Seguem as inscrições para o Seminário Políticas Públicas e Gestão do Estado

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    Continuam as inscrições para o seminário Políticas Públicas e Gestão do Estado: preservação de bens e acervos culturais em instituições de memória. Acesse o site do evento aqui e faça a sua!!!

   Na página do Seminário também são encontradas informações a respeito da Programação, inclusive a divulgação dos trabalhos que serão apresentados nas Sessões de Comunicação.

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   Participem, vamos discutir mais sobre o papel do Estado enquanto agente da preservação de bens e acervos culturais.

Os Caminhos da Matriz: APERS fará parte do Roteiro do dia 26 de novembro!

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No próximo sábado, dia 26 de novembro, acontecerá mais uma edição do roteiro de visitas guiadas Os Caminhos da Matriz, por meio do qual as instituições culturais que circundam a Praça se reúnem para oportunizar aos cidadãos visitas mensais e gratuitas.

Nesta edição o Arquivo Público do RS participará do Roteiro 2 junto com a Cúria Metropolitana e o Solar dos Câmara/Memorial do Legislativo. Esperamos todos na Praça da Matriz, às 14 horas para o início o passeio!2016.07.27 Caminhos da Matriz

Seminário Políticas Públicas e Gestão do Estado – Informações

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    Divulgamos novamente a programação do evento, que sofreu algumas alterações desde a publicação original, e o novo local onde serão realizadas as atividades, o Memorial do Rio Grande do Sul.

     Acessem o site do evento, inscrevam-se e participem!

Pesquisando no Arquivo: um olhar das Ciências Sociais sobre o contexto do tratamento da loucura no Hospital Psiquiátrico São Pedro

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    Pesquisando no Arquivo deste mês, finaliza a apresentação sobre o acervo do Hospital Psiquiátrico São Pedro (HPSP), através da seleção de um prontuário, após a leitura de prontuários de três acondicionadores referentes ao período de 1909 a 1916. O objetivo é discorrer sobre um assunto ainda um tanto obscuro: o contexto da loucura e seu tratamento no Século XX.

  Durante esse início de século, no Rio Grande do Sul, do ponto de vista epistemológico, tínhamos o modelo cartesiano de ciência, no qual havia certezas absolutas e, cada certeza, somente era substituída, à medida que fosse possível uma descoberta “mais avançada”.

    Por ser um modelo de ciência, uma espécie de forma na qual eram moldados os profissionais da época, os juízos de valor sobre suas condutas devem ser usados com cautela, pois esses profissionais estavam exercendo práticas as quais foram ‘calcadas’ por saberes científicos e, dessa forma, legitimadas por grandes universidades, na maioria das vezes de origem europeia.

    Na concepção cartesiana, o organismo era entendido e tratado em analogia a uma máquina e o conceito de saúde girava em torno do perfeito funcionamento dos órgãos e da ausência de defeitos. No paradigma em que se tratava a doença mental da época o conhecimento era reducionista, linear e mensurável, ou seja: só era considerado algo científico se passasse pelo crivo da razão e da lógica. Era evolutivo no sentido de uma lógica linear de crescimento e, talvez, a etapa mais problemática foi o aspecto reducionista, no qual não havia possibilidade ou interesse de se conhecer o indivíduo doente através da investigação do círculo de relações sociais, do protagonismo dele nessas relações, quais os aspectos de sua subjetividade, sua experiência, seus anseios ou necessidades, seus sonhos ou algum direcionamento em torno de sua autonomia. Simplesmente porque isso não se enquadrava no saber científico.

    Outro ponto importante de abordagem é o ponto de vista político, pois nesse período havia uma sociedade pós-abolicionista almejando uma intensa urbanização na cidade de Porto Alegre, e até pouco tempo (1887) admitia a escravidão humana como algo natural e necessário.

    Após a abolição, não houve mudança no paradigma e sim apenas uma variação no pensamento filosófico com a introdução dos ideais positivistas os quais permearam e influenciaram as mentalidades de muitos estudantes, filósofos, faculdades de medicina e engenharia da época. Esse método, em sintonia com o cartesianismo, desconsidera todas as formas de conhecimento humano as quais não se possam comprovar cientificamente (ficam de fora, portanto os saberes culturais, tradicionais baseados na experiência) e nega qualquer possibilidade de investigação de causas sociais ou emocionais. Qualquer processo emocional é fonte de erro e deve ser descartado. A severa separação entre sujeito e objeto, outra característica do positivismo, desconsidera qualquer empatia que o profissional de saúde pudesse ter para com o paciente, que era reduzido a um sujeito passivo e reativo.

    Ao analisar um dos prontuários do período já referido, chama atenção o cuidado que teve o médico ou a pessoa que fez o registro no dia 6 de fevereiro de 1941 sobre o comportamento da interna: “Reticente… faz questão de que não se inclua em seu nome o sobrenome do marido”. A partir dessa informação, ao checar os nomes dos documentos anexos ao prontuário, verifica-se uma divergência, pois na capa está escrito F.O.G.B e infere-se que este seja possivelmente seu nome de casada, pois alguns dos sobrenomes coincidem com o do provável marido A.G.M.B. Já num pedido de internação, o nome da paciente é F.O.A.

prontuario-01    O fato é que nesse contexto, muitos dos pacientes eram trazidos por suas próprias famílias, já exaustas, com o peso de suas próprias vidas, e sem saber como recuperar seus doentes, viam no HPSP uma fonte de esperança e alívio. Nesse caso, (segundo os documentos do prontuário) a mulher F.O.A. de 31 anos, casada, deu entrada no Hospital às 22 horas do dia 4 de janeiro de 1916, trazida por sua irmã, era doméstica, natural deste Estado, e, segundo os registros, passou por sete internações algumas mais longas (90 dias), outras mais curtas. O diagnóstico é esquizofrenia. prontuario-02Há várias descrições de seu comportamento e de exames laboratoriais. A primeira internação registrada no prontuário é 4 de fevereiro de 1916 e a última, em 9 de dezembro de 1946. Como era de se esperar, dentro do modelo de ciência da época, mesmo nos momentos de lucidez da doença, não se percebe a fala da paciente, a não ser que isso contribua para validar algum diagnóstico.

prontuario-03    Seu corpo foi exposto a várias terapias de choque como a insulinoterapia de Sakel (o coma por insulina requeria cinco a nove horas de hospitalização e um seguimento mais trabalhoso, mas ela era facilmente controlada e terminada com injeções de adrenalina e glicose, quando necessário) e a eletroconvulsioterapia de Ugo Cerletti (1937).

prontuario-04    A partir de 16 de março de 1944, num de seus reingressos, iniciam-se as sessões de eletrochoque: 22 de março, 23 de março, 27 de março, 30 de março, 3 abril, 10 de abril, “queixa-se de dores na região dorsal”. Em 28 de dezembro do mesmo ano, é prescrito novamente um tratamento de choque (mais 29 sessões), só que desta vez, por insulinoterapia (coma induzido).

    Até o momento, a cura definitiva para a esquizofrenia não está descoberta, embora houve avanços nesse campo. Com uma terapia não tão invasiva e violenta como a dos choques químicos ou físicos, fases de internação nos momentos de surtos do paciente esquizofrênico, aliada a uma reeducação familiar para lidar com seu ente querido e uma busca constante de autonomia para o paciente nos momentos de calmaria ou trégua da doença tem tido consideráveis resultados, porém para isso, foi preciso um novo contexto e isso só foi possível dentro de um novo paradigma para se lidar com a doença mental.

Fontes de referência:
COMTE, Auguste. Vida e obra. São Paulo: Abril Cultural, 1978. Disponível em: http://resumodaobra.com/comte-pensadores-obra/ Acesso em: novembro de 2016.
DESCARTES, R. Discurso do método. Tradução J. Guinsburg & B. P. Júnior. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983a, p. 25-71.
SABBATINI, Renato M. E. A história da terapia por choque em Psiquiatria. Disponível em: http://www.cerebromente.org.br/n04/historia/shock.htm#sakel Acesso em: novembro de 2016.
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Comitê Gestor do SIARQ/RS: disponibilização dos registros de reuniões

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siarqrs

     Na última semana, o Comitê Gestor do Sistema Estadual de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul – SIARQ/RS deliberou por disponibilizar os registros de suas reuniões na internet, visando a transparência das atividades e ações realizadas.

    Serão publicados os documentos a partir da reunião do dia 18 de outubro de 2016, que estarão disponíveis na página do Arquivo Público do RS (clique para acessar) e na aba SIARQ/RS aqui em nosso Blog (clique para acessar).

Atendimento APERS

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2016-11-09-expediente-apers

A gestão documental no PROA é assunto de palestra na XIV SAA/UFSM

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   O Curso de Arquivologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está promovendo sua XIV Semana Acadêmica e no dia 08 de novembro o arquivista do APERS, Jonas Ferrigolo Melo esteve presente no evento.

2016-11-08-palestra-na-ufsm-foto-fernanda-pedrazzi Jonas participou de apresentações em duas mesas: “Legados do Congresso Nacional de Arquivologia”, com Débora Flores e Gilberto Viana e “A gestão documental em sistemas de processos administrativos eletrônicos: caso UFSM e PROA/RS”, com Débora Flores.

   A Semana Acadêmica acontece até o dia 11 de novembro, no Prédio 74 do Centro de Ciências Sociais e Humanas da UFSM.

Sábado de funcionamento da Sala de Pesquisa do APERS – Novembro 2016

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2016-11-09-sala-de-pesquisa

APERS em Números – Outubro 2016

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Confira alguns dados referentes aos serviços realizados no APERS durante o mês de outubro:

– Assessorias SIARQ/RS: 11

– Usuários atendidos: 400

– Cidadão: 306

– Usuários internos: 13

– Pesquisadores: 81

– Novos pesquisadores: 38

– Atendimentos aos usuários: 854

– Cidadão: 381

– Usuários internos: 61

– Pesquisadores: 412

– Documentos recuperados: 246

– Indexação Sistema AAP: 891

– Oficinas de educação patrimonial: 18

– Visitas guiadas: 10

– Visualizações blog institucional: 14.589

Veja abaixo gráfico com os quantitativos diários de atendimento aos usuários referente ao mês de outubro:

2016-11-09-apers-em-numeros

Gráfico de atendimentos mensais realizados aos usuários do APERS em outubro.

Clique aqui e saiba mais sobre os serviços que o APERS presta a comunidade.

Visitas guiadas ao APERS – Outubro 2016

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No mês de outubro foi realizada 10 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS. Visitaram nossa instituição:

Dia 04: 07 alunos da Rede de Ação Social Murialdo – Jovem Aprendiz Administrativo acompanhados pelas professoras Luciana Brum e Mariana Kirchhof Dau. A visita teve por finalidade conhecer os procedimentos de arquivo, documentos e o porque de arquivar.

Dia 08: 32 alunos do curso de História da Universidade de Passo Fundo (UPF), acompanhados pelos professores Alessandro Batistella e Marcos Gerhardt. O grupo tinha como interesse conhecer a organização arquivística, os fundos e as potencialidades de pesquisa histórica.

Dia 08: 36 alunos das disciplinas de Arquivos e Fontes para a Pesquisa Histórica e História e Educação Patrimonial do Curso de História da Universidade de Santa Cruz do Sul, acompanhados pelo professor Éder da Silva Silveira. O professor viabilizou a vinda dos alunos ao APERS para que a visita contribuísse com objetivos de disciplinas, tais como identificar e caracterizar o uso de arquivos, fontes e abordagens na pesquisa histórica; diferenciar arquivos e fontes em relação à variedade, à tipologia e aos usos na pesquisa histórica e no ensino de história e conhecer a estrutura e funcionamento de um arquivo histórico.

Dia 11: Maria da Glória Lopes Kopp, pesquisadora do APERS, doutoranda em Ciências Sociais da PUCRS e Rosa Maria Rodrigues de Oliveira, do Estado de Santa Catarina, Doutora em Ciências Humanas.

Dia 13: 12 alunos do último semestre do Curso de História da PUCRS, acompanhados pela professora Gislene Monticelli, que ministra a disciplina de História e Acervos. O objetivo da visita foi oportunizar à turma conhecimentos sobre a importância, o funcionamento e os acervos do APERS, enquanto instituição e patrimônio.

Dia 13: 04 alunos do curso de Museologia da UFRGS, acompanhados pela professora Ana Ramos Rodrigues, que ministra a disciplina eletiva Ação Cultural e Educativa em Museus. Os alunos puderam visitar o espaço e conhecer as ações educativas desenvolvidas pelo APERS.

Dia 14: 25 alunos do Jovens Aprendizes do Senac – Aprendizagem Profissional Comercial em Serviços Administrativos acompanhados pelo professor Luciano de Lima Silveira. A visita teve por finalidade proporcionar aos alunos noções básicas da estrutura de um arquivo.

Dia 17: O aluno Rafael Noschang Buzzo, do 6° semestre do Curso de História da FAPA. A visita guiada fez parte do desenvolvimento de seu estágio obrigatório, objetivando integrar conhecimentos da teoria e da prática.

Dia 21: Tiago Aurélio de Brito, advogado. Tiago fez a visita guiada para conhecer como o APERS poderia contribuir para questões de seu trabalho, com relação ao acesso à documentação custodiada.

Dia 31: 24 alunos da disciplina de Patrimônio Cultural do Curso de Licenciatura em História da UNIVATES acompanhados pela professora Márcia Volkmer. A visita teve por objetivo conhecer o histórico do Arquivo e saber mais sobre os projetos educativos do APERS.

Guias: Carlos Henrique Armani Nery, Clarissa Sommer, Iara Machado, Nôva Brando.

Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Agende sua visita pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou ligue para (51) 3288 9127.

Atividades SIARQ/RS – Outubro 2016

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2015.07.15 SIARQRS

     Enquanto Órgão Gestor do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul – SIARQ/RS, o APERS atua para efetivar a gestão documental nos órgãos do Poder Executivo. Durante o mês de outubro os arquivistas e servidores participaram de reuniões de assessoria técnica, reuniões de comitês e grupos de trabalho, que listamos abaixo:

Dias 06, 13, 20 e 27: os arquivistas Cléo Belicio e Jonas Ferrigolo Melo participaram das reuniões do Comitê Gestor do PROA, realizadas na Sala de Gestão da SMARH, onde foram analisadas as demandas recebidas dos órgãos usuários e outros temas relacionados à implantação do Sistema.

Dia 07: esteve no Arquivo Público do Estado (APERS) a servidora Alessandra Baum, da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (AGERGS), que solicitou orientação para melhorar a organização do arquivo da Agência. Participaram: Alessandra de Zorzi Baum (AGERGS), Cléo Belicio, Iara Gomide, Jonas Melo e Maria Cristina Fernandes (APERS).

Dia 17: arquivistas do APERS estiveram na Divisão de Ensino e Pesquisa (DIEPE) do Hospital Sanatório Partenon, onde conversaram com as servidoras sobre a necessidade de organização do acervo da Documentação e Memória. Participantes: Soraia Lemos de Siqueira, Tania Regina Cappra (DIEPE), Maria Cristina Fernandes, Marta Helena de Araújo, Silvia de Freitas Soares (APERS).

Dia 18: a professora Helena Cattani esteve no APERS para se informar sobre procedimentos para realizar a gestão documental no acervo do Colégio Estadual Paula Soares e foi atendida pela arquivista Silvia Soares.

Dia 18: foi realizada a primeira reunião de 2016 do Comitê Gestor do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul (SIARQ/RS), que contou com a presença de onze componentes de diferentes Órgãos Executivos, e teve como pauta: a revisão do Regimento Interno do Comitê.

Dia 19: as arquivistas do APERS estiveram na Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Regional (SEPLAN), onde prestaram assessoria revisando o preenchimento da Listagem de Eliminação de Documentos, explicando as atividades de gestão documental ao novo estagiário; verificando as dúvidas sobre classificação de processos. Participantes: Angela Maria Gades Silva e Vinicius Vidor Duarte (SEPLAN), Marta Helena de Araújo e Silvia Soares (APERS).

Dia 20: foram recebidas, no APERS, servidoras da Polícia Civil (PC) para orientação sobre o uso de assuntos no PROA. Participaram: Eliete Rodrigues, Deise Bassedone e Francine de Carvalho (PC); Cléo Belicio, Maria Cristina Fernandes, Renata Vasconcellos, Silvia Soares e Marta Araújo (APERS).

Dia 25: arquivistas do APERS e DIPRO estiveram reunidas na Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos (SMARH), verificando dúvidas sobre classificação de expedientes administrativos. Participaram: Samantha Signor (DIPRO), Maria Cristina Fernandes, Silvia de Freitas Soares (APERS).

Dia 25: estiveram no Tribunal de Contas do Estado (TCE), arquivistas do APERS a fim de orientar quanto à ações necessárias para o desenvolvimento de Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade próprios. Participaram: Aerta Moscon e Cléo Belicio (APERS), e Michael Abreu Ribeiro, Fernanda Nunes, Larissa Job de Vargas, Luiz Carlos Martins Larratéa, Zenaira Brandão Cauduro, Elieser Elias dos Santos Marques e Denise Wilhelms Ventura (TCE).

Dia 28: arquivistas do APERS estiveram no Instituto Rio-Grandense do Arroz (IRGA) para prestarem orientações sobre possibilidade de microfilmagem do acervo. Participantes: Anabel Schmidt, Caio Pheula, João Alberto Antonio (IRGA); Renata Vasconcellos e Silvia Soares (APERS).

    Durante o mês, o Arquivo Público recebeu e verificou sete (7) processos administrativos para aprovação de Listagem de Eliminação de Documentos, conforme estabelecido pelo Decreto 52.808/2015, em seu Art. 6º, parágrafo V.

    Em outubro, foram recebidos na caixa do e-mail assuntos-proa@smarh.rs.gov.br, vinte e oito (28) e-mails de diversos órgãos, referentes a solicitações, esclarecimentos de dúvidas com relação à atribuição de assuntos no Sistema PROA. Além desses, na caixa de correio do SIARQ/RS foram recebidos cinco (5) e-mails com questões sobre gestão documental.

    Para solicitar assessoria ao SIARQ/RS, visando implementar as normativas e os instrumentos de gestão documental, pode entrar em contato pelo e-mail siarq-apers@smarh.rs.gov.br ou telefone (51) 3288-9114.

Oficinas de educação patrimonial – Outubro 2016

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Confira as escolas que participaram das Oficinas de Educação Patrimonial oferecidas pelo APERS durante o mês de outubro:

Dia 04: pela manhã os alunos da Turma A / 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental João de Barro participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Chaiane Silveira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 04: pela tarde os alunos da Turma A / 6º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboin participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 05: pela manhã os alunos da Turma 81 / 8º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Jerônimo Porto participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Daniela Simões de Souza. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 05: pela tarde os alunos da Turma 61 / 6º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Jerônimo Porto participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Daniela Simões de Souza. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 06: pela manhã os alunos da Turma 65 / 6º ano da Escola Estadual de Ensino Médio Baltazar de Oliveira Garcia participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelo professor Eduardo Schultz. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 06: pela tarde os alunos da Turma B / 6º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboin participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 11: pela manhã os alunos da Turma 13 M1 / 3º ano da Escola Técnica Estadual Frederico Guilherme Schmidt participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Marcos Freire Machado. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 11: pela tarde os alunos da Turma 92 / 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza, de Alvorada, participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pelo professor Marcelo Rios. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 13: pela manhã os alunos da Turma 23 M1 / 3º ano da Escola Técnica Estadual Frederico Guilherme Schmidt participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Marcos Freire Machado. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 13: a noite os alunos das Turmas T5 e T6 de Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal de Ensino Fundamental São Pedro participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pelo professor Rodrigo Dornelles. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 18: pela manhã os alunos das Turmas A e B / 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboin participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Ana paula Madruga. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 18: pela tarde os alunos das Turmas A, B e E / 1º ano da Escola Estadual de Ensino Médio Polisinos participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Fernanda Senger. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 20: pela manhã os alunos da Turma 91 / 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Jerônimo Porto participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Daniela Simões de Souza. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 20: pela tarde os alunos da Turma 71 / 7º ano Escola Municipal de Ensino Fundamental Jerônimo Porto participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Daniela Simões de Souza. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 25: pela manhã os alunos da Turma 81 / 8º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Vicente participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pela professora Sheila Lima Nogueira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 25: pela tarde os alunos da Turma 1 C / 1º ano da Escola Estadual de Ensino Médio Polisinos participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” acompanhados pela professora Fernanda Senger. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 26: pela manhã os alunos do 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: Historiador por um dia” acompanhados pelo professor Marcelo Rios. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 27: pela tarde os alunos dos 6º e 7º anos da Escola Estadual de Ensino Fundamental Ildefonso Gomes participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelos professores Bianca Zotti e Guilherme Pomar. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Para saber mais sobre nossas oficinas clique aqui.

Estágio Curricular em História APERS – Iª Edição| 2016

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            Entre os dias 29 de setembro e 26 de outubro, aconteceu no Arquivo Público a primeira edição do Estágio Curricular em História APERS, oferecido para alunos dos cursos de graduação em História, tanto bacharelado quanto licenciatura.

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            Com uma carga horária de 50 horas, distribuídas em 12 encontros, os estagiários puderam discutir e vivenciar, saberes e fazeres de um historiador dentro de uma instituição arquivística. No primeiro encontro, foram apresentados ao APERS por meio de uma Visita Guiada e de conversa sobre as atividades, em geral, desenvolvidas pelo arquivo. Nos segundo e terceiro encontros, foram abordados assuntos relacionados à Classificação, Avaliação e Descrição Documental. Além de leituras, foram propostas duas atividades, com documentos do Poder Executivo, para as quais o contato com o Plano de Classificação e a Tabela de Temporalidade (IN02/2014 SIARQ/RS) e as normas de descrição da NOBRADE se faziam necessárias para realização dos exercícios. No quarto encontro, foram trabalhados aspectos da indexação de documentos, umas das etapas da descrição documental, na qual foram utilizados documentos do Poder Judiciário. Nesse encontro, de forma prática, os alunos puderam conhecer o banco de dados do Arquivo AAP (Administração de Acervos Públicos) e realizar atividades práticas de alimentação do site.

            Nos quinto e sexto encontros, os estagiários entraram em contato com as áreas de Preservação e de Conservação. Realizaram leitura e debates sobre o tema e observaram as condições do arquivo e dos acervos a partir desse prisma. Também puderam realizar algumas atividades práticas de conservação como higienização, desmetalização, feitura de capas e costuras. Os próximos dois encontros, o sétimo e oitavo, foram destinados ao Atendimento ao Pesquisador. Além de leituras sobre o papel do historiador que atua em arquivos no suporte à pesquisa, conheceram os diferentes instrumentos de pesquisa disponíveis para acesso aos documentos dos poderes legislativo, judiciário e executivo. Depois disso, realizaram atividades de pedidos e de busca de documentação.

            Para os últimos quatro encontros, ficaram reservadas as temáticas da Difusão e das Ações Educativas. Para a primeira, além da proposta de leitura e discussão de texto sobre o assunto e apresentação das atividades de difusão desenvolvidas pelo APERS, os alunos, tiveram que escrever um texto, divulgando um conjunto documental, Acervo da Vara de Família e Sucessão, custodiado pelo Arquivo. Por fim, foram apresentados a ações educativas desenvolvidas pelo APERS e conheceram um pouco mais sobre os serviços pedagógicos de outros arquivos, nacionais e internacionais. E como exercício, construíram uma atividade pedagógica a partir de documentos da Comissão Especial de Indenização.

            Dessa forma, os estagiários puderam conhecer, problematizar e realizar algumas tarefas que compõem cada uma dessas atividades desenvolvidas pelos servidores dos APERS. Acreditamos que a proposta inicial, de oportunizar o contato de estudantes dos Cursos de História com os trabalhos desenvolvidos em instituições arquivísticas foi cumprido e que, para eles, além das instituições de educação básica e de ensino superior, os arquivos se transformaram em campo de atuação profissional.

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