Participe: PEP UFRG-APERS promove 6ª edição do curso anual de formação para professores!

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       Problematizar e pensar juntos os desafios colocados à escola e à comunidade escolar em nossa sociedade contemporânea. Refletir sobre dificuldades e transformações, e construir caminhos que contribuam para qualificar os processos de ensino-aprendizagem, as relações humanas e a produção de conhecimentos nestes espaços. São alguns dos objetivos que motivam a oferta de mais uma edição do curso de formação para professores que vem sendo promovido pelo Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS (PEP) desde 2011.

    Em 2016 o curso intitula-se “Educação Patrimonial, Cidadania e Direitos Humanos: desafios do tempo presente”, e iniciará no dia 26 de agosto, sexta-feira, às 14h. Serão sete encontros, sempre nas sextas, das 14h às 19:30h, com pausa para o lanche e convivência. Os temas abordados, sempre em uma perspectiva voltada ao trabalho nas escolas, serão: patrimônio cultural e educação; ditaduras e ensino na Educação Básica; liberdade docente e o projeto “Escola sem Partido”; relações étnico-raciais; estado laico e liberdade religiosa; diversidade e relações de gênero; e violência Direitos Humanos.

    A carga horária será de 40h com certificado, em um curso que envolverá palestras com debate, oficinas, relatos de experiência e rodas de conversa. As inscrições serão gratuitas, e iniciarão na próxima semana, dia 03 de agosto, quando divulgaremos a programação completa. O público-alvo são, especialmente, professoras e professores da rede pública de ensino com atuação efetiva em sala de aula. Caso as vagas não sejam todas preenchidas por estes, serão inscritos professores de redes privadas, educadores atuantes em espaços não formais de educação, e estudantes de cursos de graduação em licenciaturas.

 Informações podem ser obtidas pelo e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br.

    Programe-se, converse com colegas de sua escola e participem!

APERS representado no XXVIII Simpósio Nacional de História

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Entre os dias 27 e 31 de julho a historiadora Clarissa Sommer participou do XXVIII Simpósio Nacional de História, realizado na UFSC, em Florianópolis. Além da participação ser encarada como um momento de formação profissional continuada, para a troca de ideias e experiências, também foi uma importante maneira de difundir o trabalho do Arquivo Público, e de agregar conhecimentos para qualificá-lo.

A servidora apresentou o trabalho intitulado “O Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul e as caixas pedagógicas AfricaNoArquivo: história, memória e patrimônio para a igualdade étnico-racial”, no Simpósio Temático “Ensino, memória e patrimônio: as África (s) e suas representações na cultura e identidade dos negros e negras brasileiras”, compartilhando a construção do projeto AfricaNoArquivo, a produção das caixas pedagógicas, seus desdobramentos e reflexões críticas. Confira aqui o resumo da comunicação. O artigo completo para publicação nos anais do evento será produzido até o dia 17 de agosto, de forma a poder incorporar as discussões e contribuições recebidas no Simpósio. Divulgaremos o texto assim que estiver pronto.

Com Flávia Rocha Prof do Acre

Ao final da apresentação, com a grande receptividade e demanda dos colegas, Clarissa sorteou entre os presentes no Simpósio o exemplar da caixa pedagógica que havia levado para mostrar durante a fala. A ganhadora foi Flávia Rocha, com nossa servidora na foto ao lado. Ela é professora e coordenadora do curso de especialização UNIAFRO, na Universidade Federal do Acre, e professora e coordenadora pedagógica na rede pública de ensino do mesmo estado. É uma alegria saber que o projeto AfricaNoArquivo chegou tão longe!

Além da participação no Simpósio referido, Clarissa pode participar também de debates no Simpósio “Arquivos como objeto: materialidade, temporalidade e trajetórias dos acervos documentais”, e nas mesas “História, verdade e ética”, “O lugar das historiadoras: feminismos e relações de gênero”, “Formação de professores e processos de ensino aprendizagem” e “Os historiadores e os arquivos”. Espaços que certamente contribuíram para aprofundar conhecimentos e bases teóricas, para refletir sobre as ações desenvolvidas no APERS e sobre como qualificá-las.

Certamente a participação em eventos da área é fundamental para garantir a atualização das servidoras e servidores, e para conectar o APERS com instituições e profissionais que possam contribuir para sua valorização e efetivação de seu papel social.

Avaliação do Curso de Formação para Professores PEP UFRGS|APERS

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     Nos meses de abril, maio e junho desse ano, ocorreu a 5ª Edição do Curso de Formação para Professores do Programa de Educação Patrimonial PEP UFRGS|APERS. Organizado em parceria com o GT Emancipações e Pós-Abolição da Anpuh-RS e com recursos do Edital Proext/MEC, o Curso Educação Patrimonial e Cidadania: história da escravidão e da liberdade no RS certificou trinta e oito professores e onze bolsistas e estagiários do APERS e do Programa de Educação Patrimonial.

    Ao final de cada nova edição, a equipe do Programa realiza uma pesquisa para que os professores avaliem o curso e para que as futuras edições possam ser qualificadas de acordo com a demanda dos docentes.

Avaliação Curso Professores    Dentre todos os professores, dezessete participaram da proposta de avaliação – um questionário encaminhado via Google docs. Parte das perguntas, sobre questões pontuais do curso, foram de múltipla escolha. Segue um breve comentário a respeito dos resultados: em relação: (1) a estrutura, dias da semana e turno de realização do curso, carga horária, conteúdos ministrados, materiais de apoio e serviço de secretaria, os professores se mostram satisfeitos ou muito satisfeitos; (2) sobre os encontros específicos, na maior parte das respostas os professores consideraram boas e ótimas as contribuições para a sua prática docente; (3) também consideraram os conteúdos adequados e de acordo com a proposta do curso; (4) dois dos 17 professores acharam pouco adequado a aplicabilidade do conteúdo à realidade profissional, enquanto 15 deles acharam adequado; (5) por unanimidade, acharam adequada a bibliografia.

    Além delas, também foram elaboradas três perguntas dissertativas. A primeira solicitava que o professor narrasse alguma situação da sua vida pessoal ou profissional na qual tivesse se sentido influenciado pelas discussões feitas ao longo do curso, ou ainda alguma experiência passada à qual tivesse atribuído novo significado a partir do curso. Das respostas, salientamos as considerações sobre a palestra da professora Sherol, que foi recordada pela temática das famílias escravas, por sinal mencionada mais de uma vez; sobre a perspectiva do trabalho com a questão da liberdade, mencionada por outra professora; sobre a relação entre escola e universidade suscitada pelas falas dos professores Arilson e Verena; sobre o quanto emocionante foi o encontro que trabalhou com o tema das trajetórias; sobre os aprendizados a partir da Vivência da Oficina Tesouros da Família Arquivo; e sobre a afirmação da identidade de um professor.

    A segunda propôs que a professor avaliasse em que medida o curso contribuiu para a educação sobre história africana e afro-brasileira e para a discussão em sala de aula sobre relações étnico-raciais. As respostas foram diversas, passaram pela contribuição naquilo que diz respeito ao planejamento de aula; ao aporte para discussões com outros professores a respeito da importância do trabalho com a temática; à utilização de dados estatísticos sobre a escravidão em outras disciplinas; à identificação de possibilidades de fontes para serem trabalhadas na sala de aula; à qualificação da crítica e das formas de trabalho com o livro didático. E não poderíamos deixar de mencionar o relato de uma professora sobre a contribuição do trabalho com a Caixa AfricaNoArquivo, apresentada e distribuída ao longo do curso, que “percebeu que os alunos que se identificam como afrodescendentes, se sentem muito orgulhosos por terem seus ascendentes como tema de estudo“.

    Na terceira, em que abrimos espaços para críticas, foram manifestados alguns aspectos tais como: a impressão de que algumas discussões foram acadêmicas demais, da falta de leitura por parte dos colegas, da falta de planejamento de alguns poucos palestrantes e da pouca dinamicidade de muitas falas. Já no campo sugestões para outras edições, foram apontadas ideias como: uma mostra de trabalho dos educadores e a escrita de um artigo ou de um plano de aula, como trabalho de finalização do curso, uma carga horária maior que contemplasse outras áreas do conhecimento.

    Caso deseje, pode acessar aqui o Relatório Completo da Avaliação. Da nossa parte, ficamos muito satisfeitos com a avaliação sincera e propositiva que fizeram os professores que participaram do curso. Ao mesmo tempo em que julgamos se tratar de uma excelente edição do Curso de Educação Patrimonial e Cidadania, acreditamos na permanente qualificação de todo e qualquer trabalho educativo. Até a próxima edição!

Finalizada Edição 2015 do Curso de Formação para Professores – PEP UFRGS|APERS

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     Entre os dias 11 de abril e 27 de junho desse ano, sempre aos sábados, ocorreu a 5ª Edição do Curso de Formação para Professores do Programa de Educação Patrimonial – PEP UFRGS|APERS.

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    Organizado em parceria com o GT Emancipações e Pós-Abolição da ANPUH-RS e com recursos do Edital Proext/MEC o Curso Educação Patrimonial e Cidadania: história da escravidão e da liberdade no RS, contou com a presença de vinte palestrantes cujas contribuições foram divididas em dez encontros. No primeiro dia, além da apresentação do PEP e do Programa do Curso, realizada pela coordenadora Carla Rodeghero, foi abordada a temática do Tráfico Negreiro pelos professores Gabriel Santos Berute e Jonas Vargas. O encontro seguinte foi dedicado ao Ensino de História da Escravidão e da Liberdade, assunto problematizado pelos professores Arilson dos Santos Gomes e Verena Alberti. Seguiu-se a ele o sábado no qual o tema Mundos do Trabalho foi o tema central das falas dos professores Thiago Leitão de Araújo e Vinícius Pereira de Oliveira. Família Escrava e a Apresentação da Caixa Pedagógica AfricaNoArquivo dividiram as atenções do público no quinto encontro que contou com a participação da professora Sherol dos Santos e da historiadora Clarissa Sommer.

     Tivemos ainda um encontro dedicado a Vivência da Oficina Os Tesouros da Família Arquivo. No sexto sábado, foram discutidas questões a respeito dos Quilombos históricos e insurreições com os professores Caiuá Cardoso Al- Alam, Wagner Pedroso e Maria do Carmo Aguiar. No encontro seguinte, Associativismo Negro foi o centro das atenções na conversa das professoras Liane Susan Müller e Beatriz Loner com os professores da rede pública. Depois disso, foi a vez da temática Alforrias, trazida por Jônatas Caratti e Jovani Scherer. Para o penúltimo encontro, Melina Perussatto, Marcelo Matheus e Gislaine Ramos formaram a mesa que discutiu Emancipações e Abolição. No décimo encontro, Paulo Roberto Moreira e Rodrigo de Azevedo Weimer fecharam o curso com uma conversa sobre Trajetórias.

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    Em todos os encontros, a participação do público esteve presente. Pelo que foi possível notar, as angústias em torno das formas (1) de efetivar a obrigatoriedade do ensino de história e das culturas afro-brasileiras e africana, previstas na Lei 10.639; (2) de garantir o direito à igualdade de condições de vida e de cidadania às histórias e culturas que compõem a nação brasileira, assegurados pelo artigo 26A da LDB; e (3) de responder as recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e africana acompanharam os professores do início ao final do curso.

    A assiduidade do público e o evidente interesse em participar das discussões demonstraram que, em alguma medida, aquilo que motivou os professores a se inscreverem e frequentarem o curso foi problematizado no decorrer dos encontros. Ao todo, trinta e oito professores, duas servidoras do IPHAE e onze estagiários e bolsistas foram certificados pela participação no curso.

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    Esperamos que o curso tenha contribuído para a qualificação das abordagens em torno do ensino da história da escravidão e da liberdade e que tenha encorajado os professores a trabalharem a temática a partir de documentos e patrimônios diversos, com uma das formas de alcançarem aprendizagens significativas à construção da cidadania e à valorização da democracia.

Curso de Formação para Professores – Educação Patrimonial e Cidadania: história da escravidão e da liberdade no RS – Lista de Selecionados

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2015.04.08 Lista de Selecionados

     No próximo sábado, dia 11 de abril, iniciará a Edição 2015 do Curso de Formação de Professores promovido pelo Programa de Educação Patrimonial UFRGS|APERS e pelo GT Emancipações e Pós-abolição da ANPUH-RS. Hoje, divulgamos a lista de selecionados para participarem do Curso. Informamos que os critérios para seleção foram, no caso dos professores: (1) ser professor da rede pública de ensino e estar em exercício em sala de aula; e (2) data de entrega da documentação solicitada para inscrição.

     Lembramos que as atividades iniciam as 08h30, no auditório do Arquivo Público do Rio Grande do Sul. Contamos com a presença de todos.

     Acesse aqui a Lista de Selecionados.

Curso de Formação para Professores – Educação Patrimonial e Cidadania: história da escravidão e da liberdade no RS – Programação

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Hoje estamos disponibilizando o Programa Completo, clique aqui para acessá-lo, do Cursos de Formação para Professores. Conforme divulgado na semana passada, o Programa de Educação Patrimonial UFRGS/APERS, em parceria com o GT Emancipações e Pós-Abolição da ANPUH-RS no ano de 2015, realizará a quinta edição do Curso que abordará a história da escravidão e da liberdade no RS.

Lembramos que o curso é gratuito e que possui carga horária e certificação de 60 horas. Os encontros presenciais acontecerão nos dias 11, 18 e 25 de abril; 9, 16, 23 e 30 de maio; e 13, 20, e 27 de junho de 2015 (sempre aos sábados, das 8h30 as 12h) no Arquivo Público do RS. É destinado aos professores da rede pública de ensino com efetivo exercício em sala de aula e aos membros das equipes (estagiários, monitores, bolsistas) do Projeto Territórios Negros e do Programa de Educação Patrimonial.

Os interessados devem entrar em contato, para mais informações e para proceder com a inscrição (vagas limitadas), pelo telefone (51) 3288-9112/9117 ou pelo e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br.

2015.03.20 Cartaz Programação Corrigido

Curso de Formação para Professores – Educação Patrimonial e Cidadania: história da escravidão e da liberdade no Rio Grande do Sul

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Neste primeiro semestre de 2015, o Programa de Educação Patrimonial UFRGS/APERS realizará a quinta edição do Curso de Formação para Professores. Para organizá-la, o Programa buscou parceria junto ao Grupo de Trabalho Emancipações e Pós-Abolição da ANPUH-RS, que prontamente aceitou o convite para a construção do curso Educação Patrimonial e Cidadania: história da escravidão e da liberdade no Rio Grande do Sul.

Com recursos do Edital Proext/MEC 2015-16, o Programa, em conjunto com GT da Anpuh, elaborou uma programação, que será divulgada na próxima semana, cujo eixo será a história da escravidão e da liberdade no RS, abordadas por meio da leitura de documentos e das possibilidades de trabalhos pedagógicos a partir de patrimônios diversos.

O curso é gratuito e contará com uma carga horária de 60 horas, das quais 20 horas serão reservadas para estudos a distância. Os encontros presenciais acontecerão nos dias 11, 18 e 25 de abril; 9, 16, 23 e 30 de maio; e 13, 20 e 27 de junho, sempre aos sábados, das 08h30 as 12h no Auditório do Arquivo Público do RS. O público alvo são os professores da rede pública de ensino, para os quais serão destinadas a maior quantidade de vagas, as equipes do Projeto Territórios Negros e do Programa de Educação Patrimonial.

As inscrições (vagas limitadas) começam a partir do dia 19 de março e serão realizadas pelo e-mail acaoeducativa@sarh.rs.gov.br. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (51) 3288-9112.

2015.03.13 Cartaz Corrigido

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