15 de outubro, Dia do Professor: nossa singela homenagem em forma de documento.

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2019.10.16 Homenagem Dia dos Professores

Ontem, dia 15 de outubro, celebramos o Dia do Professor. Não é uma data qualquer. É o dia daquelas e daquelas profissionais que dedicam suas vidas à educação, que compartilham conhecimentos, suscitam curiosidade, doam suas energias. Pessoas que tantas e tantas vezes ensinam muito mais do que qualquer conteúdo curricular: ensinam a construir laços de afeto e solidariedade.

Hoje, nossa singela homenagem a tais profissionais pelo seu dia vem em forma de destaque a um documento: trazemos o processo administrativo de solicitação de pensão da professora Emma Laura Regina Barcala, nascida em 1900 na cidade de Bagé, que se diplomou como professora de música em 1919, exercendo a profissão por toda a vida desde aquele ano. Iniciou a carreira lecionando e dirigindo a Escola Municipal de Itaqui. Em 1925 fundou o Instituto Beethoven, em Porto Alegre. Mais tarde, lecionou também no Ginásio Concórdia.

Já em 1963, Laura, com mais de 60 anos, viúva e sem condições de sustentar-se, solicita concessão de pensão ao estado dirigindo-se diretamente ao governado Ildo Meneghetti, apelando ao “espírito de justiça” com que acreditava que o mesmo costumava agir. A concessão e a revisão de pensões vitalícias previstas na Lei 2.717, de 18 de outubro de 1955, estava a cargo, à época, da Secretaria do Interior e Justiça. A Comissão de Pensões Vitalícias tinha como responsabilidade analisar as solicitações e conceder ou não a pensão, para o que exigia que a parte solicitante fornecesse uma série de informações ao pleitear o benefício. Além de seu pedido inicial, a requerente anexou ao processo diversos documentos como cópia de seu diploma, certidão de nascimento e casamento, declarações comprovando sua atuação profissional em diversas instituições e como professora particular, atestado de pobreza, certidão do Tesouro do Estado comprovando não receber nenhum valor pelos cofres públicos, materiais relacionados à audições e outros eventos promovidos por ela e seus alunos, entre outros.

Passear os dedos por entre as folhas que compõem esse processo e olhá-lo atentamente pode fazer-nos imergir em muitas reflexões sobre a constituição do acervo da Secretaria do Interior e Justiça – SIJ (1947-1975), do qual ele faz parte e que atualmente encontra-se em tratamento técnico. São muitos setores, carimbos, assinaturas e rubricas que dão conta de um longo percurso por dentro da “máquia pública” durante sua tramitação, que se estendeu entre agosto de 1963, quando foi aberto por Laura junto à SIJ, e fevereiro de 1973, quando finalmente é registrada decisão favorável do Tribunal de Contas, amparada em concessão do então governador, Euclides Triches, subscrita pelo secretário Octávio Germano. Emma Laura, já com 73 anos, passaria a receber pensão de Cr$149,76. Para acessar a digitalização de parte desse processo, clique aqui.

Além de afirmar a diversidade dos potenciais de pesquisa de nosso acervo, trazer esse documento hoje, em alusão ao Dia do Professor, é nossa forma de dizer que a trajetória de cada professora e professor importa, que suas histórias são prenhes de significados e que os saudamos com um parabéns bastante caloroso!

Aproveitamos para divulgar que os processos de pensão oriundos do Fundo Secretaria de Justiça (1975-1991) já podem ser pesquisados a partir do “Catálogo Secretaria da Justiça: processos administrativos de pensões”.

Relatórios APERS 2016 – DIPAD: Ações educativas e culturais

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O Arquivo Público do Rio Grande do Sul possui uma série de atividades na área de Ação Educativa, sobretudo as vinculadas ao Programa de Educação Patrimonial, consolidadas e reconhecidas pelas mais diversas instituições ligadas à educação. De modo geral, as atividades são desenvolvidas dentro da própria instituição.

APERS? Presente, professor!Na intenção de darmos continuidade e estendermos essa aproximação, elaboramos em 2014 o projeto APERS? Presente, Professor? Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas que pretendeu levar um pouco do Arquivo Público até a escola, a partir da construção de propostas pedagógicas que tiveram como ponto de partida os documentos custodiados pela instituição. O objetivo caracterizou-se pela disponibilização virtual de atividades que pudessem ser desenvolvidas pelos professores nas salas de aula da educação básica. Em 2016 se deu a publicação e disponibilização da Coletânea da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor!. As propostas que compõe esta coletânea foram disponibilizadas, no formato PDF, no Blog Institucional do APERS ao longo de 2015 e foram construídas com fontes arquivísticas, a partir do eixo temático História e Direitos Humanos.

Outra atividade que demandou tempo das equipes da Divisão de Preservação, Acesso e Difusão foi a elaboração do projeto Estágio Curricular para o Curso de História. O estágio foi desenvolvido entre os dias 29 de setembro e 26 de outubro, e foi oferecido para alunos dos cursos de graduação em História, tanto bacharelado quanto licenciatura.

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Com uma carga horária de 50 horas, distribuídas em 12 encontros, os estagiários puderam discutir e vivenciar, saberes e fazeres de um historiador dentro de uma instituição arquivística. No primeiro encontro, foram apresentados ao APERS por meio de uma Visita Guiada e de conversa sobre as atividades, em geral, desenvolvidas pelo arquivo. Nos segundo e terceiro encontros, foram abordados assuntos relacionados à Classificação, Avaliação e Descrição Documental. Além de leituras, foram propostas duas atividades com documentos do Poder Executivo, para as quais o contato com o Plano de Classificação e a Tabela de Temporalidade (IN02/2014 SIARQ/RS) e as normas de descrição da NOBRADE se faziam necessárias para realização dos exercícios. No quarto encontro, foram trabalhados aspectos da indexação de documentos, umas das etapas da descrição documental, na qual foram utilizados documentos do Poder Judiciário. Nesse encontro, de forma prática, os alunos puderam conhecer o banco de dados do Arquivo AAP (Administração de Acervos Públicos) e realizar atividades práticas de alimentação do site.

Nos quinto e sexto encontros, os estagiários entraram em contato com as áreas de Preservação e de Conservação. Realizaram leitura e debates sobre o tema e observaram as condições do arquivo e dos acervos a partir desse prisma. Também puderam realizar algumas atividades práticas de conservação como higienização, desmetalização, feitura de capas e costuras. Os próximos dois encontros, o sétimo e oitavo, foram destinados ao Atendimento ao Pesquisador. Além de leituras sobre o papel do historiador que atua em arquivos no suporte à pesquisa, conheceram os diferentes instrumentos de pesquisa disponíveis para acesso aos documentos dos poderes legislativo, judiciário e executivo. Depois disso, realizaram atividades de pedidos e de busca de documentação.

Para os últimos quatro encontros, ficaram reservadas as temáticas da Difusão e das Ações Educativas. Para a primeira, além da proposta de leitura e discussão de texto sobre o assunto e apresentação das atividades de difusão desenvolvidas pelo APERS, os alunos, tiveram que escrever um texto, divulgando um conjunto documental, Acervo da Vara de Família e Sucessão, custodiado pelo Arquivo. Por fim, foram apresentados às ações educativas desenvolvidas pelo APERS e conheceram um pouco mais sobre os serviços pedagógicos de outros arquivos, nacionais e internacionais. E como exercício, construíram uma atividade pedagógica a partir de documentos da Comissão Especial de Indenização.

Dessa forma, os estagiários puderam conhecer, problematizar e realizar algumas tarefas que compõem cada uma dessas atividades desenvolvidas pelos servidores dos APERS. Acreditamos que a proposta inicial, de oportunizar o contato de estudantes dos Cursos de História com os trabalhos desenvolvidos em instituições arquivísticas foi cumprido e que, para eles, além das instituições de educação básica e de ensino superior, os arquivos se transformaram em campo de atuação profissional. Segue a descrição das atividades:

  • Planejamento;
  • Elaboração e submissão do Programa do Estágio à direção do APERS;
  • Elaboração de material de divulgação;
  • Reunião com a Equipe do Estágio Curricular;
  • Alteração do Programa original (alteração de datas);
  • Recebimentos de indicação, organização e inclusão de Bibliografia no Programa do Estágio Curricular;
  • Contatos Universidades (UFRGS, PUC, Unisinos e FAPA) – prospecção de demanda pelo estágio Curricular;
  • Finalização do material de divulgação após alterações de datas;
  • Divulgação do Estágio Curricular (Blog);
  • Divulgação Estágio Curricular Universidades;
  • Início das Inscrições pelo e-mail apers@;
  • Contato Maria Lúcia Ricardo Souto para autorização de utilização de texto sobre conservação e reparos;
  • Reserva do Auditório e da Sala de Reuniões para atividades do Estágio;
  • Agenda Expresso – convite|registro atividades dos integrantes da equipe;
  • Lista de Informações sobre o Estágio para disponibilizar na Recepção do APERS;
  • Elaboração de Apresentação/slides para o primeiro encontro;
  • Elaboração de Ficha de Avaliação;
  • Acompanhamento do e-mail APERS;
  • Planejamento e execução das atividades realizadas no encontro de Apresentação da Instituição (Nôva e Caroline);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros de Classificação, Avaliação e Descrição (Viviane);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros de Indexação (Roberta);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Conservação e Preservação (Nôva);
  • Planejamento e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Atendimento ao Pesquisador (Caroline)
  • Planejamento, elaboração de materiais e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Pesquisa Histórica e Difusão de Acervos (Nôva);
  • Planejamento, elaboração de materiais e execução das atividades realizadas nos encontros (dois) de Ação Educativa (Nôva e Caroline);
  • Elaboração e entrega, por e-mail, de certificado de conclusão do Estágio;
  • Organização Pasta Servidor e materiais físicos;
  • Elaboração de Notícia para o Blog sobre a Iª Edição do Estágio.

Trabalharam na organização do Estágio: Caroline Acco Baseggio, Nôva Marques Brando, Roberta Capelão Valença Scholz, e Viviane Portella de Portella. Nôva Marques Brando foi responsável também pelo projeto APERS? Presente, professor!

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APERS Entrevista: Nôva Marques Brando

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Nôva Brando - APERSNôva Marques Brando, 32 anos, é historiadora do Arquivo Público do RS, possui graduação em História e especialização em Ensino de Geografia e de História, ambas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Já atuou profissionalmente como Professora de História nas séries finais do Ensino Fundamental e coordenou o Projeto APERS? Presente, professor! – Propostas pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas. Atualmente é membro suplente do Comitê Gestor do Sistema de Arquivos do Estado (SIARQ-RS) e da Comissão Mista de Reavaliação de Informações (CMRI). Trabalha com pesquisas, descrição documental, difusão cultural e educativa e atividades de conservação e restauro documental. Confira a entrevista com Nôva em alusão ao Dia do Historiador:

Blog do APERS: Nôva, você poderia comentar um pouco sobre como decidiu cursar História?

Nôva: Tenho a impressão que os motivos são muito semelhantes para todos que decidiram por graduar-se em História. Lembro da primeira semana na Faculdade, quando em uma aula de Sociologia o professor nos questionou sobre os motivos que nos levaram até alí. Boa parte das respostas continham, em suas justificativas, um desejo de contribuir para construção de um mundo mais justo e solidário e a certeza de que o historiador, o professor de história estaria a serviço disso. Para mim não foi diferente, decidi cursar história porque queria ser uma professora que trabalhasse para mudar o mundo. E não há muito de altruísta nessa posição, percebi tempos depois. A verdade é que o interesse pelo conhecimento histórico vinha antes e ficou fácil uni-lo, no momento de decidir minha profissão, à vontade de lutar por transformações nas relações sociais. Fora isso, também tive, assim como muitos colegas de profissão, aquele professor referência, que, através do modo como enxergava a história, provocava brilhos nos olhos durante suas aulas. E acho mesmo que a decisão final passou por isso também, por acreditar que meus dias de trabalho na sala de aula seriam vividos com paixão. O que aconteceu depois foi um pouquinho diferente (risos), mas isso é resposta para outra pergunta.

Blog do APERS: No Arquivo Público do RS, entre outras atividades que já desempenhas, estás te qualificando para assumir a área de preservação e conservação de documentos. No teu entendimento, qual o papel dos historiadores que atuam em arquivos?

Nôva: Sim. Depois de atuar em projetos de descrição e difusão documental, na organização de eventos, de participar do PEP UFRGS|APERS, de desenvolver materiais pedagógicos a partir dos acervos do Arquivo, hoje estou me qualificando para trabalhar nas atividades de conservação e restauração de documentos, área bastante importante dentro de um arquivo. Desde 2015 estou realizando cursos para poder responder a essa demanda. O trabalho é bastante complexo, sobretudo quando nos deparamos com documentos bastante castigados por fatores externos e internos. Uma responsabilidade e tanto. Esse, por exemplo, pode ser um dos papéis desempenhado por historiadores em um Arquivo e descobri isso bem recentemente (risos). De um modo geral, penso que os historiadores devem estar envolvidos em todas as principais atividades desenvolvidas em uma instituição arquivística – gestão documental, preservação, acesso e difusão. Entendo que a capacidade que temos de historicizar as relações sociais, inclusive a produção dos documentos, e os vestígios que sobre elas restaram, nos permitem contribuir de forma determinante para o cumprimento daqueles que eu considero como objetivos centrais de um arquivo, a preservação e a garantia de acesso ao maior número possível de documentos para um público que seja cada vez maior e mais diverso.

Blog do APERS: Tens contribuído para a organização de acervos, como o produzido pela Comissão Estadual da Verdade, que em breve será difundido aos nossos usuários. Quais foram as etapas do trabalho, e como você percebe esta experiência?

Nôva: Quando comecei a trabalhar no APERS, em fevereiro de 2013, fui acolhida pela equipe que estava elaborando o Catálogo Resistência em Arquivo, instrumento de pesquisa que tem auxiliado na divulgação do Acervo da Comissão Especial de Indenização. Esse foi o primeiro contato que tive com um conjunto documental custodiado pelo Arquivo. Tal acervo já estava organizado, avaliado, classificado, descrito e indexado no Sistema de Administração de Acervos Públicos (AAP), e passava, naquele momento, por um processo de descrição mais minuciosa que atendesse e qualificasse o atendimento ao pesquisador e que divulgasse a documentação. No final de 2014, foi recolhido ao APERS, o Acervo da Comissão Estadual da Verdade cujos documentos, na perspectiva do conteúdo, são semelhantes aqueles que havia trabalhado em 2013. Acho que esse foi o motivo principal pelo qual fui demandada para compor a equipe de organização desse acervo. E percebi, já no início da organização, que o conhecimento sobre o contexto e sobre o processo de elaboração da documentação, bem como sobre o conteúdo registrado nela, foram de importância ímpar para a qualidade do trabalho que sobre ela realizamos. Acho que esse conhecimento foi minha maior contribuição e acredito que ele tenha auxiliado nas fases que foram desde o mapeamento, passando pela classificação e avaliação, pela decisão dos critérios para organização da documentação (dossiês e documentos individuais), até a fase de descrição. Também elaboramos um Catálogo para auxiliar na pesquisa ao acervo. Hoje estamos indexando a documentos no AAP e em breve tanto ele quanto o Catálogo estarão disponíveis para consulta pública. Diferentemente da primeira experiência com o Acervo da Comissão Especial de Indenização, o trabalho desenvolvido com o Acervo da Comissão Estadual da Verdade me permitiu entrar em contato com todas as fases da organização de um acervo, uma atividade repleta de novos aprendizados e do desenvolvimento de competências que não possuía antes desse trabalho.

Blog do APERS: A partir de tua experiência no Arquivo Público do RS, qual perfil acreditas que o historiador que atua na área de arquivos deve ter?

Nôva: Mais que um perfil definido, penso que um historiador que atua em arquivos tem de ter é disponibilidade para aprender e para “navegar em águas misteriosas”. Aponto isso, porque exceto aquela “capacidade de historicizar”, que mencionei acima, pouco estamos preparados para o trabalho em um arquivo ao sair dos cursos de graduação (quantos de nós sabemos o que é um Plano de Classificação ou uma Tabela de Temporalidade de Documentos?). Acho que os currículos apontam para mudanças, mas ainda estão centrados na formação de professores e de pesquisadores que produzem um tipo específico de conhecimento, o conhecimento acadêmico. Embora nossas atividades encontrem pontos de intersecção com o ensino e com a pesquisa acadêmica, não são elas que caracterizam nossas principais atribuições. As atividades pedagógicas e de pesquisa que realizamos nos arquivos são qualitativamente diferentes daquelas desenvolvidas por professores nas salas de aula ou por pesquisadores na academia. Os tempos de produção de conhecimento e de execução de tarefas também são outros. Temos que dialogar com uma série de conhecimentos que vão desde os arquivísticos até os da Filosofia do Direito. Dessa forma, pelas lacunas existentes na formação inicial (que nunca contemplará tudo), acredito que a característica necessária seja a disponibilidade para aprender e para dialogar, numa perspectiva interdisciplinar, com os outros profissionais e com as experiências desenvolvidas nas mais diferentes instituições de memória.

Blog do APERS: Enquanto historiadora, podes comentar alguma situação inusitada ou maior desafio vivenciado?

Nôva: O desemprego. Sem dúvida alguma esse foi o maior desafio que enfrentei. Terminar um curso de graduação sem perspectivas de trabalho, foi um momento bastante difícil, superado, ainda bem! O segundo foi (está sendo) me ressignificar profissionalmente neste outro espaço de atuação (APERS) que era improvável para a acadêmica que mirava na sala de aula seu futuro local de trabalho.

Blog do APERS: Para que conheçamos um pouquinho mais sobre você, nas horas vagas quais são tuas atividades preferidas de lazer?

Nôva: Gosto de estar na companhia da família, dos amigos, da Capitú, da Negrinha e do Baixinho (meus cachorros). Assisto filmes e séries com meus sobrinhos e novela com a minha mãe. Com os cachorros, gosto mesmo é de ficar de frescura – correr no pátio, deitar no chão, ficar de barriga pra cima. Os amigos são aquela companhia indispensável para os Happy hours tão necessários à saúde psíquica da gente. Costumo também frequentar lugares com música ao vivo – como viver sem música. E quando sozinha, literatura.

Blog do APERS: Em alusão ao Dia do Historiador, 19 de agosto, deixe uma mensagem à classe!

Nôva: Porque desnaturalizamos as relações e porque questionamos o que parecia óbvio, nas mais diferentes esferas de atuação, nós somos parte daqueles que incomodam e que desacomodam. Que incomodam e desacomodam nas ruas, nas escolas, nas universidades, nos arquivos e nos churrascos de domingo. Que assim seja e que a gente possa ser feliz com isso!!!

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APERS Entrevista: Clarissa de Lourdes Sommer Alves

APERS Entrevista: Clarissa de Lourdes Sommer Alves

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Clarissa Alves - APERSClarissa de Lourdes Sommer Alves, 29 anos, possui Licenciatura e Bacharelado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e atua desde 2010 como historiadora no Arquivo Público do RS. Dedica-se a atividades de descrição e difusão do Arquivo e de seu acervo, em especial a ações educativas de educação patrimonial, organização de cursos, eventos e publicações. É membro titular do Sistema de Arquivos do Estado (SIARQ-RS) na condição de historiadora do APERS. Confira a entrevista que realizamos com Clarissa em homenagem ao Dia do Historiador!

Blog do APERS: Clarissa, você poderia comentar um pouco sobre como decidiu cursar História?

Clarissa: Chega a ser engraçado pensar nisso agora, mas a verdade é que foi um tanto “por acaso”. Conclui o Ensino Médio cedo, 17 anos recém feitos, e queria tentar o vestibular na universidade pública, até porque, na privada não teria condições. Sempre me interessei por muitas coisas, em geral gostava de aprender em todas as disciplinas escolares (com predileção pelas Humanas), mas não tinha um “grande sonho” com alguma profissão específica. Neste sentido, pensei que poderia ser feliz estudando História, tendo como horizonte a atuação como professora, pois poderia unir vários interesses: o estudo para compreender e intervir melhor na sociedade em que vivemos, o gosto pela leitura e pesquisa, o contato com pessoas e a contribuição para a formação delas… A decisão final se deu no momento mesmo de preencher o formulário de inscrição no vestibular, tanto que como segunda opção, sem ter alternativas em mente, acabei colocando o curso de Administração! Algo que hoje não me imaginaria fazendo, de forma alguma. Passei naquele primeiro vestibular, e felizmente deu certo: fui me identificando com a área desde o primeiro semestre do curso, e hoje, quase sete anos depois de formada, não me arrependo.

Blog do APERS: No Arquivo Público do RS, entre outras atividades, estás a frente do Programa de Educação Patrimonial. No teu entendimento, qual o papel dos historiadores que atuam em arquivos?

Clarissa: Atuo junto ao Programa de Educação Patrimonial desde que cheguei ao APERS, ainda como estagiária, em 2009. Tive a alegria de ve-lo nascer e acompanhar sua consolidação na parceria fundamental com a UFRGS. Mesmo com outras atribuições, envolvendo-me com diferentes ações e projetos ao longo destes anos, posso afirmar que foi especialmente a partir deste trabalho que me constitui enquanto profissional de arquivos, percebendo as limitações e oportunidades legadas por mim formação acadêmica para atuação neste espaço, enxergando o quanto são densas as conexões possíveis entre pesquisa e ensino quando estamos trabalhando aqui, entendendo afinal quais são as atribuições de um arquivo e quais são as demandas sociais que podem ser estimuladas, refletindo no dia a dia sobre o acesso e a difusão de acervos, e aprendendo a produzir conhecimentos a partir deles de uma forma diferente daquela para a qual somos “treinadas” na pesquisa histórica acadêmica. As oficinas de Educação Patrimonial têm sido um laboratório riquíssimo, e um quase “paraíso” quando deseja-se conectar ensino-aprendizagem com pesquisa em fontes históricas. Hoje ainda tenho dúvidas, e porque não dizer algumas “crises”, sempre que me pego pensando sobre o nosso papel dentro das instituições arquivísticas da atualidade – que certamente pouco têm a ver com os arquivos do passado, que eram em sua maioria organizados por historiadores e voltados para uma elite intelectual e política. Tanto que resolvi dedicar-me a esta questão no mestrado, que iniciei este ano. Mas, já posso afirmar, com certeza, que uma historiadora ou historiador que atua dentro de um arquivo tem como papel central contribuir com um olhar crítico em perspectiva histórica para todas as atividades em que for demandada(o): contribuir para reflexões que levem à preservação da maior gama possível de documentos que registrem vestígios do passado para o futuro; organizar eventos e publicações de caráter histórico que valorizem a instituição e seu acervo; produzir textos, exposições, oficinas, enfim, uma ampla gama de “produtos” que ajudem a desfazer percepções de senso comum sobre a história e a ampliar a noção de que as instituições de memória são públicas, acessíveis a cada cidadã e cidadão, estimulando a autonomia na busca por informações e direitos.

Blog do APERS: És membro titular do Comitê Gestor do Sistema de Arquivos do RS como historiadora represente do APERS. Como você percebe a importância da efetivação da gestão documental para a preservação e para o acesso ao patrimônio documental?

Clarissa: Esta é uma questão que, me parece, deve ser central para as historiadoras e historiadores de nosso tempo. Ao longo do século XX assistimos a uma grande e positiva expansão na compreensão do que pode ser fonte para a pesquisa histórica – que deixou de ser realizada apenas sobre os documentos ditos “oficiais” ou relativos a grandes acontecimentos e personagens notórios, passando a ser possível a partir de, enfim… todo e qualquer registro das sociedades humanas! Claro que isso é positivo quando pensamos a escrita da história das classes populares, das minorias não apenas numéricas mas políticas, como mulheres, negros e negras, indígenas, homossexuais, entre inúmeras outras possibilidades. Entretanto, colocou-se para nós, enquanto categoria profissional, um grande dilema: se tudo pode ser fonte, e não temos “bola de cristal” para antecipar quais serão as preocupações dos pesquisadores do futuro, como ajudar a definir que documentos devem ser preservados? Para complicar ainda mais, esta nova compreensão na historiografia efetivou-se ao passo em que o Estado e diversas organizações sociais ampliaram em muito a produção de documentos, pelo crescimento populacional, ampliação das lutas, demandas e acesso aos mais diversos direitos, etc. Neste cenário, afirmo sem pestanejar: os processos de gestão documental – que vão desde a produção da documentação, em meio físico ou digital, até sua destinação final, passando por classificação, avaliação, descrição, eliminação ou recolhimento a arquivos públicos – são de fundamental importância para que seja possível preservar a acessar qualquer informação hoje, e no futuro. Precisamos nos envolver no esforço conjunto com arquivistas, administradores e outros profissionais de pensar e registrar, de forma transparente, critérios globais para esta preservação, que resultem em instrumentos qualificados de gestão, representativos das funções do Estado ao longo da história. Se em meio a massas documentais acumuladas já há grande dificuldade de garantir o acesso qualificado a qualquer documentação, imaginem na era (que já está às portas) do documento digital? Essa possibilidade vai se perder se não houver política e ação.

Blog do APERS: A partir de tua experiência no Arquivo Público do RS, qual perfil acreditas que o historiador que atua na área de arquivos deve ter?

Clarissa: Além dos elementos que já pontuei nas questões anteriores, penso que deve saber trabalhar em equipe e dialogar com colegas de diferentes áreas, ter aptidão para a pesquisa e para a produção textual voltada a um público mais amplo do que o acadêmico, assim como sensibilidade e criatividade para atuar com este público no cotidiano, que poderá ser de estudantes da Educação Básica, de genealogistas, de pesquisadores das ciências humanas, sociais, jurídicas, etc.

Blog do APERS: Para que conheçamos um pouquinho mais sobre você, nas horas vagas quais são tuas atividades preferidas de lazer?

Clarissa: Gosto muito de viajar, ouvir música e ler, ainda que (confesso) não tenha tido muito tempo nos últimos anos para me dedicar a estas “tarefas”. Além das muitas horas no APERS, quando estou fora tenho me envolvido sempre com alguma atividade acadêmica ou de militância política, e poucas horas restam para puro lazer… Quando estou despreocupada em casa, as vezes o cansaço vence e o lazer transforma-se em sinônimo de “dormir”. Acho que 2016 é a maior prova de que não sei viver sem mil compromissos: além de “inventar” uma desejada aprovação no mestrado, fiquei sabendo que estou grávida no mês em que fiz a matrícula! Logo, estou tendo que aprender a ter como hobbies as leituras sobre maternidade e parto natural (algo que eu defendo), os preparativos na casa, o planejamento das coisas para os chás de bebê e para o quartinho, e lá se foi o tempinho que poderia reservar agora para a lista de livros de literatura que há muito me acompanha (risos).

Blog do APERS: Em alusão ao Dia do Historiador, 19 de agosto, deixe uma mensagem à classe!

Clarissa: Acreditem em nossa profissão e saboreiem cada uma das surpresas que ela nos traz, lembrando sempre que, se quisermos ser profissionais qualificados, não é possível dissociar o “historiador-pesquisador” do “historiador-professor” – seja na escola, na universidade ou no arquivo. Além disso, tenham em mente que nossa profissão está diretamente ligada às demandas e lutas do tempo presente, e que precisamos nos atualizar, para dialogar com a sociedade e produzir conhecimento que realmente cative e transforme!

Nas próximas semanas teremos mais entrevistas com nossas historiadoras, aguarde!

Projeto APERS? Presente, professor! é apresentado em aula do Curso de História da UFRGS

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Logo Laranja    Na última segunda-feira, dia 4 de abril, Nôva Brando, historiadora do Arquivo Público do RS, apresentou o Projeto APERS? Presente, professor – Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas, a convite da Professora Carmem Gil, para a turma da disciplina de Introdução aos Estágios do Curso de História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    Fazia parte do programa da disciplina, conforme a professora responsável, a leitura de textos e discussão a respeito da utilização de documentos para construção de atividades pedagógicas. Os alunos, portanto, já estavam trabalhando com o assunto e tiveram a oportunidade de conhecer, tomando como exemplo as propostas pedagógicas do projeto do APERS, o processo de elaboração de atividades a partir do trabalho com documentos, nesse caso específico, com documentação arquivística.

Foto Evento   O diálogo com os alunos foi muito produtivo e a receptividade ao projeto foi ótima (alguns, inclusive, já conheciam algumas propostas). E o APERS, mais uma vez, agradece a oportunidade para divulgar esse trabalho aos futuros professores.

    Para encontrar mais informações e baixar as propostas pedagógicas do Projeto, acesse APERS? Presente, professor!, clicando aqui.

Coletânea da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor!

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Capa Coletanea    Como encerramento da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor – Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas, o Arquivo Público lança a publicação de uma Coletânea com seis propostas pedagógicas publicadas no Blog ao longo do ano de 2015 (clique aqui para acessar). Todas elas estão organizadas a partir do eixo temático História e Educação em Direitos Humanos, no qual a ideia de que o conhecimento histórico, construído a partir de vestígios do passado, no caso específico aqui, de documentos salvaguardados pelo Arquivo, pode contribuir para uma educação em direitos humanos.

    Para construí-las, a equipe do projeto utilizou como fonte documentos dos Acervos do Poder Executivo, do Poder Judiciário e do Tabelionato. Cada uma dessas publicações foi elaborada a partir de olhares mais específicos dentro do eixo temático. São elas: (1) Ditadura e Democracia: perseguições e participações políticas; (2) Relações de Gênero: construindo a equidade; (3) Relações Étnico-raciais no Brasil; (4) Democracia e a garantia dos direitos políticos; (5) Segurança Pública e Integridade Física: um direito de todos; (6) A luta pela terra e o direito à propriedade.

   Esperamos que a temática do eixo e seus assuntos específicos promovam importantes discussões e que auxiliem no desenvolvimento de importantes competências e habilidades junto aos alunos; que a partir das fontes arquivísticas, de outras fontes incorporadas nas propostas, das atividades e leituras sugeridas, ocorram aprendizagens significativas capazes de promover o respeito, a defesa, a proteção, e a construção de uma cultura dos Direitos Humanos.

Divulga APERS – Diretrizes 2016

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2016.01.06 Divulga APERS – Diretrizes 2015Hoje divulgamos as diretrizes gerais de nossas mídias virtuais e artigos periódicos que pretendemos publicar aqui no blog ao longo deste ano!

Para o blog institucional:

A partir de março as Técnicas em Assuntos Culturais Gigliori Rodrigues e Caroline Baseggio publicarão na categoria Pesquisando no Arquivo, na segunda semana de cada mês, artigos abordando as possibilidades de pesquisa nos acervos do APERS.

Na terceira semana a partir de março a Técnica em Assuntos Culturais Nôva Brando escreverá resenhas mensais de artigos publicados em edições de nossa Mostra de Pesquisa, instigando os pesquisadores a inscreverem seus trabalhos na edição de 2016.

Na quarta semana, a partir do mês de abril e de forma bimensal, nossa Técnica em Assuntos Culturais Clarissa Alves continuará a publicar seus artigos na categoria Mulheres no APERS, nos instigando ao debate sobre a temática tendo como ponto de partida o catálogo seletivo resultante do projeto “Afinal, onde estão as mulheres no APERS? Gênero, memória e história”. E a partir de maio Clarissa continuará a publicar na categoria Ação Educativa em Arquivos sobre experiências de ações educativas em instituições arquivísticas.

Na página no Facebook publicaremos chamadas para artigos publicados em anos anteriores em nosso blog institucional, nas terças e quintas-feiras, e claro, às quartas-feiras continuaremos a fazer as chamadas das publicações semanais! Assim, nas terças-feiras faremos chamadas para artigos publicados em 2015 nas categorias Ação Educativa em Arquivos, Acervo da Justiça e Pesquisa Histórica, AfricaNoArquivo, Mulheres no APERS, gênero e história, e Pesquisando no Arquivo, e nas quintas-feiras publicaremos chamadas para as dicas da categoria Mundos dos Arquivos publicadas na temporada de 2013.

Quanto ao Twitter continuaremos a postar, de segunda a sexta-feira, dicas que envolvam a área de atuação do APERS, além das chamadas para os conteúdos publicados em nosso blog institucional e replicações das postagens do Facebook.

Para 2016 desejamos que você continue a nos acompanhar pelas mídias, mas claro, também queremos sua presença em nossa Sala de Pesquisa, eventos e demais atividades que realizamos visando sua participação e interação!

Relatórios 2015 – DIDOC: Divulga APERS

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O Divulga APERS, núcleo de difusão virtual do Arquivo Público do RS através deste blog, Twitter e Facebook obteve grande êxito em 2015! Internamente a equipe do Divulga APERS, um núcleo da Divisão de Documentação (DIDOC), procurou incentivar os colegas a escreverem notícias relacionadas diretamente com as atividades-fim do Arquivo, sempre prestando o serviço de editoração final dos artigos. Foram mantidas as postagens periódicas em nosso Blog, sendo que algumas já existentes continuaram e também foram criadas novas, confira:

Durante o ano publicamos as seguintes sessões periódicas:

– Cinema no Arquivo: de março a agosto o Técnico em Assuntos Culturais Claus Farina publicou resenha dos filmes exibidos no projeto Cinema no Arquivo. Para acessar clique aqui.

– Mulheres no APERS: nossa Técnica em Assuntos Culturais Clarissa Alves publicou seus artigos nos instigando ao debate sobre a temática tendo como ponto de partida documentos que compõem o catálogo seletivo resultante do projeto “Afinal, onde estão as mulheres no APERS? Gênero, memória e história”. Acesse aqui.

– Acervo da Justiça & Pesquisa Histórica: na segunda semana, bimensalmente, desde maio, a Técnica em Assuntos Culturais Nôva Brando publicou artigos com base nos processos administrativos do fundo Secretaria da Justiça, que está em fase de tratamento técnico. Clique aqui e acesse.

– Ação Educativa em Arquivos: na terceira semana de cada mês, desde março, as Técnicas em Assuntos Culturais Clarissa Alves e Nôva Brando publicaram artigos sobre as experiências de ações educativas em instituições arquivísticas. Para acessar, clique aqui.

– Pesquisando no Arquivo: também na terceira semana de cada mês, desde março, as Técnicas em Assuntos Culturais Angelita Silva e Roberta Scholz publicaram artigos sobre documentos “interessantes” que compõem o nosso acervo do Poder Judiciário. Acesse aqui.

– AfricaNoArquivo: na quarta semana de cada mês, desde fevereiro, a Técnica em Assuntos Culturais Clarissa Alves compartilhou na categoria AfricaNoArquivo  os materiais produzidos para a caixa pedagógica do Projeto AfricaNoArquivo: fontes de pesquisa & debates para a igualdade étnico-racial no Brasil. Clique aqui e acesse.

– APERS? Presente, professor!: na última semana dos meses de abril, maio, junho, agosto, setembro e outubro a Técnica em Assuntos Culturais Nôva Brando publicou propostas pedagógicas a partir de fontes arquivísticas tendo por temática direitos humanos. Para acessar, clique aqui.

Em nossa página no Facebook publicamos as fotos das oficinas de educação patrimonial, visando uma maior interação com a sociedade, que tem sido de grande sucesso, tendo em vista o número de ‘curtidas’ e compartilhamento das imagens e álbuns.

No ano que passou somamos 116.863 visualizações a nosso blog, 44,30% a mais que em 2014, chegamos a 3.965 curtidas em nossa página no Facebook e a 1.410 seguidores no Twitter, demonstrando que estes canais de comunicação estão sendo bem aceitos por você, nosso usuário, o que nos motiva a cada vez mais trabalhar para a transparência de nossas atividades e difusão de nossa instituição e seus serviços. Confira abaixo alguns dados estatísticos referentes ao Divulga APERS:

APERS participa do Seminário de Ensino de História do Curso de História da UFRGS

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Na última terça-feira à noite, dia 10 de novembro, a historiadora do Arquivo Público do RS, Nôva Brando, participou da aula de Seminário de Ensino de História: Teoria e Prática do Curso de História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a convite do Professor da disciplina, Enrique Padrós. O objetivo da aula, que também contou com a presença do Professor da Rede Municipal de Ensino da cidade de Cachoeirinha, Ramiro Reis, foi apresentar aos futuros professores de história, experiências desenvolvidas na área do ensino e da docência.

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Na primeira parte da aula, o Professor Ramiro compartilhou com os graduandos do curso algumas das atividades que tem desenvolvido com seus alunos do Ensino Fundamental, dentre elas, a construção de um vídeo que problematizou algumas questões ligadas à Ditadura Civil-militar e à atual Democracia.

Logo LaranjaNa segunda parte do encontro, foi a vez de Nôva Brando apresentar algumas das propostas pedagógicas que compõem os três volumes da Coletânea da Iª Edição do projeto APERS? Presente, professor? – Propostas pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas.

Com o objetivo de levar um pouco do Arquivo Público do RS até a escola, por meio desse projeto, o APERS reconhece a importância da divulgação do material em espaços de formação de professores e, com isso, já deixa registrado o agradecimento pelo convite e pela oportunidade.

Acesse abaixo os volumes da Coletânea do Projeto APERS? Presente, professor!:

APERS? Presente, professor! – A luta pela terra e o direito à propriedade

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A luta pela terra_Blog   Hoje disponibilizamos a sexta e última proposta pedagógica da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor!

    Denominada de A luta pela terra e o direito à propriedade, essa proposta tem como objetivo promover reflexões acerca da luta pela terra no Brasil e relação entre ela e os direitos humanos. Para construí-la, a equipe do projeto utilizou como fonte, recortes de um processo administrativo de indenização que compõe o Acervo da Comissão Especial de Indenização. Acesse aqui o arquivo da proposta.  Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

    Um ótimo trabalho!

APERS? Presente, professor! – Segurança Pública e Integridade Física: um direito de todos

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Segurança Pública_BlogHoje disponibilizamos a quinta proposta pedagógica Projeto APERS? Presente, professor!

Denominada de Segurança Pública e Integridade Física: um direito de todos, essa proposta tem como objetivo promover um debate entre e com os alunos sobre a responsabilidade do Estado e da sociedade em promover políticas públicas de segurança que garantam a integridade e a possibilidade de reinserção social de populações que foram condenadas a penas de reclusão em instituições penitenciárias. Para construí- la, a equipe do projeto utilizou como fonte, processos administrativos da Secretaria da Justiça. Acesse aqui o arquivo da proposta. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Um ótimo trabalho!

APERS? Presente, professor! – Democracia e a garantia dos Direitos Políticos

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Democracia e Direitos Politicos_Capa   Hoje disponibilizamos a quarta proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! Cuja IIª Edição problematizará os vínculos entre História e Educação para os Direitos Humanos.

    Denominada de Democracia e a garantia dos Direitos Políticos, essa proposta tem como objetivo a promoção de uma reflexão acerca da garantia dos direitos políticos, dentro da perspectiva dos direitos humanos, na democracia brasileira recente a partir de documentos produzidos no período da ditadura civil-militar, momento no qual tais direitos foram, em muitos casos, cerceados. Para construí-la, a equipe do projeto utilizou como fonte, processos administrativos da Secretaria da Justiça. Acesse aqui o arquivo da proposta. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

    Um ótimo trabalho!

APERS? Presente, professor! – Relações Étnico-raciais no Brasil

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Relações étnico-raciaisHoje disponibilizamos a terceira proposta pedagógica Projeto APERS? Presente, professor! Cuja IIª Edição problematizará os vínculos entre História e Educação para os Direitos Humanos.

Denominada de Relações Étnico-raciais no Brasil, essa proposta tem como objetivo, contribuir com reflexões acerca das marcas deixadas pela escravidão, na perspectiva de uma história dos africanos e dos afrodescentes enquanto sujeitos na construção do Brasil; desconstruir o mito da democracia racial tão presente no imaginário coletivo; refletir sobre as relações étnico-raciais presentes em nossa sociedade; fortalecer o reconhecimento e valorização das diferentes tradições culturais presentes em nosso país. Para construí-la, a equipe do projeto utilizou como fonte, processos-crime e testamentos. Acesse aqui o arquivo da proposta. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Um ótimo trabalho!

Ações Educativas do APERS são divulgadas na FAPA

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Na noite do dia 12 de junho, as historiadoras do Arquivo Público do RS, Clarissa Sommer e Nôva Brando apresentaram as Ações Educativas desenvolvidas pelo APERS na Faculdade Porto-Alegrense (FAPA).

A convite da Professora Claudira Cardoso, Clarissa e Nôva conversaram com estudantes das disciplinas de Prática e Educação Patrimonial, daquela Instituição, acerca das atividades educativas desenvolvidas pelo Arquivo. Dentre elas, as ações promovidas pelo Programa de Educação Patrimonial UFRGS|APERS como as Oficinas de Educação Patrimonial, as Capacitações de Oficineiros, os Cursos para Professores, o Projeto AfricaNoArquivo e pelo Projeto APERS? Presente, Professor!.

O foco das discussões centrou-se na construção dessas atividades, uma vez que os estudantes passam pelo processo de elaboração de propostas na área de educação patrimonial que serão apresentadas nesse semestre e aplicados no próximo.

Para o APERS foi uma experiência muito gratificante, na medida em que compreendemos a importância da difusão tanto das atividades desenvolvidas pela Instituição quanto dos acervos pelo Arquivo custodiados. Acreditamos que, dessa forma, cumprimos com aquilo que consideramos uma das funções de um arquivo público: o diálogo permanente com diferentes esferas de produção de conhecimento e com a sociedade no geral.

APERS? Presente, professor! – IIª Edição/2015

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Cartaz Divulgação Projeto

Professora e professor, o Arquivo Público do Rio Grande do Sul, na figura do projeto APERS? Presente, professor!, já em sua 2ª Edição, pede licença para fazer parte do seu planejamento de aula e para entrar na sua classe. Queremos compartilhar com vocês, importantes informações guardadas nas estantes dessa Instituição e um pouco da aventura que é a construção do conhecimento histórico a partir dos vestígios deixados por homens e mulheres do passado.

No ano de 2014, disponibilizamos 16 propostas pedagógicas, organizadas em três coletâneas: (1) Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois (clique aqui para acessar); (2) Cativeiro e Resistência – A escravidão negra no Rio Grande do Sul a partir de fontes arquivísticas (clique aqui para acessar); (3) A Transversalidade nas Fontes – diversificadas fontes arquivísticas para diferentes trabalhos pedagógicos (clique aqui para acessar). Para o ano de 2015, vamos elaborar e disponibilizar, virtualmente, propostas pedagógicas organizadas em tono do eixo temático História e Educação em Direitos Humanos.

Segundo as Diretrizes Nacionais de Educação em Direitos Humanos, a Educação em DH, um dos eixos fundamentais do direito à educação, refere-se ao uso de concepções e práticas educativas fundadas nos direitos humanos e em seus processos de promoção, proteção, defesa e aplicação na vida cotidiana e cidadã de sujeitos de direitos e responsabilidades individuais e coletivas. Ainda conforme tal legislação, assim como é mencionado também no Programa Mundial para Educação em Direitos Humanos quando fala em sua inserção holística nos contextos educativos, deverá ser considerada na construção dos Projetos Político-Pedagógicos (PPP); dos Regimentos Escolares; dos Planos de Desenvolvimento Institucionais (PDI); dos Programas Pedagógicos de curso (PPC) das instituições de Educação Superior; dos materiais didáticos e pedagógicos; do modelo de ensino, pesquisa e extensão; de gestão, bem como dos diferentes processos de avaliação.

Essas propostas pedagógicas, em número de seis, serão disponibilizadas virtualmente no Blog do Arquivo, sempre em formato PDF, nas últimas semanas dos meses de abril, maio, junho, agosto, setembro e outubro. Cada proposta pedagógica contará com texto de suporte temático para professor, fonte arquivística digitalizada, propostas de atividades a partir do texto e da fonte e sugestões metodológicas para a condução dos trabalhos em sala de aula.

Dessa forma, esperamos contribuir para o processo de ensino-aprendizagem dos Direitos Humanos no âmbito da educação escolar por meio da utilização de documentos custodiados pelo Arquivo.

* A publicação a proposta do mês de abril será publicada dia 06.05.2015.

Atualizado em 05.06.2015

Coletânea da Iª Edição do Projeto APERS? Presente, professor!

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     Com o encerramento da Iª Edição do Projeto APERS? Presente, professor – Propostas Pedagógicas a partir de Fonte Arquivísticas, o Arquivo Público do RS lança a publicação de uma Coletânea com as dezesseis propostas pedagógicas publicadas no Blog ao longo do ano de 2014. Divididas em três volumes, foram sistematizadas conforme os três eixos temáticos trabalhados.

Capa_Coletanea - Volume 1O Volume 1, chamado de A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois (49 Mb) são encontradas oito propostas de trabalho pedagógico que abordam diversos aspectos da Ditadura Civil-militar no Brasil, a partir de processos de indenização de ex-presos políticos do período da Ditadura que compõem o Acervo da Comissão Especial de Indenização. São elas: (1) Os Anos de Chumbo da Ditadura e a Luta Armada no RS; (2) A Ditadura vista do lado de lá da Fronteira – o mundo dos exílios; (3) Conexões Repressivas e Redes de Solidariedade: repressão e resistência no Cone Sul; (4) Esquemas Repressivos e Tortura; (5) Fim da Ditadura: Abertura Política e Anistia; (6) Processo de Redemocratização: rupturas e permanências; (7) Democracia e Justiça de Transição; e (8) A luta por Memória, Verdade e Justiça.

Capa_Coletanea - Volume 2O Volume 2, chamado de Cativeiro e Resistência – A escravidão negra no Rio Grande do Sul a partir de fontes arquivísticas (20 Mb) é composto por quatro propostas de trabalho pedagógico que discutem a escravidão negra no Brasil, a partir da utilização de registros de compra e venda e de alforrias, de inventários e de testamentos que compõem o Acervo do Tabelionato e do Judiciário. São elas: (1) Compra e Venda de Negros Escravizados: da relação de coisificação à relação entre sujeitos; (2) Herança de Pai para Filho: resistência e conquistas nos registros de testamento; (3) Resistência à Escravidão: uma história de luta registrada nos Processos Crimes; e (4) A Experiência do Cativeiro, a Resistência e a Liberdade.

Capa_Coletanea - Volume 3No Volume 3, chamado de A Transversalidade nas Fontes – diversificadas fontes arquivísticas para diferentes trabalhos pedagógicos (48 Mb) também são encontradas quatro propostas cujo objetivo é o trabalho com os temas transversais, recomendados pelas Diretrizes Curriculares para a Educação Básica. Para construí-las, foram utilizados processos judiciais e administrativos, termos de investigação policial, relatórios e fichas de registros dos Acervos do Judiciário e do Executivo. São elas: (1) História das Mulheres e das Relações Familiares; (2) Mobilidade Urbana e Violência no Trânsito; (3) Sociedade, Violência e Políticas Públicas de Segurança; e (4) Saúde – História e Políticas Públicas.

     Esperamos que essa coletânea contribua de alguma forma com os trabalhos desenvolvidos em sala de aula pelos professores e advertimos que em breve serão divulgadas novas informações a respeito da IIª Edição do Projeto.

Relatórios 2014 – DIPEP: Projeto APERS? Presente, Professor! – Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas

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Cartaz Divulgação

O Arquivo Público do Rio Grande do Sul (APERS) possui uma série de atividades na área de Ação Educativa, sobretudo as vinculadas ao Programa de Educação Patrimonial, consolidadas e reconhecidas pelas mais diversas instituições ligadas à educação. De modo geral, quase todas as atividades são desenvolvidas dentro da própria instituição. Na intenção de darmos continuidade e estendermos essa aproximação, elaboramos o projeto “APERS? Presente, Professor? Propostas Pedagógicas a partir de Fontes Arquivísticas” que pretendeu levar um pouco do Arquivo Público do RS até a escola, a partir da construção de propostas pedagógicas que tiveram como ponto de partida os documentos custodiados pela instituição.

Elas foram organizadas em três eixos temáticos: o primeiro deles, Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois, constituem uma série de oito propostas elaboradas a partir de processos de indenização de ex-presos políticos do período da Ditadura; o segundo, Cativeiro e Resistência – a escravidão negra no Rio Grande do Sul a partir de fontes arquivísticas, formam um conjunto de quatro publicações construídas a partir dos documentos da escravidão, presentes nos acervos do judiciário e do tabelionato; e o terceiro, Transversalidade nas Fontes – diversas fontes arquivísticas para diferentes trabalhos pedagógicos, englobam quatro produções pensadas a partir dos acervos do judiciário e do executivo. Essas propostas foram disponibilizadas, no formato PDF, no Blog do Arquivo e no Blog Resistência em Arquivo.

Este projeto teve por objetivos, portanto: disponibilizar materiais pedagógicos, construídos a partir de documentos de arquivo, para o trabalho em sala de aula; contribuir, a partir de mais uma ação dentro da perspectiva da Difusão Cultural, para a divulgação dos acervos do Arquivo e das suas potencialidades; trabalhar junto à Área das Ações Educativas do APERS para fortalecer nosso vínculo com os professores e com as escolas, já solidificado por meio do Programa de Educação Patrimonial, a partir de propostas que aproximem o Arquivo dos trabalhos desenvolvidos na Educação Básica; contribuir para o uso de fontes arquivísticas no trabalho pedagógico desenvolvidas nas escolas de Educação Básica; colaborar com o Programa de Educação Patrimonial naquilo que diz respeito à construção de um suporte pedagógico do Arquivo que evidencie as possibilidades de continuidade de trabalhos na escola a partir das propostas teórico-metodológicas trabalhadas nas Oficinas e nos Cursos de Formação em Educação Patrimonial oferecidos pelo APERS; contribuir para o trabalho de divulgação e de discussão acerca da temática Ditadura e Direitos Humanos, já desenvolvidos permanentemente pelo APERS por meio do Programa de Educação Patrimonial e em outras ações, a partir de propostas pedagógicas vinculadas ao Acervo da Comissão Especial de Indenização, destinadas ao trabalho nas escolas; auxiliar na permanente divulgação dos Acervos custodiados pelo APERS, registrados nos Projetos “Catálogos da Escravidão e Cartas de Liberdade” que dizem respeito ao período da escravidão negra no RS; contribuir para a expansão até as escolas dos trabalhos pedagógicos, já desenvolvido pela oficina “Tesouros da Família Arquivo” e pelos cursos de formação “Aplicando a Lei 10.639 – Patrimônio, Cultura e História da África e Afro-Brasileira”; ajudar na divulgação de acervos do Poder Executivo, com propostas pedagógicas ligadas aos temas transversais presentes no currículo como, por exemplo, meio ambiente, saúde […]; Além disso, construir propostas que permitam a continuidade na escola das discussões presentes na vivência da oficina “Desvendando o Arquivo Público – Historiador por um dia”; e a partir das contribuições do Projeto “Onde estão as mulheres no APERS?”, divulgar acervos com potencialidades de trabalhos pedagógicos direcionados às questões de gênero, também conteúdo transversal nos currículos escolares.

Em 2014 foram produzidas 16 propostas pedagógicas, somando 661 visualizações no blog institucional. Confira aqui o relatório completo da Iª Edição do Projeto produzido por sua coordenação e aqui o relatório de autoavaliação produzido pela estagiaria que compôs a equipe nessa primeira etapa de elaboração das propostas pedagógicas. Como encerramento dessa Primeira Edição do Projeto, ocorrerá a publicação de uma coletânea em três volumes, organizados a partir dos eixos temáticos.

Ainda como perspectiva de resultados do projeto, a equipe aguarda a efetivação de um Convênio junto à Secretária de Educação, para que seja divulgado no site da instituição as propostas pedagógicas. Da mesma forma, aguarda a divulgação de suas propostas pedagógicas no site do Laboratório de Ensino de História e Educação da UFRGS.

Para saber um pouco mais sobre o Projeto, você pode acessar aqui a entrevista concedida pela Historiadora Nôva Brando à Radio Assembleia.

Confira em abril, aqui em nosso Blog Institucional, informações e novidades da Segunda Edição do Projeto!

Divulga APERS – Diretrizes 2015

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2015.01.07 Divulga APERS – Diretrizes 2015Hoje divulgamos as diretrizes gerais de nossas mídias virtuais e artigos periódicos que pretendemos publicar aqui no blog ao longo deste ano! Ressaltamos que o Governo do Estado do RS está em fase de organização administrativa e ainda não temos a definição sobre a diretoria do Arquivo Público do RS, então a programação está sujeita a alterações.

Para o blog institucional:

A partir de março, na primeira semana de cada mês, teremos a publicação da resenha do filme que será exibido no projeto “Cinema no Arquivo” e será de responsabilidade do técnico em assuntos culturais Claus Farina.

Na segunda semana, a partir do mês de fevereiro, nossa técnica em assuntos culturais Clarissa Alves continuará a publicar seus artigos na categoria “Mulheres no APERS”, nos instigando ao debate sobre a temática tendo como ponto de partida o catálogo seletivo resultante do projeto “Afinal, onde estão as mulheres no APERS? Gênero, memória e história”.

Também na segunda semana, bimensalmente, a partir de maio, a técnica em assuntos culturais Nôva Brando publicará artigos com base nos processos administrativos do fundo Secretaria da Justiça que está em fase de tratamento técnico.

Na terceira semana de cada mês, a partir de março, as técnicas em assuntos culturais Clarissa Alves e Nôva Brando publicarão artigos que versarão sobre as experiências de ações educativas em instituições arquivísticas.

Também na terceira semana de cada mês, a partir de março, as técnicas em assuntos culturais Angelita Silva e Roberta Scholz publicarão artigos sobre documentos “interessantes” que compõem o nosso acervo do Poder Judiciário.

Na quarta semana de cada mês, a partir de fevereiro, a técnica em assuntos culturais Clarissa Alves publicará na categoria “AfricaNoArquivo” sobre questões da história afro-brasileira.

Na última semana dos meses de abril, maio, junho, agosto, setembro e outubro a técnica em assuntos culturais Nôva Brando publicara novas propostas do projeto “APERS? Presente, professor!” tendo por temática direitos humanos.

Na página no Facebook publicaremos chamadas para artigos publicados em anos anteriores em nossos blogs, institucional e temático, nas segundas, terças, quintas e sextas-feiras, e claro, às quartas-feiras continuaremos a fazer as chamadas das publicações semanais! Assim, nas segundas-feiras faremos chamadas para artigos publicados em nosso blog temático Resistência em Arquivo, nas terças-feiras chamadas para artigos publicados em 2014 nas categorias Arquivos & Conceitos, Arquivos & Diversidade Étnica, Arquivos & Genealogia, Mulheres no APERS e SIARQ/RS, nas quintas-feiras destacaremos artigos publicados na Mostra de Pesquisa do APERS que tiveram como fontes documentos custodiados por nossa instituição, e nas sextas-feiras publicaremos chamadas para as dicas da categoria Mundos dos Arquivos publicadas na temporada de 2012.

Quanto ao Twitter continuaremos a postar, de segunda a sexta-feira, dicas que envolvam a área de atuação do APERS, além das chamadas para os conteúdos publicados em nosso blog institucional e replicações das postagens do Facebook. Uma novidade é a alteração de nosso “nome de usuário” o qual mudará de @APERS_SARH para @ArquivoRS, tendo em vista a Lei nº 14.672, de 01 de janeiro de 2015, que altera o nome de nossa Secretaria.

Para 2015 desejamos que você continue a nos acompanhar pelas mídias, mas claro, também queremos sua presença em nossa Sala de Pesquisa, eventos e demais atividades que realizamos visando sua participação e interação!

APERS? Presente, professor! – Saúde – História e Políticas Públicas

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2014.12.24 Saúde e Políticas Públicas_BlogHoje estamos disponibilizando a última proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! desse ano de 2014. Ela está inserida dentro do eixo temático A Transversalidade nas Fontes – diversas fontes arquivísticas para diferentes trabalhos pedagógicos e recebeu o nome de Saúde – História e Políticas Públicas que tem como objetivos (a) desnaturalizar a ideia, que talvez para muitos jovens seja óbvia, de que todos sempre tiveram acesso aos cuidados e avanços da medicina e que o Estado, o poder público, sempre ofereceu serviços a população que por eles procurou e (b) auxiliar na construção da noção de que o acesso universal garantido pelo Estado foi uma conquista da população. Acesse aqui o arquivo da proposta.

Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia das fontes utilizadas na construção da proposta, disponibilizamos aqui as Fichas completas de Registro da Delegacia Especial de Segurança Pessoal e Sanitária. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Um ótimo trabalho!

APERS? Presente, professor! – A Luta por Memória, Verdade e Justiça

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2014.12.10 Memoria Verdade e Justica_Blog   Hoje disponibilizamos a décima quinta proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor que está inserida dentro do eixo temático A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois.

   Denominada de A Luta por Memória, Verdade e Justiça, essa proposta tem como objetivo auxiliar na compreensão de que a memória, a verdade e a justiça são direitos que devem ser reconhecidos e garantidos a qualquer cidadão que vive em uma democracia. Para construí- la, a equipe do projeto utilizou como fonte o processo de indenização do ex-preso político, Jorge Fischer Nunes. Acesse aqui o arquivo da proposta.

    O professor pode acessar aqui uma cópia dos documentos selecionados e de outros documentos que não compuseram a proposta, mas que compõem o processo de Jorge Fischer Nunes (que não pode ser disponibilizado na íntegra, devido ao seu tamanho). Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

    Um ótimo trabalho!

APERS? Presente, professor! – A Experiência do Cativeiro, a Resistência e a Liberdade

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2014.11.26 Resistencia e Liberdade_BlogNesta quarta, estamos disponibilizando a décima quarta proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! Ela está inserida dentro do eixo temático Cativeiro e Resistência – a escravidão negra no Rio Grande do Sul a partir de fontes arquivísticas e recebeu o nome de A Experiência do Cativeiro, a Resistência e a Liberdade. Tem como proposta abrir possibilidades de reflexões acerca da concessão de alforrias como uma conquista, resultante do empenho pessoal do negro cativo em lutar por ela, seja por meio do pagamento em pecúlio ou com prestação de serviços. Acesse aqui o arquivo da proposta.

Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia das fontes utilizadas na construção da proposta, disponibilizamos aqui um arquivo com a cartas de liberdade em separado. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Desejamos um bom trabalho.

APERS? Presente, professor! – Democracia e Justiça de Transição

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2014.11.12 Democracia e Justica de Transicao_Blog   Hoje disponibilizamos a décima terceira proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! que está inserida dentro do eixo temático A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois.

     Denominada de Democracia e Justiça de Transição, essa proposta tem como objetivo auxiliar no reconhecimento da importância de uma efetiva justiça de transição nos processos de (re)construção da democracia. Para construí- la, a equipe do projeto utilizou como fonte o processo de indenização do ex-preso político do período, Luiz Eurico Tejera Lisboa. Acesse aqui o arquivo da proposta.

     O professor pode acessar aqui uma cópia dos documentos selecionados e de outros documentos que não compuseram a proposta, mas que compõem o processo de Luiz Eurico (o processo completo de Luiz Eurico possui mais de 500 páginas, dessa forma, não foi possível disponibilizá-lo na integra). Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

     Bom trabalho!

APERS na XX Jornada de Ensino de História e Educação

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     Na semana passada, nos dias 3 e 4 de novembro, Clarissa Sommer, Nôva Brando e Vanessa Menezes, historiadoras do Arquivo Público do RS, participaram da XX Jornada de Ensino de História e Educação, realizada na Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Convidadas a ministrar a Oficina Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos no evento, tiveram também a oportunidade de assistir a conferências, mesas e simpósios temáticos.

     No turno da tarde de segunda-feira, participaram da mesa Professores de História e Experimentações, com Nilton Mullet Pereira (UFRGS); Dália Leindecker (Rede Estadual de Ensino); Adriana Senna (FURG) e depois disso acompanharam o Bate-papo Culturas Juvenis, com Carmem Zeli de Vargas (UFRGS). Ainda na noite desse dia, prestigiaram a Conferência de Abertura Desafios da História do Tempo Presente, com Helenice Aparecida Rocha (UERJ).

     Na terça-feira pela manhã, foi o momento de realizarem, com os participantes da Jornada, a vivência da Oficina Resistência. Cerca de 20 pessoas, entre estudantes e professores, participaram da dinâmica proposta pelas historiadoras. Em um formato adaptado para o Evento, as atividades contaram com recursos multimídia, que possibilitaram apresentar as etapas da oficina desenvolvidas nas dependências do APERS. Em seguida, todos os participantes puderam manusear os materiais que compõem as caixas pedagógicas, seguindo praticamente a mesma metodologia aplicada com os alunos do ensino médio que a instituição costuma receber nas vivências. Foi um sucesso!!!

   No turno da tarde participaram das comunicações, nas quais estudantes, pesquisadores e professores puderam apresentar trabalhos. Dentre as apresentações, tivemos um trabalhos inscrito pela Nôva, A História do Tempo Presente, Presente! O Ensino da História da Ditadura Civil-Militar Brasileira a partir do Uso de Fontes Arquivísticas, cujo objeto de análise foi um projeto em desenvolvimento no APERS. E no turno da noite, um pouco antes de retornarem para Porto Alegre, ainda puderam acompanhar a mesa Ensino de História e Direitos Humanos, formada pelos professores Solon Viola (UNISINOS) e Helenice Aparecida Bastos Rocha (UERJ).

    Além da vivência, Clarissa, Nôva e Vanessa escreveram um artigo intitulado Ação Educativa e Educação Patrimonial em Arquivos: a Oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” no APERS. Divulgaremos por aqui as produções escritas para o Evento assim que forem publicadas.

APERS? Presente, professor! – Sociedade, Violência e Políticas de Segurança

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2014.10.22 Sociedade e Violência_BlogHoje estamos disponibilizando a décima segunda proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! Ela está inserida dentro do eixo temático A Transversalidade nas Fontes – diversas fontes arquivísticas para diferentes trabalhos pedagógicos e recebeu o nome de Sociedade, Violência e Políticas de Segurança que tem como objetivo discutir violência e políticas de segurança sobre o prisma dos Direitos Humanos na tentativa de conciliar a ideia de punição ao agente que cometeu um crime às condições necessárias para que esse sujeito retorne à vida em sociedade. Acesse aqui o arquivo da proposta.

Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia das fontes utilizadas na construção da proposta, disponibilizamos aqui a documentação referente ao Presídio Central e aqui os documentos que dizem respeito ao Presídio de Itaqui. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Desejamos um ótimo trabalho!

APERS? Presente, professor! – O Processo de Redemocratização: Rupturas e Permanências

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2014.10.08 Redemocratização_BlogHoje disponibilizamos a décima primeira proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor que está inserida dentro do eixo temático A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois.

Denominada de O Processo de Redemocratização: Rupturas e Permanências, essa proposta tem como objetivo auxiliar na compreensão do processo de redemocratização vivido pelo Brasil na transição da ditadura para a democracia. Para construí- la, a equipe do projeto utilizou como fonte dois processos de indenização de ex-presos políticos do período, Inácio da Silva Mafra e de Antônio Cunha Losada. Acesse aqui o arquivo da proposta.

Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia na íntegra das fontes utilizada na construção da proposta, clique aqui para acessar o primeiro processo e aqui para acessar o segundo. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Bom trabalho!

APERS? Presente, professor! – Resistência à Escravidão: uma história de luta registrada nos processos crimes

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2014.09.24 Crime e Resistência_Blog     Nesta quarta, estamos disponibilizando a décima proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! Ela está inserida dentro do eixo temático Cativeiro e Resistência – a escravidão negra no Rio Grande do Sul a partir de fontes arquivísticas e recebeu o nome de Resistência à Escravidão: uma história de luta registrada nos processos crimes. Tem como proposta a problematização de formas de resistência encontradas nos registros de processos crimes nos quais negros escravizados foram identificados como vítimas ou réus. Acesse aqui o arquivo da proposta.

     Sempre que possível, disponibilizamos na íntegra, em versão PDF, a documentação utilizada na construção da proposta, para que o professor acesse, caso seja de seu interesse. No entanto, por motivos de preservação, optamos por não digitalizar, por completo, o processo-crime utilizado nessa proposta. Nesse caso, o professor encontrará aqui, somente as partes da fonte utilizadas na elaboração desse material pedagógico. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

     Desejamos um bom trabalho!

Convênio entre Arquivo Público e Secretaria da Educação do Estado do RS em pauta

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Para aqueles que acompanham de perto as ações e projetos desenvolvidos pelo Arquivo Público do RS não é novidade alguma o empenho que a instituição dispende em realizar atividades educativas de qualidade destinadas tanto ao público de alunos da Educação Básica quanto para os professores das redes de ensino, sobretudo as públicas. Dessa forma, o APERS consolidou seu Programa de Educação Patrimonial, construído em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que hoje oferece, como ações permanentes, três oficinas de educação patrimonial, curso de capacitação de oficineiros e curso de formação para professores.

Arte AfricaNoArquivo Além do Programa de Educação Patrimonial, a Instituição, nos últimos anos, tem construído uma série de outros projetos voltados para diálogo entre o Arquivo e as escolas. Para ficarmos apenas no ano de 2014, podemos citar duas iniciativas importantes: o Projeto ÁfricaNoArquivo-Fontes de pesquisa & debates para igualdade étnico-racial no Brasil e o Projeto APERS? Presente, professor! – Propostas Pedagógicas a partir de fontes arquivísticas. O primeiro deles consiste na elaboração e distribuição para as escolas de caixas pedagógicas com materiais que abordam a história e a cultura afro-brasileira. Em fase de conclusão, muitas escolas da grande Porto Alegre receberão as caixas custeadas com recursos oriundos do IBRAM (Ministério da Cultura) e do PROEXT/UFRGS (Ministério da Cultura). O segundo, tem por objetivo disponibilizar, por meio virtual, propostas pedagógicas em arquivos PDF, nas quais temáticas como a escravidão, a ditadura civil-militar e temas transversais possam ser trabalhadas em sala de aula a partir de fontes arquivísticas custodiadas pelo APERS. Tais propostas são disponibilizadas no Blog do Arquivo.

Logo Apers-Presente professorEsses são dois exemplos de duas ações planejadas para atender o público escolar. No entanto, ainda contamos com a elaboração de instrumentos de pesquisas, que ao mesmo tempo que auxiliam os pesquisadores em seus trabalhos, também podem somar significados ao processo de ensino-aprendizagem na escola. Esse é o caso do Catálogo Resistência em Arquivo: Memórias e Histórias da Ditadura Militar no Rio Grande do Sul que vem sendo construído desde o ano de 2012 e que em breve será publicado e distribuído também a algumas centenas de escolas que poderão, a partir dele, entrar em contato com narrativas acerca do período da ditadura civil-militar.

Por conta de trabalhos como esses, o Arquivo Público do RS percebeu a necessidade de uma parceria com a Secretaria Estadual de Educação (SEDUC/RS), tanto para compartilhar quanto para otimizar o alcance das ações que pelo APERS, e parcerias, estão sendo desenvolvidas na área da educação. Nesse caminho, a Diretora do Arquivo, Isabel de Almeida, a Arquivista Chefe da Divisão de Pesquisas e Projetos, Maria Cristina Fernandes e a Historiadora, Nôva Brando, se reuniram com a Equipe Pedagógica da SEDUC/RS nessa sexta-feira, dia 12 de setembro, para apresentar os projetos do APERS e para propor formas de viabilização de uma parceria entre as instituições.

Convênio-cooperação

Além de solicitações pontuais, como o auxílio da Secretaria para o trabalho logístico de entrega das Caixas Pedagógicas do Projeto AfricaNoArquivo e dos Catálogos Resistência em Arquivo às escolas, o Arquivo propôs à Secretaria um convênio no qual fosse formalizada a cooperação entre a SEDUC/RS e o APERS, via Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH). Desde então, o Arquivo está trabalhando na construção da minuta do convênio, na expectativa de que formalizado, possamos contar com o apoio da SEDUC/RS para divulgação e ampliação do alcance das atividades por aqui já desenvolvida e, quem sabe, na formulação de futuros projetos e propostas de trabalho em conjunto.

APERS? Presente, professor! – O Fim da Ditadura: Anistia e Abertura Política

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2014.09.10 O Fim da Ditadura_BlogHoje disponibilizamos a nona proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor que está inserida dentro do eixo temático A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois.

Denominada de O Fim da Ditadura: Abertura Política e Anistia, essa proposta tem como objetivo auxiliar na compreensão desse período da História do Brasil conhecido como Abertura Política, no qual lutas pela redemocratização do país, dentre elas a luta pela Anistia, foram forjadas por diversos setores da sociedade. Para construí- la, a equipe do projeto utilizou como fonte dois processos de indenização de ex-presas políticas do período, Ana Lúcia Oliveira e Terezinha Burmeister. Acesse aqui o arquivo da proposta.

Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia na íntegra das fontes utilizada na construção da proposta, clique aqui para acessar o primeiro processo e aqui para acessar o segundo. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Desejamos um ótimo trabalho!

APERS? Presente, professor! – Mobilidade Urbana e Violência no Trânsito

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2014.08.27 Mobilidade Urbana_BlogHoje estamos disponibilizando a oitava proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! Ela está inserida dentro do eixo temático A Transversalidade nas Fontes – diversas fontes arquivísticas para diferentes trabalhos pedagógicos e recebeu o nome de Mobilidade Urbana e Violência no Trânsito, que tem como objetivo a problematização, a partir de um documento de Investigação Policial, da paisagem urbana atual, do seu funcionamento e de suas contradições a partir da historicização do desenvolvimento das cidades e do transporte urbano. Vamos abordar o tema da violência no trânsito como uma evidência do desrespeito ao direito à mobilidade urbana e à cidade, que entendemos ser estendido a todos os habitantes de uma determinada circunscrição territorial.

Acreditamos que esse material pedagógico, aliado a um referencial que perceba o acesso a múltiplas formas de sociabilidade dentro de uma cidade como um direito que dever ser estendido e garantido a todos, consiga auxiliar o professor no encaminhamento do complexo trabalho de desnaturalização das difíceis relações vividas dentro de um espaço urbano e de construção, junto aos alunos, de outras possibilidades de organizarmos as relações urbanas. Acesse aqui o arquivo da proposta.

Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia na íntegra do fonte utilizada na construção da proposta, clique aqui. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Bom trabalho!

APERS? Presente, professor! – Esquemas Repressivos e Tortura

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2014.08.13 Esquemas Repressivos e Tortura_Blog   Hoje disponibilizamos a sétima proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! que está inserida dentro do eixo temático A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois.

  Denominada de Esquemas Repressivos e Tortura, essa proposta tem como objetivo auxiliar na compreensão da construção de todo um aparato repressivo que sustentou a ditadura e da utilização da tortura como método sistemático aplicado por esse esquema, montado para varrer do território nacional qualquer tipo de oposição ao regime. Para construí-la, a equipe do projeto utilizou como fonte um processo de indenização de um ex-preso político do período, Antônio Pinheiro Salles. Acesse aqui o arquivo da proposta.

     Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia na íntegra do fonte utilizada na construção da proposta, clique aqui. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

     Desejamos um bom trabalho!

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Post atualizado em 20 de agosto de 2014 – correção textual da proposta pedagógica.

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