Quais os usos possíveis para os documentos de arquivo? Como difundi-los e ampliar seu alcance social? Em geral costuma-se pensar as instituições arquivísticas como espaços de pesquisa acadêmica ou técnica, lugares “habitados” por historiadores, genealogistas, graduandos, mestrandos, doutorandos… Certamente estes são usuários potenciais e importantes, mas os arquivos pertencem a todos e todas nós, podem ser acessados por diversos grupos sociais, para diversas finalidades e em múltiplos contextos.

Nesse sentido o APERS tem investido na formulação de ações educativas em vários formatos, oportunizando a ampliação dos usos de seu acervo em ambientes escolares ou espaços não formais de educação. Entre essas propostas está a Jogoteca Educativa do APERS, projeto criado em 2018 e que vem se desenvolvendo para a partir de 2019 viabilizar o empréstimo de jogos para educadores. A ação já tinha sido divulgada em evento de lançamento realizado no Arquivo, em junho, e no XIV Encontro Estadual de História da ANPUH-RS, em julho. Em outubro foi a vez de ser compartilhada no XIII Salão de Iniciação Científica e Extensão do Centro Universitário Metodista – IPA pela estagiária Jéssica Gomes de Borba, que atualmente cursa o Bacharelado em História na UFRGS e já é licenciada em História pela FAPA. Jéssica deu visibilidade à Jogoteca dando enfoque ao processo de construção de seu primeiro jogo, “Caso X: investigando um crime da ditadura em Porto Alegre”.

A apresentação da comunicação “Os usos educativos do patrimônio documental do APERS: a criação do jogo ‘Caso X’” ocorreu na tarde de 26 de outubro. O resumo expandido será publicado em breve. Informações a respeito do projeto podem ser obtidas através do e-mail acaoeducativa@smarh.rs.gov.br.