APERS na programação da Semana do Servidor Público

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2015.10.28 Visita guiada semana do servidor

     Hoje, dia 28 de outubro é o dia do Servidor Público! Para marcar a data a Secretaria de Modernização Administrativa e Recursos Humanos (SMARH) está promovendo a Semana do Servidor Público 2015, que iniciou dia 26 (segunda-feira) e seguirá até dia 29 (quinta-feira).

     O Arquivo Público do RS integra a programação da Semana oferecendo visita guiada ao conjunto arquitetônico amanhã, dia 29, às 10h. A visita tem a proposta de mostrar aos visitantes o acervo e a estrutura arquitetônica da instituição, formada por três prédios, sendo dois em estilo neoclássico, projetados para a guarda e conservação de documentos, construídos nas décadas de 1910 e 1920 e outro em estilo moderno, construído na década de 1940, que abriga as atividades administrativas e técnicas.

    As inscrições para a visita guiada podem ser feitas através do e-mail visitas@smarh.rs.gov.br. O Arquivo Público do RS fica na Rua Riachuelo, 1031, Centro Histórico de Porto Alegre.

     Lembramos que oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h.

    Venha nos visitar!

APERS? Presente, professor! – A luta pela terra e o direito à propriedade

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A luta pela terra_Blog   Hoje disponibilizamos a sexta e última proposta pedagógica da IIª Edição do Projeto APERS? Presente, professor!

    Denominada de A luta pela terra e o direito à propriedade, essa proposta tem como objetivo promover reflexões acerca da luta pela terra no Brasil e relação entre ela e os direitos humanos. Para construí-la, a equipe do projeto utilizou como fonte, recortes de um processo administrativo de indenização que compõe o Acervo da Comissão Especial de Indenização. Acesse aqui o arquivo da proposta.  Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

    Um ótimo trabalho!

Transferência feriado Dia do Funcionário Público

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2015.10.21 Transferencia feriado Dia Funcionário Publico

Clique aqui para mais informações.

Exposição de Banners do Memorial Jesuíta da Unisinos

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2015.10.21 Exposição BannersO Arquivo Público do RS recebe a Exposição de Banners, que reproduz parte da Coleção de Obras Raras e Especiais do Memorial Jesuíta da Unisinos, que nos dá a dimensão de seu tesouro bibliográfico.

Embora os seminários de formação religiosa no sul do Brasil tenham sido fechados, os acervos de suas bibliotecas permaneceram. Tais obras não poderiam “se perder no tempo”, aprisionadas nas bibliotecas. Então, com a intenção de preservar e, principalmente, de proporcionar acesso aos interessados, a Unisinos começou a resgatar as coleções a partir do ano 2000, a partir da aquisição da Biblioteca do Seminário Cristo Rei, desencadeando a vinda de outros acervos de igual peculiaridade.

Deste então, a Biblioteca da Unisinos se ocupa com guarda, conservação, segurança e disponibilidade das obras datadas deste o século XV, compondo um acervo ainda incalculável de livros, periódicos, fotografias e documentos.

Para divulgação da parte de Obras Raras e Especiais, foram reproduzidas, em forma de Banners, obras que chamam atenção ora por seu formato físico, ora pela importância de seus títulos e autores. Grande parte destas obras encontra-se no idioma latino, devido à demanda da formação erudita do seu público. Outros idiomas, como alemão e francês, também estão presentes por demanda dos imigrantes desta região e também por ser o idioma reinante no meio acadêmico no final do século XIX.

A exposição está no Espaço Joel Abílio Pinto dos Santos, do APERS, até 13 de novembro de 2015, de segunda a sexta, das 8h30min às 17h. A entrada é gratuita, venha prestigiar!

APERS sedia a “VIII Jornadas do GT Mundos do Trabalhos” e difunde os “Documentos da Escravidão”

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2015.10.21 VIII Jornadas do GT Mundos do Trabalho

Entre os dias 26 e 29 de outubro, o GT Mundos do Trabalho da ANPUH-RS realiza sua VIII Jornada, “Histórias do Trabalho Escravo, Liberto e Livre”. O evento ocorrerá, nos dias 26 e 27, no Campus Porto Alegre da Unisinos (Av. Luiz Manoel Gonzaga, 700, Bairro Petrópolis), e no dia 28 no auditório do Arquivo Público do RS (Rua Riachuelo, 1031, Centro). Já no dia 29 ocorrerá a atividade complementar “O Floresta dos Operários”, na Rua Conde de Porto Alegre, Bairro Floresta.

As atividades realizadas no APERS envolverão sessões coordenadas, mesas, minicurso e lançamentos de livros. Durante a tarde a historiadora do APERS, Clarissa Sommer, coordenará a sessão intitulada “Fontes, Acervos e Historiografia”, e a historiadora do APERS, Caroline Baseggio, falará a respeito das diversas ações do projeto Documentos da Escravidão e guiará uma visita ao conjunto arquitetônico da instituição.

Consulte a programação completa e outras informações aqui. Inscreva-se e participe!

2015.10.21 Cartaz VIII Jornadas GT Mundos Trabalho

Ações Educativas em Arquivos VII – Experiências Portuguesas

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Na última postagem sobre Ações Educativas em Arquivo, abordamos os trabalhos realizados pelo Arquivo Histórico de São Paulo. Hoje, vamos atentar para experiências desenvolvidas por arquivos de Portugal, uma referência para o campo de conhecimento arquivístico. Vamos começar pelo Arquivo Municipal de Lisboa (AML) responsável pela custódia de acervos datados desde o século XIII e considerado um dos maiores daquele país.

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Fisicamente ocupa diferentes espaços físicos e guarda documentos capazes de contar a história da cidade. Nesses espaços são encontrados documentos em diversos suportes, tais como pergaminho, livros, fotografias, vídeos, cartazes. De um modo geral os acervos são constituídos por documentos produzidos pelos órgãos do município, documentos históricos que compõem outros fundos diversos, documentos de particulares como os processos de construção de obras privadas e acervo videográfico.

Além de todas às tarefas que são competência de arquivos públicos, ele dispõe de um exemplar serviço educativo que pode ser notado em uma visita rápida ao site da instituição. As informações que encontramos na página são muitas e, por isso, vamos comentar de forma genérica e ampla por aqui – ao leitor, deixamos o convite para uma pesquisa mais ampla na página do AML.

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O Arquivo Municipal de Lisboa dispõe de atividades destinadas para distintas faixas etárias que abordam a história de Lisboa e a história da fotografia. Para o público Pré-escolar encontramos: (1) A casa do Kivo e (2) Pequenos fotógrafos. Para o 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico, equivalente ao nosso ensino fundamental temos atividades sobre a história de lisboa: (1) Lisboa no tempo de D. Afonso Henriques; (2) Lisboa no tempo de D. Dinis; (3) O Foral Manuelino e Lisboa dos Descobrimentos; (4) A restauração da independência de Portugal em 1640; (5) O terremoto de 1755 e a reconstrução de Lisboa; (6) 5 de Outubro de 1910: A revolução republicana; (7) A revolução de 25 de Abril de 1974. Atividades sobre os costumes e tradições da cidade de Lisboa: (1) A bandeira municipal de Lisboa: história e símbolos; (2) Ontem e Hoje: os meios de transporte em Lisboa; (3) Os vendedores ambulantes e quiosques no princípio do século XX; (4) Santo António: tradição e festa. E atividades temáticas sobre a fotografia: (1) Álbum em branco; (2) À descoberta da photographia; (3) Fotógrafo à la minute.

Essas são as atividades realizadas nas dependências do Arquivo que podem ser compreendidas nos seus detalhes na página do AML. Além delas, é disponibilizada ao professor, uma atividade intitulada Explorar a cidade, que acontece durante um ano letivo. O objetivo dessa atividade é explorar a história do bairro na qual está inserida a escola onde os alunos estudam a partir do documento do AML. Acontece por meio de três ou quatro visitas e prevê a elaboração de um trabalho final, uma reflexão das experiências vividas e das atividades realizadas.

Por fim, ainda encontramos sugestões de atividades disponibilizadas em formato digital. Para as crianças e jovens temos: A História de Kivo e sua família, Jornal ArKivo, Jogos e Segredos e Tesouros. Para as famílias, roteiros de atividades que incluem exposições, visitas e exibições de filmes em diversas instituições culturais. E para os professores, materiais de apoio à sala de aula.

Os próximos serviços educativos que vamos apresentar fazem parte das atividades desenvolvidas pelo Arquivo Regional da Madeira (ARM), localizado na cidade portuguesa de Funchal na Ilha da Madeira, capital da Região Autônoma da Madeira.

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Sob a responsabilidade desse arquivo está a guarda de documentação da administração da Ilha da Madeira e do Porto Santo, desde o início do povoamento da região. Por lá, entendem que as atividades pedagógicas fazem parte de um Serviço Educativo e de Extensão Cultura, que objetiva o contato com um público não tradicionalmente usuário de arquivo.

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Destinado ao público escolar, são oferecidas ações realizadas permanentemente pela instituição e outras de caráter temporário. Ambas problematizam as temáticas da genealogia e da emigração. São elas: (1) Vamos conhecer o Arquivo Regional da Madeira; (2) Dia aberto a Comunidade; (3) Workshop Genealogia e História da Família; (4) O Meu Conselho… Porto Santo, Porto de Moniz; (5) Cadernos Pedagógicos Temáticos; (6) Maletas Pedagógicas “Eu Escondidos” (genealogia e história das famílias na escola); Ateliê Aprendiz de Arquivo: uma aposta ganha.

As atividades são minuciosamente explicadas na edição número 0 do Jornal Aprendiz do Arquivo, outra ação voltada para o público escolar. Até o momento foram 15 edições que divulgam as atividades desenvolvidas pela Instituição. Composto por um editorial, manchete das principais notícias e atividades, projeto em curso, guia do Arquivo, tema central, atua escola e generalidades, a publicação tem periodicidade semestral e possui uma linguagem extremamente acessível ao público não especializado e pensado mesmo para ser lida por estudantes.

Além disso, o Arquivo disponibiliza visitas orientadas ou ações organizadas de acordo com o solicitado pelas escolas e instituições de ensino superior. Isso se deve a compreensão, expressa na página da Instituição, de que o ARM é um dos veículos da identidade coletiva de uma comunidade, da mesma forma que um dos suportes da administração pública e que tem como função “democratizar e simplificar o contato do público com os documentos históricos, quebrando barreiras culturais, sociais e geográficas ao seu acesso e instituindo-se como fator de cidadania” dos madeirenses.

Por fim, vamos apresentar o serviço educativo do Arquivo Municipal Ponte de Lima, localizado na vila mais antiga de Portugal, hoje Município de Ponte de Lima.

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Responsável pela coordenação das ações referentes à Seção do Arquivo da repartição Administrativa, a instituição também possui como tarefa a defesa e a salvaguarda de arquivos, coleções e demais documentos com valor histórico e patrimonial originados por outros organismos, pessoas ou serviços existentes no Concelho (unidade administrativa).

Além de recolher, inventariar, preservar, cabe ao Arquivo divulgar o patrimônio documental do Conselho de Ponte de Lima ao grande público. Para isso, são organizadas exposições, atividades de extensão cultural e educativa e publicações.

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Encontramos as informações sobre os serviços educativos em um plano de atividades para o ano letivo 2014/2015. Lá estão descritas as seguintes ações:(1) Exposição Ponte de Lima: a noite pelo dia, uma história feita de Luz; (2) Projeto Artes e Ofícios: Os saberes e as artes tradicionais – Lotoaria Luminária, para os 3º e 4º anos do 1º Ciclo; (3) Concurso O meu Cartaz das Feiras Novas: 190 anos, para os 3º e 4º anos do 1º Ciclo; Oficinas O meu Cartaz das Feira Novas à minha maneira e A mascote das Feiras Novas à minha maneira, para o Jardim de Infância e 1º Ciclo; (4) Teatro de Fantoches Feiras Novas, uma história feita de luz e D. Teresa fez vila o lugar de Ponte, para o Jardim de Infância e 1º Ciclo; (5) Outras atividades destinadas para o Jardim de Infância, 1º e 2º ciclos: (a) Arquivista por um dia, (b) A caça de documentos no Reino da Informação, (c) Viagem pela rota das especiarias e (d) A minha árvore genealógica.

Tudo isso para uma apresentação genérica. Conseguem imaginar o quanto de discussão poderíamos fazer a respeito de cada uma dessas experiências? Sobre cada uma dessas atividades? Nossa intenção ao sugerirmos uma série de postagens a respeito das ações educativas desenvolvida por arquivos não foi essa e sim abrimos o caminho para refletirmos o quanto essa deve ser uma das tarefas desenvolvidas pelas instituições arquivísticas de forma permanente, a despeito das mudanças por alterações governamentais. Parece-nos óbvio que os arquivos de Portugal tem percorrido esse caminho, atividades pedagógicas e educativas são compreendidas como serviço público e sobre isso ainda precisamos falar, escrever e defender muito nesta terra do além-mar.

Fontes:
Arquivo Regional da Madeira, disponível em: http://www.arquivo-madeira.org
Arquivo Municipal Ponte de Lima, disponível em: http://arquivo.cm-pontedelima.pt/ver.php?cod=0H
Arquivo Municipal Ponte de Lima, disponível em: http://arquivo.cm-pontedelima.pt/imagens/noticias/julho2015/AMPL_Atividades_do_Servico_Educativo_2015-2016.pdf
Arquivo Municipal de Lisboa, disponível em: http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/pt/educação/

Pesquisando no Arquivo: Processos Judiciais de Busca e Apreensão

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2015.10.21 Busca e Apreensao     Neste mês, nossa indicação de pesquisa recai sobre os Processos Judiciais de Busca e Apreensão, que é a diligência judicial ou policial e tem por finalidade procurar pessoa ou coisa que se deseja encontrar, para apresentá-la à autoridade que a determinou.

     É prevista nos arts. 839 a 843 do Código de Processo Civil Brasileiro e no artigo 240, §1º, do Código de Processo Penal:

Art. 240. A busca será domiciliar ou pessoal.
§1o. Proceder-se-á à busca domiciliar, quando fundadas razões a autorizarem, para:
a) prender criminosos; b) apreender coisas achadas ou obtidas por meios criminosos; c) apreender instrumentos de falsificação ou de contrafação e objetos falsificados ou contrafeitos; d) apreender armas e munições, instrumentos utilizados na prática de crime ou destinados a fim delituoso; e) descobrir objetos necessários à prova de infração ou à defesa do réu; f) apreender cartas, abertas ou não, destinadas ao acusado ou em seu poder, quando haja suspeita de que o conhecimento do seu conteúdo possa ser útil à elucidação do fato; g) apreender pessoas vítimas de crimes; h) colher qualquer elemento de convicção.”

     Busca é a diligência em que se procuram objetos e pessoas para produzir prova no processo ou para dar cumprimento a uma ordem judicial de prisão. Pode ser realizada na fase inquisitorial, no decorrer da ação penal e até mesmo na execução da pena.

     Apreensão é a consequência da busca e consiste no recolhimento das pessoas ou coisas procuradas, quando esta tendo resultado positiva.

     Embora sejam tratadas em conjunto no Código de Processo Penal e tenham a mesma natureza no que tange à cautelaridade e instrumentalidade, a busca e a apreensão não se confundem:

A distinção entre busca e apreensão parece ser uma evidência. A apreensão da coisa ou da pessoa vítima, prisão de acusados ou coleta de indícios, entretanto, é a própria ratio da busca. Embora subjacente à busca uma intenção de apreensão ou prisão da coisa ou pessoa investigada ou apropriação de indícios do fato investigado, a busca e a apreensão são noções que não se confundem, pois guardam uma certa autonomia e, às vezes, caracterizam-se como medidas absolutamente independentes.”

     Em nosso acervo, há cerca de 1282 registros de Busca e Apreensão, que vão, com algumas variantes de tempo, de 1848 a 1973. Se você tiver interesse em pesquisar estes documentos, envie um e-mail para saladepesquisa@smarh.rs.gov.br e solicite seu atendimento!

Fonte:
OLIVEIRA, Fernanda Carolina Leonildo de. A limitação da busca e apreensão no Processo Penal. Revista Jus Navigandi, Teresina, ano 20, n. 4430, 18 ago. 2015. Disponível em: <http://jus.com.br/artigos/41837&gt;. Acesso em: 20 out. 2015.

Projeto AfricaNoArquivo participa de Evento da ATEMPA

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Nos dias 16 e 17 de outubro ocorreu o IV Encontro de Educadores da Associação dos Trabalhadores em Educação do Município de Porto Alegre (ATEMPA) no Auditório do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA). Para esse encontro foi escolhido como tema de debate a Diversidade nas Escolas e o Arquivo Público, por meio do Projeto AfricaNoArquivo – Fontes de Pesquisa e Debates para a Igualdade Étnico-racial, esteve presente.

Assim como a proposta das atividades promovidas pela ATEMPA, também o Programa de Educação Patrimonial UFRGS|APERS tem promovido ações de debates em torno das relações e de políticas que promovam a igualdade étnico-racial. Umas delas foram a produção das Caixas Pedagógicas pelo Projeto AfricaNoArquivo. A participação do APERS deu-se por meio da distribuição, durante os dois dias, das Caixas Pedagógicas aos professores das escolas que ainda não tinham recebido o material e que estavam participando do evento. Com isso, tivemos como resultado a distribuição, para algumas dezenas de escolas do município de Porto Alegre, de um material pedagógico que, com certeza, contribuirá para o prosseguimento do debate em torno da diversidade nas escolas.

Ações do Programa de Educação Patrimonial serão difundidas no Salão UFRGS 2015

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Na próxima semana, dia 21/10, quarta-feira, Amanda Ciarlo, Andressa Malhão, Guilherme Lauterbach e João Victor Câmara, bolsistas do Programa de Educação Patrimonial UFRGS-APERS (PEP), participarão do Salão UFRGS 2015, apresentando trabalhos produzidos sob orientação da prof.ª Carla Rodeghero (UFRGS) a respeito das ações desenvolvidas no APERS.

Banner Salão de Extensão

No turno da manhã, das 09h às 12h, Andressa e João vão participar de uma tertúlia no XVI Salão de Extensão, apresentando a comunicação intitulada “Educação patrimonial e formação de professores: Escravidão, liberdade e emancipação como demanda escolar”. A reflexão é fruto do trabalho desenvolvido no APERS ao longo do primeiro semestre de 2015, com o oferecimento do curso de Formação para Professores “Educação Patrimonial e Cidadania: história da escravidão e liberdade no Rio Grande do Sul”, realizado pelo PEP e pelo GT Emancipações e pós-abolição da ANPUH-RS, e com a reformulação da oficina Os Tesouros da Família Arquivo. Confira a programação completa das tertúlias no Salão de Extensão aqui, e os resumos de todos os trabalhos que serão apresentados em nossa sessão, aqui.

banner Salão de Ensino

Já no turno da tarde, das 14h às 18h, Amanda e Guilherme farão sua comunicação no XI Salão de Ensino, na Sessão 10.2 – Relato de Experiência pedagógica na Graduação. O trabalho, intitulado “De Patacho a Panxo: o uso de processos crime em oficinas de educação patrimonial sobre escravidão e liberdade”, visa compartilhar as vivências da equipe durante a reformulação da oficina Tesouros, quando os processos criminais salvaguardados pelo APERS foram pesquisados para compor a atividade. O relato aponta as dificuldades e potencialidades percebidas para o trabalho com turmas dos 6º e 7º ano do Ensino Fundamental a partir dessa tipologia documental

A apresentação da manhã ocorre na Sala 01 do Instituto de Letras, e a da tarde ocorre na Sala 212 do Prédio 43124, ambas no Campus do Vale (Av. Bento Gonçalves, n.º 9.500). Participe!

I Jornada do GT História da Infância, Juventude e Família da ANPUH-RS

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2015.10.14 Evento anpuh

Lançado o Guia de Fundos das Câmaras Municipais do Rio Grande do Sul: período Colonial e Imperial – 1747 a 1889

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     Na última quarta-feira, dia 07, servidoras do Arquivo Público do RS estiveram presentes no Seminário Arquivos Públicos Municipais: Preservação da Memória, Transparência e Acesso à Informação. O evento, realizado na Cinemateca Capitólio, foi uma iniciativa da Coordenação da Memória Cultural, Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho e Secretaria da Cultura de Porto Alegre.

     A programação contou com apresentações sobre: Política Nacional de Arquivos, por Domícia Gomes Borges representante do Conselho Nacional de Arquivos; Acesso à Informação e Transparência Ativa através da Plataforma Arquivística em Software Livre para Arquivos na Internet, pelo professor Daniel Flores, da Universidade Federal de Santa Maria; Arquivos, Transparência e Acesso, por Alexandre Veiga, arquivista da Secretaria Estadual de Cultura; A Importância da Documentação das Câmaras Municipais para a História do Brasil, por Helen Osório – Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Jorge Alberto Soares Barcellos, historiador do Memorial da Câmara Municipal de Porto Alegre.

Guia capa     As servidoras do Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho apresentaram os Resultados do Projeto Câmaras Coloniais e Imperiais e foi lançado, em versão digital, o Guia de Fundos das Câmaras Municipais do Rio Grande do Sul: período Colonial e Imperial – 1747 a 1889 (clique aqui para acessar).

     Este projeto interinstitucional, tem a participação de municípios e instituições que custodiam acervos deste período. O Arquivo Público do RS esteve representado no projeto pelas arquivistas Aerta Moscon e Maria Cristina Fernandes, que participaram do Grupo de Trabalho para estudo da história administrativa das Câmaras Coloniais e Imperiais.

     Visando preservar e facilitar o acesso aos acervos, a segunda etapa do projeto pretende digitalizar a documentação dos municípios participantes do Projeto Câmaras Coloniais e Imperiais. Assim, ao final do evento, foi assinado o convênio entre a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo/RS e o Sindicato dos Arquitetos/RS para captação de recursos com vistas à digitalização destes acervos.

Projeto AfricaNoArquivo é divulgado pelo Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra (PRDCN)

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     No final do mês de setembro o Projeto AfricaNoArquivo recebeu uma divulgação especial: um vídeo feito pela professora Carla Lopes, atuante na área de História, Arquivologia e Gestão da Informação, professora de História e coordenadora pedagógica da rede pública estadual de ensino no Rio de Janeiro, criadora e coordenadora do Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra (PRDCN). O PRDCN é uma experiência metodológica de implementação da Lei 10.639/03 e um observatório de práticas pedagógicas em Educação para as Relações Étnico-raciais.

     O vídeo foi produzido a partir de uma viagem a Porto Alegre, na qual a prof.ª Carla pode conhecer o Arquivo Histórico e o Arquivo Público do Rio Grande do Sul. Assim, ela comenta sobre a publicação “RS Negro: cartografias sobre a produção do conhecimento”, organizada em parceria entre o AHRS e a PUC-RS, e sobre uma série de projetos com os quais tomou contato no APERS, desenvolvidos no âmbito da difusão de acervos e da Educação Patrimonial, relacionados à história da escravização e da luta por liberdade no Rio Grande do Sul, numa perspectiva antirracista.

     Carla fala da caixa pedagógica AfricaNoArquivo, conectando-a com as demais ações desenvolvidas pelo Arquivo Público, que destacam as contribuições de negras e negros na formação história e social do RS, como os Catálogos de Documentos da Escravidão e a oficina Os Tesouros da Família Arquivo. A professora referencia a qualidade do material e evidencia o importante papel que as instituições arquivísticas têm, como lugares de memórias, no acesso à informação, na produção e difusão de conhecimentos, e na efetivação da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas públicas do Brasil. Assista ao vídeo abaixo, ou neste link:

     Agradecemos a visita, o reconhecimento, e mais essa oportunidade de divulgar um trabalho que vem sendo feito com muita convicção e carinho pela equipe do APERS.

APERS? Presente, professor! – Segurança Pública e Integridade Física: um direito de todos

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Segurança Pública_BlogHoje disponibilizamos a quinta proposta pedagógica Projeto APERS? Presente, professor!

Denominada de Segurança Pública e Integridade Física: um direito de todos, essa proposta tem como objetivo promover um debate entre e com os alunos sobre a responsabilidade do Estado e da sociedade em promover políticas públicas de segurança que garantam a integridade e a possibilidade de reinserção social de populações que foram condenadas a penas de reclusão em instituições penitenciárias. Para construí- la, a equipe do projeto utilizou como fonte, processos administrativos da Secretaria da Justiça. Acesse aqui o arquivo da proposta. Para acessar as propostas anteriores, clique aqui.

Um ótimo trabalho!

Historiadoras do APERS publicam artigo sobre Ação Educativa e Educação Patrimonial na instituição

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2015.10.07 Divulgação Artigo publicado

Com satisfação divulgamos a publicação do artigo Ação Educativa e Educação Patrimonial em Arquivos: a oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” no APERS, produzido pelas historiadoras do APERS, Clarissa Sommer e Nôva Brando, e por Vanessa Menezes, que até 2014 também fazia parte da equipe.

A reflexão foi produzida a partir do convite para aplicar a oficina Resistência em Arquivo: patrimônio, ditadura e direitos humanos durante a XX Jornada de Ensino de História e Educação, em 2014, na cidade de Rio Grande. O texto, publicado na Revista OPSIS, vol. 15 n. 1 (2015), já está disponível para consulta online. Acesse o artigo clicando aqui!  O trabalho apresenta a oficina pela ótica do Arquivo Público, inserida em suas ações educativas e de difusão de acervos, relacionando-a ao contexto histórico, às transformações vivenciadas pelas instituições arquivísticas e pela sociedade brasileira nas últimas décadas, e ao trabalho com documentações sensíveis relativas à ditadura civil militar.

Estágio Curricular para o Curso de História – Projeto Piloto com alunos da FAPA

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No início do mês de setembro, a equipe responsável pela Difusão Cultural e Serviços Educativos do APERS foi procurada pela Professora do Curso de História da Faculdade Porto-Alegrense (FAPA), Claudira Cardoso, que trouxe a seguinte demanda à instituição: a possibilidade de ofertamos vagas para estágio curricular que contemplasse vivências na área do Patrimônio Histórico-Cultural e que discutisse o fazer dos historiadores em instituições arquivísticas.

Como se sabe, desde 2009, o Arquivo oferece para os alunos de graduação dos curso de história, e outros cursos ligados ao Patrimônio Histórico-Cultural, uma outra modalidade de estágio, a Capacitação de Oficineiros, que possui como objetivo central, habilitar futuros profissionais para práticas de ações educativas a partir de patrimônios documentais. Como parte do Programa de Educação Patrimonial PEP UFRGS|APERS, a Capacitação de Oficineiros é procurada principalmente por alunos do Curso de Licenciatura em História da UFRGS, que necessitam de horas de prática em instituições culturais que respondam as exigências da disciplina Estágio em Educação Patrimonial. Dessa forma, a estrutura da Capacitação de Oficineiro, mais vinculada a processos educativos, não contempla uma série de outras atividades realizadas por historiadores dentro de instituições arquivísticas.

Por esse motivo, a equipe do APERS já vinha discutindo a possibilidade de construção de uma proposta de estágio para o curso de história, que abrangesse outras áreas para além da educação patrimonial. E foi a partir da demanda mais imediata vinda do Curso de História da FAPA que a Equipe da Difusão e Ações Educativa elaborou um programa de Estágio Curricular para o Curso de História, no formato de um projeto-piloto.

Com o objetivo de oportunizar aos graduandos vivências relacionadas aos fazeres dos historiadores em instituições arquivísticas, foi estruturado um estágio com uma carga horária de 30 horas, divididas em 10 horas de observação e 20 horas de práticas. Organizado em seis encontros, o projeto-piloto atendeu a seis alunos entre o dia quinze de setembro e cinco de outubro, nos turnos da manhã e tarde.

Visita GuiadaNo primeiro encontro de Observação, os estudantes participaram de uma Visita Guiada, com a Técnica em Assuntos Culturais Giglioli Rodrigues, e de uma apresentação das atividades nas quais temos historiadores envolvidos, organizada pelas historiadoras Caroline Baseggio e Nôva Brando. No segundo turno de Observação, os alunos acompanharam os processos de trabalho sobre os quais adiante realizariam práticas monitoradas: Sala de Pesquisa, Difusão de Acervos e Pesquisa Histórica, Avaliação e Descrição Documental e Ações Educativas.

Atividade Sala de PesquisaA primeira prática foi na Sala de Pesquisa. Durante os períodos em que estiveram observando o trabalho, acompanhado da Caroline Baseggio, os estudantes puderam conversar e conhecer um pouco das diversas atividades de atendimento ao usuário. Foram apresentados os Instrumentos de Pesquisa utilizados na sala e o sistema de consulta online de documentos. Para que os alunos pudessem entender melhor como funciona a pesquisa no Arquivo, o grupo também fez a busca de processos e certidões no Acervo. Ao final, a discussão ficou por conta da seguinte questão: em que o Historiador pode contribuir de maneira diferenciada ao atendimento aos usuários/pesquisadores de instituições de guarda de documentos?

Atividade de Difusão de Acervos e Pesquisa HistóricaDurante a observação, os graduandos puderam acompanhar as atividades que envolvem a Difusão de Acervos e Pesquisa Histórica, tais como seleção de conjunto documental, pesquisa sobre a temática abordado nos documentos e elaboração de texto para divulgar o acervo do qual tais fontes fazem parte. Essa mesma dinâmica observada, foi vivenciada na segunda prática. Nela, acompanhados por Nôva Brando, puderam conhecer uma seleção de processos administrativos do Acervo da Secretaria da Justiça, que está em tratamento técnico, e produzir um texto de difusão a respeito daquele conjunto documentos que pelo recorte, permitem acessarmos informações a respeito de políticas de segurança pública.

Acompanhadas no período da observação, as atividades de Avaliação e Descrição Documental foram exploradas na terceira prática. Nela, sob a supervisão da arquivista Viviane Portella e da Técnica em Assuntos Culturais Roberta Scholz, eles puderam entrar em contato com instrumentos de classificação e avaliação documental e com o Sistema de Administração de Acervos Públicos (AAP), onde são indexados os documentos. Fizeram alguns exercícios de avaliação a partir também de uma seleção de documentos e também cadastraram alguns documentos no AAP.

Por fim, puderam colocar em prática aquilo que observaram nos trabalhos realizados pela Equipe das Atividade Ações EducativasAções Educativas. Dentre uma série de possibilidades de planejamento e execução de atividades que vinculem a educação aos documentos de arquivo, na quarta e última prática, acompanhados por Nôva Brando e pela historiadora Clarissa Alves, elaboraram uma proposta de atividade pedagógica a partir de processos de indenização a ex-presos políticos do período da Ditadura Civil-militar, que foram previamente selecionados.

Finalizada a experiência, temos a certeza de que a oferta de um tipo de estágio no qual os alunos vivenciem as diferentes atividades nas quais historiadores estão envolvidos é uma tarefa importante da instituição. Ao mesmo tempo que possibilita a problematização a respeito das possibilidades de atuação dos historiadores em espaços e instituições de memória, que oportuniza a qualificação aos futuros profissionais da área de história, também divulga o Arquivo e os acervos por ele custodiados para um público cada vez maior.

III Jornada de Estudos sobre Ditaduras e Direitos Humanos é realizada com grande êxito!

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Entre os dias 29 de setembro e 02 de outubro o Arquivo Público realizou, em parceria com o Departamento e o PPG em História da UFRGS e a Associação dos Amigos do APERS, a III Jornada de Estudos sobre Ditaduras e Direitos Humanos. O evento, realizado a cada dois anos desde 2011, foi um sucesso novamente. Contou com três mesas de debates, uma conferência, uma oficina, 44 trabalhos apresentados em sessões de comunicações, e com um público ouvinte que chegou a cerca de 100 pessoas. Registramos com alegria a presença de pesquisadores de diversas regiões do estado e do país, com destaque para Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Amapá!

A Jornada foi iniciada na noite de terça-feira, 29 de setembro, com a palavra da diretora do APERS, Débora Flores, representando a Secretaria da Modernização Administrativa e dos Recursos Humanos (SMARH), e do Prof. Enrique Padrós, representando o Departamento e o PPG em História da UFRGS. Ambos saudaram a iniciativa e a parceria entre as instituições, que há anos se consolida, deram destaque à importância do trabalho de pesquisa e organização de acervos relacionados às ditaduras de Segurança Nacional no Cone Sul, e agradeceram o empenho de todos os envolvidos com a realização do evento.

Nesta edição, tendo como objetivo enfocar a relação entre os arquivos e as ditaduras no Cone Sul, após a solenidade de abertura a mesa de debates abordou o tema “Cone Sul: arquivos da repressão e da resistência e Operação Condor”, tendo como palestrantes a Profª Glaucia Konrad, docente do curso de Arquivologia da UFSM, e Prof. Enrique Padrós. O acesso e sigilo à documentação, a luta pela abertura dos arquivos, assim como as novas pesquisas e possibilidades de fontes relacionadas ao Cone Sul foram tratados.

No dia 30 de setembro foram realizadas, pela manhã e à tarde, quatro sessões de comunicações, abordando acervos e trajetórias pessoais, a ditadura no campo, o contexto do pré-golpe de 1964, e políticas de memória e Justiça de Transição. No meio da tarde os participantes puderam debater sobre Repressão e Resistência no Cone Sul, na mesa composta por Marla Barbosa Assumpção, Ramiro José dos Reis e Yuri Rosa de Carvallho. Já no turno da noite, teve lugar a conferência intitulada “O completo industrial-militar e a ditadura no Brasil pós-64”, proferida pelo Prof. Renato Lemos, da UFRJ. Renato destacou os interesses de classe envolvidos na conjuntura da implantação da ditadura em nosso país, debatendo o uso do conceito “ditadura empresarial-militar”, que destaca as articulações entre os grandes empresários nacionais e internacionais com os militares que deram sustentação ao regime político e às necessidades do Estado capitalista durante aquele período. Sua conferência foi debatida pelo Prof. Diorge Alceno Konrad, do curso de História da UFSM, que destacou alguns elementos, e concordou com a necessidade de abordagens que busquem explicar não somente as aparências, mas a essência e as estruturas da ditadura brasileira.

Já na quinta-feira, 01 de outubro, pela manhã os participantes puderam assistir uma sessão de comunicações que trouxe trabalhos relacionados às ditaduras na América Latina, a atuação de militantes tanto naquele período quanto depois, na luta por direitos humanos e justiça. À tarde foi a vez da oficina de educação patrimonial “Resistência em Arquivo: patrimônio, ditadura e direitos humanos”. Criada no âmbito do Programa de Educação Patrimonial UFRGS/APERS, mantido em parceria entre as duas instituições desde 2009, a oficina foi pensada para estudantes do Ensino Média e da EJA, e trata da ditadura no Rio Grande do Sul a partir da pesquisa e reflexão com base em processos de indenização a ex-presos políticos, salvaguardados pelo Arquivo Público. No turno da noite, teve lugar a mesa “Arquivos da Repressão e da Resistência no Brasil”, composta por Vicente Câmara Rodrigues (Memórias Reveladas/ Arquivo Nacional), Ana Célia Navarro de Andrade (CEDIC/PUC-SP) e Nôva Brando (historiadora do APERS). Tratando de experiências institucionais na esfera do acesso e difusão de acervos relacionados à ditadura no Brasil, a mesa foi capaz de traçar um panorama sobre os arquivos disponíveis no Brasil, as formas de acesso e as debilidades ainda existentes – como a não abertura de arquivos das Forças Armadas –, assim como sobre as políticas públicas e iniciativas de instituições privadas para ampliar esse acesso.

O quarto e último dia do evento, 02 de outubro, foi intenso em troca de conhecimentos e experiências de pesquisadores. Pela manhã e à tarde ocorreram cinco sessões de comunicações, dando espaço para discussões sobre tortura, violência sexual, trauma e testemunho; educação, memória e direitos humanos; ditadura, direito e judiciário; ditadura, repressão e resistência; e sobre o contexto da abertura política até a redemocratização. À noite, o evento foi encerrado com a mesa “Comissões da Verdade: balanços e perspectivas”, composta pelos professores Roberta Baggio (Direito/ UFRGS), Carla Luciana Silva (História/UNIOESTE) e Jorge Christian Fernández (História/UFMS). Falando sobre a atuação das Comissões da Verdade em nível federal e estadual, os três pesquisadores apontaram avanços, como a tomada de depoimentos, a sistematização de conhecimentos e ampliação do debate público sobre o contexto da ditadura e os crimes de lesa humanidade cometidos naquele período, mas também sobre as dificuldades por elas enfrentadas, como os obstáculos para o acesso a novas informações, os limites institucionais e os recursos diminutos, especialmente nas esferas estaduais. Como perspectivas, a mesa foi unânime em apontar para a importância da mobilização por parte de pesquisadores, professores, estudantes e militantes dos direitos humanos, para conscientizar a sociedade sobre o que foi a ditadura, quais foram seus objetivos, métodos e práticas, baseadas no Terrorismo de Estado como forma de obtenção de consenso e silenciamento violento das oposições.

Ao longo dessa semana a equipe do APERS segue envolvida no trabalho com a Jornada, expedindo e encaminhando certificados aos participantes. Em breve daremos início à organização dos anais do evento, desejando disponibilizá-los no começo de 2016. Confira abaixo fotos que registram as sessões de comunicações com suas dezenas de participantes. Agradecemos a todas e todos que de alguma forma participaram dos qualificadíssimos debates travados ao longo desses quatro dias, e contribuíram para que as atividades fossem uma realidade! Até a próxima!

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Sábado de funcionamento da Sala de Pesquisa do APERS – mês de outubro

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Para melhor atender aos seus pesquisadores, a Sala de Pesquisa do APERS abre um sábado por mês, das 9 às 13 horas, mediante solicitação prévia da documentação.

No mês de outubro a Sala de Pesquisa abrirá no sábado 24.

Os pesquisadores interessados em realizar suas pesquisas podem solicitar previamente os documentos no balcão de atendimento presencial ou por email (saladepesquisa@smarh.rs.gov.br), telefone (51 3288 9104) ou, ainda, através do Balcão Virtual.

Agende sua pesquisa!

APERS em Números – Setembro 2015

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Confira alguns dados referentes aos serviços realizados no APERS durante o mês de setembro:

  • Usuários atendidos: 503
  • Atendimentos aos usuários: 932
  • Indexação Sistema AAP: 1.019
  • Oficinas de educação patrimonial: 15
  • Reprodução de documentos: 738
  • Visitas guiadas: 07
  • Visualizações blog institucional: 10.371

Veja abaixo gráfico com os quantitativos diários de atendimento aos usuários referente ao mês de setembro:

2015.10.07 - APERS em Números

Clique aqui e saiba mais sobre os serviços que o APERS presta a comunidade.

Oficinas de educação patrimonial – Setembro 2015

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Confira as escolas que participaram das Oficinas de Educação Patrimonial oferecidas pelo APERS durante o mês de setembro:

Dia 02: os alunos do 6º ano, turma 161, do Colégio Romano Santa Maria participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo”, no turno da manhã, acompanhados pelos professores Jairo Brum e Adriana Quadros. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 02: os alunos do 9º ano, turma 92, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Herbert José de Souza participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos” no turno da tarde, acompanhados pelo professor Marcelo Rios. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 03: no turno da manhã, os alunos do 6º ano, turma 161, do Colégio Romano São Mateus, participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pelos professores Jairo Brum e Adriana Quadros. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 08: no turno da tarde, os alunos do 9º ano da Escola Estadual de Ensino Municipal Célia Flores de Lavra Pinto participaram da oficina “Desvendando o Arquivo Público: historiador por um dia” acompanhados pela professora Geila Freitas. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 10: os alunos do 7º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboin de Sapucaia do Sul participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo”, no turno da tarde, acompanhados pela professora Ana Paula Madruga. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 15: os alunos da 6ª série, C10, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo”, no turno da manhã, acompanhados pela professora Fabiana Borges. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 15: os alunos do 6º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Justino Camboin de Sapucaia do Sul participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo”, no turno da tarde, acompanhados pela professora Ana Paula Madruga. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 16: os alunos do 7º ano, turmas C e D, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Alberto Santos Dumont de Sapucaia do Sul participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Ana Paula Madruga. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 23: os alunos da turma C10 da Escola Municipal de Ensino Fundamental Aramy Silva participaram, no turno da manhã, da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Fabiana Borges Meira. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 23: os alunos do 7º ano do Colégio Estadual Carlos Fagundes de Mello participaram, no turno da tarde, a oficina “Os Tesouros da Família Arquivo” acompanhados pela professora Fabiane Viecilli. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 24: os alunos do 3º ano da Escola Técnica Estadual Frederico Guilherme Schmidt participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos”, no tuno da manhã, acompanhados pelo professor Marcos Freire. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 24: os alunos do 2º ano, turma 202 da Escola Estadual de Ensino Municipal Setembrina de Viamão participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos”, no turno da tarde, acompanhados pela professora Neima Fonseca. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 25: os alunos do Curso de História da Faculdade Porto-Alegrense – FAPA participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos”, no tuno da noite, acompanhados pela professora Claudira do Socorro Cardoso. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 29: os alunos dos 3º anos da Escola Técnica Estadual Frederico G. Schmidt participaram da oficina “Resistência em Arquivo: Patrimônio, Ditadura e Direitos Humanos”, no turno da manhã, acompanhados do professor Marcos Freire Machado. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Dia 30: os anos do 6º ano do Colégio Romano Santa Marta participaram da oficina “Os Tesouros da Família Arquivo”, no turno da manhã, acompanhados do professor Jairo Brum. Clique aqui para acessar o álbum de fotos.

Para saber mais sobre nossas oficinas acesse: http://goo.gl/Jkzihw

Atividades SIARQ/RS – Setembro 2015

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Durante o mês de setembro servidores do APERS participaram de reuniões de assessoria técnica, reuniões de comitês e grupos de trabalho, que listamos abaixo:

  • Nas quartas-feiras (02, 09, 16, 23 e 30/09), reuniu-se, na Sala de Gestão da SMARH, o Comitê PROA para tratar de assuntos referentes a implantação do Sistema de Processos Eletrônicos. Nos encontros deste mês foram alinhados alguns tópicos referentes as datas do cronograma de implantação, sobre o treinamento e revisão do Decreto que regulamenta o Sistema de Prontuários Eletrônicos.
  • 2015.09.03 FPE Foto de Sergio GarciaNo dia 03/09, a diretora do Arquivo Público, Débora Flores e o Chefe de Divisão de Pesquisa e Projetos, Jonas Ferrigolo Melo, reuniram-se nas dependências da Fundação de Proteção Especial (FPE), com o Presidente da Fundação, José Luis Barbosa e com a Chefe do Núcleo de Relações Institucionais, Andréa Palliano para tratar de assuntos referentes ao processo de organização dos arquivos da Fundação. O projeto tem como objetivo organizar os dossiês dos acolhidos, além de implementar a a gestão documental nos arquivos administrativos e de pessoal.
  • Dias 08, 22/09: arquivistas do APERS prestaram assessoria técnica na Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Regional (SEPLAN), dirimindo dúvidas quanto à classificação de expedientes administrativos, de acordo com o Plano de Classificação de Documentos; além de auxiliar nas definições de continuidade do trabalho. Participantes: Maria Cristina Fernandes, Silvia de Freitas Soares (APERS), Bianca Pereira Zotti, Leocadia Nunes Jung, Rômulo Merida Campos (SEPLAN).
  • Dias 10, 17 e 24/09: o Grupo de Trabalho Prontuário Eletrônico, reuniu-se para dar continuidade ao projeto que objetiva a implantação de prontuário eletrônico no Departamento de Perícia Médica e Saúde do Trabalhador (DMEST). O assunto dos encontros foi verificar os requisitos do E-Arq Brasil frente ao Sistema RHE. O grupo é composto por Débora Flores, Jonas Ferrigolo Melo (APERS); Fabio Nobre Zimmer, Carmen Renina Mendonca Colman, Jose Goncalves de Araujo, Kleber da Silva Rocha, Sidemia Kleber e Antonio Henrique Abrahao Ribeiro (DMEST).
  • No dia 10/09, a diretora do Arquivo Público, Débora Flores, visitou o Setor do Protocolo na Secretaria da Fazenda (SEFAZ), com o objetivo de conhecer seu fluxo de trabalho e analisar os novos procedimentos com a implantação do Sistema de Processo Eletrônico PROA. Esta mesma análise foi realizada na Secretaria da Modernização Administrativa e dos Recursos Humanos (SMARH) com os servidores Débora Flores, Flávia Rodrigues Donini Cezar, Fábio Pinheiro dos Santos, Elizete Pereira Antunes e Desirre Machado Pacheco.
  • No dia 15/09: a PROCERGS foi palco para a reunião de alinhamento de questões que serão abordadas em workshop para patrocinadores e administradores do Sistema de Processo Eletrônico PROA. Participaram deste encontro Débora Flores e Jonas Ferrigolo (APERS); Cynthia Aurora Moura Anzanello, Everton Hagen e Julio Carlos Olijnyk (PROCERGS).
  • Dia 16/09: arquivistas do APERS se reuniram com servidores do Departamento de Administração do Patrimônio do Estado (DEAPE/SMARH) para assessorar quanto à gestão documental e recolhimento de dossiês de imóveis baixados. Participantes: Aerta Grazzioli Moscon, Jonas Ferrigolo Melo, Silvia de Freitas Soares, Viviane Portella de Portella (APERS), Isabel Oliveira Perna Almeida, Maiquel Fernando de Souza Povoa, Marcilei Dondoni, Ricardo Menezes (DEAPE).
  • Dia 17/09: Dando continuidade na assessoria do SIARQ para a gestão documental da Fundação de Proteção Especial (FPE), os servidores do APERS visitaram os acervos da Fundação, objetivando conhecer os espaços e a documentação. Esta visita incluiu também conhecer o acervo da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE), sucessora dos documentos da extinta Fundação do Bem-Estar do Menor (FEBEM). Particpantes: Jonas Ferrigolo Melo, Renata de Vasconcellos e Giglioli Rodrigues (APERS), Andréa Palliano e Rossana Ramos (FPE).
  • 2015.09.18 Avaliação BibliotecaNo dia 18/09, servidoras do APERS estiveram no Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF), realizando avaliação dos documentos da extinta Biblioteca da Secretaria da Modernização Administrativa e dos Recursos Humanos. Participaram desta atividade as arquivistas Iara Gomide e Marta Helena Araújo e a agente administrativa Ana Karina U. Moreira.
  • Dia 24/09: as arquivistas do APERS estiveram prestando assessoria técnica no Departamento de Coordenação dos Hospitais Estaduais (DCHE/SES), com orientações sobre avaliação e eliminação de documentos, verificando em especial uma tipologia que está acondicionada no Hospital Colônia Itapuã (HCI). Participantes: Yara Vargas (DCHE/SES), Maria Cristina Fernandes, Marta de Araújo, Silvia Soares (APERS)
  • Dia 25/09: os servidores do APERS, Jonas Melo, Clarissa Sommer e Nôva Brando, estiveram no Departamento de Trânsito do Estado do Rio Grande do Sul (DETRAN) para analisar algumas tipologias documentais (Habilitação de Condutores e Registro de veículos) visando orientar quanto aos procedimentos de armazenamento, digitalização e eliminação destes documentos.
  • 2015.09.25 FASE fotoDia 25/09: arquivistas do APERS estiveram prestando assessoria técnica na Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE) para tratar da gestão documental da Fundação, bem como do recolhimento de prontuários da antiga FEBEM ao APERS. Participantes: Jonas Melo, Renata Vasconcellos, Viviane Portella (APERS), Eliane Mombach, Artur Prati, Idalisa Klug, Bruno Selinger (FASE).
  • Dia 29/09: o Comitê Consultivo do SIARQ/RS esteve reunido no Arquivo Público para avaliar as alterações propostas ao Decreto nº 47.022/2010. A redação da minuta foi finalizada e será encaminhada ao Secretário da SMARH para proceder com a publicação. Participantes: Everton Hagen (PROCERGS), Priscila Garcia Nunes (Polícia Civil), Luis Otávio de Castro Silveira (SEFAZ), Natalia de Azevedo Morsch (PGE), Luiz Carlos Martins Larratéa (TCE), Débora Flores, Nôva Marques Brando, Viviane Portella de Portella, Silvia de Freitas Soares, Renata Pacheco de Vasconcellos, Maria Cristina Fernandes, Clarissa Sommer Alves e Jonas Ferrigolo Melo (APERS).

Para solicitar assessoria ao SIARQ/RS, visando implementar as normativas e os instrumentos de gestão documental, pode entrar em contato pelo e-mail siarq-apers@smarh.rs.gov.br ou telefone (51) 3288-9114.

Visitas guiadas ao APERS – Setembro 2015

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No mês de setembro foram realizadas 7 visitas guiadas ao conjunto arquitetônico do Arquivo Público do RS. Visitaram nossa instituição:

Dia 10: Joana Bosak de Figueiredo, professora do Curso de História da Arte da UFRGS, da disciplina de Laboratório de Pesquisa em História da Arte I e 13 alunos.

Dia 15: Matheus da Silva Santos, Helem da Rocha Leal, Luciana S. Silveira e Juliana L. Rodrigues, acadêmicas do Curso de História da FAPA.

Dia 18: Nathiele Fagundes de Oliveira, estudante do Curso de História da FAPA.

Dia 22: Professora Caroline Pacievitch do Curso de História das Licenciaturas da UFRGS e 13 alunos.

Dia 25 (manhã): Camila Barbosa do Curso de História UFRGS/estagiária APERS.

Dia 25 (tarde): Professora Luciane Benedetti e 11 alunos do Grupo Hospital Conceição.

Dia 26: Professora Evangelia Aravanis, do Curso de História ULBRA e 8 alunos.

Guias: Caroline Acco Baseggio, Clarissa Alves, Giglioli Rodrigues, Nôva Marques Brando.

Oferecemos, semanalmente, visitas guiadas ao conjunto arquitetônico, com duração de 1h30min, nas segundas-feiras às 14h30min e nas sextas-feiras às 10h. Também é possível agendar sua Visita Guiada pelo e-mail visitas@smarh.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3288 9112. Estamos esperando sua visita!

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