:00 às 11:45 e das 13h15 às 17h00, exceto feriados nacionais, estaduais e municipais.

Visitem a Exposição virtual, apropriem-se das instituições. Esse é um patrimônio de todas e todos nós! Até o próximo mês.

Exposição Virtual “Caminhos dos Arquivos: Nossas Histórias, Nossas Heranças”

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2019.06.26 3ª SNA Site Caminhos Arquivos

Uma das atividades que integraram a programação promovida pelo APERS dentro da Semana Nacional dos Arquivos é a Exposição virtual Caminhos dos Arquivos: Nossas Histórias, Nossas Heranças, uma proposta de parcerias entre o Arquivo Público e o maior número possível de instituições gaúchas custodiadoras e/ou detentoras de acervos arquivísticos, de natureza pública ou privada.

De onde surgiu a ideia de uma exposição virtual? Da compreensão de que esse formato (virtual) é apropriado às instituições que não possuem espaço físico ou recursos para exposições presenciais em seus locais de trabalho, ou que estão geograficamente afastadas das demais participantes. Os caminhos são uma forma de guiar o público para percorrer e conhecer os acervos e serviços de cada Instituição, assim como uma forma de estímulo à visitação das mesmas, interligando esses locais.

A partir deste propósito, o APERS e seus parceiros reforçam a iniciativa e a sua relevância no Estado, aglutinando instituições arquivísticas e de memória, estimulando a mobilização das mesmas, potencializando-as em suas localidades – onde muitas têm poucos espaços de divulgação para sua comunidade – e ampliando a visibilidade dos trabalhos desenvolvidos em seus espaços.

Assim, a exposição consiste em um site, onde são exibidos a identificação das instituições com fotos, serviços prestados, contatos e os documentos selecionados a serem compartilhados, que remetem ao imaginário e pertencimento do local em que a Instituição se situa, junto com sua contextualização. O site “Caminhos dos Arquivos: Nossas Histórias, Nossas Heranças“, patrocinado pela Associação dos Amigos do Arquivo Público do Estado do RS – AAAP trará evidência para as instituições parceiras e de seus apoiadores ao longo do ano.

Esta experiência, iniciada no ano passado (2018) com uma rede de 25 instituições, está sendo muito gratificante, principalmente por agregar um número expressivo de parceiros e pela receptividade dos mesmos, de acolhimento imediato ao convite recebido. Em 2019, a quantidade de instituições aumentou para 43 entidades detentoras de acervo.

No entanto, apesar do crescimento do projeto, infelizmente muitas instituições potenciais não aderiram, por vários motivos, entre os quais: falta de recursos humanos, tecnológicos e apoio de seus administradores. Desejamos que no próximo período mais arquivos e centros de documentação possam somar-se à iniciativa.

Além do site, a divulgação do projeto e das instituições será realizada em mídias e veículos de comunicação social até a próxima edição da Semana Nacional de Arquivos. Para 2020, pretende-se ampliar o número de participantes e incentivar a importância das adesões para visibilidade e divulgação dos acervos. Caso conheça alguma instituição que ainda não seja participante do projeto, entre em contato conosco pelo e-mail sna.apers@yahoo.com ou pelo telefone (51) 3288-9134.

Participe da III Semana Nacional de Arquivos!

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Cartaz ASCOM III SNA 1

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