APERS Entrevista: Aline Nascimento Maciel Comasseto

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2013.01.30 APERS entrevista Aline Nascimento Maciel ComassetoAline Nascimento Maciel Comasseto, 27 anos, é técnica em Biblioteconomia (ETCOM-UFRGS/2005), graduada em Arquivologia (UFRGS/2008) e especialista em Gestão em Arquivos (UFSM/2012). Foi arquivista do APERS entre 2010/13 e agora prepara-se para entrar em exercício como arquivista no Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada – CEITEC S.A. Confira nossa entrevista com Aline:

Blog do APERS: Aline, você poderia comentar um pouco sobre como surgiu a ideia de pesquisar sobre a acessibilidade no APERS?

Aline: Foi a partir da participação no Seminário Nacional de Acessibilidade em Ambientes Culturais promovido pela UFRGS. Fiquei muito emocionada, a temática mexeu comigo! Até me senti mal com o que oferecemos porque é sempre tudo muito cheio de desculpas… Falta de estrutura, de recursos, sei que são desculpas plausíveis, mas vimos exemplos impressionantes. Fala-se muito em acessibilidade em espaços culturais, mas se referindo a museus e bibliotecas, pois de praxe arquivos não são considerados. Chamou-me a atenção, enquanto arquivista, por saber que o APERS é compreendido como um espaço cultural e foi por isso que fui ao evento. O tempo todo tentava relacionar as falas dos palestrantes com o Arquivo e então surgiu a ideia. A principal e a maior barreira é a atitude, como a questão da deficiência é vista. Não temos rampa de acesso na entrada do Arquivo, temos rampas adaptadas na entrada da garagem… Todas estas questões fizeram-me pensar e ter vontade de escrever sobre o assunto.

Blog do APERS: Quais as principais conclusões que você chegou sobre o acesso e a acessibilidade a informação no APERS?

Aline: Apesar de todas as limitações pode-se dizer que o Arquivo vai muito bem obrigado, quanto ao acesso, pois já trabalhei em outros lugares e sei da dificuldade de acesso. Inclusive durante a pesquisa uma das entrevistadas falou que um objetivo do Arquivo sempre foi o acesso: temos problemas, por exemplo, como a não definição dos prazos de sigilo, o que não é culpa do APERS, mas dos produtores porque não recebemos documentos com prazos de sigilo, na verdade isso é um trabalho que o próprio SIARQ/RS talvez tenha que ter iniciativa. Fora isso, o Arquivo tem sala de pesquisa, espaço para atendimento, mas as questões que envolvem recursos são precárias: por exemplo, não temos computador na sala de pesquisa para disponibilizar consulta ao Sistema AAP. Nas questões de acessibilidade, não temos computadores com tecnologias assistivas, tais como audiodescritor… É um dos pontos que pensei no Seminário… há audiodescritor de livros,  por que não audiodescritores de documentos, de uma carta de liberdade, por exemplo? Porque não temos recursos humanos, computadores para isso! São as barreiras de estruturas! Os próprios funcionários ficam com os documentos inacessíveis porque a rede de dados é lenta, não podemos ter uma pessoa com deficiência trabalhando no Arquivo porque não vai poder acessar o Prédio III, já que o elevador não funciona! A acessibilidade tem de ser horizontal e vertical, a pessoa tem que circular por todos os ambientes. Tive a oportunidade de ver soluções, pequenas atitudes que fazem com que os problemas sejam minimizados e que a pessoa se sinta inserida no espaço cultural, um exemplo é a Pinacoteca de São Paulo. Quanto ao discurso que o prédio é tombado e não pode ser adaptado, isso não é desculpa faz tempo, porque tem uma instrução normativa do IPHAN que trata sobre a questão de acessibilidade. Claro, o projeto tem de ser elaborado/acompanhado por profissionais capacitados, mas tudo pode ser feito. O Museu do Louvre é adaptado, quer exemplo melhor?! Conversei com uma arquivista do APERS a qual relatou que tentaram chamar um arquiteto da SARH, mas que ele não vinha. Penso que somos muito barrados quando dependemos de outros, porque o APERS não tem autonomia.

Blog do APERS: Você foi arquivista (servidora técnica cientifica) no APERS, qual a importância desta vivência para tua atuação enquanto profissional?

Aline: Muita! Foi minha primeira experiência no serviço público. No início foi um choque, vim de uma universidade particular e achava que as coisas lá eram lentas… Quando vim para o Arquivo… Nossa! Nessa universidade, quando estava em período de experiência, meu chefe chamou-me atenção para que tivesse o “pulso mais firme” com meus funcionários… Eu desenvolvi isso lá! Então no APERS tive muitos problemas em relação a isso, uma das coisas que comecei a aprender é a lidar com pessoas, gerenciar equipe… Não vou dizer que melhorei, porque infelizmente tenho um problema muito grande de falta de paciência e trabalho melhor sozinha. Talvez numa próxima experiência eu consiga conciliar minhas vivências… Mas fora isso, a experiência no serviço público de já ir “vacinada”, de saber até onde tu podes ir, o que tu podes falar… Tenho um ritmo mais agitado, me pergunta uma coisa e falo até o que não é necessário, trabalho em um ritmo mais rápido, várias coisas ao mesmo tempo… E foi um pouco por isso que procurei outra oportunidade, acho que se eu continuasse aqui… emocionalmente estava me fazendo mal. Quando comecei a trabalhar aqui teve uma reunião de divisão de atividades, quando falaram em gerenciamento de acervos levantei a mão, sem nem saber direito o que era! A arquivista Camila Couto que trabalhava comigo brincava: “Levantou a mão por quê?”. Não imaginava tudo que o gerenciamento de acervos iria me proporcionar. Trabalhei em uma atividade que me possibilitou conhecer o acervo como um todo, mesmo que tenha sido só para saber em que caixa estava algum documento, em qual estante… Tive uma experiência muito boa sobre o Poder Executivo, Poder Judiciário… Com o Judiciário já tinha tido uma experiência em um trabalho anterior. Sai do Arquivo podendo dizer que conheço bem o acervo do Poder Judiciário. Quando comecei, já havia uma equipe trabalhando no Gerenciamento, mas mesmo assim consegui deixar com a minha cara. Ter desenvolvido um trabalho, saber que contribuí… Senti-me capaz como arquivista, mesmo muitas vezes pensando que não tenho o perfil de arquivista e justamente por ser bagunceira… Quem já teve a oportunidade de conhecer a minha mesa sabe, quando alguém chega e me pede algum documento chego a suar frio! Sempre duvidei muito de ser capaz e aqui foi uma oportunidade. Hoje penso que fiz um bom trabalho, sinto-me um pouco mais arquivista!

Blog do APERS: Como você acredita ser importante aliar as pesquisas acadêmicas aplicadas ao local de atuação profissional? Por quê?

Aline: Na minha defesa fui bastante elogiada por ter trabalhado um tema que é considerado mais difícil e ter relacionado com o Arquivo. A bibliografia sobre esta temática é mais sobre outros tipos de espaços culturais… Até fiquei um pouco culpada, pois já sabia que estava saindo quando apresentei a monografia… e não colocaria em prática. No próprio curso de Gestão em Arquivos, durante as disciplinas, tinha bastante troca de informações, então sempre relacionando um assunto com outro, questionei muitas coisas durante o curso.

Blog do APERS: Qual tua dica para pesquisadores que tem interesse em desenvolver trabalhos aplicados ao local de trabalho?

Aline: Tentar visualizar as dificuldades. Por um bom tempo pensei em fazer algo relacionado com o acervo do judiciário, mas para mim é uma coisa pronta, definida, não tenho problemas, conheço. E a acessibilidade é algo novo. Não se fala de acessibilidade em Arquivo, que os arquivos têm de ser acessíveis e tal… A dica é tentar ver qual ponto que não é explorado e que tu visualizas como necessário.

Blog do APERS: Nas horas vagas quais são tuas atividades preferidas de lazer?

Aline: Mãe do Elvis (cachorro)! Sou muito amigos e família (os mais próximos). Sou recém-casada, então é Aline e Tiago em algum lugar! Estamos curtindo o casamento, mobiliar o apartamento… Louca para ter filho! Gosto bastante de sair com meu marido e amigos.

Saiba mais sobre a pesquisa: Acessibilidade e acesso no APERS – Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul

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Mundo dos Arquivos – Dicas de filmes Parte III

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Os documentos são imprescindíveis em nossas vidas, tanto para fins de identificação quanto para prova. Desta forma, na última parte das dicas de filmes de 2013 sugerimos mais quatro obras. Algumas se referem a filmes mais introspectivos e densos, onde os documentos são utilizados para fins probatórios e outras a filmes mais leves e descontraídos, nos fazendo perceber o “Mundo dos Arquivos” com mais sutileza, confira!

O Mercador de Veneza, de Michael Radford, com Al Pacino, Jeremy Irons, Joseph Fiennes, Lynn Collins

1.1 O Mercador de VenezaNa cidade de Veneza, no século XVI, Bassanio (Joseph Fiennes) pede a Antonio (Jeremy Irons) o empréstimo de três mil ducados para que possa cortejar Portia (Lynn Collins), herdeira do rico Belmont. Antonio é rico, mas todo seu dinheiro está comprometido em empreendimentos no exterior. Assim ele recorre ao judeu Shylock (Al Pacino), que vinha esperando uma oportunidade para se vingar de Antonio. O agiota impõe uma condição absurda: se o empréstimo não for pago em três meses, Antonio dará um pedaço de sua própria carne a Shylock. A notícia de que seus navios naufragaram deixa Antonio em uma situação complicada, com o caso sendo levado à corte para que se defina se a condição será mesmo executada.

Links: trailer, fonte de pesquisa.

Sex and the city – o filme, de Michael Patrick King, com Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis, Cynthia Nixon

1.1 Sex and the city – o filmeQuatro melhores amigas: Carrie (Sarah Jessica Parker), Samantha (Kim Cattrall), Charlotte (Kristin Davis) e Miranda (Cynthia Nixon) sempre estão envolvidas em um turbilhão de sentimentos e nunca deixam de trocar as mais loucas experiências. Carrie é uma escritora famosa e apaixonada por Mr. Big; Charlotte e Harry adotaram uma linda menina; Miranda e Steve lutam para criar seu filho e Samantha mudou-se para Los Angeles, onde agencia a carreira de sucesso do seu namorado Smith.

Links: trailer, fonte de pesquisa.

Vida útil, de Federico Veiroj, com Jorge Jellinek, Manuel Martinez Carril, Paola Venditto

1.1 Vida útil - Federico VeirojJorge (Jorge Jellinek) tem 45 anos de idade e ainda vive com seus pais. Nos últimos 25 anos de sua vida ele trabalha no departamento de arquivos da Cinemateca de Montevideo, monta a programação de filmes, dá suporte técnico e ainda comanda um programa de cinema em uma estação de rádio. Jorge não tem nenhuma experiência em outro trabalho que não seja com filmes. E um dia Jorge perde o emprego. A partir de então ele busca uma forma de alterar seu modo de vida a fim de se adaptar a um novo mundo que surge à sua frente. Mas, seja como for, Jorge percebe que são justamente os filmes que irão ajudá-lo a sobreviver.

Links: trailer, fonte de pesquisa.

Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres, de David Fincher, com Daniel Craig, Rooney Mara, Christopher Plummer, Moa Garpendal, Rooney Mara.

É a adaptação hollywoodiana de David Fincher para o best-seller homônimo do sueco Stieg Larsson. Na trama, Mikael Blomkvist (Daniel Craig) é um jornalista econômico determinado a restaurar sua honra, depois de ser condenado na justiça por difamação. Ele é contratado por Henrik Vanger (Christopher Plummer), um dos industriais mais ricos da Suécia, para investigar o desaparecimento de sua sobrinha Harriet (Moa Garpendal), há 36 anos. Para este trabalho, se muda para uma ilha remota na costa gelada da Suécia sem saber o que o aguarda. Ao mesmo tempo, Lisbeth Salander (Rooney Mara), hacker da Milton Security, é contratada para levantar a ficha e os antecedentes de Blomkvist, missão que será o ponto de partida para que ela se una a Mikael na investigação de quem matou Harriet. O filme recebeu cinco indicações ao Oscar 2012, vencendo como Melhor Montagem.

Links: trailerfonte de pesquisa.

 

Para ler a segunda parte do Mundo dos Arquivos – Filmes clique aqui.

E ai, o que você achou das dicas? Gostou? Não gostou? Por quê? Poste nos comentários suas percepções sobre como o “Mundo dos Arquivos” é representado nas obras cinematográficas!

Na próxima semana postaremos dicas de episódios de séries, aguarde e confira!

Atividades do APERS aos “100 anos do Monumento a Júlio de Castilhos”

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     O Arquivo Público do RS participou das comemorações dos “100 anos do Monumento a Júlio de Castilhos” no dia 25 de janeiro.

2013.01.30 APERS Mini exposicao - 100 anos monumento Julio de Castilhos   No final da tarde foi proporcionada uma visita guiada ao conjunto arquitetônico onde os visitantes percorreram o interior da instituição, conhecendo um pouco mais sobre os acervos.

   Para a ocasião também estão em exposição, na Sala Joél Abílio Pinto dos Santos, o inventário de Júlio de Castilhos, entre outros documentos. Venha visitar a mini exposição que acontece até 04 de fevereiro no APERS, das 8h30min às 17hs, de segunda à sexta-feira.

Saiba mais.

Mundo dos Arquivos – Dicas de filmes Parte II

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Hoje postamos a segunda parte de nossas sugestões de filmes que remetem a temática dos arquivos. Bom filme!

Cidade dos Anjos, de Brad Silberling, com Nicolas Cage, Meg Ryan e Andre Braugher.

Em Los Angeles, uma dedicada cirurgiã (Meg Ryan) fica arrasada quando perde um paciente 1.1 Cidade dos Anjos - Brad Silberlingdurante uma operação, no mesmo instante em que um anjo (Nicolas Cage), que estava na sala de cirurgia, começa a se sentir atraído por ela. Em pouco tempo ele fica apaixonado pela médica e resolve ficar visível para ela, a fim de poder encontrá-la frequentemente, o que acaba provocando entre os dois uma atração cada vez maior, apesar dela ter um sério relacionamento com um colega de profissão. O ser celestial não pode sentir calor, nem o vento no rosto, o gosto de uma fruta ou o toque da sua amada, assim ele cogita em deixar de ser um imortal para poder amar e ser amado intensamente.

Links: trailer, fonte de pesquisa.

Jornada da Alma, de Roberto Faenza, com Emilia Fox, Iain Glen e Craig Ferguson.

1.1 Jornada da AlmaEm 1905 Sabina (Emilia Fox), uma jovem russa de 19 anos que sofre de histeria, recebe tratamento em um hospital psiquiátrico de Zurique, na Suíça. Seu médico, o jovem Carl Gustav Jung (Iain Glen), aproveita o caso para aplicar pela primeira vez as teorias do mestre Sigmund Freud. A cura de Sabina vem acompanhada de um relacionamento amoroso com Jung. Após alguns anos ela volta à Rússia, tornando-se também psicanalista e montando a primeira creche que usa noções de psicanálise para crianças. Década após sua morte, ela tem sua trajetória resgatada por dois pesquisadores.

Links: trailer, fonte de pesquisa.

Max Payne, de John Moore, com Mark Wahlberg, Mila Kunis, Olga Kurylenko.

O policial Max Payne (Mark Wahlberg) tinha uma vida feliz até que sua mulher e seu filho1.1 Max Payne foram assassinados por três homens que invadiram sua casa. O crime muda completamente as atitudes do oficial, que se torna alguém obcecado em encontrar o único assassino que conseguiu sair vivo do local. Trabalhando na divisão de casos não solucionados, ele passa seus horários de investigando sobre o caso, com ainda mais afinco. Quando conhece a bela Natasha (Olga Kurylenko), Max acredita que está próximo de encontrar pistas sobre o culpado, mas a ela é brutalmente morta logo após o encontro. Seu ex-parceiro, Alex, descobre uma pista que pode ajudá-lo, mas também é assassinado e Payne passa a ser investigado pelos dois crimes. Sem o apoio da corporação, ele contará com a ajuda da assassina Mona (Mila Kunis), irmã de Natasha. Quanto mais a dupla investiga, mais percebe que há muito por trás deste caso. Decididos a solucionar os crimes, eles entrarão cada vez mais em um universo violento cercado por drogas e seres sobrenaturais.

Links: trailer, fonte de pesquisa.

Mandela – A Luta pela Liberdade, de Bille August, com Joseph Fiennes, Dennis Haysbert, Diane Kruger

James Gregory (Joseph Fiennes) é um típico branco sul-africano, que enxerga os negros como seres inferiores, assim como a maioria da população branca que vivia na África do Sul sob o apartheid dos anos 60. Crescido no interior, ele fala bem o dialeto Xhosa. Exatamente por isso, não é um carcereiro comum: atua, na verdade, como espião do governo com a missão de repassar informações do grupo de Nelson Mandela (Dennis Haysbert) para o serviço de inteligência. Mas a convivência com Mandela cria um forte laço de amizade entre eles e o transforma em um defensor dos direitos negros na África do Sul.

Links: trailer, fonte de pesquisa.

Para ler a primeira parte do Mundo dos Arquivos – Filmes clique aqui.

Depois de assistir poste nos comentários o que achou das dicas, se lembrar de outros títulos comente!

APERS participa do evento “100 anos do Monumento a Júlio de Castilhos”

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     Em comemoração aos 100 anos do Monumento a Júlio de Castilhos, a UrbsNova – Agência de Inovação Social organizou uma programação especial que acontecerá nesta sexta, dia 25 de janeiro, na Praça da Matriz, com diversas atividades com a participação de várias instituições públicas.

     O Arquivo Público do RS também participará do evento:

– 25/01 às 18hs: Visita guiada ao prédio do APERS. Local: Rua Riachuelo, 1031 (provavelmente a entrada será pela Praça da Matriz).

– 25/01 a 1º/02: Miniexposição no APERS de documentos relativos a Júlio de Castilhos. Local: Rua Riachuelo, 1031, das 08h30min às 17hs.

Acesse aqui:

Evento no Facebook

Programação completa

Mundo dos Arquivos – Dicas de filmes Parte I

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Para tornar suas férias ainda mais divertidas indicamos quatro filmes que têm em seu enredo a temática dos arquivos. Bom filme!

A prova, de John Madden, com Gwyneth Paltrow, Anthony Hopkins, Hope Davis,1.1 A prova - John Madden Jake Gyllenhaal

Catherine (Gwyneth Paltrow) é uma jovem que, depois da morte do pai (Anthony Hopkins) – um matemático brilhante, porém com problemas mentais, tem que enfrentar seus próprios temores: ter herdado não só a genialidade, mas também a loucura dele. Para complicar sua vida, ela tem que lidar com a inesperada visita da irmã (Hope Davis) e a presença constante de Hal (Jake Gyllenhaal), um ex-aluno interessado em pesquisar os arquivos do mestre.

Links: trailer, fonte de pesquisa.

Anti-herói americano, de Shari Springer Berman e Robert Pulcini, com Paul Giamatti, Hope Davis, James Urbaniak.

1.1 Anti-heroi AmericanoO balconista de hospital Harvey Pekar (Paul Giamatti) deixa cair no chão alguns arquivos de óbito e encontra a ficha de um homem que trabalhou a vida inteira como balconista em Cleveland ­ um emprego burocrático, exatamente como o dele. Esse episódio, combinado com o fato de ter visto o seu amigo Robert Crumb (James Urbaniak) se tornar uma pequena celebridade em São Francisco como cartunista, o inspira a criar a sua própria revista em quadrinhos, chamada American Splendor. A revista, publicada em 1976 com grande sucesso, retratava com realismo o cotidiano do próprio Harvey, um amante compulsivo de jazz e livros. Foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado.

Links: trailer, fonte de pesquisa.

Areias do Tempo, de Alberto Negrin, com Ben Cross, Peter Weller e Marco Bonini

Diane, uma jovem e atraente arqueóloga, conhece o Dr. Neal Hogan nos arquivos secretos no 1.1 Areias do Tempo - Alberto NegrinVaticano. Ambos estão interessados no grande mistério que pai de Diane, o famoso cientista Dr. Shannon, deve ter descoberto na África – porque desde então ele nunca mais foi visto por ninguém. Mas Diane está totalmente convencida de que seu pai ainda está vivo. Ele procurava uma torre que, de acordo com registros antigos, pode conduzir as pessoas à extrema sabedoria. Ignorando os avisos de seus amigos, Diane decide viajar em busca de seu pai e encontrar a lendária torre. Também na busca do monumento, que contém as respostas sobre o tempo e o espaço, está uma tropa de cavaleiros selvagens do deserto, sob o comando do bravo oficial Léon. Ajudada por Rashid, um misterioso príncipe do deserto e velho amigo de seu pai, Diane passará por grandes perigos.

Link: fonte de pesquisa.

A Invenção de Hugo Cabret, de Martin Scorsese, com Asa Butterfield, Chloe Moretz, Jude Law, Sacha Baron Cohen.

É a adaptação cinematográfica do livro infanto-juvenil assinado por Brian Selznick. A narrativa ambientada na Paris dos anos 30 acompanha as aventuras de Hugo Cabret (Asa Butterfield), um garoto órfão que vive escondido nas paredes da estação de trem. Seu bem mais precioso é um robô que não funciona, deixado por seu pai (Jude Law) antes de morrer. Um dia, enquanto foge do inspetor (Sacha Baron Cohen), ele conhece Isabelle (Chloe Moretz), uma garota excêntrica e apaixonada por livros com quem inicia uma forte amizade. Eles logo descobrem que Isabelle possui uma chave em formato de coração que se encaixa perfeitamente na fechadura existente no robô. Assim, o boneco volta a funcionar e os três se juntam para resolver um incrível mistério. O filme foi eleito o melhor de 2011 pela National Board of Review, a associação de críticos americanos, e líder em indicações ao Oscar 2012, presente em 11 categorias, recebendo os troféus técnicos de Melhor Fotografia, Direção de Arte, Edição de Som, Mixagem de Som e Efeitos Visuais.

Links: trailer, fonte de pesquisa.

Confira, também, nossas dicas de filmes de 2012 nos seguintes links: Parte I e Parte II.

Assista e nos conte qual foi sua percepção sobre as cenas nos ambientes que nos remetem ao “Mundo dos Arquivos”!

Mundo dos Arquivos – Dicas de leitura

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Hoje postamos a primeira dica do “Mundo dos Arquivos” de 2013! Indicamos quatro livros que nos remetem a arquivos, bibliotecas e museus. Esperamos que estas leituras deixem suas férias ainda mais leves e emocionantes! Boa leitura!

A Ordem dos Arquivistas: Centésimo, de Ricardo Sodré Andrade.

Em um grande vale, uma enorme fortaleza incrustada entre as montanhas abriga o maior arquivo da Ordem dos Arquivistas, uma antiga organização cuja missão é guardar os registros produzidos e acumulados pelos reinos daquele mundo. Neste lugar, um jovem iniciou uma busca por seu tio, um membro da Ordem que desapareceu misteriosamente. Em sua jornada pelo vale, o sobrinho do arquivista acaba descobrindo a relação de sua família com uma antiga lenda, as maravilhas de um dos ofícios mais respeitados do continente e a realidade por trás de algumas das fantásticas histórias contadas às crianças ao longo das eras.

Links: book trailer, para ler o primeiro capítulo, fonte de pesquisa.

O Conto do Amor, de Contardo Alligaris.

‘O conto do amor’ inicia com a visita de Carlo Antonini, psicoterapeuta que vive em Nova York, ao convento de Monte Oliveto Maggiore, na Toscana. Ali ele se depara com algo inusitado – a figura do jovem São Bento, pintada em um dos afrescos nas paredes, é parecida com seu pai, que morreu doze anos antes. Isso o remete ao próprio motivo de sua ida à Itália – uma estranha conversa que ambos tiveram pouco antes de o pai morrer, quando este revelou ao filho, em tom de confissão, que em outra vida teria sido ajudante do pintor maneirista Sodoma (1477-1549), justamente o autor daquelas imagens. É o início de uma história cheia de surpresas, envolvendo um caso amoroso em meio à Segunda Guerra e seus desdobramentos da época até o presente.

Links: para ler o primeiro capítulo, fonte de pesquisa.

O Prisioneiro do Céu, de Carlos Ruiz Zafón.

Barcelona, 1957. Daniel Sempere e o amigo Fermín, os heróis de A Sombra do Vento, regressam à aventura, para enfrentar o maior desafio das suas vidas. Quando tudo lhes começava a sorrir, uma inquietante personagem visita a livraria de Sempere e ameaça revelar um terrível segredo, enterrado há duas décadas na obscura memória da cidade. Ao conhecer a verdade, Daniel vai concluir que o seu destino o arrasta inexoravelmente a confrontar-se com a maior das sombras: a que está a crescer dentro de si. Transbordante de intriga e de emoção, O Prisioneiro do Céu é um romance magistral, que o vai emocionar como da primeira vez, onde os fios de A Sombra do Vento e de O Jogo do Anjo convergem através do feitiço da literatura e nos conduzem ao enigma que se esconde no coração do Cemitério dos Livros Esquecidos.

Links: book trailer, site do livro, para ler o primeiro capítulo, fonte de pesquisa.

Percy Jackson e os olimpianos: os arquivos do semideus, de Rick Riordan.

Jovens semideuses preparem-se para ter acesso a arquivos altamente sigilosos. Compilado pelo escriba sênior do Acampamento Meio-Sangue, o sr. Rick Riordan, o conteúdo supersecreto apresentado em Os arquivos do semideus inclui os relatórios de três das mais perigosas aventuras de Percy Jackson, informações valiosas conseguidas em entrevistas com os mais importantes heróis da saga, um utilíssimo mapa do acampamento e muito, muito mais.

Links: para ler o primeiro capítulofonte de pesquisa.

2013.01.09 Mundo dos Arquivos – Dicas de livros - APERS

Veja as dicas literárias de 2012 nos seguintes links: Parte I e Parte II.

Você lembra de outros títulos? Comente!

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